A Diehl Defence e a AEL Sistemas fortalecem parceria em defesa aérea no Brasil
A Diehl Defence e a AEL Sistemas assinaram, na sexta-feira (3/7), em Brasília, um Memorando de Entendimento (MoU) referente à cooperação entre as empresas nos programas brasileiros de defesa aérea terrestre de médio e de alcance estendido.
O MoU reafirma a parceria estratégica de longa data entre as duas empresas e constitui um elemento importante do compromisso conjunto com o desenvolvimento adicional das capacidades de defesa aérea do Brasil.
A Diehl Defence atua como contratada principal dos sistemas de defesa aérea IRIS-T SLM, de médio alcance, e, no futuro, do sistema IRIS-T SLX, de alcance estendido. Como parceira nacional, a AEL Sistemas é responsável pela integração de componentes de tecnologia brasileira — o enlace de dados tático brasileiro Link BR2 —, bem como pelo fornecimento de apoio logístico no país.
O MoU fortalece projetos em andamento, como a entrega do IRIS-T como armamento padrão dos caças F-39 Gripen à Força Aérea Brasileira. Também se baseia na colaboração de longa data entre as duas empresas para a planejada integração do IRIS-T à frota brasileira de F-5. A cooperação já existente nos programas IRIS-T cria, assim, uma base de sistemas da qual o programa brasileiro de defesa aérea terrestre se beneficiará.
A assinatura ocorreu durante uma visita de delegação à América do Sul formada por representantes empresariais e liderada pelo ministro federal das Relações Exteriores da Alemanha, Dr. Johann Wadephul. O MoU também serve, portanto, como evidência da agenda intensificada de cooperação germano-brasileira. Durante consultas governamentais realizadas em Hanover, em abril de 2026, sob a liderança do chanceler alemão Friedrich Merz e do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, ambos os países haviam acordado um memorando de entendimento sobre cooperação na aquisição de equipamentos de defesa e atividades correlatas. Com isso, lançaram uma base essencial para uma cooperação mais profunda nos setores de segurança e defesa dos dois países.
Helmut Rauch, CEO da Diehl Defence, afirmou: “O Brasil é um mercado estrategicamente importante para a Diehl Defence na América do Sul. Na AEL Sistemas, temos uma parceira que conhece e compreende os requisitos das Forças Armadas do país. Nossa cooperação de longa data combina o desempenho comprovado em combate do míssil guiado IRIS-T e do IRIS-T SLM com a expertise brasileira em integração. Isso também nos permite estabelecer a base industrial para o sistema IRIS-T SLX — que é a base para uma solução de defesa aérea soberana e sustentável para o Brasil.”■

Nem uma noticia sobre a possibilidade dos EUA fazerem intervenção miltar no Brasil?
É só o que se fala.
Invasão só depois da copa, por enquanto Washington está ocupada:
…
“Se eles nos vencerem (a seleção da Bélgica)… vou dizer que foi manipulado, assim como a eleição foi manipulada em 2020.” — Donald Trump.
…
Trump declarou isto depois de colocar o peso do governo dos EUA pra anular um cartão vermelho…Será que em caso de derrota,
ele vai sancionar juízes e dirigentes da FIFA com a ‘Lei Magnitsky’?
4 x 1… jogão.
Com um belo resultado 🙂
E um tapa na cara do Trump depois de ter feito o que fez.
E a maioria dos americanos nem ligam para futebol.
Americanos não sabem nem onde ficam seus estados no mapa do país, que dirá se importar com “soccer”…
Eles tem coisas mais importante a fazer, milhares de agricultores nos EUA estão enfrentando uma crise financeira extrema e perdendo suas fazendas.
Um cenário impulsionado pelo endividamento para custear safras (que atingiu recorde de mais de US$ 624 bilhões).
E esse cenário combinado com as guerras tarifárias e embargos, só causaram o colapso nos preços de commodities como soja, milho, sorgo e arroz, deixando os estoques represados e os preços baixos.
Os agricultores contraíram grandes empréstimos, mas com a queda nos preços das colheitas, não conseguem gerar receita suficiente para pagar os credores, gerando execuções de garantias e leilões de terras.
Cenário triste, pessoas que estão em suas terras a gerações, perderem seu legado devido a estupidez e incompetência do “mestre da negociação”…
Agricultura EUA e Europa vão sofrer, mão de obra cara e escassa. Não tem jeito. Com indústria petróleo diminuindo terão mais problemas. Trump so esta tentando prorrogar esta estrutura para viabilizar futuro
narrativa eleitoral do governo…só isso
Isso é coisa de ano de eleição. A possibilidade de os EUA intervirem no Brasil é zero ou praticamente isso. Mas a grande mídia adoooora uma controvérsia.
O pior é o Itamaraty, responsável por Diplomacia, lançar isso….
É um despreparo terrível…
Conseguiram acabar com uma instituição de Estado de renome internacional.
Só chacota agora…
Não existe nenhum risco de os EUA conduzirem uma ação militar no território brasileiro, incluindo nosso mar territorial? Você colocaria sua mão no fogo por isso?
Nesse caso específico, não vejo falha do Itamaraty.
Assim como políticos de oposição clamam por “porta-aviões na baía de Guanabara”, é papel do Itamaraty expor sua contrariedade no debate que vem ocorrendo nos EUA defendendo nossa soberania.
PS: eu acho até bom que os EUA combatam o PCC e o CV, desde que lá nos EUA. Nada de militares americanos no solo ou no mar brasileiros.
Eu coloco minha mão no fogo sim.
Não há controvérsias entre os dois países que afetem a segurança nacional dos EUA ou do Brasil. Não há falta de diálogo entre os dois países. Um nunca se recusou à negociar com o outro sobre seus interesses, seja lá qual governo que foi. Acho que o mais perto que chegamos de termos relações realmente abaladas com os EUA foi durante a era Carter, na qual fomos embargados devido à violações de Direitos Humanos cometidos pelo regime Militar, época na qual inclusive foi difícil recebermos peças para os F-5.
Simplesmente não há qualquer tipo de controvérsia que chegue perto de justificar isso. Ações contra PCC e CV nós fazemos todo santo dia no âmbito das polícias. Temos aeronaves da FAB em alerta 24/7 prontas para interceptarem tráfego ilegal de aeronaves com drogas. Nossas polícias tem diálogo regular sobre isso com as forças policiais Americanas.
A idéia de nomear o CV e o PCC como organizações terroristas é errada no sentido de que ambas organizações não tem fins políticos mas sim visam única e exclusivamente o lucro de seus integrantes (mais precisamente os líderes), o que os configura como organizações criminosas. Porém dado esse ‘sabor’ de terrorismo, isso pode estreitar os laços de cooperação com outros setores de coleta de inteligência dos EUA para identificar e rastrear movimentos dessas organizações com meios que nós normalmente não temos à disposição.
Então, o papel do Itamaraty nesse caso, é usar essa designação, mesmo errada, à nossa vantagem. Estreitar ainda mais esses laços e mostrar aos EUA (e a mais quem quer que interesse, principalmente o povo Brasileiro) as ações que tomamos para eliminar essa ameaça.
A situação do Brasil é diametralmente diferente da situação Venezuelana, na qual o próprio Estado Venezuelano tem histórico conhecido de armar, suprir e treinar organizações criminosas que inclusive tentaram operar inúmeras vezes no Brasil e causar instabilidade em país fronteiriço com a Venezuela (FARC). O Brasil nunca fez nada disso. Nunca houve uma ligação direta entre o Estado Brasileiro e qualquer organização criminosa.
Então, para finalmente resumir, sim a nota do Itamaraty foi sensacionalista ao extremo justamente para causar algum furor eleitoral. Interessante que essa declaração foi feita justamente no limite legal em termos de data, para se fazer qualquer declaração que possa ser considerada como propaganda eleitoral. E ainda assim se eu fosse ministro do TRE eu provavelmente investigaria a motivação por trás dessa declaração. Mas obviamente, estando no Brasil e sabendo quem está na cabeça do TRE, nada será feito.
A isso damos o nome de ‘aparelhamento estatal’ na qual você tira a independência dos órgãos governamentais que deveriam ser independentes (operando de maneira independente significa de forma apartidária e dentro de seu poder, seja executivo, legislativo ou judiciário), mas que não são. É infelizmente uma mania que praticamente todo governo Brasileiro tem, mas esse pessoal que ocupa o poder desde 2003 tem especial apreço por essa ‘mania’.
“Então, o papel do Itamaraty nesse caso, é usar essa designação, mesmo errada, à nossa vantagem.”
Se pela Lei brasileira não é terrorismo, o Itamaraty não pode usar essa designação errada. A Administração Pública não pode escolher agir de forma contrária à lei.
Um exemplo: se os EUA pedirem a extradição de um brasileiro nato enquadrado como terrorista, o Brasil deve negar. O governo não pode ignorar nossa lei porque é conveniente.
Essas sobretaxas americanas e sanções a políticos e ao ministro do STF são bem graves, principalmente do ponto de vista econômico. Não vejo muita diferença em relação às restrições durante o governo Carter, que foram restritas a área nuclear e outras tecnologias, algo muito menos abrangente do que as tarifas do Trump.
Legislativo e Executivo são políticos por natureza. É natural que sofram influências partidárias e ideológicas. Quanto aos órgãos como Itamaraty, Anvisa, Ibama, Polícia Federal, dentre outros subordinados ao Executivo, somente seriam independentes se o Executivo deixasse de nomear sua cúpula, o que pode ser bom ou ruim. Ainda, assim, não acho que são órgãos que são vassalos do presidente, tendo uma certa autonomia.
Por fim, um ministro do TSE não tem nada que interferir nesse tipo de ato do Itamaraty, ainda mais sem provocação. O que o Ministro Alexandre de Moraes fez quando era ministro do TSE não é correto e não deve ser replicado por outros ministros.
As tarifas do Trump são tão idiotas que estão machucando a própria economia Americana, mas são amplas, não apenas em relação ao Brasil. Isso inclui aliados próximos e históricos, inclusive aliados militares próximos dos EUA.
Grande parte do rebuliço é que países que honraram o artigo 5º da OTAN e foram em defesa dos EUA invadir o Afeganistão, também foram tarifados. Isso é um tiro no pé de proporções épicas e que vai levar tempo para ser desfeito.
O Itamaraty pode, e deve, usar a designação Americana, mesmo que diferente da nossa, como motivo para uma aproximação maior no quesito combate à criminalidade. Isso não significa que o Brasil irá adotar a mesma coisa. São coisas completamente diferentes.
Significa utilizar isso como argumentos em negociações à nosso favor. E sim, o Itamaraty dando uma declaração dessas, pode muito bem ser investigado por atitude eleitoreira porque é absolutamente sensacionalista e certamente não é o que a avaliação dos analistas do próprio Itamaraty dizem. Isso é coisa que veio do topo. Quando há indícios, se investiga. Quando não há indícios, então qualquer investigação é suspeita e nem deveria ter ocorrido, seja lá quem sente naquela cadeira de ministro.
Se houvesse algum risco, todos os indícios de que o governo realmente se preocupa com essa possibilidade, já estariam sendo sentidos por todos nós. Primeiro que nossos programas de rearmamento e atualização de meios estariam à todo vapor, fora movimentação de unidades para locais aonde se suspeita que possa ter intervenção militar. Segundo que estaríamos buscando alianças fortes (leia-se: China) para conseguir pelo menos um contrapeso.
Nada disso está acontecendo. Foi uma declaração vazia, feita para impressionar os eleitores.
Se ele fizer isso terá um belo presente nas MidTerms,e levando em consideração que as previsões não estão boas,imagine se arranjar um conflito injustificado…
Muitos invadidos ou atacados pensaram assim de véspera…
José. Lamento, mas se você pensa que um ataque ou invasão acontece em véspera, você é bem cego.
Véspera? Me indica uma ação militar, seja lá qual for, na qual não houveram controvérsias ou problemas graves nas relações entre os dois países e que a invasão ocorreu na véspera. Pode ser qualquer país. Não se limite apenas aos EUA.
Pode deixar. Eu espero você postar.
Zero não é.
Provavelmente é muito pequena, mas também era muito pequena a probabilidade de invadirem a Venezuela com Forças Especiais e capturarem o Maduro, né? Ou você acha essa invasão bastante provável?
PS: é mais fácil invadir a Venezuela e capturar o Maduro do que invadir RJ ou SP e capturar um traficante a menos que, tal como na Venezuela, os militares cooperem com os americanos.
Rafael, durante quantos meses houveram aumentos de tensão entre EUA e Venezuela. Eles tinham diálogo direto? Diplomatas Americanos e Venezuelanos conversavam entre si de forma aberta e notória? Durante quantos anos as relações entre os países estavam cortadas ou prejudicadas? Haviam declarações públicas dos governantes de ambos os países em que acusavam um ao outro de estarem sendo malvados um com o outro? Quanto tempo levou para os EUA deslocarem meios para a região? Houveram ações militares no entorno da Venezuela nesse meio tempo? As respostas para essas perguntas aumentaram a probabilidade de ação direta na Venezuela?
E, finalmente, as mesmas situações ocorrem aqui?
Então sim, intervenção militar no Brasil é praticamente zero mesmo. Para não deixar em zero, a gente bota em 0,01% de chances. Essa probabilidade pode aumentar ou diminuir ainda mais pouco antes e pouco depois das eleições, mas no momento é isso mesmo.
A relação do Brasil com os EUA não é tão ruim quanto era com a Venezuela. Fato.
Mas está piorando e não é normal. Muito longe do normal.
Sanções, tarifas, oposicionistas tem mais diálogo com o governo Trump do que o governo brasileiro, os EUA estão sem embaixador no Brasil desde janeiro de 2025, dentre outras coisas. Isso não é normal.
Não acho que Forças Especiais irão sequestrar o Lula, tampouco que alguma “missão” ocorra no país no curto prazo. Mas não duvido de nada até o fim do governo Trump se as relações continuarem se deteriorando.
Trump e Lula tem diálogo. Trump até elogia Lula. Ele tem uma percepção de que tem que agradar ao eleitor MAGA.
As eleições de meio de mandato estão vindo aí e não devem ser agradáveis para ele. Ainda mais com o conflito do Irã se arrastando e os impactos na economia sendo sentidos. E irão piorar. Acredite, não há nada com o que se preocupar. Eles já estão de cabeça cheia.
Ele não fará.
Acabou o circo da copa, precisa outra fumaça pra ludibriar o povao.
Mais fácil acontecer um golpe do PR atual do que isso aí
Isso é só mais uma narrativa do ladrão mentiroso para tentar ganhar a eleição.
Os EUA já responderam oficialmente que isso é um delírio.
Off Topic: a Mac Jee está desenvolvendo um sistema antiaéreo de médio alcance (40 km) com base no MAA-1B Piranha.
https://www.linkedin.com/posts/mac-jee_macjee-eurosatory2026-defenseindustry-activity-7478861973963636736-Wb2c?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAC_Y28ABJUzjWNZkOithIWKs-sfeLAQMlQg
Eles assumiram os projetos do Piranha e MAR-1? Isso é novidade.
Compraram em 2025.
Essa MacJee, é de um francês.
Como a Tesla é de um sul africano, mas isso não faz a Tesla sul africana
Se nosso poder publico não fosse tão incopetente, e os gestores das nosas FAAs tão incapazes, poderiamos colher ótimos frutos das parcerias publico/privadas.
O Brasileiro é criativo e os empressários fazem milagre nesse país onde tudo puxa para trás
Agora é assim, compram-se 3 artefatos que ao longo de 40 anos nunca funcionaram a contento e então já sabem fazer mísseis.
O importante é cada vez mais estar atualizado diante do cenário geopolítico mundial.
Ou seja: estamos completamente desatualizados, a moda agora, é levar a guerra ao seu inimigo com meios baratos, como mísseis balísticos e drones.
Drones são baratos, mísseis balísticos não, o problema do míssil balístico está mais no custo dos interceptadores e a taxa de produção desses, do que o míssil balístico em si ser barato
Humm interessante até voltei para ver se estava nos comentários do site certo kkkkk, achei interessante esse MOU destas empresas até porque o EB não selecionou esse armamento, mas sim o EMADS italiano, pelo menos para um grupo, enquanto por ideologia se bate nas empresas de capital Israelence, a AEL continua produzindo para o Gripen e nenhum canhotinha reclama, ou seja, partidos passam defesa fica , amo esse pragmatismo deles, e agora oferecem esta parceria que é extremamente estratégica para nossa parcial independência tecnológica nesta área, digo parcial, pois não produzimos tudo mas podemos contribuir com sistemas nacionais, será que com essa novidade teríamos mais grupos de artilharia com os excelentes EMADS ou o IRIS-T vai assumir a pasta? Quem viver verá!
Integração do Iris-T ao F-5M ? É isto ?
Vai deixar os Tiger com novos dentes. Seremos o último operador do F-5, garanto a vocês! Assim como tem o primeiro de todos na Fab, a Fab terá o último a voar.
A FAB não tem o primeiro de todos os F-5. Temos o primeiro dos F-5E. Não generalize.
E como ficaria a questão do EMADS com o CAMM-ER? E o projeto do A-DARTER (até então congelado) vai ser abortado de uma vez pelo visto sendo que até os vetustos F-5 vão estar de IRIS-T?
Fiquei um tempo sem acompanhar o blog, acho que estou desatualizado. O sistema selecionado não tinha sido o EMADS?
Há algum tipo de iniciativa para a aquisição, pelas FAs brasileiras, do IRIS T SLM?
Sim foi o EMADS. Não tem nenhuma iniciativa das FAs para o IRIS T SLM, no máximo que vai ter é o SLX por conta de outro programa para defesa de longo alcance, mas ai não tem nada realmente indo para frente por outras necessidades mais importantes e urgentes
memorando e mais memorando, décadas de memorandos e o Brasil sem defesa antiaérea.
Na realidade, os Yankees estão cagando para o PCC ou CV; o verdadeiro interesse deles reside no petróleo e as terras raras. A situação geopolítica é complexa: devido à escassez de matérias-primas básicas para os uso militar, há relatos de que caças como as bostas do F-35 estão saindo de fabrica sem radares por falta de componentes feitos de terras raras, os quais dependem da China. Sendo os yankees escassos nesses recursos, detendo o Brasil a segundo maior reserva mundial de terras raras, é plausível questionar se eles historicamente propensos ao uso da força e a intervenções, não agiriam contra nós?