Lula dá sinal verde e Exército Brasileiro tenta destravar compra de 36 obuseiros ATMOS com montagem na Avibras
Brasília – O Exército Brasileiro tenta destravar a aquisição de 36 obuseiros autopropulsados ATMOS 155 mm após o governo federal dar sinal verde para uma solução industrial que envolve a AEL Sistemas, a israelense Elbit Systems e a Avibras Aeroco, em Jacareí, no interior de São Paulo.
Segundo informações publicadas pelo Estadão e reproduzidas por veículos especializados, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, obteve do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aval para avançar em um arranjo que permitiria a montagem e integração local do sistema no Brasil. A medida busca reduzir o desgaste político de uma compra envolvendo tecnologia israelense e, ao mesmo tempo, fortalecer a Base Industrial de Defesa brasileira.
A negociação ocorre entre a AEL Sistemas, subsidiária brasileira da Elbit Systems, a própria Elbit e a Avibras Aeroco, que retomou atividades em seu complexo industrial de Jacareí. A ideia em discussão é utilizar a estrutura da Avibras para a montagem e integração dos obuseiros ATMOS, criando uma narrativa de maior participação nacional no programa.
Licitação vencida, contrato parado
O processo começou em 2023, quando o Exército abriu uma licitação internacional para a aquisição da Viatura Blindada de Combate Obuseiro Autopropulsado 155 mm Sobre Rodas, conhecida pela sigla VBCOAP 155 mm SR. Em abril de 2024, a proposta da Elbit Systems Land Ltd., com o ATMOS 155 mm/52 calibres montado sobre chassi Tatra T-815 6×6, foi declarada vencedora. O sistema atendeu a todos os requisitos absolutos estabelecidos pelo Exército.
A seleção do ATMOS representava um avanço importante para a modernização da Artilharia de Campanha do Exército, com alcance superior a 40 km, elevada mobilidade, menor tempo de entrada e saída de posição e capacidade de operar integrado a sistemas de comando, controle e sensores externos.
O contrato, entretanto, ficou paralisado em meio ao desgaste político provocado pela guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza e pelas críticas do governo brasileiro à condução das operações israelenses. Embora a escolha técnica não tenha sido formalmente cancelada, a assinatura avançou pouco desde 2024.
Avibras entra como peça-chave
A possível participação da Avibras Aeroco é vista como o elemento capaz de destravar a compra. A empresa recebeu, em 1º de julho, a visita institucional do comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, acompanhado por integrantes do Alto Comando da Força. A agenda ocorreu em momento considerado relevante para a retomada da companhia e incluiu apresentação de seu parque industrial, processos produtivos e atividades voltadas às demandas da Força Terrestre.
A Avibras Aeroco afirmou que vem trabalhando para fortalecer a indústria brasileira de defesa e cumprir compromissos ligados a projetos estratégicos. A empresa também destacou recentemente o papel do sistema ASTROS e de seus subprogramas de artilharia, incluindo mísseis, foguetes, artilharia de tubo e defesa antiaérea, dentro da modernização da Artilharia do Exército.
Do ponto de vista industrial, a Avibras tem experiência com veículos Tatra empregados no sistema ASTROS, o que favoreceria uma eventual integração local do ATMOS em Jacareí. Ainda assim, especialistas ressaltam que a expressão “100% nacional”, usada no debate político, deve ser entendida com cautela: o sistema ATMOS é de origem israelense, e a nacionalização, caso avance, envolveria principalmente montagem, integração, suporte e possível participação de fornecedores locais.
Compra estimada em R$ 800 milhões
O contrato é estimado em cerca de R$ 800 milhões, embora avaliações públicas anteriores tenham citado valores próximos a US$ 210 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 1 bilhão dependendo da cotação. O modelo previsto originalmente incluía a entrega inicial de dois exemplares para avaliação técnica e operacional no Brasil. Após a aprovação do lote de amostra, o Exército poderia contratar os outros 34 sistemas, com entregas em lotes anuais até 2034.
A aquisição permitiria substituir parte da artilharia rebocada mais antiga ainda em uso e ampliar a capacidade de apoio de fogo de longo alcance, especialmente para brigadas mecanizadas e artilharias divisionárias. Em conflitos recentes, como a guerra na Ucrânia, sistemas autopropulsados sobre rodas demonstraram grande valor por combinar alcance, mobilidade, dispersão e rapidez de deslocamento após o disparo.
Possível pacote com PULS
Além dos obuseiros, as negociações também podem envolver discussões sobre o sistema de lançadores múltiplos PULS, da Elbit, que poderia complementar a capacidade brasileira de foguetes e mísseis. Segundo a LRCA Defense Consulting, o PULS entrou no pacote de conversas como parte de uma agenda mais ampla de cooperação industrial e operacional entre Elbit, AEL e Avibras.
A eventual aproximação entre o ATMOS, o PULS e a estrutura industrial da Avibras teria impacto direto sobre o futuro da artilharia brasileira, que busca combinar fogos de tubo, foguetes, mísseis e sistemas digitais de comando e controle.
Dimensão estratégica
A tentativa de destravar o ATMOS mostra a tensão entre necessidade militar, política externa e política industrial. Para o Exército, a compra é considerada crítica para modernizar a artilharia de campanha e substituir meios antigos por uma plataforma compatível com os padrões atuais de mobilidade, alcance e precisão. Para o governo, a participação da Avibras oferece uma saída política ao transformar uma aquisição sensível em projeto com conteúdo industrial brasileiro.
Caso o arranjo avance, o programa poderá fortalecer a capacidade da Avibras em Jacareí, preservar empregos qualificados e criar uma base local de suporte para os obuseiros. Também pode abrir caminho para uma cooperação mais ampla com a Elbit e a AEL em áreas como artilharia, mísseis, sensores e integração de sistemas.
O contrato ainda depende da conclusão das negociações e da formalização entre as partes. Mas o aval político de Lula e a entrada da Avibras no desenho industrial recolocam o ATMOS no centro da agenda de modernização do Exército, depois de quase dois anos de indefinição.■



Se se concretiza será muito bom!
Será que finalmente o negócio desencantou ?
Vai se concretizar. Tenha fé.
Para a Avibrás sim, afinal arrumaram um servicinho pra ela fazer.
Imagino que “não deve ser muito dificil” colocar os canhões e sistemas de tiro no chassi Tatra.
Depende.
Quem vai fazer isso é a Elbit, ou essa Avibrás recém saída da recuperação judicial?
Se for a Elbit, com certeza sai, vai custar caro, mas sai.
Se for a Avibrás não sai, vai custar caro, mas não sai.
E ai vão chamar a Elbit pra fazer.
Acho que a Avibras faz o simples e a Elbit a parte complexa. Reativar esta aquisição que estava engavetada por questões políticas, é uma forma de dar sentido a retomada da Avibras.
Acho que não sai. E não estava parada por questões políticas. Estava parada por questões diplomáticas reais que contrariam os princípios constitucionais e a tradição das nossas relações exteriores (problemas estes que se mantém agora no Libano). Além disso o número de Obuseiros contratados pelo Brasil é muito pequeno para viabilizar a produção lical. O custo seria proibitivo. Penso que essa estratégia seja para destravar o processo e viabilizar a compra do segundo colocado por exemplo… Mas sabe-se lá…
O Atmos já usa o chassi Tatra 815 6×6. Já está no contrato.
Essa integração contemplaria o uso da mesma cabine da viatura do ASTROS?
Pensei o mesmo.
Pra que?
Encarecer ainda mais essa estrovenga somente pra justificar a “participação” da Avibrás?
Espero que não, mas sei muito bem que não será assim.
Para aumentar a comunidade entre os sistemas, não tem muita lógica ficar usando um monte de sistemas tão diferentes, além de ser melhor para a indústria nacional(que é mais importante no geral)
Sim é para a Avibras reiniciar. Os fins justificam os meios.
No presente caso….envolvendo PT e JBS….os meios justificam os fins
Irmãos Batista provam que o tal “viés político” se resolve com $$$ e que o factóide do bloqueio devido a guerra entre Hamas X Israel foi só uma fachada para segurar o negócio até os Batistas se tornarem controladores da Avibras…
Provavelmente sim e é o mais lógico. Não há porque mudar a cabine. Se Astros, versão obuse 155, versão antiaérea e etc tudo for na mesma plataforma(chassis Tatra 6×6 e mesma cabine) excelente pois facilita na manutenção e cadeia logística as quais já dominamos a décadas.
Atualmente nos combates na Ucrânia com largo uso de drones FPV com fibra ótica e alcance de 50 km, a artilharia tem que ser enterrada e camuflada (e os blindados são mantidos longe das linhas de defesa terrestre).
Com isto as vantagens de poder de fogo com mobilidade ficaram reduzidas, pelo menos por enquanto…
Desenvolver defesas antidrones eficientes e com custo acessível é a solução, o problema é a saturação quando 15 ou 20 drones são enviados ao mesmo tempo para destruir um único alvo bem defendido.
E a tendência é esta mesmo, enxames de drones sendo cada vez mais utilizados.
Claro que esta atualização da artilharia de longo alcance do EB precisa ser feita sim. Mas as defesas antidrone precisam ser desenvolvidas e implantadas em conjunto com a artilharia.
Para drones, canhão!!! Atualizar os nossos que desativamos recentemente e os gepard!!!!
Concordo com a parte dos Gepard,
os ucranianos os consideram altamente eficientes e confiáveis no combate a drones kamikaze.
Uma espécie de Guepard 2.0 equipado com o canhão italiano OTOBreda 76/62 seria algo bastante interessante.
Creio até que a Leonardo já tenha algo prototipado, é o Hystrix 76 ADS.
Poderia engajar aqueles drones Shahed ou Geran, que se evadem do Guepard atual, voando acima dos 6.000 metros.
Concordo, o Gepard ou melhor o seu conceito de projeto… é bem adequado para o combate antidrone, se for um “tipo Gepard” atualizado melhor ainda.
Talvez um Guarani “gepardizado” possa cumprir esta missão antidrone para o EB.
Pode ser menor calibre, sendo 3P. O canhão base do sistema Sea Snake das fragatas Almirante Tamandaré, parece ser o ideal. Compacto, leve, com alta cadência e munição 3P.
O Oto 76/62 deve custar sozinho, bem mais de $ 10 milhões de dólares. Então complica neste aspecto.
Não sei se foi a Suíça ou qual país da Europa que decidiu atualizar os seus canhões antiaéreos justamente contra drones. Mesmo poderia ser feito com o gepard. Baterias de radar e afins.
Além disso, penso que o Atmos e outros veículos de maior valor devem possuir alguma proteção orgânica (C-UAS) contra drones.
Concordo contigo até essas partes que citou….”Desenvolver defesas antidrones eficientes e com custo acessível é a solução” e “Mas as defesas antidrone precisam ser desenvolvidas e implantadas em conjunto com a artilharia”….
Aqui precisa de um choque de realidade, isso não é um tema problema exclusivo só do Brasil, isso é o calcanhar de Aquiles do mundo todo, a diferença está em quanto temos para investir em ciência e tecnologia…o Brasil está mais para dançar conforme a musica do que para tocar na banda ou compor a musica se é que me entende….em outras palavras o Brasil vai esperar para ver o que irá “vingar” de fato para não bancar o incerto e arcar com esse custo de “poder errar e aprender com o processo”.
o Brasil possui base técnica, científica e industrial para construir esses sistemas. Embora seja o ideal, o problema é o alto custo para financiar pesquisa, desenvolvimento e produção inteiramente nacionais.
O caminho que as FA tomam nestes casos é muitas vezes algo hibrido, com partes produzidas aqui no Brasil e outras importadas, com a integração sendo feita aqui, seria aceitavel…
O CV-90 Sueco tem uma torre com um impressionante Bofors L/70 de 40mm que é uma arma com DNA antiaéreo montado em um IFV, monta isso junto a sistemas computadorizados de tiro, munição air-burst e sensores sofisticados transformaria o IFV em um mini Guepard dando proteção e flexibilidade as operações de forças blindadas….dá para fazer? dá, mas precisa investimento.
As aquisições tem de ocorrer ao mesmo tempo.
Drones utilizados no nível tático, a maioria deles, não tem nem como decolarem e serem controlados, sob intenso fogo de armas coletivas, dentre elas, a Artilharia.
São utilizados para o “entre batalhas”.
Caro João, os drone categoria 0, tem alcance em média de 10 km, são drones de uso bem flexível (normalmente quadricópteros que cabem em uma mochila), dentro desse alcance a equipe operadora de drone já pode neutralizada por morteiros 120mm se plotada por um observador avançado, sniper ou até mesmo outro drone, isso já vem ocorrendo na guerra Ucrânia….é a velha frase onde diz que é mais fácil neutralizar o arqueiro do que tentar parar a flexa disparada.
Obs: pessoal acha que operar drone vai ficar em uma sala climatizada com cadeira confortável, café e na pratica não é bem assim, isso é só para drones grandes (nível estratégico), nível tático como mencionou é um caos.
Cara, as nossas FFAA ainda estão na guerra do Vietnan, com camuflagem de folhas, suspensórios e fuzil de 60 anos, deixa a gente sonhar com M777 e Atmos.
A realidade é dura…rsrs
Nada como comprar dos amigos JBS… Se os irmãos comprarem uma parte da Saab no outro dia sai os 108 gripens que a FAB queria inicialmente.
Infelizmente os fins justificariam os meios. Mas essa idéia de usar o chassis do Astros não é nova. Manteria uma parte da logística de manutenção
Como já falei….
Nesse caso os meios justificam os fins.
De qualquer maneira….nao vai andar…por total falta de recursos…
Acabou…
Os 108 na paulada não digo!!! Mas que já teríamos ao menos os 66!!!! E depois 84 e depois os 108!!! Marinha de certeza teria ao menos 14!!!
É assim que funciona capitalismo de compadrio.
Não foi por outro motivo que a Odebrecht virou construtora de submarinos em Itaguaí.
Qual o elo entre os dois casos? A resposta tem quatro letras.
É, tá na hora da Odebrecht voltar a querer faturar mais um pouco lá em Itaguaí
Os americanos resolveram destruir a Odebrecht depois que eles perceberam que ela estava ganhando contratos para obras em solo americano (aeroporto de miami) e as empresas de engenharia americana não conseguia concorrer com preço da Odebrecht.
https://oglobo.globo.com/economia/entrevista-odebrecht-amplia-operacoes-nos-eua-apesar-da-operacao-lava-jato-17451575
Foi por isso que Emílio Odebrecht, em depoimento à justiça, disse ter se reunido com o presidente em dezembro de 2010 e lhe assegurado haver 40 milhões de reais reservado para “atividade política” após o fim do mandato.
Ele também devia estar mancomunado com os americanos.
Enfim, há diversos depoimentos, confissões, contas bloqueadas e outras provas que confirmam o que o Departamento de Operações Estruturadas da empresa fazia.
Mas cada um acredita no que quer.
Joesley Batista não foi aquele gravado com o Temer negociando a mesada do Eduardo Cunha depois do impeachment da Dilma?
Quando a Odebrecht adquiriu a Mectron, pensei finalmente agora vai…
Mas afinal não foi. Eu ainda acho que teria que ser direcionado a Embraer via EDT. Uma empresa séria, e estabilizada.
Foi exatamente o que pensei !
“Nada como comprar dos amigos JBS… Se os irmãos comprarem uma parte da Saab no outro dia sai os 108 gripens que a FAB queria inicialmente”.
Ao invés de fazer ilações sem sentido, voce deveria se informar sobre o porquê do governo dar o “sinal verde” para a aquisição…
Se você não tem fatos, provas ou indícios que comprovem tal insinuação, então não quer dizer nada além de papinho de opositor inconformado.
Licitações e acordos internacionais possuem prazos estritos.
O projeto para a renovação dessa artilharia teve início em 2017 e, devido às longas paralisações políticas desde 2024, o risco de caducidade contratual e perda das condições técnicas propostas pela fabricante do ATMOS tornou-se real.
A assinatura do acordo e a fabricação nacional evitam que o processo perca sua validade jurídica e administrativa.
Lego engano e ingenuidade amigo!!! Se for por projetos/acordos/análises e afins já seríamos a segunda maior potência da América e é do hemisfério sul. Porém, aqui em nosso nobre é belo país não ocorre conchavos, interessei e é afins né?!?
Mas a idéia era deixar essa licitação caducar, justamente pelo país vencedor.
Tivesse sido o sistema francês ou da Norinco, isso já tinha saído. Não é muito dinheiro.
Bla bla bla bla
Falastrões, como esse comentário Rodrigo Silveira, certo o Adriano e Pietro, como já tinha falado o que interessa ao Exército a Avibras está consolidando sua recuperação, desta vez de forma sólida e em maus de gestores com forte presença no setor de mercado mundial, gestão financeira e industrial bélica. Jogada certeira que deve ter tido ajuda do Exército e do M. da Defesa que estão de parabéns. Quanto a lamúria das ditas patriotas, digo, chorem, porque a Avibras retornou para ficar.
Sem dúvida tem o dedo do Joesley Batista que investiu na Avibrás, mas com o dedo dele ou não finalmente saiu do papel vamos ter os Atmos e a ainda vai ajudar a Avibrás!
Que chorem a patriotada do quanto pior melhor, da terra devastada, como disse a um tempo a Avibras vai voltar forte. Parabéns ao Exército e a Ministro da Defesa. Mais notícias boas virão chorem chapéu de alumínio.
Tomara que os israelenses cobre o DOBRO agora.
Nosso povo merece o governo que tem (deste 1889).
Mais um monarquista saudosista do império cafecultor escravagista do Brasil.
A Argentina de Milei, é logo ali.
Vai vir ao Brasil fazer uma visita ao candidato que promete argentinizar o Brasil.
Milei aquele que disse que o Brasil é uma favela anti uma Argentina europeizada, os mesmos que afirmam publicamente que “os brasileiros vieram da selva” mas nós, os argentinos, chegamos dos barcos. Eram barcos que vinham da Europa.
Seria Legal, pois o produto francês não é ruim…
Mas duvido muito que isso aconteça, pois judeus adoram dinheiro como qualquer ser humano, mas cobrar o dobro, acho que não seriam tão idiotas.
Mas fácil seria sair um produto “batizado” por eles…
Concorrência tem valor fechado, porém vc aproveitou para colocar comentário discriminatório contra povo judeu. Prática abominável. Nossos cacas voam com tecnologia israelense e bastante coisa das nossas forças defesa também. Porém o cunho difamatório continua . Triste estes comentários.
Eu cantei essa bola quando foi anunciada a entrada da J&F na Avibrás. Os irmãos Batista não dão ponto sem nó.
Pelo visto o que faltava na Avibras era dono, no caso um amigo do rei né, agora sai!.
Chora, porque mais boas notícias virão sobre a Avibras.
Não vi nenhum palestino ressuscitar, então imagino que aquilo tudo fosse parte do teatro de sempre.
Hoje, nesse momento…o pior inimigo do Brasil, depois dos quintas colunas ( MAGAs) tupiniquins …é o tempo.
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O Brasil necessita de armas de dissuasão para ontem…só a fatídica operação “lava jato” atrasou o projeto do submarino nuclear brasileiro …. uns dez anos.
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Os submarinos que foram construídos…são as únicas armas de dissuasão de concreto que o Brasil tem e são insuficiente….necessita de mais deles….e nem se quer, temos produção de torpedos pesados nacionais….o que é um submarino sem torpedo?
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O Itamaraty já deu o sinal amarelo de alerta…depois que os americanos ficaram dizendo que a américa latina é o quintal deles …O presidente deles … com a sua retorica imperialista que vai invadir o Canadá, ataca a Venezuela….insinuava que ia atacar a Colômbia…vai atacar Cuba, México, Panamá…tomar a Groelândia…exterminar uma civilização no Irã…etc……e tem gente que achou o alerta do Itamaraty muito alvoroçada.
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Alguém em sã consciência …acha que o império dos MAGAs …. não são capazes de fazer um ataque contra o Brasil? …colaborador para fazer esse serviço sujo é o que não falta.
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O Brasil …. esta sendo cercado na sdua fronteira …por países cuja os seus governantes… são pau mandado dos americanos …. e ainda tem inocente/mau caráter …. que acha que o Brasil deve ficar tranquilo …rsrrs
Perfeito.
Caaaaaalma, pimpão, caaaaalma….
“O Brasil necessita de armas de dissuasão para ontem”…
É, quem sabe uns DF-17 Antiship Carrier cairiam bem para nossa defesa.
Penso que 36 peças é um tanto insignificante não? Ou este número tende a crescer…
Que venham logo este lote…pelo menos um já.
Pode crescer.
São para Bda Inf Mec e CMec. Como são muitas, há a possibilidade, e digo ainda planos, de mais aquisições.
Tem potencial para mais de 200 peças.
Estamos na era dos drones… e dos radares contrabateria.
Longo alcance e mobilidade são sinônimos de sobrevivência
Logo, o EB deveria pensar em substituir todas as peças rebocadas 105 e 155 mm pelo ATMOS.
As únicas exceções seriam as peças das brigadas aeromóvel, paraquedista, de montanha e de Selva.
Até no GAC de Boa Vista tem espaço para o ATMOS.
O ATMOS também poderia substituir as peças M109 mais cansadas, começando pela versão M109A3.
Sempre foi o ideal por a Avibrás na jogada. O
O que é inacreditável é as FFAA ainda fazerem compras de prateleira com o nosso parque industrial capaz de absorver tecnologia.
Essa compra de obuseiros foi muito, mas muito mal conduzida desde o início.
O ToT com montagem no país deveria ser uma condição não negociável.
Foi extremamente bem conduzida.
Ainda não fazemos tubos de 155, dentre outros itens…
E a Avibras, só um doido pra por ovos ali, até q se restabeleça.
“ Foi extremamente bem conduzida.”
Sem nem 1 único parafuso feito no Brasil e com zero transparência de tecnologia? Pondo empregos, dinheiro, tecnologia para fora do país e sem nenhum retorno?
Gostei do “extremamente”, parece até torcida.
Não tenho qualquer interesse em saber o que você pensa de país autóctone.
O que a Avibras vai aprender montado esses obuseiros? É só para encarecer e botar dinheiro no bolso de alguns. E se tu pensa tanto em país autóctone, não percebeu que estão querendo incluir um lançador de foguetes no negócio? E como fica o ASTROS? Ora, por favor…até para defender teu líder tem que ter um mínimo de coerência.
Cara, para de beber detergente e vai procurar tratamento. Talvez há tempo ainda.
A Elbit é dona da AEL, com sede em Porto Alegre, e foi foi anunciado anteriormente que iria participar em caso de montagem no país, inclusive com ToT. Conhece a palavra “empregos”? Então, serão gerados aqui, inclusive de alto valor agregado.
Ademais, é um ótimo passo para iniciar o novo caminho da Avibrás.
Sempre um parriota adorador de pneu na patrulha política falando besteira.
Raça triste.
Tem remedinho na farmácia….
Desde quando eu sou bolsonarista??? Eu sou anti-lula, que é algo bem diferente!!
Quanto ao resto que tu escreveu, repito: a Avibras vai aprender o que, apertando parafuso de um veículo que ela não projetou sequer um rebite? E colocando um concorrente do ASTROS no negócio? Quem deve estar bebendo detergente é tu…
E não chora…patrulha política fazem vocês, basta ler o “beber detergente” e “adorador de pneu” que vocês adoram citar sempre…ideia fixa… hehehehe
Tem cara mas não é, a voz é a mesma mas não é, o discurso é o mesmo mas não é.
Eu não sou…..eu não sou ……..eu…. não…..sou….
Vai Avibras, mais boas notícias virão.
E bom , se formos competitivos exportações Brasileiras com tecnologia Israelense. Se tirar ideologia da pra garantir uma boa parceria com empregos com salários superiores a média e
Está de brincadeira, até pouco tempo atrás criticava o governo pelo negócio não ter saído, quando a Avibras estava na mão de um rentista que demonstrou não ter nenhum capacidade de gestão dos negócios da Avibras. A defesa é do interesse no Exército, das Forças Armadas, da soberania e não dá subserviência.
Parque industrial para absorver tecnologias não interessa, interessa isso sim, parque industrial capaz de criar tecnologias.
Compras de prateleira deveriam ser usadas pra constranger esse parque industrial inepto e acomodado, obriga-lo a deixar sua zona de conforto.
“Se vocês não sabem como faze-lo e não estão interessados em saber como faze-lo, nós sabemos aonde tem o que queremos e vamos lá comprar”.
Qnto a isso de “ToT com montagem no país deveria ser uma condição não negociável”, temos 2 situações:
1-) Embraer, desde o Xavante usa de ToT pra não ter que por o seu dinheiro na reta, criar tecnologia e principalmente faze-la funcionar, que é o que realmente custa caro.
É muito melhor usar do dinheiro publico pra isso.
2-) Helibrás: carinhosamente conhecida como “Apertaparafusobrás”, monta kits de helicópteros francesas a módicos 50 anos, sem nenhum deles até hoje haver sido completamente nacionalizado.
Então chega disso de ToT.
“É muito melhor usar do dinheiro publico pra isso.”
Aí tu resumiu 90% das grandes empresas brasileiras.
Compras para forças armadas sempre são com dinheiro público ou estão querendo privatizar forças armadas… quem sabe China e EUA entrem na concorrência. Dever estado. Educação , saúde e defesa. Se fizer este básico viramos potência rápido.
“ Parque industrial para absorver tecnologias não interessa”
Interessa sim. É pior, por ôbvio, que produzir tecnologia, mas no caso do Brasil não temos demanda em escala o suficiente para altos investimentos de P&D em Defesa, e não teremos tão cedo. Não há demanda da sociedade nessa área. Qualquer gasto maior já é atacado.
Ainda que que seja tecnicamente somente a montagem, mantem empregos, o parque industrial girando junto com a economia, uma demanda e a sempre possível ToT. Nesse caso, a AEL é subsidiária da ELBiT e tem sede em Porto Alegre. Vai participar diretamente do processo, até por questão de logística.
É muito, mas muito melhor que uma compra pura de prateleira.
Se não tem demanda, e realmente não tem, pra que absorver tecnologia? Pra deixar mais caro, só isso! Como as compras são sempre poucas, com segundos lotes nunca passando de desejos não satisfeitos, a compra de prateleira seria muito mais adequada.
Porque sempre tem gente querendo reinventar roda, problema Brasil não é tot, problema e falta encomendas posteriores para garantir ganho tecnológico. Embraer e exemplo disto, saiu do meio militar, garantia sobrevivência equipamento civil e agora garante segmento militar com vendas externas. Lembre kc390 caiu de 30 para 19 unidades, tucano so produz para exterior faz tempo….. foi assim com as Niterói e classe Barroso na marinha, AMX, Engesa, a própria Avibras, mectronn, missil com Sul africanos, missil anti radiação…..
Boa! Tomara que dê certo e já aproveita e monta por aqui os que a Argentina quer comprar!
O que a proximidade de uma eleição não faz, né?
Travou o processo por 2 anos e a poucos meses da festa da demogracinha começa a liberar tudo…
A componente eleitoral existe sempre, mas desde quando a Avibras poderia encarar essa?
Dias atrás sequer aberta estava.
Em sã consciência essa Avibrás recém saída da recuperação judicial, pode, tem com o que, encarar essa?
Não boto a mínima fé.
Estão forçando a barra, somente pra arrumar serviço pra Avibrás fazer.
Deveriam isso sim respeitar o processo licitatório, que levou a seleção do Atmos da Elbit.
E não dar um jeitinho…
Quando a justiça americana processa a Saab por ameaçar as vendas do F16 ninguem chama de jeitinho…
É obrigação do país proteger suas empresas e empresários. Quando os EUA fazem chamam de patriotismo.
Deixaram Engesa morrer e retrocedendo décadas tecnologia. Defesa e gasto mesmo, so tem que ter controle forte para não ter desvios.devia liberar venda Ucrânia de astros e super tucano, mísseis e munição, ai teríamos um incremento e solidificação indústria defesa.
“ somente pra arrumar serviço pra Avibrás fazer.”
Acho que é por aí, mas já é um começo. Mantém empregos e máquinas funcionando e quem sabe ali na frente esteja melhor aquecida para voos maiores.
Então, por que teu líder quer colocar a Avibras no negócio???
Procura tratamento.
Ficar na patrulha política falando bobagem não é saudável.
Patrulha política? Falar a verdade é patrulhamento? E responde a pergunta que eu fiz. Agora tu inventou essa para tergiversar e não responder. Sabe por que? Porque não tem como justificar. Basta ver quem tu defende. Isso fala muito da tua índole.
Teu problema e com os nove dedo.
A Avibras retornou forte na sua estruturação de negócios, financeiro através de negociações feita com credores e sindicato e isso pode ter certeza tem apoio da MD e do Exército.
Vida longa a Avibras.
Proximidade das eleições?? Como se a população em geral estivesse preocupada com aquisição de armas ou com artilharia.
A menos que vc esteja querendo dizer que tudo isso é para conseguir uns 5 votos de leitores aqui da trilogia.
Bastou os jbs porem dinheiro que destravou…igual o esquema das termoeletricas😂😂 nem fazem questao de disfarçar
Meu caro confraternizações, disfarça é coisa de patriota, iara que disfarçar, quanto mais transparência melhor.
Uma boa opção, palmas para o EB.
Vai comprar o caminhão pronto da tatra, vai receber o canhão pronto de Israel e no máximo a AEL Sistemas vai fornecer a eletrônica embarcada fabricada aqui no Brasil.
Já é alguma coisa.
A avibras vai ser a integradora de tudo (montagem).
“…vai fornecer a eletrônica embarcada fabricada aqui no Brasil.”
Quem garante que isto também não será importado de Israel?
Salvo engano, a proposta da Elbit envolvia a transferência de tecnologia para a fabricação da munição 155 mm. Provavelmente da munição M107A3 com até 27 km de alcance.
Ninguém falou no PULS.
Pelo visto a ideia é integrar o MTC-300 ao sistema PULS.
Mas o PULS já não tem alguma munição israelense, que já faça o que pretendem que o MTC-300 algum dia qndo vier a realmente existir, faça?
O PULS é um sistema modular e livre de ITAR, que permite a integração de mísseis ao gosto do cliente. O míssil JFS- M da MBDA já foi integrado à versão europeia denominada EuroPULS.
Desfazendo a M… que ele fez
Como no caso da taxa das blusinhas
Papo de eleição, no final não vai fechar nada.
Glu… Glu….Glu….
Até que enfim uma notícia boa desse governo…, tomara que se concretize…
Pois…, ano de eleição…, todos prometem tudo…
🇧🇷🇮🇱
O eleitor não ta nem ai pra esse tipo de decisão/anuncio. Isso não da voto em nenhum lugar do mundo.
Até parece que eleitor bostileiro irá votar ou deixar de votar por causa de uma aquisição militar…
Não devem nem saber oque é ATMOS…
Ou alguns irão se revoltar e achar que é mais um dos luxos da presidência, e Janja irá gastar grana do povo para caldeiras ou aquecedores para a piscina presidencial no Alvorada, ou gastando rios de dinheiro na aquisição de perfumes…
Povo não sabe e nem se importa com nada amigo, já vi gente achar que o F-5 Tiger II ainda é caça padrão top, e outros acharem que o A-29 é velharia, pois o mesmo ainda usa hélices…
Acalma ramo militar, povão so entra na escola ruim pra garantia ignorancia generalizada, coloca ai cotas, bolsa miséria e por ai vai.
Acalma muito mais, uma parcela cociente da população brasileira da importância da Avibras para a soberania do Brasil. A mesma que tem consciência da nessidade de um ótimo sistema educacional, da importância do apoio institucional aos que precisam como aos empresários que precisam de subsídios e financiamento do Estado.
A Avibras viva, mais boas notícias virão sobre Avibras.
O ATMOS é tão bom q nem o Exército de Israel utiliza kkk
Não sou contra a JBS colocar as mãos num certo estaleiro ao Sul e numa companhia de aviação.
Vai sair segundo lote de tudo. Segundo, terceiro, quarto…
Tudo que eles tocam vira ouro…
PT abandonou os palestinos.
Triste.
Foi sério isso ?
Sério mesmo?! Tenho empatia por palestinos mas prefiro me preocupar com meu país e nossa modesta defesa…
Se for para melhorar a defesa, poderia comprar até de Ding-Dong – Un se na Coréia do Norte tivesse algo que servisse para nós, quanto mais comprar daquele verme de sangue podre do Satanyahu…
Na história, pilantras vem e vão,mas países e interesses ficam…
Exaltando pais que ameaça Coreia Sul e Japão com bombas atômicas…sério. se Coreia Norte abrir fronteiras todo mundo vai embora, vide êxodo cubano e venezuelano
O que tem a ver com assunto. Cutucada Israel com vara curta, agora tem que assumir BO. Guerra atual Oriente médio foi causada por eles, tava na paz ai fizeram M……
Decisão acertada, bola pra frente.
Tomara que dessa vez o negócio vá para frente, a artilharia do EB está muito defasada.
Até nisso o cara consegue atrapalhar. Mas é uma mala sem alça mesmo. 😂
Agora que os Irmãos Batista (JBS) estão “investindo” bilhões na Avibras o governo resolve dar uma “ajudinha” ?
Mesmo “modus operandi” de sempre… Aos “amigos do Rei” tudo, aos inimigos a força da lei…
Nunca pensou em investir na Avibras, será que foi estratégia para os amiguinhos tomarem conta por uma pechincha e depois despejar dinhgeiro publico a vontade nela, com objetivos e interesses desconhecidos ?
Uma coisa tenho certeza, esses obuseiros sairão mais caro do que deveriam, se é que serão entregues
A decisão de barrar a compra pq era de Israel foi uma vergonha, todos sabemos, mas o EB deveria ter se tocado que não ia conseguir o 1º lugar e aceitar o 2º, se é que foi isso mesmo. Se bateu o pé pq queria a Ferrari, ou pq “o processo licitatório blablabla”… então foi cúmplice de um atraso de 4 anos na modernização da artilharia.
Tem que comprar o menos qualificado, mais caro, com menor transferência tecnologia…. então cancela e voltemos ao estilingue.
O que ajo de eleições para cadeira do bozo e casa da mãe Joana não faz!
Sgt Moreno
Nota
Quem é mesmo o investidor na AVIBRÁS?
https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/joesley-batista-vai-investir-na-avibras-que-desenvolve-misseis-para-o-exercito-diz-jornal/
Ahhhhh obrigado. Amigão da turma do “Lima” love.
Nota
Foi uma pergunta de retórica mas está valendo camarada NelsonJr.
Triste ver que o componente político no Brasil é mais imundo que nós demais países
Os senhores camaradas do Forte e Trilogia verão o valor que sairá a integração de cada peça…
Sgt Moreno
Alguém sabe qual seria o número ideal deste tipo de obuseiro no EB?
Lá pra cima comentaram uns 200, creio que seria ótimo esse número
Agora que a Avibras é dos açougueiros o negócio sai.
joesley pos dinheiro e lula destravou o negocio…
Minha pergunta é só uma: a avibras tem açoes na bolsa?
Não vejo necessidade alguma do Brasil ter esse tipo de arma.
O Astros já preenche totalmente essa lacuna e com mais eficiência.
Vamos investir esse dinheiro na nossa avibrás para ela nacionalizar e modernizar em muito mais as suas tecnologias.
Armas de tubo e foguetes não são excludentes. São complementares.
Narrativas, como bem diz o texto. O desgoverno vive disso e o pior é que funciona em um país com grande parcela de analfabetos funcionais e “lobotomizados pelo assistencialismo”. Até quando?
Quem comprou avibras? Amigo do presidente 👀, estamos voltando ao modelo que estinguiu Mectron , quem lembra das construtoras que no governo Dilma compraram várias empresas do setor? História se repete.
Esta história que se repete, não seria a mesma dos rombos nas estatais, tipo correios?:
Parece que não aprendemos a estudar o passado, para não se repetir o erro no futuiro…
abraços
Bastou o laranjão falar umas bravatas que o negócio andou.
Tem que investir em Drones
de todos os tipos e capacidades
Eu avisei quando o Joesley Batista da JBS decidiu investir 300 milhões na avibras, que o governo do L liberaria contratos em breve.
Ninguém vai investigar isso??
O próprio Joesley declarou com sua boca que abriu uma conta no exterior com U$ 150 mi para o Lula (dinheiro de propina), e agora, será que terá uma outra conta no exterior para a Alma Mais Honesta do Mundo??
os irmaos batista recuperando o investimento
Tem um ditado que diz: tem mais que vem para o bem, e o Celso Amorim, foi talvez a chave que faltava para AVIBRAS. Se realmente esse negócio se concretizar, podem até ir além dos 36 obuseiros e outros armamentos porque não?
Os obuseiro são bem vindos agora comprar um sistema similar ao nacional e até concorrente, acho um erro; qual país vai comparar astros se nós mesmos compramos o PULS?
E o Emads ? As primeiras baterias da 1° fase serão todas importadas, inclusive os radares,mas na segunda fase e 3° fase as baterias terão pelo menos os radares nacionais Saber M200 MM aesa( Embraer). Certamente terá a Atech ( embraer) como integradora. Ela já está fazendo isto nas FCTs em sistemas similares de defesa aérea das fragatas. A dúvida é se a Avibras Aeroco entrará com alguma ação nas baterias da 2° e /ou fase. Montagem final? Estrutura dos silos ? Competência pra isto tem, fora obviamente os misseis CAMM.
O provável envolvimento da Avibrás aeroco na produção do Atmos me parece uma boa sinalização para isto.
O EB encara o Emads, o Astros Fogos e o Atmos dentro de uma mesma perspectiva de defesa/ ataque de artilharia de médio/ longo alcance.