Área técnica do TCU propõe reduzir poder de comandantes militares na definição da política de Defesa
Comandantes militares e o presidentre Lula
Relatório sigiloso recomenda fortalecer a autoridade do ministro da Defesa, rever decisões por consenso e adequar os projetos estratégicos à capacidade financeira do país
BRASÍLIA — A área técnica do Tribunal de Contas da União propôs uma mudança profunda no processo de formulação da política de Defesa do Brasil, com o objetivo de concentrar no ministro da Defesa a responsabilidade pelo direcionamento estratégico do setor e reduzir o poder de veto dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
A recomendação consta de um relatório sigiloso elaborado para subsidiar o julgamento de uma auditoria sobre governança e gastos militares. O documento ainda será analisado pelos ministros do TCU e, portanto, não representa uma decisão definitiva do tribunal.
O principal alvo da avaliação é o funcionamento do Conselho Superior de Governança do Ministério da Defesa, o CONSUG-MD, órgão responsável por estabelecer diretrizes para a governança da pasta e das Forças Armadas.
De acordo com a estrutura oficial, o conselho é presidido pelo ministro da Defesa e integrado pelos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e pelo secretário-geral do Ministério da Defesa. As decisões precisam ser tomadas por consenso.
TCU vê conflito entre governança e execução
Segundo o parecer técnico obtido pelo SBT News, o modelo atual concede, na prática, poder de veto a cada integrante do conselho, inclusive aos comandantes militares.
A área técnica considera problemático que os chefes das três Forças participem, em posição decisória, da escolha dos programas que receberão prioridade orçamentária, ao mesmo tempo que dirigem as instituições responsáveis pela execução desses projetos.
Na avaliação dos auditores, essa estrutura mistura governança e gestão e pode transformar o planejamento nacional de Defesa em um processo de negociação entre as agendas próprias da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
O relatório afirma que o sistema dificulta a seleção integrada de capacidades militares e desloca as decisões para uma conciliação entre interesses corporativos das chamadas Forças Singulares.
A proposta não pretende retirar dos comandantes o controle operacional, administrativo ou disciplinar sobre suas respectivas Forças. A mudança está concentrada no nível político e estratégico: a definição das capacidades prioritárias, a distribuição de recursos e a ordenação dos grandes programas militares.
Ministro da Defesa teria autoridade reforçada
Como solução, a unidade técnica do TCU recomenda que o Ministério da Defesa encaminhe à Casa Civil uma proposta de alteração do decreto que regulamenta o Conselho Superior de Governança.
A nova redação deveria assegurar ao ministro da Defesa a competência exclusiva para o direcionamento estratégico do setor, mantendo os comandantes como responsáveis pelo assessoramento militar e pela execução das políticas aprovadas.
Na prática, o ministro deixaria de atuar predominantemente como mediador entre as três Forças e passaria a exercer maior autoridade na escolha das capacidades consideradas essenciais para o país.
A proposta reforçaria o princípio de que a política de Defesa deve ser formulada de maneira integrada, a partir das necessidades nacionais, e não pela simples reunião dos projetos apresentados separadamente por Marinha, Exército e Aeronáutica.
O Ministério da Defesa foi criado em 1999 justamente para substituir os antigos ministérios militares e estabelecer uma direção política unificada sobre as Forças Armadas. O Estado-Maior Conjunto, por sua vez, possui a missão de assessorar o ministro e promover o planejamento integrado e a interoperabilidade entre as três Forças.
Projetos incompatíveis com o orçamento
A discussão sobre a estrutura de poder dentro da Defesa está diretamente ligada à falta de recursos para sustentar os programas estratégicos das Forças Armadas.
O relatório técnico afirma que a carteira de projetos permanece superdimensionada em relação à capacidade financeira do Estado. Sem recursos suficientes e previsíveis, contratos originalmente planejados para poucos anos acabam prorrogados por décadas.
Entre os exemplos citados está o contrato de infraestrutura do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, o PROSUB, cujo prazo teria sido ampliado de cinco para 26 anos.
O programa de Defesa Cibernética do Exército teria passado de três para 27 anos, enquanto o programa Astros, destinado ao desenvolvimento e à obtenção de sistemas de foguetes e mísseis, teria sido estendido de oito para 30 anos.
Os números constam do relatório sigiloso divulgado pela imprensa e ainda não foram apresentados em um acórdão público do TCU.
O alongamento dos contratos permite que os programas continuem formalmente ativos, mas também pode elevar custos, adiar entregas e manter capacidades militares incompletas durante longos períodos.
Projetos prolongados também ficam mais vulneráveis à obsolescência tecnológica. Sistemas, sensores e equipamentos definidos no início de um contrato podem precisar de atualizações antes mesmo da conclusão do programa.
Disputa entre programas estratégicos
Marinha, Exército e Aeronáutica mantêm carteiras próprias de projetos, além das iniciativas reunidas no Portfólio de Projetos Estratégicos de Defesa.
A documentação oficial reconhece que as três Forças possuem portfólios próprios, financiados por dotações específicas do Ministério da Defesa, cabendo a elas a gestão dos respectivos programas.
Nesse cenário, a ausência de uma autoridade central capaz de estabelecer prioridades pode fazer com que o país mantenha simultaneamente um número de projetos superior ao que o orçamento consegue financiar adequadamente.
O problema não significa necessariamente que programas como o PROSUB, o Astros ou a Defesa Cibernética sejam dispensáveis. Todos envolvem capacidades consideradas estratégicas para a soberania nacional.
A questão levantada pelo TCU é se o Brasil possui recursos para executar todos eles ao mesmo tempo, nos prazos originalmente previstos, sem comprometer a manutenção, o treinamento e a prontidão dos meios já existentes.
Planejamento deverá rever financiamento
Além da alteração na governança, os técnicos sugerem que o Ministério do Planejamento reavalie, no prazo de 90 dias, o modelo de financiamento da Defesa.
A análise deverá considerar as limitações do arcabouço fiscal, as demais prioridades governamentais e a necessidade de assegurar progressivamente capacidades militares mínimas para a proteção da soberania.
A medida poderá resultar em uma revisão da carteira de projetos, com a definição mais clara do que deve ser acelerado, adiado, redimensionado ou eventualmente suspenso.
Também poderá estimular a criação de mecanismos de financiamento plurianual mais previsíveis. Projetos militares de grande complexidade, especialmente submarinos, aeronaves, mísseis e sistemas espaciais, não podem ser planejados apenas com base nos recursos disponíveis em cada exercício anual.
Sem continuidade financeira, a redução das dotações de um ano não elimina o compromisso assumido: apenas transfere pagamentos, entregas e custos para exercícios futuros.
Mudança ainda depende do plenário do TCU e do governo
A recomendação da área técnica não altera automaticamente o funcionamento do Ministério da Defesa.
O relatório deverá ser submetido aos ministros do TCU, que poderão aceitar, modificar ou rejeitar as propostas. Somente após o julgamento haverá um acórdão com recomendações ou determinações formais.
Mesmo que o tribunal aprove a proposta, a alteração da composição ou do processo decisório do Conselho Superior de Governança dependerá de providências do Poder Executivo, incluindo uma possível mudança no decreto que regulamenta o colegiado.
A discussão, entretanto, toca em um dos principais problemas institucionais da Defesa brasileira desde a criação do ministério: a dificuldade de transformar três planejamentos militares separados em uma política nacional verdadeiramente integrada.
Ao propor o fortalecimento da autoridade do ministro da Defesa, o relatório do TCU recoloca no centro do debate a subordinação do planejamento militar ao poder político civil e a necessidade de compatibilizar as ambições estratégicas das Forças Armadas com os recursos que o país efetivamente consegue disponibilizar.■

A Instância de governaça deveria ser o Ministério mesmo, mas ele NUNCA exerceu esse papel.
É mais um documento sinalizando que vai haver mudança no modelo de financiamento da Defesa.
Vamos ver se eu entendi, o TCU que é dirigido por 1 Presidente e 9 Ministros, que são do TCU, recomenda o fortalecimento do Ministro da Defesa (normalmente um político mais preocupado com objetivos de governo do que com projetos de Estado) e diminuição dos poderes dos Cmt Militares.
Quem sabe o TCU poderia sugerir também que o Presidente do TCU fosse um cargo ocupado por um político ligado ao Governo eleito, de modo que o orgão não tivesse conflito de governança e execução.
Ninguém discute a necessidade de um Ministério da Defesa fortalecido, mas isso começa com um Ministro da Defesa minimamante capacitado, o que não existiu até hoje.
Sempre é ocupado por alguém que “sobra” no Governo.
Verdade
diminuir o poder do STF de ser legislador , acusador e investigador o TCU não fez recomendação?
Acumulo de funções, Exercício ilegal de funções para qual não foi eleito.
O parecer é assertivo. Os projetos não são integrados e cada força quer fazer o que acha melhor comprometendo a execução dos projetos estratégicos. É cada um com sua burocracia e vaidade própria. Parabéns TCU. Não entendi porque não é público.
“Tá Certo”, agora um burocrata estúpido sabe mais que um militar profissional o que cada força precisa.
Até hoje são os militares profissionais que estão elegendo as suas prioridades,aí o Brasil acaba com um fuzil diferente, para o exército, marinha e aeronáutica, blindados e sistemas de defesa anti-aereo, e se gasta mais por isso e sem ter, aí como se faz, se elege alguém que não faça parte das forças para selecionar um único caminho, por tanto tempo que ser um civil, pois se colocar um do exército,vai puxar. A sardinha para o exército e as demais forças vão reclamar e aí a bagunça impera!
Hahahaahahhaaha
O TCU vai saber onde empregar melhor cada rubrica!!!! Hahahahahaha
No MD, a única chefia não exercida pro Oficial General é justamente a q lida com $$…. Fica na mão de indicado político….
Vai dar certo haahahahha
Não é o que o parecer indicou. Está falando que cada força trabalha com seus projetos próprios e o MD é uma marionete. E os projetos estratégicos não sai por falta de gestão estratégica dos orçamentos. E neste caso sim os generais estão prejudicando a execução estrategica e integrada
O TCU, por exemplo, avaliou o projeto Guarani pelos parâmetros de análise, gerenciamento e compra da OTAN…. Obviamente não teve resultado como o nosso planejamento.
Aos olhos dos “especialistas” do TCU, um país que não tem BID consolidada, não faz parte de uma aliança, que proporciona diversos acessos a conhecimento e materiais, fez as cotas erradas. As certas seriam deles…
Esse é o TCU….
O problema central é que o Brasil mantém três planejamentos militares parcialmente concorrentes, enquanto o Ministério da Defesa possui capacidade limitada para estabelecer uma ordem nacional de prioridades. O sistema decisório por consenso permite que interesses específicos de cada Força bloqueiem escolhas integradas. Ao mesmo tempo, o país mantém mais projetos estratégicos do que o orçamento consegue financiar adequadamente, provocando atrasos, aumento de custos e risco de obsolescência.
A proposta técnica do TCU procura, portanto, fortalecer a autoridade política do ministro da Defesa, separar a formulação estratégica da execução militar e ajustar os programas à capacidade financeira real do Estado. Outro ponto importante seria a criação de um órgão responsável pelas compras unificadas das Forças Armadas, bem como de um comitê conjunto de avaliação técnica, capaz de analisar necessidades, evitar sobreposições, padronizar aquisições e estabelecer prioridades com base nos interesses estratégicos nacionais.
Exato, muitos patriotas elogiam os EUAs, as forças armadas dos EUAs, mas não querem copiar a organização da defesa do EUA, afinal o secretário da defesa que e um civil tem mais poderes comando que o ministro da defesa do brasil sobre o seu próprio ministério!
Tipo o Celso Amorim q comprou o Sabre? 👏👏👏👏👏👏👏
Se não me engano, segundo a imprensa da época, a aquisição dos helicópteros Mi-35M, denominados AH-2 Sabre pela FAB, também esteve ligada à pressão russa por maior equilíbrio na balança comercial, que, naquele período, era amplamente favorável ao Brasil. Ou seja, poderíamos ter adquirido outro equipamento russo.
No entanto, a compra de determinados sistemas talvez criasse algum embaraço para os militares brasileiros em sua relação com os Estados Unidos, tendo em vista a tradição norte-americana de impor restrições e avaliar com desconfiança equipamentos de defesa que não estejam alinhados aos seus padrões e interesses.Se não me engano, segundo a imprensa da época, a aquisição dos helicópteros Mi-35M, denominados AH-2 Sabre pela FAB, também esteve ligada à pressão russa por maior equilíbrio na balança comercial, que, naquele período, era amplamente favorável ao Brasil. Dito isso, quase certeza que foi os militares que escolheram o que não incomodaria tanto os EUA. Haja vassalagem.
É… deixa um político ou burocrata decidir tudo de defesa sem os interessados. Esse país vai dar certo mesmo…
Mais da forma que e feita atualmente e um fracasso….só serve para manter privilégios de uma pequena elite das forças armadas.
Não há privilégios mantidos
Isso é uma falácia mimizenta.
Político vai saber onde empregar $$ em cada rubrica, se não sabe nem q diferença de cabo pra soldado?????????
Vamos tirar $$ do SubNuc, pra construir alojamentos trans ….
A sujestão é o oposto. É tirar fábrica de iogurte para focar em submarinos
Ou, vamos tirar a verga do submarino nuclear e comprar 12 fragatas, 2 navios tanque e mais 4 submarinos comvencionais!
EDITADO:
2 – Mantenha o respeito: não provoque e não ataque outros comentaristas.
3 – Mantenha o blog limpo: não use palavras de baixo calão ou xingamentos.
Os Militares por décadas só fizeram besteira, transformaram a carreira militar em um cabide de emprego com altas regalias para os comandantes. Os militares transformaram as forças armadas em uma espécie de casta. Isso sem falar dos nossos generais de índole duvidosa que sempre beneficiaram comprar de fora do que desenvolver no Brasil.
E isso não acontece nos ministérios?
Os ministérios são CLT.
Sim, sim, militares só fazem besteira, ainda bem que o Brasil de 1985 até hoje se tornou uma “Suíça”, já que os militares não apitam mais nada desde aquela época.
Mas claro, a culpa é só do “Bolsonaro”.
Haahahahahahahahahahaha boa!
E os políticos, piores ainda…. Vão fazer o que??
Alias… que casta???? Que cabide????
O que o Min Orçamento e Gestão determinam???
Vai estudar
Até hoje foi elaborada pelos militares…deu no quê ? R: PA São Paulo, o Tracker, o Harpoom no P3 ?!? Uma doutrina de guerra Ctrl C Ctrl V de manuais da NATO para uma guerra dos anos 80 ?! Tem que mudar mesmo.
E o TCU vai preparar manuais de operações ???
Parabéns!!!!!! Hahaahahahahah
Sem contar o submarino que levou 60 anos para ter o sino de batimento de quilha ficar pronto.
Do jeito que está não deu em nada até agora. Sou favorável a mudar o que não está funcionando e o parecer é exato em suas observações
Nós EUA funciona muito bem, o secretário de defesa decide vamos comprar 3 mísseis tipo A, um por força então ele compra 3 misseis A para cada força!
No Brasil cada comodante escolhe um tipo de míssil, o ministro da defesa vai no congresso pedir a verba, e acabamos com míssil tipo A para o exército,o B para a marinha e o C para a FAB; gastando 3 vezes mais!
Me desculpe, mas isso é complexo de vira-lata.
O Brasil precisa melhorar? Sim, mas muito é feito conjuntamente.
O CFN comprou Vtr Bld diferente do EB, mas a necessidade é minúscula. Por que não atender a especificidade?
Os EUA tem Vtr Bld, Caças, helicópteros diferentes em suas forças. Algumas são as mesmas, mas a maioria é diferente.
A partir de um “certo tamanho”, não é fácil atender bem as especificidades com um mesmo modelo. E isso é imutável.
Mas que falta gestao e os comandantes nao conseguem organizar nada isso é um fato.
Eu divido q alguma instituição no Brasil tenha a gerência tão boa quanto de qualquer das Forças.
Sem conhecer cada caso a fundo, é só blá blá blá o comentário.
Agora imaginem o Zé Dirceu, ou o Haddad como Ministro da Defesa!
Imagina Manuela Davila.
Projetos Estratégicos no lixo e projetos de inclusão em alta….
Recomendo ler novamente o texto
“Projetos Estratégicos no lixo e projetos de inclusão em alta”…
Iria ser uma maravilha, bem estilo Tailândia!
crazzy hofmann
Imagina um Cleitinho, ou um Belinskjy…
Belinskjy é um verme…
Misericórdia….
O Nicolas seria ótimo, teria muitos rolezinhos com os estrelados ( que já adoram) o tik Tok dele iria bombar muito mais, cheio de fãs sérios.
Imagina o malafaia ou o sostenes construindo igrejas evangélicas militares.
Acho q é beeeeeeem melhor o malafaia, do que o Erika Hilton….
“assegurar capacidades militares (mínimas) para a proteção da soberania.”
É exatamente disso que se trata.
O último que sair, que apague a luz…
$$$ que não está nas mãos de decisões políticas….
Não é tão ruim quanto eu pensei. quanto ao SUBNUC se essas diretrizes e governança existissem, ele teria sido cancelado a muito tempo, os Gripens estariam finalizados, teríamos um uns 6 Scorpene já pensando em colocar baterias de estado sólido neles, MTC300 finalizado e sendo entregue, estaríamos……
Se dependesse da Marinha, os submarinos hoje seriam o TKMS.
A decisão pelos franceses se deu por ingerência política.
E os Gripen, foi decisão da FAB. A área política queria Rafael.
A área política queria o “pixuleco” que já estava acertado.
VDD rastro do Brasil Puthenfia e o acordo Estrategico com França
Quanto a FAB parece que eles foram imunes aos Dvaneios do PR, e o Saito Bateu o Pé, já a MB enfiou os pés pelas mãos. e hj tem as Tamanduás por pena do atual presidiário
Hahahahahaahahhahahahaha
Estaria tudo atrasado, pra inclusão de gênero e minorias….
Terreno trocado pra compadre
Material adquirido no padrão Odebrecht
Por que o senhor acha q a Secretaria de Fincas do MD é a ÚNICA sem Oficial General, sob a chefia de um cargo comissionado????
Imaginando uma simone tebet, um lindberg farinas comandando a defesa….
Falaram o mesmo do Aldo Rebelo
O Aldo não tem comparação com estes e outros…Minha corrente política, é completamente inversa a dele, mas, o respeito muito! Eu o colocaria tranquilamente como ministro da defesa de novo. É nacionalista e patriota, se fosse monarquista, seria o cara perfeito para o cargo.
Abraços
Se tem alguém da esquerda que tem meu respeito, esse alguém e o Aldo Rebelo. Confesso que na época que ele foi indicado como ministro fiquei indignado, mas hoje reconheço que ele é um dos poucos patriotas de verdade na politica brasileira.
Aldo é completamente diferente.
Com a queda da URSS, quando o comunismo/socialismo ficaram evidentes como fracassos, os comunistas adotaram dois caminhos diversos, quais sejam, o progressismo e o nacionalismo.
Aldo é nacionalista. Tem os pés mais no chão, do que os progressistas esperniantes.
Concordo que o Ministério da Defesa deveria ter mais autoridade, mas aí vamos aos problemas: a governança, todas (que deveriam cuidar disso), nunca deu uma direção sobre qual caminho devemos seguir na nossa gestão geopolítica e defesa do nosso país.
Nossos políticos são um desastre que quer sempre lacrar ou mitar na internet, políticos que nunca se atualizaram, vivem no passado ou não entendem nada do Brasil ou até mesmo da cidade ou estado que representam, e que cada vez mais atrapalham os projetos, como: querendo barrar a compra do Centauro, senador reclamando do investimento em blindados, sendo que serão fabricados no próprio estado no qual ele representa, gerando emprego, a conversão dos A330, o contrato do Atmos e entre outros. E, se não atrapalham, também não ajudam em nada, como: uma comissão de defesa vazia, que, pelas falas e perguntas dos que estão lá, não entendem nada de defesa, ou até mesmo é um capachismo a outros países.
Resumindo, como pode dar mais autoridade a essas pessoas?
E, com relação ao dinheiro, tem dinheiro sim para financiar tudo isso, mas, para grande parte dos políticos (ou todos), o mais importante é o fundo eleitoral e emendas parlamentares, e, para grande parte da sociedade, isso não é importante; só será importante na hora do vamos ver, mas será tarde demais ou com um grande prejuízo de vidas e infraestrutura.
A questão é gestão orçamentária miope. A Fab fábrica iogurte, faz cachaça abrindo novas escolas. Isso não é missão
Se for para botar ordem no orçamento das forças, que seja feito com urgência.
Eu entendi isso e apoio.
Se for facilitar a padronização de certos meios , barrar a chatice da FAB que libera ou não certos tipos de aeronaves pra outras forças, barrar a tara por comprar quase sempre veículos diferentes do EB ,no caso a MB, dentro de uma mesma categoria para que a padronização e comunalidade de meios diminua os gastos com aquisição, manutenção e logística, além de dar direcionamento aos projetos estratégicos, que seja aprovado com urgência .
Isso tudo já ocorre.
As exceções já são bem esclarecidas ao TCU.
Raros “reais” problemas.
A Secretaria de financas do MD fica com comissionado por que??? Advinha….
Séria porque os de carreira não podem ficar mais de 2 anos sem tempo para aprender o trabalho?
Não
Pode ficar sim.
Esse é o ponto
Plantado foi, agora chegou a hora da colheita…
Quem é o TCU para opinar sobre questões de poder de decisão? Os respectivos comandantes que tem a experiência técnica de cada área. O poder de decisão vai ficar com o partido, ops, governo. Mas, as forças armadas pediram por isso, então acho lindo.
TCU é quem defende o uso do dinheiro público. Tem comandante usando dinheiro público para produzir iogurte e cachaça
e continua não sendo competência do TCU definir ou indicar quem tem prerrogativa de tomada de decisão…..sem falar que no governo..qualquer um..nõ tem dessas palhaçadas certo..imagina um político, especialista em nada, decidindo no que será gasto o dinheiro da defesa..
E ele não fez isso. Ele indica o que está errado e sugere adequações e cobra resultados. E está seguindo sua prerrogativa constitucional. Órgão algum tem liberdade para fazer o que quiser com dinheiro público.
Indica q está errado, pq desconhece.
Acredito que em qualquer país onde se trata de segurança nacional …sempre teve viés politico…quer externo ou interno…basta verificar o que está acontecendo na UE em relação a sua segurança …política e interesses econômicos explicito.
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A questão no Brasil … é que os militares se fecharam em seu mundo…criaram um bolha e estão perdendo o bonde da história …essa instituição deve entender que sem o apoio da opinam pública…eles só serão lembrados no dia 7 de setembro ou quando algum ato conspiratório em que uma parte deles, estiver envolvido ….como aconteceu recentemente, com direito a xilindró para altas patentes.
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O militar antes de mais nada …. é um cidadão que presta um serviço importante para o país e este …. deve interagir como instituição com a sociedade como qualquer organização cívica deve fazer.
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Acredito que as forças armadas …. devem ser pragmáticas com relação à sociedade sem ter conotação ideológica partidária ou religiosa.
Salve senhores camaradas do Forte e Trilogia!
Mas é para isto que o MD foi criado lá atrás pelo FHC. O problema é que os ministros militares nunca largaram osso. Continuam cada um olhando só para a. Sua força.
Vide os tais estudos para aquisição de mísseis de defesa AAe, estudos e mais estudos, viagens e mais viagens e nada…
No final o EB escolhe o seu, a Marinha (Leia-se CFN) escolhe o seu e assim vai.
Agora por exemplo, era momento do MD escolher o TULPAR para as duas forças (EB /CFN) e ponto. Isto é só um exemplo.
Sgt Moreno
Salve senhores camaradas do Forte e Trilogia!
Apenas complementando meu comentário anterior…
É um desafio grande a implantação de copiar um modelo que funciona bem em outras nações (França, Polônia, Suécia e outras)
Importar modelos estrangeiros nunca é tarefa simples.
O sucesso dependerá menos do desenho institucional e mais da capacidade do Ministério da Defesa de desenvolver quadros altamente especializados em planejamento estratégico, logística, gestão de programas complexos e operações conjuntas.
Sem essa estrutura, existe o risco de apenas deslocar competências, criando novos níveis burocráticos sem ganhos reais de eficiência.
Por outro lado, se acompanhada de investimentos em pessoal qualificado, sistemas de comando e controle e planejamento integrado, a reforma poderá representar um salto qualitativo na governança da defesa brasileira.
Sgt Moreno
Vejam pelo lado bom..com político decidindo agora, GTE vai fazer frente as empresas aéreas..kkkk..mas se carregar míssel, canhão e não der para transportar político pra casa por ar, mas ou terra, já não compensa muito para o “Brasil”.
“O alongamento dos contratos permite que os programas continuem formalmente ativos, mas também pode elevar custos, adiar entregas e manter capacidades militares incompletas durante longos períodos. ” mas por que sera que acontece esses atrasos ne, por que sera ??????
Jamais deveria ser os militares, em países que levam sua defesa a sério como EUA Rússia e China a política de defesa é elaborada pelo poder político , inclusive as aquisições. Aqui, como o brasileiro acha que defesa é irrelevante é que é jogado na conta dos militares essa função.
É nosso poder político é serião…..
Misericórdia….
De que adianta : estudo, parecer, se no final as FA apresentam o melhor equipamento, com o menor custo de aquisição e manutenção , e a escolha final é política. ex. o obuseiro auto propulsado ATMOS tudo estava certo até o molusco ficar com birra e não assinar a compra.
Notem que as FFAA continuam lançando programas de aquisição sem parar não obstante o TCU aponte o óbvio: que os programas continuam superdimencionados em relação capacidade pagamento. O Tribunal é o adulto da sala.
Absolutamente todos os projetos foram feitos dentro da previsão orçamentária.
A imposição política foi contundente, como o caso do Sub Nuc e 2ª Esquadra.
Por conta da decisão governamental em alterar a descentralização, projetos foram fundidos.
Os drones entraram por motivos óbvios….
Os militares conseguem gerenciar um orçamento completamente torto vindo do GF, absorvem $$ de outras pastas na famosa dezembrada, pq estas não conseguem gerenciar e aí… vem os tais especialistas e soltam essas blasfêmias….
No incío achei que fosse irnia, mas reelendo é o caseo de escrever sem saber. Previsão orçamentária de 20 anos??? O proprio TCU cita o atraso e correlata ao superdimensionamento dos programas ao orçamento. Exceto os 2 Hermes 900, os outros dornes que adquirimos foram baratos. E poucos.
“Área técnica do TCU propõe reduzir poder de comandantes militares na definição da política de Defesa”
E quem irá decidir pelos rumos da defesa?! Eles que são um exemplo de lisura com o dinheiro público?!
Eles não sabem nem a diferença entre um obuseiro M777 Howitzer: e um M198 howitzer…
Eles não tem moral nem para criticar o quanto se gasta no rancho do EB…
O nobre Tribunal de Contas da União tem sido alvo de críticas recorrentes devido à criação e ao pagamento de gratificações e benefícios (conhecidos como penduricalhos).
Eles são frequentemente classificados como “verbas indenizatórias”, o que permite que fiquem de fora do teto constitucional do funcionalismo e livres de impostos, ultrapassando os R$ 46,4 mil mensais.
Os principais gastos e penduricalhos do TCU incluem:
Nova Gratificação de Alta Complexidade:
Em meados de 2026, o TCU instituiu a Gratificação por Atuação de Alta Complexidade Técnica (GAAC), que pode elevar os salários dos servidores de alta cúpula em até 15%, podendo superar o teto constitucional.
Acervo e Função: O órgão também implementou regras para compensação por acúmulo de acervo processual e de função, o que pode aumentar os vencimentos de ministros em até um terço.
Valores Acima do Teto: Entre o final de 2023 e o início de 2026, reportagens apontaram que dezenas de auditores e técnicos receberam vencimentos líquidos que ultrapassaram a marca de R$ 80 mil mensais em determinados meses, somados os salários e penduricalhos.
Benefícios de Ministros:
Relatórios da folha de pagamento do tribunal revelam que os penduricalhos podem dobrar os ganhos mensais dos ministros, com o acúmulo de férias prolongadas (60 dias) e outras vantagens não identificadas, o que levanta questionamentos frequentes sobre a fiscalização desses benefícios.
A justificativa oficial da Corte é de que tais práticas estão em conformidade com as resoluções adotadas por outros tribunais superiores, Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Supremo Tribunal Federal (STF).
No entanto, a concessão desses benefícios em um órgão responsável pela fiscalização das contas públicas gera fortes debates e críticas de órgãos de controle e da sociedade civil.
Quem não limpa seu rabo direito, não tem moral para poder reclamar se o rabo dos outros estão fedendo!
Perfeito!!!!
“receberam vencimentos líquidos que ultrapassaram a marca de R$ 80 mil mensais em determinados meses”
E, o Brasil não para amadores.
Hoje, o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas possui importantes atribuições de coordenação, mas o emprego operacional permanece fortemente vinculado às estruturas das Forças Singulares.
“A proposta em discussão ampliaria significativamente esse papel.
O comandante operacional seria responsável por planejar campanhas, integrar capacidades e conduzir todas as operações militares conjuntas.
Na prática, deixaria de existir qualquer disputa sobre quem lidera determinada operação.
O comando seria naturalmente conjunto desde o primeiro momento.
Isso reduziria sobreposições, aceleraria decisões e ampliaria a interoperabilidade”.
“deixaria de existir qualquer disputa sobre quem lidera determinada operação.
O comando seria naturalmente conjunto desde o primeiro momento”.
Não seria algo ruim… Trabalhar em conjunto frente a uma possível hostilidade, sem deixar a responsabilidade a cargo e nas costas de força A,B ou C ,todos trabalhando em perfeita harmonia, sintonia, como um relógio.
Algo que sou favorável, caso esteja incluso nessa reforma, seria a padronização de alguns equipamentos militares!
Pois pode gerar eficiência operacional, gerando economia de recursos públicos e reduzindo falhas críticas no campo de batalha.
Podendo simplificar a logística,facilitando o transporte, armazenamento e distribuição de peças de reposição e combustível.
A padronização pode trazer redução de custos, pois compras em larga escala de um único tipo de equipamento geraria menos despesa para as três forças na compras de fardamento, determinados tipos de armamento, de ferramental e demais outros utensílios diariamente usados nas operações militares.
Essa discussão vai dar oque falar! Lembro bem quando FHC acabou com os três ministérios, unificando os antigos Ministérios do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e criou o ministério da Defesa, houve tensão, discussões, resistência de setores, mas no fim o MD foi criado…
Tudo oque é novo assusta! Principalmente quando tira alguns de seu Status Quo…
O emprego é conjunto sempre q necessário.
As ações singulares ocorrem na fase que se prepara cada força para sua tarefa, mas sempre obedecendo o Plano de Emprego Conjunto das Forças Armadas.
A “chefia” da Operação cabe ao q é definido pelo MD.
E o q o TCU tem com isso???????
Alguma politica pública que barre qualquer MoU (sigla para Memorando de entendimento, em inglês) assinado entre os comandantes militares e a Embraer, já seria uma baita de uma mudança.
Quer um substituto para o Bandeco?
Faça uma licitação.
Quer um UCAV?
Faça uma licitação.
Ah, importante!!!!
Uma outra politica publica poderia versar sobre limitar o uso da dispensa de licitação, para compras militares.
Pessoal precisa ler mais sobre Goldwater Nichols Act antes de propor qualquer solução simplista.
O TCU esta correto,todos os contratos de aquisição das forças acaba atrasando varias décadas.
O relatório técnico afirma que a carteira de projetos permanece superdimensionada em relação à capacidade financeira do Estado. Sem recursos suficientes e previsíveis, contratos originalmente planejados para poucos anos acabam prorrogados por décadas.
Por que será? Será que foi porque o governo se comprometeu com um orçamento na compra e depois cortou? Será que foi porque os contingenciamentos foram feitos em cima dos projetos? Será porque o Dilmo vendo a cagada criou o PAC da Defesa para não parar os programas e, magicamente, também cortaram esse PAC?
O TCU pode até ter um ponto. Mas o que eles querem é outra coisa.
Quem muda a previsão é o GF…..
A culpa é das Forças??????
Para… tá demais…
Se vc conhecesse o histórico do Orçamento de Investimento do MD não escreveria isso. Nos últimos 10 anos (exceto a Intevenção no Rio em 2018) ele teve uma banda, oscilando 15%. As FFAA pedem fora dessa banda considerando que pedir iria mudar o padrão orçamentário delas….
Nossa! Eu não imaginava que o ministério da defesa era uma coisa tão pífia e bagunçada. Pra mim, faz total sentido a sugestão do TCU. Cada ministro deve ser o gestor de sua pasta e assessorado por seu respectivo corpo técnico. Com os militares não deve ser diferente. Será uma reforma bem vinda.
Espero que após isso, o TCU faça sugestões sobre mudanças na forma como os militares gastam seu orçamento com salários e pensões e tornem a coisa mais viável. Não dá para gastar 80% do orçamento pagando benefícios e reclamar que nunca tem dinheiro pra nada.
Meu Deus…….
O orçamento com salário e pensão não tem nada com proporção do orçamento…. É um gasto q independe disso.
O Min Orçamento é Gestão autorizam um efetivo MUITO maior, e as forças não o fazem, justamente pela excelente gestão.
Além disso, o TCU tem um olhar única e inteiramente econômico, sem verificar aquilo q é de conhecimento negado.
No manual, um JAC faz o mesmo que um Honda.
São a mesma coisa????????
Mas é bom o TCU entrar, assim essa Adm arrebenta logo o pouco q ainda consegue gerenciar algo em meio a total falta de gestão do GF.
Esse é o preço da submissão.
As frutas estão colhendo oq plataram…
Enquanto isso, o Peru vai se erguendo!
Acabando de receber da Coréia do Sul, carros de combate K2 Black Panther para avaliação