Sob ‘Doutrina Donroe’, EUA pressionam América Latina a elevar gastos com Defesa contra o crime organizado

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Washington defende orçamentos próximos de 3,5% do PIB e propõe ampliar o emprego das Forças Armadas contra cartéis, narcotráfico e outras organizações transnacionais

Os Estados Unidos estão pressionando os países da América Latina a elevar substancialmente seus investimentos em Defesa, vinculando o aumento dos orçamentos militares ao combate ao narcotráfico, aos cartéis e ao crime organizado transnacional. A proposta foi apresentada durante a XVII Conferência de Ministros de Defesa das Américas, realizada em Cusco, no Peru, com a participação de dezenas de delegações do continente.

A delegação norte-americana defendeu que os governos latino-americanos aproximem seus gastos de Defesa de 3,5% do Produto Interno Bruto, patamar semelhante ao registrado em alguns países de outras regiões. Atualmente, grande parte da América Latina destina aproximadamente 1,2% a 1,3% do PIB ao setor, o que significa que a implementação da recomendação exigiria, em vários casos, quase triplicar os orçamentos militares.

A pressão faz parte de uma reformulação mais ampla da política dos Estados Unidos para o Hemisfério Ocidental. Em discurso aos representantes dos países participantes, o subsecretário de Defesa para Política, Elbridge Colby, mencionou a chamada “Doutrina Donroe”, expressão que combina o nome do presidente Donald Trump com a histórica Doutrina Monroe.

Proclamada originalmente em 1823, a Doutrina Monroe estabelecia a oposição dos Estados Unidos a novas intervenções de potências europeias no continente americano. Na interpretação apresentada pelo atual governo norte-americano, o conceito passa a incluir o enfrentamento militar de organizações classificadas por Washington como “narcoterroristas”, a proteção de infraestruturas estratégicas e a redução da influência de potências externas na América Latina.

Crime organizado tratado como ameaça à Defesa

Colby argumentou que os países afetados por cartéis e organizações criminosas não deveriam manter investimentos militares inferiores a 1% do PIB. Segundo o representante do Pentágono, essas redes já não podem ser vistas apenas como problemas policiais internos, porque operam através das fronteiras, controlam territórios, movimentam grandes volumes de dinheiro e afetam diretamente a segurança dos Estados Unidos.

“Não há razão para que qualquer país, particularmente aqueles que enfrentam ameaças narcoterroristas significativas, gaste tão pouco com Defesa”, afirmou Colby durante a conferência. O subsecretário também declarou que Washington deixou de separar sua estratégia militar dos efeitos internos provocados pelo fluxo de drogas, pela violência associada ao narcotráfico e pela imigração irregular.

A abordagem representa uma ampliação do papel tradicionalmente atribuído às Forças Armadas na região. Em diversos países latino-americanos, o combate ao tráfico e ao crime organizado é formalmente uma responsabilidade policial, embora militares sejam frequentemente empregados em operações de fronteira, patrulhamento marítimo, proteção de infraestruturas e ações emergenciais de segurança pública.

Pela visão apresentada pelos Estados Unidos, investimentos adicionais poderiam ser destinados a sistemas de inteligência, vigilância de fronteiras, aeronaves, embarcações de patrulha, radares, drones, comunicações seguras, defesa cibernética e unidades preparadas para operações conjuntas contra redes criminosas transnacionais.

Cooperação militar e operações conjuntas

O Pentágono também pretende ampliar operações combinadas de interdição de drogas com governos considerados politicamente alinhados. De acordo com a Reuters, Washington planeja realizar ações conjuntas contra o narcotráfico com países parceiros, política que já estaria sendo aplicada no Equador.

A proposta coincide com a agenda oficial da Conferência de Ministros de Defesa das Américas. O governo peruano informou que o encontro concentrou seus debates no crime organizado transnacional, nas ameaças cibernéticas, na gestão de desastres e no fortalecimento da cooperação hemisférica.

A reunião em Cusco contou com 38 delegações, incluindo 18 ministros e vice-ministros de Defesa, além de observadores europeus e representantes de organismos internacionais. Entre as medidas discutidas estavam o intercâmbio de inteligência e dados, o treinamento conjunto e o compartilhamento de capacidades entre os países participantes.

Disputa pela influência externa

A “Doutrina Donroe” não está limitada ao combate ao crime organizado. Colby pediu que os países latino-americanos protejam seus “ativos críticos” da atuação de atores externos — uma referência indireta à crescente presença econômica e estratégica da China na região.

Portos, redes de telecomunicações, minerais críticos, instalações de energia, canais marítimos e infraestruturas logísticas tornaram-se pontos centrais da competição entre Washington e Pequim. Para o governo Trump, impedir que potências extrarregionais obtenham controle ou influência sobre essas estruturas passou a ser parte da segurança dos Estados Unidos.

Colby rejeitou as críticas de que a nova política representaria uma retomada do intervencionismo norte-americano. Segundo ele, Washington não busca a dependência econômica dos países latino-americanos, mas pretende ajudá-los a desenvolver capacidades próprias para garantir a segurança do hemisfério.

Os críticos, entretanto, veem a reativação da Doutrina Monroe com cautela, sobretudo porque o conceito foi historicamente associado a intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina.

Impacto sobre os orçamentos da região

A meta de 3,5% do PIB seria particularmente difícil para países que enfrentam restrições fiscais, endividamento elevado e demandas urgentes nas áreas de saúde, educação e infraestrutura. Além disso, não está claro se Washington espera que todo o percentual seja destinado diretamente às Forças Armadas ou se poderiam ser contabilizados investimentos em segurança pública, inteligência, proteção de fronteiras e combate ao crime organizado.

Em termos proporcionais, a proposta norte-americana colocaria os gastos militares latino-americanos próximos dos níveis observados entre países diretamente expostos a conflitos ou a ameaças militares convencionais. Isso representaria uma transformação profunda para uma região que, apesar de enfrentar elevados índices de violência criminal, apresenta relativamente poucos conflitos armados entre Estados.

A iniciativa também poderá estimular a aquisição de equipamentos militares, o fortalecimento das indústrias nacionais de Defesa e uma maior procura por sistemas norte-americanos de vigilância, comando e controle, aviação, patrulhamento marítimo e cibersegurança.

Brasil participou da conferência

O Brasil foi representado pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. Durante os encontros bilaterais, a delegação brasileira discutiu cooperação fronteiriça, intercâmbio de capacidades, inovação tecnológica e respostas coordenadas às ameaças transnacionais.

Segundo o Ministério da Defesa do Peru, representantes brasileiros e peruanos reafirmaram o interesse em desenvolver iniciativas conjuntas voltadas à segurança e ao desenvolvimento regional.

A posição brasileira sobre a militarização do combate às drogas, entretanto, tende a preservar a distinção entre Defesa nacional e segurança pública. O país emprega as Forças Armadas na proteção das fronteiras e em operações de Garantia da Lei e da Ordem, mas mantém as polícias e os órgãos de investigação como principais responsáveis pelo enfrentamento direto às organizações criminosas.

A ofensiva diplomática de Washington indica que essa separação poderá ser cada vez mais questionada pelos Estados Unidos. Ao associar cartéis, migração irregular, influência chinesa e proteção de infraestruturas estratégicas em uma única agenda, a “Doutrina Donroe” procura transformar o crime organizado em uma questão central da política de Defesa de todo o continente.■



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Sulamericano
Sulamericano
29 dias atrás

O combate ao crime organizado não é papel das forças armadas.

Isso, pelo menos no Brasil, deveria ser coordenado a nível nacional pela Polícia Federal, com o apoio das polícias militares e civis de cada estado.

Primeiro, deveria haver um investimento massivo em sistemas de inteligência e integração de dados entre essas tês entidades, para combater o mal pela raiz.

E é claro também deveria haver um investimento em meios, treinamento e intercâmbio dessas três entidades.

Só trocar tiro com bandido não vai acabar com o crime organizado.

Última edição 29 dias atrás por Sulamericano
Anderson
Anderson
Responder para  Sulamericano
29 dias atrás

Eu acho que passou da hora da criação de uma Polícia Nacional de Fronteira e Guarda Costeira

Talisson
Talisson
Responder para  Anderson
29 dias atrás

Seria o ideal. Mas quem ta tocando o ritmo são os EUA. E eles querem é que os exércitos latinos sejam reduzidos a gendarmerias militarmente inofensivas.

Última edição 29 dias atrás por Talisson
Luan
Luan
Responder para  Talisson
29 dias atrás

Concordo! Esse é o plano deles.
Sem contar que devemos investir esse dinheiro todo comprando de empresa estadunidense, segundo ele.

Combate ao crime é atribuição das polícias, elas que devem ser reforçadas com matériais e efetivo. Com equipamentos fabricados no Brasil!

Seria bom a criação de uma guarda costeira e uma polícia de fronteira, mas também com equipamentos brasileiros.

É uma absurdo comprarmos jipes, caminhões, blindados, aeronaves tripuladas ou não, de outros países

José de Souza
José de Souza
Responder para  Talisson
28 dias atrás

Latinos? Os exércitos romeno, francês e italiano estão nessa?

Pedro
Pedro
Responder para  Talisson
26 dias atrás

e querem isso pressionando para aumentarmos o gastos em defesa para 3,5% do PIB??

João
João
Responder para  Sulamericano
29 dias atrás

O crime organizado como esta não está mais no nível de polícia. São estruturas que vão além disso.
É Segurança, Defesa, Economia, Fazenda etc

Estão estruturados e amalgamados com o terrorismo transnacional, além da atuação criminal transfronteirica, o que, por si só, comprometem a Defesa, e obviamente as outras instituições.

No fundo, como o Homeland Security, tem de ser estruturado aqui, para coordenador o esforço de todos os entes, em operações interagencias.

Talisson
Talisson
Responder para  João
29 dias atrás

Quando forças armadas são usadas pra esse propósito no máximo se contaminam. Não surte efeito positivo algum.
Além do fato perigoso de ir se transformando em uma gendarmeria excecivamente focada em questões internas.

Última edição 29 dias atrás por Talisson
RDX
RDX
Responder para  Talisson
29 dias atrás

O termo correto para esse fenômeno é desnaturalização.Ocorre quando um exército envolvido em ações de segurança interna durante anos acaba se transformando numa gendarmeria.Exemplos? Exércitos mexicano e colombiano.Até o US Army foi severamente prejudicado após passar os últimos 25 anos lutando contra insurgentes no Afeganistão e no Oriente Médio. O blindado MRAP é um exemplo de equipamento fruto dessa desnaturalização.

Última edição 29 dias atrás por RDX
João
João
Responder para  Talisson
29 dias atrás

Vc pensa isso, pq acha q farão serviço de polícia.
Mas não é assim
As FFAA entram com uma inteligência diferente e com mais liberdade de ação q a policial
Entra com Guerr Ciber, Guerr Eletrônica, logística, treinamento pra combate contra adversários preparados, e forca em ações pontuais e contundentes.

deadeye
deadeye
Responder para  João
29 dias atrás

Ah sim, como isso têm funcionado na Colombia no qual as Forças Armadas são extremamente envolvidas no combate ao crime organizado.

Luan
Luan
Responder para  deadeye
29 dias atrás

Bem isso!

Os EUA ajudaram muito a Colômbia, tem diversas bases lá, e a produção de droga só aumentou!

Acredito que eles não querem combater, querem é controlar e lucrar com isso.

natan
natan
Responder para  João
28 dias atrás

João
Como policial militar concordo em gênero, número e grau com você.
PCC E CV já estão ligados diretamente com políticos, bancos privados, ongs, organizações nacionais e internacionais.
Não adianta nada equipar uma viatura policial com blindagem, fuzil, visão noturna, drone etc.. Se o cara fica menos de 24h preso.
Além disso, quando resolvem confrontar o estado, o fazem com granadas, metralhadoras .30 e .50, drones, coisa que qualquer país do mundo consideraria terrorismo e usaria forças militares no mínimo para apoio direto as PMs, semelhante ao que ocorreu em 2010 no complexo do Alemão.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Sulamericano
29 dias atrás

Não é mais deveria ser.

YUFERFLLO
YUFERFLLO
29 dias atrás

Só daria para fazer todos os programas das nossas forças armadas serem pagos em um ano, além de podermos aumentar ainda mais os números e tecnológias, uns 20 submarinos convencionais e uns 10 nucleares para combater os traficantes, mais de 30 patrulha de 500 toneladas, uns 18 navios patrulha de 1800 toneladas, umas 12 Tamandaré a mais e navios de porte muito maiores, revitalizar nossa indústria militar, quadruplicar o número de IFVs e MMBTs do programa do exército e ter um programa extra para MBTs, 160 Gripens E, 72 Gripen F e uns 48 Gripen F apenas para guerra eletrônica, um programa para loyal wingman e muitos programas de drones e mísseis, muitos radares e sensores, mas confia que tudo vai ser só para parar o tráfico

yuri
yuri
29 dias atrás

Sobre o Brasil especificamente: guerra psicológica em andamento. Estão pavimentando o caminho para a consecução de vários objetivos: a)compra de material bélico de fornecedores estadunidenses; b)tentativa de mudança da vocação das Forças Armadas, reorientando-as às questões internas; c)contenção do avanço chinês; d)como desdobramento do último item, garantir o acesso aos recursos estratégicos que disponibilizamos; e, last but not least, e) assegurar que se houver um regime nacionalista no Brasil (o que acho muito difícil com as opções vigentes) que imponha entraves aos seus objetivos, eles possam contar com o apoio interno de setores da sociedade, que enxergam com bons olhos a definição de organizações criminosas como terroristas, no bojo de uma estratégia de regime change.

Se há um orçamento enxuto para as Forças Armadas isso remonta à década de 90, com o sucateamento do aparato de Defesa e as restrições impostas por FMI e afins.

Sergio Machado
Sergio Machado
29 dias atrás

Alguém acreditar que o combate ao crime organizado é de fato o objetivo dos EUA é desconhecer ou até imprudentemente negligenciar o modus operandi de intervenção americana em outros países em prol de seus interesses e de suas empresas.
Maduro que o diga.
Esses caras são ave de rapina.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
29 dias atrás

Eles sabem que nenhuma nação da AL vai conseguir esse nível de comprometimento orçamentário (com resultados políticos desastrosos pra legitimidade do Estado frente ao povo) – nem nas nações da OTAN se consegue os tais 5% – e de quebra misturar coisas que constituições e o bom senso mantiveram separadas (mistura com resultados futuros degradantes pra hierarquia militar subitamente acessível pela proximidade aa influência monetária do crime). Eles sabem, e contam com isso: salami slice tactic ou cozinhar o sapo (alienado de si) vivo – de início são apenas gestões políticas amistosas; a posterior, exigências irritadas com ameaças e, por fim, gestões pra regime change. Claro que o roteiro não vai ser aplicado a todos mas apenas aqueles de interesse…
Não adianta dizer não ou ignorar – é preciso ter uma alternativa cuja efetivação neutralize o ardil. Inútil dizer que agora é resistir ou capitular: o tempo chegou com muitos sussurrados avisos prévios e indeléveis escritos entalhados na parede.

Última edição 29 dias atrás por Alex Barreto Cypriano
Dr. Mundico
Dr. Mundico
29 dias atrás

Geopolítica clássica: utilizar deficiências locais como justificativa e meio para intervenções externas.
Que o crime organizado assume níveis de estado paralelo e já tem braços no setor produtivo, financeiro, político e jurídico do país, ninguém duvida.
Já elege vereadores, deputados, prefeitos, já abre fintechs, já atua no mercado de investimento e crédito, já administra portos, já regula preços e distribuição em mercados regionais, já define ocupação de espaços urbanos, já autoriza prestação de serviços públicos, já exerce poder de vigilância, já detem autoridade tributária taxando setores produtivos, já pauta o debate político e coopta autoridades policiais e jurídicas.
A exceção já virou a regra.
O crime organizado JÁ É o Estado!
Alguma dúvida ou precisa vir alguém de fora mostrar isso para nós?

George A.
George A.
29 dias atrás

Juntando Defesa e Segurança Pública o Brasil já gasta próximo disso.

Willian
Willian
29 dias atrás

O brasil e a america latina ja estão dominados pelos carteis terroristas, a quem diga que não são terroristas porque não tem uma ideologia religiosa, mas isso e balela, o pcc tem codigo interno assim como cv, voce entra e não sai mais, e uma mistura de uma seita com trafico de drogas e terrorismo puro, assim como é os carteis de drogas do mexico, tambem são terroristas, alias, se trump quiser popularidade ele deveria atacar os cartéis, no mexico encontraram campos de exterminio, literalmente campos de exterminio que são dos carteis, e 130 mil pessoas estão desaparecidas por causa dos carteis. Isso tambem existe no brasil, so que em uma escala menor.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
29 dias atrás

Desde o Governo Clinton que os EUA tem interesse em transformar as FAs da América Latina em gendermarias destinadas ao combate contra o narcotráfico, enquanto a “defesa” do continente ficaria nas mãos dos EUA. México e Colômbia seguiram esse caminho e o cenário interno de segurança pública de ambos os países pouco mudou.

BrunoFN
BrunoFN
29 dias atrás

Pra aqueles que são contra o envolvimento das forças armadas contra o crime organizado… pensamentos esse que domina boa parte do comando das forças armadas ,são apenas um bando de covardes …. Não pensam ,não ajudam ,não contribuem ,…e as vezes até protegem ,esses epenas lavam as mãos e vivem em realidade paralela ..mas e claro ,só a força não vai resolver nada ,e preciso o Estado como um todo fofocar no problema .endurecer as leis ,cortar beneficios ,e deixar leis e penas mais duras e claras ,,,só assim….sem isso vamos apenas enxugar gelo como temos feitos nos últimos 4O anos , ..e definitivamente com nosso governo atual não vamos a lugar algum ..então o caminho natural ao Brasil vai ser sofrer sansões…afinal o governo atual está definitivamente defendendo as 2 facções …que se viva com isso por pelo menos mais 4 anos..só não podemos reclamar da nossas escolhas …

Lucena
29 dias atrás

Essa doutrina tem como uns dos seus pilares …. o preconceito, a ignorância e muita presunção …. e que até hoje …. é levado a sério por lá e por cá.
.
Não é a toa que até hoje …eles vê a américa latina como o quintal deles.
.
Essa doutrina que é carregada de ignorância e presunção …encontra nas mentes daqueles pusilânimes e quintas colunas ….o conforto dos fracos de caráter e de desamor próprio.

Victor Hugo
Victor Hugo
29 dias atrás

Concordo que toda a AL tem que aumentar seus gastos em defesa, porém, nenhuma delas devem perder tempo comprando armas do EUA (que é o real motivo pelo qual o EUA quer que a AL aumente seus gastos em defesa) e muito menos ficando preso a treinamentos militares só com o EUA e o Ocidente, toda a AL deveria não só comprar armas como ir treinar também com a Rússia, China, Índia e Paquistão.

Matheus
Matheus
28 dias atrás

Não adianta muito se o próprio “Donroe” não fizer a limpa dentro de casa.
Mais de 80% das drogas produzidar na AM vão pra lá.