Marco Rubio exerce controle de facto sobre áreas centrais do governo venezuelano, diz New York Times

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Marco Rubio

Marco Rubio

Reportagem afirma que o secretário de Estado dos EUA influencia as finanças públicas, o setor petrolífero, as relações exteriores e decisões do governo interino de Delcy Rodríguez. Washington sustenta que sua supervisão é temporária e busca estabilizar o país após a queda de Nicolás Maduro

WASHINGTON — O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, tornou-se a principal autoridade externa na condução política e econômica da Venezuela após a retirada de Nicolás Maduro do poder, segundo reportagem publicada pelo The New York Times. Embora não ocupe qualquer cargo formal no governo venezuelano e não tenha visitado o país desde a mudança de poder, Rubio exerceria influência direta sobre as receitas estatais, a exploração de recursos naturais, as sanções econômicas e importantes decisões administrativas tomadas em Caracas.

A investigação foi baseada em entrevistas com mais de uma dezena de autoridades e pessoas próximas aos governos dos Estados Unidos e da Venezuela. Parte das fontes falou sob anonimato por tratar de contatos privados e discussões internas. O governo venezuelano não respondeu aos questionamentos apresentados pelo jornal, enquanto a administração norte-americana evitou detalhar a extensão da autoridade de Rubio.

O jornal comparou sua posição à de L. Paul Bremer III, administrador norte-americano encarregado de governar o Iraque ocupado após a invasão de 2003. A analogia, porém, não significa que Rubio tenha sido formalmente designado para administrar a Venezuela: ela descreve o grau de influência que Washington teria adquirido sobre decisões soberanas do país sul-americano.

Receitas venezuelanas sob supervisão dos EUA

O principal instrumento de pressão de Washington é o controle sobre a receita das exportações venezuelanas. Segundo o New York Times, grande parte desses recursos passa pelo sistema financeiro norte-americano antes de ser liberada gradualmente ao governo interino por meio de bancos privados venezuelanos. A equipe de Rubio definiria as condições de utilização do dinheiro e as instituições autorizadas a receber os repasses.

A existência desse mecanismo já havia sido confirmada publicamente pelo próprio secretário de Estado. Em audiência no Senado, Rubio explicou que a receita proveniente da comercialização do petróleo seria depositada em contas supervisionadas pelo Tesouro dos Estados Unidos. O governo venezuelano deveria apresentar suas necessidades orçamentárias para que os recursos fossem liberados para salários, serviços públicos, saúde, segurança e outras despesas consideradas essenciais.

Autoridades norte-americanas argumentam que o modelo reduz o risco de desvio dos recursos, evita alguns dos esquemas de corrupção associados ao antigo governo e protege o dinheiro de credores que tentam recuperar bilhões de dólares em dívidas venezuelanas. Ao mesmo tempo, a estrutura deixa Delcy Rodríguez dependente das decisões tomadas em Washington para pagar funcionários públicos, financiar a administração e sustentar a moeda nacional.

Desde janeiro, integrantes do governo Trump reconhecem abertamente o uso do petróleo como instrumento de pressão. O secretário de Energia, Chris Wright, declarou que os Estados Unidos precisavam controlar as vendas e receitas petrolíferas para impor mudanças, estabilizar a economia venezuelana e direcionar a recuperação do setor energético.

Reorganização da indústria petrolífera

Rubio também teria assumido um papel predominante na reestruturação da indústria de petróleo e gás. Sua equipe participa da elaboração das licenças que concedem exceções às sanções norte-americanas, determinando quais empresas podem operar no país, em que condições e com quais parceiros locais.

De acordo com o New York Times, o secretário priorizou a entrada de companhias norte-americanas, enquanto algumas empresas europeias que já mantinham operações na Venezuela enfrentaram novas restrições. Washington também pressionou Caracas a reduzir negócios com adversários estratégicos dos Estados Unidos. Projetos ligados à petrolífera estatal russa Rosneft teriam sido gradualmente absorvidos pela PDVSA após a queda de Maduro.

A mudança vem acompanhada de uma reforma mais ampla da legislação energética venezuelana. Em janeiro, a Assembleia Nacional aprovou alterações destinadas a diminuir o controle estatal e ampliar a participação privada e estrangeira. Em 8 de julho, Delcy Rodríguez assinou a regulamentação da nova estrutura para as atividades de petróleo e gás, apresentada pelo governo como necessária para atrair investimentos e modernizar o setor.

O plano norte-americano, contudo, enfrenta dúvidas entre investidores. A infraestrutura petrolífera venezuelana está degradada, a segurança jurídica permanece incerta e ainda não há um calendário definido para eleições gerais. Esses fatores dificultam compromissos de longo prazo, apesar das grandes reservas de petróleo existentes no país.

Nomeações e política externa

A influência de Rubio não se limitaria à economia. Segundo o jornal, Delcy Rodríguez consulta o secretário sobre nomeações consideradas estratégicas, inclusive na área militar. O caso mais relevante foi a substituição, em março, do general Vladimir Padrino López pelo general Gustavo González López no Ministério da Defesa.

A Reuters informou na ocasião que a mudança concentrava a relação com os Estados Unidos em um pequeno grupo de dirigentes considerados confiáveis por Washington. González López já havia comandado os serviços de inteligência e a guarda presidencial, além de trabalhar diretamente com Rodríguez na estatal PDVSA. A agência também destacou que a troca não deveria alterar o atendimento às exigências norte-americanas sobre petróleo, mineração e libertação de presos políticos.

O New York Times afirma ainda que Washington passou a interferir na comunicação pública e nas relações exteriores venezuelanas. Entre os episódios citados está a retirada de uma manifestação do chanceler Yván Gil contra uma operação norte-americana envolvendo o Irã, depois de o governo Trump exigir que Caracas evitasse manifestações de apoio a adversários dos Estados Unidos.

Rubio manteria contato frequente, em espanhol, com Delcy Rodríguez. Apesar dessa proximidade, a relação é descrita como profundamente assimétrica: a dirigente interina preserva o controle cotidiano das instituições venezuelanas, mas opera sob forte pressão financeira, diplomática e militar norte-americana.

Washington rejeita ideia de governo direto

A administração Trump apresenta uma interpretação diferente. Rubio declarou anteriormente que os Estados Unidos não pretendiam assumir o governo diário da Venezuela, mas utilizariam o bloqueio petrolífero, as sanções e o controle das receitas para exigir mudanças. O presidente Donald Trump, porém, adotou linguagem mais explícita ao afirmar que Washington estava “no comando” e que administraria a transição até a formação de um governo considerado seguro e estável.

O Departamento de Estado afirmou ao New York Times que a cooperação renovada e uma gestão econômica responsável poderiam transformar a Venezuela em um parceiro estável e permitir que a população se beneficiasse de suas riquezas naturais. A pasta não respondeu, entretanto, às perguntas específicas sobre os poderes atribuídos a Rubio.

Maduro foi capturado por forças norte-americanas em 3 de janeiro de 2026 e levado para os Estados Unidos. Delcy Rodríguez, até então vice-presidente, assumiu interinamente por decisão do Supremo Tribunal venezuelano. Apesar da remoção de Maduro, boa parte das estruturas políticas, militares e de segurança construídas durante o chavismo permaneceu funcionando.

Transição democrática sem prazo definido

Rubio descreveu a estratégia norte-americana em três etapas: recuperação econômica, estabilização política e transição democrática. O governo dos Estados Unidos considera que a Venezuela ainda se encontra na fase de estabilização e abertura ao investimento externo.

O ponto mais incerto continua sendo a realização de eleições. A oposição exige um calendário definido, enquanto María Corina Machado permanece fora do país e afastada das decisões sobre a transição. Segundo o New York Times, Washington optou por sustentar Rodríguez como dirigente interina por considerar que ela possui maior capacidade para controlar as Forças Armadas e evitar um colapso institucional imediato.

A reportagem conclui que, embora a Venezuela conserve formalmente suas instituições e seu governo, as principais decisões econômicas e estratégicas dependem atualmente da aprovação dos Estados Unidos. Nesse arranjo, Delcy Rodríguez administra o país em Caracas, mas Marco Rubio determina, a partir de Washington, os limites dentro dos quais essa administração pode operar.■

Países com as maiores reservas provadas de petróleo
Posição País Reservas provadas aproximadas
Venezuela 303,2 bilhões de barris
Arábia Saudita 267,2 bilhões de barris
Irã 208,6 bilhões de barris
Canadá 163 bilhões de barris
Iraque 145 bilhões de barris
Emirados Árabes Unidos 113 bilhões de barris
Kuwait 101,5 bilhões de barris
Rússia 80 bilhões de barris
Líbia 48,4 bilhões de barris
10º Estados Unidos 46 bilhões de barris
Nota: reservas provadas são volumes considerados recuperáveis nas condições econômicas e tecnológicas existentes. Os números podem variar conforme a metodologia adotada. No Canadá, o total inclui as areias petrolíferas, responsáveis por aproximadamente 97% das reservas do país.
Fontes: OPEP, U.S. Energy Information Administration — dados de 2024

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deadeye
deadeye
27 dias atrás

O sonho do patriota latino américano médio.

Nilo
Nilo
Responder para  deadeye
27 dias atrás

Virou filial, segundo o artigo, nada a ver com escolhas do povo, são escolhas de EUA segundo seus interesses nos recursos financeiros que as riquezas minerais irão gerar as empresas americanas.
Aqui tem um candidato que está por abrir outra filial, apoiado por 40% de votos no segundo turno segundo pesquisas, é uma parcela grande de patriotas, que tem uma visão peculiar de entendimento de soberania macional.

Nilo
Nilo
Responder para  Nilo
27 dias atrás

É uma forma interessante de Venezuela e o Brasil, os patriotas com uma soberania filial e a esquerda com uma soberania pretensa de exercer liderança na A. Sul.

NBS
NBS
Responder para  Nilo
26 dias atrás

Estamos falando de um país que transformou a intervenção nos assuntos internos de outras nações em um dos pilares de sua política externa, independentemente de serem adversárias ou aliadas.
Trair o Brasil e os interesses nacionais por alinhamento ideológico a um país que, segundo estudos da Escola Superior de Guerra, é considerado o aliado mais perigoso que temos em tempos de paz já seria, por si só, um escárnio. Trata-se de uma potência que interferiu, tramou e executou ações para desestabilizar o Brasil e atrasar o nosso desenvolvimento, contando, para isso, com o apoio de políticos, militares, jornalistas e setores da mídia nacional.
Não há comparação possível com outro espectro ideológico. A Venezuela está submetida a uma verdadeira espoliação financeira, enquanto o Brasil exerce o legítimo direito e o dever de defender aquilo que considera melhor para os seus interesses nacionais.

Pedro
Pedro
Responder para  NBS
26 dias atrás

Engraçado que não tinham essa revolta na época da USAID.

NBS
NBS
Responder para  Pedro
25 dias atrás

A USAID foi uma das instituições utilizadas pelo governo dos Estados Unidos, em articulação com a CIA e o Pentágono, para financiar e conquistar o apoio de jornalistas, veículos de comunicação, políticos e governadores. No Brasil, a agência mantinha o Office of Public Safety (OPS), responsável pela cooperação policial, que contribuiu para modernizar, alinhar ideologicamente e ampliar a capacidade operacional das forças policiais que apoiaram o golpe de 1964.
Após a tomada do poder, o governo de Castelo Branco recebeu cerca de US$ 200 milhões em “financiamentos”. Naquele período, recursos circularam entre diferentes setores envolvidos na conspiração. O general Amaury Kruel, então comandante do II Exército, foi acusado pelo militar Erimá Pinheiro Moreira de receber seis maletas contendo US$ 1,2 milhão, supostamente entregues pelo então presidente da Fiesp, Raphael de Souza Noschese, em 31 de março de 1964.
Segundo depoimentos e documentos reunidos pelas comissões da verdade, militares, políticos, empresários, veículos de comunicação, advogados e jornalistas participaram de redes de financiamento e influência ligadas aos interesses norte-americanos. Esses registros ajudam a reconstruir a articulação entre setores da elite econômica brasileira e forças estrangeiras na conspiração que resultou no golpe de 1964.

Pedro
Pedro
Responder para  NBS
25 dias atrás

E a influencia na eleição anteriores para ajudar os governos de esquerda na América Latina, “esqueceu” neh?

NBS
NBS
Responder para  Pedro
25 dias atrás

Pedro, o que se viu foi o monitoramento que os Estados Unidos fazem de seu entorno e do mundo. Eles sabiam do envolvimento de setores da sociedade ligados à extrema direita, protofascistas ou, mais precisamente, neofascistas, que seguiam o manual da extrema direita norte-americana.
Bolsonaro seguiu esse roteiro: questionou o processo eleitoral e a Justiça, tentou utilizar integrantes das Forças Armadas e das polícias estaduais para subverter a ordem institucional e atacou sistematicamente as instituições democráticas, preparando o terreno para uma ruptura das regras do país.
No meu entendimento, a visita do comandante militar norte-americano responsável pela região do Atlântico Sul foi uma conversa direta com o Alto Comando. O recado teria sido claro: os militares brasileiros ficariam sozinhos naquela aventura, e o país poderia ser lançado no limbo das sanções internacionais. A CIA também teria deixado claro que sabia o que eles haviam feito, numa espécie de “eu sei o que vocês fizeram no verão passado”.
Mesmo assim, veja como é sintomático o desejo pessoal pelo poder, algo que, em alguma medida, está presente em todos nós. O ministro da Defesa continuou tentando articular e convencer os demais comandantes das Forças a apoiar a ruptura.
Temos muitas lições a tirar do que aconteceu, para que isso nunca mais se repita, qualquer que seja o governo.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Nilo
26 dias atrás

Os patriotas são vira-latas e entreguistas declarados. A esquerda também é, a única diferença é que eles tentam disfarçar.

Undergound
Undergound
Responder para  Nilo
27 dias atrás

Por hora, de fato uma filial americano. Venezuelanos, por outro lado, sonham que a Venezuela se torne de fato e de direito um extensão dos EUA.

Hamom
Hamom
Responder para  Undergound
26 dias atrás

Os *“patriotas” de lá e cá carecem de independência e têm uma mentalidade preguiçosa, querendo colher sem semear.

Mas depender dos outros é arriscado, e quanto mais agem dessa forma, menos futuro resta para sua nação…

*(Trairotas é um termo que os descreve melhor)

Pedro
Pedro
Responder para  Hamom
26 dias atrás

“têm uma mentalidade preguiçosa, querendo colher sem semear”..como viver de bolsa assistencialista do Estado.

Hamom
Hamom
Responder para  Pedro
25 dias atrás

Como acreditar mais na potencia do norte que no próprio pais, indo pra Washington pedir sanções contra sua própria pátria…

Vestidos de verde e amarelo, mas enrolados com a bandeira de outro país. Estes são os gananciosos por poder e dinheiro que querem “colher sem semear”, mesmo as custas de vender o Brasil e os brasileiros.

Pedro
Pedro
Responder para  Hamom
25 dias atrás

melhor se informar melhor..ninguem fez isso. pelo contrário. Seu discurso esta baseado em uma mentira.

Hamom
Hamom
Responder para  Pedro
25 dias atrás

Não é mentira e nem “discurso”, mas sim exposição dos fatos, por sinal gravados, registrados e divulgados publicamente…Por isto mesmo, o desinformado aqui é vc

Última edição 25 dias atrás por Hamom
Senhor Maskarado
Senhor Maskarado
Responder para  Undergound
24 dias atrás

Só digo uma coisa WASP pesquisa e estude.

Eles não vêem até hoje como igual pessoas lá tem que ser inocente ou sem estudos para ter uma visão limitada.

Santos
Santos
Responder para  Nilo
27 dias atrás

Se virar filial for necessário para acabar com as milhares de mortes por a perseguição política dos chavistas assassinos (com apoio da esquerda brasileira) então o povo venezuelano já saiu no lucro.

Mas com essas mortes tu não se importa, comunista.

JHF
JHF
Responder para  Santos
26 dias atrás

Comunismo, como todos sabemos, não existe.

NBS
NBS
Responder para  Nilo
26 dias atrás

A elite nacional opera com muito sucesso sobre as camadas dos chamados PPPs, os “pobres premium plus”, e sobre os pobres em geral. Para isso, explora a ausência de consciência de classe, o desconhecimento histórico e a ilusão de que qualquer pessoa poderá prosperar e enriquecer apenas por meio do esforço individual.
Entretanto, os dados mostram que a mobilidade social no Brasil é extremamente baixa, cerca de 2%. Segundo estimativas da OCDE, uma família situada entre as mais pobres pode levar até nove gerações para alcançar a renda média do país. Mesmo nas sociedades nórdicas, que apresentam os melhores indicadores de mobilidade, esse processo pode levar duas gerações na Dinamarca e três na Suécia, na Finlândia e na Noruega.
Apesar disso, os grupos economicamente dominantes continuam difundindo a ideia de que o sucesso depende exclusivamente das virtudes, do mérito e do esforço de cada indivíduo, ocultando o peso da origem social, da desigualdade de oportunidades e da concentração de riqueza.
A pesquisa Datafolha divulgada em 28 de junho de 2026 também revela o tamanho da tragédia da ausência de consciência de parte do eleitorado em relação aos seus próprios representantes. Eleitores com maior identificação com o PL, 63% não se lembravam em quem haviam votado para deputado federal em 2022; 61% não se lembravam do voto para deputado estadual; e 56% não se lembravam em quem haviam votado para senador. partidos que normalmente estão a serviço dos poderosos grupos econômicos e ricos em geral.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  NBS
26 dias atrás

Mais um comentário irretocável. Parabéns.
Gostei da definição PPP.

Última edição 26 dias atrás por Sulamericano
Pedro
Pedro
Responder para  NBS
26 dias atrás

Melhor estão os pobres da outra esfera ideológica, que votam no mesmo partido por pelo menos 20 anos e ainda estão esperando sair da pobreza. Pra esses sucesso depende de esmola do governo….

NBS
NBS
Responder para  Pedro
25 dias atrás

Pedro, encaro a pobreza não como resultado de uma falha individual, mas como uma condição produzida e reproduzida pelo sistema. Entre os pobres encontra-se grande parte dos trabalhadores, inclusive o tão conhecido “pobre de direita”.
Há uma frase frequentemente atribuída a Darcy Ribeiro: “O Brasil só precisava de três coisas para dar certo: memória histórica, interpretação de texto e consciência de classe.”
Ter consciência de classe é entender de que lado você está na sociedade. Quem não possui empresas, grandes propriedades, capital ou meios de produção precisa trabalhar e vender sua força de trabalho para sobreviver. Já quem controla o capital e os meios de produção tem muito mais poder para definir salários, condições de trabalho e até influenciar as decisões políticas e econômicas do país.
O problema, portanto, não é simplesmente o pobre ser de direita, mas não perceber que determinadas propostas políticas aprofundam justamente a desigualdade e a exploração que o mantêm nessa condição. Nesse sentido, os trabalhadores pobres que apoiam a esquerda tendem a defender pautas relacionadas aos seus próprios interesses econômicos e sociais. Já muitos dos que apoiam a direita acabam defendendo os interesses de uma classe à qual não pertencem e cujos privilégios provavelmente jamais alcançarão.

Carlos Pietro
Carlos Pietro
Responder para  deadeye
27 dias atrás

Principalmente do patriota brasileiro.

EduardoSP
EduardoSP
Responder para  deadeye
27 dias atrás

Como não seria.
Tem patriota que desfila com a bandeira americana no dia 7 de setembro!
Deus, pátria e família!!!
Cambada de retardados!

Última edição 27 dias atrás por EduardoSP
Angus
Angus
Responder para  EduardoSP
27 dias atrás

Desfilar com a bandeira americana é tão retardado quanto usar camiseta/bandeira de Cuba, Che, URSS, comunismo, foice/martelo, etc

Okan
Okan
Responder para  EduardoSP
27 dias atrás

Pois é né, enquanto isso temos também os patriotas brasileiros verdadeiros, aqueles que se sentam ao lado de terroristas iranianos, de ditadores africanos em desfile militar na Rússia e pedem ajuda da comunidade árabe para soltar um ladrão preso por corrupção e lavagem de dinheiro.

Cada retardado tem o patriota que merece!

Última edição 27 dias atrás por Okan
NBS
NBS
Responder para  Okan
26 dias atrás

Entretanto, quem estudou um pouco mais as batalhas sabe que o maior peso militar na derrota da Alemanha nazista foi suportado pela União Soviética. Foi o povo soviético, com um custo humano gigantesco, que teve participação decisiva para impedir a vitória do nazismo na Europa.
Agora, essa mesma lógica de propaganda nos apresenta os iranianos simplesmente como “terroristas”, sem explicar a história, os interesses geopolíticos envolvidos ou as intervenções estrangeiras que moldaram a realidade daquele país. Com um pouco de leitura, veremos a atuação de determinada potência, interferindo politicamente e apropriando-se de recursos petrolíferos, em um processo semelhante ao que hoje ocorre com a Venezuela.
A Venezuela poderá passar por um processo ainda mais profundo de tutela, espoliação e controle externo, tornando-se uma espécie de cópia do mesmo roteiro aplicado ao Irã. Depois, restarão os ditadores africanos.

Okan
Okan
Responder para  NBS
26 dias atrás

É mesmo? Você só suprimiu PROPOSITAL E DESCARADAMENTE o pacto de Molotov-Ribbentrop. Se a URSS não tivesse sido traída eles nem teriam entrado na guerra, estariam lá rindo do pau comendo entre os nazistas e aliados, apenas esperando para tomarem seus espólios. TODOS tiveram custos humanos gigantescos na guerra. TODOS! E se a URSS não tivesse assinado o pacto e não tivesse demorado tanto para agir, os custos em vidas poderiam ter sido muito menores.

Aliás, sequer existe diferença entre nazistas e comunistas já que ambos realizavam exatamente as mesmas atrocidades, com campos de concentração, massacres, perseguição e censura aos cidadãos, jornalistas, etc. Nazismo e comunismo são irmãos gêmeos separados na maternidade

Quanto ao Irã, basta dizer que eles PATROCINAM o terrorismo no mundo. Ponto.

A Venezuela vai passar pelo que tiver que passar pois eles escolheram esse caminho, esse destino para eles, agora colhem o que plantaram. O socialismo/comunismo costuma levar a esse triste fim mesmo, mas ainda é um destino melhor do que continuar vivendo sob a ditadura do Maduro, isso você pode ter certeza, basta ver alguns vídeos de venezuelanos opinando sobre o assunto, eles ao menos estão esperançosos, a esperança voltou, eles acreditam que as coisas podem mudar para melhor, coisa que era impossível antes da merecida interferência do EUA

Pedro
Pedro
Responder para  NBS
26 dias atrás

A mesma união soviética que matou 3 milhões de pessoas em gulags. Mas vamos estudar história para justificar terroristas e ditaduras.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Okan
26 dias atrás

Recomendo fortemente a leitura do seguinte artigo:

https://www.forte.jor.br/2026/07/12/espionagem-e-golpe-como-a-disputa-por-petroleo-mudou-a-historia-do-ira/

Após a leitura, pense um pouco sobre o que escreveu.

Okan
Okan
Responder para  Sulamericano
26 dias atrás

Já tinha lido o texto e ele não tem nada a ver com o que eu falei

Angus
Angus
Responder para  deadeye
27 dias atrás

O idiota usa bandeira americana e o imbecil usa bandeira de Cuba, URSS, Che, Foice/Martelo, China…

Temos até quem torceu contra o Brasil na Copa…

Deadeye
Deadeye
Responder para  Angus
27 dias atrás

Tem Brasileiro que torce para a Argentina. Isso deveria ser crime.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Angus
27 dias atrás

“Temos até quem torceu contra o Brasil na Copa”…

Qual o problema amigo? Por sermos Brasileiros somos obrigado a torcer por essa “Seleção” TikTok onde os jogadores não tem garra, sem raça, mais preocupados com o visual do que com a camisa?!

Ao invés de jogador Nutella ficar se preocupando com dancinha, corte de cabelo ou com necessaire, deveria por a alma em campo…

Torci para todos os times africanos e Sulamericanos, times que realmente mereciam ter ido além na disputa.

Agora torcer por time pentacampeão e hexacampeão europeu não torço, prefiro ver o ineditismo acontecer, mas se não houver como, que os Argentinos levem a taça.

A nossa “grande seleção”, que de seleta não tem nada, quando estava perdendo, ficou apática, broxou! Quando os hermanos estavam perdendo, não desistiram,foram para cima.

Essa é a diferença entre uma seleção que tem amor a camisa, a pátria, ao seu povo e a sua história….

Fui privilegiado ao ver jogadores como Romario, Bebeto, Branco, Roberto Carlos Ronaldo, Ronaldinho e Adriano.
E hoje vemos jogadorzinho nutella mais preocupado com as maquiagens dele do que em jogar. 
Os jogadores de hoje, tem uma preocupação maior na vida: a suas rotinas de skincare e os cliques perfeitos para as redes sociais.
Nutelinha preocupado com sua bolsinha Louis Vuitton e todos seus itens essenciais e indispensáveis para garantir que esteja cheiroso durante as partidas:

Alguns times merecem ganhar, outros merecem o esquecimento e a derrota, quem sabe assim tomam vergonha na cara e daqui a quatro anos possa vir um grupo mais compromissado.



JHF
JHF
Responder para  Adriano Madureira
26 dias atrás

Bem lembrado. A Noruega mostrou ao Brasil o que significa ter um bom atacante, a Argentina mostrou o que significa jogar com o coração e por tabela, o que significa ter um grande jogador mesmo velho e fora da sua melhor forma. O Fut Brasileiro virou um vendedor de Coca, Nike e Bet. Vergonha.

NBS
NBS
Responder para  deadeye
26 dias atrás

O Brasil é um país cuja elite econômica é, em grande parte, apátrida. Ela enxerga o próprio país como um arremedo malformado de uma economia europeia. No passado, tentou promover o apagamento da população negra e condenou os pobres à inanição e ao abandono. Antes, essa elite vivia em Paris; hoje, vive em Miami. Odeia tudo o que nasce daqui.
Para sustentar esse pensamento, conta alegremente com uma massa de PPPs — os “pobres premium plus” —, além de servidores públicos de baixa renda, militares, profissionais liberais, trabalhadores uberizados e pessoas cooptadas por núcleos neopentecostais.
A Venezuela é um país tutelado e submetido ao assalto de suas finanças e de seus recursos, apropriados pelos Estados Unidos de maneira aberta e escancarada, embora não lhes pertençam. Ainda assim, os chamados “patriotas” da extrema direita, submetidos a uma intensa massificação cultural, aderem de bom grado à defesa do agressor estrangeiro contra os interesses de um país latino-americano.

Pedro
Pedro
Responder para  NBS
26 dias atrás

Melhor mesmo era a ditadura que a extrema-esquerda daqui defendia lá.

Macgarem
Macgarem
Responder para  deadeye
26 dias atrás

E o sonho do neo patriota foi levado pela janela do quarto pelos EUA kkkk

Fábio CDC
Fábio CDC
27 dias atrás

E tanta Fé que a esquerda tinha em Chávez-Maduro… Tantas espectativas… Consideravam-nos tão fortes, estáveis, pensavam que ficariam no poder indefinidamente.
.
Caíram rapidamente e 1 ou 2 semanas depois, ninguém mais fala deles.

Angus
Angus
27 dias atrás

Não vou entrar no mérito se é bom ou ruim a informação da reportagem, cabe ao povo venezuelano decidir.

Contudo chama a atenção que enquanto essa possível interferencia é tratada como algo grave, os 1,4 milhões de refugiados venezuelanos que entraram no Brasil, de 2018 até 2026, por Roraima, foi tratado como natural ou com pouca importância.

E existe uma Operação do Exército na àrea, Operação Acolhida, como resposta a esse fluxo de refugiados que entra no Brasil, desde 2019.

Não lembro de reportagem do NYT ou mesmo aqui no Blog a respeito dessa Operação ou da gravidade do fato, que refletia a situação da Venezuela.

E não estou defendendo a possível interferencia americana, até porque eles só se preocupam com eles mesmo.

Mas pouquíssimas referências aos problemas anteriores contrastam com a preocupação atual.

NBS
NBS
Responder para  Angus
26 dias atrás

Um estudo publicado em 2025 na revista científica The Lancet Global Health estimou que as sanções econômicas unilaterais estiveram associadas a aproximadamente 38 milhões de mortes entre 1971 e 2021, atingindo principalmente crianças e idosos. A pesquisa analisou 152 países e identificou os efeitos mais graves nas sanções econômicas impostas unilateralmente pelos Estados Unidos.
Os refugiados e migrantes venezuelanos são, em grande parte, resultado do desespero econômico provocado pela grave crise do país, que foi significativamente agravada pelas sanções norte-americanas. Essas medidas reduziram as receitas petrolíferas, dificultaram o acesso ao sistema financeiro internacional e limitaram a importação de alimentos, medicamentos e equipamentos, deteriorando ainda mais as condições de vida da população e estimulando a saída de milhões de venezuelanos.

Willian
Willian
27 dias atrás

Decidir se isso é bom para os venezuelanos cabe as proprios venezuelanos, eu ainda sou cetico com relação as “maiores reservas de petroleo do mundo” comunistas, socialistas e chavistas gostam de mentir, e mentir muito, entao sou cetico com relação a isso, mas vamos ver a prioridade e reconstruir o pais arrasado por decadas de ditadura e terremotos, espero que consigam se resolver e abandonem de vez esse passado miseravel do chavismo. Boa sorte a eles

NBS
NBS
Responder para  Willian
26 dias atrás

Segundo a OPEP e a Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos, a Venezuela detém a maior reserva provada de petróleo bruto do mundo, com aproximadamente 303,7 bilhões de barris. A maior parte está concentrada na Faixa Petrolífera do Orinoco e é composta por petróleo extrapesado, cuja exploração exige investimentos elevados, tecnologia, diluentes e infraestrutura especializada.
Em uma pesquisa no Google, também se encontra a informação de que parte importante das refinarias dos Estados Unidos, principalmente as localizadas na Costa do Golfo, foi projetada ou modernizada para processar petróleo pesado e com elevado teor de enxofre, características comuns ao petróleo venezuelano. Não é muita coincidência tudo isso?
Essa mesma pesquisa informa que, antes de Chávez, a Venezuela vendia grande parte de seu petróleo aos Estados Unidos. Após assumir o governo, Chávez passou a se afastar dessa relação comercial quase exclusiva.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Willian
26 dias atrás

Caro Willian, pelo comentário eu diria que você deve ser imune ao aprendizado.

Willian
Willian
Responder para  Sulamericano
26 dias atrás

Voce leu meu comentario com os olhos? Tem um cerebro no lugar certo? Cabe aos proprios venezuelanos se tirarem de onde se enfiaram, os americanos fizeram parte do trabalho e agora é com eles, o brasil tambem fez sua escolha e esta pagando por ela, assim como a russia, e a europa e outros.

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Willian
25 dias atrás

O que eu li foi isso aqui:

eu ainda sou cetico com relação as “maiores reservas de petroleo do mundo” comunistas, socialistas e chavistas gostam de mentir

Meu cérebro tem funcionado muito bem. Também não sofro de dissonância cognitiva nem nego ou distorço fatos para que se encaixem no viés de confirmação político.

Nativo
Nativo
27 dias atrás

E segue a Venezuela a sua história, como a de toda a América Latina , de sua riqueza natural servir para poucos nacionais e uma potência estrangeira.

. Graças a falta de capacidade de serem nações de verdade e não aglomerados de raças/povos/ classes sem união de verdade.

Faver
Faver
27 dias atrás

Como o povo pode decidir entre o fogo e a frigedeira? De um lado, um ditador incompetente inútil ao povo e de outro a entrega sem controle e sem choro de suas reservas e riquesas a um estado estrangeiro (que vai ficar influenciando por muito tempo o seu país). Não seria muito querer um meio termo?
Antigamente, pelo menos se tinha a ilusão de que os libertadores iam direcionar a um lugar melhor. Atualmente, o libertador passa a ser, as claras e sem escrupulos, um ladrão a mais das riquesas de um local. Fica a lição para os outros países, entre os quais o Brasil.

Carlos Pietro
Carlos Pietro
27 dias atrás

“….sustenta que sua supervisão é temporária…”, sei, até acabar o petróleo.Canalhas americanos.

sub urbano
sub urbano
27 dias atrás

No fim das contas a Chiquinha vendeu o Maduro e oq sobrou da industria petrolifera venezuelana. Mas não foi um movimento tao irracional e entreguista como pode parecer. O regime se manteve no poder e a industria de petroleo poderá se recuperar. O “acordo” será bom para a Venezuela se os resultados pretendidos forem atingidos, qual seja: a recuperação da industria petrolífera venezuelana. O maior desafio será convencer os investidores americanos a investirem bilhões de dolares em um país cuja política é altamente volátil, até msm pq a Venezuela tem 2.000 oficiais generais, pra surgir um Chavez 2.0 lá na frente e estatizar td de novo, pouco custa. O Trump já estará fora do cargo e uma campanha militar na Venezuela poderá ser preterida a novas sanções. Seriam times diferentes em campo.

Mas não se enganem, o chavismo ainda governa o país.

ps. outro grande desafio será lidar com as consequencias do terremoto q acabou de lascar o país de vez, o governo chavista pode ser deposto por um golpe qlqr. Aconteceu isso recentemente na Siria: assad havia vencido a guerra convencional, porém aconteceu um grande terremoto e ele foi deposto em uma campanha relampago q durou pouco mais de 1 semana.

Última edição 27 dias atrás por sub urbano
Dr, Mundico
Dr, Mundico
27 dias atrás

Marco Rubio está fazendo estágio no papel de interventor da Venezuela visando as eleições presidenciais de 2028.
Seguindo esse timing, é bem provável uma intervenção em Cuba até o final do ano.
Esse rapaz tem futuro.

Carlos Pietro
Carlos Pietro
Responder para  Dr, Mundico
27 dias atrás

Espero que não, para o bem de toda a América do Sul.

Willian
Willian
Responder para  Carlos Pietro
27 dias atrás

Espero que sim, que intervenham na nicaragua tambem.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Willian
26 dias atrás

Sim, Nicaragua tem que mudar também, se o Rubio ganhar, nenhum politico de esquerda vai viver em paz nas Americas.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
27 dias atrás

Não passa de um bandido em um terno caro… No fim das contas apesar do pomposo título de secretário de estado,não passa de um batedor de carteira…

O final de semana merece festa, o Senador Lindsey Graham finalmente foi se juntar ao John McCain no raio que o parta..

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Hamom
Hamom
Responder para  Adriano Madureira
26 dias atrás

“Eu ia urinar no túmulo de Graham, mas quando saí do Exército, jurei que nunca mais ficaria em fila para nada”, escreveu Seth Harp, veterano do Exército dos EUA e autor de um livro de sucesso sobre crimes nas forças armadas de elite americanas.”

JHF
JHF
Responder para  Hamom
26 dias atrás

Exelente

Willian
Willian
27 dias atrás

Se os americanos querem que as petrolíferas deles gastem centenas de bilhões de dolares em refinarias que aguentem terremotos na venezuela, eles so tem duas opções, ou usam da tragedia causada pelo terremoto para manter tropas americanas no pais por tempo infinito (algo que parece ser esse o caso, as tropas dos EUA não vão sair da venezuela tão cedo) ou as empresas constroem essas refinarias e contratam empresas como a antiga black water, Atualmente chamada ‘Constellis Holdings’ para fazer a segurança das refinarias caso algum outro chavista abominavel apareça e queira sequestrar o que foi construído, no caso, esses contratados seriam praticamente empresa mercenarios no estrangeiro, algo que não as agrada so pelo custo de manter esses operadores contratados e outras coisas.

Cassini
Cassini
26 dias atrás

“O principal instrumento de pressão de Washington é o controle sobre a receita das exportações venezuelanas. Segundo o New York Times, grande parte desses recursos passa pelo sistema financeiro norte-americano antes de ser liberada gradualmente ao governo interino por meio de bancos privados venezuelanos. A equipe de Rubio definiria as condições de utilização do dinheiro e as instituições autorizadas a receber os repasses”.

Se isso não é roubo, pilhagem nem colonialismo, então não sei o que é!

Um país estrangeiro assume dinheiro e orçamento públicos do país dominado e passa a determinar como os mesmos devem ser gastos e para o que direcionados. Até funcionário público venezuelano fica a mercê do que o Rubio decide.

No mais, Marco Rubio é estranhamente obcecado pela América Latina. O sonho dele é que todo este pedaço de terra seja uma espécie de “vice-reino” dos EUA e ele o Vice-Rei.

É um absurdo, puro escárnio contra o povo venezuelano. E aguardem: farão o mesmo em Cuba.

Willian
Willian
Responder para  Cassini
26 dias atrás

Qual façam o mesmo na nicaragua.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Cassini
26 dias atrás

Quando a população saiu do país para não morrer de fome, saíram a pé, alguns, não via manifestação tão forte contra o regime do País, a Venezuela até evoluiu para melhor, tem alguém impedindo a corrupção desenfreada e a perseguição política.

JHF
JHF
Responder para  Carlos Campos
26 dias atrás

” a Venezuela até evoluiu para melhor, tem alguém impedindo a corrupção desenfreada e a perseguição política.”. Ah ok, agora conta a do papagaio.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  JHF
26 dias atrás

Um homem entra em um pet shop e vê um papagaio vermelho imponente. Curioso, ele pergunta ao dono da loja:
— Quanto custa esse papagaio?
— Ah, esse aí é caríssimo. Ele é um fenômeno: foi treinado por um militante comunista e por um terraplanista.

Achando a combinação bizarra, o homem compra o pássaro só para ver no que dá. Ao chegar em casa, ele coloca um pote cheio de sementes na gaiola e decide testar o bicho:
— E aí, Louro? Como é que funciona a economia e o mundo?
O papagaio estufa o peito, bate as asas e grita:
Abaixo o capital! Tomar os meios de produção! A gravidade é uma conspiração da NASA! O horizonte é reto!

O homem dá risada. No dia seguinte, para testar a teoria, ele coloca apenas uma única semente na gaiola. O papagaio avança como um raio e engole a semente inteira, sem hesitar.
O homem, indignado, cutuca a gaiola:
— Ué, companheiro? Cadê a socialização dos recursos? Não vai dividir essa semente com os outros pássaros da janela?

O papagaio limpa o bico, olha bem nos olhos do dono e responde:
Camarada, você precisa entender a dialética… Na teoria, a Terra é plana e o comunismo funciona. Mas na prática, a escassez existe e o meu estômago é soberano!

Carlos Pietro
Carlos Pietro
Responder para  Carlos Campos
26 dias atrás

Tu acredita nisso que escreveu????? Não sejas inocente.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Carlos Pietro
24 dias atrás

Acredito muito, pois há menos atos de agressão contra opositores politicos atualmente

Krest
Krest
Responder para  Carlos Campos
24 dias atrás

EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.

Rafael Aires
Rafael Aires
26 dias atrás

Cadê as sanções da União Europeia?
Pergunta retórica, claro!

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Rafael Aires
26 dias atrás

Sancionar pelo que?

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Carlos Campos
26 dias atrás

Por invadir outro país. 🤔🤔

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Rafael Aires
26 dias atrás

Não houve invasão. bom pelo menos não uma com violencia pelo menos. e Ditador Socialista não tem Direitos assim como os apoiadores

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Carlos Campos
25 dias atrás

A deposição do Maduro foi bem democrática, então! Entendi!

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Rafael Aires
24 dias atrás

Ele perdeu a ultima eleição, então ele foi democraticamente retirado, já não era da vontade do povo ele ser presidente

JHF
JHF
Responder para  Carlos Campos
23 dias atrás

Para retirar alguém precisa: um porta avião, vários Chinook, F18 a vontade, grana para subornar a vice-presidente, os militares e quem mais quiser se vender. Mas Maduro mereceu. Boçal, chato e babaca ao mesmo tempo. Daqui a pouco soltam pois já ninguém aguenta ele na cadeia de NY….

Carlos Campos
Carlos Campos
26 dias atrás

Cartel de Los Soles, é Comandado por Rubio kkkkkkkkkkkkk

Senhor Maskarado
Senhor Maskarado
24 dias atrás

Excepcionalismo americano puro e doutrina Donroe.

Raízes de ideias européias de intervenção e roubo de recursos em prol de interesses próprios não que haja potência boazinha mas pensa num país que se acha no dever e no direito de poder ter fazer o que quiser.

Sorte que historicamente todo império ou superpotência quando fica agressivo demais por tantos motivos externos e internos está sempre por dentro se corroendo Roma e o antigo Império Bizantino foi assim a própria ex URSS o império britânico.

Quando se parece forte demais com gastos militares superiores a qualidade de serviços internos alinhados a doutrinas paranóicas por dentro há fragilidades imensas e assim que potências começam a colapsar lentamente até que o custo de manter sua extensão e lobby vai decaindo.

Desta vez nenhuma país ousou ir nessa aventura militar dos EUA de intervenção em terras orientais nunca vimos a OTAN basicamente não ajudando a interesse e engodo de um líder dos EUA assim comparado aos anos 2000, os EUA além de perderem e queimarem a credibilidade a PAX americana em detrimento de um líder extremamente orgulhoso controvérso e inseguro pós em xeque tudo.

Os EUA militarmente e economicamente estão bons e fortes mas os indicadores gerais mostram uma mudança inevitável só novo mundo.

Está ficando não só para os EUA mas para qualquer potência seja a Rússia também se aventurar em questões internas o custo não só está ficando proibitivo como a capacidade de defesa e contra ataques de outros países menores estão aumentando.

Não eu devo dizer também que independente da visão liberal que alegava com o estabilishment que o mundo seria mais seguro após o “fim da ameaça comunista’ pelos EUA e OTAN que o mundo seria melhor e etc o que acontece após 1991 foi uma série de controvérsias os EUA tinham a faca e o queijo na mão os recursos e o mundo para ser um lugar melhor mas a máquina de sugar dinheiro e de poder do “complexo militar industrial dos EUA’ necessitam de guerra eles literalmente vivem de beber sangue em forma de dinheiro.

As invenções de ISMOS por eles fazem claramente parte da estratégia como a intervenção no Afeganistão e não na arábia saudita potencialmente a maior financiadora de grupos extremistas específicos bem como o Paquistão o que foi uma derrota também.

Os EUA vivem da guerra e são comandados por uma elite semelhante mas mais extensa que os oligargas da Rússia são verdadeiras facções dentro dos EUA comandando e dando lobby com troca financeira e de favores .

Inha critica ao liberalismo também e simples.

Uma vez que se alegam teorias que já não se comportam não e uma questão de defesa de um “socialismo’ ou “comunismo’ e sim simplesmente que sobrevivem com contratos com o governo e impostos públicos com lobby da máquina estatal gerando lucro privado.

Curiosamente novamente fora a família Bush Trump faz o mesmo ao lucrar com os ataques ao Irã.

Isso e sintomas ao meu ver não e vitória e falência de uma carcaça como a antiga URSS em 1980 já não se sustentava a OTAN futuramente bem como a capacidade de extensão dos EUA vai se delimitar ou ficar incompatível com suas alegações e capacidades.

Donald Trump está acelerado sendo o bastião de uma das últimas gerações que viram e acreditam com sua existência no excepcionalismo americano como lei natural mas que o mundo já está mudando.

Vejamos os próximos capítulos.

Tio Velho Comuna
Tio Velho Comuna
23 dias atrás

E imaginar que tem ‘gente’ no Brasil que quer isso também!