Guerra na Ucrânia leva gasto militar europeu a nível recorde e amplia diferença entre leste e oeste
Ucrânia destinou quase 40% do PIB à defesa em 2025, enquanto Rússia chegou a 7,5%; entre os membros da OTAN, Polônia liderou com 4,5%
Os gastos militares da Europa atingiram US$ 864 bilhões em 2025, alta real de 14% em relação ao ano anterior e o maior valor já registrado para o continente pelo Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, o SIPRI.
Em uma década, as despesas militares europeias mais que dobraram, acumulando crescimento de 102% entre 2016 e 2025. O avanço foi impulsionado principalmente pela guerra entre Rússia e Ucrânia, pelo rearmamento dos países do flanco oriental da OTAN e pelas dúvidas sobre a continuidade das garantias de segurança oferecidas pelos Estados Unidos.
Um levantamento elaborado a partir da mais recente base do SIPRI mostra, entretanto, que o esforço militar continua distribuído de maneira extremamente desigual. A Ucrânia opera em uma economia de guerra, a Rússia mantém um orçamento militar muito superior ao dos demais países europeus e as nações mais próximas das fronteiras russas destinam parcelas maiores de suas economias à defesa do que as grandes potências da Europa Ocidental.
Ucrânia destina quase 40% do PIB à guerra
A Ucrânia foi, com ampla margem, o país europeu que mais comprometeu sua economia com despesas militares em 2025. O gasto estimado chegou a US$ 84,1 bilhões, equivalente a 39,56% do PIB — arredondado pelo SIPRI para 40% — e a aproximadamente 63% de todas as despesas governamentais do país.
Em comparação com 2024, o orçamento militar ucraniano cresceu 20%. Desde 2016, o aumento acumulado alcançou 1.501%, refletindo a transformação quase completa da economia nacional após a invasão russa em grande escala, iniciada em fevereiro de 2022.
A parcela do PIB empregada pela Ucrânia foi superior à soma dos percentuais registrados pelos 11 países europeus seguintes no levantamento. Nenhum outro Estado do continente se aproximou desse nível de mobilização econômica.
O esforço permitiu ampliar a produção de munições, sistemas não tripulados, equipamentos de guerra eletrônica e outros armamentos. Ao mesmo tempo, Kyiv continuou dependente de recursos externos: o país recebeu US$ 52,2 bilhões de parceiros internacionais para apoiar seu orçamento estatal em 2025, incluindo US$ 37,9 bilhões em empréstimos do programa do G7 financiado pelos rendimentos de ativos russos congelados.
Rússia gasta mais que o dobro da Ucrânia
A Rússia ocupou a segunda posição europeia em proporção do PIB, destinando 7,5% de sua economia às despesas militares. Em valores absolutos, Moscou gastou aproximadamente US$ 190 bilhões, mais que o dobro do total ucraniano.
Os números mostram a diferença entre esforço relativo e capacidade financeira. Embora a Ucrânia comprometa uma parcela muito maior de sua economia, a dimensão do PIB russo permite a Moscou financiar Forças Armadas, produção de armamentos e operações militares em escala superior.
A Rússia destinou cerca de 16 trilhões de rublos às forças militares e à guerra em 2025. O crescimento real das despesas desacelerou para 6,1%, depois de uma expansão de 38% em 2024, mas o país permaneceu estruturado em torno de um modelo econômico cada vez mais orientado para a produção de defesa.
Sanções ocidentais dificultaram o acesso russo a componentes avançados, mas não impediram a reorganização de cadeias industriais, a expansão da produção de drones e munições ou a importação indireta de tecnologias de uso dual por meio de países que não aderiram às restrições.
Polônia lidera o rearmamento da OTAN
Fora dos dois países diretamente envolvidos na guerra, a Polônia apresentou a maior carga militar da Europa, com despesas equivalentes a 4,5% do PIB. Foi também o maior percentual entre todos os integrantes da OTAN em 2025. A Letônia apareceu em seguida dentro da Aliança, com cerca de 3,6%.
Outros países do norte e do flanco oriental também ficaram acima da média europeia: Estônia, com 3,37%; Noruega, com 3,28%; Lituânia, com aproximadamente 3,08%; Finlândia, com 2,57%; e Suécia, com 2,47%.
O percentual de 1,83% atribuído à Lituânia no texto-base não coincide com a versão atualizada da base do SIPRI, que situa o país em aproximadamente 3,08% do PIB em 2025.
A concentração dos maiores percentuais no leste e no norte europeu reflete a percepção de ameaça mais imediata entre países que fazem fronteira com a Rússia, Belarus ou a região russa de Kaliningrado.
Polônia e Estados Bálticos vêm investindo em defesa aérea, artilharia, blindados, munições, drones, fortificações e ampliação de efetivos. A preocupação não se limita a uma invasão convencional: autoridades da região também alertam para sabotagens, ataques cibernéticos, violações de espaço aéreo e ações híbridas contra infraestrutura crítica.
Grandes economias ocidentais permanecem próximas de 2%
As principais potências da Europa Ocidental aumentaram seus orçamentos, mas continuaram destinando parcelas menores do PIB à defesa do que os países do flanco oriental.
O Reino Unido empregou cerca de 2,35% do PIB; a Alemanha, 2,27%; a Espanha, 2,13%; a França, 2,03%; e a Itália, 1,89%. Os valores individuais podem aparecer ligeiramente diferentes em relatórios que utilizam arredondamentos ou critérios contábeis da OTAN.
A Alemanha, apesar de comprometer uma parcela menor de seu PIB do que Polônia ou Letônia, tornou-se o maior investidor militar da Europa Ocidental em valores absolutos, com aproximadamente US$ 114 bilhões em 2025. O tamanho da economia alemã permite que um percentual próximo de 2,3% produza um orçamento muito superior ao de países que apresentam maior esforço relativo.
A França gastou US$ 68 bilhões, com aumento de 11% nas despesas destinadas a equipamentos militares. O governo francês pretende reforçar a indústria nacional e preparar o país para uma denominada “economia pronta para a guerra” até 2030.
A Espanha registrou uma das maiores expansões anuais, com aumento de aproximadamente 50%, para US$ 40,2 bilhões. Segundo o SIPRI, o país superou 2% do PIB pela primeira vez desde que a antiga meta da OTAN foi estabelecida, em 2014.
Média europeia é distorcida pelo esforço ucraniano
A média aritmética dos percentuais apresentados no levantamento chega a aproximadamente 2,94% do PIB. O número, entretanto, é fortemente elevado pela Ucrânia.
Quando o país é retirado do cálculo, o valor médio dos demais Estados europeus aproxima-se de 2%, revelando que grande parte do continente ainda opera perto do antigo parâmetro mínimo da OTAN.
Também é importante diferenciar a média simples entre países da chamada carga militar regional, calculada dividindo-se a soma dos gastos militares pelo PIB total da Europa. Estados de pequeno e grande porte recebem o mesmo peso em uma média aritmética, enquanto a relação regional ponderada é influenciada principalmente pelas maiores economias.
Os 29 países europeus classificados pelo SIPRI como integrantes da OTAN gastaram conjuntamente US$ 559 bilhões em 2025. Pela metodologia do instituto, 22 deles alcançaram pelo menos 2% do PIB, mas apenas Polônia e Letônia ficaram acima de 3,5%.
OTAN adota nova meta de 5% até 2035
Na Cúpula de Haia, realizada em junho de 2025, os aliados aprovaram um novo compromisso de investimentos em defesa e segurança equivalente a 5% do PIB até 2035.
Desse total, pelo menos 3,5% deverão ser destinados às necessidades militares centrais e ao cumprimento dos objetivos de capacidade da OTAN. Outros 1,5% poderão financiar áreas relacionadas à segurança, como proteção de infraestrutura crítica, defesa de redes, preparação civil, inovação e fortalecimento da base industrial. O progresso deverá ser revisto em 2029. (
A meta representa uma mudança profunda em relação ao compromisso de 2% estabelecido em 2014. Para muitos governos europeus, alcançar o novo patamar exigirá aumentos de impostos, ampliação da dívida pública, cortes em outros setores ou uma combinação dessas medidas.
A Espanha afirma ter obtido flexibilidade para cumprir os objetivos militares da Aliança sem elevar necessariamente suas despesas a 5%. O governo de Pedro Sánchez sustenta que cerca de 2,1% seriam suficientes para entregar as capacidades exigidas, posição que continua provocando atritos com Washington. A declaração oficial de Haia, contudo, afirma que os aliados assumiram coletivamente o compromisso dos 5%, criando uma ambiguidade política entre o texto formal e a interpretação de Madri.
Percentual elevado não garante capacidade militar
A participação no PIB ajuda a medir o esforço econômico realizado por cada país, mas não demonstra, isoladamente, a qualidade ou a eficiência de suas Forças Armadas.
Dois Estados que gastem o mesmo percentual podem apresentar capacidades radicalmente diferentes em razão do tamanho de suas economias, custos de pessoal, estrutura industrial, preços dos equipamentos, manutenção, prontidão, treinamento e composição dos investimentos.
O SIPRI também alerta que a nova meta da OTAN pode estimular diferenças contábeis. A inclusão de infraestrutura, resiliência civil e segurança digital abre espaço para que governos classifiquem despesas anteriormente consideradas civis como investimentos relacionados à defesa. Isso pode elevar os percentuais oficiais sem produzir, na mesma proporção, novas brigadas, navios, aeronaves, munições ou sistemas antiaéreos.
Apesar dessas limitações, os números de 2025 confirmam uma mudança histórica. A Europa não apenas voltou a elevar seus orçamentos militares: o continente registrou o crescimento mais acelerado das despesas da Europa Central e Ocidental desde o fim da Guerra Fria.
O mapa também mostra que o rearmamento avança em ritmos diferentes. Na linha de frente oriental, o risco percebido já produz percentuais superiores a 3% e 4% do PIB. No oeste, os governos ainda procuram conciliar segurança, restrições fiscais e preservação dos sistemas de proteção social.
A distância entre essas duas Europas deverá diminuir durante a próxima década. A questão será determinar se os novos recursos produzirão uma força integrada e sustentável ou apenas uma coleção de programas nacionais, sistemas incompatíveis e metas contábeis.■


Os Estados Unidos dependendo do ano gastam cerca de 3% a 3,4% do seu PIB com o orçamento militar, mas Trump como sempre irracional (ou folgado), fica exigindo que os países Europeus gastem 5% do seu PIB…
EUA gastou mais do q toda a Europa….
E????
A Alemanha gastou mais que toda América Latina, fica bem nos titulos, não é???
Mas é caso para a América Latina dizer :
-Quero lá bem saber disso, não tenho nada a ver com isso.
O mesmo que a Europa também diz, sobre os gastos dos EUA.
E?
Nada….
Só constatação… não precisa bilu bilu
O PIB somado dos 32 países membros da OTAN em 2025 foi de aproximadamente $58 trilhões.
O PIB dos Estados Unidos em 2025 atingiu aproximadamente 30,7 trilhões de dólares no período.
Então é lógico que 3% do PIB dos EUA seja um valor um pouco superior, supondo que o resto dos países membros da OTAN gaste os mesmo 3%…
Mas neste caso os “esforços econômicos”, relativo ao PIB de ambos os lados, seria equivalente.
Prezado…
Eu não sei se entendi….
O PIB Europeu é de 58 e dos EUA é de 31.
Como que os 3% dos EUA é lógico q é maior do q os 3% da Europa?
Ou Pitagoras ou Camões não está bem….
Não entendeu porque não leu atentamente o que escrevi…Não citei “PIB europeu”, onde vc leu isto?
“O PIB somado dos 32 países membros da OTAN”
Os EUA estão inclusos nesta lista de 32 países da OTAN…Onde:
EUA–> US$ 30,7 trilhões
Todos os outros os países da OTAN-> 27,3 trilhões
(30,7 + 27,3 = 58)
Mas estamos falando de Europa e não de OTAN…
Se vc põe OTAN, com os EUA, não tem como comprar o todo…
Não pode dizer q a maioria é EUA, sendo ele maioria da OTAN, se estamos falando de Europa e não OTAN….
Vc meteu OTAN, onde se está falando de Europa…
Agora entendi… não fui eu q não li, foi vc q não comentou direito, forçando ao equívoco.
Trump anunciou um orçamento militar recorde de U$ 1,5 TRILHÕES para o ano que vem, o que vai representar 5% do PIB americano.
Então ele esta dando o exemplo para pedir que os aliados façam o mesmo esforço.
$$ pra caramba!!!!
Este valor não está confirmado,
Trump propôs um orçamento de defesa recorde de $1,5 trilhão, mas ainda tem que passar pela aprovação do congresso…
Cada dia a situação da Rússia fica pior,eles tem tem dinheiro para acompanhar esses ritmo de corrida armamentista.
Quiz dizer eles não tem dinheiro para acompanhar esses ritmo de corrida armamentista.
É a segunda vez que tentam quebrá-los com corrida armamentista, na primeira o Reagan conseguiu, na segunda o movimento já era conhecido e não pegou ninguém de surpresa. Agora é Putin que estica a guerra para ver os europeus desistirem de gastar dinheiro com os ucras
Sei não viu amigo,ou pouco ou muito a economia dos adversários da Rússia são muito superiores,para equilibrar só se a China e a india tomassem lado.
Nessa brincadeira que vc diz do Putin esticar a corda,já perderam a Síria,Venezuela, não conseguiram ajudar a armênia esta última perdeu território para Azerbaijão, países na africa sobre influência de Moscou tão sofrendo com rebeldes,a Rússia o que já perdeu em dinheiro com sanções, perca de exportação bélica e em vidas não está no gibi.
Para ser uma potência militar tem que ser econômica também, na primeira até cumprem os requisitos, mas na segunda deixaram a desejar,era melhor ter engolido a perca da Ucrânia e focado no desenvolvimento do país.
Não existe esticar guerra pra isso…
Só em Resistência.
Em alta intensidade é muita bizonhice.
O problema não está na percentagem do PIB que se gasta mas nas capacidades coletivas que muito dificilmente poderão ser alcançadas desta forma.
Projeção de forças, Vigilância (satélites, AWACS, etc.), dissuasão nuclear, Patrulha Marítima no alto mar, etc. são capacidades que deveriam ser construídas e coordenadas ao nível multi nacional.
E isso não se consegue apenas com mais dinheiro, é necessário vontade política e sacríficos, para oferecer algo de valor a uma causa superior.
Por exemplo a Alemanha ou a Polónia, ao aumentar o orçamento militar, vai contribuir de forma significativa para proteger a passagem de navios no mar Vermelho? Enviará uma ou duas fragatas? E se for necessário intervir em terra?
Ficaria todo o continente dependente da Itália, da França ou do RU, os únicos com alguma capacidade expedicionária?
Mais do que isso.
Precisam reestruturar importantes capacidades.
Na Alemanha, os Bld são manutenidos pela KWM, em manutenções, q em qq exército, é feita na própria unidade e no máximo em Btl Log de Brigada.
Na Inglaterra, vimos fragatas não poderem sair da base, pq os funcionários civis não trabalhavam no domingo, comprometendo a disponibilidade e prontidão da RN.
É muitíssimo importante não comparar forças, quando não se conhece como elas realmente estão.
Falar por falar, sem saber o que se está a dizer.
O dinheiro que se está a gastar é para isso tudo, para subir as capacidades de lutar em uma guerra de alta intensidade, por anos.
Só que para ter essas capacidades totalmente prontas, sabe-se que vai demorar anos.
A Ucrânia antes de 2020, não tinha quase nada, actualmente tem umas forças armadas, como muito poucos países têm no mundo.
Depois, a Europa tem a vantagem de já ter uma Nato, que facilita muito, a integração das várias forças aéreas, marinhas e exércitos da Europa + Canadá em uma força conjunta, para lutar lado a lado.
Junto com ter a Nato, também fazer parte da UE, ajuda muito.
Antes de mais, não insultei ninguém e o senhor não me conhece.
Segundo, está tão habituado a ser agressivo com os comentários sobre com quem ataca a Europa que nem deve ter percebido que sou Português.
Terceiro:
https://www.kielinstitut.de/fileadmin/Dateiverwaltung/Media/Images/News_Press_Releases/2026/Achieving_European_Defence_Autonomy__A_Roadmap_for_Overcoming_Critical_Dependencies.pdf
Achieving European Defence Autonomy
Se fica satisfeito com mais do mesmo, então tudo bem. Eu pretendo que a Europa tenha uma força capaz de projetar poder para além das suas fronteiras imediatas, em todos os domínios e de forma independente, até mesmo dos países europeus e não ficar dependente dos contextos políticos e militares nacionais.
Todo o mundo sabe que os aumentos na defesa se deve ao comportamento em simultâneo da administração dos EUA e da Rússia porque muita gente na Europa pensava que com a integração da Rússia no sistema econômico mundial, o expansionismo e imperialismo russo ficariam nos baús da história, mas muita gente se enganou porque a soberania e autodeterminação dos povos, inscrito na Carta da ONU, só é direito para uns casos mas não para a Ucrânia. Quem não se lembra da propaganda russa que dizia que os europeus iriam morrer de frio? Como tal a Rússia usava a energia como arma, mas se não houver para quem vender, a energia não tem valor e lá andam os russos de tanga porque o dinheiro não dá para mais.
Todo o mundo sabe que Obama na cimeira de Gales, veio com a questão de cada membros da OTAN gastar 2% do PIB com a defesa e que 20% deste montante seria para novos equipamentos. Claro que todo o mundo sabe que Trump quer diminuir os gastos com a defesa, mas com aliados esquecendo que os >EUA proibiram a Alemanha de ter um exército desde o final da II GG ate 1955, ano que foi autorizado a ter forças armadas e foi neste mesmo ano que a RFA entrou na OTAN e por esta altura todos os europeus se sentiram seguros com a presença dos norte-americanos. É bom relembrar que os EUA só contribuem com 16% do orçamento da OTAN e a Alemanha também contribui com o mesmo montante e que todos os membros contribuem para o orçamento da OTAN. É certo que as contribuições variam de país para país porque um que gaste 5% em defesa, nominalmente pode ser menor do que um pais que gaste apenas dois porcento do PIB.
Tudo isto serve apenas o interesse de Trump para vender armamento norte-americano e espero que Portugal nunca compre os F-35 e opte pelos Gripen por duas ordens de razões, a primeira ouvi do Tenente General Rafael Martins, antigo piloto de caças da FAP, a falar que Portugal ganharia se optasse pelos Gripen, também porque os aviões da SAAB são mais baratos de operar e para quem opte pelo stealth, recordo esta notícia que uma Spin off com origem no Instituto Superior Técnico já tem financiamento para desenvolver esta tecnologia, uma tecnologia que permite a absorção de 80 a 90 % das radiações dos radares “Portugueses desenvolvem pela primeira vez na Europa tecnologia de dissimulação para uso civil e defesa”
“Grafeno português que esconde aviões e drones pode revolucionar defesa”
“Quem gasta mais e bem com armas na paz, sangra menos na guerra.” – Provérbio Militar Adaptado.
Tá rolando informações fortes que o Senador Lindsey Graham foi abatido pelos mísseis russo na Ucrânia ao visitar uma fábrica de drones . As evidências são bem fortes, pois ele estava na Ucrânia no dia que ocorreu o ataque.