M109 A5

Uruguaiana (RS) – 22º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (22º GAC AP) realizou uma cerimônia militar para registrar o recebimento de sete viaturas blindadas de combate obuseiro autopropulsado M109 A5, integradas após passarem por manutenção no Parque Regional de Manutenção da 5ª Divisão de Exército.

As viaturas substituem os obuseiros autopropulsados M109 A3 anteriormente empregados pela organização militar, modificando as características de mobilidade, proteção e alcance do sistema de armas da unidade. A atividade integra as ações do Subprograma Estratégico Sistema de Artilharia de Campanha.

Atualização da plataforma M109 A5

Como parte do planejamento para a Artilharia de Campanha, o Exército Brasileiro realiza a atualização da plataforma M109 A5 para a configuração M109 A5+BR, voltada ao emprego em operações de alta intensidade. O padrão técnico incorpora o canhão M284 de 155 mm, que altera o alcance do sistema de armas, além de modificações nos sistemas de controle de tiro para o processamento das missões de fogo.

A plataforma conta também com o Sistema de Georreferenciamento Gênesis, voltado para o posicionamento da viatura e a exatidão dos fogos, atuando na consciência situacional e na interoperabilidade entre os sistemas de artilharia no apoio de fogo às operações terrestres.■

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx



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Nilo
Nilo
26 dias atrás

Sistema de Georreferenciamento Gênesis é uma solução tecnológica da IMBEL.

Angus
Angus
Responder para  Nilo
24 dias atrás

O Gênesis começou a ser desenvolvido antes de 2000.

Em 1999 eu vi uma demostração com uma Bia do 8º GAC Pqdt.

Até hoje não está concluido, o que não tem justificativa razoável.

A IMBEL, haaa a IMBEL, deveria, pelo menos fabricar um fuzil minimamente eficiente/confiavel.

Sim, falta repasses continuados de recursos, mas também falta muita gestão, prioridades, tecnologias e estrutura.

Para concluir, em relação ao Genesis, não existe um unico GAC no EB capaz de realizar uma missão de tiro, da observação/designação do alvo até o disparo, por meio eletrônico.

Ceip
Ceip
26 dias atrás

Prezados,

Na minha humilde opinião, o Exército Brasileiro deveria adquirir mais unidades da plataforma M109 via FMS, equiparia vários Grupo de Artilharia.
Nada contra a licitação de Artilharia sobre rodas que está em andamento.
Mas essa plataforma M109, seria benéfica até para criação de Artilharia Divisionaria no Comando Sudeste e Nordeste.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  Ceip
26 dias atrás

A curto prazo sim, mas foi comprovado na guerra da Ucrânia que canos 39 não são mais ideais para o campo de batalha moderno, devido a ameaça drone e fogo de contrabateria….hoje o padrão está no cano de 52 que garante maior alcance que na artilharia também é proteção.
Por incrível que pareça eles (ucranianos) disseram que a munição básica padrão também não está sendo o ideal, somente as de alcance estendido…enfim, lembrando que os EUA se permitem usar canos de 39 pois jamais entrariam em um combate onde a superioridade aérea deles não é garantida, realidade muito diferente da maioria dos outros países do mundo.

RDX
RDX
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
26 dias atrás

O maior problema é a balística da munição M107 e não o comprimento do cano.

Alcance máximo com munição M107:
M109A3 – 18,1 km
M777 – 21 km
M109A5 – 21 km
ATMOS- 22 km

Última edição 26 dias atrás por RDX
Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Responder para  RDX
25 dias atrás

Bem lembrado, é a munição padrão Imbel que temos licença de produção, estamos falando de uma munição cuja engenharia é da década de 50, o curioso é que os EUA usam o M795 de desempenho bem superior e os ucranianos tem acesso a munição de ponta fabricada no mundo todo, inclusive a essa.

J L
J L
Responder para  RDX
25 dias atrás

Grato pela explicação.

RDX
RDX
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
24 dias atrás
Última edição 24 dias atrás por RDX
Henrique A
Henrique A
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
23 dias atrás

Esses M109A5 vieram quase de graça e a modernização da Bae sai muito mais barata que um novo, então esse é a melhor opção.

Nelson Dias
Nelson Dias
Responder para  Ceip
13 dias atrás

Vc pensa que continuam ainda disponíveis para o Brasil? Não percebeu uma mudança ideológica radical nas relações com os EUA? Infelizmente, o chefe do executivo curte amigos, que na verdade, não são amigos nem de seus próprios povos.

JuggerBR
JuggerBR
26 dias atrás

Considerando as ‘ameaças’ regionais, não estamos tão mal. Mas se tivermos que enfrentar algum país mais forte, estaremos em desvantagem.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  JuggerBR
25 dias atrás

Em qualquer situação teremos que enfrentar drones e como explicado a cima o alcance faz diferença.

Gabriel Moreira
Gabriel Moreira
26 dias atrás

Alguém sabe dizer se as versões A3 serão atualizadas para A5BR? Na reportagem fala em substituição, não em modernização ou atualização…

J L
J L
Responder para  Gabriel Moreira
25 dias atrás

Essa também é minha dúvida. Acho que deveriam ser atualizados para o A5BR em face ao quantitativo que temos desse equipamento. Como mencionado em comentário acima até deveríamos adquirir mais alguns via FMS e espalhar em outras regiões, inclusive como já disse atualizando esse A3

Colombelli
Colombelli
Responder para  Gabriel Moreira
14 dias atrás

A 2 anos tinha previsao de quase 30 serem revitalizados. Nao atualizados

PY3TO - Rudi
PY3TO - Rudi
25 dias atrás

Saudxações a todcos….o que acontecera com os M109 A3? vão ser modernizados ou vão para outra unidade?

Última edição 25 dias atrás por PY3TO - Rudi
Santamariense
Santamariense
25 dias atrás

A segunda parte da matéria, que fala em atualização dos M109A5 para A5+BR, é algo novo ou então uma bobagem escrita pelo estagiário do Cecomsex, pois não vi em lugar algum que o EB tenha contratado novos kits de modernização. Que eu saiba, no EB são só os 32 A5+BR, que equipam o 3⁰ e o 5⁰ GAC/AP. Os M109 restantes do EB são os A5 e esses A3 que agora deixam o 22⁰ GAC/AP.

Juvenal Souza
Juvenal Souza
Responder para  Santamariense
20 dias atrás

Pelo que li no site da BAE, alguns paises do oriente medio atualizaram seus M109-A3 para a versao A5. Quem sabe sobra uns caraminguas pro EB e atualizam esses A3…

Última edição 20 dias atrás por Juvenal Souza
Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
14 dias atrás

Vc esta correto. Falaram besteira e inclusive nao indicaram se estes A5 sairam do lote de 60 onde 38 ja tinham sido revotalizados.

PauloR
PauloR
25 dias atrás

O nordeste do país está totalmente desprotegido de força mecanizada capaz de resistir a uma invasão na região.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  PauloR
25 dias atrás

Neste caso os que estão no Sul não seriam levados para lá? O primeiro combate não seria da marinha e da força aérea?

Felipe
Felipe
Responder para  PauloR
23 dias atrás

Nosso exército não vislumbra invasão no nordeste. Nos anos 90 o foco foi aumentar a presença militar no Norte do país. Hoje ainda temos um exagero de unidades militares no Sudeste , principalmente no Rio de Janeiro, e o foco está em otimizar o que se tem em vez de se expandir a presença militar. Em suma, temos um exército pobre para um país continental, os meios pesados estão concentrados em poucos locais .

Colombelli
Colombelli
14 dias atrás

Primeiro faltou informar se estes A5 sao acrescimo dos 38 ja revitalizados no lote de 60.
O 22 ja tinha recebido se nao me engano 9 obuseiros. Agora fecha 16 q é a dotaçao de 4 baterias de 4.

Pra quem esta preocupado com alcances maximos vai a dica: com muniçao nao guiada ( a guiada e rara e carissima) raramente a peça atira alem de 14 ou 15 km pq o CEP aumenta muito.

Nao tomem a Ucrânia de paradigma. La houve muniçao guiada a rodo q permitiu alcances maxinos efetivos serem iguais aos teoricos.

A realidade, sobretudo na AL é bem diferente.
Mesmo municcao.assistida se nao tiver guiagem é extremamente inefetiva a 20 ou mais km. So serve pra fogo de fustigaçao acima de 14 ou 15 km.

Colombelli
Colombelli
14 dias atrás

Fui pesquisar.
Estes sete ja tinham sido anunciados ano passado junto com 2 pro 15gac ap e 1 pro 5 gac ap. Todos so revitalizados.
O 22 tinha 4 baterias de 4 M108.
Passou a ter 3 de 4 M109A3 recebidis do 16 gac ap que virou glmf
Ha alguns anos recebeu 4 m109 A5 pra substituir os A3.
Com estes 7 passa a 11 peças do A5
1 peça q seria dele esta cedida ao 5 pra fins de instrução.