Pentágono avalia opções militares contra Cuba, incluindo assalto aeromóvel com milhares de soldados
Planejamento preliminar envolveria a 101ª Divisão Aerotransportada, mas autoridades norte-americanas afirmam que Donald Trump não autorizou uma operação e que não há ataque iminente
WASHINGTON — Planejadores militares dos Estados Unidos começaram a examinar opções para uma possível ação contra Cuba, incluindo um assalto aeromóvel de grande escala liderado pelo Exército e envolvendo milhares de soldados, segundo autoridades norte-americanas ouvidas pela CBS News.
Uma das alternativas estudadas atribuiria papel central à 101ª Divisão Aerotransportada — Air Assault, unidade especializada no transporte de tropas e equipamentos por helicópteros para a tomada de áreas estratégicas. As discussões permanecem numa fase preliminar e não significam que o presidente Donald Trump ou o Pentágono tenham decidido atacar a ilha.
O Departamento de Defesa realizou, no fim de junho, uma apresentação de conceito de operações para analisar missões que poderiam ser executadas em diferentes cenários. Esses estudos normalmente examinam objetivos, número de militares necessários, sequência das ações, exigências logísticas e riscos envolvidos.
Planejamento não representa ordem de ataque
Autoridades que falaram sob anonimato ressaltaram que a preparação de opções militares faz parte das atribuições regulares do Pentágono. O objetivo é permitir que a Casa Branca tenha alternativas disponíveis caso a situação política ou de segurança se deteriore.
O secretário interino de imprensa do Pentágono, Joel Valdez, afirmou que o departamento não comenta operações militares hipotéticas. A Casa Branca também não confirmou que Trump tenha solicitado um plano específico de invasão ou de derrubada do governo cubano.
Em março, o chefe do Comando Sul dos Estados Unidos, general Francis Donovan, declarou ao Congresso que suas forças não estavam ensaiando uma invasão nem se preparando ativamente para ocupar Cuba. Ele acrescentou, porém, que os militares poderiam ser mobilizados para defender a embaixada norte-americana, proteger a Base Naval de Guantánamo ou apoiar uma resposta a uma eventual migração em massa.
O novo planejamento teria sido iniciado posteriormente e pode refletir o agravamento das tensões entre Washington e Havana. Ainda assim, as fontes da CBS consideram improvável uma mudança imediata de foco para Cuba, sobretudo porque parte importante dos meios ofensivos, aeronaves e recursos de inteligência dos Estados Unidos está comprometida nas operações contra o Irã.
O que seria um assalto aeromóvel
A opção mencionada não seria simplesmente uma campanha de bombardeios. No vocabulário militar norte-americano, um air assault é uma operação na qual soldados, armas e equipamentos são transportados por helicópteros até uma zona de combate para conquistar ou controlar objetivos terrestres.
A 101ª Divisão Aerotransportada é a única divisão do Exército dos Estados Unidos organizada especificamente para esse tipo de missão. A unidade treina operações de assalto de longo alcance, incluindo a movimentação de forças por centenas de quilômetros, a tomada de terrenos importantes e o estabelecimento de posições em locais com infraestrutura limitada.
Uma operação contra Cuba exigiria superioridade aérea, neutralização de defesas antiaéreas, proteção de helicópteros, inteligência em tempo real, apoio logístico e capacidade de sustentar milhares de militares depois do desembarque.
A reportagem não informa quais seriam os possíveis objetivos, quantos soldados participariam ou se o planejamento contempla a ocupação permanente de áreas da ilha. Também não há indicação pública de que forças tenham sido destacadas especificamente para executar o plano.
Estados Unidos apontam ameaça de drones
A tensão militar aumentou depois que autoridades norte-americanas alegaram que Cuba adquiriu mais de 300 drones militares de diferentes capacidades, provenientes da Rússia e do Irã.
Segundo informações de inteligência divulgadas pelo Axios, oficiais cubanos teriam discutido cenários para o emprego desses sistemas contra a Base Naval de Guantánamo, navios norte-americanos e, eventualmente, alvos em Key West, na Flórida. As próprias fontes dos Estados Unidos reconheceram, entretanto, que não existiam indícios de um ataque cubano iminente.
Havana não confirmou os números apresentados, mas declarou possuir o direito de preparar sua defesa diante da possibilidade de uma agressão externa. O governo cubano acusou Washington de fabricar pretextos para justificar uma intervenção militar.
A avaliação anual de ameaças da inteligência norte-americana, citada pela CBS, descreve Cuba principalmente como um ambiente utilizado por competidores estratégicos dos Estados Unidos, como Rússia e China. O documento não apresentaria a ilha, isoladamente, como detentora de capacidades militares capazes de ameaçar materialmente o território norte-americano.
Hegseth advertiu Havana em Guantánamo
Durante uma visita à Base Naval de Guantánamo, em 10 de junho, o secretário de Defesa Pete Hegseth advertiu Cuba contra a aquisição de armamentos capazes de atingir a instalação ou o território continental dos Estados Unidos.
Hegseth afirmou que esse tipo de iniciativa poderia provocar uma confrontação que Havana não seria capaz de sustentar. Ao mesmo tempo, declarou esperar que Washington pudesse estabelecer no futuro uma relação positiva com uma nova liderança cubana.
Na ocasião, o secretário também afirmou que o Pentágono apresentaria ao comandante-em-chefe todas as opções necessárias diante de uma eventual contingência. A declaração agora ganha novo peso com a revelação de que conceitos operacionais foram efetivamente discutidos.
Diplomacia e pressão econômica continuam como primeira opção
Apesar do planejamento militar, o secretário de Estado Marco Rubio tem defendido publicamente uma transição negociada para um governo formado por tecnocratas e disposto a realizar reformas econômicas.
A administração Trump aumentou as sanções sobre entidades controladas pelas Forças Armadas cubanas, especialmente o conglomerado GAESA, que administra parte relevante da economia e das receitas em moeda estrangeira da ilha. Washington considera que o grupo financia o aparelho de segurança e as estruturas de repressão do governo.
Autoridades norte-americanas também apresentaram uma oferta de ajuda humanitária, apoio agrícola, infraestrutura e acesso gratuito temporário à internet. Em troca, exigem a libertação de presos políticos, redução da repressão e abertura ao investimento privado dos Estados Unidos. Representantes cubanos afirmam que mudanças no sistema político e na liderança do país não estão sujeitas a negociação.
Fontes ouvidas pela Associated Press afirmaram anteriormente que uma ação militar não era iminente e que o governo Trump ainda priorizava pressão econômica e diálogo condicionado. Elas reconheceram, contudo, que as opções militares permaneciam disponíveis e que o presidente poderia alterar sua decisão.
Cuba promete resistência
O presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que Cuba não constitui ameaça aos Estados Unidos e advertiu que qualquer intervenção provocaria um “banho de sangue”, com consequências imprevisíveis para a estabilidade do Caribe e de toda a região.
Havana sustenta que o reforço de suas defesas é uma resposta à escalada das ameaças norte-americanas, e não a preparação para uma ofensiva. O governo também responsabiliza as sanções e as restrições ao abastecimento de combustíveis pelos apagões, pela escassez e pela deterioração econômica da ilha.
Uma operação terrestre ou aeromóvel enfrentaria não apenas as Forças Armadas Revolucionárias, mas também o desafio de controlar uma ilha com cerca de 10 milhões de habitantes, proteger instalações críticas e impedir uma crise humanitária ou migratória de grandes proporções.
Maior escalada em décadas
A elaboração de opções militares representa mais um sinal da deterioração das relações entre os dois países. Desde seu retorno à Casa Branca, Trump restabeleceu a política de “pressão máxima”, ampliou sanções, restringiu transações financeiras e classificou Cuba como uma ameaça incomum à segurança norte-americana.
O planejamento também ocorre depois da operação norte-americana que capturou Nicolás Maduro na Venezuela, em janeiro, episódio que aumentou em Havana o temor de que Washington possa tentar repetir uma ação destinada a remover ou prender integrantes da liderança cubana.
Por enquanto, o Pentágono está construindo alternativas, e não executando uma ordem presidencial. A existência de um plano, entretanto, demonstra que uma ação militar contra Cuba deixou de aparecer apenas em declarações políticas e passou a ser examinada por planejadores profissionais.
A distância entre planejamento de contingência e guerra pode continuar grande. Mas, no atual ambiente de pressão econômica, acusações sobre drones e ameaças públicas, a possibilidade de confronto atingiu seu nível mais elevado em décadas.■
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Tomara que isso aconteça!
Na minha opinião, se os Estados Unidos interviessem em Cuba e ajudassem a implantar um governo democrático, com instituições fortes e uma economia aberta, o país mudaria completamente de rumo. Acabaria essa falta de comida, de remédios e a miséria que o povo enfrenta há tantos anos. Com empresas investindo, empregos surgindo e mais liberdade econômica, Cuba teria a chance de voltar a crescer e dar uma vida muito mais digna para a população.
De novo isso de EUA bombardeando país pra “implantar democracia”??
Ainda não bateu nos americanos a vergonha do fracasso no Irã.
Qualquer coisa é melhor para o povo cubano que a ditadura comunista atual. Mas quem se importa com o povo cubano, não é mesmo?
Cuba talvez seja o símbolo máximo das visões antagônicas do mundo atual e um dos principais resquícios da Guerra Fria. Entretanto, muito antes do que Cuba passou a representar para a direita e para a esquerda contemporâneas, sua história já era marcada pela luta contra a dominação estrangeira.
Cuba lutou pela independência da Espanha em uma guerra iniciada em 1895 e conduzida pelos próprios cubanos. Em 1898, após a explosão do navio USS Maine, no porto de Havana, os Estados Unidos declararam guerra à Espanha. Embora a Emenda Teller afirmasse que os norte-americanos não pretendiam anexar a ilha, com a derrota espanhola Cuba não passou imediatamente ao controle dos independentistas. As tropas dos Estados Unidos ocuparam e administraram o país até 1902.
Como condição para a retirada das tropas e o reconhecimento da República, os Estados Unidos obrigaram Cuba a incorporar a Emenda Platt à sua Constituição. A medida concedia aos norte-americanos o direito de intervir na ilha para, segundo o texto, preservar a independência cubana, proteger vidas, propriedades e liberdades individuais e assegurar a manutenção de um governo considerado adequado.
Cuba também foi obrigada a ceder áreas para a instalação de bases navais norte-americanas. Dessa imposição surgiu a Base Naval de Guantánamo, que permanece sob controle dos Estados Unidos. Tropas norte-americanas voltaram a desembarcar ou intervir em Cuba, especialmente em 1912, 1917 e 1920, sob a justificativa de proteger cidadãos, propriedades e interesses econômicos dos Estados Unidos.
Durante as primeiras décadas da República, empresas norte-americanas adquiriram extensas áreas de terra e passaram a controlar parcelas importantes da produção de açúcar, dos bancos, das ferrovias, dos serviços públicos e do comércio exterior cubano.
No contexto da Política da Boa Vizinhança, do presidente Franklin Roosevelt, um novo tratado eliminou, em 1934, o direito formal dos Estados Unidos de intervir militarmente nos assuntos internos de Cuba. A Emenda Platt foi revogada, mas o controle norte-americano sobre a Base de Guantánamo foi preservado.
Em 1959, Fidel Castro derrubou a ditadura de Fulgencio Batista e iniciou reformas econômicas e nacionalizações de propriedades norte-americanas, além de aproximar Cuba da União Soviética. Os Estados Unidos responderam reduzindo a compra de açúcar cubano, congelando ativos e impondo restrições comerciais. As relações diplomáticas foram rompidas em janeiro de 1961.
Naquele mesmo ano, a CIA treinou, financiou e organizou cerca de 1.400 exilados cubanos para invadir a ilha e derrubar Fidel Castro, na operação conhecida como invasão da Baía dos Porcos. Após o fracasso da invasão, a CIA e o Departamento de Defesa organizaram a Operação Mongoose, que envolveu propaganda, espionagem, apoio a grupos armados, sabotagens e planos de assassinato de dirigentes cubanos, incluindo Fidel Castro.
Em fevereiro de 1962, os Estados Unidos ampliaram o embargo para praticamente todo o comércio com Cuba. Em outubro daquele ano, a instalação de mísseis nucleares soviéticos na ilha provocou a Crise dos Mísseis, um dos momentos de maior tensão da Guerra Fria.
Posteriormente, o Cuban Democracy Act, de 1992, e a Lei Helms-Burton, de 1996, ampliaram o embargo e o incorporaram à legislação norte-americana, dificultando que um presidente pudesse suspendê-lo unilateralmente. As medidas também passaram a atingir empresas estrangeiras que mantivessem determinados negócios com Cuba.
Barack Obama iniciou uma aproximação diplomática em 2014, e as embaixadas foram reabertas em 2015. Entretanto, o embargo permaneceu em vigor. Posteriormente, várias restrições comerciais, financeiras e de viagem foram restabelecidas ou ampliadas. Assim, a relação entre Cuba e Estados Unidos continua marcada por sanções, hostilidade política e disputas em torno da soberania cubana.
Cuba é um país que, desde sempre, luta para se ver livre das interferências dos Estados Unidos, que utilizam seu poder econômico e militar para tentar tutelar o povo cubano. Hoje, a justificativa é o “comunismo”, mas poderia ser qualquer outra. Para os cubanos, nenhuma opção parece conduzir plenamente ao desenvolvimento e à autodeterminação Cabe aos cubanos decidirem sua própria história. Os problemas econômicos atuais decorrem, em grande medida, do impacto brutal de mais de 60 anos de sanções impostas à ilha.
Com certeza…. Ela ter sido sustentada pela URSS, q acabou e deixou de comprar açúcar, a única coisa q produzia, por um preço extremamente mais alto, só pra sustenta-lá não significou nada…..
Esses EUA mauzinhos….
A história de Cuba é a de um país permanentemente submetido às invasões e interferências dos Estados Unidos, muito antes de 1959 e da Revolução Cubana. A questão ideológica atual é apenas mais um capítulo dessa história. Nunca se tratou de levar princípios ou liberdade a ninguém; o que sempre esteve em jogo foi a velha exploração comercial.
Pergunta ao cidadão cubano quem que ele quer ao lado dele e verifique se essa conversa mole de DCE corresponde à realidade.
Cabe ao povo cubano, e não aos Estados Unidos, decidir o seu próprio destino. Os problemas econômicos do país são imensamente agravados pelas restrições comerciais, financeiras e bancárias impostas a Cuba, inclusive por sanções que atingem empresas e instituições de terceiros países.
Também é preciso questionar essa afirmação da direita de que o capitalismo seria o melhor sistema do mundo. Basta observar a pobreza enfrentada por milhões de pessoas nos próprios Estados Unidos. Cuidado com esse papo de “milionário de PPP”: essa narrativa não condiz com os fatos nem com a realidade vivida por grande parte da população.
Delírios de uma potência decadente.
Ataca Cuba e Venezuela, na impossibilidade de enfrentar o Irã.
Agora, imagine Rússia ou China.
O povo cubano decidir seu próprio destino? Sim, com certeza! O problema é a ditadura de partido único que existe no país! Onde os ideólogos marxistas tomam o poder não existe democracia, já que essa pressupõe pluralidade de idéias, coisa impossível com um partido único.
E os EUA tem 2 partidos governando a centenas de anos os Republicanos e Democratas e tem até hoje desigualdade problemas internos imensos por que cuba ? Por que não a líbia que os EUA “libertaram’ por que não o Bahrein que e uma ditadura ? Por que não a Nigéria e claro o mal do comunismo e blá blá desculpas americanas não que cuba seja um exemplo mas sinceramente nunca se tratou de direitos e sim de poder.
Além do mais não e só cuba quantos países do mundo passam fome e não tem água ? Se fosse se tratar de comida água remédios os EUA iriam uma potência de guerra a fome e direitos mas na verdade são o maior financiador de armas do mundo e o país mais xereta do mundo com mais de 800 bases pelo mundo e etc e advinha não e mais seguro e mais democrático.
Então sinceramente os EUA deveriam cuidar dos problemas internos desemprego crise habitacional crise da epidemia de drogas invés de abrir a boca pra falar ISMOS mas e mais fácil julgar o vizinho do que limpar a bagunça de dentro de casa.
Você falou da ditadura em Cuba. Entretanto, em 2024, os dados oficiais registraram 35,9 milhões de pessoas abaixo da linha oficial de pobreza, e a taxa chegou a 12,9% da população. No mesmo ano, 18,3 milhões de domicílios enfrentaram insegurança alimentar, e 771.480 pessoas estavam sem moradia em uma única noite. Há, inclusive, pessoas que trabalham regularmente, mas recebem tão pouco que não conseguem pagar uma moradia digna e acabam vivendo nas ruas.
Se considerarmos que cada domicílio possui, em média, três pessoas, podemos estar falando de cerca de 54 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar, incluindo casos de fome. Ora, estamos falando da meca do capitalismo e de suas virtudes.
Por que não pensamos em punir os Estados Unidos pela enorme desigualdade social, pela pobreza e pela incapacidade de garantir condições mínimas de vida para uma parcela significativa de sua população? Por que essas situações não provocam bloqueios econômicos, isolamento internacional, campanhas pela mudança de regime ou discursos sobre a necessidade de “libertar” o povo norte-americano? Ainda mais se levarmos em conta que se trata de uma nação cristã, na qual são valorizados o amor ao próximo e outras virtudes nobres em relação aos necessitados.
A resposta está no poder. As relações internacionais não são regidas apenas por princípios morais, mas principalmente pela força econômica, militar e política. Países poderosos determinam quais violações serão denunciadas, quais serão ignoradas e quem será autorizado a punir os demais.
Seguindo esses dados, veremos que o capitalismo pode ser mais danoso ao mundo e aos países do que uma ditadura de esquerda. Isso porque as sanções econômicas aplicadas pelos Estados Unidos são responsáveis, segundo matéria publicada aqui no blog, por milhões de mortes.
A última pesquisa de opinião americana ‘achava’ que os iranianos detestavam os aiatolás.
O resultado estamos vendo.
Perfeito.
O velho imperialismo de sempre.
O erro do governo cubado foi só gastar gastar e gastar, sem pensar em uma indústria planejada ou alguma saída lucrativa com o comunismo kkkk infelizmente os ditadores de lá não pensaram nisso
Um Assalto Aeromóvel com mais de 150 km de distância??
Um tanto quanto improvável….
Pelo o que eu tenho lido nesses anos todos no blog e em outros lugares, os militares pensam em todas as hipóteses, mesmo as mais desvairadas.
Os americanos devem estar achando que os cubanos vão vender o país por meia-dúzia de ingressos para a Disney, como fizeram com o Maduro.
Não está podendo com o Irã e se meter com Cuba?
Confia, que vai dar certo.
Não acredito que seja a melhor solução para resolver um problema de um pais muito pobre como é Cuba, que nem sabonete tem capacidade de fabricar direito.
Mesmo que uma parte dos cubanos, que fugiram da ilha, pensem o contrário.
O Haiti é um exemplo de como as questões são complexas.
Por outro lado, é no mínimo curiosa a revolta de alguns com a declaração de Trump, enquanto preferem não ver que Putin invadiu uma parte da Ucrania.
Enfim, a velha hipocrisia dos mesmos de sempre.
De verdade, uma invasão a cuba geraria revolta da população contra os invasores e apoio ao governo tirano, seria uma guerra de guerrilha que levaria anos e muito mais muito dinheiro mesmo, fora que hj com drones o próprio EUA estariam sujeito a ataques na sua costa
Os Estados Unidos são os maiores parasitas do mundo! Durante as inúmeras intervenções militares que levaram a cabo no pós-Segunda Guerra Mundial, dizem levar paz e democracia, mas a verdade é que sempre levaram morte, destruição e submissão.
Verdade!!!
Bom mesmo é onde ficou do lado soviético/chines…
(Uma experiência que aconteceu na vida real)
Quando o Muro de Berlim caiu, para que lado os alemães correram?
a) EUA
b) Rússia
c) não me interessa, o que aprendi com meu professor de história é mais importante
Caramba!
Isso daqui a pouco vai fazer cinquenta anos.
Se vai fazer 50 anos, vc deve saber a resposta:
a, b ou c?
d) N.R.A.
Não se aplica aos parâmetros da realidade atual.
Para onde correram afegãos e iraquianos e libios deu bom né
Eu tive a oportunidade de conversar com um cubano que fugiu de Cuba e foi morar nos EUA.
Esclarecedor o que ele contou.
Palavras dele e não minhas: “só queria entender porque os EUA ainda não invadiram a ilha e transformaram em um estado americano, a população receberia os americanos de braços abertos”.
Parte da população vai receber de braços abertos, com certeza. Mas outra parte vá dar muito problema. Ubá não tem petróleo, não produz nada em escala, nem cama de Azucar. Quer dizer que vai ser difícil o processo de pagamento de toda está incursão. A reconstrução da ilha deve ser um bom projeto para contractors e bancos mas, insurgência vai dificultar tudo isso. Todos sabemos que só democracia e liberdade não paga a conta, em muita coisa para ser calculada na equação.
Palavras dele e não minha.
Como gostam de dizer um certo pessoal “eu não tenho lugar de fala”.
Insurgência de quem? Tu acha mesmo que os oficiais e os políticos de alto escalão vão mesmo se organizar em guerrilhas? ali é o Paraíso nepotismo e compadrio, quando esses perderem o poder terão medo de andar na rua pois não tem mais poder nenhum pra oprimir ninguém.
tipo uma guerrinha civil…
Angus, tanto lá quanto cá, a maioria da população não consegue compreender os mecanismos pelos quais sua vida é da maneira que é. Isso faz parte de uma incapacidade de enxergar a totalidade desses motivos. O pobre brasileiro até hoje acredita que a pobreza existencial de sua vida decorre da falta de esforço para enriquecer. A taxa brasileira de mobilidade social é de 2%. Para 98% da população, nenhum esforço mudará nada. No país com maior mobilidade, esse índice é de 15%. Ou seja, para 85%, nada mudará. No entanto, eles seguem tocando a vida na Matrix, acreditando que algo acontecerá e mudará suas vidas para melhor.
Palavras dele e não minha.
Como comentei, “eu não tenho lugar de fala”.
Os imigrantes possuem uma natureza diferente. Há uma necessidade subjacente de validar mentalmente a decisão de imigrar. Isso frequentemente passa pelo exercício mental de desqualificar a própria origem, ou seja, o lugar de onde vieram.
Isso também ocorre com brasileiros. Vi isso em Portugal, na Alemanha e em Budapeste, com imigrantes brasileiros que estavam com uma vida mais “fu*&@#da” do que a que tinham no Brasil. Mas havia a esperança de que algo mudaria.
É exatamente como a taxa de mobilidade que mencionei em outro comentário. As pessoas mantêm viva a esperança de que algo relevante acontecerá e de que a vida melhorará. Sinto muito, mas, para a imensa maioria, isso não acontecerá.
Somente neste ano, o governo Trump realizou o 26º voo de deportados, que desembarcou em Belo Horizonte. Alguns viviam havia muitos anos nos Estados Unidos. Nenhum voltou rico ou próspero aos olhos de um norte-americano.
Eles comemoraram a morte do Fidel, esquerdistas na época ficaram com ódio, como assim o cubano que veio do Paraíso odeia o Fidel kkkkkkkkkkkkk
Aqui tem um família que prega a mesma coisa. E isso é considerado, em qualquer lugar, lesa pátria.
Aqui tem uma família de analfabetos que ficou rica sem trabalhar, usando dinheiro dos outros. E isso é considerado, em qualquer lugar sério, crime.
Se bem que o chefe da quadrilha foi até condenado e preso…ops…depois foi solto…
Conversa com Rubio?
Torço muito pra que a china chute os EUA de cadeira ou tenha imposição suficiente para os EUA ficarem na deles, nossos pais em 1964 pelos parasitas as Américas todas menos cuba e não melhorou em quase nada golpes de estado elite parasita submissão militar, sinceramente cansado quer ir prós EUA vai eu se pudesse pegava sua passagem de um submisso.
O negócio dos americanos é pilhar o país invadido e deixar o caos, jamais implantar a democracia que não tem nem no país deles.
Tão errado quanto a Rússia na Úcrania ou a China em Taiwan.
Taiwan sempre foi da China. Aquele lugar é uma província rebelde. Nem mesmo é reconhecida por ninguém como Estado soberano.
Todos vocês defendendo os eua invadir os outros mas tá e que tal se os Eua nunca mais invadir ninguem? O que vocês tão vendo é uma super potencia agindo sem restrição. Até durante o auge da guerra fria a URSS invadiu só o Afeganistão e isso porque era país visinho e o governo pediu ajuda. Enquanto os eua se envolviam na coreia, cuba, vietna, grenada, Panamá, América do Sul, iraque…Kwait… E que tal se invés de invadir, eles levantassem as sanções e abrissem o comércio para Cuba? Mandassem ajuda econômica. Até o papa falou que o Trump não tem direito de ficar atacando os outros. Explodiram uma escola lá no Irã, mataram 400 crianças e ai? Vocês estão tão hipnotizados por propaganda e infusão de cultura americana que parecem uma ovelhinhas beeee beee beeee…
Exatamente! É tão absurdo ver esses planos de invasão, que deixamos de acreditar em tal situação. Da mesma forma que parte do discurso da Rússia, em relação a Ucrânia, o comportamento dos EUA em relação a cuba é de autêntica predação, de invasão para dominação. É uma aberração geopolítica em pleno século XXI.
Esqueceu de Brasil em 64 e na Lava-jato.
Sempre os EUA metendo bedelho por aqui.
“durante o auge da guerra fria a URSS invadiu só o Afeganistão”
Totalmente equivocada sua afirmação. Os soviéticos mantinham ocupação militar de quase todo leste da Europa durante toda a guerra fria. Também invadiram e trucidaram a oposição da Tchecoslováquia em 1968.
Se é uma potência agindo sozinha, porque a China ou a Rússia não faz nada?
Essa que é a verdade.
E os civis na Ucrânia? Crianças?
Agora se os EUA perder essa hegemonia e a China ou a Rússia tomar esse lugar, vocês acham que será melhor?
Com a nossa república de corruptos, será horrível em qualquer situação.
Imagino q o cenário seria de um grande assalto aeromóvel simultaneo a grandes desembarques anfíbios pelo lado dos agressores americanos. Já a defesa de Cuba iria se basear em armamento individual, morteiros, mísseis antiaéreos portáteis, buscando o combate em regiões urbanas. Os americanos levariam a melhor, porém poderia surgir uma guerrilha urbana posterior.
A estrategia nacional cubana de defesa é uma versão favelada da Suíça. Quase toda a população masculina tem alguma experiencia militar através da MTT: a milicia territorial cubana. Significa q em caso de guerra a capacidade cubana é de armar 2 milhões de homens com fuzis e granadas e espalhá-los pelas cidades dilapidadas.
Engraçado nao tem imigrante americano indo para Cuba, mas o contrário tem aos montes.. qual sistema funciona melhor. Militarmente falando nao é problema nosso
Oushe! Agora os EUA devem resolver o que acham que é “problema”? Inclusive, criado por eles mesmos, através de sanções e embargos de décadas?!
E fácil estrangular qualquer país que começa a ter melhorias alegando ISMOS sempre foi assim na líbia foi assim no irã em 1959 foi assim em quase tudo ah comunismo ah terrorismo como disseram são predadores os EUA fizeram isso com a HAUWEI senão a Apple estaria com alta concorrência ou substituição eles não ACEITAM PERDER NADA NEM NO JGOO DELES! o jogo e deles a dolarização da economia global as emissões de títulos e de dívidas infinitas deles por eles ! as ditaduras sim ditaduras ÁRABES que os EUA mantém como cães de guarda para manter o controle via lobby do petróleo as sanções para asfixiar qualquer economia gerando pobreza e fome para alegar levar democracia as elites financiadas e grupos políticos os Think Thanks e “instituições’ deles.
E tem gente que sei lá como se diz brasileiro que apoia isso é pior que um cachorro por que tem cérebro e capacidade cognitiva para reflexão mas prefere a coleira e a chibatada pra no final ser chamado de um latino pra eles falarem usando espanhol contigo invés de português vergonha mil vezes!
Não existe potência boazinha mas os EUA desde do fim da guerra fria fizeram nada com o fim da dita “ameaça comunista’ e o estabilishment da economia do liberalismo o mundo não ficou mais seguro a fome não parou e as democracias são muita das vezes são falhas eu me recuso a aceitar isso os caras ficaram sem desculpas arrumariam problemas no oriente médio sempre a fome de sangue e dinheiro do COMPLEXO MILITAR INDUSTRIAL deles querendo dinheiro.
Agora a modinha e terrorismo sempre uma desculpa.
Os caras gastam 1 trilhão pro mundo ficar mais inseguro.
Por isso apoio a China para estabilização sob um novo paradigma e o fim da ordem liberal.
Os EUA tiveram tudo nas mãos escolheram não cumprir o que pregaram durante décadas.
Sempre tem que ter um inimigo uma desculpa pra intervenção e golpes para gerar pobreza insegurança fome e radicalismo.
Sempre.
Por que e poder não e democracia e lobby e dinheiro sob viés privado e lobby estatal se retroalimentando sem fim.
O Governo Cubano não se tocou que as coisas mudaram, até a URSS se tocou, e se abriu, esqueceu o passado, mas lá parece que os sanguessugas ainda não se tocaram, ou simplesmente querem continuar sugando as pessoas.
Não e sobre abrir mercado e muito mais complexo.
Os EUA só aceitam o jogo deles com as regras deles veja qualquer país ou até no modelo deles que os desafios eles birram desde da economia dolarizada ao petróleo dolarizada as emissões de dívidas e títulos a economia dos EUA vivem sob seu peso para se manter a HAUWEI ou qualquer empresa se for até no molde liberal se desafiar a ordem imposta no jogo dos EUA vira desculpa pra ISMOS terrorismo comunismo ismos sem fim por que eles só aceitam que joguem no jogo deles para gerar lucro e prestígio só sob a ordem deles.
E totalmente predatório e exclusivista.
Ainda bem que temos a china e o mundo rompendo esse antigo arcaico sistema que e uma ditadura economia imposta.
Que delírio. Não acredito nisso.
Tem eleições norte americanas nesse ano, e duvido que o eleitor iria querer outro front. Seria possível no próximo ano, se o Marco Rubio for o candidato republicano (duvido que Trump faça isso, seu candidato é o vice dele. Ele não quer perder o poder).
Se acontecer, a Rússia e os Chineses adorariam, primeiro porque todo esforço americano estaria em Cuba e no Irã, a reserva está acabando e não teria como mandar muitas armas e munições para Europa. Taiwan estaria a deriva, só com o guarda chuva japoneses. Diferente do Irã, Cuba não tem capacidade de se defender de um ataque massivo.
Sobre o povo cubano, seria “maravilhoso”, pois o que sabemos é que a pobreza e a fome impera. Muitos colocam culpa somente no embargo e esquecem como o regime cubano é cruel.
Mais uma vez o valentão da rua …. mostrando toda a sua estupidez para os mais fracos do bairro.
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Impondo a sua visão “democrática” …. a ferro e a fogo….rsrsr
E o Sherif do Mundo tem que fazer o que eles pedem sob suas leis senão automaticamente você e um vilão que precisa de democracia.
Foram botados para correr pelo Irã agora vou pegar mais um latino mendigo como troféu.
Do ponto de vista do governo Trump, pode ser genial,…ou um desastre. Não é retirar um governante do seu bunker, é derrubar um sistema inteiro e suas forças armadas. Se tiverem apoio do povo cubano, tudo vai bem. Mas as experiências passadas, não são animadoras, e vão haver baixas, muitas.
Cuba não merece ser invadida.
Seria melhor ver o próprio povo cubano levantar-se e colocar a matilha comunista para correr, embora a melhor solução fôsse perfilá-los todos no paredón.
O efeito pedagógico seria inesquecível…
Pena que não aparece uma alma abençoada para meter 300 Winchester na cabeça daquele cretino laranja…
Esse senhor é um perigo para a estabilidade do mundo.
Pode nao man, o cara é o presidente
Não dá os EUA com seu arsenal e forças econômicas tornam isso quase que proibitivo por orgulho e etc.
Mas não precisa disso basta compensar como a china faz ter industria própria e aliados fortes e mercado alternativo quanto menos depender dos EUA mais o dólar perde força e o alcance de poder econômico sem dinheiro e sem emissão de dívidas os EUA vão a frangalhos para manter sua mega marinha e força aérea príncipes os recursos ficarem escassos e mão de obra e capacidade industrial e o que a China aprendeu e faz .
Ao ter força econômica e tecnogica e militar suficiente você consegue travar o jogo do outro ao reter aliados e recursos para si sem atacar ou levar “democracia’ ainda mais com a arrogância ocidental de EXCEPCIONALISMO de achar que sabe o que e melhor pra todo mundo literalmente.
Alguns colegas foristas já explanaram muito bem aqui todo o passado de Cuba relacionado aos interesses estrangeiros, especialmente norte-americano, inclusive pré-revolução de 59 (e aí os torcedores por mais uma agressão aos cubanos convenientemente desconsideram esses fatos convenientemente). A despeito de todos os males que a revolução comunista tenha trazido para o povo cubano, isso nao torna a justificativa estadunidense de levar a democracia seja verdadeira. Vide o exemplo recente na Venezuela: derrubara Maduro e o regime ditatorial continua.
Outro fato a ser considerado é que os EUA com Trump voltaram com força a adotar abertamente uma política imperialista contra a AL. Seja por meios diplomáticos, econômicos ou militares, passaram a interferir abertamente em todos os países, em maior ou menor grau. E o mais legal é que, de novo, brasileiros agem como quinta-colunas apoiando isso.
O cara abertamente fala em dominar, controlar e explorar e os “compatriotas” (sic) acham isso uma maravilha porque o governo da vez é de um espectro político odiado. Impressionante!
Os EUA tem problemas internos desigualdade crise habitacional, má qualidade alimentar e tantos problemas internos como qualquer país criminalidade crise de uso de substâncias ilícitas ese não conseguem ajudar seu país internamente imagina o mundo e há quem acredita que ligam pro povo cubano ou venezuelano são desculpa e só lembrar da líbia o congresso dos EUA literalmente comemoram a morte de Muammar Gaddafi e a líbia hoje vive sob um lado de um ditador financiado pelos EUA e Rússia e etc um mercado de escravos a céu aberto pobreza fome miséria e a mídia esqueceu deles do Iraque do Afeganistão nunca se tratou de Democracia, segurança alimentar, direitos e sim de aliados.
E preciso infelizmente desenhar para uns entenderem isso, e efeito colateral do financiamento a Hollywood e o excepcionalismo dos EUA que se vêem como heróis e sempre vencem o mal e o vilão e ruim por isso ninguém consegue dissecar as vezes quão absurdo internamente os EUA já foram e ainda são só lembrar do massacre de Tulsa e outros objetos bizarros deles internamente e ainda dizem ah sim levar direitos humanos aos povos “oprimidos’.
Amém
Bom dia. Havana e Pyongyang são os dois apêndices mais visíveis e também incômodos da Guerra fria 1.0. E sim. Seria bom para todos, uma mudança de rumos nas duas “ilhas”. Já que a Coreia do norte é praticamente uma. Lá o ideal, mas improvável seria uma reunificação pacífica. Mas tornou-se perigoso e custoso de mais atacar a Coreia do Norte, então sobra a ilha caribenha, alvo bem mais apetitoso. Longe de mim, ter ilusões de que os EEUU querem liberdade para os Cubanos e sim a democracia que for mais vantajosa para eles os Norte americanos; eu também quero ver o regime Castrista derrubado, mas o mundo ficou tão instável, que não podemos evitar a pergunta: e depois? Qual figura política que possa ser títere de Washington, com respaldo interno em Cuba, surgiria após tantos anos de ilusório comunismo? em outros locais onde os EEUU implantaram a “liberdade e a democracia”, foi mais fácil. Aqui e acolá surgiu um Pinochet, um Castelo Branco, um Ghazi Yawer, um Zelenski etc, mas dos refugiados em Miami, qual teria essa capacidade?