SAM Patriot

Assessores militares alertaram que uma nova ofensiva poderia deixar o Comando Central dos Estados Unidos praticamente sem interceptadores para proteger bases e aliados no Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu, ao menos temporariamente, os planos de ampliar de maneira significativa a campanha militar contra o Irã após ser advertido de que uma nova escalada poderia esgotar os estoques de mísseis interceptadores Patriot e de outras munições de defesa aérea disponíveis no Oriente Médio.

Segundo o The New York Times, a situação dos arsenais foi um dos principais temas de uma reunião realizada na sexta-feira entre Trump, seus principais assessores de segurança nacional e integrantes do governo. A decisão também levou em consideração o risco de expansão regional da guerra, a vulnerabilidade dos aliados americanos no Golfo e as consequências econômicas de um conflito ainda mais intenso.

A suspensão não significa que a Casa Branca tenha descartado definitivamente novas operações. Trump mantém a possibilidade de retomar os ataques caso as negociações fracassem ou o Irã volte a atingir forças americanas, países aliados e a navegação no Estreito de Ormuz.

General alertou para possível esgotamento dos interceptadores

O presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, teria informado reservadamente que as Forças Armadas eram capazes de executar uma campanha de maior escala, mas que as consequências para os estoques de defesa aérea seriam perigosas.

De acordo com autoridades ouvidas pelo jornal americano, o reinício de grandes operações de combate poderia consumir praticamente todos os interceptadores disponíveis ao Comando Central dos Estados Unidos — CENTCOM — responsável pelas operações militares no Oriente Médio. Um representante de Caine não comentou o conteúdo das recomendações apresentadas ao presidente.

O risco não envolve somente a capacidade de interceptar ataques contra Israel. Os sistemas Patriot, THAAD e as defesas instaladas em navios americanos também são empregados para proteger bases, tropas, aeroportos e instalações estratégicas dos Estados Unidos e de seus aliados em países como Jordânia, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait e Iraque.

Uma redução extrema dos estoques deixaria Washington com menor margem para responder a novos ataques iranianos e poderia comprometer a capacidade americana de enfrentar simultaneamente outra crise militar, particularmente na região do Indo-Pacífico.

Mais de 1.200 mísseis Patriot teriam sido utilizados

O Pentágono já teria empregado mais de 1.200 interceptadores Patriot desde o início da guerra, segundo números citados pelo New York Times. Cada míssil custa mais de US$ 4 milhões, dependendo da versão e do contrato de aquisição.

O número exato permanece classificado e diferentes estimativas divulgadas pela imprensa apresentam variações. O Wall Street Journal informou que fontes militares calculavam o emprego de pelo menos 1.500 interceptadores Patriot desde o início do conflito, restando menos de mil exemplares disponíveis. A Casa Branca argumentou que a divulgação de informações atualizadas sobre os estoques poderia prejudicar a segurança nacional.

A guerra colocou os Estados Unidos em uma disputa de desgaste desfavorável. O Irã emprega grandes quantidades de drones de ataque relativamente baratos, além de mísseis balísticos e de cruzeiro, obrigando as forças americanas a utilizar munições defensivas que custam milhões de dólares e possuem produção limitada.

Mesmo quando um ataque iraniano não causa danos relevantes, ele pode obrigar as defesas americanas a lançar um ou mais interceptadores. Em uma campanha prolongada, essa disparidade de custos permite que armas ofensivas mais baratas consumam gradualmente arsenais sofisticados e difíceis de repor.

Produção não acompanha o ritmo de consumo

Os interceptadores Patriot não podem ser substituídos rapidamente. Sua produção exige componentes avançados, linhas industriais especializadas, testes complexos e contratos que também precisam atender aos pedidos de outros países.

Além das forças americanas, o sistema Patriot é utilizado ou está sendo adquirido por aliados na Europa, no Oriente Médio e na Ásia. A demanda aumentou ainda mais desde a guerra na Ucrânia, onde os interceptadores são empregados contra mísseis balísticos russos.

O conflito com o Irã acrescentou uma pressão muito maior sobre os estoques. Em março, quando os primeiros sinais de escassez começaram a aparecer, autoridades do Pentágono sustentaram publicamente que os Estados Unidos mantinham capacidade suficiente para continuar as operações. Especialistas, contudo, já alertavam que o ritmo de consumo não poderia ser sustentado indefinidamente pela produção existente.

O problema envolve também outros armamentos, incluindo interceptadores THAAD, mísseis Standard empregados por navios e armas ofensivas como os Tomahawk. A necessidade de preservar essas munições tornou-se um elemento central nos cálculos sobre a continuidade da campanha.

Bombardeios podem estar fortalecendo coesão interna iraniana

Além do problema dos estoques, integrantes do governo americano passaram a questionar os resultados políticos da ofensiva.

Um alto funcionário dos Estados Unidos afirmou, sob condição de anonimato, que a continuidade dos ataques estaria produzindo “o efeito oposto ao pretendido”, mantendo a sociedade e as estruturas de poder iranianas unidas e permitindo que os dirigentes de Teerã concentrassem a atenção da população em uma ameaça externa.

A avaliação sugere que novos bombardeios poderiam reduzir, em vez de ampliar, a pressão interna sobre o governo iraniano. Embora os ataques tenham causado danos à infraestrutura militar e econômica, eles também oferecem às autoridades do país um argumento para mobilizar a população em torno da defesa nacional.

Poucos integrantes do círculo próximo de Trump acreditariam que uma escalada imediata obrigaria o Irã a aceitar as condições americanas nas negociações, segundo as autoridades consultadas pelo New York Times.

Comandante do CENTCOM também recomendou interrupção

O almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, também teria recomendado a interrupção dos bombardeios na região do Estreito de Ormuz.

Segundo o Axios, Cooper avaliou que os ataques estavam perdendo eficácia e que a lista de alvos previamente selecionados se aproximava do esgotamento. Sem uma decisão política de retornar a uma campanha militar muito mais ampla, haveria pouca vantagem em manter bombardeios de menor intensidade.

A recomendação de Cooper, somada ao alerta de Caine sobre os interceptadores, teria influenciado a ordem de Trump para suspender novos ataques depois de 13 noites consecutivas de bombardeios americanos.

Casa Branca nega que Estados Unidos estejam indefesos

Representantes do governo Trump contestaram publicamente a interpretação de que a pausa tenha sido determinada exclusivamente pela falta de munições.

O embaixador americano nas Nações Unidas, Mike Waltz, afirmou que Trump decidiu conceder “algum espaço” às negociações diplomáticas. Waltz rejeitou a ideia de que os Estados Unidos estejam ficando sem interceptadores e declarou que o presidente ainda mantém todas as opções disponíveis.

O governo não divulgou, porém, dados atualizados sobre o número de mísseis utilizados, os estoques restantes ou a capacidade mensal de reposição. Sem esses números, não é possível verificar de maneira independente a dimensão exata da escassez.

Irã também interrompe ataques

Após a suspensão americana, uma autoridade iraniana afirmou que Teerã também interromperia suas operações retaliatórias enquanto os Estados Unidos mantivessem a pausa.

Os dois países passaram o fim de semana sem novos ataques de grande porte, enquanto mediadores tentavam recuperar as negociações e estabelecer condições para a navegação no Estreito de Ormuz. Omã permanece entre os principais interlocutores diplomáticos entre Washington e Teerã.

A pausa representa uma oportunidade para a retomada do diálogo, mas permanece frágil. Questões fundamentais, incluindo o programa nuclear iraniano, a circulação de navios pelo estreito, as sanções americanas e as garantias de segurança regional, continuam sem solução.

Para Washington, o impasse expôs uma vulnerabilidade estratégica: mesmo possuindo forças capazes de realizar uma campanha ofensiva de grande escala, os Estados Unidos precisam conservar munições suficientes para defender suas tropas e aliados da resposta iraniana.

O resultado é uma limitação imposta não pela capacidade de lançar novos ataques, mas pela dificuldade de sustentar a defesa durante a retaliação que inevitavelmente viria depois.■



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Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
16 dias atrás

Se não me engano, os EUA estariam considerando a criação de uma versão dos mísseis do Patriot, justamente para ser gasto com alvos mais previsíveis e por isso, fáceis de se abater. Ainda bem que o Irã não seguiu a cartilha americana de se desfazer de material bélico considerado obsoleto. Seus mísseis mais antigos foram usados para degradar a capacidade defensiva dos EUA e agora com mísseis mais modernos, estão conseguindo atingir com alto grau de sucesso seus alvos.

João
João
Responder para  Vinicius Momesso
15 dias atrás

Toda hora, há algum relato ou postura americana que “não dá mais”…

Celebra-se que o Irã está bem…

Os coelhos saem da toca…

B-2 e F-35 mandam bala novamente …

comenteiro
comenteiro
Responder para  João
14 dias atrás

E eles se recusam a admitir a derrota apesar do Trump ter cantado vitória umas 38 vezes.

Agora falando sério.

Eles esperam desgastar os americanos em casa.

Bjj
Bjj
16 dias atrás

A questão principal não é nem o custo, mas a escala de fabricação. Gastar 1.200 misseis a um custo unitário de 4 milhões consome cerca de 0,5% do orçamento anual dos americanos.

Por outro lado, armas ofensivas, como misseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones kamikaze são projetados para atingir alvos grande e sobretudo fixos. Misseis interceptadores, por sua vez, são projetados para atingir alvos pequenos, de baixo RCS, manobráveis e rápidos, alguns dos quais viajando em velocidades hipersônicas.

Isso cria uma assimetria de tecnologia embarcada e complexidade que faz com que a escala de fabricação das armas defensivas simplesmente não consiga acompanhar a fabricação dos alvos que precisam interceptar. Some a isso a eventual necessidade de lançar vários misseis interceptadores por alvo e a situação fica ainda pior.

Esse problema estrutral só vai ser resolvido se a capacidade do Irã de continuar fabricando misseis e drones for anulada. Se não for o caso – como não está sendo – nenhuma quantidade de misseis interceptadores vai tirar os americanos do buraco onde se meteram.

André E.
André E.
16 dias atrás

Olha a decadência.

Okan
Okan
Responder para  André E.
15 dias atrás

Qualquer país do mundo adoraria ter essa decadência americana, principalmente o Irã

André E.
André E.
Responder para  Okan
15 dias atrás

decadência
de·ca·dên·ci·a
sf
1 Estado daquele ou daquilo que decai, que se encaminha para a ruína; caimento, declínio.
2 Perda progressiva de poder, prosperidade ou valor; empobrecimento.
3 Época em que algo ou alguém passa pelo processo de degradação; degenerescência, ruína moral.

Okan
Okan
Responder para  André E.
15 dias atrás

Tadinho, não entendeu a ironia. Sugiro que volte ao primário.

Wagner
Wagner
16 dias atrás

Mas o Laranjão jurou que tinha acabado com os mísseis do Irã? Que o Irã não tinha mais munição? O laranjão sempre pisca primeiro.
Irã só está no páreo porque produz suas armas, se preparou.
Se é importador de armas já tinha caído.

1,200 mísseis patriot? Interessante é o tamanho do arsenal iraniano e ainda continua trocando fogo.

Hamom
Hamom
Responder para  Wagner
15 dias atrás

Não só misseis defensivos como o Patriot estão sendo gastos, nesta segunda fase de ataques dos EUA ao Iran.

Ao contrário da primeira fase onde aviões da USAF e a FAI (israel ainda faziam algumas incursões de ataque dentro do espaço aéreo iraniano, agora só fazem ataques stand-off com mísseis terrestres/ar-terra, e drones, lançados de fora das fronteiras do Iran.

É irônico. apesar dos EUA possuírem uma poderosa e moderna força de caças (incluindo o stealth F-35), enquanto o Iran pouco tem e nada de atual, ambos os países se igualam só trocando ataques stand-off.

Esta situação não é nova, na Ucrânia a Rússia também passou pelo mesmo, perdeu muitas aeronaves em incursões dentro da Ucrânia e após um tempo, tudo mudou para ataques stand-off de ambos os lados.

A vida não está fácil para caças fazendo ataque de penetração…

Joanderson
Joanderson
16 dias atrás

Fico imaginando a quantidade de mísseis e drones que o Irã guardou esse tempo todo, está trocando de igual com a maior potência econômica e militar do mundo a meses,mesmo com uma economia pequena e sobre sanções,o Irã sabia que a hora deles de serem atacados pelo tio Sam iria chegar e se prepararam muito bem,aprende Brasil, apesar que no nosso caso acho que não da mais tempo.
Só fico sem entender a inércia da Rússia,era para eles armar o Irã do jeito que os EUA armam a Ucrânia era a hora de dar o troco.
O Irã precisa de uma força aérea Su-35 e 30 caia bem.

Marcelo
Marcelo
16 dias atrás

O Trump achou que o Irã é a Venezuela.
Vai lá e tenta a sorte.
Traidor no Irã é enforcado em praça pública.

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
16 dias atrás

Fontes militares com informações sobre o terreno afirmaram a veículos de imprensa internacional que os ataques iranianos mais recentes mostraram um maior nível de sofisticação ao furar a defesa aérea disponível. A rede americana Bloomberg citou relatos de autoridades que mencionam uma “evolução nos mísseis balísticos” utilizados, indicando que seriam mais rápidos e manobráveis do que aqueles empregados anteriormente.

Ao WSJ, Kochav pontuou que os ataques atuais estariam sendo mais sentidos em razão de danos causados por bombardeios iranianos na primeira etapa do conflito.

— Os radares deles [países do Golfo] estão expostos. A infraestrutura deles está exposta — disse o analista, indicando uma ideia de progressão na ofensiva iraniana.

O problema é que o iran ta batendo e batendo forte o adversário sentiu…

João
João
Responder para  Jefferson Ferreira
15 dias atrás

Hahaahahahahahahahahahahga

O Irã tá apanhando forte e o adversário tá cansando de bater

Francisco
Francisco
16 dias atrás

a galerinha da tal “soberania” ficam loucas de alegria qdo vê uma matéria dessa kkk.

NBS
NBS
Responder para  Francisco
16 dias atrás

Francisco, entendo que isso ocorre porque os EUA sempre foram um país hostil à América Latina. Com sua política intervencionista, bancaram ditaduras militares que prejudicaram o desenvolvimento desses países e de seus povos. Essas ditaduras estavam submetidas aos interesses norte-americanos e aos dos grandes empresários, que enriqueceram às custas do dinheiro público e condenaram os trabalhadores à penúria da exploração.
Os EUA fizeram dessa relação uma espécie de vínculo colonial. A relação dos Estados Unidos com a América Latina é historicamente marcada pela desigualdade de poder, pela desconfiança e por frequentes intervenções políticas. Isso não elimina a responsabilidade das elites e dos militares latino-americanos, que frequentemente aceitaram o apoio estrangeiro para preservar seus privilégios.
Por isso, apesar dos vínculos comerciais e diplomáticos, permanece na América Latina a memória de uma relação baseada mais na tutela e nos interesses econômicos do que no respeito à soberania.

NBS
NBS
16 dias atrás

Cresci ouvindo e vendo o Jornal Nacional falar das guerras no Oriente Médio sob o olhar e o viés norte-americanos. Aprendemos a identificar os “mocinhos” e os “vilões” com a simplicidade pedagógica de um filme de ação: de um lado, os muçulmanos xiitas, habitantes da temida teocracia dos aiatolás; do outro, naturalmente, os defensores da liberdade.
Era realmente deplorável viver sob uma teocracia. Nós, felizmente, vivíamos apenas sob uma ditadura militar apoiada pelos mesmos defensores da liberdade. Era o sujo falando do mal lavado, mas com excelente assessoria de imprensa. Ainda assim, acreditávamos que estávamos do lado dos mocinhos.
Corta pra hoje. É duro perceber que o mocinho não era apenas parte do problema: muitas vezes, era o roteirista, o produtor e o principal patrocinador. Antes tarde do que nunca.
A guerra do Irã está ensinando aos países menores que não basta confiar na benevolência das grandes potências. São necessários domínio tecnológico, persistência estratégica e capacidade de antecipar as ações de um império em decadência. A história mostra que os impérios não desaparecem de uma hora para outra; antes, atravessam um longo período de esquizofrenia autoritária, durante o qual ainda conservam força suficiente para espernear, e, de preferência, em território alheio.
O domínio de mísseis de longo alcance, de cruzeiro e balísticos, combinado com a tecnologia disruptiva dos drones, colocou em xeque a supremacia norte-americana. Para além das mortes e da destruição no Irã, o país conseguiu impor à maior potência militar do planeta uma situação desconfortável: a obrigação de enfrentar alguém capaz de responder na mesma linguagem.
E então chegamos à nossa epifania nacional: o Brasil precisa desenvolver meios semelhantes, incluindo mísseis de longo alcance. Isso exige estratégia, orçamento, visão integrada e coordenação pública. Em outras palavras, exige exatamente aquilo que décadas de discurso sobre Estado mínimo nos ensinaram a desprezar.
Essa realidade precisa ser explicada com clareza à população: defesa, ciência e soberania exigem dinheiro público, planejamento público e coordenação pública. Ainda assim, uma parcela da sociedade continua acreditando que o mercado, movido por sua conhecida vocação patriótica, resolverá tudo sozinho.
Curiosamente, nos Estados Unidos, berço do discurso neoliberal, o dinheiro público alimenta generosamente as empresas privadas do setor militar. O Estado mínimo, ao que parece, é uma recomendação destinada principalmente aos outros.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Responder para  NBS
15 dias atrás

Essa emissora mencionada foi e é o Diário Oficial dos EUA em território nacional…

Jota Ká
Jota Ká
16 dias atrás

É o 51º arrego do Laranjão ! 😉

João
João
Responder para  Jota Ká
15 dias atrás

Cada vez q ele “arrega”, os coelhos saem da gaiola e dale bomba…. Kkkk

comenteiro
comenteiro
Responder para  João
14 dias atrás

Tem que ver quem aguenta mais. O idoso presidente americano ou os religiosos persas.

Comenteiro
Comenteiro
16 dias atrás

O Senhor Mike Waltz, embaixador americano na ONU, disse em recente entrevista à jornalista Kristen Welker no programa Meet The Press da rede de TV NBC, que os estoques de armas americanas estão esgotados por culpa exclusiva de Joe Biden. Ao ser questionado se os arsenais estão com estoques baixos, Ele afirma que isso não é verdade. Para Mike Waltz, quem vazou essa informação é um traidor.

Filipe
Filipe
15 dias atrás

Resultado de indústrias que na bolsa são gigantes, e no mundo real são pequenas e não produzem numa quantidade satisfatória. Viva o modelo liberal, deu ruim até pro tio Sam, e tem quem diga que é a solução para o Brasil

Lucas
Lucas
15 dias atrás

Agora, imaginem contra Rússia e China.
Ou mesmo a Coreia do Norte

Macgarem
Macgarem
Responder para  Lucas
15 dias atrás

kkkkkkkkkkkk

Vemos como Russia e Coreia do norte estão indo bem na Ucrania.

Nativo
Nativo
15 dias atrás

E para onde estão indo só quase 800. Bilhões de dólares do orçamento militar deles?

Wagner
Wagner
Responder para  Nativo
15 dias atrás

Corrupção

Cassini
Cassini
Responder para  Wagner
15 dias atrás

Não, na terra da liberdade e da democracia não existe corrupção, existe lobby.

* Ironia.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
15 dias atrás

Ué?1 Onde está a força do complexo industrial americano?!

Já queimaram o estoque?1

Última edição 15 dias atrás por Adriano Madureira
Manus Ferrum
Manus Ferrum
15 dias atrás

Imaginem o que a China pensa desse acontecimento.