O Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (MNMIIGM), localizado no Aterro do Flamengo, cidade do Rio de Janeiro, recebeu nos dias 22 e 23 de agosto de 2026 viaturas históricas, blindados e meios táticos operacionais. Os veículos e equipamentos foram apresentados ao público em geral como parte das comemorações do Dia do Soldado.
Além disso, o evento contou com as demonstrações com cães, motocicletas militares e ordem unida. Na área de tecnologia foram expostos os estandes do Instituto Militar de Engenharia (IME) e do Centro Tecnológico do Exército (CTEx).
Os visitantes receberam orientações sobre formas de ingresso na carreira militar.
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O filme acima, uma raridade, mostra a criançada a brincar nessas feiras (Eu era uma delas aqui em SP)… incrível como não havia uma série de dedos amputados com aqueles canhões antiaéreos usados como brinquedos nos eventos. Andei de caminhão militar e de Greyhound… boas memórias de uma tarde de sábado.
Um Brasil de outros tempos… éramos imortais. Esse era o clima, que nós crianças, vivíamos nessa época.
Em caso de guerra o unico blindado com alguma capacidade de combate e o guarani e ainda assim combates de média, baixa. intensidade. felizmente ou infelizmente temos um oceano inteiro entre nos e inimigos em potencial.
Castelani
18 dias atrás
Fui ontem no Forte de Copacabana.
Uma decadência. Muito triste.
O acervo do museu é paupérrimo e falta informações básicas, como por exemplo onde começa a exposição (!!)
Por ser um prédio, a exposição começa no último andar e vai descendo. Mas, ninguém te explica isso.
Um som alto nada a ver.
No forte todo, não tem água disponível e o único banheiro é dentro do museu. Que, por sinal estava imundo.
Os banheiros dentro dos restaurantes são bons, claro.
Na fortificação, que seria o ponto alto, o que não falta é ferrugem e mofo.
Se fosse um museu mais interativo, mais bem cuidado, com uma acessibilidade melhor, com certeza faria jus a sua grandeza histórica.
Hoje o Forte não faz sentido como OM, e sempre teve esse problema de mofo e umidade. Como museu também não faz sentido, não tem acervo.
Nos anos 1980/90 tinha várias peças de artilharia de costa, canhões Krupp, etc. Mas faz muito tempo já levaram tudo de lá.
Sobra a Fortaleza propriamente dita, que é legal, os canhões são incríveis. Sobram as construções que abrigavam o quartel, totalmente dispensáveis, podem ser demolidas sem nenhum problema, não são significativas do ponto de vista do patrimônio, nem historicamente, já que os eventos dos 18 do Forte são quase todos desenrolados dentro da Fortaleza.
Deveria virar um parque urbano, como já está ensaiado nos restaurantes, com a fortaleza como grande ponto de visitação.
MARCELO TADEU
18 dias atrás
Sim, os Batalhões de Choque e as PEs tb. Era chamado de “Espinha de Peixe” . Os soldados iam sentados lado a lado. Segurança zero! rsrsrs
Na PE chamávamos simplesmente de “choque”, andei muito. A “segurança” era uma alça de lona onde encaixávamos o ombro…
Mas bacana, bacana mesmo, era a folga na direção, pra fazer uma curva simples de 90º tinha que começar no meio do quarteirão.
Achei muito bonito. Eu gosto dessas caminhões antigos.
Se eu tivesse sabido com alguma antecedência, eu teria ido.
“Expo-Ex… Expo-Ex… Exposição do Exército”… esse jingle ficou gravado na memória.
Parque do Ibirapuera e no Rio de Janeiro… me lembro como se fosse hoje o radar acompanhando um avião da Ponte Aerea e o canhão conectado para o tiro
https://www.youtube.com/watch?v=Yuw82Ohwbbs
O filme acima, uma raridade, mostra a criançada a brincar nessas feiras (Eu era uma delas aqui em SP)… incrível como não havia uma série de dedos amputados com aqueles canhões antiaéreos usados como brinquedos nos eventos. Andei de caminhão militar e de Greyhound… boas memórias de uma tarde de sábado.
Um Brasil de outros tempos… éramos imortais. Esse era o clima, que nós crianças, vivíamos nessa época.
https://www.youtube.com/watch?v=P6oioGaI984
Esse filme é mais louco ainda.
Em caso de guerra o unico blindado com alguma capacidade de combate e o guarani e ainda assim combates de média, baixa. intensidade. felizmente ou infelizmente temos um oceano inteiro entre nos e inimigos em potencial.
Fui ontem no Forte de Copacabana.
Uma decadência. Muito triste.
O acervo do museu é paupérrimo e falta informações básicas, como por exemplo onde começa a exposição (!!)
Por ser um prédio, a exposição começa no último andar e vai descendo. Mas, ninguém te explica isso.
Um som alto nada a ver.
No forte todo, não tem água disponível e o único banheiro é dentro do museu. Que, por sinal estava imundo.
Os banheiros dentro dos restaurantes são bons, claro.
Na fortificação, que seria o ponto alto, o que não falta é ferrugem e mofo.
Se fosse um museu mais interativo, mais bem cuidado, com uma acessibilidade melhor, com certeza faria jus a sua grandeza histórica.
Seria um favor, mandar para a ouvidoria do EB.
Hoje o Forte não faz sentido como OM, e sempre teve esse problema de mofo e umidade. Como museu também não faz sentido, não tem acervo.
Nos anos 1980/90 tinha várias peças de artilharia de costa, canhões Krupp, etc. Mas faz muito tempo já levaram tudo de lá.
Sobra a Fortaleza propriamente dita, que é legal, os canhões são incríveis. Sobram as construções que abrigavam o quartel, totalmente dispensáveis, podem ser demolidas sem nenhum problema, não são significativas do ponto de vista do patrimônio, nem historicamente, já que os eventos dos 18 do Forte são quase todos desenrolados dentro da Fortaleza.
Deveria virar um parque urbano, como já está ensaiado nos restaurantes, com a fortaleza como grande ponto de visitação.
Sim, os Batalhões de Choque e as PEs tb. Era chamado de “Espinha de Peixe” . Os soldados iam sentados lado a lado. Segurança zero! rsrsrs
Na PE chamávamos simplesmente de “choque”, andei muito. A “segurança” era uma alça de lona onde encaixávamos o ombro…
Mas bacana, bacana mesmo, era a folga na direção, pra fazer uma curva simples de 90º tinha que começar no meio do quarteirão.
É a famosa “férias” não é apenas folga.