C-17 visita a Rússia

C-17 transportou o diretor da CIA na visita à Rússia

O diretor da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), John Ratcliffe, realizou nesta terça-feira, 25 de agosto, uma rara visita não anunciada a Moscou para reuniões com autoridades russas. O conteúdo das conversas e a identidade de seus interlocutores não foram divulgados, alimentando especulações sobre possíveis negociações envolvendo a guerra da Ucrânia, as relações de Moscou com o Irã e outros temas de segurança internacional.

A viagem foi inicialmente revelada pela CBS News e posteriormente confirmada por outras organizações de imprensa norte-americanas. Segundo o Axios, dois funcionários dos EUA confirmaram que Ratcliffe estava em Moscou para conversar com representantes russos. Trata-se de sua primeira viagem conhecida à Rússia desde que assumiu o comando da CIA e da mais importante visita de um integrante do governo Donald Trump ao país desde janeiro.

Nem a CIA nem a Casa Branca anunciaram previamente a missão. O Kremlin também evitou confirmar encontros ou revelar quem recebeu o chefe da inteligência norte-americana. Até o fim desta terça-feira, nenhuma das partes havia divulgado oficialmente a pauta das conversações.

C-17 norte-americano chamou atenção em Moscou

Apesar do sigilo, o deslocamento tornou-se visível por meio de dados públicos de rastreamento de aeronaves.

Ratcliffe deixou Washington no domingo em uma aeronave do governo norte-americano e seguiu inicialmente para a Letônia. Nesta terça-feira, viajou de Riga para Moscou a bordo de um Boeing C-17A Globemaster III da Força Aérea dos Estados Unidos, que pousou no Aeroporto Internacional de Vnukovo.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram o grande avião de transporte militar aproximando-se de Moscou, enquanto um comboio de veículos com placas diplomáticas norte-americanas foi posteriormente observado circulando pela capital russa. A aeronave deixou Moscou ainda no mesmo dia.

O uso de um C-17 não significa necessariamente que houvesse carga militar a bordo. O quadrimotor é rotineiramente empregado pelo Departamento de Defesa para transporte de autoridades, equipes de segurança, equipamentos de comunicações e apoio logístico em missões governamentais.

EUA teriam pedido à Ucrânia suspensão temporária de ataques

Outro elemento aumentou a importância da visita.

Antes da viagem, autoridades norte-americanas informaram a Kyiv que uma delegação de alto nível viajaria para Moscou e pediram que as forças ucranianas suspendessem temporariamente determinados ataques contra território russo enquanto a missão estivesse em andamento, segundo fontes citadas pelo Axios.

A Reuters, citando informações publicadas pelo Financial Times, informou que Washington teria solicitado especificamente que a Ucrânia evitasse ataques de longo alcance contra Moscou, São Petersburgo e regiões do norte da Rússia durante o período relacionado à viagem do alto funcionário norte-americano.

O pedido ganha relevância porque a Ucrânia intensificou nas últimas semanas seus ataques com drones e mísseis contra alvos localizados profundamente no território russo, incluindo instalações energéticas e militares. Moscou, por sua vez, ampliou ataques com drones, mísseis de cruzeiro e armas balísticas contra cidades e infraestrutura ucranianas. Em 20 de agosto, uma grande ofensiva russa contra Kyiv matou pelo menos 16 pessoas.

Não há indicação pública de que a suspensão temporária solicitada pelos Estados Unidos faça parte de um cessar-fogo mais amplo.

Guerra da Ucrânia é principal tema possível

Embora Washington não tenha divulgado a agenda, a guerra da Ucrânia aparece como uma das explicações mais evidentes para a missão.

Os esforços norte-americanos para negociar uma solução para o conflito permanecem sem avanços decisivos, apesar de contatos mantidos pelo governo Trump com Moscou e Kyiv. O enviado especial Steve Witkoff tem conduzido parte das negociações norte-americanas com o Kremlin, enquanto outros integrantes próximos ao presidente também participaram de iniciativas diplomáticas.

Uma visita do diretor da CIA, entretanto, possui características diferentes da diplomacia convencional. Chefes de serviços de inteligência podem transmitir mensagens especialmente sensíveis, estabelecer canais de comunicação reservados, discutir ameaças estratégicas ou negociar questões que os governos preferem inicialmente manter fora das vias diplomáticas públicas.

O precedente mais importante ocorreu em novembro de 2021, quando o então diretor da CIA William Burns foi enviado pelo presidente Joe Biden a Moscou diante da crescente concentração militar russa próxima à Ucrânia.

Burns encontrou-se pessoalmente com Nikolai Patrushev, então secretário do Conselho de Segurança da Rússia, e Sergei Naryshkin, diretor do Serviço de Inteligência Estrangeira (SVR). Vladimir Putin, que estava em Sochi, conversou com Burns por telefone. Meses depois, Burns explicou que havia sido enviado para apresentar o que Washington sabia sobre os preparativos russos e advertir sobre as consequências de uma invasão.

A Rússia iniciou sua invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022.

Irã pode estar na agenda

Outro possível tema é o Irã, com o qual Moscou mantém importantes relações militares, econômicas e políticas.

A visita ocorre no mesmo momento em que Washington intensifica a pressão econômica sobre Teerã. Nesta semana, o governo norte-americano anunciou uma nova rodada de sanções contra dezenas de indivíduos, empresas e navios associados ao Irã, enquanto esforços diplomáticos tentam impedir uma nova escalada do conflito envolvendo iranianos, norte-americanos e israelenses.

A Rússia mantém estreita cooperação com a República Islâmica e recebeu drones iranianos durante a guerra da Ucrânia. Kyiv também acusa Moscou de transferir tecnologias e assistência militar a Teerã, enquanto o governo russo afirma que pode desempenhar um papel diplomático nas negociações sobre o conflito no Oriente Médio.

O Wall Street Journal informou que analistas consideram possível que Ratcliffe tenha discutido tanto a situação iraniana quanto questões relacionadas à guerra da Ucrânia, mas não há confirmação de que qualquer um desses assuntos tenha efetivamente integrado a pauta.

Canais de inteligência permanecem abertos

A presença de Ratcliffe em Moscou demonstra que, apesar do confronto político e militar indireto entre Estados Unidos e Rússia, os canais entre as estruturas de inteligência dos dois países continuam funcionando.

Esses contatos já foram usados para questões como troca de prisioneiros, prevenção de escaladas militares e transmissão de mensagens entre presidentes. Em agosto, a Rússia libertou o ex-fuzileiro naval norte-americano Robert Gilman, detido desde 2022, depois de contatos envolvendo Trump e Putin. Moscou classificou a libertação como um gesto humanitário e não recebeu um prisioneiro russo em troca.

A diferença, desta vez, está no contexto. Ratcliffe chegou a Moscou enquanto forças russas e ucranianas continuam realizando ataques cada vez mais profundos contra o território adversário, as negociações para encerrar a guerra permanecem estagnadas e Washington aumenta simultaneamente a pressão sobre um dos parceiros estratégicos mais importantes da Rússia no Oriente Médio.

Sem uma manifestação oficial de Washington ou Moscou, o significado da viagem continuará dependendo do que ocorrer nos próximos dias — especialmente se ela for seguida por novas reuniões diplomáticas, mudanças no ritmo dos ataques na Ucrânia ou algum anúncio relacionado às negociações entre Estados Unidos e Rússia.■



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Nilo
Nilo
12 dias atrás

As cartas estão na mesa Zé Lascado e Iran. O custo de perda de maioria no congresso americano e a baixa popularidade do envolvimento nos conflitos está deixando um rasto de derrota pronunciada, a busca de solução é urgente.

Última edição 12 dias atrás por Nilo
Lucas
Lucas
Responder para  Nilo
12 dias atrás

O que eu li foi que autoridades ocidentais estão fazendo rodízio de visitas à Ucrânia para que os bombardeios russos diminuam.
Só que nem sempre funciona.
O Presidente da Finlândia teve de se esconder em um bunker durante um ataque.
Parece que o Senador Lindsay Graham não teve a mesma sorte anteriormente.

João
Responder para  Lucas
11 dias atrás

???????? Misericórdia……..
não sei o q é pior… conceber essa ideia ou acreditar nela…

Lucas
Lucas
Responder para  João
11 dias atrás

YouTube – Military Summary – 23/06/2026
Kiyv Human Shield.

João
Responder para  Nilo
11 dias atrás

Isso é assunto pra embaixador. Não pro Ch Intlg.

groosp
groosp
Responder para  Nilo
11 dias atrás

Os democratas são pró-Ucrânia

Iran
Iran
Responder para  Nilo
10 dias atrás

Mais da metade da população americana é a favor de apoiar a Ucrânia.

Sergio Machado
Sergio Machado
12 dias atrás

Assim se dá reunião de verdadeiros jplayers globais. Fora a China, o resto é peão desse jogo.
De Moscou, irão traçar as regras das próximas fases sem se destruírem mutuamente.
O resto que se exploda.

João
Responder para  Sergio Machado
11 dias atrás

É possível.
Acho mais provável que alguma regra traçada antes esteja saindo “pela tangente” e a reunião foi pra trazer ao prumo o quanto antes.

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  João
11 dias atrás

É possível. Inteligência americana teria detectado preparação russa para atacar países da OTAN atuando na Ucrânia.

Lucas
Lucas
12 dias atrás

Ontem, Zelensky mandou mais um plano de paz para a Rússia.
Foi prontamente recusado pelo Governo russo.
Exatamente o que falei em um POST anterior.
Quem está ganhando não senta na mesa de negociações.
Impõe suas condições.

Heinz
Heinz
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Ninguém nunca disse que a Ucrânia ganharia, mas só de impor pesadas baixas e perdas econômicas e sociais a Rússia, quando ninguém acreditava que ela iria, a Rússia terá uma vitória de “pirro”.

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Heinz
11 dias atrás

O problema é não existir mais Ucrânia no fim de tudo. Quem sofre é quem toma bomba na cabeça.

João
Responder para  Rafael Aires
11 dias atrás

A Ucrânia tá lá.

BraZil
BraZil
Responder para  Heinz
11 dias atrás

Sim. Muitos disseram e acreditavam que a Ucra ganharia e ainda por cima, sem admitir o apoio massivo do Ocidente, como se os Ucras fossem ganhar sozinhos. Mas é compreensível, são do mesmo grupo que acreditava que o F35 era imbatível e lançava raios fotônicos, de mega, hiper joules intergaláticos; que a marinha dos EEUU seria imbatível em qualquer cenário; que superestimavam o poderio das ex potências europeias e menosprezavam o poderio Russo e que diziam que equipamento Chinês “solta pecinha” etc. Fato é que: nunca se menospreza um adversário e que na guerra, a “verdade” é sempre a primeira vítima…as cartas continuam na mesa, após 13 anos de combates.

Iran
Iran
Responder para  BraZil
10 dias atrás

Não estou dizendo que a Ucrânia vai ganhar ou perder, se eu soubesse disso estaria morando na Grécia trabalhando como o novo oráculo de Delfos, mas o mesmo pessoal que ridiculariza os EUA por ter perdido no Vietnã e Afeganistão, é o que diz que é impossível a Ucrânia vencer pq a Rússia é muito maior, mais poderosa, etc, dissonância cognitiva total na visão de mundo.

Isso pra não mencionar o caso da Arábia Saudita levando ferro de chineludo no Yemen.

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Heinz
11 dias atrás

Ucrânia acabou há tempo. Só tem carne humana para oferecer.
Armamento, munição, mercenários, alvos, inteligência e até dinheiro para folha de pagamento provém da OTAN.
Sem OTAN, não há Ucrânia.

Iran
Iran
Responder para  Sergio Machado
10 dias atrás

“Vietnã acabou há tempo. Só tem carne humana para oferecer.
Armamento, munição, mercenários, alvos, inteligência e até dinheiro para folha de pagamento provém da União Soviética.
Sem o Pacto de Varsóvia, não há Vietnã.” – Algum general americano em 1970, provavelmente

Última edição 10 dias atrás por Iran
NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Lendo sobre a história militar russa desde 1812 você percebe que raramente eles são racionais em tempos de pressão elevada como agora, ou em 41, 17 e por aí vai…

Então não negociar não significa necessariamente que eles estejam com alguma vantagem real.
Pior ainda, eles cogitarem uma guerra aberta contra a OTAN mostra irracionalidade.

João
Responder para  NEMOrevoltado
11 dias atrás

É uma verdade.
Pensar “fora da caixa” pros russos costuma ser bem “fora da casinha”.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
11 dias atrás

O fato é que ambos os EUA e Rússia não são mais tão poderosos em 2026 quanto o povo acredita. O mundo mudou, mas tem gente que resiste a aceitar.

LUIZ
LUIZ
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

O único poder absoluto é as armas nucleares que não podem usar. Então a guerra tem que ser pelas armas convencionais.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  LUIZ
10 dias atrás

Não usa porque se usar a Rússia também vai usar, e o Paquistão vai armar o Iran com nukes.
EUA e Rússia são muito mais fracos que o povo inocente pensa.

Carlos Campos
Carlos Campos
11 dias atrás

O que será que foi discutido? Pedido para Rússia desisitir da Ucrania? Pedido para Crimeia ficar na Rússia e assim acabar a guerra? Pedido para a Rússia não interferir no Irã?

sub urbano
sub urbano
11 dias atrás

Europeus (ocidentais) estão feito baratas tontas nesse conflito. Esta semana Noruega, algum paiseco do baltico e Inglaterra prometeram mais alguns bilhões para manter a Ucrania minimamente abastecida com munição. O apoio financeiro q antes era anunciado em 100, 200 bilhões acabou.

O Zelensky ja disse q não aceita novas eleições kkk Já a Russia vai só levando, está no seu melhor momento na guerra e começou a mobilizar mais 300 mil homens.

Esse ultimo detalhe eu acho q pode ter espichado as orelhas de Washington já q essa mobilização pode ter aparecido nos satelites e com a isso a Russia pode estar pensando em 2 coisas:

1 Um blefe para negociar.
2 Uma ofensiva de inverno

Lucas
Lucas
Responder para  sub urbano
11 dias atrás

Parece que esse é o momento do que chamam de CRINK, associação de China, Rússia, Irã e Coreia do Norte.
A Rússia mantendo pressão na Europa.
Irã no Oriente Médio.
China e Coreia do Norte no Extremo Oriente.
Logo veremos mudanças profundas no cenário internacional.

João
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Kkkkkkkkkkk possivelmente kkkkkk

O único país q tá mais ou menos bem nessa é a China, q tá vendo aliados enfraquecerem.

O Irã só temo estreito pra tentar algo e muito menos meios balísticos e drones para inquietar.

Rússia se arrastando há anos.

Coreia do Norte q abra olho. Trump também foi de sorrisos com nine….

João
Responder para  sub urbano
11 dias atrás

Kkk barata tonta….

A Rússia está com desabastecimento de combustível.
Esta há anos em guerra, e não tomou quase nada a amais, do q a ação de 2014.
Já passou tudo quanto é vergonha com o q tem apresentado em combate
Tá comendo na mão da Coreia do Norte…. Pasmem!!!!

Tá fácil pra Europa, não?

Mas a situação da Rússia está patética.

Eromaster
Eromaster
11 dias atrás

Ucrânia está sob pressão enorme da Rússia. Ucrânia perdeu acesso ao mar, não pode exportar e importar produtos. Além disso, está faltando alimentos em várias regiões na Ucrânia, os supermercados estão com pratileira vazias.
Fora isso, Rússia esta´destruindo todos os portos da Ucrânia. Além disso, está cortando também todas as rotas de abastecimentos da Ucrânia via terrestre com os países Europeus.

Se a Rússia continuar nesse ritmo até janeiro de 2027, Ucrânia pode entrar em colapso total.

Eu acho que o diretor da CIA foi até Moscou pra procurar alternativas e costurar alguns acordos.

João
Responder para  Eromaster
11 dias atrás

Essa Arial 12 tá ótima…

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  João
11 dias atrás

O que ele disse possui fundamento. Segundo sites de monitoramento, há zero movimentação no porto de Odessa e do Danúbio.
Ucrânia depende inteiramente da OTAN para sobreviver. Você cortar as rotas de abastecimento e impedir o escoamento de grãos ucranianos, vai ficar mais complicado do que já está. Rotas terrestres começam a ficar arriscadas, além do que postos de combustível estão sendo destruídos.

Iran
Iran
Responder para  Sergio Machado
10 dias atrás

Desde 2022 se diz que a Ucrânia depende da OTAN pra sobreviver, e ela de fato depende, mas ela sobreviveu kkkk, estão tratando isso como a fraqueza, mas é justamente a força da Ucrânia, eles tem o bloco mais rico da histórica global financiando eles.

Na minha visão particular tratar isso como “haha olha que fracos, eles tem o bloco mais poderoso da história apoiando eles haha” é justamente um psyop russo, pq não faz muito sentido kkk

Sergio Machado
Sergio Machado
Responder para  Iran
10 dias atrás

Já ouviu o termo “cortar linha de suprimento”?
Basicamente, se você nada produz e depende inteiramente de terceiros, cortando ou estrangulando a linha, você vive do quê? No sol fazendo fotossíntese?
É onde entra o fator geografia. Uma geografia complexa e cercada de muitos países, como Irã montanhoso ou o Vietnã com selvas, aniquilar estas linhas é praticamente impossível. Isso certamente pesou em fazer os EUA por os rabos entre as pernas e deixar Ormuz com Teerã. Uma invasão terrestre seria de altíssimo risco.
A grande rota de suprimentos ucraniana era via marítima através do Mar Negro no Danúbio, através da Romênia. . Inutilizadas, terá que que ser terrestre, através das estepes ucranianas sem muita vegetação e linhas de trem, que estão sendo diuturnamente atacadas pelos russos.
De nada adianta o poder da OTAN – que não é tudo isso, visto a escassez de SAM e munições – se não conseguir fazer chegar em Kiev. A saída é continuar a fazer os russos sangrarem com drones que ainda chegam oriundos da OTAN.
Pelo andar da carruagem, os russos vão pesar ainda mais a mão.

Iran
Iran
Responder para  Sergio Machado
10 dias atrás

Meu ponto continua exatamente o mesmo.
Se a Ucrânia fosse autóctone e não tivesse apoio da OTAN ela já teria capitulado, mas como a fonte de recursos deles provém de inúmeros países da Europa, Ásia, Oceania e EUA, não há nada que a Rússia possa fazer pra impedir equipamento de fluir pra lá.

LUIZ
LUIZ
Responder para  João
11 dias atrás

Tem varias postagens no Telegram sobre isso. Não sai e nem entra nada na Ucrânia pelo mar.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Eromaster
11 dias atrás

Desde quando a administração Trump se preocupa com a Ucrânia?

Eromaster
Eromaster
Responder para  Hcosta
11 dias atrás

OS maiores apoiadores e financiadores da Ucrânia é o Tio Sam e a UE (OTAN).
O tio Sam continua fornecendo armas, inteligência e satélite para Ucrânia, coordenando os ataques contra a Rússia.

Uma derrota da Ucrânia, é a derrota da OTAN e dos EUA.

Nei
Nei
Responder para  Eromaster
11 dias atrás

Se Trump quisesse que a Ucrânia ganhasse a guerra, daria outros equipamentos, mas ainda existe uma série de restrições nos usos de algumas armas.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Nei
11 dias atrás

Você está muito atrasado, rapaz Nei. Eles forneceram todos os tipos de armas desde 2022.
Os interesses Deep State está acima do Trump. Ele não tem poder pra alterar essa agenda, ele obedece.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Eromaster
11 dias atrás

faça uma lista das armas que foram enviadas pelos EUA com menos de 20 anos…

Iran
Iran
Responder para  Hcosta
10 dias atrás

É engraçado como tratam armas que são em sua gigantesca maioria excedentes da Guerra Fria como se fossem wunderwaffens vindas diretamente dos laboratórios secretos da USAF ou algo assim, provavelmente a coisa mais sofisticada concedida pelo ocidente são infos de ISR e gerenciamento de dados feitas pela Palantir.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Eromaster
11 dias atrás

https://www.kielinstitut.de/topics/war-against-ukraine/ukraine-support-tracker

Desde a posse de Trump, os EUA deixaram de financiar a Ucrânia e começaram a vender as armas para a Ucrânia e não sei qual é o nível e o alcance da informação fornecida.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Hcosta
11 dias atrás

Você está completamente enganado. Eles apenas terceirizaram o fornecimento de armas via Europa. Europa compra deles e envia para Ucrânia.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Eromaster
11 dias atrás

Então como os EUA financiam a guerra na Ucrânia sem gastar nenhum dinheiro?

Iran
Iran
Responder para  Eromaster
10 dias atrás

A Guerra Pírrica tbm foi uma grande vitória de Épiro contra Roma.

MGNVS
MGNVS
11 dias atrás

Isso está estranho.
Os EUA irem a Moscow enviando um alto dirigente da CIA? Coisa boa isso não é.
E com certeza o assunto é o IRAN.
Pelo visto os EUA estão avisando a Russia sobre algum tipo de evento em grande escala contra o IRAN.
Isso é preocupante pq pode se tratar de um ataque nuclear com bombas táticas contra o IRAN.
Sem um ataque nuclear, os EUA jamais vão vencer o IRAN.
Isso vai abrir um precedente para a Russia também atacar a Ukrayna com bombas nucleares táticas.
As próximas semanas mostrarão o que vai acontecer.
Vamos ver se os EUA também falarão com a China.

Fábio De Souza
Fábio De Souza
11 dias atrás

Ai !! Está uma grande reflexão , aos que diziam que ´´ Rússia não é uma Grande potencia Militar . Bom , na vida Real e segundo Diretor da CIA , os Russos são e , é uma Grande Potencia , Militar e com Grande influencia no Tabuleiro do Mundo .

Última edição 11 dias atrás por Fábio De Souza
Hcosta
Hcosta
Responder para  Fábio De Souza
11 dias atrás

seguindo a sua lógica, então este senhor ao visitar Venezuela e Cuba demonstrou que estes dois países são grandes potências militares…

Antunes 1980
Antunes 1980
11 dias atrás

Interessante: a Rússia enfrentando grandes dificuldades contra a Ucrânia + OTAN, e os EUA lidando com o Irã + China.

O grande ponto é que o tabuleiro mundial está nas mãos de Rússia, China e Estados Unidos. E as conversas estão a todo vapor.

A Europa hoje não tem poder de decisão no âmbito global.

Emmanuel
Emmanuel
11 dias atrás

O que um C-17 não faria na nossa força aérea. E como ajudaria no transporte de cargas e tropas para o EB.
Sonhar não paga imposto, ainda.

Dr. Mundico
Dr. Mundico
11 dias atrás

Historicamente falando, Zelensky está ao lado de Hitler e Napoleão Bonaparte.
Nos últimos 200 anos foram os únicos 3 líderes estrangeiros que conseguiram bombardear Moscou.
E economicamente falando, até agora os corpos de 250 mil russos estão servindo de adubo no solo ucraniano.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Dr. Mundico
10 dias atrás

As famílias de mais de 2 milhões de Ucranianos mortos não concordariam com você, pois os custos de vida nessa guerra é altíssima.

Iran
Iran
Responder para  Eromaster
10 dias atrás

Quais são as fontes desses números?

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
10 dias atrás

Ucrânia e Iran estão firme e forte. Principalmente o Iran. A humilhação das “superpotências” é real e dolorosa.

MGNVS
MGNVS
10 dias atrás

Bom dia, Editores.
Vocês tem mais alguma novidade ou atualização sobre esse assunto?

Sites especializados em Geopolítica estão emitindo graves alertas sobre essa situação.

E essa situação pode ser mais grave do que aparenta.

Devido a interferência direta do Reino Unido na guerra, parece que a Rússia vai dobrar a aposta.

Estão sendo emitido sinais de um possível ataque nuclear tático contra a Ukrayna.

Alexandre Galante
Responder para  MGNVS
10 dias atrás

Por enquanto, só boatos.

MGNVS
MGNVS
Responder para  Alexandre Galante
10 dias atrás

Obrigado, Galante.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
10 dias atrás

Não é ser de direita ou esquerda, não é ser fanboy. O negócio é ser sábio. Rússia, EUA, Israel são MENOS poderosos do que o povo pensa; Iran, Turquia, Paquistão são MAIS.

Histórico recente de guerras dos EUA:

Perdeu do Afeganistão; soldados americanos se retiraram às pressas com medo nos olhos, de forma humilhante, e o Taliban capturou um mar de equipamento do Tio Sam.

Perdeu do Yemen: vários navios da Marinha USA tiveram que recuar pra longe da Costa sob chuva de míssil e drone, os Houthis falam grosso, cheio de moral com a “América” até hoje!

Perdeu pra Turquia na Síria, a maior guerra do século 21: na guerra de proxy na ultra-estratégica Síria, Israel e EUA eram o SDF curdo, a Turquia era o al-Jolani (Ahmed Sharaa) e a Rússia era o Assad. A Turquia conseguiu uma vitória esmagadora e incontestável sobre todas as outras potências.

Tá perdendo pro Iran agora: todo dia sai um vídeo ou meme na internet humilhando a “superpotência” que teve dezenas de bases e dúzias de aeronaves obliteradas pelo forte Iran. Os EUA tão sendo humilhados pelo Iran, que fala grosso com moral e com a força da razão e causa justa.

Rússia, EUA, Israel são MENOS poderosos do que o povo pensa; Iran, Turquia, Paquistão são MAIS.

Calypso
Calypso
10 dias atrás

O Establishment quer que a guerra acabe logo pra botar a mão nos recursos da Ucrânia e ganhar dinheiro reconstruindo o país. Se precisarem descartar o Zelensky, o farão como se faz com um canudo de plástico.