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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone nesta segunda-feira, 24 de agosto, com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, em uma agenda que colocou a cooperação na indústria de defesa entre os principais temas das relações bilaterais. Os dois líderes decidiram criar um Conselho Estratégico em nível de vice-presidentes e acertaram o envio de uma delegação brasileira à Turquia para aprofundar possíveis parcerias no setor militar.

Segundo informações divulgadas pelo governo brasileiro, Lula afirmou que o Brasil pretende ampliar investimentos em Defesa e manifestou interesse em estimular parcerias entre empresas brasileiras e turcas. A conversa ocorreu em um momento de aproximação entre dois países que possuem importantes bases industriais de defesa, mas que até agora mantêm cooperação relativamente limitada em grandes programas militares.

Delegação brasileira irá à Turquia

Um dos resultados concretos do telefonema foi o acordo para enviar à Turquia uma missão brasileira chefiada pelos ministros da Defesa e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A delegação deverá avaliar oportunidades industriais e definir áreas nas quais empresas dos dois países possam trabalhar conjuntamente.

Os presidentes também celebraram a ratificação, pelos parlamentos dos dois países, do Acordo sobre Cooperação em Indústria de Defesa, assinado originalmente por Brasil e Turquia em 25 de março de 2022.

No Brasil, o texto foi aprovado pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo nº 195, de setembro de 2025. O acordo estabelece uma estrutura jurídica para cooperação em desenvolvimento, produção, aquisição e manutenção de equipamentos militares, além de suporte técnico e logístico.

O documento prevê ainda pesquisa e desenvolvimento conjuntos, modernização de equipamentos, intercâmbio de informações científicas e técnicas e implementação de projetos industriais nos territórios dos dois países. Também abre espaço para acordos específicos destinados ao desenvolvimento e à fabricação conjunta de armamentos e sistemas militares.

Nenhum programa específico de aquisição ou desenvolvimento conjunto foi anunciado durante o telefonema.

Erdogan destaca comércio, investimentos e indústria militar

Tanque leve Tulpar da fabricante turca Otokar 

A Presidência turca apresentou uma versão mais ampla da conversa. Segundo a Diretoria de Comunicações da Turquia, Erdoğan afirmou que o aprofundamento da cooperação em investimentos, comércio e indústria de defesa beneficiaria os dois países.

O líder turco destacou que as relações entre Brasília e Ancara vêm se desenvolvendo desde que ganharam uma estrutura política mais avançada cerca de duas décadas atrás. Erdoğan também defendeu a criação de um modelo de cooperação econômica entre Brasil e Turquia capaz de aumentar a prosperidade das duas populações diante do crescimento das tendências protecionistas no comércio internacional.

A aproximação ocorre enquanto a Turquia se consolida como um dos países que mais rapidamente expandiram sua indústria militar nas últimas duas décadas, com forte presença em segmentos como veículos blindados, drones, mísseis, sistemas eletrônicos, radares, navios de guerra e aeronaves.

O Brasil, por sua vez, possui uma indústria estabelecida em áreas como aviação, foguetes, sistemas de comando e controle, radares, armas leves, munições e construção naval. O acordo bilateral cria uma base jurídica para que essas capacidades possam ser combinadas em projetos futuros, inclusive visando terceiros mercados.

Conselho Estratégico será comandado por vice-presidentes

Lula e Erdoğan também acertaram a criação de um Conselho Estratégico Brasil-Turquia, que deverá funcionar em nível de vice-presidentes.

Segundo a Presidência brasileira, o órgão terá como missão elaborar um “mapa do caminho” para aprofundar as relações entre os dois países. A estrutura deverá ir além da Defesa, abrangendo investimentos, comércio e outros setores considerados estratégicos.

A criação desse mecanismo indica a intenção de institucionalizar uma relação que, até agora, dependeu em grande parte de encontros presidenciais e iniciativas específicas dos ministérios.

Para Erdoğan, os dois países possuem também posições semelhantes em determinados temas internacionais, especialmente na defesa da negociação como instrumento para solucionar conflitos. A Presidência turca afirmou que políticas de Brasil e Turquia que priorizam a paz em questões regionais e globais contribuem para a estabilidade internacional.

Ucrânia e Oriente Médio entram na conversa

Os conflitos internacionais também fizeram parte do telefonema. Lula e Erdoğan lamentaram a continuidade das guerras e defenderam a intensificação do diálogo para encontrar caminhos para a paz tanto na Ucrânia quanto no Oriente Médio.

Os dois governos vêm procurando desempenhar papéis diplomáticos independentes nesses conflitos. A Turquia mantém relações com Rússia e Ucrânia e já atuou como intermediária em negociações envolvendo os dois países. O Brasil, por sua vez, tem defendido uma solução negociada para a guerra e procura manter canais diplomáticos abertos com diferentes partes.

Essa convergência também reforça a aproximação política entre Brasília e Ancara em um cenário internacional marcado pela competição entre grandes potências e pelo aumento das barreiras comerciais.

Lula confirma presença na COP31

A conversa terminou ainda com um novo encontro presidencial no horizonte. Erdoğan convidou Lula para participar da COP31, conferência climática das Nações Unidas que será realizada em Antália, no sul da Turquia, entre 9 e 20 de novembro de 2026.

Lula aceitou o convite e afirmou esperar encontrar o presidente turco novamente em breve.

A reunião em Antália poderá servir para avaliar os primeiros resultados da missão ministerial brasileira e do novo Conselho Estratégico. Até lá, o principal movimento concreto deverá ocorrer no campo da Defesa, quando representantes dos dois governos e das respectivas indústrias começarão a transformar o acordo político em projetos específicos — etapa que determinará se a aproximação entre Brasil e Turquia produzirá programas industriais conjuntos ou permanecerá principalmente no campo diplomático.■



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Lucas
Lucas
12 dias atrás

Excelente notícia.
A Turquia tem excelente potencial para negócio lá civis e militares.

Bardini
Bardini
12 dias atrás

Tulpar…
Uma coisas mais toscas que tenho visto de propagandistas turcos ultimamente, é a peça de marketing para vender a imagem do Tulpar com uma papagaiada de ser “ITAR-free”.
.
Os turcos ofereceram o blindado com motor Caterpillar e transmissão Allison e garantem que é “ITAR-free”.
.
Grandes porcaria usar componente americano e fazer joguinho de palavras dizendo que é “ITAR-free” para dar a entender que não existem amarras…
Motor e trasmissão são regidos pelo EAR, que possuí mecanismos de controle tão rigorosos quanto o ITAR. Só mudaram o enderço do problema em Washington, rsrsrsrs.
.
E o mais cômico de tudo, é que se preocupam tanto com papinho de “diversificação”, em ser “ITAR-free”, “BAFA-free”, mas não se escreve uma única linha sobre estarem colocando todos os blindados brasileiros a mercê dos interesses da Itália e das regulamentações via UAMA. Pq $erá, né!?

deadeye
deadeye
Responder para  Bardini
12 dias atrás

motor Caterpillar e transmissão Allison” ahh sim, componentes de uso duplo de origem civis são super dificieis de substituir, nossa, não é como que existisse diversas empresas que possam fornecer transmissões ou motores.

Bardini
Bardini
Responder para  deadeye
12 dias atrás

Existem empresas com capacidade de substituir a transmissão ZF dos mais de 800 Guaranis. Foi feito? Qual seria o custo de tal substituição? Quais os impactos de uma substituição no desempenho do blindado?

É plenamente possível substituir elementos do powertrain de um Tulpar, como qualquer outro blindado da categoria. Poderiam usar motorização Scania ou MTU e transmissão SAPA ou Renk, por exemplo…
.
Qual o custo de descobrir que a propaganda de ser “ITAR-free” é uma falácia e que não existe autonomia em um chassis turco recheado de componentes americanos regulamentados pelo EAR, depois de ter recebido mais de uma centena de unidades e ter estabelecido todo o sistema de apoio logístico destes meios e sistemas?

Última edição 12 dias atrás por Bardini
NBS
NBS
Responder para  Bardini
11 dias atrás

Entenderia a frustração se ela decorresse do fato de não termos optado por desenvolver o conhecimento necessário para produzir nossos próprios meios, independentemente dos custos, pois, nesse caso, estaríamos construindo um projeto genuinamente nacional ou, ao menos, realizando a integração de sistemas e componentes fornecidos por diferentes parceiros.
A condição ITAR-free é importante por vários motivos: reduz a dependência de autorizações dos Estados Unidos; diminui o risco de embargos e restrições políticas; amplia a liberdade para modernizar, empregar e exportar o equipamento; permite escolher fornecedores de diferentes países; facilita a substituição de componentes; e fortalece a autonomia tecnológica e operacional. Em matéria de defesa, não basta possuir o equipamento: é preciso garantir acesso a peças, munições, códigos, manutenção e atualizações durante todo o seu ciclo de vida. Caso contrário, o país compra o meio, mas outro governo conserva o poder de decidir quando, como e contra quem ele poderá ser utilizado.
E o mais importante de tudo: os Estados Unidos são um país hostil ao Brasil, o pior aliado que alguém pode se dar ao luxo de ter, pois se trata de um império que sempre olha para os aliados sob a perspectiva de que “eu mando e você obedece”; um país que faz da intervenção, da agressão e da manipulação parte de sua estratégia de dominação. Nunca nos viu como parceiros, e as Forças Armadas brasileiras têm uma inclinação ideológica decorrente do fato de a formação nas academias brasileiras ser um espelho da visão americana de mundo — a visão de um país que atualmente agride e ataca o nosso país.

Bardini
Bardini
Responder para  NBS
11 dias atrás

“A condição ITAR-free é importante por vários motivos: reduz a dependência de autorizações dos Estados Unidos;
.
Reduz mas não elimina. Mesma porcaria. Tem que pedir autorização, só muda o endereço. Para vender ao Brasil, os turos tem que ir lá no BIS e pedir autorização.
.
“diminui o risco de embargos e restrições políticas; “
.
Eles tem total autonomia para embargar TODOS os produtos americanos presentes em um blindado. TODOS. Seja regulamentado pelo ITAR ou não. Só muda o departamento que vai tocar isso aí adiante.
Sem falar que do dia para noite, esses produtos podem passar a ser regulamentados pelo ITAR, rsrsrs…
.
“amplia a liberdade para modernizar, empregar e exportar o equipamento; “
.
Na prática, amplia porcaria nenhuma.
E se por ventura ou milagre o Brasil fosse exportar Tulpar, teria de pedir autorização americana, da mesma forma que teria de pedir para turcos e italianos.
.
“permite escolher fornecedores de diferentes países; facilita a substituição de componentes; e fortalece a autonomia tecnológica e operacional.”
.
Os turcos poderiam escolher fornecedores que não sejam americanos. Facilitaria o trabalho do pessoal que vai fazer ADVERTORIAL para vender a oitava maravilha do mundo moderno por aqui, rsrsrsrs.

Última edição 11 dias atrás por Bardini
NBS
NBS
Responder para  Bardini
11 dias atrás

Talvez não tenha sido claro. Reconhecemos que os produtos militares norte-americanos são de boa qualidade e que os EUA detêm extensa propriedade intelectual em muitas tecnologias, as quais, eventualmente, se espalham por outros países e empresas. O comércio deve fluir por meio de fornecedores que comprovem sua própria titularidade. Se, em algum momento, isso não estiver claro, ou se os EUA, por outros meios, alegarem ser os legítimos detentores, é preciso colocar na balança a conveniência de sua excepcionalidade — pois tudo será pesado diante da necessidade de nos conter. Fornecedores não hegemônicos não terão tanta facilidade para agir dessa forma.
Mas o que deve ficar claro é que devemos manter distância dos EUA, de seus produtos e de suas tecnologias sempre que possível. Não se deve fomentar, adquirir ou impulsionar suas indústrias por meio de eventuais compras nossas, especialmente quando se trata de uma força já submetida ideologicamente a alinhamentos tácitos. Isso alimenta o endeusamento tão comum aqui no fórum entre leigos, entusiastas, militares da reserva e da ativa (pasmem!). Se a bandeira dos EUA for hasteada em ordem unida, veremos soldados repetindo ‘God save America’ — e isso, por si só, já é uma tragédia.

Santamariense
Santamariense
12 dias atrás

Penso que um dos principais objetivos seja o interesse do EB no Tulpar. Não sou adepto nem favorável à essas adaptações de um IFV travestido de carro de combate, mas o EB parece determinado a ir por esse caminho, seja com o Tulpar ou CV90 ou outros do tipo. Então, já que vai ser algo nesse sentido, que seja um modelo que tenha comunalidade com o Centauro 2, no caso a torre e o canhão de 120 mm. Outro campo que talvez seja observado nessa visita seja o dos UAV/UCAV.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

Hehehehehehe…com argumentos desse tipo, nem dá pra tentar argumentar.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Santamariense
12 dias atrás

“Tem nem terreno para MBT” operar aqui direito. Quando a pessoa desconhece a geografia do Sul do Brasil e do interior do Estado de São Paulo.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Deadeye
11 dias atrás

Pois é. O cara escreveu tamanho bobagem que até apagaram o comentário dele.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Santamariense
11 dias atrás

Pra que MBT do EB ? Vamos enfrentar algum outro MBT ? Invadir um país vizinho ? Olha o tamanho do território nacional. Tem nem terreno aqui pra MBT atuar direito”.

Típico questionamento daqueles que para eles, a defesa está tudo bem, tudo muito bom e perfeito…

Ei amigo, MBT não entra só pelo teatro amazônico, pode entrar via litoral…

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Para quê Gripen-E?! Vamos de Supertucano…

Afinal nenhum vizinho sul-americano tem como nós ameaçar com alguma incursão hostil ao nosso território…

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Meu caro, não são nossos vizinhos que devemos temer, são nossos tradicionais aliados e parceiros europeus e Estadounidenses…

Hoje são nossos amiguinhos, amanhã podem vir com algum tipo de justificative esdrúxula de que o Brasil está cometendo algum tipo de ilícito de caráter inaceitável…

Para inventar justificativas, esse povo perfumado e elegante é bem criativo, tipo: Criar uma No fly Zone porque estamos oprimindo os indígenas ou estamos sendo negligentes com a mortalidade de comunidades ou qualquer outra coisa mirabolante.



Fábio Mayer
Fábio Mayer
12 dias atrás

Cooperação em Defesa entre Brasil e Turquia:

– Turquia: temos aviões de caça, helicopteros, misseis e blindados para vender a preço de cooperado!
– Brasil: não, obrigado, não temos orçamento, compramos usado dos EUA
– Turquia: mas, se financiarmos para pagamento em 20 anos?
– Brasil: obrigado, mas vamos contratar e depois contingenciar os pagamentos para que eles levem 40 anos, nem que seja para receber menos e mais tarde, não temos inimigos, não precisamos investir em segurança, nossos vizinhos são pacíficos e mal armados.

É uma cooperação bem parecida com a da Suécia.

deadeye
deadeye
Responder para  Fábio Mayer
12 dias atrás

É que os militares querem manter o acesso a Miami para comprarem Iphone 17

João
João
Responder para  deadeye
11 dias atrás

No Paraguai tá bem fácil….

Carlos Campos
Carlos Campos
12 dias atrás

Turquia vende armas para Ucrania, e tem uma posição ambigua com a Rússia, o Lul4 não gosta da Ucrania e é favorável à Rússia, espero que o Lul4 mude sua opinião, o Brasil como parceiro da Ucrania ia ganahr muito, a Rússia só vence aquilo com armas nucleares, tá vergonhoso para os Russos

Igor
Igor
Responder para  Carlos Campos
12 dias atrás

Esquece ficar contra a Rússia, ela é um dos nossos seguro, o Lula não é contra a Ucrânia mas sabe quem está dando as cartas por lá e ele corretamente não quer conversa com aquela gente

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Igor
11 dias atrás

Eles que são brancos e europeus que se entendam…

Não há o porque do Brasil se meter naquela novela, já há muito cacique opinando naquele atoleiro e muito Padrinho, muito patrono para tomar as dores da Ucrânia.



Luciano
Luciano
Responder para  Carlos Campos
12 dias atrás

O “Lul4” não tem que ser favorável a ninguém, a não ser o Brasil. No entanto, o Brasil tem constituição, tem lei, brigar com a Rússia, uma das maiores potências do mundo, tanto militar quanto energética e tecnológica, pra escolher lado, não me parece inteligente.

O mesmo vale para Tuquia em relação a Israel. A Tuquia é uma potência econômica, diplomática, geopolítica, OTAN, com um mercado consumidor de 80 milhões de pessoas. Israel, é legalzinho, temos que manter os negócios, mas nunca vai poder fazer trocar de igual para igual com o Brasil, 10a economia do mundo.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Luciano
11 dias atrás

Turquia é bem mais desenvolvida que Brasil e Rússia e superior às potências em várias tecnologias de defesa!

Iran
Iran
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

A Turquia não é “bem mais” desenvolvida que o Brasil, e menos ainda que a Rússia.
Não nego que eles estejam melhor que a gente, mas “bem mais” é exagero.
Se você estiver falando da área de defesa, ai sim são bem mais que nós, mas continuam atrás da Rússia com folga.

Mauricio R.
Responder para  Iran
11 dias atrás

Os turcos criam, desenvolvem e fabricam tudo aquilo que a “excepcional” BID do Brasil só sonha, ou então depende de ToT de alguém.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Aprendeu isso em uma aula com Erdogan?

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Luciano
11 dias atrás

Turquia taí pra provar que vender arma para os Ucranianos não é fim do mundo….. Quanto a Israel e Turquia, eu vejo os dois em níveis equivalentes, mas Israel superior pelo apoio dos EUA, a Turquia não tem boa relação dentro da Europa, AAlemanha, França e Greécia nao confiam neles.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

Turquia é infinitamente mais forte do que Israel

Mauricio R.
Responder para  Luciano
11 dias atrás

Gostaria de saber aonde é que se escondeu essa Russia, “uma das maiores potências do mundo, tanto militar quanto energética e tecnológica,” por que o que estamos vendo, não é nada disso.
Sobre a relação do Brasil de apoio a Russia, a única alavancagem deles sobre nós é na questão dos fertilizantes, que já deveríamos ter resolvido a tempos.
Mas o atual (des)governo preferiu outra abordagem…
Idem ao mando chinês sobre o nosso agro negócio e a exportação de minério de ferro.
Parece confortável do jeito que está.
Qndo a conta chegar, o choro será grande.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

já vi american fanboy, Sino fanboy, Russete e agora temos um turco fanboy

Mauricio R.
Responder para  Luciano
10 dias atrás

Precisamos mais dos produtos militares e das tecnologias de Israel, do que eles de nossa simpatia.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Mauricio R.
10 dias atrás

Israel é fraco e ultrapassado. Acuado e minúsculo, mesmo com apoio total dos EUA: impotente em todos os sentidos.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

Turquia vende armas para Ucrania, e tem uma posição ambigua com a Rússia, o Lul4 não gosta da Ucrania e é favorável à Rússia, espero que o Lul4 mude sua opinião, o Brasil como parceiro da Ucrania ia ganahr muito”.

Amigo, indiferente do posicionamento turco com russos e ucranianos, o produto que ele pode nós oferecer é algo que pode criar uma grande renovação blindada.
Sei que alguns aqui não morrem de amores pelo chamado medium main battle tank, mas acho que para a realidade econômica brasileira é algo que no momento podemos ter a possibilidade de adquirir.

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Com a família Tulpar, poderíamos substituir ao menos três modelos de viaturas usadas no EB:
Os americanos M-113 que têm mais de 50 anos de fabricação, os M-60 com cerca de 40 a 48 anos e os Gepard 1A2 do Exército Brasileiro (EB),com idade que varia entre 40 e 45 anos e sofre com a falta de peças.

E depois em um momento favorável, poderemos ver o MBT Altay…

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Última edição 11 dias atrás por Adriano Madureira
Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Adriano Madureira
11 dias atrás

Nessa parte dos blindados concordo, tem que ver o que os Suecos tem em relação ao CV90, que é meu preferido

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Nessa parte dos blindados concordo, tem que ver o que os Suecos tem em relação ao CV90, que é meu preferido”

Amigo Carlos Campos, temos que ver a realidade brasileira, alguns tem que serem realistas e deixarem de sonhar com “perfumaria cara”, deixar de sonhar em adquirir Byredo(Suécia), Hugo Boss (Alemão) ou Tom Ford(EUA) e adquirir um produto que esteja ao alcance de nosso bolso…

A família Tulpar é a chance mais realista de conseguirmos promover uma renovação nos blindados do Exército Brasileiro e dos fuzileiros navais.

Vejo alguns sonhando ou delirando com possíveis tanques alemães mas parecem estar alheios ao que acontece na vida real.

Eu prefiro ver o Exército Brasileiro adquirindo quatro esquadrõe(13 MBTs equivale a um esquadrão) de novos MMBT Tulpar Turcos, que custa aproximadamente entre US$ 140 milhões e US$ 168 milhões (cerca de R$ 770 milhões a R$ 920 milhões, do que adquirir a mesma quantidade em MBTs que serão muito mais caros de manter.

Todo mundo sonha com poderosos MBTs, mas entre sonhar e ter um bolso profundo para pagar tal sonho, aí é algo que pode beirar o inalcançável.

Mauricio R.
Responder para  Adriano Madureira
10 dias atrás

Qntos países operam Leopard, M-1, ou CV 90?
E qntos países operam Tulpar?
“Amadores falam de estratégia, profissionais falam de logística.”
Conhece essa frase e quem a proferiu?
Então aja de acordo, crie e faça funcionar a logística necessária.
Feito isso, até submarino nuclear passa a ser realidade.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Mauricio R.
10 dias atrás

Os CV90 tão sendo destruídos, desmoralizados na Ucrânia. Projeto ultrapassado!

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Os CV90 tão sendo destruídos, desmoralizados na Ucrânia. Projeto ultrapassado em todos os sentidos!

NBS
NBS
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

O Brasil já fez negócios com a Ucrânia, e a Ucrânia ligou para Washington para perguntar se podia. O que os Estados Unidos disseram? Claro que não. E perdemos bilhões por causa da sabotagem norte-americana. Portanto, fazem-se negócios com um parceiro enquanto houver confiança. Nos Estados Unidos, nada é confiável. É um país que está atacando nossos interesses em tudo o que nos dê liberdade de escolha, sem que precisemos pedir autorização.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  NBS
11 dias atrás

Situação é diferente, poderíamos ter vendido Guarani usado pelo preço de novo, perdemos, aind apodemos tentar vender drones, munição e etc. eu não morro de amores pelo Ucranianos, é dinheiro na mão e produto no avião ou navio.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

Mas morro de amores pelas Ucranianas e demais eslavas

Claudio Moreno
Claudio Moreno
12 dias atrás

Salve senhores do Forte e Trilogia!

De verdade…eu já perdi totalmente a fé nesta classe política.
Temos acordo de cooperação com a Turquia desde os tempos de Dilma.
Apenas rendeu umas metralhadoras. 50 que os nossos Guarani usam.

Seria realmente muito bom, o EB desenrolar de vez sua questão do programa Couraça com os TULPAR.

Mas como disse… Ainda mais em ano eleitoral… Tudo é apenas uma cortina de fumaça.

Sgt Moreno

Tomcat4.8
Tomcat4.8
Responder para  Claudio Moreno
12 dias atrás

Exatamente!!! Apenas palavras ao vento , “soberania” . Quase vinte anos no poder e nunca deram o verdadeiro valor para defesa.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Claudio Moreno
11 dias atrás

Pois é.
Quando se fala em parceria, significa reciprocidade.
Programas construídos e desenvolvidos em conjunto ou contratos de venda com equivalência comercial.

Peguemos como exemplo as nossas maiores “parcerias” comerciais.
O que entendo como parceria seria o equilíbrio não apenas dos valores, mas da classificação do produto exportado (commodities e manufaturados).

Dos 10 principais parceiros, apenas 4 dão atenção maior aos que trazem mais retorno interno (manufaturados):
* Argentina: Acima de 80%;
* EUA: Média de 40% nos últimos anos;
* México: Acima de 70%;
* Chile: Média de 70%.

Observação: Não é defesa nem atentado à soberania (como alguns adoram apontar) a inclusão dos EUA na lista. São apenas os números do comércio externo.

Todos os demais (China, países da UE, Japão, Coréia do Sul, Índia Rússia) o predomínio, quase total, é de exportação de commodities.

Analisemos agora nossa parceria com a Turquia. Os números anuais e outros dados:
* Exportações para o país estrangeiro: média de US$ 3 bilhões;
* Importações do Brasil: média de US$ 1 bilhão.
* Exportamos predominantemente commodities (85%) e importamos em sua maioria produtos manufaturados (80%).

A balança, em termos da valores, pende para o nosso lado. Mas isto é bastante relativo.
Como média, produtos manufaturados empregam 5 vezes mais pessoas que commodities.
E, também como média, retornar para a indústria interna 3 vezes mais recursos.

Outro ponto bastante importante (digo isso porque na empresa exportamos equipamentos eletrônicos para alguns países) é a taxa de retenção de valor.
A taxa de retenção é o valor que realmente fica no país, sem repassar para fornecedores estrangeiros pelos insumos de produção.
Esta taxa é baixa (média de 20%) para commodities e alta (média de 80%) para manufaturados.

Os dados servem apenas para demonstrar que a “parceria” com a grande maior parte dos países continua similar à época do descobrimento: “Nós damos madeira e vocês nos dão espelho”.

Resumindo, é preciso rever o que chamam de “parceiria”.
Se estas aberturas com a Turquia trouxer retorno tecnológico sem pagamento pelo famoso ToT, podemos dizer que existe reciprocidade.

Senão, é apenas mais um acordo de cooperação como muitos que já ouvimos por aqui. E o PEB, mais especificamente a AEB, que o diga. Foram 30 viagens internacionais (apenas duas últimas duas gestões – Carlos Moura e Marco Chamon) para assinar ou ratificar “acordos” assinados sem resultado prático algum.

Agora, pensando positivamente, possivelmente o atual Presidente brasileiro tenha como foco avançar na substituição dos antigos C-130 turcos pela aeronave brasileira. A Embraer há tempos tenta avançar na negociação. Até nos A-29 já houve interesse da outra parte.

Última edição 11 dias atrás por MMerlin
Mauricio R.
Responder para  MMerlin
11 dias atrás

A Turquia é socia na fabricação, operação e manutenção do A-400M, já sonharam também com o seu próprio avião de transporte.
Qnto ao interesse no A-29, a Turquia tem sua própria aeronave de treinamento para fazer um similar.
Se não corresponder ao esperado, drones e UCAVS parecem não lhes faltar.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

Referente ao A-29, atualmente não existe mesmo mais interesse, uma vez que o país já desenvolveu sua própria aeronaves. O interesse existiu no passado.

Referente ás aeronaves maiores, ambas compartilham a mesma missão (transporte) mas possuem diferenças operacionais.
O KC-390 foca em agilidade de preparo e deslocamento, e também é multi-missão.
Já o A400M foca em transporte pesado como pegada mais estratégica.
E tudo isto se reflete nas características desta aeronave, inclusive seu custo de compra e operação.
O uso de um não invalida a necessidade compra da outra.
E o interesse partiu da própria Turquia na aquisição. Mas, devido a sua nova política de independência tecnológica, fariam as aquisições apenas se envolvesse extensa cooperação industrial com suas empresas.
Por isto acredito que a Embraer possa estar na pauta das tratativas, uma vez que é o produto de defesa mais exportado atualmente pelo Brasil.

Última edição 11 dias atrás por MMerlin
Mauricio R.
Responder para  MMerlin
10 dias atrás

Desculpe mas multimissão, por multimissão, o A-400M hoje é mais.
Quem sabe lá na frente, dependendo da necessidade, o “+1” melhore.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Mauricio R.
10 dias atrás

Sim. A aeronaves da Airbus, devido a sua concepção, é multimissão.

Mas, não levando em consideração sua possibilidade de maior carga, o KC-390 atende todos os pontos e mais alguns que o A-400 não faz devido ao seu porte:
* Reabastecimento de aeronaves de asas rotativas e asas fixas de baixa velocidade;
* Patrulha marítima e SAR;

Ambas são possíveis devido à aeronave da Embraer conseguir voar a baixas altitudes, numa mais baixa velocidade com alta estabilidade.
Diferente da do A-400M que, devido ao peso e envergadura, não fazem o mesmo trabalho com precisão.

Existe ainda o combate a incêndios que na aeronaves brasileira o emprego foi certificado e no modelo europeu não foi dado sequência. Mas aí é questão talvez de necessidade e viabilidade comercial.

Independente Maurício.
Ambas as aeronaves são ótimas aeronaves multimissão e, dependendo da capacidade (financeira) e finalidade operacional, se complementam.

Eduardo
Eduardo
12 dias atrás

Blá blabá, blá babá,…

MARCELO TADEU
MARCELO TADEU
12 dias atrás

Não consigo ter essa euforia que muitos nutrem pela Turquia. Ok que eles têm uma industria de Defesa muito desenvolvida, mas não se esqueçam que a Turquia tem um regime autoritário onde pode ocorrer uma reviravolta qualquer e ameaçar qualquer negociação ou pós venda.

Nilo
Nilo
Responder para  MARCELO TADEU
12 dias atrás

EUA, China, Russia faz negócio com Turquia, A. Saudita.
O Bananal que ser mais realista que os impérios rsrsr

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  MARCELO TADEU
11 dias atrás

Na verdade quem tem regime autoritário é EUA, China, Rússia, Israel.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  MARCELO TADEU
11 dias atrás

Muitos países certinhos e tidos como democráticos e defensores dos direios humanos mantém relações com regimes autoritários e a vida segue, desde que o tal regime autoritário seja agradável e benéfico a minha democracia, nenhum problema!

Duvido muito que ocorra uma reviravolta na Turquia, o Erdogangster não seria tão inocente de deixar pontas soltas, ele deve ter um círculo bem forte ao redor deles.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Adriano Madureira
11 dias atrás

Países “certinhos, democráticos” são os EUA e Europa que tão esquartejando um oceano de criança na Palestina? Só pra confirmar meu amigo.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Você realmente não captou a mensagem quando eu falei “países certinhos e tidos como democráticos e defensores dos direios humanos”? 

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Adriano Madureira
10 dias atrás

Tu tá chamando o maluco de Erdogangster mas quem tá esquartejando um mar de criança na Palestina são os europeus que tu trata com respeito. Interessante! Muito interessante.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
12 dias atrás

Os mais entusiasmados falam até em Bayraktar TB-3 no Brasil.

Prefiro ser cauteloso. Até porque o Brasil já assinou trocentos desses acordos e memorandos que se materialização em nada.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Dagor Dagorath
12 dias atrás

Materializaram*

Corretor dos infernos…

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
12 dias atrás

Em outra notícia é dito que o Irã foi convidado a fazer parte desse conselho, mas teria se recusado.
Acho que o plano do barbudo já foi por água abaixo.

Luciano
Luciano
Responder para  Diego Tarses Cardoso
12 dias atrás

???? Irã? Do que tu estás falando?

MMerlin
MMerlin
Responder para  Diego Tarses Cardoso
11 dias atrás

É um conselho bilateral colega.

Ricardo César
Ricardo César
12 dias atrás

Mal sabe o fumo que estão entrando! Turma B do mercado de armamentos!

Iran
Iran
Responder para  Ricardo César
11 dias atrás

Meio mundo tá errado em fazer negócios com a Turquia, certo tá o Brasil operando e revitalizando equipamento com mais de meio século de idade.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
12 dias atrás

A Turquia não só está muito à frente do Brasil em tecnologia de defesa do século 21, em alguns setores vitais tá indiscutivelmente à frente dos EUA até. Mas o governo vai acabar dizendo que não tem dinheiro, tem que pagar pensão pra filha de militar em idade produtiva!

Iran
Iran
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Superam os EUA por pouco em alguns segmentos de drones até onde eu sei, nada mais. E não vai ficar assim por muito tempo.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Iran
11 dias atrás

Superam os EUA em vários nichos de drones, a área que vai dominar o século 21. E vai permanecer assim mesmo. Na verdade, no momento a diferença só aumenta.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Iran
11 dias atrás

nem em Drones

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Qual motor no nível do F35 eles fazem mesmo? qual motor de caça de fluxo vaiável eles fazem? Qual Chip eles desenharam que barra os tops da Intel, NVIDIA e etc? Qual o míssil BVR deles com mais de 200Km? e os Mísseis de 2000Km? em IA qual empresa tá no npivel da Anthropic? Qual o computador Quantico dos Turcos? Qual o drone deles movida a turbina turno-fan capaz de pousar sozinho em PA? qual o míssil que eles tem para de defender ICBM? tem algum no nível do PATRIOT PAC3? Parece que eles não estão indiscutivelmente a frente dos EUA?

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

Vou explicar simples. A Turquia venceu na Síria, EUA perdeu: EUA botaram um oceano de dinheiro $$$ no SDF / YPG e perderam. Fato.

Digo mais. Se os EUA enfrentarem a Turquia numa guerra convencional na vizinhança turca, PERDEM A GUERRA, pode escrever. Os drones turcos são muito, MUITO superiores, os pilotos de caça também, os soldados também – e drone decide guerra hoje.

E isso não tem nada a ver com o Iran estar desmoralizando os EUA diariamente. É outra situação.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Cara, volta pra terra…para de viajar…

Mauricio R.
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

A Turquia está bastante interessada em vender as baterias de S-400, para voltar ao programa do F-35.
Se não acharem comprador, vão destruí-las.
Talvez tenha ai, um “oportunidade” para o Brasil.
Mas atenção, Qatar e UAE estão e/ou estiveram interessados nesses mísseis.

(https://www.twz.com/air/russia-confirms-talks-with-turkey-over-fate-of-s-400s-amid-f-35-push)

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

vc não entende, o sistema AA da turquia é muito superior, eles não precisam de míssil americano, nem russo, e o caça deles o KAAN já vai ser superior ao F47, e os pilotos melhores, eles aprenderam com a Invasão do Chipre, onde eles jogavam bombas no inimigo que não tinham força aérea, e agora a Doutrina é a ataque suícida, se o outro lado tiver Força Aerea, vc só tem que continuar fazendo ataque ao solo que a vitória vem.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Mauricio R.
10 dias atrás

Não, a Turquia não tá interessada no F-35, só em fabricar as peças pra aumentar a utilização de maquinaria industrial.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

EUA perdeu na Síria? EUA queriam a Síria destruída, a CIA através do Azerbaijão e outros meios financiam terroristas, com apoio das Familias reais Árabes, colocaram um Sunita no comando do País, para ele não se aliar ao irã, botaram os Russos para correr, EUA perdeu kkkkkkkkkkkkkk se os EUA quisesse a Turquia em meses parava de funcionar com bando de equipamento americano nas FA deles, que ta tomando cara………………………….Os drones turcos são muito muito superiores, e não cita um, nem o que ele faz para ser muito muito superior, Iran desmoralizando os EUA, que eu saiba quem tá sendo macetado todo dia é o Irã até pelo fraquissimo Estado de Israel, quem vive de tática de guerrilha é o Irã, e mais os Turcos venceriam uma guerra na casa deles, pq os EUA estão longe, pq diabos os Americanos iam lutar com afinco para conquistar um país zuado feito a Turquia, ganhar o quê? um bando de pobre? roubar a lira turca que serve de papel higiênico? levar o Erdogan para conversar com o Maduro?

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

EUA não só perdeu na Síria, EUA foram completamente humilhados pela Turquia na Síria, amigo. EUA na Síria era o YPG / SDF, simples assim; incontáveis milhões foram destinados a este projeto durante mais de uma década.

Resultado: o projeto dos EUA totalmente, completamente destruído (é ou não é?), os EUA perdem 100% de suas bases na Síria, e o proxy da Turquia domina 100% a Síria…

Cope harder.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Siria tá na Zona de Influencia americana, o que a Turquia tem é uma zona tampão, Curdos odeiam eles, Sirios Arabes odeiam eles, chances deles dominarem nada ali, a não ser com remoção por meio de limpeza etnica o que eles já fizeram.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Síria já tá 100% na influência turca (al-Jolani lealdade é 100% Turquia, 0% EUA), EUA tem ZERO poder, ZERO bases, foram eliminados da Síria pelo Erdoğan.

EUA já perdeu e você tá pagando de comédia!

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

Acabo de voltar da Turquia. Um país muitíssimo mais seguro, organizado e civilizado que a Europa Ocidental! E com PIB per capitã REAL (PPP) muito alto, o que aliás é visível ao se viajar lá.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Seguro, pode ser, mais Civilizado aí é uma opinião sua, PPP alto, mas quando ajustamos pelo dolar, pois bens de consumo moderno, vem do exterior, muita coisa vem da china, as coisas não são tão baratas assim, e vida população não é de alto nível, tem muita gente em subemprego, o desemprego ainda é alto, mais alto ainda entre os jovens, anos atrás a Lira derreteu, tinha gente trocando por ouro assim que possível, a Lira continua sendo uma moeda de terceira categoria, os Turcos jovens sonham em morar na Europa rica ocidental, que vc diz que não civilizado, interesante que os jovens não acham isso, tem muito turco na ALemanha, na França,

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Carlos Campos
10 dias atrás

Acabei de voltar de 3 meses na Turquia, já fui algumas vezes. O país não é NADA do que você pensa (e você subestima o poder descritivo do PPP). Os apartamentos, as mansões são lindíssimos, ultra modernos, mil vezes melhor que casa velha na Europa e por um quinto do preço. Tem muita cidade turca lotada de aposentado alemão, inglês.. se lá é tão bom porque eles querem sair logo que se libertam do trabalho? Gastronomia um milhão de vezes melhor que Europa. Geografia deslumbrante. Você viaja pouco e fica falando de cotação da Lira. Eu viajo muito. Você não tá no meu nível. Ponto

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

E o que tu estás fazendo aqui ainda??? Vai embora pra Turquia e para de encher o saco aqui!! De tempos em tempos aparece um descerebrado fora da casinha por aqui…tu és o da vez …

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

“Você não tá no meu nível”

Ora, vê se te enxerga, sujeito. Coisa mais infantil e débil. Argumento raso e ridículo. Nesse tipo de colocação é que a pessoa se revela de fato, mostrando o quão fútil e sem caráter é…

Gabriel BR
Gabriel BR
11 dias atrás

maravilha

Iran
Iran
11 dias atrás

Não aguento mais essa conversinha, é “ampliação estratégica” com Turquia, Coreia do Sul, França, Itália, e blábláblá mas nunca converte em nada, e quando converte demora décadas pra chegar o que quer que seja. Não adianta nada ficar fazendo ligaçãozinha e não aumentar o orçamento pra aquisição e desenvolvimento, ou pior ainda, cortar ela.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Iran
11 dias atrás

Coreia do Sul, França e Itália não tem ITAR-Free, não tem confiabilidade pro Brasil. A Turquia é neutra e cada vez mais independente.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

A Turquia se apresenta como ITAR-Free, mas uma parte ainda vem dos EUA.
Ela importa ainda importa deste país componentes críticos como motores de aeronaves, semicondutores, processadores e diversos sensores.

Como outros países, o país tem voltado sua política de defesa para ter independência (não apenas dos EUA) tecnológica.
O Tulpar possui zero componentes dos EUA, mas possui um powertrain (motor + transmissão) alemão, que também possui políticas rígidas para exportação.

Independente, França e Itália já alcançaram maior independência tecnológica (produção interna) que a Turquia. Principalmente o primeiro.

Última edição 11 dias atrás por MMerlin
Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  MMerlin
10 dias atrás

Errado a Turquia já ultrapassou a Itália e está ultrapassando a França neste exato momento. O povo daqui perdeu o trem já, o mundo já mudou.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Ponto de vista é uma coisa.

Busca pela independência de tecnologia militar, que virou plano de Estado e começou há mais de 60 anos, motivadas por questões enfrentadas na WW2, e os resultados da indústria militar e civil, mostram outra coisa.

Mas a Turquia segue o caminho correto e investe para que isto aconteça. E avança a passos largos.
Mas 100% de nacionalização é utopia.
Além de arriscar o isolamento. O que, neste setor e principalmente, naquela região, é um risco.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  MMerlin
10 dias atrás

Hoje em dia não existe mais 100% nacionalização. O que existe é 100% em componentes estratégicos, de difícil substituição. E olhe lá!

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
11 dias atrás

Fato: Na Síria, no Nagorno-Karabakh, na Líbia, no “Rojava”, no Sudão, em todos esses lugares, a Turquia venceu com drones 100% nacionais e EUA, Rússia e Israel perderam.

Povo não percebeu que a Turquia já é (de novo, como na História) um dos países mais fortes do mundo, tem tanque leve modular pro século 21 – Tulpar – , míssil hipersônico de 10 Mach, e é o ÚNICO país que tem porta-drones (porta-aviões de drone) operando e caça robô operando colaborativo com caça tripulado.

E ao contrário de Europa e EUA, a Turquia tem
Zero absoluto conflito geopolítico com o Brasil, e tem neutralidade geopolítica que Coreia, Itália, etc não tem.

Bardini
Bardini
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Fato: Na Síria, no Nagorno-Karabakh, na Líbia, no “Rojava”, no Sudão, em todos esses lugares, a Turquia venceu com drones 100% nacionais”
.
comment image

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Bardini
11 dias atrás

kkkkkkkkkkkkkkk ele vai dizer que é mentira sua

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Bardini
11 dias atrás

Comédia… Todas essas peças do diagrama JÁ FORAM substituídas por peças turcas, meu atrasado amigo…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Bardini
11 dias atrás

Inicialmente, o Baykar Bayraktar TB2 dependia fortemente de componentes estrangeiros, como motores Rotax austro-canadenses e sensores ópticos Wescam canadenses, antes que proibições e embargos de exportação internacionais levassem a Turquia a substituí-los por alternativas nacionais.

Componentes estrangeiros históricos

Motores: Originalmente equipado com o motor a pistão Rotax 912 de fabricação austríaca (produzido por uma subsidiária da Bombardier Recreational Products do Canadá), cujas entregas foram suspensas devido a controvérsias relacionadas ao seu uso militar.

Sensores eletro-ópticos/FLIR: Utilizavam os sistemas de vigilância e localização de alvos L3Harris Wescam MX-15D da empresa canadense, posteriormente restringidos por Ottawa.

Válvulas de combustível e peças pequenas: Inclui peças especializadas de fornecedores europeus, como a Andair, da Áustria.

Suportes para bombas: Utilizaram-se suportes para bombas de micromunição da empresa britânica EDO MBM Technology.

Transição para a substituição doméstica

Motores e Propulsão: A Baykar e parceiros nacionais como a TUSAŞ Engine Industries (TEI), além de projetos internos, testaram em voo motores de fabricação nacional (como o TM100 da própria Baykar) para reduzir a dependência de importações estrangeiras.

Optoeletrônica e sistemas de mira: A Turquia substituiu sistemas de câmeras importados por soluções nacionais, como o CATS da ASELSAN e o avançado e mais leve ASELSAN ASELFLIR-500

.De acordo com os dados oficiais da fabricante Baykar Tecnology, o drone possui uma taxa de componentes e participação industrial doméstica de 93%.

O que já foi 100% Nacionalizado?

  • Sensores de Mira (Eletro-ópticos)
  • Sistemas de Armamento
  • Software e Computadores de Bordo:
  • Munições.

Embora o design, o software de controle, a fuselagem de fibra de carbono e os principais sistemas eletrônicos sejam totalmente proprietários da Baykar, a cadeia de suprimentos global da aviação moderna ainda faz com que microchips genéricos, receptores GPS comerciais de prateleira e certos semicondutores básicos sejam importados de mercados globais (como Estados Unidos e Europa).

Leandro
Leandro
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

Caraca… você acredita mesmo em tudo que postou?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Leandro
11 dias atrás

A alucinação de alguns é tamanha que eu não duvido que ele acredite piamente em tudo que escreveu…

MMerlin
MMerlin
Responder para  Santamariense
10 dias atrás

Comentários com defesa incisiva constante, principalente quando sempre envolve produtos de um determinado país, em alguns sites especializados de defesa, pode ser outra coisa.
Propaganda sem credibilidade é um mal negócio.

Mas pode ser isso que você falou também.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  MMerlin
10 dias atrás

O problema é que o que eu tô falando aqui é verdade meu amigo. Aí quebra toda essa lógica. Não é defender país coisa nenhuma, é acordar o povo que mundo mudou.

Santamariense
Santamariense
Responder para  MMerlin
10 dias atrás

Pois é…não duvido que seja pago pra isso.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro
11 dias atrás

Não só acredito, como reitero cada palavra, cada sílaba, cada letra com a mais absoluta convicção, porque é verdade.

O tempo de TB-2 usar componente americano, já ficou pra trás há muito. E sim, a Turquia ganhou Todos aqueles conflitos. Simples assim. Ponto.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Hehehehehehe….Jesus…

Danilo
Danilo
11 dias atrás

Os cara tem o produto e quer vender, o problema é que o papi lule não vai comprar o melhor ele vai comprar dos cumpanheiro e já era.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Danilo
11 dias atrás

E qual seria o melhor na sua opinião?

Leandro
Leandro
11 dias atrás

Rodrigo Francisco?

Leandro
Leandro
11 dias atrás

Francisco Rodrigo?

Leandro
Leandro
11 dias atrás
Emmanuel
Emmanuel
11 dias atrás

Sabor MBT.

Luís Henrique
Luís Henrique
11 dias atrás

Governo do L gastou 11% a menos em investimentos militares do que governo de Bolsonaro.
45 bi no governo anterior caiu para 40 bi no governo atual.

Isso porque tudo subiu e o normal seria um valor maior, até por causa da inflação.

Modo irônico: Acho que a desculpa é que o governo anterior estava sem problemas e pode investir mais, já o atual está enfrentando uma pandemia mundial e o teto de gastos simultaneamente, então por isso que caiu a verba.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
11 dias atrás

Fato simples e direto: Os EUA investiram uma quantidade oceânica, tectônica de dinheiro no “SDF” / YPG na Síria e foram completamente humilhados pela Turquia. Ponto final.

E enquanto uns insistem em continuar argumentando que os EUA são a “superpotência” que ganha de qualquer país em minutos, no mundo real os EUA continuam sendo desmoralizados pelo Iran há 6 meses.

Leandro
Leandro
Responder para  Taperão Itaverá
11 dias atrás

No Mundo real, você acordou e percebeu que o Mundo real é diferente daquele que você imagina.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro
11 dias atrás

Ah é? O SDF, o projeto dos EUA pra Síria que eles investiram pesadíssimo 11 anos, ganhou ou perdeu (foi destruído pela Turquia)?

Os EUA venceram o Iran? Então porque os marinheiros dos EUA no Golfo Pérsico tão cometendo suicídio, sem a mínima condição de vida? Porque os EUA continuam gastando um oceano de dinheiro e mendigando um Acordo com o Iran?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Só pelo teu segundo parágrafo da para ver o nível de alienação em que tu vives … O pior e que tu acreditas nisso!! Kkkkkkkkkkk

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Santamariense
10 dias atrás

Sei sei. Enquanto isso os EUA continuam completamente impotentes e o Iran fazendo piada da “América” (kkk) todo santo dia! Nunca uma “superpotência” foi tão desmoralizada

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Então deixa eu te lembrar da última ‘superpotência’ que foi desmoralizada:

comment image

Isso aí tudo ou foi destruído, ou voltou. Fevereiro de 2022 ao norte de Kiev.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro Costa
10 dias atrás

Sim mas isso foi em 2022, tecnicamente não é “a última” “superpotência” desmoralizada.

EUA tá sendo humilhado AGORA, 2026. E já perdeu pro Afeganistão, pro Yemen, e pra Turquia na guerra proxy da Síria. Todas, de forma humilhante.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Pesadíííííííssimo…. coisa de 190 milhões a cada um desses 11 anos. Isso é trocado de bêbado para os EUA. Imagina ter que mobilizar dezenas de milhares de soldados Americanos na região, invadindo a Síria formalmente (ao invés de pequenos destacamentos), com apoio aéreo massivo, todo o trem logístico necessário, etc. Sairia MUITO mais caro.

O SDF não era projeto Americano na Síria. Era uma oportunidade para eliminar o ISIS. E deu certo. Por causa disso eles não tem mais utilidade. Foram os EUA que negociaram a extinção do SDF. Simplesmente não fazia mais sentido. E se foram os EUA que ajudaram a extinguir o SDF, pode-se dizer que seu projeto (se formos seguir pela sua lógica) chegou à seu termo.

Quase não existem Marinheiros Americanos no Golfo Pérsico. Alguns em bases em terra, e só. Raríssimos, por sinal. E eles não estão cometendo suicídio (no Mar da Arábia, que provavelmente é o local a que você gostaria de ter se referido) como o sei lá que você anda lendo está te falando. Há uma pressão logística e existem prioridades como munições, combustível e comida que estão tendo precedência em relação à confortos normalmente encontrados. Mas melhorias estão sendo feitas e a situação melhorando. O que é absolutamente normal.

Os EUA não venceram, e não vencerão no Irã por inabilidade militar. Mas sim por terem uma estratégia inadequada com objetivos políticos inalcançáveis a menos que ocorra uma mobilização total, invasão por terra e mais alguns trilhões de dólares jogados fora para uma ocupação hostil de longo termo e que ainda assim não deve surtir os efeitos que desejariam, mesmo depois de 30 anos de ocupação.

Eles tem total capacidade militar de sobrepujar o Irã em qualquer arena. O problema é que simplesmente não há vontade política, não haveria apoio na opinião pública interna ou internacional.

Basta olhar fora das teorias da conspiração e olhar um pouco pela lógica, só um pouco, que as respostas são bem óbvias e estão na cara de todo mundo.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro Costa
10 dias atrás

Leandro, com todo respeito mas você tá 100% errado em todos os pontos, do início ao fim. Vamos lá, vou tentar te ajudar com paciência.

O projeto SDF era o projeto geopolítico mais importante de Israel e EUA no Oriente Médio – de fato, no MUNDO inteiro, principalmente pela influência desproporcional de Israel sobre os EUA – no século 21. A ideia era criar um estado curdo (na prática independente, ainda que não oficialmente reconhecido) dentro de uma suposta “federação” Síria. Algo parecido com o Iraque. Isso foi reiterado inúmeras vezes de maneira zero-velada por vários órgãos do governo americano e israelense. Uma quantidade de recursos muito, mas MUITO pior do você falou foi destinada a esse objetivo, direta e indiretamente. O SDF era EUA e Israel, o resto era inimigo – simples assim. A Turquia DESTRUIU completamente o projeto geopolítico mais estratégico de Israel-EUA no início do século, uma exigência suprema de Israel. Na prática, o que aconteceu foi um cerco estratégico progressivo cada vez maior, com o Exército e Força Aérea turcos não recuando em nenhum momento, até o blefe dos infanticidas Israel-EUA ficar insustentável e toda aquela década de investimento maciço ser destruída.

Ou seja o fortíssimo Exército turco humilhou os EUA. A vitória da Turquia na Guerra da Síria contra Rússia, EUA, Israel, e UE – sim, todos estes são perdedores – é a vitória mais enfática, mais definitiva e mais incontestável do século 21 até agora.

Fatos: Os EUA perderam no Afeganistão, perderam na Síria (para Turquia), perderá no Yemen, e agora tão perdendo sim, com requinte de humilhação pro Iran, com suas bases todas destruídas e marinheiros cometendo suicídio em porta-aviões. Um fiasco com piada diária na web.

Não é questão de ser de esquerda ou direita; é ser inteligente.
Ambos os EUA e Rússia são bem MENOS poderosos do que inocente acredita (e as potências médias com alto “asabiyya” são bem MAIS fortes que povo pensa. Fato. Como os acontecimentos recentes demonstram. Ambos estão humilhados.

Não adianta chorar contra o óbvio.

Leandro
Leandro
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Você é adolescente, né?

Bicho, os imperativos nos seus posts são engraçadíssimos.

Mas, sendo paciente pela última vez. É um devaneio achar que o SDF era qualquer coisa a mais que um parceiro oportuno. Beeeem longe de ser o projeto geopolítico mais importante de EUA ou Israel para a região.

Quer saber como eu SEI disso. Saber, ao invés de achar.

Eu SEI disso, porque o projeto de geopolítica mais importante de uma região conturbada não recebe ajuda material e financeira de míseros 180 milhões USD ao ano. Seria de alguns BILHÕES ao ano.

Esse mesmo projeto teria uma atenção especial, inclusive com muita propaganda bancada pelos EUA para preparar o público interno e deixá-lo no espírito certo para apoiarem ações mais incisivas. NADA disso foi feito. Na verdade, o pouco que era feito na Síria, seja por forças americanas, seja por forças associadas, era pouco comentado e divulgado. E em um ambiente como o de lá, simplesmente não daria para investir em um megaprojetosupergeopolitikationtrozobapower todo via black ops ou hush hush. Não dá. Tem visibilidade demais via terceiros.

Seu achismo NÃO FAZ SENTIDO.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro
10 dias atrás

Se você acha que o SDF recebia $180 milhões ao ano, você é mais que adolescente, é um iludido, e não sabe interpretar números, não sabe como as coisas funcionam. A determinação de que o SDF era a prioridade máxima veio do Deep State e de Israel, é algo muito mais profundo que Biden ou Trump, filhote. Todo o projeto ruiu, colapsou. O corredor Israel – Druze – SDF colapsou. Os EUA foram humilhados pelo Exército Turco na Síria.

Leandro
Leandro
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

não sabe interpretar números”

Chama-se: Matemática.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro Costa
10 dias atrás

PS. Sabe porque os EUA não tem coragem de botar os navios dentro do Golfo Pérsico? Porque facilitaria ainda mais o Iran afundá-los numa escalada grande da guerra. Amigo, o Iran tem míssil hipersônico, que nem usou ainda. Se os EUA pensarem um nuke tática, navio e porta-avião dos states é tudo pato sentado.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Ninguém, independente de qual país seja, vai utilizar navios dentro de um local de manobra limitado, na qual o inimigo vai ter capacidade ISR em tempo real e, com ambiente restrito de manobra, fica fácil de concentrar fogo. ZERO países fariam isso.

Para que isso acontecesse seria necessária a tal invasão por terra e seria necessário a tal vontade política com apoio de opinião pública interna, etc. Você está mesmo lendo e entendendo o que eu estou postando?

Você sabe alguma coisa do assunto ou só está realmente pensando em termos de Super Trunfo?

OBS.: Duvido que o Irã tenha mísseis hipersônicos tal como o são classificados hoje. Caso contrário já os teriam usado. Eles tem mísseis balísticos que são hipersônicos por natureza. Mas são balísticos e não manobráveis.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro Costa
10 dias atrás

O site ainda não autorizou a minha longa, extensa resposta principal a você, só o adendo. Não sei porque.

Infelizmente não tenho tempo pra redigir tudo aquilo de novo. Meu tempo é valioso.

O Iran já provou e demonstrou que tem míssil hipersônico, Turquia também. E é óbvio que é um trunfo essencial. Se Israel ou EUA tentarem um nuke tático, tenha certeza que a marinha americana vai pro fundo do mar, e a Rússia vai usar nuke na Ucrânia. E o Iran vai tentar obter armas nucleares, há mais de uma maneira de fazê-lo.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Leandro Costa
10 dias atrás

Já te expliquei tudo com minucioso detalhe, mas tá aparecendo “aguardando aprovação”. Tenha paciência.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Leandro Costa
10 dias atrás

Leandro, não perde teu tempo…

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Santamariense
10 dias atrás

Reiterando aqui pra todo mundo:

EUA perderam pro Afeganistão: fato;
EUA perderam pro Yemen: fato;
EUA perderam na Síria pra Turquia na guerra proxy: fato;
EUA estão perdendo pro Iran: fato.

Os EUA perderam pra todos esses e foram desmoralizados por todos esses.

É ou não é verdade? Então pronto. Ponto final.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Tá bem…pega teus brinquedinhos e vai brincar. Deixa os adultos em paz um pouco.

Taperão Itaverá
Taperão Itaverá
Responder para  Santamariense
10 dias atrás

Você é fanboy dos EUA? Eu não defendo nem EUA nem Rússia, só o Brasil. Se o Iran ganha, eu falo a verdade. Se o Afeganistão ganha, eu falo a verdade.

Porque a verdade te incomoda tanto, meu amigo? Ótima quinta-feira pra você!

Santamariense
Santamariense
Responder para  Taperão Itaverá
10 dias atrás

Não sou fanboy de ninguém. Só sei que o que tu escreve é torcida e raiva acumulada. Talvez um norte-americano tenha te molestado … Procura ajuda psicológica.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
9 dias atrás

Já lí comentários de pessoas desmerecendo o Tulpar no EB, com a desculpa ridícula do mesmo ter ausência de atuação em combate, o famoso “batismo de fogo”.
Como se isso dissesse e importasse muito…

Se fosse por isso, o fodástico F-22 Raptor era uma aeronave imprestável até 22 de setembro de 2014,quando ocorreu
o seu batismo de fogo, quase 9 anos após sua entrada em serviço.
O caça foi declarado oficialmente operacional pela Força Aérea dos EUA (USAF) em 15 de dezembro de 2005.

E o tal “batismo de fogo” nem foi algo excepcional ou extraordinário assim, ele estreou em combate real atacando posições de comando, controle e infraestrutura do “poderoso” grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) na Síria, durante a Operação Inherent Resolve.