Centauro II-BR

O Exército Brasileiro anunciou a assinatura do contrato para aquisição do Lote de Experimentação Doutrinária (LED) da Viatura Blindada de Combate de Cavalaria Centauro II BR, no âmbito do Programa Estratégico do Exército Forças Blindadas.

O acordo será firmado com a CIO — Consórcio IVECO – Oto Melara — e marca uma nova etapa no processo de modernização das tropas mecanizadas da Força Terrestre, com a incorporação de viaturas de combate sobre rodas 8×8 dotadas de elevado poder de fogo e tecnologias avançadas.

A cerimônia de assinatura está prevista para 31 de agosto de 2026, às 14h, no Quartel-General do Exército, no Setor Militar Urbano, em Brasília.

Centauro II com canhão de 120 mm

O Centauro II BR é classificado pelo Exército como Viatura Blindada de Combate de Cavalaria (VBC Cav) e será equipado com canhão de 120 mm.

Segundo o comunicado, a obtenção da plataforma deverá ampliar substancialmente as capacidades de combate das unidades mecanizadas brasileiras, combinando mobilidade, proteção e poder de fogo.

A aquisição do Lote de Experimentação Doutrinária permitirá ao Exército avançar na introdução da nova viatura dentro do Programa Estratégico Forças Blindadas, voltado à modernização dos meios empregados pela Força Terrestre.

O comunicado destaca que a incorporação dos veículos 8×8 representa um avanço significativo para o Exército, especialmente pelo emprego de uma plataforma de alta tecnologia destinada às tropas de Cavalaria.

Produção nacional e transferência de tecnologia

Outro ponto destacado no anúncio é a cooperação industrial associada ao programa. A parceria entre o Exército Brasileiro e o consórcio responsável pelo Centauro II prevê transferência de tecnologia, produção nacional e nacionalização de componentes.

A iniciativa deverá contribuir para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa brasileira, ao mesmo tempo em que amplia a participação da indústria nacional no programa.

Segundo o Exército, a cooperação internacional e tecnológica prevista no projeto também deverá gerar reflexos no desenvolvimento nacional, especialmente por meio da absorção de conhecimentos e da participação brasileira na produção e manutenção dos veículos.

Nova capacidade para a Cavalaria

Com a assinatura do contrato, o programa entra em uma nova fase, centrada na aquisição do lote destinado à experimentação doutrinária do Centauro II BR.

Para o Exército, a introdução da viatura representa uma ampliação relevante do poder de combate das unidades que receberão o novo sistema, com ganhos em mobilidade operacional, proteção da tripulação e capacidade de engajamento.

A cerimônia de assinatura ocorrerá no Salão de Honra do Comando Logístico (COLOG), no bloco C do Quartel-General do Exército, em Brasília.■



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FERNANDO
FERNANDO
10 dias atrás

Que comprem uns 550 de início.

Augusto
Augusto
10 dias atrás

Que lentidão. Serão somente 7, do lote de experimentação doutrinária.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Augusto
10 dias atrás

Esse número de sete veículos foi bem frustrante. Melhor que nada, mas não é a notícia que queríamos.

João
Responder para  Rafael Oliveira
10 dias atrás

7 é o número de VBR q tem em um Esqd C Mec.

Os 2 q vieram equivalem a Sec VBR de um Pel CMec.

Joao
Joao
Responder para  Augusto
10 dias atrás

Lote de experimentação doutrinária!? Jeeeesus do céu. Vai vir uns 3

João
Responder para  Joao
10 dias atrás

Não, xará

3 não equivale a nenhuma fração CMec

GILSON
GILSON
Responder para  Augusto
10 dias atrás

Daqui a 20 anos: Brasil recebe seu Vigésimo Centauro II.

Tomcat4,7
Tomcat4,7
Responder para  GILSON
8 dias atrás

Vc é muito otimista !rs

J L
J L
Responder para  Augusto
9 dias atrás

Pois é, demorou esse tempo todo desde de que foi vencedor na licitação para no final comprar somente 7. Ridículo o perigo é ficar nesses 7 décadas como estamos vendo acontecer com os caças GRIPEN. Bem enfim saiu alguma coisa pelo menos.

João Moita Jr
João Moita Jr
Responder para  Augusto
2 dias atrás

Operação Conta Gotas…

Renato
10 dias atrás

Precisamos de drones, misseis e satélites. Pra ontem!

Nilo
Nilo
10 dias atrás

Uma casca de ovo com um canhão poderossimo, sou mais que esse dinheiro fosse gasto em criar linhas de produção nacional para a substituição de peças e manutenção dos nossos Leopard criando possibilidades de um futuro tanque nacional para futura substituição do mesmos, uma engenharia reversa.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Nilo
10 dias atrás

sou mais que esse dinheiro fosse gasto em criar linhas de produção nacional para a substituição de peças e manutenção dos nossos Leopard criando possibilidades de um futuro tanque nacional”.

Meu caro, gastar, queimar dinheiro na produção de peças para um MBT obsoleto é um grande desperdício de recursos…Recursos este que mal temos.

O Leopard é um projeto da década de 1960, onde a linha de produção original alemã foi desativada há muito tempo.

A Diretoria de Fabricação (DF) do Exército, junto aos Arsenais de Guerra de São Paulo e do Rio de Janeiro, gerencia o plano de nacionalização com metas claras:

  • Metas de nacionalização: O plano prioritário prevê a fabricação local de 74 componentes críticos (como sistemas de freios e mangueiras hidráulicas), com planos de expandir para 231 itens de alta complexidade.

Então você acha que usar grana para fabricar peças específicas que nem fabricadas devem ser, podem ser um ganho de conhecimento tecnológico?!
Infelizmente os militares brasileiros são tão doentes quanto aqueles acumuladores compulsivos, insistem em gastar dinheiro que não tem, acendendo vela para defunto ruim.

Mas fico tranquilo, eles sabem usar o dinheiro do contribuinte sabiamente…

Nilo
Nilo
Responder para  Adriano Madureira
10 dias atrás

 ….fabricar peças específicas que nem fabricadas devem ser….?
 …..insistem em gastar dinheiro que não tem, acendendo vela para defunto ruim….eles sabem usar o dinheiro do contribuinte sabiamente…?

Última edição 10 dias atrás por Nilo
Antonio Ferreira
Antonio Ferreira
Responder para  Adriano Madureira
9 dias atrás

Adriano, comentário perfeito.

Jmoura
Jmoura
Responder para  Adriano Madureira
6 dias atrás

Os militares ou os políticos que não liberam verbas para compra de material moderno dentro do limite de tempo razoável

Jose Carlos
Jose Carlos
Responder para  Nilo
10 dias atrás

Você leu sobre o processo de nacionalização?

Nilo
Nilo
Responder para  Jose Carlos
9 dias atrás

Obrigado achei artigo mais completo na análise do processo. Parabéns ao Exército louvável iniciativa e respeito aos recursos é assim que países começam sua independência em processos industriais.
“”””A UFSM lidera estudos de caracterização metalúrgica, materiais e processos, em sinergia com Exército e laboratórios universitários, conectando ciência aplicada às exigências da manutenção de blindados.
Na Base Industrial de Defesa, a Fras-le desenvolve sistemas de freio e a Omnisys conduz estudos voltados ao computador de tiro, enquanto empresas nacionais replicam e aperfeiçoam peças mecânicas e eletrônicas cSegundo o Exército, a engenharia reversa analisa geometrias, ligas, tratamentos térmicos, processos e propriedades dos materiais, permitindo gerar soluções compatíveis com os requisitos dos veículos Leopard 1A5BR.ríticas.
Para empresas nacionais, o esforço cria demanda estável de médio prazo, estimula investimentos em manufatura avançada e certificações, e abre competências exportáveis em nichos de blindados e sistemas correlatos.””””
https://www.defesa.tv.br/exercito-brasileiro-nacionaliza-pecas-do-leopard-1a5br-para-garantir-operacao-ate-2040-e-reduzir-dependencia-externa-com-ufsm-e-base-industrial-de-defesa/

Talisson
Talisson
Responder para  Nilo
9 dias atrás

Tem uma corrida armamentista rolando mundo afora, inclusive envolvendo países vizinhos.
Não é hora para projetos de longo prazo, infelizmente.

Nilo
Nilo
Responder para  Talisson
9 dias atrás

Vc está falando de falta de recursos e sobre descontinuidade de projetos, concordo, porque todos os processos de absorção de conhecimento e desenvolvimento tecnológico e industrial são de longo prazo.

Última edição 9 dias atrás por Nilo
Claudio Moreno
Claudio Moreno
10 dias atrás

Mas que notícia maravilhosa!

Não direi aleluia por quê o significado desta palavra nada tem a ver com o tema.
Entretanto não posso deixar de exclamar : BRAVO ZULU

Sgt Moreno

Fontanella
Fontanella
10 dias atrás

Apenas 7 unidades… melhor que nada ne?
Bizarro pensar que esses veículos ja eram pra estarem equipando aos montes o exército, mas tiveram a compra barrada por um juiz em 2022. O exército ia assinar a compra de 98 unidades e queria chegar a 221 ate 2037. Hoje em dia esse valor de 221 nem é mais mencionado aliás.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/12/05/justica-suspende-compra-de-blindados-do-exercito-ao-custo-de-r-5-bilhoes.htm

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Fontanella
10 dias atrás

Essa decisão de 05/12/2022 foi derrubada em 14/12/2022 pelo STJ. Só que o contrato era para 2 veículos e não 98. Contrato esse que foi assinado ainda naquele ano.
Ou seja, a decisão de não comprar até hoje 98 (ou 221) Centauros é de inteira responsabilidade do Poder Executivo e não do Poder Judiciário.

Fontanella
Fontanella
Responder para  Rafael Oliveira
10 dias atrás

Você esta correto. Li aqui a decisão do STJ e o valor a ser pago nao era o de 5 bilhões como falam na notícia, mas sim um valor de 1 milhão, perdão pelo equívoco.

FERNANDO
FERNANDO
10 dias atrás

kkkkkkkkkk
Sete unidadessssssssss
EB está de sacanagem.
Eles já estão com uns dois a qto tempo,
para experimentar!
Agora é pra comprar!

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  FERNANDO
10 dias atrás

Temos mais generais que brindados.

João
Responder para  Palpiteiro
10 dias atrás

Um brinde a Camões!

Jmoura
Jmoura
Responder para  Palpiteiro
6 dias atrás

Temos mais deputados que blindados

Jmoura
Jmoura
Responder para  FERNANDO
6 dias atrás

Pois e mais o governo federal achou por ber procrastinar a compra pelo bem da economia do país e colocar verbas em coisas mais produtivas

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
10 dias atrás

Mas os dois iniciais não eram justamente para isso?

João
Responder para  NEMOrevoltado
10 dias atrás

Não
Era teste técnico.

Agora é teste tático, doutrinário.

Antonio Ferreira
Antonio Ferreira
Responder para  João
9 dias atrás

Acrescentando… e o tático tem que ser “experimentado” em frações tipo 1 Esqd C Mec

João
Responder para  Antonio Ferreira
9 dias atrás

🎯

Santos
Santos
Responder para  João
9 dias atrás

__________________________________________________________________________Anos e anos para começar a fazer uma “experimentação doutrinária”? È uma arma a laser, um railgun, algo absolutamente novo? Não. Não justifica. Guardadas a sproporções, imagina a Ucrania levando 10 anos para fazer experimentação doutrinária de cada material que recebem da Otan.

EDITADO:
2 – Mantenha o respeito: não provoque e não ataque outros comentaristas.

VOCÊ JÁ FOI ADVERTIDO!

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  Santos
9 dias atrás

A Ucrânia está em guerra por isso que consegue fazer as coisas rapidamente, e deis de 2014 estava se preparando para uma guerra, inclusive recebendo ajuda da OTAN em treinamentos e equipamentos, a Ucrânia tinha o maior parque fabril da URSS, e era o segundo país da Europa com mais equipamentos militares, a Ucrânia tinha mais de 250 S300, a Ucrânia não tem tempo de fazer experimentação doutrinária para o equipamentos mais novos, mas ela teve experimentação doutrinária dos equipamentos de antes da guerra

Santos
Santos
Responder para  YUFERFLLO
8 dias atrás

“A Ucrânia está em guerra por isso que consegue fazer as coisas rapidamente consegue fazer as coisas rapidamente” – ou seja, então quem quer, dá um jeito. OU seja, o EB não acha que vai precisar empregá-los nos próximos 10 anos.

Sobre estar se preparando “deis de” 2014, isso ñ tme nada a ver com as centenas de tipos de equipamentos novos que recebeu só APÓS o inicio da guerra e que não estavam planejados nessa preparação.

Sim, é óbvio que ela não tem tempo, que o faz na hora. O que não é justificativa para o EB demorar anos para definir a licitação, daí quase 2 anos experimentando essas 2 viaturas, agora vai ficar com mais 7 por ANOS para daí depois (talvez?) assinar para outras 90. Isso dum veículo que faz a mesma função que aquele que substitui, que não é uma arma revolucionária.

Vagner
Vagner
10 dias atrás

Qual é a quantidade de Centauros para esse lote de experimentação?

Deadeye
Deadeye
Responder para  Vagner
10 dias atrás

7 Centauros que vão se somar aos 2 que já temos.

Akessandro Machado
Akessandro Machado
10 dias atrás

O lote de experimentação doutrinária não seriam aquelas duas primeiras viatura que estão lá no sul do país ? A reportagem aqui não diz a quantidade de viaturas deste lote .

Emmanuel
Emmanuel
10 dias atrás

Parabéns EB.
Compra consciente.
Compra sete agora. Depois pega mais 14. E vai aumentando.
O importante é adquirir de acordo com o seu orçamento.

Raphael
Raphael
10 dias atrás

Antes tarde, do que ainda mais tarde…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
10 dias atrás

O meu temor falando-se em Brasil é que esses tais sete veículos para “Lote de Experimentação Doutrinária” sejam 5 + 2 Centauro 2 já existentes ao invés de 7+2 centauros 2

Última edição 10 dias atrás por Adriano Madureira
João
Responder para  Adriano Madureira
9 dias atrás

Mas pode ser em um RCMec
O carro do Cmt, do S3 e os 7 de um Esqd CMec

Antonio Ferreira
Antonio Ferreira
Responder para  João
9 dias atrás

Não existe R C Mec a uma peça de manobra (1 Esqd) todos os R C Mec são a 3 Esqd C Mec. Então a dotação de um R C Mec devem ser 23 VBC Cav Centauro

João
Responder para  Antonio Ferreira
9 dias atrás

Sim.
Mas em experimentação, o Cmdo do RCMec interage com os Esqd.
No caso, um seria com Centauro. Os outros só no papel do planejamento.

Fábio De Souza
Fábio De Souza
10 dias atrás

Excelente Noticia !!

Desc
Desc
9 dias atrás

Tudo aqui demora demais ….mas seguimos

Sequim
Sequim
9 dias atrás

Olha como são as coisas: diziam que não sairia a licitação; depois diziam que o lote inicial das 2 primeiras unidades não viria; depois disseram que o contrato não seria assinado; agora dizem que não serão adquiridas as 96 unidades restantes; talvez depois digam que o EB vá ficar só com 98 unidades. Alguém vê um padrão? Pois é, né?

Última edição 9 dias atrás por Sequim
João
Responder para  Sequim
9 dias atrás

O primeiro plano são 98.
Depois, virão os substitutos dos Cascáveis modernizados.

Adão Pedro Beliziario
Adão Pedro Beliziario
9 dias atrás

É o governo precisa abrir mas escola de tecnologia comente mais escola de eletrônica
Para que o Brasil cresça cada vez mais tecnologia foguetes e eletrônicos misseis teliguiado drones avançados aviões avanças com essteleguiados

Carlos
Carlos
9 dias atrás

**ASSINARÁ** então , não assina !?
Essa Lentidão é característica de Países
Marcados pela Corrupção , adiando cada vez mais os programas , discursando com palavras Vazias e Ações Contrárias ,.

Última edição 9 dias atrás por Carlos
Dr. Mundico
Dr. Mundico
Responder para  Carlos
9 dias atrás

Nossa, quanta indignação!

Claudio Muller
Claudio Muller
9 dias atrás

Só não entendi uma coisa, o Brasil ja não tinha comprado 98 ao qual só recebeu 2.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Claudio Muller
9 dias atrás

Não.
Assinou em 2022 um contrato de compra de duas unidades.
Agora assinou um para comprar sete unidades.
Ainda falta assinar a compra de 89 unidades para atingir 98.

Luciano
Luciano
9 dias atrás

Só pra adoçar a boca… Exército tá quebrado!!

Rodrigo LD
Rodrigo LD
9 dias atrás

Para paradas, desfiles e formaturas, é um bom número. Terminarão a carreira sem disparar um tiro em situação real.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rodrigo LD
9 dias atrás

“Terminarão a carreira sem disparar um tiro em situação real.”

Deus te ouça!! Eu quero e espero que nenhum equipamento militar brasileiro seja usado em situação real, somente em treinamentos e exercícios.

Antonio Ferreira
Antonio Ferreira
9 dias atrás

O problema a meu ver é a demora. Poderiam ter adquirido um lote de 7 para a fase técnica e a experimentação doutrinária (tática). Pulava fase e tempo. Tem também a questão de dinheiro e vontade política. Com essas 98 unidades só dá pra contemplar 3 R C Mec com a dotação completa. E os outros? Vão de que?
1º R C Mec – Regimento Sá Britto (Itaqui – RS)
2º R C Mec – Regimento João Manoel (São Borja – RS)
3º R C Mec – Regimento Forte de Santa Tecla (Bagé – RS)
4º R C Mec – Regimento Dragões do Rio Grande (Uruguaiana – RS)
5º R C Mec – Regimento Cavalaria Columbiana (Quaraí – RS)
7º R C Mec – Regimento Brigadeiro Vasco Alves Pereira (Sant’Ana do Livramento – RS)
8º R C Mec – Regimento Conde de Porto Alegre (Uruguaiana – RS)
10º R C Mec – Regimento Antônio João (Bela Vista – MS)
11º R C Mec – Regimento Marechal Dutra (Ponta Porã – MS)
12º R C Mec – Regimento Marechal Rondon (Jaguarão – RS)
13º R C Mec – Regimento Anhanguera (Pirassununga – SP)
14º R C Mec – Regimento Lanceiros do Ponche Verde (São Miguel do Oeste – SC)
15º R C Mec – Regimento General Pitaluga (Guará – PR)
16º R C Mec – Regimento Piragibe (Bayeux – PB)
17º R C Mec – Regimento Solon Ribeiro (Amambai – MS)
18º R C Mec – Regimento Lanceiros do Extremo Norte (Boa Vista – RR) (Organização criada recentemente a partir do 12º Esqd C Mec)
19º R C Mec – Regimento San Martín (Santa Rosa – RS)
Isso sem contar com os Esqd isolados
3º Esqd C Mec (Esquadrão General Casales) – Sediado em Brasília – DF, subordinado à 3ª Brigada de Infantaria Mecanizada.
4º Esqd C Mec – Sediado em Santos Dumont – MG, subordinado à 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha.
5º Esqd C Mec – Sediado em Castro – PR, subordinado à 5ª Brigada de Infantaria Blindada.
6º Esqd C Mec – Sediado em Santa Maria – RS, subordinado à 6ª Brigada de Infantaria Blindada.
8º Esqd C Mec (Esquadrão Rafael Pinto Bandeira) – Sediado em Porto Alegre – RS, subordinado à 8ª Brigada de Infantaria Motorizada.
10º Esqd C Mec (Esquadrão Forte das Cinco Pontas) – Sediado em Recife – PE, subordinado à 10ª Brigada de Infantaria Motorizada.
16º Esqd C Mec (Sentinela do Sudoeste) – Sediado em Francisco Beltrão – PR, subordinado à 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada

Última edição 9 dias atrás por Antonio Ferreira
Santamariense
Santamariense
Responder para  Antonio Ferreira
8 dias atrás

Aqui você se enganou:

“Com essas 98 unidades só dá pra contemplar 3 R C Mec com a dotação completa.”

Um R C Mec é composto, de forma completa, por 3 esquadrões, cada um com 7 viaturas. 7 x 3 = 21 + 2 (Comandante e Subcomandante do Regimento) = 23.
Portanto, 98 Centauro seriam suficientes para equipar 4 R C Mec e sobrariam exemplares para treinamento, como no CIBld e AMAN, por exemplo.

“4º R C Mec – Regimento Dragões do Rio Grande (Uruguaiana – RS)”

Não existe 4⁰ R C Mec. Existe o 4⁰ RCB, em São Luiz Gonzaga/RS que se chama mesmo “Dragões do Rio Grande.”

5º R C Mec – Regimento Cavalaria Columbiana (Quaraí – RS)

O nome correto é Regimento “Cavalaria da Legião de Tropas Ligeiras”

12º R C Mec – Regimento Marechal Rondon (Jaguarão – RS)

O nome correto é Regimento “Marechal João Pessoa”

“15º R C Mec – Regimento General Pitaluga (Guará – PR)”

Esse Regimento se localiza na Vila Militar, no Rio de Janeiro.

Última edição 8 dias atrás por Santamariense
Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
9 dias atrás

olha ai uma boa noticia. quando uma coisa boa acontece temos que reconhecer. Esta escolha foi certa e que sejam os primeiros de muitos , E que o programa vingue e que nunca tenha verbas contingenciadas as sua verbas. è o que desejo.

BRASIL
BRASIL
9 dias atrás

Os primeiros 07 blindados Centauro II BR, que compõem o Lote de Experimentação Doutrinária (LED), serão produzidos pelo consórcio italiano CIO (Consórcio IDV – Oto Melara), com fabricação inicial na Itália e posterior transição de montagem e nacionalização de componentes para a fábrica da IDV em Sete Lagoas (Minas Gerais, por esse motivo que são 07 apenas, pois os demais devem ser construídos com transferência de tecnologia ao Brasil.

Tiago da cruz pinto
Tiago da cruz pinto
9 dias atrás

Ótimo ver o processo dando sequência ao planejamento, sinceramente não sei o q maos incomada alguns se e a continuidade ou a paralisação
Enfim segue o projeto e as aquisições

marcelo
marcelo
9 dias atrás

Sinceramente o dinheiro, que as forças armadas brasileiras, recebem de repasses e simplesmente para pagar salários, soldos e custeios, nada mais . E muita gente, para poucos recursos. Enquanto uma grande parte de países , recebem muito menos, que as forças armadas brasileiras, e tem um melhores aparelhos e infra estruturas. Até quando meu Deus?

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  marcelo
9 dias atrás

Normalmente esses países são bem menores e tem quantidade totais inferiores de veículos

João
Responder para  marcelo
8 dias atrás

Não.
Esses gastos são obrigatórios e já previstos.
Repasses não são para isso.

groosp
groosp
9 dias atrás

Tomara que descubram cedo que, na era dos drones, isso é um ativo inútil e não comprem mais. Mas é bem bonito pra o desfile de 7 de setembro.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  groosp
9 dias atrás

Não é inútil.
Mas precisa de um sistema antidrone instalado nele.

João
Responder para  groosp
8 dias atrás

Não, não é.
Graças a Deus, FFAA não são desesperadazinhas.

O drone é um recurso moderno. Q ainda está sendo desenvolvido o emprego e a resposta.

EUA, China e outros países da OTAN já estão em avançado desenvolvimento de um recurso q vai novamente mudar o emprego dos drones.

Uma viatura com antena para um forte pulso de energia, que desligará instantaneamente o/os drones q estiverem vindo.

Aqueles drones “sobreviventes”, ou onde for escasso seu emprego, ainda haverá os sistemas cinéticos antidrone, e passivos, como gaiolas.

Drones não alteram a realidade da guerra como um todo, tão somente “inflacionam”.

Última edição 8 dias atrás por João
peter nine nine
peter nine nine
9 dias atrás

Dado o canhão e restante recheio, o Centauro torna-se o melhor carro de combate das Forças Armadas Brasileiras.

Danilo
Danilo
9 dias atrás

O contrato prevê a entrega de 98 viaturas, tomara que sejam mais, é um veiculo excepcional, e a cavalaria mecanizada precisa.

João
Responder para  Danilo
8 dias atrás

Há previsão de mais.

O desenvolvimento da guerra com drones ditará se sim ou não.

Rodrigo Silveira
Rodrigo Silveira
9 dias atrás

Foi escolhido no final de 2022… Quase 4 anos depois o contrato para aquisição… de 7! Tá certo…

Luís Henrique
Luís Henrique
9 dias atrás

O Centauro 2 é muito bom, mas devido ao baixo orçamento do EB e ao valor cobrado (cerca de U$ 10 mi cada no pacote completo), existem opções melhores e muito mais baratas.

A ideia do EB ter 98 Centauro 2 + 65 Tulpar MMBT + 78 Tulpar IFV é boa, caso dê certo, vamos ficar bem melhores do que estamos hoje.
Mas os custos aproximados são U$ 1 bi para os 98 Centauro 2 e cerca de U$ 1,5 bi para os 143 Tulpar.
Total de 241 blindados e U$ 2,5 bi

Com esse valor de U$ 2,5 bi eu faria assim:

1) 200 MBT raiz VT-4 BR
2) 400 IFV VN-12 BR
3) 200 ST-1 BR
totalizando 800 blindados

junto com essa massiva aquisição, envolveria TOT, produção local dos blindados, produção de munições modernas de 105mm e 125 mm e desenvolvimento do rádio nacional, que se tornaria padrão do EB e nos livraria da dependência dos rádios alemães.

Os VT-4 são MBT de verdade com cerca de 52 toneladas, mesmo peso dos M-60 operados pelo EB e bem mais leves que monstros como Abrams e Leo2A8.
Porém mantém uma blindagem de alto nível, muito superior à qualquer MMBT.

O VN-12 é equivalente ao Tulpar IFV com cerca de 30 à 35 toneladas, mais leve e canhão de 30 mm que o Brasil já produz munição.
Com 400 unidades daria para compor um MIX junto com os MBT´s nos RCC e RCB e também daria para substituir a maior parte dos M113 em outras unidades, deixando apenas os M113 na segunda linha.

O ST-1 BR versão Advantage modernizada, entrega 90% das capacidades do Centauro 2, em vez do canhão de 120 mm o canhão é de 105 mm, mas com munição moderna, destrói qualquer blindado da América do Sul, e custa 1/3 do preço do Centauro 2 capado sem o carregador automático.
(para quem não sabe o Centauro 2 italiano possui carregamento automático e dispara 1 tiro a cada 4 segundos e possui apenas 3 tripulantes, o EB para baratear, optou pelo carregamento manual, então a cadência de disparos é mais lenta e depende de fatores como treinamento e cansaço e a tripulação aumentou de 3 para 4)

O ST-1 Advantage tem carregamento automático, 3 tripulantes e pode realizar tiro indireto com 17 km de alcance, como um obuseiro.
Isso sem falar na diferença absurda de 241 blindados para 800 blindados.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Luís Henrique
8 dias atrás

Não dá para imaginar que um veículo fabricado na China com o custo X seja fabricado no Brasil com o mesmo custo X, em razão dos custos das matérias-primas e da energia elétrica. A conta fica pior pois também existe a necessidade de instalar uma linha de montagem, treinamento de mão de obra, adaptações pedidas pelo EB e ToT.
Então tem que pensar em, pelo menos, 3X.

João
Responder para  Rafael Oliveira
8 dias atrás

🎯

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Rafael Oliveira
8 dias atrás

Isso é um absurdo e totalmente fora da realidade.
O VT-4 foi exportado por cerca de U$ 5 mi, sendo produzido na China.
O Paquistão resolveu produzir uma versão customizada, chamada de Haider, com TOT e produção local, o custo subiu para U$ 6 mi.

3x mais é absurdo.

No caso do próprio Centauro 2 o custo já era de cerca de U$ 10 mi a unidade, porém ia ficar um pouco mais caro por causa de TOT e produção local. O EB retirou o carregamento automático e o preço caiu, ficou praticamente o mesmo valor.

Uma aquisição de 800 blindados é muito diferente de uma aquisição de 98.
Você tem escala para exigir mais TOT e menores preços.
Mesmo que custe um pouco mais que o planejado, não seria uma diferença muito grande.

João
Responder para  Luís Henrique
8 dias atrás

Veículos chineses? mmmmmmm
Eu não gostei do material chines q tive Ctt.
Os colegas paquistaneses também não.

Muito do q vejo de aquisição de material chinês é política.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  João
8 dias atrás

Os paquistaneses estão muito orgulhosos do Haider e dizem com confiança que são melhores que os T-90 russos usados pelos indianos e melhores que os Arjun indianos também.

Também estão satisfeitos com os caças chineses J-10CE.

Ricardo César
Ricardo César
9 dias atrás

Que várzea, 7 unidades!!!

Rapha
Rapha
8 dias atrás

Ngm mais investe em tanques, ou arrilharia e sim em mísseis, drone, IA, e sistemas de defesa aérea e anti mísseis… E o Brasil querendo ate reabrir a fábrica de tanques… Joga dinheiro fora… Enéias já dizia nos anos 90 que nao investiria nada em forças armadas e sim na criação de uma bomba atomica e pronto resolvido, ngm se mete com a gente… O cara já era visionário, mas a gente ultrapassado e achou ele louco…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Rapha
8 dias atrás

E como é que se solta uma bomba atômica num país inimigo? O Enéas iria levá-la nas costas?
Precisaria investir em mísseis balísticos e/ou aviões de caça e/ou submarinos para levar a “bomba atômica” até o inimigo.
Por mim, o Brasil teria armas nucleares, mas só isso não basta.
Enéas não era um visionário. Tinha uma ou outra opinião acertada, mas em geral, era um populista e estatista, com promessas de estatização da economia e não pagamento da dívida pública. Um beócio.

João
Responder para  Rapha
8 dias atrás

Ninguém????

Parabéns, Paulo…

Bernardo
Bernardo
8 dias atrás

Nossa, que rápido. Da seleção pra assinatura do primeiro lotezinho com meia dúzia de unidades pra fazer a doutrina só demorou, o quê? 4 anos? ou foi mais que isso? E não é pra receber, é a assinatura do contrato. Aí agora vai pra fila pq praticamente todas as peças são feitas fora e tudo mais. E ainda tem que pagar, né, nosso maior problema.
Potência da cavalaria sulamericana, vai, Brasil!

Fdm
Fdm
8 dias atrás

Pois é, com a Guerra da Ucrânia mostrando que blindados se tornaram presas fáceis de drones, será que é tão necessário assim adquirir blindados italianos? Até concordo com a aquisição, mas em se tratando de um veículo que perdeu razão estratégia na guerra moderna, não daria talvez mais interessante nacionalizar essa aquisição,. diminuir esse tipo de investimento e pensar na estruturação de divisões que utilizem equipamentos não tripulados..Vale a reflexão.

RDX
RDX
Responder para  Fdm
8 dias atrás

A Ucrânia praticamente abandonou os tanques. O que sobrou foi transferido para unidades de cavalaria mecanizada. Cerca de 33 para cada brigada. Formato muito parecido com o nosso RCB. No TO ucraniano, os tanques estão sendo usados para escoltar VBTP e limpar campos minados. Eventualmente eles são usados para apoio de fogo. Não existe mais combate entre tanques. Aliás, ninguém fala mais em novas remessas de tanques. A disseminação dos drones e os vastos campos minados tornaram o tanque irrelevante. Nessa guerra os tanques assim que localizados são caçados por enxames de drones. Para reflexão.

Última edição 8 dias atrás por RDX
Santamariense
Santamariense
Responder para  RDX
8 dias atrás

Tem que avisar os norte-americanos, europeus, chineses…

Pedro
Pedro
6 dias atrás

Finalmente. Já tardava.

MARCELO TADEU
MARCELO TADEU
6 dias atrás

Demorou!!! Segundo o Caiafa, na esteira desse contrato vem tb o ATMOS!