Avibras Aeroco apresenta capacidades tecnológicas e industriais ao Departamento de Ciência e Tecnologia do EB
A Avibras Aeroco recebeu, nesta quarta-feira, dia 26/08, em sua unidade fabril, em Jacareí (SP), a visita do Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro, General de Exército Hertz Pires do Nascimento.
A comitiva foi acompanhada pelo Chefe de Gabinete de Planejamento e Gestão do DCT, General de Divisão Erb Lyra Leal e do Chefe do Núcleo do Parque Tecnológico de Defesa e Segurança em Campinas, General de Brigada Douglas Corbari Correa.
A comitiva conheceu diferentes áreas da empresa e suas capacidades de engenharia, industrial e certificação de produtos, com destaque para as competências em propulsão e integração de sistemas inteligentes de defesa de última geração.
O DCT é o Órgão de Direção Setorial do Comando do Exército que tem a missão de entregar soluções científico-tecnológicas necessárias à implementação de capacidades à Força, em conformidade com as políticas, os planejamentos e as diretrizes estratégicas do Exército.
A visita reforça a importância da conexão entre a indústria de Defesa e as instituições responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico e pela geração de capacidades estratégicas para o País, contribuindo para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa e para a soberania nacional.■

E diziam que a empresa já tinha virado sucata. Vários desafios se impõe a empresa, de imediato uma gestão capaz de dialogar com vários órgãos do governo, articulação institucional como as Forças Armadas, DCTA, M. da Defesa, e por conseguinte a retomada da internacionalizar da Avibras, transformando e uma player global.
Mais boas notícias virão da Avibras.
A Avibras S/A foi desmembrada e só existe como titular de um monte de dividas a pagar. A Avibras Aeroco, fundada em 2025, ficou com os ativos (infraestruturas, materiais e maquinários) da Avibras S/A. São empresas distintas, num arranjo até agora dentro da legalidade. Mas o amanhã, que até ontem a Deus pertencia, parece estar disponivel pra aquisição com deságio…
Todo o dinheiro que entrar na Avibras Aeroco estará voltado para retomada da produção e de pesquisa e certificação.
Avibras Aeroco quando gera receitas parte desses recursos será canalizada para repassar à Avibras S/A pagar os credores da recuperação judicial. Não existe calote é um acordo entre partes.
Espero que venha abrir venda de ações no mercado, por enquando uma empresa de capital fechado. O interresante é que transação foi assinada por meio da empresa pessoal de investimentos da família, e não pela holding J&F, o que demonstra a importância da transação e o cuidado em manter os controle nacional das capacidades acumuladas pela Avibrás.
Oi, Nilo. A Globe Investimentos, que adquiriu a Nova AVB (controladora da Avibras Aeroco), faz parte da holding J&S da família Batista.
Aqui:
https://forbes.com.br/forbes-money/2026/08/irmaos-batista-compram-avibras/
A Avibras S/A deve 600 milhões de Reais, mas já recebeu 230 milhões em Maio passado pra quitar dívidas trabalhistas e retomar produção e a Nova AVB foi adquirida por 300 milhões de Reais agora em Agosto.
Aqui:
https://www.infomoney.com.br/business/quem-e-a-avibras-empresa-de-defesa-que-pode-ser-comprada-pelos-irmaos-batista/
Aí que tá: esses dinheiros e ativos fisicos (infraestruturas, materiais e equipamentos) e intelectuais (patentes) representam uma conexão entre as duas empresas (Avibras S/A e Avibras Aeroco) e isso torna ilegal/inválido o arranjo que desmembrou a companhia original pois parte dos ativos eram garantias dos credores e não houve aporte de indispensáveis certidões negativas de debito. Parece que o CADE ainda estuda o caso.
Veremos. O prazo de análise desses casos pela Superintendência-Geral (SG) é de até 30 dias.
” …os advogados disseram que a Globe pertence ao Grupo J&F para tratar de todas as empresas controladas pelos irmãos Batista. Mas a Globe não possui relação com a J&F….foi especificado no formulário ao órgão de defesa da concorrência que não há membro de órgãos de gestão de empresas do Grupo J&F que também seja integrante de órgãos de gestão e/ou de fiscalização de outras empresas fora de seu grupo econômico no Brasil e que atue no mercado relevante envolvido na operação.”
Vergonhoso!
O EB deveria ser o primeiro a cobrar dos atuais controladores da empresa, quais as reais capacidades desta.
E não patrocinar a atual campanha, de arrumar serviço pra Avibrás fazer.
A visita, uma demonstração explícita do interesse do Exército em salvar como nacional a empresa e o acompanhamento do processo. Vergonhoso foi a venda da AKAER, depois de anos de investimento público em pesquisa de alta. Tecnologia para os Árabes.
A Akaer não perdeu capacitação, não ficou parada, ainda era atuante, inclusive junto ao EB.
Por isso os árabes compraram.
O mesmo não pode ser dito da Avibrás.
Parada 4 anos, perdeu grande parte da mão de obra especializada, das competências e capacitações, que nem eram lá grande coisa.
Empresa de 3 produtos.
Árabes e australianos quiseram Comprar, diante do risco de desnacionalização o governo buscou uma solução nacional.
Ao que tudo indica essa putharia dessas aquisições independentes e não padronizadas das Forças Armadas vai acabar, parece que uma espécie de DGA brasileira está em processo de criação, assim como fortalecimento do MD como ministério de verdade. Foi bom mesmo o TCU ter se manifestado, é uma vergonha o que acontece nas 3 forças no Brasil, ou talvez EUA, França, Rússia, China e CS estejam errados e nós certos…