Defesa cria grupo para definir conceito de operação conjunta de futuro Helicóptero Multimissão das Forças Armadas
O H145M é um forte candidato para o Helicóptero Multimissão
O Ministério da Defesa deu um novo passo para uma possível aquisição conjunta de helicópteros para Marinha, Exército e Força Aérea, com a criação de um grupo de trabalho encarregado de elaborar o Conceito de Operações Conjunto (CONOPS MD) para o chamado Helicóptero Multimissão.
A medida foi estabelecida pela Portaria EMCFA-MD nº 4.249, de 17 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 19 de agosto e assinada pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante de esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire.
O texto não identifica fabricante, modelo, quantidade de aeronaves, orçamento ou cronograma de aquisição. A portaria, entretanto, menciona expressamente um “processo de obtenção conjunta do Helicóptero Multimissão”, indicando que o trabalho vai além de um simples estudo doutrinário e está inserido na sistemática do Ministério da Defesa para aquisições comuns às três Forças.
Marinha, Exército e Aeronáutica participarão do estudo
O grupo será coordenado pela Chefia de Operações Conjuntas do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) e contará ainda com representantes do Comando da Marinha, do Comando do Exército e do Comando da Aeronáutica.
Cada integrante terá um suplente, e o coordenador será o representante de maior precedência hierárquica ou funcional da Chefia de Operações Conjuntas. Especialistas militares e civis também poderão ser convidados a participar dos trabalhos quando seus conhecimentos forem considerados necessários.
O objetivo central será formular uma proposta de Conceito de Operações Conjunto, documento destinado a estabelecer como uma futura plataforma deverá ser empregada pelas Forças Armadas, considerando missões, ambiente operacional, interoperabilidade e necessidades comuns.
Além da elaboração dos estudos, o grupo poderá preparar apresentações e coordenar medidas entre os diferentes órgãos envolvidos no processo de obtenção.
Trabalho deverá ser concluído em 20 dias
Depois da publicação do ato que designará formalmente seus integrantes, o grupo terá 20 dias para concluir os trabalhos. O prazo poderá ser prorrogado pelo chefe de Operações Conjuntas mediante solicitação do coordenador.
A proposta resultante deverá ser aprovada pela Chefia de Operações Conjuntas e posteriormente encaminhada à Chefia de Logística e Mobilização do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, uma das estruturas centrais do processo de obtenção de novos sistemas militares.
As decisões dentro do grupo serão tomadas por maioria simples, exigindo-se a presença de pelo menos um representante de cada órgão. Em caso de empate, caberá ao coordenador o voto de qualidade.
A portaria também determina que os estudos em andamento terão acesso restrito enquanto constituírem documentos preparatórios de atos administrativos ou normativos. Sua divulgação dependerá de autorização prévia do coordenador.
CONOPS é uma das primeiras etapas da aquisição conjunta
A criação do grupo está baseada na Portaria GM-MD nº 4.070, de outubro de 2021, que instituiu a Diretriz de Obtenção Conjunta de Produtos de Defesa e Sistemas de Defesa.
Essa sistemática busca coordenar programas de interesse comum entre as Forças, ampliar a interoperabilidade, estimular a participação da Base Industrial de Defesa e racionalizar os recursos orçamentários. Entre os documentos previstos estão o Conceito de Operações, os Requisitos Operacionais, o Estudo de Viabilidade, a Análise da Base Industrial de Defesa, os Requisitos Operacionais Conjuntos e a Instrução de Obtenção Conjunta.
Isso significa que a elaboração do CONOPS ocorre antes da definição final do equipamento. É nessa fase que Marinha, Exército e Aeronáutica procuram determinar quais missões deverão ser atendidas e quais capacidades precisam existir antes que requisitos técnicos mais detalhados sejam consolidados.
Em declaração recente que ajuda a contextualizar a iniciativa, o Estado-Maior da Aeronáutica informou que existem estudos, no âmbito do Ministério da Defesa, para uma eventual aquisição conjunta de helicópteros leves para as Forças Armadas. A FAB ressaltou, porém, que modelos, quantidades e parâmetros de uma eventual compra ainda não foram definidos.
Brasil já realizou grande aquisição conjunta de helicópteros

O processo possui um precedente importante no próprio inventário brasileiro: o Projeto H-XBR, lançado para equipar simultaneamente Marinha, Exército e Aeronáutica com o H225M produzido pela Helibras no Brasil.
O programa acabou envolvendo 47 helicópteros, distribuídos entre as três Forças, acompanhados por transferência de tecnologia e nacionalização industrial. Em dezembro de 2025, a Marinha recebeu seu 15º e último H225M, encerrando sua parcela do programa.
Já em agosto de 2026, o Exército recebeu seu 15º HM-4 Jaguar, versão do H225M utilizada pela Aviação do Exército, concluindo também suas entregas. A linha militar do H225M em Itajubá aproxima-se agora do encerramento após quase duas décadas de um programa que se tornou referência brasileira de aquisição conjunta.
O novo Helicóptero Multimissão, contudo, não é identificado pela portaria como substituto do H225M, nem há no documento qualquer definição pública sobre sua categoria de peso ou modelos candidatos. A indicação de estudos para helicópteros leves sugere um helicóptero como o H145M que a Helibras pretende produzir no Brasil.
Padronização pode reduzir custos e aumentar interoperabilidade
Uma aquisição comum pode permitir às três Forças compartilhar parte da infraestrutura de treinamento, manutenção, ferramental, estoques de peças e suporte logístico, ainda que cada uma utilize configurações específicas de acordo com suas missões.
Na Marinha, uma aeronave desse tipo poderá enfrentar requisitos ligados à operação embarcada e ambiente marítimo; no Exército, missões de ligação, reconhecimento, transporte e apoio às forças terrestres; e, na Aeronáutica, tarefas de apoio operacional, transporte, busca e salvamento ou outras funções definidas pelo futuro CONOPS.
A própria Diretriz de Obtenção Conjunta determina que esses processos busquem padronizar conceitos, doutrinas, procedimentos, sistemas e materiais, respeitando as peculiaridades das Forças, além de otimizar recursos destinados às aquisições.
A publicação da Portaria nº 4.249 ainda está distante de representar uma escolha de helicóptero ou assinatura de contrato. Ela estabelece, porém, a estrutura formal para que Marinha, Exército e Força Aérea definam conjuntamente o que esperam da próxima plataforma, etapa necessária antes que requisitos técnicos, avaliação de alternativas industriais e eventual concorrência possam avançar.■

Off-Topic: Cerca de 2000 guerrilheiros adentraram território brasileiro na região de São Gabriel da Cachoeira (AM), além de invadir o território eles sequestraram indígenas, obrigaram as comunidades a desligarem starlinks e roubaram a população local.
Fonte: https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2026/08/25/guerrilheiros-colombianos-avancam-ameacam-e-levam-panico-a-indigenas-no-am.htm
Nessas horas é que o estado lembra das forças armadas. Só esquece que tem que parar de cortas verbas todo ano se quiser ter forças em estado de prontidão, para atuar em situações como essa.
E quando as forças, vão lembra de gastarem com o que devem o seu orçamento?
Sério mesmo? Cada destacamento tem em média 1500km de fronteira para vigiar, vc espera onipresença?
Onde falei sobre fronteira.
Eu esperava uma inteligência melhor pro parte das forças armadas em geral e da ABIN, pelo visto, só se prestam a seguir políticos e planejar golpes de estado, agora identificar 2 mil guerrilheiros a poucos quilômetros de uma área estratégica, pois se não me engano e são Gabriel da cachoeira tem duas unidades militares importantíssimas, uma do exército e outra da FAB, e muita incompetência!
Se for real, parece que os destacamentos locais estão dormindo.
Isso ainda está no nível de “boato de imprensa”.
Muito a ser confirmado.
Pcp, pq os locais na região já possuem uma rede de informação grande, para estar ocorrendo nessa magnitude, sem ação governamental.
….Somos soberanos….
Lembrou de soberania quando praticamente entregaram o centro espacial de Alcântara aos estrangeiros?
Dê mais detalhes, pf.
Os canais e sites especializados também vão querer saber.
Soberania…
Restringindo a assunto apenas à soberania interna.
Muitos aqui criticam os EUA por terem classificados PCC e CV como cartéis.
Que isto é uma questão interna que deve ser resolvida aqui.
Apenas demonstra a falta de conhecimento em relação a atuação destas destes dois grupos.
Principalmente o PCC, que invade outros países como Paraguai, Argentina (norte), Colômbia e Peru, literalmente ocupando territórios e assassinando rivais. E agora estão invadindo a Bolivia.
Estes dois grupos são uma praga que o Estado brasileiro, ou não tem a capacidade de enfrentar, ou não tem a força de vontade necessária para tal.
Roubo e crime organizado existem em qualquer país.
Mas a complacência que os Governos nacionais tem com estes dois grupos é nítida. Em vez do endurecimento das leis e penas, vemos o afrouxamento com a desculpa de que o sistema prisional está sobrecarregado.
Ambos os grupos possuem, como estimativa, mais de 120 mil membros.
Apenas como estatística, lá por 2000, o número de integrantes do PCC estimado era de 200 pessoas. O CV de 3 mil.
Uma expansão de 3.650% em 26 anos.
Somos uma máquina de produção de recursos voltados para crime e já estamos exportando.
Se o destino final das drogas produzidas fosse a China, onde o volume causasse um risco social, garanto que veríamos diversos navios da PLAN fazendo a segurança próximo ao nosso litoral e dentro da ZEE. A política de Estado chinês a pena para traficante é de morte.
Infelizmente, nosso Estado sabe o que precisa fazer, como asfixia financeiras e de bens, ajustes no sistema e modelo prisional (maior controle e enrijecimento), investimento na segurança, controle de fronteiras e portos (quem já fez pesca esportiva noturna já viu a “movimentação de barcos” para navios cargueiros – principalmente no litoral paulista), mas nada faz.
Fora o investimento nas área desocupadas pelo crime (educação – principalmente social, saúde e emprego).
Nossa soberania interna já está em risco com a infiltração de integrantes destas facções em diversas instâncias do poder público.
Se ele mantiverem a mesma taxa de crescimento, tanto financeiro quanto de pessoal, em quanto tempo teremos virado um “narco estado”, administrados por políticos eleitos associados à estes dois grupos, como vemos com prefeitos e vereadores, tanto do RJ quanto SP?
E, se male mal garantimos a soberania interna, quem dirá garantir a soberania externa quando precisarmos.
Nosso comandantes militares são bravões e valentes contra civis desarmados perto do quartel…..
Alguns também são bravos contra políticos de esquerda, ou manifestantes em geral na cidade, agora saber que tem 2000 mil guerrilheiros do outro lado da fronteira e nos ter nem um drone, voando por ali para ver algo, nem pensar, patrulhas nas aldeias indígenas da região também não!
“Em declaração recente que ajuda a contextualizar a iniciativa, o Estado-Maior da Aeronáutica informou que existem estudos, no âmbito do Ministério da Defesa, para uma eventual aquisição conjunta de helicópteros leves para as Forças Armadas“.
PADRONIZAÇÃO! Para mim é uma palavra que soa muito bem nas forças armadas.
O benefício da padronização nas forças armadas é a simplificação da logística e o aumento da eficiência operacional em combate.
O uso de peças, armamentos e munições padronizados permite que diferentes unidades ou países compartilhem recursos sem problemas.
Estudos de gestão militar indicam que a adoção de suprimentos e processos padronizados costuma gerar uma economia de escala estimada entre 10% a 30% nos custos de aquisição e manutenção de equipamentos em comparação a frotas ou arsenais diversificados.
Espero que façam uma escolha racional ao invés de político-ideológica.
As 3 Forças tem necessidade de novas aeronaves?
EB: Acabou de modernizar seus Esquilo/Fennec e Pantera…terão mais uns 15 a 20 anos de vida útil ainda. Os Black Hawk e Cougar estão sendo substituídos pelos Black Hawk versão UH-60M. Os H225M acabaram de terminar o recebimento. Vão criar novos Batalhões de Aviação para operar esse novo modelo de helicóptero?
FAB: Está modernizando os H-60L para equipará-los ao H-60M. Está para receber o último exemplar do H225M. Está recebendo 12 H125 novos para substituir os Esquilos de versões antigas. Vai criar novos Esquadrões para operar esse novo modelo de helicóptero?
MB: Acabou de receber o último H225M. Os SH-16 ainda tem muitos e muitos anos de vida útil. Os AH-11 estão sendo modernizados. Recebeu há poucos anos os H-135. Está substituindo os IH-6 Jet Ranger e os Esquilos mais antigos por 15 H125 novos. Talvez haja espaço para esse novo modelo de helicóptero na substituição do restante da frota de Esquilos.
Então, com exceção da MB que o usaria para terminar de substituir seus Esquilos, FAB e EB precisariam novos Esquadrões/Batalhões para mobiliar com essa aeronave. Tenho a impressão que vem mais uma entubada ao estilo H225M.
Todo governo do PT tem uma entubada nas FFAA…
Tudo por conta do PT, a entubada do Gripen E, a entubada da revitalização da Avibras, as negociações com revitalização dos Leopardo,, a compra de mais unidades do Tamandaré, dos Centauros, e a maior entubada, que vou cobrar, mais recursos para o SubNuc.
Mas há quem prefira votar em entubadoress de emenda parlamentar que da entubada entre elas em Prefeituras para enriquecimento de cantor/A…. sertanejo/A. R$ 61 bilhões.
1º: Nada disso aí apaga as entubadas do PT, pois desde quando enumerar umas coisas apaga outras?
É helicoptero russo q ngm pediu, é 50 Kombis voadoras, agora mais 50 dessas aí…
2º: Os Gripen eram uma licitação de anos e tinham q sair de qq jeito, ñ foi favor nenhum, aliás foi só no ultimo mandato da Dilma, e 4º do PT que saiu. A Avibras o PT aproveitou para já entubar os irmãos Batista, os mais corruptos do país, e criar outra campeã nacional, já sabemos que vem mta corrupção e dinheiro desviado pro ParTidão aí, como sempre. Novas Tamandaré, cadê?
3º: As emendas parlamentares continuam do mesmo jeito no gov do PT, esqueceu? A imprensa sim esqueceu, até mudou o nome para Emendas Pix, que bonitinho né.
Vou cobrar a entubada do SubNuc, enquanto a patriotada toma YPE….. e entubada do Dark Horse, emenda do centrão, lojinha de chocolate, cartão corpotativo, diamantes na venda de refinaria para arabes, rachadinha, medalha para sicario…..
Apesar de algumas coisas que você colocou não serem verdade, no frigir dos ovos um candidato é igual ao outro, tudo lixo. Além disso, um crime não justifica outro. Queria saber o que passa na cabeça de seres como tu, que defendem criaturas como atual ocupante do Planalto e sua trupe.
Pois é. O brasileiro padrão está tão acostumado com crimes e desvios por parte da classe política, que já tratam como se fossem normal.
Perderam a vontade de buscar algo melhor, eficiente e, principalmente, correto.
Preferem manter uma visão binária (nós e eles) que não exigem esforço de busca e análise.
Infelizmente, outras boas opções acabam desconhecidas.
Exatamente!!
Nao sei se tu sabe, o sub nuclear foi adiado pra 2038 no atual governo, por falta de recurso, olha so, o “investimento” em soberania. Rachadinha nao foi o boulos que salvou um cupanheiro? Tem coragem de falar em cartao corporativo depois que o atual presidente gastou mais que bolsonaro, temer e dilma juntos?? De refinaria dilma e lula entendem bem, a primeira comprou uma mais cara do que valia e depois vendeu por menos que pagou, ja o lula nao deu uma pro cumpanheiro EVO?
“…a compra de mais unidades do Tamandaré..”
Mais unidades??? Quando?? Quem assinou o contrato???
“…dos Centauros…”
7 unidades para experimentação doutrinária, sendo que não é um projeto de agora e que, inclusive, foi tentado o cancelamento do contrato. Em 28/11/2022, em sua conta oficial no Twitter, a Presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, considerou o contrato “lamentável” e, em tom de ameaça disse que “Estudaremos o que pode ser feito a partir de janeiro” (de 2023). E ela fez, mesmo. Entrou na justiça e conseguiu uma liminar para suspender o contrato, mas que depois foi derrubada. Ela teve que enfiar a viola no saco e engolir o choro.
Então, toma vergonha na cara e fica com tua idolatria por políticos para ti mesmo.
Será que também virá cheio de restrições operacionais, tal qual os H-225 “serra eixo do rotor”?
Transformamos um helicóptero de 25-30 milhões USD a unidade, em uma estrovenga de 60milhões USD, para deleite de Airbus e Elbit.
Não exportamos nada.
E agora, mais uma vez, de novo, novamente, estamos prestes a mais uma vez agradar a Airbus, com uma substancial aquisição de kits para montar.
Os trabalhadores da Airbus em Toulouse, agradecem e querem mais!!!!
Além disso, os 20 dias….
Soa como um processo pra legitimar alguma “decisão” já tomada.
Sim, concordo.
O EB e a MB sobretudo, precisam de um heli compacto, rápido, manobraável e que tenha uma suite de armamentos que vá além de uma .50 e foguetes não guiados da Avibrás. O H145M tem avionicos avançados , sensores, proteção balística, e o kit H Force que lhe provê um canhão de 20mm, um pod de foguetes guiados e misseis ar solo que seriam uma importante evolução do Fennec para o EB, e daria ao CFN da MB uma capacidade de apoio de fogo aproximado para desembarque de fuzileiros e escolta para os UH 15 e UH 15 A que hoje o CFN não possui. O H145 M pode ser levado por todos os meios da MB que possuam deck de convôo, seja o NAM atlântico, sejam os NDMs, sejam as escoltas antigas e novas e os NPAoc .
Daria para comprar quantos drones de ataque top com a grande de cada um desses?
Após a guerra da Ucrânia, esse negócio de helicópteros de ataque não sobrevive nem 20 minutos em um ambiente contestado. Nem russos nem ucranianos usam mais suas aeronaves no fronte, porque é suicídio. No início do conflito, tem vídeos no YouTube de vários modelos de helicópteros sobrevoando baixo, uns até com galhos presos por passarem pelas copas das árvores para não serem iluminados por mísseis. São sistematicamente iluminados pelos sistemas de mísseis portáteis e, após usarem todos os seus flares, são alvejados. Tem um vídeo em que o piloto russo faz de tudo pra escapar dos mísseis, mas, após manobras alucinantes e despejo de vários flares, ele se esborracha no chão tentando escapar de um míssil.
Parece q o Exército Brasileiro não aprende nada e continua fazendo escolhas erradas.
Outro erro é o tal obuseiro de 105 mm da BaeSystem, que o Exército teima em querer produzir no Brasil, sabendo q os ucranianos estão sofrendo com os seus de 155 mm que ficam bem mais longe do fronte. Se o Exército Brasileiro continuar com essa ideia, coitados dos soldados q irão manusear esses obuseiros, porque será suicídio igual a pilotos de helicópteros de ataque que forem para um ambiente contestado e com o inimigo cheio de mísseis portáteis.
As Forças Armadas, como sempre, estão presas aos séculos XIX e XX.
É muito simples, façam uma concorrência internacional e acabem com essa reserva de mercado, que não nos agregou nada em mais de 50 anos de neocolonialismo francês!
Bastante preciso seu comentário.
Ainda acrescento, há tantas outras prioridades para as Forças Armadas no momento que chega a ser um escárnio a compra de mais helicópteros nesse momento só para beneficiar a Helibrás, seu entorno, militares e políticos envolvidos.
Exatamente.
A Airbus mandou comprar o H-145, então obedeçam!
Bem isso.
Padronização é a chave para as 3 Forças Armadas…, teriam que ter apenas uma escola de formação de pilotos de helicópteros…, nível básico…
Para especialização em suas áreas…: mar, ar e terra…, seriam em seus batalhões de destino…, já economizariam hora máquina, meios e etc…
“Padronização é a chave para as 3 Forças Armadas…, teriam que ter apenas uma escola de formação de pilotos de helicópteros…, nível básico”…
Unificar tais escolas de formação seria mais racional e inteligente…
Não, não seria.
Pois os cursos avançados, de especializado e extensão e de formação de praças continuariam necessários em cada força.
Ou seja, todas teriam seus centros de instrução e ainda haveria um conjunto…
O objetivo é aumentar e manter pessoal. Assim você atrapalha.
Não, não economiza.
Pcp pro EB, q possui Btl com meios e estruturas diferentes.
Não é Ministério da Defesa, então deveríamos ter Força de Defesa e acabar com a tríade. Até o site denomina-se assim. Quebrar o nosso paradigma e algo parecido com o Japão – forças de auto defesa. Cria-se formação comum, e as especialidades ficariam por conta das unidades específicas para ações. Vide absurdos: em Belém temos as 3 forças ( de hoje) com mobiliário na mesma base dos mesmos equipamentos e algo parecido em Campo Grande. Gastos elevados e zero de sinergia.
Um dos maiores feitos: o pouso do H225M no Nam Atlântico de cada força para exercícios conjuntos. Outro absurdo!
Cada força com sua “empresa” de fachada e suas dependências de desenvolvimento científicos separadas, mas com o mesmo fim e todas sem grana. Aglutina!
Como pagador de imposto vejo um desperdício de grana e mais ainda de capacidades.
Calma calabresa
Isso é possível em forças pequenas.
Principalmente, as q não cumprem missão rotineiramente.
As unidades não tem capacidade de disponibilizar parte de seus meios e pessoal para formar pessoal ao mesmo tempo que se adestram e cumprem missão.
Além disso, há os custos de movimentação.
Lá em sei lá qual país, onde as Unidades aéreas ficam próximas, ótimo, aqui, só o 1º e 2º Btl estão próximos, com meios e responsabilidades diferentes.
Assim como as forças entre si.
A Av Ex em Belém voa pra 22 e 23 Bda e já está sobrecarregada.
A Av Nav voa pro distrito, pra missões do Distrito Naval e seus assuntos de capitania, salvamento etc
O grande mal do brasileiro é comparar o incomparável. Normalmente por elevado desconhecimento do assunto e falsa impressão que entende de algo.
Militares são experts em defender o status quo.
Compreensível, mudar pode por em risco carreiras que são estruturadas para serem confortavelmente seguras e previsíveis.
Realmente para comparar é melhor usar os indicadores número de navios por almirante, número de aviões por brigadeiro e número de blindados por generais.
Como você propõe reduzir o número de comandante.
E precisa ter algo para chamar de seu e manter pessoal
Mas ai não iriam precisar de tanta gente.
Além do H145M ,parece que estão no radar, o italiano AW169M e o americano Bell 429
Parece que o Bell 407M também pode ser verificado…
E os chineses?
A história se repete.
Até o número de aeronaves é mesmo do contrato inicial do H225: 50 unidades.
E você está achando ruim oquê? Que é Insuficiente para as três forças?
Se for isso eu concordo…
Pena que o KAI -155 não foi mencionado, apesar que ainda é prematuro…
Filhote de “Panther”, o original já não agregou nada além de despesa, então pra que insistir?
Chega dessas sucatas recicladas francesas!
Insuficiente??? Me diz de onde vai sair a grana para operar e manter essa frota. Que infantilidade.
Você fala como se nessa bagaça de país não houvesse grana…
Quando nossos parlamentares querem, eles sabem de onde tirar, como tirar e ainda criam votação em caráter de urgência!
Grana tem, mas só é liberada quando beneficia algum grupo político.
Pois então??? Por acaso você vive em Marte?? Não vê os contingenciamentos que as Forças sofrem todos os anos?? Ora, esse discurso de que “tem grana” é muito fácil, mas totalmente desapegado da realidade. Olha a demora nas entregas do Gripen, do KC-390, etc. Portanto, um pouco mais de realismo nos comentários faria bem.
Exato. O número é escolhido porque é “redondo”, “meia centena”…duvido que tenha um levantamento de necessidades operacionais, capacidades oferecidas, custos de manutenção e operação…alguém determina que vão ser 50 e que vai ser a Helibras (pode apostar) a beneficiada…o resto não interessa.
Faltou na conta os 2 na configuração vip que sempre entra.
Então serão 16 pra cada uma das força singulares e as 2 aeronaves vip pra Presidência.
Não queriam tempos atrás trocarem os 2 H-135 vip a serviço da Presidência?
Pronto, já arrumaram o substituto!
Pois é.
RDX, esse número não é por acaso. É a partir dessa quantidade que se torna viável a produção desse modelo pela Helibras em vez de a fabricação ocorrer na Europa. Diferentemente do H-225, o H-145 poderá ser vendido para as forças estaduais também como alguns que já operam nos bombeiros de MG. Na ocasião, os helicópteros mineiros foram importados.
Ah, só pode ser for helicóptero Airbus, montado pela Helibrás, em MG!!!!
Mais neocolonialista, impossível!
É apenas um fato: A Avibras tenta empurrar 50 porque é a partir dessa quantidade que se torna rentável pra ela produzir aqui no Brasil. Se é certo ou errado são outros 500.
Avibrás, de novo?
Que rentável o que, não vão produzir nada aqui, vão importar e montar kits.
Industrializados na França.
É assim já tem 50 anos, ou mais.
Pra que a Airbus iria mudar isso?
Não vai não.
Objetivo disso é claramente enviesado para empurrar o helicóptero da Helibras e não fechar a fábrica.
Obs: Não estou dizendo se ele é bom ou não, mas que a ideia é essa, é.
E qual o problema de adquirir o H145M? São usados em várias forças militares mundo afora, até na américa do norte ele é usado, pelos EUA, como UH-72 Lakota
O problema é a necessidade de uma quantidade como essa. Duvido que as Forças precisem dessa quantidade e, principalmente, que tenham grana para operar e manter essa quantidade.
Precisar, pelo menos o EB precisa. Nenhum dos Btl AvEx são completos. E ainda falta o Dst Belém se tornar um Btl.
O problema está na segunda parte de seu comentário. $$……
Nos últimos anos, a AvEx tem colocado adestramento em hora de voo de emprego…. Não é bom.
Eu penso que a necessidade existe, de fato, quando tu tens condições de atendê-la. Se não tem, então deixa para depois, se e quando puder concretizar o que pretende. E o EB precisa de muitas outras coisas “de Exército”, antes de pensar em mais helicópteros (o EB já possui a maior frota de asas rotativas das 3 Forças). Defesa antiaérea, carros de combate, IFV’s, mais Centauros, etc, são muito mais prioridade do que mais helicópteros.
Concordo
Falta padronizar PF, PRF, Ibama …..
Padronização não é motivo aqui, mas desculpa.
Padronização se dá pelas similaridades das missões percebidas, Não pela escolha dos meios, que deve ser feita depois.
Isso é colocar o carro na frente dos bois, pra agradar a Airbus.
Exatamente.
“The Army Chief of Staff General Ray Odierno stated that the UH-72A was developed for domestic operations and is not considered to be operationally deployable to combat zones. The UH-72 is employed by the US Army National Guard in a utility role in the US, releasing UH-60 Black Hawk helicopters to deploy overseas.”
Como assim qual o problema?? Precisa? É prioridade? Não né.
Falta de propósito, necessidade.
Os dos EUA foram selecionados mediante concorrência, os franceses fabricam motorização, aviônicos e os helicópteros em solo norte americano.
Não são kits fabricados por franceses, na França, para montagem no Brasil.
Hoje em dia existem muitos kits para helicópteros multimissões no mercado, acho que até dá para tentar fazer um kit nacional, desenvolvendo sensores, foguetes e mísseis!
Hoje em dia também já se usam drones
Pq a Avibras não desenvolve um assim como a Embraer fez com o KC?
1- Porque a Embraer é uma empresa independente e a Avibras é uma subsidiária da Airbus, uma “montadora” da empresa europeia. Não faz sentido ela criar um novo helicóptero se ela já tem o H-145.
2- O projeto do KC foi financiado pela FAB diante da necessidade de substituição do Hércules. Hoje, não há necessidade ou demanda ou dinheiro para bancar um projeto do zero de um helicóptero desse.
Avibras?????
Realmente, seus investidores devem estar sem o que fazer com dinheiro. Deve estar na missão da empresa gastar grana por vaidade e por falta de propósito no negócio
A Embraer recebeu bilhões do governo para desenvolver o KC, para depois o governo não comprar.
Ué, o “+1” não é um “estrondoso sucesso”, venderam 30 aeronaves na OTAN!!!
Creio que isso amplamente compensou aquilo que a FAB queria compra, mas por falta de orçamento pra tanto, teve que renegociar e cortar dos planos.
E a União ainda tem os Gripens da FAB para pagar, aqueles fabricados na Suécia, cujo contrato já foi renegociado “n” vezes, e aquele montado na Embraer, que ninguém sabe qnto realmente custou.
Avibrás desenvolvendo helicópteros?
Não dá ideia, em Banânia estão todos desesperados em encontrar serviço, pra Avibrás fazer!!!!
Ah, e quem monta helicópteros da Airbus, no Brasil, é a Helibrás; carinhosamente conhecida como “Apertaparafusobrás”!
Bom dia a todos !!!! Esse negócio de padronização é puro embuste cada força no seu quadrado. Fora o ciúme que existe entre a MB o EB principalmente a FAB só assiste
Cada uma tem que ter algo para chamar de seu. Problema do contribuinte
A Alemanha fez uma grande dos h145m para seu exército já é um grande ponto a ser observado nesse estudo, que espero dê em um resultado prático.
Problema do contribuinte alemão, não nos afeta em nada, então também não tem que haver qualquer consideração.
Sempre vale perguntar:
Quem vai ganhar financeiramente?
Quem será que está se beneficiando?
Qual dessas empresas tem a melhor estrutura de lobby no Brasil? Se o agro souber, os helicóptero vem da China em troca de soja.
Já combinaram com o Xi Ji Ping, o “dono” do agro, por assim dizer, “brasileiro”?
Se viessem uns desses, já seria um avanço, pois aqui no Brasil os militares gostam de aeronaves militarizadas…
Essa e definitivamente a melhor opção . o EB quer versões de ataque leve mais precisamos desse helis mais voltado para busca e resgate .. principalmente no socorro e de ajuda humanitária ….. o E-145M e perfeito para isso sao mais capazes e tem maior disponibilidade que o UH-60 ou o H-225 para esse tipo de missão , menor ,manobrável e mais barato mas extremamente capaz .. perfeito para se ter em quantidades consideráveis , 25 para cada força ? .. embora o EB queira 12 de inicio , certo ?
Essa é a melhor opção, somente pra Airbus.
O H-145 não tem nada a ver com H-60 e H-225, pelo porte talvez tivesse a ver com o inútil do Panther e os Esquilo/Fennec.
E tem que ser selecionado por concorrência, e não pq o lobby da Airbus mandou!!!!
nobre , eu nao falo sobre missões ”C-SAR” , sabe a diferença ? nao e disso que se trata o que eu falo .. mais algo mais simples ,busca e resgate sim , e como o EB quer , ataque leve , …. missões de manobra, busca e resgate nem sempre sao pura ”C-SAR” no meio militar , um meio mais simples como esse pode tirar o peso operativo dos meios .. mais ”pesados” .. e pq nao ”Arbus ? .
Quem citou os H-60 e H-225, foi você.
Assim quem é confuso sobre o que é C-SAR, SAR , ou mesmo EMS, é novamente você.
Não somos obrigados a adquirir Airbus, pq o lobby quer, o mercado tem opções que valem a pena examinar.
foi o que citei .. na maioria dos casos nao precisamos de U-60 ou mesmo do H-225 para essa função ”SAR” simples , talvez se limitando pelo alcance .. ja sobre a Airbus/helibras nada fora do comum , nosso problema e a cadeira se suprimentos e garantia de manutenção algo que a helibras fornece aparte … ja vi de perto um desse E-145 e seu diferencial é a sua manobrabilidade e a porta traseira de carga .. algumas versões comportam ate uma UTI , por exemplo
Todo helicóptero de ESM comporta uma uti dentro.
Já que todos estão falando em padronização de equipamentos e até mesmo de treinamento, por que não levar esta ideia ao nível mais extremo, como unificar as Forças Armadas? Estou apenas sugerindo uma discussão (não sou a favor nem contra, sou apenas um cidadão médio leigo), para que possam mencionar os pontos positivos e negativos desta ideia. Pelo que pesquisei no ChatGPT, o Japão já opera desta forma sob o nome de “Japan Self-Defense Forces” e também o Canadá (Canadian Armed Forces), assim como países menores como Gana, Tanzânia e Nigéria.
A propósito, fica aqui a sugestão de matéria aos editores (Alô, Galante e demais colaboradores do site) para abrir esta discussão bastante diferente.
Sobre a invasão do nosso território? Nada?
Não vi nenhuma nota de indignação do nosso governo, lembrando que somos alinhados com essa turma revolucionária.
Ahh se fosse um grupo de extrema mega ultra super hiper direita! A mídia e o governo estariam decretando 10 dias de feriado para mobilizar toda a população para ir às ruas protestar.
Teriam a mesma surpresa, que a mulher mandioca, estocadora de vento teve.
Eu, acho que: padronização de equipamentos militares não atenderia os requisitos técnicos para cada fins de operações das três forças