Relatos de guerrilheiros colombianos em território brasileiro provocam pânico entre indígenas no Amazonas

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6º Pelotão Especial de Fronteira

6º Pelotão Especial de Fronteira

Comunidades indígenas de São Gabriel da Cachoeira, no extremo noroeste do Amazonas, denunciaram a presença de homens armados vindos da Colômbia em território brasileiro. Segundo os relatos, o grupo estaria intimidando moradores, restringindo o acesso às plantações e provocando o deslocamento de famílias para áreas consideradas mais seguras.

As denúncias partiram da Coordenadoria das Organizações Indígenas do Tiquié, Uaupés e Afluentes, vinculada à Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn). Em ofício encaminhado às autoridades em 17 de agosto, a entidade pediu providências urgentes diante dos avistamentos e das ameaças nas proximidades das comunidades e dos roçados.

Lideranças locais estimam que o grupo possa reunir cerca de 2 mil homens. O número, entretanto, ainda não foi confirmado de forma independente pelas autoridades brasileiras. Também não há, até o momento, identificação oficial da organização armada à qual os estrangeiros pertenceriam.

Ameaças e restrição de movimentos

De acordo com o documento enviado às autoridades, os homens armados estariam procurando comunidades para comprar ou trocar alimentos. Moradores que tentaram chegar aos roçados teriam sido abordados, ameaçados com armas de fogo e impedidos de circular livremente pelo território.

A situação compromete diretamente a segurança alimentar das comunidades, que dependem da agricultura de subsistência. Sem acesso às plantações, as famílias ficam impossibilitadas de colher mandioca, frutas e outros produtos essenciais para sua alimentação.

Os relatos indicam que os avistamentos se tornaram frequentes a partir de 15 de agosto. Entre as localidades afetadas estariam Rio Castanho, Cachoeira Comprida, Cunurí, São Filipe e Morro de Beija-Flor. Moradores das duas últimas comunidades teriam deixado suas casas em direção ao distrito de Pari Cachoeira.

Indígenas também informaram que os homens armados teriam ordenado o desligamento de equipamentos de comunicação, incluindo terminais de internet por satélite. A interrupção dos contatos aumentou a preocupação com comunidades isoladas, das quais as organizações locais deixaram de receber informações.

Liderança teria sido levada como guia

Um dos episódios mais graves denunciados envolve uma liderança da comunidade Cunurí, no Baixo Uaupés. Segundo o relato encaminhado às autoridades, o indígena teria sido levado pelo grupo armado e obrigado a servir como guia durante o deslocamento até a comunidade Rio Castanho.

A liderança retornou depois de cinco dias. Ao chegar, teria afirmado aos demais moradores que os estrangeiros não representavam perigo. A mudança de postura, porém, despertou receios de que ele pudesse ter sofrido ameaças ou estivesse evitando falar por medo de represálias.

Também existem informações sobre o desaparecimento de embarcações utilizadas pelas comunidades. Esses relatos ainda deverão ser verificados durante as investigações.

MPF pede atuação das Forças Armadas

O Ministério Público Federal no Amazonas abriu um inquérito civil para apurar as denúncias. Em 19 de agosto, o órgão encaminhou uma recomendação urgente aos comandos do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira, além da Superintendência da Polícia Federal no Amazonas.

O MPF solicitou reforço do patrulhamento, fiscalização da faixa de fronteira e proteção das comunidades atingidas. Os órgãos receberam prazo de 48 horas para informar as providências adotadas. Parte das diligências permanece sob sigilo para não comprometer as investigações e eventuais operações na região.

As organizações indígenas também pediram o envio de tropas especializadas em operações na selva para as calhas dos rios Tiquié e Baixo Uaupés, além da instalação de um ponto permanente de fiscalização. Outra reivindicação é a atuação coordenada das Forças Armadas, da Polícia Federal e do MPF na apuração das violações da fronteira e dos direitos das comunidades.

Exército monitora a região

PEF e OM do EB na Região Amazônica – Autor: Carlos Henrique Arantes de Moraes,  Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

O Exército Brasileiro informou que acompanha a situação e mantém atenção especial a relatos envolvendo estrangeiros ou grupos capazes de ameaçar moradores da faixa de fronteira.

O 6º Pelotão Especial de Fronteira, sediado em Pari Cachoeira, realiza missões de reconhecimento e vigilância na área sob sua responsabilidade. A força também afirmou manter contato com outros órgãos federais envolvidos na segurança e na fiscalização da fronteira. Até a publicação da denúncia, Marinha e Força Aérea não haviam detalhado publicamente eventuais medidas adicionais.

A suspeita levantada por lideranças locais é de que os homens possam estar se deslocando para o Brasil diante da intensificação das operações contra grupos armados na Colômbia. O governo colombiano anunciou uma política de maior pressão militar sobre dissidências das antigas Farc, o ELN e outras organizações envolvidas com narcotráfico, sequestros e extorsões.

Não há confirmação, contudo, de que os homens avistados no Amazonas pertençam a uma dessas facções. A dimensão do grupo, sua localização exata e sua eventual ligação com organizações criminosas brasileiras continuam sob investigação. Enquanto as autoridades apuram os relatos, as comunidades indígenas cobram uma presença permanente do Estado, temendo que uma resposta temporária apenas desloque os homens armados para outras áreas da extensa fronteira amazônica.■



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Lucas
Lucas
12 dias atrás

Tudo como previsto.
O crime no poder.
As FARC em território brasileiro.
Causa e consequência.

Hamom
Hamom
Responder para  Lucas
12 dias atrás

Realmente, a posse do presidente ‘Abelardo de la Espriella’ na Colombia, representou a ascensão do “crime ao poder”.

E que coincidência, logo após Espriella, da direita pau mandada de Trump… assumir o poder na Colômbia, aparece um grande grupo de homens armados vindos da Colômbia em território brasileiro. 

Não é novidade,
na época de um outro presidente colombiano submisso aos ditames de Washington e notoriamente envolvido com o narcotrafico, Álvaro Uribe, também ocorreram diversos episódios de incursões e até o estabelecimento de bases clandestinas das FARC na Amazônia brasileira…

Última edição 12 dias atrás por Hamom
Santos
Santos
Responder para  Hamom
12 dias atrás

Teoria da conspiração sem pe nem cabeça. Inventada só para tentar jogar a batata quente pro outro lado.

Os amigos do PT obviamente apareceram porque estão sendo caçados pelo exército colombiano.

Hamom
Hamom
Responder para  Santos
12 dias atrás

Que parte de meu comentário é teoria da conspiração?
Desqualificar tudo como “teoria da conspiração” é sintoma de preguiça mental…

Para verificar os precedentes basta pesquisar por:
“Álvaro Uribe envolvido com o narcotrafico”
e
“Durante o governo de Álvaro Uribe, ocorreram diversos episódios de incursões e até o estabelecimento de bases clandestinas das FARC na Amazônia brasileira”

Quanto ao novo presidente colombiano, Espriella,
ter alguma relação com este grupo de homens armados na Amazônia brasileira é só uma hipótese, mas não totalmente carente de fundamentos.

Porque na Colômbia, os grupos paramilitares mantém um longo conflito armado com as FARC pelo controle do tráfico de drogas e de grandes áreas de terra.

E os grupos paramilitares na Colômbia mantiveram profundas e históricas conexões com setores das forças armadas do país.

Álvaro Uribe certamente; e provavelmente o agora presidente Espriella tem conexões com os grupos paramilitares…Que trabalham junto com Washington não para combater o narcotráfico, e sim para domina-lo, combatendo a facção rival da FARC…

O paramilitares colombianos com suas conexões com setores da forças armadas e políticos colombianos alinhados aos EUA,
tem semelhanças com as milícias cariocas, que tem suas raízes históricas na policia e conexões com políticos do Rio de Janeiro, ou vc acha que isto também é “teoria da conspiração”?

Última edição 12 dias atrás por Hamom
João
João
Responder para  Hamom
11 dias atrás

Melhor jogar fora o Apanhador no Campo de Centeio….

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Hamom
12 dias atrás

Amigo pelo amor de Deus! sem essa ladainha de teoria da conspiração…

Parece coisa de Bolsonarista, como um que eu tive a vergonha de ouvir falando sobre a coincidência da série de abalos sísmicos que houve na América do Sul, todas em países em que a direita acabara de vencer a esquerda,países como Colômbia, Peru e Venezuela

Menos amigo, menos…



Hamom
Hamom
Responder para  Adriano Madureira
12 dias atrás

Respondi acima…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Hamom
11 dias atrás

Irei ler!

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Hamom
12 dias atrás

posso não concordar com a maioria dos teus comentários, mas esse foi uma besteirada só

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Tomou conta do Rio de Janeiro, vitrine do turismo nacional.
O Estado brasileiro perdeu território na segunda maior cidade do Brasil e não vemos nenhuma ação para recuperá-lo.

José de Souza
José de Souza
Responder para  Comte. Nogueira
11 dias atrás

Não à toa todos os Estados citados nos dois comentários estão entregues a governos populistas de direita manchados de relações com milícia e tráfico.

Colombelli
Colombelli
Responder para  José de Souza
3 dias atrás

Quais os estados com piores indices de seguramça?

Nativo
Nativo
Responder para  Comte. Nogueira
10 dias atrás

Mas assistimos os últimos 5 governadores do RJ irem para na cadeia acusados de corrupção e o último eleito, já está na bola da vez.

Última edição 10 dias atrás por Nativo
J L
J L
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Essa seria uma situação que merecia um deslocamento coordenado das três forças e mais um reforço das policias federal e estadual para os locais dos possíveis avistamentos. Como já esperado, estão apertando do lado de lá, então eles vão para onde podem ter mais liberdade e segurança de suas vidas. De imediato o deslocamento do BIS. para área de fronteira com a Colômbia e se possível com o Peru.

J L
J L
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Nas maiores capitais, as polícias estão limitadas nas operações desde que o atual presidente da maior instância jurídica. proibiu que houvessem operações e até que voos de aeronaves tripuladas ou não nas comunidades, o que à partir de um determinado tempo foi fortificando a presença de cartéis dominando as comunidades, que é o que acontece hoje em diversos estados da federação como por exemplo no RJ, Ceará e Rio Grande do Norte principalmente, e em outras unidades da federação.

fewoz
fewoz
Responder para  J L
11 dias atrás

Longe de apoiar estas ações do Judiciário, mas as operações militares nas tais “comunidades” nunca resolveram nada! Ajudam muito, mas seria necessário uma presença permanente naqueles locais, além de medidas mais draconianas tais como cercos e outros.

É necessário uma ação maior, que envolva diversas frentes que envolvam urbanização, educação, etc.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
12 dias atrás

Lules?
E a nossa soberania?

Mauricio R.
Responder para  Saldanha da Gama
12 dias atrás

A integridade do território nacional, é responsabilidade da União, antes de ser responsabilidade dos governos estaduais.

deadeye
deadeye
Responder para  Mauricio R.
12 dias atrás

O ideal seria haver coordenação da União, dos Estados e dos Municipios para esse fim. E não cada Ente federado ficar jogando a culpa no outro.

João
João
Responder para  deadeye
12 dias atrás

Visite um PEF desses e vai verificar que há instalação para várias instituições federais.

Uma vez na vida e outra na morte, a PF dá uma passada lá….

Somente as Forças mantém gente e operações.

Pedro
Pedro
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

Fonte?

Leandro
Leandro
Responder para  Pedro
11 dias atrás

Da cabeça dele…

João
João
Responder para  Pedro
11 dias atrás

Arial 13….

Kornet
Kornet
Responder para  Pedro
10 dias atrás

Esse militante é louco.
A tal da soberania é isso,acéfalo,teu painho não protege a soberania do Brasil de narcoguerrilheiros,imagine de um exército .

Leandro
Leandro
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

Kings, sabe tudo de segurançca pública agora.

Sabe o que é ter força tarefa montada, pronta para ir até garimpo ilegal e ter que parar tudo porque o chefe indígena da região não querer intervenção naquele momento e as autoridades serem obrigadas, à respeitar as sensibilidades dos indígenas?

Índio não é preto no branco. A maioria pode simplesmente querer viver em paz, mas querem viver como homens brancos. Aldeias com casas de alvenaria, energia elétrica, carros… querem trabalhar. E muitos simplesmente fazem negócios com os garimpeiros ilegais. Outros, mais antigos, preferem ficar isolados. Eles mesmos não se decidem. Cada caso sendo um caso diferente. Cada parte desses consegue apoio de alguma ala política qualquer que seja.

Nossa política indígena é absolutamente maluca. Trata os índios como se fossem seres humanos de segunda classe. E o atual governo teve mais de década para efetivamente melhorar isso, mas só piorou. Assim como todo o quadro da segurança pública no país inteiro. Favelas aumentaram exponencialmente. Isso é absolutamente inegável. Tudo porque as políticas sociais focaram em ‘valorizar a cultura da favela.’

Isso é desumano. Literalmente estão perpetuando pessoas, seres humanos, com todos aqueles direitos humanos que tanto gostam de vocalizar (moradia, saúde, educação), que são inalienáveis, e estão mantendo-os permanentemente em situação insalubre, aonde não apenas o estado não entra, como ficam expostos à controle de facções criminosas agindo às margens da lei, inclusive com julgamentos sumários, seu próprio ‘sistema legal.’

Tudo isso no governo da paz e do amor, por mais de década.

Se você afirma que os governantes e autoridades locais são coniventes, entre com uma denúncia no MPF e nos MPE de cada estado e prepare para sustentar sua denúncia com provas, caso contrário é fake news e o careca vai te censurar, multar, prender ou o que quer que seja.

Detalhe interessante… nos últimos 25 anos, a maioria absoluta dos governadores dos estados do norte, eram de partidos de esquerda.

Quanto às autoridades em si, todos os bandidos, das lideranças até os chulés, sabem muito bem os limites da lei. É muito simples, ainda mais na região Norte, eles conseguirem escapar de operações das polícias locais ao se refugiarem em terras indígenas, em locais onde essas polícias não podem, por lei, atuar. Sendo necessário você utilizar meios Federais, que são poucos e estão espalhados pela região. É uma questão de cobertor curto. Coisa que, de novo, o atual governo teve mais de década para resolver.

Ao mesmo tempo, esses estados carecem de quase tudo. São estados pobres. A prioridade deles é providenciar infraestrutura básica para a população. E existem inúmeros entraves, legais inclusive, para isso. Toda vez que alguém pensa em abrir uma estrada, já esbarram no empecilho do impacto ambiental, em protestos de ambientalistas que não querem que se destrua mais uma parte da mata nativa para asfaltar e fazer uma estrada decente, moderna e útil à população. E isso é compreensível. Mas o lado negativo disso é que você tem mais populações isoladas, vivendo com um custo de vida altíssimo porque todos os insumos que chegam até eles tem uma logística complicada, e o Estado ficam pouco presente, a fiscalização Federal, seja ambiental, seja qualquer coisa, é rara.

Ou seja, essas populações ficam suscetíveis aos encantos da ilegalidade, podem desmatar sem serem importunados, podem traficar sem muitos problemas. E os estados, já pobres, simplesmente não tem recursos para atuar com a eficiência que precisam.

Dessas tais 22 organizações criminosas, a maioria é chulé. São garimpeiros, madeireiros ilegais, mas existem os traficantes de drogas também. Na maior parte são ‘associados’ às facções maiores de RJ e SP (TCC, CV, TCP), e que são responsáveis pela logística de importação/exportação de drogas, armas e munições e por isso geralmente tendem à ficar em áreas próximas de estradas e rios, além de centros urbanos (minúsculos, para os padrões do Sul-Sudeste). E são contra esses atores que temos mais combate. Porque são operações que se iniciam no eixo Rio-São Paulo, e contam com ramificações (desdobramentos) no Norte-Nordeste. Transporte (Norte e Centro-Oeste) e distribuição para grandes mercados no Nordeste, Sudeste e Sul.

O embróglio ao combate à essas organizações é legal, econômico e geográfico. Entraves legais (jurisdições principalmente, estatutos do indígena, ambientais, etc.), com o agravamento econômico (pobreza extrema, falta de infraestrutura, principalmente estradas e saneamento básico, saúde) e distanciamento (quanto mais longe, mais difícil de o Estado se fazer presente).

Então se você acha que é simples, ainda mais com uma fronteira de milhares de Km, um estado falido, um foco ‘pseudo-moralista’ em direitos do índio que o tornam um cidadão de quinta categoria eternamente e com retórica ambientalista barata, você acha mesmo que índios e outros cidadãos não vão ser seduzidos pelos senhores da ilegalidade (sejam drogas, armas, munições, madeiras, garimpo…)?

De novo, até hoje, não temos uma Transamazônica toda asfaltada. Literalmente tem gente que vai lá apenas para a aventura com seu 4×4 e, por incrível que pareça, movimentam as economias das localidades por onde passam, de tão absolutamente pobre esses lugares são. Não fossem as Forças Armadas, a maioria não votaria, não teria acesso à saúde nem nada. EB/MB/FAB são obrigados por lei, à enviarem helicópteros e/ou quaisquer meios necessários para evacuação aeromédica de qualquer índio, em qualquer lugar do território nacional, mesmo que seja um bebê indígena espirrando. Uma vez acionados, eles tem que ir, não importa se estejam em uma operação na fronteira ou o que quer que seja. Teve CMA que já me explicou isso em detalhes.

E isso tudo, devo dizer, sem que as Forças tenham os meios adequados, porque sempre tem algum contingenciamento que os impede de comprar os helicópteros que precisam, etc.

E todo esse problema, esses 40% da população Brasileira sob domínio direto de facções criminosas, o crescimento da população em favelas, vivendo de forma insalubre, o aumento do poder e da influência da criminalidade na vida pública, na seara política (sim, e posso provar com vários casos aqui do RJ), por mais que não tenha começado, se agravaram profundamente nos últimos 20 anos. E isso são FATOS. Não é opinião. Nem preciso dizer quem estava no comando do país, né?

Agora senta lá e vá tomar uma providência como cidadão consciente que é, e envie o email com a denúncia aos Ministérios Públicos, que tenho certeza que o Careca do Supremo vai te dar o maior apoio!

Lucas
Lucas
Responder para  Leandro
11 dias atrás

Só lembro do bloqueio de verbas do governo passado às tribos ianomâmis que estavam levando até às crianças a morrer de fome.

Leandro
Leandro
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Sua memória é muito seletiva.

Se o trabalho houvesse sido bem feito a décadas atrás, os Ianomâmis não precisariam de repasse de verbas para comer. Apenas para melhorias.

Até porque um dos mottos do governo atual em seu primeiro mandato era justamente ‘fome zero’ e desviou recursos de praticamente todas as pastas (principalmente Defesa) para alcançar esse objetivo.

Pelo menos foi o que foi declarado. Aparentemente essa verba foi parar em algum outro lugar…

Talvez parte em um triplex…

João
João
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Yanomami morre de fome se vc der todo $$ do mundo.
Velho q não trabalha, criança q não é ativa não recebem alimentação.
É cultural.

Foi a maior fake News contra o último governo.

Agora, a batata está nesse governo, igualmente com muitas mortes.
Inclusive com aumento no ano retrasado.

OFuturoRepeteOPassado
OFuturoRepeteOPassado
Responder para  Lucas
11 dias atrás

Meu amigo, deram terra do tamanho do mundo onde se produzia para o povo que vive da terra, para preservar a cultura deles e nós, os reles homens brancos, temos que pagar hospital, escola, dar mesada, limpar o bumbum deles. É uma hipocrisia sem fim, defender a ” cultura dos povos originarios”, a cultura que nao respeita as meninas, nao respeita as mulheres, e, aquilo que deve ser o pior para os revolucionários do século 21, devem ate bater em Pet.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Lucas
3 dias atrás

E em qual governo tem record de mortes yanomamis? Olha os numeros?

J R
J R
Responder para  Mauricio R.
11 dias atrás

Vamos repetir, fronteira é responsabilidade do governo federal. Mas seria muito pertinente que as aldeias se unissem e tivessem autorização para criarem uma milícia armada para se defenderem suas terras, algo como uma polícia militar.

Leandro
Leandro
Responder para  J R
11 dias atrás

NÃO. Definitivamente não. Tem aldeia que tem a própria polícia/guarda municipal. Eles NÃO obedecem as leis Brasileiras. São leis indígenas.

Agora imagina o seguinte. Território definido/delimitado reconhecido internacionalmente. Cultura própria. Poder central. Se os caras ficam bravinhos com o governo, declaram independência e vai ter um monte de países que vai reconhecer. Podem aceitar ‘ajuda externa’ rapidinho se for uma ação coordenada e podemos ter um trabalhão nas mãos.

Definitivamente melhor que não tenham esse poder, a menos que vivam como qualquer outro cidadão, com municípios formalizados, prefeito, câmara de vereadores, livre acesso à qualquer cidadão de onde quer que seja, pagamento de impostos, IPTU, etc.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Leandro
11 dias atrás

exatamente! não obedecem as leis do país e são Inimputáveis ,Ainda lembro quando aquele cacique Paiakan estuprou a babá ou professora de seus filhos e a polícia não teve como entrar na aldeia para prendê-lo, porque senão haveria derramamento de sangue.

Na hora de cobrar pedágio de branco, armados com arcos e flechas é fácil, mas na hora de se defender de guerrilheiros, pedem ajuda do estado.

Deveriam comprar armas!

Leandro
Leandro
Responder para  J R
11 dias atrás

Você está dizendo que garimpeiros, legais ou ilegais, receberam permissão estatal para criarem uma milícia armada? Se for esse o caso, nos mostre a cópia dessa autorização. Caso contrário… lá vem o careca do Supremo te censurar.

Ou está dizendo que bandidos se juntam e compram armas ilegais e cometem crimes? Se for esse o caso…. nossa… chocante. É o assunto que tratávamos. Bandidos não obedecem a lei. E sendo esse o caso, de garimpeiros ilegais em áreas indígenas, novamente, como dito repetidamente por vários aqui, polícias estaduais NÃO PODEM entrar em área indígena. Pára de fingir que não leu e repetir sua narrativa, Kings.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Leandro
11 dias atrás

Acho que você que está no fantástico mundo de Bob. Ou de Kings hahahahahah

Toda vez que as polícias civil e militar desses estados encontram alguma coisa, mesmo na terra devastada e distâncias incríveis que os políticos teimam em não resolver, isso tudo é reportado.

Operações são feitas em conjunto sempre que os meios Federais estão disponíveis. Tem Operação Ficco, Rio Madeira, etc. Combatem garimpos ilegais, desmatamento ilegal, etc. Mas precisam estar junto com os Federais, caso contrário não apenas os bandidos são soltos (prisão ilegal), como os policiais tomam punição.

Faz uma busca sobre o que as polícias desses estados, em conjunto com órgãos federais fizeram nos últimos dois meses. Você vai negar isso tudo, claro, porque não encaixa na sua narrativa.

Então, de novo, você está fazendo uma acusação muito séria de prevaricação das forças policiais estaduais na região Norte.

Acho inclusive que posso bater umas screenshots aqui e enviar para um certo órgão investigar quem afinal é o Kings, e por que ele (agora sob pseudônimo ‘Lucas’) ganha em espalhar tanta fake new, minar a confiança e o trabalho das instituições de Estado e tentar forçar essa narrativa à qualquer custo. Será que tem interesses externos nisso aí ou é só um troll mesmo? Sabe como é… o careca do supremo adora esse tipo de coisa. Perseguiu e prendeu todos os (pseudo-)influencers de ‘direita’ que ousaram falar as mesmas coisas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  J R
3 dias atrás

Pm? A 150 km selva a dentro? Ta de brincadeira né jovem? Isso é missao pra FE e comandos e tem uma logistica que voce nem de longe imagina a complexidade

Kornet
Kornet
Responder para  Mauricio R.
10 dias atrás

São muito cara de pau,agora a culpa dos governos estaduais invasão do território brasileiro por narcoterroristas.
Essa é a tal soberania dos adePTos e corruPTos do desgoverno.

João
João
Responder para  Saldanha da Gama
12 dias atrás

Em qual mundo vive?????

Em terra indígena NÃO vai estado…..

Só a Uniao.

2º – é um terreno extremamente passivo, onde é possível entrar e sair muito dissimuladamente.

3º – os indígenas da região transitam entre os territórios da Colômbia e Brasil sem dar a mínima atenção pra fronteira, q pra eles é uma medida administrativa q só convém quando há interesse. E assim, fazem comércio com todos lá, independente de onde são e o q fazem.

Sem a menor dúvida, está bem exagerado o efetivo, pois as comunidades são bem ligadas às tropas, e as informam muito rápido, até pq muitos integrantes das unidades são dessas tribos.
Ou o governo federal ignorou a informação chegando nesse ponto.

Santos
Santos
Responder para  João
12 dias atrás

Sim, a OrCrim do Lula na Lava-Jato, esqueceu? Tá aí de novo.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Santos
11 dias atrás

Bem,e quanto a OrCrim do mito no INSS?! Esqueceu essa?!

Fora que o “Capitão Colostomia” passava pano para garimpeiro! já que alguns aqui estão falando sobre o tema.

A relação do governo de Jair Bolsonaro com o garimpo ilegal foi marcado por fortes críticas de omissão e incentivo por parte de ambientalistas, mas também pela realização de operações policiais pontuais de destruição de balsas.

O governo do “Minto” foi omisso e conivente com as balsas no Rio Madeira.
onde em novembro de 2021, uma “cidade flutuante” com centenas de balsas e dragas de garimpo ilegal se concentrou abertamente no Rio Madeira, no Amazonas, após boatos de uma grande descoberta de ouro.

A reação do governo só veio após forte pressão midiática e nacional,então o governo federal acionou a Polícia Federal, o Ibama e a Força Nacional (Operação Uiara). 
A ação resultou na destruição e queima de mais de 130 balsas de garimpeiros na região.
Na ocasião, o presidente e seus ministros comemoraram o sucesso da operação.

O ex-presidente historicamente defendeu a regulamentação do garimpo, inclusive dentro de terras indígenas, argumentando que a atividade gera sustento econômico.

Houve denúncias de “esvaziamento” e corte de verbas de agências reguladoras como o Ibama e a Funai. 
Servidores que atuavam rigidamente destruindo máquinas de infratores chegaram a ser exonerados ou desautorizados publicamente por superiores.

Sob a gestão do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, o governo tentou impor regras para tornar a destruição de equipamentos uma exceção estrita, alegando que os bens deveriam ser removidos quando houvesse acesso viável.

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Kornet
Kornet
Responder para  Adriano Madureira
10 dias atrás

O lulinha ex-pegador de bosta,o assalto aos aposentados do INSS que teu painho quer abafar para proteger o filhinho,a amiga pilantra que ele não conhece e está em inúmeras fotos,um desgoverno marcado por escândalos e corrupção ,e você acha que tocar fogo é o grande feito desse seu desgoverno,ainda bem que esse pesadelo sinistro acaba esse ano,militante.

Última edição 10 dias atrás por Kornet
Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  João
12 dias atrás

vdd, pra eles não existem fronteiros, só quando convém, sou do Amazonas

João
João
Responder para  João
11 dias atrás

PF e IBAMA?????

Hahahahahahaha os mais envolvidos

Santos
Santos
Responder para  Saldanha da Gama
12 dias atrás

kkkkk

muito fraca essa tentativa de se livrar da culpa, soberania é assunto principalmente Federal.

Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Saldanha da Gama
12 dias atrás

Não é americano, e as FARC faz parte do Foro de SP, são amigues

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Carlos Campos
11 dias atrás

Exato

J R
J R
Responder para  Saldanha da Gama
11 dias atrás

fronteira é responsabilidade do governo federal!

Colombelli
Colombelli
Responder para  Saldanha da Gama
3 dias atrás

E a bahia e ceara? Q tem os piores indices? É quem? Onde estao as cidades mais violentas? Olha as 10 primeiras

Renato
12 dias atrás

Como esses imuteis falam merdas! Eu servi na área sei como funciona…Quando eles se encontram com os nossos pelotões muitos ñ poderão retornar.

Última edição 12 dias atrás por Renato
João do Caminhão
João do Caminhão
Responder para  Renato
11 dias atrás

os pelotões de que se orgulha não se encontrarão apenas com narcotraficante, mas com tropas estrangeiras (tio sam) atrás desses que as forças brasileiras não confrontam mais

Leandro
Leandro
Responder para  João do Caminhão
11 dias atrás

Hmmm… e por quê, e como, tropas Americanas viriam parar em algum lugar na nossa fronteira?

Dr. Mundico
Dr. Mundico
12 dias atrás

Movimentação normal do crime: quando o cerco aperta, migra para o outro lado da fronteira.
Afinal, o foco é manter o negócio rendendo.
A solução todo mundo sabe, só não pode dizer…

João do Caminhão
João do Caminhão
Responder para  Dr. Mundico
11 dias atrás

e as instituições democráticas didireito?

sub urbano
sub urbano
12 dias atrás

Fronteira do tamanho do front ucraniano sendo guarnecida por meia duzia de PELOTÕES!!

Última edição 12 dias atrás por sub urbano
João
João
Responder para  sub urbano
12 dias atrás

Paulo
Aquilo é selva…. De verdade… não é floresta da Tijuca…..

As pelotões vigiam as entradas (cursos d’água) e seus arredores.

O restante é área extremamente difícil de locomoção, acampamento e vasculhamento.

Há áreas de centenas de km quadrados de charco.

Outras, há infestações tão grandes de insetos, q é impossível permanecer.

Em muitas, nem de helicóptero, pois as cordas não passam pelas copas altíssimas e não há onde pairar próximo ao solo.

Pesquise…

Ucrânia…….

sub urbano
sub urbano
Responder para  João
12 dias atrás

Calma, John, a gente sabe q ali é cheio de garimpo e não é de hoje. Além de uma nova rota de transporte de pó. A gente sabe pq as guarnições são pequenas… kkk

Dr. Mundico
Dr. Mundico
Responder para  sub urbano
12 dias atrás

Calma, não é meia dúzia de traficantes que vai abalar a segurança nacional e o destino da nação.
Aquilo é impenetrável por terra, só entra de canoa e não conseguem aguentar 5 dias no mato. Nem índio aguenta mais viver na selva.Menos,menos….

Última edição 12 dias atrás por Dr. Mundico
Carlos Campos
Carlos Campos
Responder para  Dr. Mundico
12 dias atrás

os indios tinham sua proprias estradas, sair andando no mato a esmo, não dá, melhor caminho é igarapé e rio, risco de ataque de queixada, onça, malária, febre amarela, aravores caindo em vc durante temporal, além de jacarés, se for pequeno ate da para encarar, se for um açu, aí não dá, eles são agressivos

Nativo
Nativo
Responder para  sub urbano
11 dias atrás

E equipados com fal de 50 anos e umas canoas.

Leandro
Leandro
Responder para  Nativo
11 dias atrás

Podiam estar de Garand. Se funcionam, conseguem manter, limpar, e tem munição, tá ótimo.

Kornet
Kornet
Responder para  Nativo
10 dias atrás

É só o desgoverno equipar melhor,20 anos no poder e só bravatas e conversa fiada,como sempre,com exceção dos mega-contratos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  sub urbano
3 dias atrás

Sao 28 PEF na Amazônia. É impossivel guarnecer a fronteira. A funçao é presença e alerta. Nao tem como fechar nem com 100.

NEMOrevoltado
NEMOrevoltado
12 dias atrás

E agora, os ditos militares (funcionários publicos de farda) farão alguma coisa?

João
João
Responder para  NEMOrevoltado
12 dias atrás

Em 91, eliminaram os guerrilheiros que nos atacaram tanto no Brasil (7), quanto na Colômbia (40 +)

Em 2001, ao se levantar uma ação de 3400 guerrilheiros, em 48hrs, tínhamos mais de 5000 homens mais caças.

Essa histories de 2000 está beeeeeeem estranha.

Típico boato indígena em troca de algum xororo.

Fontanella
Fontanella
Responder para  João
12 dias atrás

Qual o nome dessa operação em 2001? Nunca ouvi falar desse reforço de contingente nesse ano.

Leandro Costa
Leandro Costa
Responder para  Fontanella
12 dias atrás

Confronto na Cabeça de Cachorro. Tivemos inclusive pilotos de Black Hawk do EB pairando sobre troncos flutuando no rio para evacuar feridos. Até onde eu sei não houveram fatalidades do lado Brasileiro, mas pelo visto as FARC levaram 25 anos para arriscarem de novo.

E levam novo sacode se autorizarem.

Fontanella
Fontanella
Responder para  Leandro Costa
11 dias atrás

Mas foi uma operação oficial, com nomes e etc? Não e que eu não acredito, mas e que eu gostaria de saber pelo menos o nome para eu pesquisar mais. Coloco essas informações no google e as fontes são muito vagas sobre operações nesse ano.

Leandro
Leandro
Responder para  Fontanella
11 dias atrás

Foi uma operação oficial. O problema é que o combate não foi divulgado e a informação sobre o confronto é muito controlada. Eu estava em evento na UNIFA quando eu soube de alguns dos detalhes e fiquei surpreso por nunca nem ter ouvido falar nada antes disso, mas foi confirmado por algumas pessoas que estava lá.

Basicamente, a inteligência do EB ficou sabendo de um planejamento de um grupo grande de guerrilheiros que queria avançar sobre a cabeça de cachorro e tomar aquele território para poderem migrar algumas das suas operações do país deles para o nosso. Aparentemente essa informação foi confirmada por diversas fontes e as FFAA trataram de reforçar a área.

Os guerrilheiros vieram mesmo assim e foram ‘rechaçados,’ com os sobreviventes voltando à seu território de origem.

Eu também quero saber mais detalhes.

João
João
Responder para  Fontanella
11 dias atrás

A operação na época ficou noticiada como exercício. Tendo os detalhes sido divulgados depois.

As FARC prepararam uma ação contra Mitu, e riram partir por uma ação de flanco, saindo do PEF de Querari, como o exército colombiano tinha feito anos antes.

Foi identificada uma reunião de 3400 homens em direção ao Brasil.

Os A-1 partiram da Base Aérea de Santa Cruz já armados, foram em REVO, e atacaram possíveis locais de ARC (Área de Reunião Clandestina) dentro do Brasil.

Forças Especiais e Comandos lideraram a primeira leva de salto já com objetivo de limpar áreas onde esporadicamente a guerrilha era vista, e poderia dar apoio a incursão.

Atrás, quase concomitantemente, a Bda Inf Pqdt lançou tropa reforçando o PEF de Querari e locais de bloqueio em vias de acesso.

Tropas do 5º e 1º BIS chegaram em seguida, e depois FN, reforçando toda Cabeça do Cachorro.

naval762
naval762
12 dias atrás

Soberania… soberania… soberaniiiiiiiiia…

JuggerBR
JuggerBR
12 dias atrás
Dod
Dod
12 dias atrás

Qual a diferença entre pelotão, destacamento, compania, regimento e tals?

João
João
Responder para  Dod
12 dias atrás

Pelotão são de 30 a 50 homens, comandado por um tenente.

Destacamento é uma fração temporariamente constituída, normalmente menor q pelotão, comandado por tenente ou sargento.

Companhia são 4 pelotões e capitão comanda.

Regimento e batalhão sao 2 a 4 companhias normalmente e coronel comanda.

Palpiteiro
Palpiteiro
Responder para  Dod
12 dias atrás

É o tamanho do rancho.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Dod
12 dias atrás

A diferença é basicamente na quantidade de pessoal. Um Batalhão (de Infantaria , no caso dessa matéria) é formado por Companhias que, por sua vez, são formadas por Pelotões. No EB, normalmente um Batalhão é formado por 4 Companhias (3 de Fuzileiros e 1 de Comando e Apoio) e cada Companhia é formada por 4 Pelotões (3 de Fuzileiros e 1 de Comando e Apoio). Em média, um Batalhão é formado por 700 a 800 homens, uma Companhia é formada por 200 a 250 homens e um Pelotão por aproximadamente 50 homens. Ainda, cada Pelotão se divide em 4 partes, sendo 1 Comando do Pelotão e 3 Grupos de Combate.
Um Destacamento é uma fração de tropa que como o próprio nome diz, se destaca de sua Unidade principal para cumprir alguma missão específica e tem duração normalmente temporária.
Regimento, no EB, se refere às Unidades de Cavalaria e Batalhões se referem às Unidades de Infantaria, Logística e Engenharia e Grupos se referem às Unidades de Artilharia. Nos Regimentos, as frações não são chamadas de Companhias e sim de Esquadrões e nos Grupos são chamadas de Baterias, ao invés de Companhias.

Última edição 12 dias atrás por Santamariense
Colombelli
Colombelli
Responder para  Santamariense
3 dias atrás

Cia faixa de 180 homens salvo se for autônoma ( hoje tem so 2 assim). Pel de 36 a 44 homens ( se contar motoristas)

Colombelli
Colombelli
Responder para  Dod
3 dias atrás

Regimento é de Cavalaria. Na artilharia o equivalente é grupo. E na inf, com e eng é batalhão. Sao as unidades que formam uma brigada.

A subunidade do batalhao é a conpanhia. Tem algo em torno de 150 a 170 homens. Na artilharia a subunidade é bateria. Na cavalaria é esquadrao.

As unidades e subunidades de artilharia sao bem menores.

As cia e esquadroes se dividem em pelotoes com entre 35 e 40 homens. No RCC é menos algo em torno de 20.

Os PEF tem mais gente. Ate pouco maus dec50.

Destacamento é uma força provisoria nao enquadrada em subunidade ou unidade de forma direta.

Ja nas FE ha os Dofesp de 12 homens. E nos Comandos há o DAC que equivale a um pelotao.

Unidade é Cel ou TCel q comanda. Subunidade é capitao. Pelotao é tenente e GC ou peça (artilharia) é sargento.

Luciano
Luciano
12 dias atrás

Bom, se o Exército queria ação, pelo visto terá.

Todos nós já imaginávamos isso. O “Escudo das Américas” vai “salvar” os integrantes, empurrando grupos criminosos para o nosso território.

No entanto há algo com que os puxa-sacos do Trump não contam: o EB não costuma ser “carinhoso” com guerrilheiros e criminosos, ou invasores. No meio da Amazônia, ninguém ouve os gritos.

rodrigo
rodrigo
Responder para  Luciano
11 dias atrás

pelo jeito vc não conhece a realidade do Norte

BRASIL
BRASIL
Responder para  Luciano
11 dias atrás

De tudo que li, seu comentário foi o mais coerente.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
12 dias atrás

“Relatos de guerrilheiros colombianos em território brasileiro provocam pânico entre indígenas no Amazonas”.

Numa hora dessas, como faz falta ter alguns drones armados…

Lembrei! Temos Drones mas eles são desdentados, servem apenas para nossos militares praticarem Voyeurismo aéreo.

comment image

Tivéssemos alguns desses armados em região de fronteira poderíamos praticar tiro ao alvo com esses malandros colombianos.

Quem sabe dê tempo de nossos militares fazerem uma reunião de emergência, juntarem uns cascalhos e comprarem uns drones na Shopee para jogar granadas nesses vermes.

comment image

Colombelli
Colombelli
Responder para  Adriano Madureira
3 dias atrás

Drone? Na selva? Totalmente inuteis.

Marcelo
Marcelo
12 dias atrás

Fica tranquilo,uma hora dessa o exército já deve está fazendo um varredura na área toda.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Marcelo
11 dias atrás

Só se estiverem varrendo e pintando meio fio…

João
João
Responder para  Adriano Madureira
11 dias atrás

Q recalque kkkkkkkkkkk

Carlos Campos
Carlos Campos
12 dias atrás

É isso mesmo, eles estçao vindo para cá pq aqui é a casa da Mãe Joana, o Presidente da Colômbia tá pressioanando muito os guerrilheiros, muitos confrontos, para salvarem suas peles eles estão vindo onde não tem pressão

Alex
12 dias atrás

O MPF pede atuação das forças armadas porém o mesmo MPF e STF limitam atuações das forças de segurança pública de norte a sul no país… O governo corta verbas da defesa e castra projetos críticos, minimiza serviços de inteligência não investe nada. O ministro da defesa é um água de salsicha os CM da região norte tem recursos pífios. O Brasil precisa de uma política de defesa séria baseada em ameaças globais.

Os nossos governantes historicamente abominam investimento no setor de defesa e segurança pública. O resultado? Isso que está acontecendo guerrilheiros colombianos adentrando em nosso país intimidando os indígenas e comunidades ribeirinhas. O EB, MB e FAB estão atreladas a essa maldição de ausência de recursos. Que DEUS NÓS AJUDE.

Kornet
Kornet
Responder para  Alex
10 dias atrás

Soberania,Soberania meus miquinhos(ou seriam burrinhos) gostam da palavra.

João do Caminhão
João do Caminhão
11 dias atrás

Os oficiais que tanto se gabam de sua defesa das instituições democráticas (sinônimo de establishment de Brasília) tem agora o dever de irem em peso resolver o problema que ajudaram a criar.
Os pleitos desses oficiais sempre gira em torno de Amazônia e defesa territorial, quantos generais estarão na área defendendo os brasileiros?

Brasil é oficialmente um Narcoestado ?
Vejamos o que as “instituições democráticas” das FFAA fará. O resultado definirá a resposta!

João do Caminhão
João do Caminhão
Responder para  João do Caminhão
11 dias atrás

pra deixar claro, o tal Estado Democrático de Direito é o que garante uma lista de aprovações prévias para operações militares em territórios nacionais controlados pelo narcotrafico no RJ; esse Estado adotará medidas semelhantes na Amazônia?

Em algumas semanas o Exército levará urna pra índios só sob autorização de representantes das comunidades locais (narcoterroristas): democracia .. democracia .. democracia

Leandro
Leandro
Responder para  João do Caminhão
11 dias atrás

Por favor, nos informe o que anda bebendo.

Quero poder recusar provar se me oferecerem.

João do Caminhão
João do Caminhão
11 dias atrás

No futuro próximo algum ex-Comandos ira em podcast se gabar de ter rendido tropas americanas em território brasileiro (atrás dos narcotraficantes) como hoje fazem ao relatar rendição de tropas venezuelanas morto de fomes ?

Santamariense
Santamariense
Responder para  João do Caminhão
11 dias atrás

Se eu entendi, você está dizendo que tropas americanas estão entre esses supostos grupos de guerrilheiros que os indígenas estão relatando?? É isso que você está querendo dizer?

João do Caminhão
João do Caminhão
Responder para  Santamariense
11 dias atrás

entendeu errado

(atrás dos narcotraficantes = em busca dos narcotraficantes, operando em território latino americano com ou sem anuência local, como já ocorre em outros países)

ln(0)
ln(0)
11 dias atrás

Será que haverá algum outro episódio como do PEF Traíra? Será que haverá uma resposta dura do governo como houve nesta outra ocasião?

Jagderband#44
Jagderband#44
11 dias atrás

Soberania, putênphia.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
11 dias atrás

Esta na hora de nos juntarmos aos colombianos e fazermos a Operação Traíra 2 como no passado, e colocarmos para correr esses pessoal das FARCS.

groosp
groosp
11 dias atrás

Toda a América do Sul endireitou e estão combatendo os narcoterroristas. Até na Venezuela o Trump, de alguma forma, deu um jeito. Só sobrou o Brasil como refúgio pra esses grupos. Eles cortaram as comunicações e o governo não fazer nada e logo ninguém mais vai tocar no assunto.
O MPF e a DPU recomendarem ações ao Exército e à PF, forças com grande expertisse em combater terrorista da 3ª idade com Bíblias na mão. Vamos ver como eles se saem contra os narcoterroristas colombianos.

Kornet
Kornet
Responder para  groosp
10 dias atrás

Porque será,né?
É só olhar o presidente desses países e comparar com o daqui.
Calma que o pesadelo está no fim.

Heinz
Heinz
11 dias atrás

Como eu queria está servindo num PEF agora, a mão chega a coçar…

Roberto Santos
Roberto Santos
11 dias atrás

Fiquei por 45 dias em 2004 no posto da Policia Federal em Melo Franco, RIO UAUPÉS no Queixo do Cachorro, a Delegacia da PF em TABATINGA/AM, mandava todos os meses, apenas 2 Policiais Federais, o piloto do avião pousava numa pista improvisada no meio da selva. No local foi construído uma casa de madeira.
Tínhamos dois Fuzis, uma Espingarda 12, alguns carregadores, munições e pistola, 200 litros de diesel que levávamos no avião, combustível para 30 dias, 5 litros no gerador por dia, que dava luz durante5 hs diárias, a agua de beber caia no telhado, descia para uma caixa d`agua e dali para o filtro de barro. Comunicações, um rádio q só pegava a tarde 17 hs por conta da estática da selva, passávamos o rádio só pra dizer q estávamos vivos, mesmo assim tinha dias que os operadores do Exercito não respondiam na 2ª Brigada em São Gabriel da Cachoeira.
No local existe uma aldeia dos índios Tucanos, o motivo da construção do posto foi a entrada de um Batalhão “Dizem, uns 800 homens ” das FARCS, os Colombianos atravessaram o rio e ficaram 2 meses no local (Brasil) as autoridades só tomaram conhecimento da invasão quando a FUNASA foi vacinar os índios, o líder da tribo avisou aos Agentes de saúde, os mesmos voltaram de barco e avisaram a Brigada do Exercito em São Gabriel da Cachoeira.
A Brigada avisou o Comando da Amazônia que avisou o Comando Geral em Brasília, reuniões e mais reuniões…….
Solução, construir um posto e por dois PFs no local.
No dia da inaugurarão do posto “casa de madeira” o Presidente Lula não foi, pois o teto estava baixo para voos de helicópteros ou aviões pequenos. Diga-se de passagem, o tempo lá é inconstante, quase nunca tem teto e chove direto, afinal é selva de verdade, Portanto, esse meu relato é pra dizer que não é novidade invadirem o Brasil, nem novidade ninguém tomar providencias, e quando tomam é esses paliativos…
Hoje a casa não existe mais, foi considerada insalubre pela ANVISA, além de muito perigoso pois matávamos direto Surucucu pico de jaca, onças rodavam o posto, os índios eram brasileiros mas não falavam português, apenas Tucano, resumindo, uma desgraça.
Escrevo em honra aos heróis Policiais Federais que estiveram naquele fim do mundo.