Exército Brasileiro assina contrato para aquisição de VBC Cav Centauro II BR
A solenidade contou com a presença do Sr Gen Ex TOMÁS, Comandante do Exército; Sr Gen Ex GUILHERME, Secretário de Economia e Finanças; do Sr Gen Ex HERTZ, Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia; do Sr Gen Ex BAGANHA, Chefe do Departamento-Geral do Pessoal; do Sr Gen Ex RIBEIRO, Comandante Logístico; do Sr Gen Ex MONTENEGRO, Chefe do Estado-Maior do Exército; do Sr Gen Ex R1 STUMPF, Presidente da FHE/POUPEX; do Sr GIOVANI LUISI, Vice-Presidente Sênior de Marketing e Vendas do Consórcio IDV-Oto Melara, além de oficiais-generais da guarnição, de autoridades do Governo Italiano e do Consórcio IDV-Oto Melara e da imprensa local.
A iniciativa representa um importante avanço na modernização da Força Terrestre (F Ter) e no fortalecimento da operacionalidade das tropas de Cavalaria. As novas viaturas, de configuração 8×8 e equipadas com canhão de 120 mm, ampliarão as capacidades de mobilidade, proteção blindada e poder de fogo das grandes unidades mecanizadas da Instituição.
A VBC Cav Centauro II BR possui arquitetura digital avançada, integrando sistemas de monitoramento, detecção e comunicação, o que contribui para ampliar a consciência situacional e a integração ao Sistema de Comando e Controle da Força Terrestre.
O sistema de armas conta com controle de tiro digital, câmeras térmicas, telêmetro laser e sistema de estabilização, possibilitando o emprego do armamento em diferentes condições de luminosidade e em movimento. Essas capacidades proporcionam maior precisão e efetividade no emprego operacional, contribuindo para o adestramento e a prontidão das tropas.
O contrato também fortalece a cooperação internacional e a Base Industrial de Defesa, com previsão de transferência de tecnologia, produção nacional e nacionalização de componentes. A sua logística é sustentável, com suporte planejado do ciclo de vida, permitindo prontidão contínua. Nesse sentido, a iniciativa contribui para o desenvolvimento da indústria bélica brasileira e para a ampliação da autonomia tecnológica do País.
“Ao celebrarmos este contrato histórico, não estamos simplesmente comprando blindados; estamos entregando capacidades à Força Terrestre do Brasil e contribuindo com o desenvolvimento nacional, honrando o compromisso indelével de defender nossa Pátria e de garantir a soberania nacional”, afirmou o Sr Gen Ex RIBEIRO, Comandante Logístico, durante o evento.
O contrato foi assinado pelo Sr Gen Ex RIBEIRO, Comandante Logístico, e pelo Sr. GIOVANI LUISI, Vice-Presidente Sênior de Marketing e Vendas do Consórcio IDV-Oto Melara.
A incorporação das VBC Cav Centauro II BR reforça o compromisso do EB com a modernização de seus meios, o fortalecimento da prontidão e a manutenção de elevada capacidade operacional. A iniciativa contribui para que a F Ter permaneça preparada para cumprir sua missão constitucional.■


Segundo outro portal de defesa: “A partir desse ano, o EB adquirirá lotes anuais de, no mínimo, sete unidades, podendo esse número ser aumentado conforme a disponibilidade de recursos…”, ou seja, no pior dos casos ate +/- 2045 teremos os 98 centauros equipando nossos regimentos.
Lotes futuros provavelmente serão produzidos na fábrica da IDV Brasil.
Espero que o número inicial do programa, 221 unidades, seja o objetivo final do Exército, acredito que seja um número mais que suficiente para equipar nossas unidades.
Sim
98 é a “primeira fase”.
98 é similar aos 36 Gripens da FAB.
Tomara q não….
Acho esse mecanismo bem interessante, melhor que um contrato engessado que vai necessariamente ser renegociado dezenas de vezes como é o do Guarani.
Precisamos de um mecanismo similar aos contratos plurianuais, usados pelos norte americanos.
“sete unidades anuais….” que vão se transformar em 2, com a terceira sendo jogada para o próximo ano por problemas orçamentários, e se em 2050 tivermos o total de sete, pode soltar rojões para comemorar.
“No apagar das luzes desse governo uma compra dessas. Uma imoralidade com a situação caótica das contas públicas e que passa o povo.”
O que exatamente passa o povo? A Havan não pára de crescer…
Luciano Hang: ‘Não me vejo investindo no Brasil se Lula voltar’
25 lojas de lá pra cá.
Pois é …. Anfavea com recorde de venda de veículos.
Imoveis com alta de 6% nas vendas. Eletroeletrônico e eletrodoméstico idem.
Curioso em saber o lastro probatório desse pessoal da suposta tragédia.
Pior que nesse caso não podem nem deslegitimar o IBGE.
endividamento do governo e do povo. Mas de qualquer jeito, sou a favor dessa compra.
É necessario esclarecer que o tal endividamento é captação de crédito, onde 84% da população possui algum tipo de financiamento, como carro, casa ou qualquer compra parcelada. Destes, 17% encontram-se em inadimplento. São dados e não opinião.
Jâ o governo de plantão está endividado desde que Don Pedro I raspou o cofre do Banco do Brasil ao fugir para Portugal e desde então nenhum foi exemplar no trato da dívida. Nenhum.
Antes de pensar que se defende o atual governo é preciso acabar com desinformação com vias a favorecer picaretas salvadores.
Como ousa trazer dados?
Sim, a política de crédito fácil para maus pagadores é responsável pela altíssima inadimplência e uma das grandes causadoras das altas taxas de juros q tanto reclamam. É quem as cria que reclama delas ao mesmo tempo, num típico cinismo, quando nao ignorância.
Pedro,
O fato de existir uma dívida pública nem é bom nem é rium. Deçende da qualidade da dívida.
Também é preciso ver o déficit primário e além dele, é preciso saber quanto da dívida é invedtimento, por exemplo.
Suponha o crédito agrícola que o governo federal empresta para financiar os agricultores. É uma dívida do governo, que gerou o crédito e uma divída dos agricultores que tomaram o empréstimos. Salvo uma catástrofe, a renda do agricultor é maior que sua dívida.
A partir da colheita, as dívidas são abatidas. E`um exemplo de dívida boa.
Suponha uma empresa que fabrique eletrodomésticos e pegue busque um financiamento do BNDES para ampliar a fábrica. Ela vai levar 10 ou 15 anos para pagar….
Suponha uma famíla que compre uma nova máquna de lavar financiada.. é uma dívida boa porque o benefício da máquina de lavar significa ganho de qualidade de vida. Também é uma dívida boa
Relaçao divida/PIB se resolve aumentando o PIB.
Não, não se resolve, pq endividamento é só, e sempre foi historicamente, vôo de galinha. O que cresce um país é liberalismo econômico e responsabilidade fiscal, é o governo sair da frente. Todos estados de bem-estar social da Europa de hoje primeiro foram liberais, primeiro ficaram ricos. Mas aqui, por ideologia errada, querem colocar o carro à frente dos bois.
Santos.
È uma simplificação e um erro acha que dívida publica é sempre ruim.
Como expliquei, o capitalismo é feito sobre crédito, seja para bens de capital (por exmplo ampliar uma fábrica), infraestrutura (uma rodovida, uma hidroelétrica) ou para consumo.
Aliás, o crédito é mais antigo que o próprio capitalismo.
o aumento da razão da dívida pública em relação ao PIB observado nos últimos 15 anos é resultado de um baixo crescimento do PIB e uma política de juros equivocada.
A Selic esta em 14% para uma inflação acumulada de 4.2%.. ou seja, juros da ordem de 10%. O resultado óbvio e um crescimento da dívida.
O PIB estava na odem de 3% mas este ano deve ser 2%. Então, a dívida sob mais rápido que o PIB porque os juros são altos.
O governo bem controlado os gastos mantendo o defit primario em torno de 0, principalmente por causa da lei do arcabouço fiscal. Ou seja, não há crescrimento da dívida por gastos.. mas por causa dos juros.
O país que mais crescer no mundo é a China impulsilnada pelo comercio, mas com controle do fluxo de capitais e com forte intervenção dos bancos públicos na economia.
Camargo, nem desenhando algumas pessoas entendem…
Tem controlado os gastos? 😂😂 mesmo? Com estatais quebradas e diaria de hotel de 70.000?
Ótimo jogo de palavras, para camuflar a desgraça q está o Brasil…
Depois de receber um governo com quase 60 bilhões de superávit
Depois de vender muitas coisa, dificil não ter tido superávit, além do mais foi 3 anos de deficit e 1 de superávit, depois de vender estatais, e não pagar os estados foi um trabalho bem ruim, e muitas estatais eram as que davam lucro, ou seja menos dinheiro para o governo nos próximos anos
Superávit dando calote em precatórios é contendo investimento público é facil, né?
Ora,
O capitalismo é baseado em crédito.. capitalistas fazem dívidas para investimento e consumidores fazem dívidas para consumo.
Contudo, nos dois casos, precisam gerar renda para pagar a dívida. Empresas precisam vender e assalariados dependem do salário. Nem as empresas nem os consumidores podem gerar sua própria moeda.
O governo federal, ao contrário, gera a própria moeda.
Os governos centrais entram em crises de pagamento quando possuem dívida em moeda estrangeira sem reservas que cubram os pagramentos (como é o caso da Argentina)
No caso brasileiros, o governo possui cerca de US$ 340 bilhões em reservas. É uma situação bem diferente da década de 80 e da moratória no governo Sarney,
Superavit nem é bom nem é ruim. É um erro governos terem superavit deixando obras de infraestrutura paradas, por exemplo. Ume estupidez na verdade.
Também é um erro ter superavit de caixa e demandas sociais ou cortes nas áreas de saúde ou educação. Aliás, é uma estupidez ter superávit e adiar o pagamento de programas como o ProSub ou Gripen.
Superavit só faz sentido se todas as demais demandas terem sido pagas…
É relativamente fácil fazer superavit efetuando contas para os exercícios seguintes do Orçamento. Apenas o calote nos precatórios, o aumento de 50% no Bolsa Família, o corte do ICMS para forçar a queda do preço da gasolina, tudo às vésperas da eleição de 2022, jogou R$ 150 bilhões para o governo seguinte quitar.
Fora o aumento de famílias incluídas no BF, de 14,6 para 17 milhões.
Nem o taxad defendeu esta bobagem pq foi desmentido
Kkkk 60 bilhões de superávit e 255 bilhões em contas a pagar. Que maravilha.
Estamos rumo ao Horizonte da insolvência, “ah, mas o Japão deve mais que o PIB, os EUA tambem…” No Brasil pagamos juros astronômicos. Esse pais existe para qu tem dinheiro ganhar mais dinheiro e para tirar ao máximo da classe média enquanto os pobres votam em quem lhe dá migalhas e circo.
Esses países tem dívida pública para investimento em infraestrutura, pesquisa etc
Aqui é pra maracutaia…
Pessoal vive em uma realidade alternativa.
2024 batemos o recorde no número de empresas pedindo recuperação judicial. Recorde histórico.
Durou pouco, em 2025 novo recorde.
Vai durar pouco tb, 2026 está previsto mais um recorde.
Milhares e milhares de empresas falindo e os blogs de esquerda “ensinando” que a economia está indo bem.
Dados são dados, você pode refutá-los com outros dados ou, na incapacidade, atribuí-los a mídias de direita, esquerda, encima ou embaixo. Ou inventar fraude no IBGE.
Se há, e há, um grande número de fechamento de empresas, o número de empresas abertas alcançou o recorde em 2025, de 5,6 milhões. Em 2026, até o presente são 3,6 milhões.
Longe de ser especialista, mas os dados sugerem mostrar um mudança no perfil de consumo, com foco no e-commerce em vários segmentos, além de concorrência desleal com produtos chineses no comércio. São dados a serem estudados, não rotulados pelo viés ideológico.
Na linha automobilística, se assiste empresas tradicionais saindo do país ao mesmo tempo que montadoras chinesas chegam, derrubando os preços.
A venda de carros, eletroeletrônicos, eletrodomésticos , assim como número de passageiros em aviôes, é recorde. Não parece sintomas de economia desaquecida.
Mas parece haver mudanças, sem sombra de dúvidas.
Os dados apontam expressiva melhora da educação…
Fato:
Universitários não sabem fazer regata de três….
Qual empresa abriu?
A do q foi mandado embora e teve q PJtozar pra continuar fazendo a mesma coisa?
A MEI da advogada q tá fazendo bolo?
A realidade está bem clara pra quem vive a vida.
Vai na rua e nos shopping e verá as lojas fechadas.
Vendedor de carro tá oferecendo a mãe, pra conseguir algo…
Marcenaria e construtoras fechando….
João… regra de três é uma ferramente simples mas ultrapassada.
Use análise dimensional. È mais intuitiva e permite operaçes complexas.
Seria ótimo se o ensino médio ignorasse a regra de trẽs e focasse todo o esforço em ensinar análise dimensional.
Esses dados de número de empresas abertas nesses anos, levam em consideração pedidos de abertura de ‘MEI’?
Porque se levam em consideração, isso vai alterar radicalmente a interpretação desses mesmos dados.
Eu refutei com dados.
Recordes históricos de empresas pedindo recuperação judicial, sem achismos, dados.
Milhares de empresas quebrando, fechando, demissões em massa, empresas buscando condições melhores até no Paraguai, milhões de famílias endividadas, juros na lua, itens básicos nos supermercados com preços altíssimos, a maioria das estatais estão no vermelho, devendo bilhões.
Empresas de pejotizaçao? MEI q em um ano estao inativas? Ate o Arminio fraga q é da turma de vcs reconhece uma pré recessao.
Concorrência chinesa existe há decadas e e-commercece as empresas q lidam com fisico tambem fazem.
As Casas Bahia, o Habibs e a Braskem já vinham mal das pernas há muito tempo. Só pra citar 3 exemplos. Ademais, capitalismo não é risco? Pois é. Há sempre o risco da quebra.
Desculpa furada. Pergunta pra eles pq quebraram
Importante entender o contexto destes números.
Nos últimos 3 anos realmente teve um aumento expressivo na venda de veículos (o que é um péssimo sinal e já explico o motivo).
Mas vamos expandir um pouco os anos e fazer um comparativo entre 2010 e 2025.
No primeiro, forma 3,5 milhões.
No segundo ano, 2,55 milhões.
Uma retração de quase 28%.
Agora vamos fazer outro comparativo.
Destes números, quantos representam são importados da China (modelos CBU, SKD e CKD) e outros importados.
Em 2010, dos 3,5 milhões, 0,5% veio do país asiático e 18% de outros país de fora.
Já em 2025, dos 2,55 milhões, quase 6% vieram da China e manteve os 18% de veículos importados de outros países.
Há mais de década a empresa atual como fornecedor também de montadoras e fabricantes de veículos. Tenho como clientes empresas da Coréia, Japão, Itália e Alemanha.
Destes quatro, com três já começamos a renegociar contratos.
O motivo?
Estas três planejam migrar sua linha de produção para o país de origem ou outro onde a fabricação tem um custo menor, mantendo no Brasil apenas regimes SKD e CKD, onde no país vai ficará apenas a montagem que passa a ser de 100% peças importadas.
O Governo postergou a isenção da alíquota de 35% o que favorece em muito algumas fabricantes.
O modelo de comércio das fabricantes chinesas de veículos é o mesmo em qualquer lugar do mundo.
No máximo que veremos são esses dois modelos implementados (SKD e CKD). Ela não nacionalizam nada. Sua população é grande e lá, pelos menos eles tem conhecimento que é necessário fomentar sua indústria.
E estas três empresas (que fabricam aqui mas vão mudar para o mesmo regime) sabem que o Governo, que já postergou uma vez a aplicação das alíquotas, devido à pressão do país asiático, provavelmente vai postergar novamente a aplicação das regras. Desta vez, de modo indefinido.
O aumento da comercialização de veículos chineses pode não parecer muito, mas foram 150 mil veículos deixados de serem fabricados aqui.
Nosso país continua (e parece não querer sair) num processo permanente de desindustrialização, que se iniciou lá na década de 90, onde a abertura comercial foi aplicada de modo precoce.
E diversos sinais são evidentes:
* Participação da indústria no PIB (11% – na China fica próximo à 40%).
* Crédito escasso e juros altos disponíveis, uma vez que as instituições bancárias visualizam alto risco, motivado pela cada vez mais crescente importação de produtos e falta de fomento do estado.
* Busca por produtos de fora mais baratos, fez com que a importação aumentasse em 50% nos últimos 10 anos, e aqui a culpa não é do Estado e sim de seus cidadãos.
* Aqui o ponto crítico atual: a queda de complexibilidade e custos logísticos, que acelera o processo.
Felizmente, com algumas ações podemos ajudar o cenário.
E, neste caso, nós como cidadãos temos influência direta.
Atualmente, quando encontro um produto nacional com valor menor ou de até 20% acima do produto importado (independente da origem), opto sempre pelo produto nacional.
A busca desenfreada sempre por produtos mais baratos (e concorrer com a China é praticamente impossível) o maior influenciador atual deste processo corrosivo para a indústria nacional.
Literalmente, estamos passando de produtores para apenas consumidores.
Complementando.
E qual é o péssimo sinal, aí de ponto de vista pessoal, pelo aumento na comercialização?
Nos últimos três anos (onde ouve aumento na comercialização), 55% foram adquiridos via financiamento.
Nada fora normal. Demonstra até uma recuperação do serviço (de financiamento).
Em contrapartida, de 2022 para cá (aí pensando até 2025 que já tem dados consolidados), os juros de crédito estão altíssimos.
Aí o ponto negativo: a falta de consciência financeira e educacional que atinge boa parte dos cidadãos brasileiros.
Além do Governo sempre fomentar o consumo com base no endividamento (que está longe ser o melhor cenário que é o consumo consciente) o brasileiro, além de se endividar, o faz baseado em altos juros.
Nem é necessário detalhar mais.
Excelente comentário. Assim, galga-se um degrau a mais no debate.
Concordo plenamente, com a única exceção da prorrogação da isenção do imposto de 35% sobre as importações e kits. Seria um enorme tiro no pé e sem qualquer ganho.
Creio que a prorrogação este ano foi devido ao calendário eleitoral, com o governo de plantão angariar dividendos políticos com as vendas.
Os fabricantes chineses já anunciaram fábricas no Brasil, e iniciaram o recrutamento de fornecedores, inclusive com uma de baterias no nordeste. Resta saber o grau de nacionalização
A parte boa é que a invasão a baixos preços deu uma sacudida no mercado interno, derrubando preços e estimulando a concorrência.
Fonte Arial 13….
Que tal olhar as falencias e recuperações judiciais e o pessoal q foi pro Paraguai? 2 bilhoes em imoveis adquiridos em planta distratados? Record de endividamento de pessoas fisicas e juridicas.
Estas vendas q tu fala( ridiculas num contexto de uma economia como um.todo) estao sendo adimplidas e viram calotes?
Venda nao é receita. E calote é quebradeira e recessao.
Mais de 80% das pessoas inadiplentes, recorde de empresas com pedido de recuperacao judical, recorde de arrecadacao de impostos, correios quebrado. Acha pouco?
Quem falou isso foi uma das figuras centrais do partido que ocupa o planalto hoje. Falou isso lá no final de 2022, sobre a aquisição dos exemplares iniciais do Centauro. Viu como a história se repete? Hehehe
A história na realidade não se repete, mas ela rima… e das formas mais poéticas!
Já há muito tempo prevista.
Sim meu caro João. Essa frase entre aspas foi dita pela iluminada Gleise Hoffmann em 28 de novembro 2022 criticando o anúncio da compra pelo governo anterior. Não sou contra a compra, muito pelo contrário. É o povo em geral que tem memória curta e, pelo visto, inclusive por aqui também. rsrsrs
https://x.com/gleisi/status/1597278947968159744
Lembro perfeitamente disso. A justificativa e que ja tinhamos um “semelhante” no inventario.
Deixe-me ver: citação de Gleisi Hoffmann, né? Em finais de 2022…
Você copiou isso de algum petista de 2022?
Eles falaram algo assim quando o EB queria assinar um contrato para dois Centauros em dezembro de 2022, fim do mandato do JB.
Oe Centauros vão substituir os Leopard?
Não.
Belas fotos, o bichão é gigante.
Um drone FPV de U$ 500 bota essa viatura fora de combate.
Se tá achando ruim, Vai a pé em campo aberto num assalto então.
Afinal, sua vidinha deve valer menos que 500 doletas
“Afinal, sua vidinha deve valer menos que 500 doletas“
Tu está com algum problema cognitivo, ou com sua família?
Tanto ele quanto um T90/Abrahms/Merkava podem ser facilmente imobilizados por um drone de US$ 500.
E o que isso tem a ver com o “valor” da minha vida? Não percebeu que é um comentário sobre o papel de viaturas blindadas (de qualquer tipo) no campo de batalha moderno?
Está difícil fazer com que as pessoas tenham o entendimento mínimo do que se quer transmitir, e, talvez, a tua vida é que vale menos de US$ 500.
Lamentável.
hahaha boa
Há vários sistemas anti II sendo sistematicamente incorporados pelo EB. Há o sistema da IACIT que detecta e neutraliza por jamming pequenos drones da classe 0 e 1 a 4 km de distância. Há o sistema da Atech que também detecta e neutraliza drones. A Ares desenvolveu uma torre automática para destruir drones por meios cinéticos, e que pode ser montado em viaturas como o Guarani, Guaicurus ou UGVs telecomandados. Recentemente o radar de terra portátil Sentir M20 da embraer defesa e segurança, e que já é utilizado pelo EB, como componente móvel do sisfron, se provou em testes, capaz de detectar drones da classe 0 e 1 à 8km de distância, e está em linha com os detectores mais eficazes do mundo para esta classe de drones, que são muito difíceis de detectar. Certamente, o EB desenvolverá doutrina para proteger suas tropas e meios terrestres( incluindo o centauro II) dessas ameaças insidiosas que surgiram na guerra da Ucrânia.
Mas qual a eficiência destes sistemas? Países europeus tem desenvolvido e fornecido tecnologia aos Ucranianos e quando na linha de frente o céu está tomado de drones, a melhor tecnologia empregada é esconder-se, e um tanque é um. Grande alvo difícil de esconder, velocidade ganha tempo, e se algum desses tanques com sistemas de Defesa fosse eficiente contra um ataque simultaneamente de drones estariamos já sabendo dos russos ou Ucranianos..
https://youtu.be/fYtxQpHFwGE?si=IGJrjLZjL-colvnE
O assunto é complexo. A doutrina ainda está sendo desenvolvida. Proteção contra tropas é uma das variáveis. Contra blindados, outra. Fica claro, que devido ao alto índice de letalidade desse tipo de drone FPV contra soldados, quer à pé, quer em blindados de transporte, aponta para a utilização de UGVs com torres automáticas anti drone na linha de frente da infantaria. Pelas últimas reportagens sobre o assunto, pelo menos aqui no BR, empresas como a Ares/ SIATT estão desenvolvendo ” à toque de caixa” suas torres e/ou lançadores de misseis anti carro para operarem remotamente à partir de UGVs como os da ambipar robotics. Pelo que dá para perceber, a doutrina está se encaminhando para UGVs de ataque de infantaria com torres automáticas e/ou lançadores de misseis anti carro, ladeados por UGVs com torres anti drone na linha de frente. Os soldados, mesmo em blindados de transporte, ficariam na retaguarda à kms de distância e guarnecidos por blindados anti drone e sensores que os detectariam também à quilometros de distância. Num primeiro momento haveria uma ” neutralização” das primeiras ondas de ataque de drones, mesmo que isto signifique uma alta taxa de destruição/ inutilização dos UGVs. A força atacante seria testada até onde poderia sustentar ondas massivas de drones FPV. Só depois a infantaria ” humana” avançaria. É apenas uma hipótese. O que se sabe é que a doutrina se concentra em afastar o soldado de infantaria da exposição letal dos FPVs o máximo possível. Caso contrário a batalha se torna um ” moedor de carne” como na Ucrânia.
Por isso acho a desativação e descarte dos Urutus do inventário do EB um erro. Poderiam ser convertidos em drones de reconhecimento.
A dificuldade de tornar um Urutu telecomandado seria a mesma de tornar um opalão dos anos 70, autônomo. São veículos analógicos, puramente mecânicos. O custo seria muito alto, e se aproveitaria apenas a carcaça. Tudo teria que ser trocado, incluindo motor, tração, comandos. Tudo teria que ser digitalizado, sensores e câmeras, instalados. Toda parte eletromecânica, substituído por sistemas digitais. O Urutu é uma viatura alta, pesada e grande demais para um UGV. Um UGV deve ser modular, de perfil baixo, com alta mobilidade, fácil de ser montado, e seu design deve permitir produção em massa, porque vai ser exposto em frentes de batalha, com alta probabilidade de ser destruído e/ ou inutilizado. A grande vantagem de um UGV de batalha ou mesmo sua versão anti drone, é substituir o soldado de infantaria, o jovem de 17, 18 ,20 anos que perderá sua vida de forma estúpida e brutal, sendo alvo de um drone classe 0 ou 1 FPV. Seria preciso ver o terror nos olhos desses jovens ucranianos, russos e até brasileiros ( mercenários) sendo caçados como animais pelos FPVs em campo de batalha aberto. Assisti alguns vídeos que mostraram esta barbaridade ocorrendo nas trincheiras ucranianas. Só psicopatas para normalizar este horror. Faz nos lembrar da carnificina da I e II GMs. É por isto esta corrida para substitui- los pelos UGVs.
Muito velhos. Dificuldsde de repor peças. Nao vale a pena. Faz um pequeno e barato se carece de drone de reconhecimento
Prezado. Nao tomes a intensidade da guerra la como parametro pra AL.
Excelente Paulo. Obrigado pelo comentário.
Verdade. Mas aqui tem e terá poucos drones. Nao tire por base Ucrânia
Excelente aquisição.
Aquisição de 7 unidades ano é ridículo.
Mais é melhor do que nada.
Devido ao clima de quase guerra entre a OTAN e a Rússia, a fábrica do centauro II na Itália deve estar comprometida com o suprimento da própria Europa. Fica dificil abastecer o BR também. Daí a enfase em monta- lo na fábrica da Leonardo em sete lagoas/MG.
A visita “secreta” do chefe da CIA à Moscou recentemente, apelando para que Putin não ataque um membro isolado da OTAN para ” testar” a coesão do pacto, é indicativo de que não é uma questão de se, mas de quando a guerra vai ocorrer. Notícias da convocação de 600 mil reservistas do exército russo é outro sinal de que a guerra está batendo às portas da Europa.
pode ser uma viatura muito boa e com boas características e especificações. Mas é feia de doer eim, no quesito beleza passou longe
Me preocupa essa tendência de transferência de tecnologia em tudo nas forças armadas. De que adianta ter a tecnologia para fabricar determinado blindado e não ter demanda? Sempre fico com a impressão que nunca fazem a conta do custo benefício de ToT, virou um padrão pedir ToT em tudo.