Blindados lideram investimentos do Exército no PLOA 2027, que também contempla mísseis, drones e SISFRON

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Dia do Soldado 2026 (14)

O Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027 prevê recursos para os principais programas estratégicos do Exército Brasileiro, dentro dos R$ 147,68 bilhões destinados ao Ministério da Defesa. O Programa Forças Blindadas receberá a maior dotação da Força Terrestre, seguido pelo ASTROS-FOGOS, pela Aviação do Exército e pelo Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras.

No programa finalístico Defesa Nacional, o Comando do Exército aparece com R$ 4,822 bilhões. Desse total, R$ 2,998 bilhões estão classificados como projetos, R$ 1,817 bilhão como atividades e R$ 7 milhões como operações especiais. Os valores constam do Volume II do PLOA 2027.

Forças Blindadas receberá R$ 1,02 bilhão

A maior dotação individual será destinada à implantação do Programa Forças Blindadas, que terá R$ 1,02 bilhão. A iniciativa reúne projetos voltados à renovação da frota de veículos blindados e à recuperação da capacidade brasileira de desenvolver e produzir esse tipo de equipamento.

O programa abrange diferentes famílias de viaturas, incluindo os blindados Guarani 6×6, plataformas sobre lagartas modernizadas e a Viatura Blindada de Combate de Cavalaria Centauro II 8×8. A previsão do governo é que 116 viaturas sejam entregues ao Exército ao longo de 2027.

O PLOA não apresenta a distribuição dessas 116 unidades por modelo. As entregas deverão depender dos contratos em execução, dos cronogramas industriais e das necessidades definidas pelo Comando do Exército.

Além da renovação da frota, o programa busca fortalecer a Base Industrial de Defesa, ampliar a produção nacional de componentes e substituir progressivamente viaturas que acumulam décadas de serviço.

ASTROS-FOGOS terá R$ 671,4 milhões

A implantação do Sistema de Defesa Estratégico ASTROS-FOGOS receberá R$ 671,4 milhões. A denominação atualizada aparece no detalhamento orçamentário, enquanto a Mensagem Presidencial ainda utiliza a designação anterior, ASTROS 2020.

Os recursos serão aplicados no desenvolvimento e na aquisição de mísseis de longo alcance, foguetes guiados de precisão, munições, componentes, máquinas, ferramental e peças destinadas à manutenção do sistema.

O ASTROS-FOGOS amplia o escopo do programa originalmente concentrado na artilharia de foguetes e mísseis. A nova estrutura busca coordenar capacidades de artilharia de campanha, armas de longo alcance e outros sistemas de apoio ao fogo.

Segundo a Mensagem Presidencial do PLOA, o programa deverá alcançar 27,9% de execução física ao final de 2027.

SISFRON receberá R$ 467 milhões

A implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras terá R$ 467 milhões. O SISFRON combina radares, sensores ópticos, equipamentos de comunicações, sistemas de comando e controle, veículos e infraestrutura para ampliar a presença do Estado na faixa de fronteira.

O sistema permite compartilhar informações com outros órgãos federais envolvidos no combate ao tráfico de drogas, contrabando, crimes ambientais e entrada ilegal de armas. Embora coordenado pelo Exército, o SISFRON também possui aplicações para segurança pública e fiscalização.

A proposta estima que o programa alcance 28,2% de execução física até o final de 2027. A implantação ocorre por etapas, cobrindo progressivamente diferentes áreas dos mais de 16 mil quilômetros de fronteiras terrestres brasileiras.

Aviação do Exército e drones

A implantação do Sistema de Aviação do Exército e Drones terá R$ 520 milhões. A ação prevê a obtenção de aeronaves, veículos aéreos não tripulados, simuladores, equipamentos de sensoriamento e sistemas de alerta.

Os investimentos deverão apoiar missões de reconhecimento, transporte, mobilidade de tropas, evacuação aeromédica, apoio logístico e coordenação de operações terrestres. O governo estima que o programa chegue a 47,4% de execução física durante 2027.

A inclusão explícita de drones na denominação da ação demonstra o espaço crescente dos sistemas não tripulados no planejamento da Força Terrestre. Esses equipamentos podem ser empregados em inteligência, vigilância, aquisição de alvos e avaliação dos efeitos de ataques.

Defesa antiaérea e cibernética

Viaturas Blindadas de Combate do novo Sistema de Defesa Antiaérea do Exército Brasileiro, o Gepard 1A2, em 2013

O Exército terá R$ 12 milhões para aquisição de sistemas de artilharia antiaérea. Outros R$ 5 milhões serão destinados ao gerenciamento, modernização e recuperação dos equipamentos antiaéreos já existentes.

A implantação do Sistema de Defesa Cibernética para a Defesa Nacional receberá R$ 20 milhões. O Exército exerce papel central na coordenação da defesa cibernética militar brasileira, área que envolve proteção de redes, resposta a ataques e desenvolvimento de ferramentas nacionais.

A modernização e transformação estratégica e operacional da Força Terrestre contará com R$ 196,9 milhões. Essa ação pode financiar equipamentos e mudanças estruturais que não estejam vinculados diretamente aos quatro grandes programas do Novo PAC.

Inteligência, saúde e ensino

O Programa LUCERNA receberá R$ 6,5 milhões. A iniciativa busca aperfeiçoar o Sistema de Inteligência do Exército e contempla a transformação das organizações de inteligência, a modernização das estruturas de tecnologia da informação e a formação de pessoal especializado.

O programa é estruturado pelos projetos Ares, Hermes e Atena. Eles abrangem, respectivamente, a reorganização das unidades de Inteligência Militar, a modernização dos meios de obtenção e análise de dados e o aperfeiçoamento do ensino de inteligência.

O PLOA também reserva R$ 10 milhões para a implantação do Complexo de Saúde General de Brigada Médico João Severiano da Fonseca e R$ 17 milhões para ampliação e adequação do Hospital Geral de Salvador.

O Colégio Militar de São Paulo terá R$ 57 milhões. Já a implantação da nova Escola de Sargentos do Exército aparece com dotação de apenas R$ 100 mil, valor que indica a manutenção formal da ação no orçamento, mas não uma retomada ampla das obras.

Prontidão e manutenção

A manutenção da prontidão e da capacidade operacional do Exército receberá R$ 616,1 milhões. A verba é destinada ao treinamento das unidades, exercícios, manutenção de equipamentos, suprimentos e preparação para emprego.

A modernização dos sistemas de comando e controle contará com R$ 78,7 milhões, enquanto o desenvolvimento tecnológico do Exército terá R$ 20 milhões. Outros R$ 122,5 milhões serão aplicados na adequação da infraestrutura das organizações militares.

As ações de cooperação do Exército por meio de obras de engenharia terão R$ 101 milhões. A capacitação profissional dos militares receberá R$ 80,9 milhões, e a movimentação de pessoal contará com R$ 781,4 milhões.

O Fundo do Exército terá orçamento de R$ 233,5 milhões. Desse montante, R$ 65 milhões serão destinados à recomposição de meios e sistemas militares, enquanto outros R$ 65 milhões financiarão o registro e a fiscalização de armas, munições, explosivos e demais produtos controlados.

Pessoal concentra maior parcela

Separadamente dos programas finalísticos, o Comando do Exército terá R$ 56,04 bilhões no programa de gestão e manutenção. A maior parte desse montante será consumida por militares ativos e inativos, pensões, servidores civis e benefícios obrigatórios.

Estão previstos R$ 17,55 bilhões para militares ativos, R$ 16,66 bilhões para inativos e R$ 15,85 bilhões para pensões militares. Esses números demonstram que o orçamento global da Defesa não pode ser interpretado como verba disponível para compra de equipamentos.

O PLOA será analisado pelo Congresso Nacional e ainda poderá receber emendas ou alterações. A continuidade física dos programas dependerá da aprovação da Lei Orçamentária e da efetiva liberação dos recursos durante 2027, sem novos bloqueios ou contingenciamentos.■



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WELLINGTON
WELLINGTON
10 dias atrás

Podemos concluir que a questão antiaérea do EB permanecerá da forma como se encontra, pois 12 milhões de reais não fazem nem cócegas nessa área, praticamente um valor pra manter operacional o que tem e comprar munição.

Wagner
Wagner
Responder para  WELLINGTON
10 dias atrás

Esses tanques são facilmente abatidos por drone sharred ou qualquer outro de $500 dólares

João
João
Responder para  Wagner
10 dias atrás

🙄

João
João
Responder para  Wagner
10 dias atrás

Os drones são comprados mais facilmente. São baratos e nossa indústria está a passos largos de desenvolvimento.

Os drones civis estão em abundante oferta nas lojas de todo Brasil, podendo ser adquiridos quase q imediatamente.
Todos os quartéis tem inúmeros operadores de drones simples.

Calma calabreso

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  João
9 dias atrás

Eu não estava sabendo disso, o EB está treinando uma parte dos recrutas em operação de drones comerciais?

João
João
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
9 dias atrás

Não
EP.

alexandre
alexandre
Responder para  Wagner
9 dias atrás

E onde vc compra um drone Shahed por US$ 500?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  alexandre
9 dias atrás

Se o preço fosse esse na cotação de hoje(R$ 2.582,10 ), até eu comprava para presentear minhaa sogra…

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Temos que começar a olhar os drones com seriedade, assim como as potências estão fazendo.

Drones que podem ser usados para ataque e ataque de saturação.

Vejo os chineses desenvolvendo seu Drone Nave-Mãe com capacidade para carregar até 100 drones e nós aqui certamente ainda devemos estar no Grupo de estudos do Supletivo Militar.

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José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  WELLINGTON
9 dias atrás

Não dá 3 milhões de dólares, o preço de um único míssil SM-3 !! Um verdadeiro escárnio.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  WELLINGTON
9 dias atrás

“O Exército terá R$ 12 milhões para aquisição de sistemas de artilharia antiaérea.”

Por essa quantia exorbitante, será a Gulliver ou a Glasslite que ficará a frente do projeto?
Porque só um míssil da família CAMM-ER do sistema EMADS e seu valor unitário de acordo com as estimativas internacionais apontam um custo por unidade entre US$ 1,5 milhão e US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 8 milhões a R$ 11 milhões).

O exército Brasileiro quer 3 baterias = 6 viaturas por bateria = 8 mísseis por viatura =144 mísseis.

  • Por viatura lançadora: 8 mísseis (célula óctupla).
  • Por bateria: 48 mísseis (6 viaturas × 8 células).
  • Total do sistema (3 baterias): 144 mísseis.

Esse troco de pinga não dá nem para o começo!
Um lote de 144 mísseis ficaria avaliado entre US$ 216 milhões e US$ 288 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,6 bilhão), sem contar os custos logísticos, lançadores e radares do sistema completo.
E pelo que li, o EB sonha com futuras 98 unidades totais

Devem ter andado cheirando cola de sapateiro estragada lá em Nárnia…

Pablo
Pablo
10 dias atrás

147 bilhões está previsto, mas ai vem a realidade e os cortes de sempre.

Bueno
Bueno
Responder para  Pablo
9 dias atrás

Calma , muita calma nesta hora de palanque eleitoral! Os Militares não estão cansados de serem feito de bicha de orçamento.

Projeto de Lei Orçamentaria , so quando virar lei LOA poderemos dizer que tem uma previsão de gastos.
Ainda depende da assinatura do Executivo , se nao tiver nenhuma mudança , volta ao congresso e é promulgado ..

Recordem que o PLOA2025 so foi aprovado , promulgado em 10/04/2025 três meses de atraso
Eeste PLOA2027 Pode cair no colo do novo executivo e nova casa legislativa!

Mauricio R.
10 dias atrás

Eu pessoalmente focaria no SISFRON, desde que o inquilino no Palácio do Planalto seja outro, em se mantendo o atual a vigilância de fronteiras não vai melhorar e deixaria esse ASTROS FOGOS pra outro momento.
Também avançaria na questão dos drones e da melhoria da Inteligência.
Infelizmente a artilharia anti aérea também vai ficar para depois, os montantes citados para aquisição e manutenção não são encorajadores.

João
João
Responder para  Mauricio R.
10 dias atrás

Concordo.

Mas…. A Avibras foi adquirida por empresário apoiador do governo, e o ministro do TCU achou melhor trabalhar com ele, do q ser ministro…… 🤔🤔🤔

Mauricio R.
Responder para  João
9 dias atrás

A Avibrás ficou 4 anos sem produzir nada, melhor gastar com programas e empresas realmente capazes e consistentes.

Nilo
Nilo
Responder para  Mauricio R.
9 dias atrás

É o Exército que tem demonstrado interesse na recuperação da Avibras e por conseguinte seu portfólio, como o próprio artigo menciona o Astros II está entre as prioridades, As pesquisas de desenvolvimento em torno do produto tende a se ampliar. É possível que com o saneamento financeiro da Avibras e retomada da produção, o Exército esteja vendo o retorno do projeto de sistemas de mísseis anti aéreo em parceria com a empresa.

Mauricio R.
Responder para  Nilo
9 dias atrás

O saneamento financeiro não tem nada a ver com as competências e o pessoal técnico perdidos nos 4 anos que a empresa ficou parada.
A empresa pode até ficar quites com o fisco, mas o como saber fazer, não vai retornar do dia pra noite, tão cedo.
O EB tem é mais que deixar a Avibrás pra lá, seus controladores que se virem pra recuperar as capacidades perdidas da empresa.
Assim como a FAB tem mais é que deixar de levar a Embraer pela asinha.

Kornet
Kornet
10 dias atrás

12 milhões para antiaérea e quase 600 milhões para o Sisfron,Suberania,SUBERANIA,piada desse desgoverno dos infernos.

João
João
Responder para  Kornet
10 dias atrás

Pelo visto, o desconhecimento sobre o SISFRON é hercúleo.

O SISFRON proporciona meios de vigilância Aerea e terrestre, optronicos, comunicações de todos os níveis e TI, drones de todas as categorias e meios blindados e motorizados, além de coisas mais simples como EPI, manutenção de instalações etc

Tudo isso para mais da metade das Bda do EB, metade das Div, e metade dos Cmdo Mil A.

Na paz, serve para vigilância contra crimes transfronteiriços e contra possíveis ações pontuais de forças legais e ilegais externas em nosso território.

Na guerra, proporciona substancial incremento nas Funções de Combate Movimento e Manobra, Fogos, Inteligência, Proteção e Comando e Controle.

Enfim….. o mais importante dos Projetos Estratégicos, por ser transversal a todos os outros e proporcionar incremento substancial no Poder Relativo de Combate da Força.

Santos
Santos
Responder para  João
9 dias atrás

Tudo bem, mas todo mundo sabe que a DAAe era pra ONTEM. Ja era pra ter contrato assinado.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
10 dias atrás

“O Colégio Militar de São Paulo terá R$ 57 milhões.”
Gasto absolutamente desnecessário que poderia ser direcionado à aquisição de equipamentos militares. Foco na missão.

João
João
Responder para  Rafael Oliveira
10 dias atrás

São Paulo possui 2 das 5 FORPRON. A Av Ex e o Cmdo Div mais importante do EB.

Os filhos dos sargentos estão estudando em escolas da rede pública em comunidades perigosas.

O que um Sgt vai fazer com equipamento, enquanto o filho está mal?

Vai fazer igual PM e PC por aí e vender pra bandido???

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  João
9 dias atrás

Só o o Comando da Divisão fica na cidade de São Paulo, né?
Das outras unidades, que eu saiba a mais próxima está em Osasco.
Sargento que mora em Itu, Campinas, Caçapava, Lorena e Taubaté não vai mandar o filho estudar em São Paulo, porque é longe e caro.

O que um Sgt vai fazer com equipamento, enquanto o filho está mal?”
O que qualquer pai faz na mesma situação. Aceita e trabalha normalmente ou procura um trabalho que pague mais. Se vender para bandido só é uma opção para quem também é bandido.

João
João
Responder para  Rafael Oliveira
9 dias atrás

Sim
Lógico…
Manda ele morrer lá não sei onde, e deixa o filho no sanhaço.

E o problema de bandido nao é a venda.
É a chantagem.

O EB tem histórico de militares q se mataram, depois de ceder aos bandidos q estavam com a família do militar sob ameaça.

Qq pai, está quase todo dia em casa, ainda q pra dormir.

Não no EB. Ainda mais nas tropas de SP.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  João
9 dias atrás

Não refutou meu argumento que a maioria dos supostos sargentos beneficiados moram longe da cidade de São Paulo e não vão se beneficiar.

No mais, você adora essas informações sem nenhuma fonte:

“Militares que se suicidam após famílias serem ameaçadas por bandidos.”

Essa vai ficar junto com aquela:

“O Exército lucra milhões vendendo cavalos.”

João
João
Responder para  Rafael Oliveira
8 dias atrás

Cmdo Mil SE
2ª RM
2ª DE.

Ser desinformado não significa q não existe….

Aliás, que diferença faz a opinião de quem não sabe? Kkkk

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  João
7 dias atrás

Estava respondendo esse comentário:
São Paulo possui 2 das 5 FORPRON. A Av Ex e o Cmdo Div mais importante do EB.”

Se for colocar colégio militar em tudo quanto é cidade que tem OM do EB teremos centenas de colégios do EB pelo Brasil.

RDX
RDX
Responder para  João
9 dias atrás

E desde quando militar do exército brasileiro é incorruptível?

João
João
Responder para  RDX
8 dias atrás

Não é.
Mas não se deve ajudar a ser. Deve-se combater as possibilidades.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
9 dias atrás

Isso é apenas uma ideia de gasto, todo ano ocorrem contingenciamentos no meio do período.

Bardini
Bardini
9 dias atrás

Blindado NÃO deveria ser prioridade de gastos no EB.
.
As prioridades, deveriam ser:
.
1) Sinais e sistemas de Guerra Eletrônica, táticos, estratégicos, ofesensivos e defensivos;
2) Renovação em ampla escala dos esquipamentos/armamentos individuais e coletivos (fardamento, ferramentas e acessórios, EPI e EPC, comunicadores, OVN, fuzil, míssil AC, CSR, metralhadoras, etc…);
3) UAS de diferentes categorias e foco de emprego, para ampliar consciência situacional no campo de batalha, realizar ataque, decoys, etc;
4) Sistemas de artilharia, com foco em AAAe, morteiros 120 mm, 155 mm, foguetes guiados, míssil NLOS;
5) Cyber.
.
Isso é o que melhor estabelece um alicerce de capacidades BÁSICAS para combater hoje, amanhã e daqui uma década. Isso é o que deveria representar a maior parcela de gastos da força. Sem isso, blindado só serve para manter estrutura e operar contra o próprio povo. E isso é o que temos.
.
O Centauro II, como exemplo recente, NÃO deveria ter sido adquirido como substituto do Cascavel. É um total absurdo o que estão fazendo. A única fundamentação real, técnica e estratégica para ter o Centauro II dentro do EB, é o emprego como VBC CC SR, reestruturando e modernizando nossos RCB. Saiu disso, será muito dinheiro jogado diretamente na lata do lixo, renovando material de estrutura ultrapassada, gerando custo x benefício ridículo para nossa capacidade de combate.
.
Os recursos que vão ser enterrados na aquisição de Centauro II durante mais de uma década e meia, em contratos absurdos que vão ser negociados ano após ano diante de nossa deterioração econômica, porderiam ser em sua total integridade alocados a renovação dos meios Sobre Lagarta, encorpando o número de blindados que pretendem adquirir com os altos custos de ToTs e produção local. Os benefícios de tal medida, sejam eles financeiros e de ganho tecnológico e logístico para a força e para o país, seriam maiores, se a escala fosse maior.
Se o foco da força é adquirir uma “família”, para manter estrutura de forma coesa, então a prioriodade deveria ter seguido essa direção!
.
E dentro disto: é absolutamente ilário ver a “mídia especializada” não escrever uma única linha de “dilema da Ferrari”, quando o assunto é enterrar uma montanha de dinheiro em aquisição de Centauro II. Pq $erá, né!? Pq $erá!
“Missão cumprida!”, rsrsrsrs…

Última edição 9 dias atrás por Bardini
Tutu
9 dias atrás

Off#

O EB está desenvolvendo junto da CBC munições anti drone para os calibres 12, 5.56 e .50

https://www.theguntrade.com.br/mercado/policial/fuzis-de-israel-municao-antidrone-e-novo-projetil-22-as-novidades-da-cbc/

marcio
marcio
9 dias atrás

vai continuar do mesmo jeito

RDX
RDX
9 dias atrás

O EB continua perdido.
A lista de prioridades deveria ser a seguinte:

1) Guerra dos drones;
2) Sistema multicamadas antiaéreo, antidrone e antibalístico, em especial SAM de médio alcance, manpads, AAA (defendo a modernização do L70), radares e GE;
3) Programa Astros (concluir o desenvolvimento dos foguete guiado e do míssil de cruzeiro);
4) Artilharia 155 mm (ATMOS e fabricação de nova munição 155mm);
5) Programa Guarani (Comprar logo todos os Centauro II previstos).

Última edição 9 dias atrás por RDX
João
João
Responder para  RDX
9 dias atrás

Vamos lá…

Só um exemplo…

Quando põe SISFRON, está entrando drones de todas as categorias para mais da metade do EB…
Radar e GE também…
Dentre outras coisas.