Blindados lideram investimentos do Exército no PLOA 2027, que também contempla mísseis, drones e SISFRON
O Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027 prevê recursos para os principais programas estratégicos do Exército Brasileiro, dentro dos R$ 147,68 bilhões destinados ao Ministério da Defesa. O Programa Forças Blindadas receberá a maior dotação da Força Terrestre, seguido pelo ASTROS-FOGOS, pela Aviação do Exército e pelo Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras.
No programa finalístico Defesa Nacional, o Comando do Exército aparece com R$ 4,822 bilhões. Desse total, R$ 2,998 bilhões estão classificados como projetos, R$ 1,817 bilhão como atividades e R$ 7 milhões como operações especiais. Os valores constam do Volume II do PLOA 2027.
Forças Blindadas receberá R$ 1,02 bilhão
A maior dotação individual será destinada à implantação do Programa Forças Blindadas, que terá R$ 1,02 bilhão. A iniciativa reúne projetos voltados à renovação da frota de veículos blindados e à recuperação da capacidade brasileira de desenvolver e produzir esse tipo de equipamento.
O programa abrange diferentes famílias de viaturas, incluindo os blindados Guarani 6×6, plataformas sobre lagartas modernizadas e a Viatura Blindada de Combate de Cavalaria Centauro II 8×8. A previsão do governo é que 116 viaturas sejam entregues ao Exército ao longo de 2027.
O PLOA não apresenta a distribuição dessas 116 unidades por modelo. As entregas deverão depender dos contratos em execução, dos cronogramas industriais e das necessidades definidas pelo Comando do Exército.
Além da renovação da frota, o programa busca fortalecer a Base Industrial de Defesa, ampliar a produção nacional de componentes e substituir progressivamente viaturas que acumulam décadas de serviço.
ASTROS-FOGOS terá R$ 671,4 milhões
A implantação do Sistema de Defesa Estratégico ASTROS-FOGOS receberá R$ 671,4 milhões. A denominação atualizada aparece no detalhamento orçamentário, enquanto a Mensagem Presidencial ainda utiliza a designação anterior, ASTROS 2020.
Os recursos serão aplicados no desenvolvimento e na aquisição de mísseis de longo alcance, foguetes guiados de precisão, munições, componentes, máquinas, ferramental e peças destinadas à manutenção do sistema.
O ASTROS-FOGOS amplia o escopo do programa originalmente concentrado na artilharia de foguetes e mísseis. A nova estrutura busca coordenar capacidades de artilharia de campanha, armas de longo alcance e outros sistemas de apoio ao fogo.
Segundo a Mensagem Presidencial do PLOA, o programa deverá alcançar 27,9% de execução física ao final de 2027.
SISFRON receberá R$ 467 milhões
A implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras terá R$ 467 milhões. O SISFRON combina radares, sensores ópticos, equipamentos de comunicações, sistemas de comando e controle, veículos e infraestrutura para ampliar a presença do Estado na faixa de fronteira.
O sistema permite compartilhar informações com outros órgãos federais envolvidos no combate ao tráfico de drogas, contrabando, crimes ambientais e entrada ilegal de armas. Embora coordenado pelo Exército, o SISFRON também possui aplicações para segurança pública e fiscalização.
A proposta estima que o programa alcance 28,2% de execução física até o final de 2027. A implantação ocorre por etapas, cobrindo progressivamente diferentes áreas dos mais de 16 mil quilômetros de fronteiras terrestres brasileiras.
Aviação do Exército e drones
A implantação do Sistema de Aviação do Exército e Drones terá R$ 520 milhões. A ação prevê a obtenção de aeronaves, veículos aéreos não tripulados, simuladores, equipamentos de sensoriamento e sistemas de alerta.
Os investimentos deverão apoiar missões de reconhecimento, transporte, mobilidade de tropas, evacuação aeromédica, apoio logístico e coordenação de operações terrestres. O governo estima que o programa chegue a 47,4% de execução física durante 2027.
A inclusão explícita de drones na denominação da ação demonstra o espaço crescente dos sistemas não tripulados no planejamento da Força Terrestre. Esses equipamentos podem ser empregados em inteligência, vigilância, aquisição de alvos e avaliação dos efeitos de ataques.
Defesa antiaérea e cibernética
O Exército terá R$ 12 milhões para aquisição de sistemas de artilharia antiaérea. Outros R$ 5 milhões serão destinados ao gerenciamento, modernização e recuperação dos equipamentos antiaéreos já existentes.
A implantação do Sistema de Defesa Cibernética para a Defesa Nacional receberá R$ 20 milhões. O Exército exerce papel central na coordenação da defesa cibernética militar brasileira, área que envolve proteção de redes, resposta a ataques e desenvolvimento de ferramentas nacionais.
A modernização e transformação estratégica e operacional da Força Terrestre contará com R$ 196,9 milhões. Essa ação pode financiar equipamentos e mudanças estruturais que não estejam vinculados diretamente aos quatro grandes programas do Novo PAC.
Inteligência, saúde e ensino
O Programa LUCERNA receberá R$ 6,5 milhões. A iniciativa busca aperfeiçoar o Sistema de Inteligência do Exército e contempla a transformação das organizações de inteligência, a modernização das estruturas de tecnologia da informação e a formação de pessoal especializado.
O programa é estruturado pelos projetos Ares, Hermes e Atena. Eles abrangem, respectivamente, a reorganização das unidades de Inteligência Militar, a modernização dos meios de obtenção e análise de dados e o aperfeiçoamento do ensino de inteligência.
O PLOA também reserva R$ 10 milhões para a implantação do Complexo de Saúde General de Brigada Médico João Severiano da Fonseca e R$ 17 milhões para ampliação e adequação do Hospital Geral de Salvador.
O Colégio Militar de São Paulo terá R$ 57 milhões. Já a implantação da nova Escola de Sargentos do Exército aparece com dotação de apenas R$ 100 mil, valor que indica a manutenção formal da ação no orçamento, mas não uma retomada ampla das obras.
Prontidão e manutenção
A manutenção da prontidão e da capacidade operacional do Exército receberá R$ 616,1 milhões. A verba é destinada ao treinamento das unidades, exercícios, manutenção de equipamentos, suprimentos e preparação para emprego.
A modernização dos sistemas de comando e controle contará com R$ 78,7 milhões, enquanto o desenvolvimento tecnológico do Exército terá R$ 20 milhões. Outros R$ 122,5 milhões serão aplicados na adequação da infraestrutura das organizações militares.
As ações de cooperação do Exército por meio de obras de engenharia terão R$ 101 milhões. A capacitação profissional dos militares receberá R$ 80,9 milhões, e a movimentação de pessoal contará com R$ 781,4 milhões.
O Fundo do Exército terá orçamento de R$ 233,5 milhões. Desse montante, R$ 65 milhões serão destinados à recomposição de meios e sistemas militares, enquanto outros R$ 65 milhões financiarão o registro e a fiscalização de armas, munições, explosivos e demais produtos controlados.
Pessoal concentra maior parcela
Separadamente dos programas finalísticos, o Comando do Exército terá R$ 56,04 bilhões no programa de gestão e manutenção. A maior parte desse montante será consumida por militares ativos e inativos, pensões, servidores civis e benefícios obrigatórios.
Estão previstos R$ 17,55 bilhões para militares ativos, R$ 16,66 bilhões para inativos e R$ 15,85 bilhões para pensões militares. Esses números demonstram que o orçamento global da Defesa não pode ser interpretado como verba disponível para compra de equipamentos.
O PLOA será analisado pelo Congresso Nacional e ainda poderá receber emendas ou alterações. A continuidade física dos programas dependerá da aprovação da Lei Orçamentária e da efetiva liberação dos recursos durante 2027, sem novos bloqueios ou contingenciamentos.■







Podemos concluir que a questão antiaérea do EB permanecerá da forma como se encontra, pois 12 milhões de reais não fazem nem cócegas nessa área, praticamente um valor pra manter operacional o que tem e comprar munição.
Esses tanques são facilmente abatidos por drone sharred ou qualquer outro de $500 dólares
🙄
Os drones são comprados mais facilmente. São baratos e nossa indústria está a passos largos de desenvolvimento.
Os drones civis estão em abundante oferta nas lojas de todo Brasil, podendo ser adquiridos quase q imediatamente.
Todos os quartéis tem inúmeros operadores de drones simples.
Calma calabreso
Eu não estava sabendo disso, o EB está treinando uma parte dos recrutas em operação de drones comerciais?
Não
EP.
E onde vc compra um drone Shahed por US$ 500?
Se o preço fosse esse na cotação de hoje(R$ 2.582,10 ), até eu comprava para presentear minhaa sogra…
Temos que começar a olhar os drones com seriedade, assim como as potências estão fazendo.
Drones que podem ser usados para ataque e ataque de saturação.
Vejo os chineses já desenvolvendo seu Drone Nave-Mãe com capacidade para carregar até 100 drones e nós aqui certamente ainda devemos estar no Grupo de estudos do Supletivo Militar.
Não dá 3 milhões de dólares, o preço de um único míssil SM-3 !! Um verdadeiro escárnio.
“O Exército terá R$ 12 milhões para aquisição de sistemas de artilharia antiaérea.”
Por essa quantia exorbitante, será a Gulliver ou a Glasslite que ficará a frente do projeto?
Porque só um míssil da família CAMM-ER do sistema EMADS e seu valor unitário de acordo com as estimativas internacionais apontam um custo por unidade entre US$ 1,5 milhão e US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 8 milhões a R$ 11 milhões).
O exército Brasileiro quer 3 baterias = 6 viaturas por bateria = 8 mísseis por viatura =144 mísseis.
Esse troco de pinga não dá nem para o começo!
Um lote de 144 mísseis ficaria avaliado entre US$ 216 milhões e US$ 288 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,6 bilhão), sem contar os custos logísticos, lançadores e radares do sistema completo.
E pelo que li, o EB sonha com futuras 98 unidades totais
Devem ter andado cheirando cola de sapateiro estragada lá em Nárnia…
147 bilhões está previsto, mas ai vem a realidade e os cortes de sempre.
Calma , muita calma nesta hora de palanque eleitoral! Os Militares não estão cansados de serem feito de bicha de orçamento.
Projeto de Lei Orçamentaria , so quando virar lei LOA poderemos dizer que tem uma previsão de gastos.
Ainda depende da assinatura do Executivo , se nao tiver nenhuma mudança , volta ao congresso e é promulgado ..
Recordem que o PLOA2025 so foi aprovado , promulgado em 10/04/2025 três meses de atraso
Eeste PLOA2027 Pode cair no colo do novo executivo e nova casa legislativa!
Eu pessoalmente focaria no SISFRON, desde que o inquilino no Palácio do Planalto seja outro, em se mantendo o atual a vigilância de fronteiras não vai melhorar e deixaria esse ASTROS FOGOS pra outro momento.
Também avançaria na questão dos drones e da melhoria da Inteligência.
Infelizmente a artilharia anti aérea também vai ficar para depois, os montantes citados para aquisição e manutenção não são encorajadores.
Concordo.
Mas…. A Avibras foi adquirida por empresário apoiador do governo, e o ministro do TCU achou melhor trabalhar com ele, do q ser ministro…… 🤔🤔🤔
A Avibrás ficou 4 anos sem produzir nada, melhor gastar com programas e empresas realmente capazes e consistentes.
É o Exército que tem demonstrado interesse na recuperação da Avibras e por conseguinte seu portfólio, como o próprio artigo menciona o Astros II está entre as prioridades, As pesquisas de desenvolvimento em torno do produto tende a se ampliar. É possível que com o saneamento financeiro da Avibras e retomada da produção, o Exército esteja vendo o retorno do projeto de sistemas de mísseis anti aéreo em parceria com a empresa.
O saneamento financeiro não tem nada a ver com as competências e o pessoal técnico perdidos nos 4 anos que a empresa ficou parada.
A empresa pode até ficar quites com o fisco, mas o como saber fazer, não vai retornar do dia pra noite, tão cedo.
O EB tem é mais que deixar a Avibrás pra lá, seus controladores que se virem pra recuperar as capacidades perdidas da empresa.
Assim como a FAB tem mais é que deixar de levar a Embraer pela asinha.
12 milhões para antiaérea e quase 600 milhões para o Sisfron,Suberania,SUBERANIA,piada desse desgoverno dos infernos.
Pelo visto, o desconhecimento sobre o SISFRON é hercúleo.
O SISFRON proporciona meios de vigilância Aerea e terrestre, optronicos, comunicações de todos os níveis e TI, drones de todas as categorias e meios blindados e motorizados, além de coisas mais simples como EPI, manutenção de instalações etc
Tudo isso para mais da metade das Bda do EB, metade das Div, e metade dos Cmdo Mil A.
Na paz, serve para vigilância contra crimes transfronteiriços e contra possíveis ações pontuais de forças legais e ilegais externas em nosso território.
Na guerra, proporciona substancial incremento nas Funções de Combate Movimento e Manobra, Fogos, Inteligência, Proteção e Comando e Controle.
Enfim….. o mais importante dos Projetos Estratégicos, por ser transversal a todos os outros e proporcionar incremento substancial no Poder Relativo de Combate da Força.
Tudo bem, mas todo mundo sabe que a DAAe era pra ONTEM. Ja era pra ter contrato assinado.
“O Colégio Militar de São Paulo terá R$ 57 milhões.”
Gasto absolutamente desnecessário que poderia ser direcionado à aquisição de equipamentos militares. Foco na missão.
São Paulo possui 2 das 5 FORPRON. A Av Ex e o Cmdo Div mais importante do EB.
Os filhos dos sargentos estão estudando em escolas da rede pública em comunidades perigosas.
O que um Sgt vai fazer com equipamento, enquanto o filho está mal?
Vai fazer igual PM e PC por aí e vender pra bandido???
Só o o Comando da Divisão fica na cidade de São Paulo, né?
Das outras unidades, que eu saiba a mais próxima está em Osasco.
Sargento que mora em Itu, Campinas, Caçapava, Lorena e Taubaté não vai mandar o filho estudar em São Paulo, porque é longe e caro.
“O que um Sgt vai fazer com equipamento, enquanto o filho está mal?”
O que qualquer pai faz na mesma situação. Aceita e trabalha normalmente ou procura um trabalho que pague mais. Se vender para bandido só é uma opção para quem também é bandido.
Sim
Lógico…
Manda ele morrer lá não sei onde, e deixa o filho no sanhaço.
E o problema de bandido nao é a venda.
É a chantagem.
O EB tem histórico de militares q se mataram, depois de ceder aos bandidos q estavam com a família do militar sob ameaça.
Qq pai, está quase todo dia em casa, ainda q pra dormir.
Não no EB. Ainda mais nas tropas de SP.
Não refutou meu argumento que a maioria dos supostos sargentos beneficiados moram longe da cidade de São Paulo e não vão se beneficiar.
No mais, você adora essas informações sem nenhuma fonte:
“Militares que se suicidam após famílias serem ameaçadas por bandidos.”
Essa vai ficar junto com aquela:
“O Exército lucra milhões vendendo cavalos.”
Cmdo Mil SE
2ª RM
2ª DE.
Ser desinformado não significa q não existe….
Aliás, que diferença faz a opinião de quem não sabe? Kkkk
Estava respondendo esse comentário:
“São Paulo possui 2 das 5 FORPRON. A Av Ex e o Cmdo Div mais importante do EB.”
Se for colocar colégio militar em tudo quanto é cidade que tem OM do EB teremos centenas de colégios do EB pelo Brasil.
E desde quando militar do exército brasileiro é incorruptível?
Não é.
Mas não se deve ajudar a ser. Deve-se combater as possibilidades.
Isso é apenas uma ideia de gasto, todo ano ocorrem contingenciamentos no meio do período.
Blindado NÃO deveria ser prioridade de gastos no EB.
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As prioridades, deveriam ser:
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1) Sinais e sistemas de Guerra Eletrônica, táticos, estratégicos, ofesensivos e defensivos;
2) Renovação em ampla escala dos esquipamentos/armamentos individuais e coletivos (fardamento, ferramentas e acessórios, EPI e EPC, comunicadores, OVN, fuzil, míssil AC, CSR, metralhadoras, etc…);
3) UAS de diferentes categorias e foco de emprego, para ampliar consciência situacional no campo de batalha, realizar ataque, decoys, etc;
4) Sistemas de artilharia, com foco em AAAe, morteiros 120 mm, 155 mm, foguetes guiados, míssil NLOS;
5) Cyber.
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Isso é o que melhor estabelece um alicerce de capacidades BÁSICAS para combater hoje, amanhã e daqui uma década. Isso é o que deveria representar a maior parcela de gastos da força. Sem isso, blindado só serve para manter estrutura e operar contra o próprio povo. E isso é o que temos.
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O Centauro II, como exemplo recente, NÃO deveria ter sido adquirido como substituto do Cascavel. É um total absurdo o que estão fazendo. A única fundamentação real, técnica e estratégica para ter o Centauro II dentro do EB, é o emprego como VBC CC SR, reestruturando e modernizando nossos RCB. Saiu disso, será muito dinheiro jogado diretamente na lata do lixo, renovando material de estrutura ultrapassada, gerando custo x benefício ridículo para nossa capacidade de combate.
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Os recursos que vão ser enterrados na aquisição de Centauro II durante mais de uma década e meia, em contratos absurdos que vão ser negociados ano após ano diante de nossa deterioração econômica, porderiam ser em sua total integridade alocados a renovação dos meios Sobre Lagarta, encorpando o número de blindados que pretendem adquirir com os altos custos de ToTs e produção local. Os benefícios de tal medida, sejam eles financeiros e de ganho tecnológico e logístico para a força e para o país, seriam maiores, se a escala fosse maior.
Se o foco da força é adquirir uma “família”, para manter estrutura de forma coesa, então a prioriodade deveria ter seguido essa direção!
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E dentro disto: é absolutamente ilário ver a “mídia especializada” não escrever uma única linha de “dilema da Ferrari”, quando o assunto é enterrar uma montanha de dinheiro em aquisição de Centauro II. Pq $erá, né!? Pq $erá!
“Missão cumprida!”, rsrsrsrs…
Off#
O EB está desenvolvendo junto da CBC munições anti drone para os calibres 12, 5.56 e .50
https://www.theguntrade.com.br/mercado/policial/fuzis-de-israel-municao-antidrone-e-novo-projetil-22-as-novidades-da-cbc/
vai continuar do mesmo jeito
O EB continua perdido.
A lista de prioridades deveria ser a seguinte:
1) Guerra dos drones;
2) Sistema multicamadas antiaéreo, antidrone e antibalístico, em especial SAM de médio alcance, manpads, AAA (defendo a modernização do L70), radares e GE;
3) Programa Astros (concluir o desenvolvimento dos foguete guiado e do míssil de cruzeiro);
4) Artilharia 155 mm (ATMOS e fabricação de nova munição 155mm);
5) Programa Guarani (Comprar logo todos os Centauro II previstos).
Vamos lá…
Só um exemplo…
Quando põe SISFRON, está entrando drones de todas as categorias para mais da metade do EB…
Radar e GE também…
Dentre outras coisas.