IDV entrega ao Exército Brasileiro a primeira unidade do LMV-BR fabricada no Brasil
Sete Lagoas, Brasil, 9 de setembro de 2026 – A IDV, empresa do grupo Leonardo, entregou ao Exército Brasileiro a primeira unidade do LMV-BR 2 Guaicurus integralmente fabricada no Brasil. Até o final de 2026, outras 14 viaturas blindadas multitarefa LMV-BR 2 Guaicurus serão entregues no âmbito do contrato com o Exército Brasileiro, que prevê um total de 420 unidades.
A cerimônia, realizada em 9 de setembro na fábrica da IDV em Sete Lagoas, Minas Gerais, contou com a presença do general de Exército Hertz, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército (DCT); do general de brigada Vasconcellos, diretor da Diretoria de Fabricação (DF); e de outros oficiais-generais do Exército Brasileiro.
Humberto Spinetti, presidente da IDV para a América Latina, declarou: “A entrega reforça o compromisso de nossa empresa com o fortalecimento da Base Industrial de Defesa brasileira, o atendimento aos requisitos operacionais das Forças Armadas e a criação de oportunidades de exportação. Temos orgulho desta conquista e esperamos celebrar muitos outros marcos como este junto aos nossos parceiros.”
A linha de produção do Guaicurus, designação brasileira do LMV-BR 2 4×4, foi inaugurada em abril de 2026 para atender à demanda do mercado e consolidar ainda mais a presença global da IDV.
A plataforma LMV é o principal produto da empresa no segmento de viaturas leves multitarefa, com mais de 4.000 unidades atualmente em serviço em todo o mundo. A plataforma está disponível em diferentes níveis de proteção, configurações de cabine e versões destinadas a missões específicas, de modo a atender a uma ampla variedade de requisitos operacionais.■


O primeiro de poucos.
🙂
Nunca tantos esperaram por tão poucos…
Diria o velho WC: “Nunca tantos…esperaram tanto….por tão poucos…”
420 são poucos???????
E tu acha que vão vir mesmo? Você vive em que país? Pq no país que eu vivo nada termina.
100 Reais no PIX que vem menos de 250.
420 é um bom número. Não acho pouco.
O paralama em cor preta é para chamar a atenção do inimigo ou economia mesmo?
Grande dia. Parabéns.
Bela viatura, só falta uns A-129 Mangustas para proteger o “primo” Brasiliano…
Melhor aguardar pelo 249 Fenice, outro patamar…
Vai ser outro Fen… Fennec.
Usar Fennec para escolta é como escalar Elliot Page para interpretar Aquiles…
Uma aeronave raquítica para fazer a cobertura de tropas, bem dizer um OH-58 Kiowa desnutrido.
Infelizmente Zoe, em uma defesa onde o gasto anual do Ministério da Defesa com penduricalhos como o adicional de habilitação dos militares das Forças Armadas, que já atingiu o patamar de R$ 8,14 bilhões, sobra pouca grana para se pensar em aeronaves como o Leonardo AW249 Fenice.
Mais um penduricalho bom de mais uma casta superior como muitas outras existentes no Brasil Varonil.
Tal penduricalho é descrito como:
Após a reforma militar, o percentual máximo pago para quem possui cursos de Altos Estudos (Categoria I) chegou a 73% sobre o soldo.
Como todos os generais obrigatoriamente realizam esses cursos de altos estudos ao longo da progressão de carreira, eles recebem o teto desse acréscimo
Embora o adicional de habilitação sozinho não dobre o salário, a soma de todas as gratificações faz com que os vencimentos brutos de um oficial-general superem com facilidade o dobro do seu soldo base.
É um país onde se tem muito cacique para pouco índio, afinal o Brasil possui, proporcionalmente, uma densidade alta de oficiais-generais em relação ao tamanho total de sua tropa.
A mão do Exército é mais amiga de uns do que de outros. Viúvas e órfãos de generais recebem bilhões de reais todo ano. Ganham mais que todos os cabos e soldados somados
o Brasil tem, proporcionalmente, mais generais na ativa do que o exército mais poderoso do mundo.
Ambos têm 175, mas um general brasileiro comanda, em média, quase a metade de soldados que um general americano
Para cada general de farda, há 24 generais aposentados ou na reserva, os generais de pijama e herdeiros recebendo pensões integrais.
Boca mole….
O Soldo do militar é menos da metade do salário dele.
O salário militar é baseado nas gratificações, justamente para separar e pagar de forma diferente quem tem mais curso, quem tem mais tempo etc, de forma q aumentos salariais não impactem na folha da mesma forma, tornado sempre muito onerosa.
Os generais da reserva são pela lei antiga… já acabando.
Não adianta ficar com essas lamúrias, pq elas são prejudiciais.
Vc quer q os militares ganhem subsídio???
Sabe o q significa?
Que oficiais e sargentos temporários, com formação bem menor e numericamente muito maior em efetivo, ganhem mais, aumentando muito a folha…
Outra falácia sobre Gen….
O USArmy não tem 175 Gen…
Tem 11 Gen e 56 Ten Gen q correspondem aos nossos Gen Ex, q são 16.
Os Maj Gen deles são 84, aqui sao 34 Gen Div.
La são 134 Brig Gen, aqui são 82.
O EB NÃO TEM proporcionalmente mais generais q os EUA…
Por que?
Porque muitos generais lá são da Guarda Nacional, q pertencem aos estados E a União.
La, a Guarda Nacional completa o Exército.
Aqui, é a reserva.
As estruturas são parecidas.
Lá tem uma graduação a mais de Gen.
Logo, para comprar vc tem q somar os 3 com os 4 estrelas de la.
Complementado.
A Guarda Nacional possui de 290 a 310 Of Gen, dependendo das GU q o USArmy autoriza.
Ou quem sabe adquirir o “Brimo”turco…
Esta viatura é um multiplicador de forças…
Ao substituir os Marruás, é não apenas mais moderno ou melhor…mas permite funções táticas mais desafiadoras.
Apto a engajamentos de maior intensidade sem alterar a composição das unidades mecanizadas.
Grande acerto do EB.
Eles não vão substituir os Marruá, vão ser usados em funções diferentes dos Marruá, talvez vão substituir alguns Marruá, mas em geral os Marruá não vão ser substituidos
Nos RCMec vão substituir.
Obviamente, pelos números, não poderão substituir todos.
420 não dá para substituir todos dos RCMec?
Não é só RCMec. Nos Esqd CMec terá, e nos Pel Exp dos BIB, RCC e BIMec.
Aqui em SM já tem há alguns anos, só não sei se no 6⁰ Esq C Mec ou no 1⁰ RCC ou nas duas Unidades.
A grosso modo…cada RCMec tem uma dotação de 36 a 40.
Considerando que temos no mínimo 12 RCMec…
Por baixo seriam necessários 432…isso somente para a cavalaria.
Como muitos irão para a infantaria mecanizada….acho que não completa a dotação.
Só uma pequena observação: serão 420 desse contrato, mas some-se os 16 que vieram anos atrás, por conta da GLO no RJ, e mais os 32 do contrato posterior. Então, são 16 + 32 + 420 = 468 viaturas. Porém, concordo que não serão suficientes para todas as Unidades elegíveis para receber uma viatura desse tipo. Certamente irão operar em conjunto com o Marruá, dividindo funções conforme o tipo de missão.
Pelo o q sei, na nova reestruturação, Força 40, haverá mudança no Poder de Combate da Força, em relação a frações de Movimento e Manobra.
Eu acredito q alguns RCMec serão reduzidos, e alguns BIS serão aumentados.
Além de algumas Brigadas perderem capacidade para outras.
Obrigado pelas infos. A visão do EB, e das outras Forças, continua sobre o fortalecimento da presença na região norte. E isso é correto.
Tem em torno de 170 pelotoes cav mec e serao 24 pel de exploradores nos blindados e bi mec.
Daria o total 850 vtr pra cav mec e 168 pro restante
Sao 16 regimentos cav mec e 10 esquadroes avulsos.
Mas os Esqd Pqdt e Amv não tem bld. Acho q essa característica aumentará.
Tem mas nao dotaçao completa
Se puser 7 por pel rec nos blindados e contar as 48 vtr ja adquirida dara pra mobiliar depois dos blindados 25 esquadroes cav mec. Tem 16 rc mec e 10 esquadroes avulsos. Ou seja daria um esquadrao por rc mec e quase todos os avulsos (9 dos 10).
Se for pro bi mec ai descontaria mais 84 vt. Sobraria pra 20 esquadroes cav mec. 1 esquadrao por regimento e mais 4 dos 10 avulsos
As viaturas guaicurus vão assumir as funções multi propósito que as viaturas guaranis sempre tiveram.
Vai haver guaicurus de transporte blindado, reconhecimento, anti carro, anti drone, ISR, etc. Versões com Remax 4, Max 1. 2 ac, radar sentir M20, torre anti drone, etc. Na verdade, é o que ocorre com viaturas blindadas do porte dele em todo mundo. Nada diferente. O EB segundo o Trend mundial.
A IDV vai fabricar o VLEGA Chivunk ?
Parece que sim
🔺Exército e IDV avançam no desenvolvimento do Guarani Ambulância e Posto de Comando e da VLEGA Chivunk
•https://www.defesaaereanaval.com.br/exercito/exercito-e-idv-avancam-no-desenvolvimento-do-guarani-ambulancia-e-posto-de-comando-e-da-vlega-chivunk
O Vlega Chivunk é um desenvolvimento e projeto que pertencem ao EB e seus institutos de pesquisa e arsenais. As primeiras unidades foram produzidas pela Columbus, uma empresa de blindagem de veículos. Óbvio que não era o ideal. Havia pouca padronização e a produção era sob cavaletes.
O EB agiu da mesma forma que a viatura Guarani. O projeto lhe pertence. A IDV foi escolhida para produzi- la em série por linha de montagem. Mesma coisa agora com o Vlega. Provavelnente haverá padronização com as outras viaturas já produzidas ou em vias de produção, em sete lagoas, e em linha de montagem. A mesma linha de montagem do Guaicurus passará também o Vlega. Simplifica o processo, padroniza e aumenta a produção, e diminui custos.
O Vlega é elo importante para os batalhões aerotransportados de ação rápida do EB, O KC390 pode levar até 7 dessas viaturas. É outro vetor para o Max 1.2 AC. Ágil, de fácil transporte e boa letalidade anti carro e anti bunker com o max 1 2 ac.
Bacana! valeu!
sabe dizer a quantidade que sera produzida?
A pré serie construída pela Columbus foram de 10 unidades. Uma parte delas foi submetida à duros testes de campo. Melhorias foram sugeridas pelo arsenal de guerra de SP. Creio que a IDV vai aguardar as necessidades das tropas de ação rápida do EB para coloca-las em linha de montagem. O EB tem ideias interessantes para o Vlega. Já há protótipos com metralhadoras Mag, com Míssil Max 1.2 ac, com o Alac ( que hoje se chama Hunter 84), e com morteiro de 80mm. É uma viatura muito versátil, e que tem características próprias para ser aero transportável tanto pelo KC 390 que pode transportar de 4 a 7 Vlegas, como lança- lo de paraquedas, para tropas já em terra, como pelos Helis Jaguar do EB,que leva um deles suspenso . O EB tem intenção de equipa-lo também com o radar terrestre sentir M20,, o que o transformaria numa viatura ISR .
Se utilizados com o mix de armamentos e sensores projetados pra ele , o Vlega pode ser utilizado em intervenções de tropas especiais do EB, em quaisquer TOS no país ou fora dele.
TOs pontuais, onde a rapidez, a furtividade, a agilidade e a surpresa forem cruciais para o sucesso da missão.
Se combinado com a utilização do drone da Xmobots Nauru 100D em conjunto com o KC390 , o céu é o limite para as missões do Vlega + tropas especiais.
O Chivunk possui um powertrain praticamente inquebrável, se bem mantida não levada acimam do limite: Motor MWM 2.8L e Caixa de Câmbio Eaton.
Ambos fabricado no Brasil.
Bem da verdade, com exceção da parte eletrônica, todos os demais componentes são nacionais e a maioria compartilhados com o Marruá.
E tudo pesando apenas 500 Kg. Deve flutuar na lama!
Se conseguissem lançar um modelo de uso civil, que mantivesse o peso abaixo de 1.5 toneladas, colega… Faria bonito em qualquer trilha.
Só não pode querer cobrar o valor de um Agrale Marruá AM 200. Daí está fadado a ficar apenas no segmento militar.
A maior parte do pessoal que faz trilha valoriza muito produto nacional.
Se existisse uma opção local, com valor justo (que o veículo da Agrale realmente não é), a fabricante teria mercado certo.
Eu acho muito difícil a IDV lançar uma versão civil do Chivunk. Se ainda fosse a Agrale a responsável pela fabricação dele, talvez, tivéssemos uma versão civil, mas, com o preço astronômico que a Agrale costuma praticar, seria bastante inviável para pessoas que andam de Troller, Jimny, TR4, etc, bastando ver o preço do Marruá que praticamente não vende para uso “esportivo”.
É tudo uma relação entre custos x bom senso.
Já tive Troller (modelos antes da compra pela Ford).
Mudei para uma caminhonete (prepada) que permite ir para expedições de forma mais “confortável”.
O Troller vai, mas é limitado de espaço. Querer dizer o que a esposa pode ou não levar é um risco de vida que não se corre, rs.
Brincadeiras à parte, quem faz trilha, gasta muito mais com mecânica.
E não apenas devido a problemas ou quebras, que dependem do conjunto mecânico x nível de dificuldade das trilhas x nível de habilidade.
Uso moderado em offroad, por ser tratado como fora do escopo para qualquer veículo, exige atenção dobrada.
Uso em lama, cascalhos e rios, reduzem a vida útil de componentes.
Principalmente oleo e lubrificantes.
É comum, de quem pratica trilhas leves e médias, ter que trocar oleos de motor, transmissão, caixa de transferência e diferenciais em 1/3 do tempo. Só essa brincadeira já sai na faixa de R$ 4 mil.
Se for algo um pouco mais pesado, onde foi feito muito uso de tração e rotação, levando os equipamento ao limite constante com risco de degradação dos oleos, a troca precisa ser feita já no retorno.
As principais características de veículos 4×4 é são dúvida alguma resistência e confiabilidade. Se a manutenção não está em dia, ambas ficam comprometidas.
Então, pagar R$ 500 mil (!!) num Marruá para fazer (de vez em quando) trilhas médias, sendo que poderia pegar outros veículos (usados mas que preservam o mesmo conjunto) por 1/5 do preço, não faz sentido.
Agora, pagar R$ 500 mil (!!!!) num Marruá para apenas andar por estradas asfaltadas ou estradas britadas, sendo que existem veículos 4×4 novos que entregam muito mais por metade do preço, também não faz sentido algum.
Sei bem o que é uma esposa lutando por espaço no carro rsrs.
E concordo integralmente com o que disse. O Marruá é muito caro para o que oferece.
Já cogitei entrar para o mundo off-road, mas a conta não fechava. Tenho uma Rav4 4×4 e a uso para viagens por estradas de terra (algumas sofríveis), mas que não se compara com uso off-road de verdade. E ela custa 1/5 de um Marruá novo oferecendo muito mais espaço e conforto.
Atualmente, meu off-road é feito com bota para trekking e tênis para trail run rsrs.
Rav4 4×4. Um baita carro.
Mantendo em dia, inquebrável também.
Bom, Toyota é Toyota.
E aí, vai um reforço referente a atual situação industrial do país.
Infelizmente, será necessário entrar na seara política atual.
Nosso país sofre uma desindustrialização em diversos setores (a grande maioria). E o setor automobilístico já começou seu desmonte (que vai ser lento e quase homeopático) em solo nacional.
Peguemos como exemplo este mesmo powertrain (Motor MWM + Caixa de Câmbio Eaton).
Fabricados em solo nacional.
Alto nível de engenharia voltado para necessidades locais.
Alto nível de resistência voltado para a realidade brasileira.
Equipava diversos veículos que eram referência nacional entre 2000 e 2010: Troller, S10, Blazer, Marruá, Frontier e a maior lenda de todas o X-Terra.
Atualmente, não existe nenhum veículo deste segmento com powertrain fabricado no Brasil. O processo já ocorre também para outros segmentos. A fábrica de motores (não de veículos) de Betim em MG, aos poucos será substituída por motores vindo de outros países (mas principalmente Itália).
E o Estado tem contribuído muito para isto nos últimos 20 anos, mas os discursos políticos falando o contrário.
É preciso parar de ouvir e observar as ações. As ações não mentem.
Peguemos como exemplo o programa Move Brasil
Este programa fomenta a aquisição de novos veículos com base no endividamento.
Segundo este Governo (que sempre teve a política de consumo baseado no endividamento do cidadão) o programa vai fortalecer a indústria nacional.
Veja como o discurso difere da prática.
A grande maior parte destes veículos, próximo à 90%, são veículos da BYD, que são totalmente importados. Repito, 90% dos créditos disponíveis estão fortalecendo a indústria, mas de outros países.
Os chineses já estão avançando para o setor da agricultura e pecuária. Investindo pesado em P&D na produção vertical.
Em 25 anos, arrisco a dizer que serão nosso concorrentes.
Em 30 anos, possivelmente em mais este setor, dominarão este mercado que é tão importante para nosso economia.
Apenas um alerta.
Os dois principais candidatos à eleição de Presidente tem por padrão fazer discursos que diferem, em muito, da realidade industrial e comercial do país.
A Rav4 é bem robusta mesmo.
Não sou tão pessimista quanto à desindustrialização. A perda percentual de participação na economia se deu em razão do crescimento exponencial do setor de serviços e não de uma efetiva desindustrialização em termos absolutos. Claro que alguns setores definharam, mas outros cresceram. A própria indústria automobilística cresceu bastante até o governo Dilma, quando diminuiu e depois oscilou. Mas ainda assim é muito maior que nos anos 70/80 que costuma ser considerado o período em que o Brasil era “super-industrializado”.
Não vejo sentido em importar motores da Europa para veículos que vendem bastante. A tendência deve ser a fabricação dos motores Fiat continuar no Brasil, quiçá, na Argentina.
A S10 continua usando motor MWM (2.8 Duramax).
O que dificulta as ambições chinesas na agricultura e pecuária é a água doce disponível. Eles devem crescer bastante, demandar menos produtos brasileiros, mas acho difícil serem nossos concorrentes no mercado global.
Acho que nenhum dos candidatos sabe o que fazer em relação à nossa indústria. No fundo, independentemente de quem ganhar, vai continuar mais ou menos igual.
Não é questão de pessimismo Rafael.
Infelizmente é a realidade. E isso precisa sem combatido a partir de agora.
Tenho uma empresa que fabrica equipamentos eletrônicos voltados para comunicação com segurança.
Diversos fornecedores nacionais ou fecharam por questões de concorrência internacional ou fecharam para importar componentes direto do país de origem.
Diversos outros empresários responsáveis por indústrias e todos apontam cada um cenário mais preocupante.
A concorrência de produtos estrangeiros, principalmente da China, e as facilidades com que se compra e transporta potencializaram e agilizaram a desindustrialização nacional (que começou há tempos).
Alguns empresários estão migrando sua linha de produção para países como Paraguai (principal destino), Colômbia e Bolivia.
Referente aos motores da Stelanttis, a empresa é um dos meus clientes.
O processo vai ocorrer.
O objetivo é seguir o mesmo caminho da indústria chinesa, que são os modelos CKD e SKD. E esqueça esse papo e nacionalização de fábricas como BYD. É assim que a China fomenta sua indústria local e não vai mudar.
É uma estratégia global (que já começou) mas afetada pelas últimas decisões nacionais.
Referente à S10, ninguém mais lembra dela no mercado.
Sua últimas versões, que trazem muito mais eletrônica embarcada, vieram com um defeito de projeto crônico.
A eletrônica foi colocada numa posição inferior, para aproveitar temperaturas mais baixas (refrigeração natural).
Mas, em uso offroad (e aqui falou no uso rural apenas), é problema na certa. E eletrônica sempre é cara.
Por isso, quando alguém busca um veículos desses para uso real, nem cogita mais o da Chevrolet.
Fácil! basta comprar uns Buggy Selvagem…
Bicho, não tem uma notícias das FFAA que esse monte de viralatas não condena. Por que não vão para os blogs das FFAA americanas e européias comentar lá? Tudo é ruim, tudo não presta, etc. E o pior, esse povo vota, isso que me amedronta!!!
São os famosos pela eggs
E com o baixo nível de candidatos de todas as vertentes político-ideológica, aí a merda está feita…
Fanboy do Pilili
4 20 , parece que estes veículos vão fazer uma fumaceira!
O exército possui próximo a 4500 Marruá, então deveríamos comprar aproximadamente 2000 deste guaicurus seria algo relevante para o Brasil.
400 unidades é um começo acredito que venha novos lotes.
Grande marco para o nosso exército, o LMV guaicurus traz ao nosso exército uma capacidade inédita embora tardia, mas muito bem vinda e logo, logo com o início da linha de montagem do Centauro 2 também na IDV, que espero que não fique em 98 unidades, junto com a nacionalização da torre do canhão que esqueci o nome acho que é hitfack ou cisa parecida, agregando também a fabricação no brasil com bom índice de nacionalização que parece que caminhamos para a Família de blindados médio Turca da Otocar o Tulpar MMB120mm, e a IDV com torre de 30mm fora as demais versões, teremos uma capacidade blindada inédita tanto no hemisfério Sul como na história de nosso exército, agora vemos os frutos de uma política de estado capitaneada pelo exército que começa a colher seus frutos, parabéns ao EB, uma outra sacada que achei fantástica é, após superada essa palhaçada ideológica, finalmente podermos contar o o sistema Atmos de Israel aproveitando a expertise da Avibras na plataforma Tatra matamos dois coelhos com uma cajadada só achei 36 pouco pelo porte do EB número de brigadas mecanizadas previstas deveríamos investir em 6 grupos e não somente 3 mas já é um começo, parabéns ao EB e que tenhamos novas boas notícias em breve.