Ataques a centros de dados da Amazon levam Emirados a rever megaprojeto de inteligência artificial
Instalações no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos continuam com serviços indisponíveis meses após os ataques. O projeto Stargate UAE segue em construção, mas sua proteção passou a ser reavaliada
Ataques ocorridos durante a guerra com o Irã danificaram instalações da Amazon Web Services (AWS) no Golfo Pérsico e expuseram a vulnerabilidade de uma infraestrutura essencial para empresas e governos. Em atualização divulgada em 15 de setembro, a AWS informou que ainda não conseguiu restabelecer o acesso à sua região de serviços no Bahrein nem a uma das três zonas de hospedagem de dados nos Emirados Árabes Unidos. A maior parte dos clientes afetados no Bahrein transferiu suas operações para outras regiões, segundo a empresa.
A dimensão econômica da interrupção vai além das instalações atingidas. A AWS é a principal fonte de lucro operacional da Amazon: em 2025, respondeu por US$ 45,6 bilhões dos US$ 80 bilhões registrados pela companhia. A indisponibilidade, porém, atingiu instalações específicas — não derrubou todos os serviços da Amazon no Oriente Médio.
Stargate sob revisão
Os ataques também provocaram uma revisão dos planos para um complexo de inteligência artificial de 5 gigawatts nos Emirados. De acordo com pessoas ouvidas pela Reuters, autoridades estudam substituir parte do campus concentrado em Abu Dhabi por uma rede de centros de dados distribuídos pelo país, além de considerar estruturas subterrâneas e proteção contra drones e mísseis. A primeira etapa, o Stargate UAE, corresponde a um cluster planejado de 1 gigawatt, estimado em US$ 30 bilhões. A empresa emiradense G42 afirmou que as obras avançam e que os detalhes do projeto são continuamente avaliados.
Anunciado em parceria com OpenAI, G42, Oracle, Nvidia, Cisco e SoftBank, o Stargate UAE prevê colocar seus primeiros 200 megawatts em operação em 2026. O acordo foi desenvolvido em coordenação com o governo dos Estados Unidos e integra a aproximação tecnológica entre Washington e Abu Dhabi. Segundo a Reuters, os Emirados concordaram em reduzir vínculos com a China na área de IA em troca de acesso a tecnologias avançadas americanas.
O contraste entre ataques de drones e investimentos multibilionários ilustra o novo risco enfrentado por esses projetos.■

O Irã está se defendendo numa guerra de maneira quase perfeita, impossível isso tudo sem assessoria de outros Estados, é como se fosse o completo oposto do que fez Saddam Hussein.
O segredo é que ninguém se vendeu, um país é igual uma pessoa se ele não aceita ser dominado só e existe duas opções, deixá-lo ou destruí lo.
A meu ver o Irã esta se defendendo bem e contra atacando de forma inteligente por dois motivos, 1º teve um bom tempo para se preparar e mapear alvos importantes, tanto militar como de infraestrutura e 2º e não menos importante, esta tendo o apoio da Rússia com dados de inteligência e informações de Satélites.
Maneiraperfeita não está, mas tá indo bem, Hussein teve o problema da Russia está quebrada naquela epoca, sem capacidade e dinheiro para ajudar.
Perfeito, toda equipe do Aiatola, morta, rsrs. Muito perfeito
Irã está se saindo muito bem. Q Deus não deixe faltar munição a esses heróis.
Menos né, “Heróis” foi forte. Está se defendendo, sim, mas eu nunca vou apoiar esse governo. Tenho pena desse povo e sua cultura milenar!
“Irã está se saindo muito bem. Q Deus não deixe faltar munição a esses heróis”.
Heróis amigo?! Menos, beeeem menos amigão…
O Irã está mais para um Anti-Herói como Deadpool, Wolverine ou o Justiceiro.
Como está apresentado nos dicionários, as características principais são descritas como um indivíduo protagonista de uma história que não tem as virtudes tradicionais de um herói comum, como a bondade pura, a nobreza ou o respeito total às leis.
E os crimes do Irã contra seu povo são extensos.
Lave a boca com creolina, não usar o nome Dele em vão.
Vão enterrar os data centers, mas não vão enterrar as usinas de energia. Aí é fácil tirar as máquinas de operação.
Que jogada de mestre do Irã. Quem diria que o irmão xiita “excluído” do Oriente Médio seria tão capaz. Hoje vejo claramente como o Hezbollah, apoiado pelo Irã, deu tanto trabalho a Israel.
Deu um novo sentido pro estouro da bolha financeira da IA. Essa estourou antes do resto do mundo.
Pois é, né? Quando as big techs aceitam ser uma longa manus da máquina de guerra americana, elas têm que aceitar também que se tornam alvos legítimos de retaliação.
Toma distraído !
O jornal britânico The Guardian, publicou em 18 de setembro, entrevista com o ex-primeiro-ministro australiano Paul Keating, que criticou veementemente a parceria trilateral de segurança EUA-Reino Unido-Austrália (AUKUS).
Ele afirmou que o AUKUS está colocando a Austrália em risco no caso de um futuro conflito entre os EUA e a China.
Ele declarou categoricamente que, se os EUA entrarem em guerra contra a China por causa da questão de Taiwan, “certamente perderão”, e nesse caso os EUA poderão se retirar para seu território, enquanto a Austrália terá que ficar para trás para enfrentar as consequências.:
“Os EUA certamente perderão para a China, e então fugirão”, alertou o ex-primeiro-ministro australiano.
E o Irã nem atacou as usinas de dessalinização, o que seria mandar pra morte milhões de árabes…
Os vizinhos esperavam que a proteção altamente paga fornecida pelos americanos fosse mais eficiente… Não é…