EUA pediram mudanças em eleições, comércio e minerais para aliviar tarifas sobre o Brasil
Documentos revelados nesta semana mostram o alcance de propostas apresentadas em 2025 e 2026. Ambas foram rejeitadas pelo governo brasileiro; uma nova rodada de negociações está em curso
O governo dos Estados Unidos apresentou ao Brasil uma minuta com 21 pontos em outubro de 2025, durante as negociações para reduzir as tarifas impostas por Donald Trump. O documento, obtido pelo Estadão e divulgado nesta semana, condicionava ajustes tarifários a compromissos comerciais e também a medidas sobre eleições, redes sociais e sanções financeiras americanas. A Folha de S.Paulo confirmou o conteúdo da proposta.
O que Washington pediu
A minuta exigia que o Brasil eliminasse tarifas de importação sobre produtos americanos, entre eles etanol, químicos, máquinas e veículos. Também previa regras favoráveis a empresas dos EUA no comércio digital, aviso prévio aos americanos sobre possíveis vendas de ativos no setor de minerais críticos e a oportunidade de participação dessas empresas nos processos de investimento. O texto incluía ainda uma referência à compra de aviões Boeing por companhias aéreas brasileiras, sem estabelecer um número de aeronaves. A íntegra das duas minutas foi reproduzida em reportagem do Estadão.
O ponto de maior repercussão política pedia que o Brasil não limitasse arbitrariamente a participação de “dissidentes políticos” na eleição presidencial de 2026. Jair Bolsonaro não era citado no documento. Segundo a Folha, o então chanceler Mauro Vieira mandou devolver a proposta, considerada inaceitável pelo governo brasileiro. Em entrevista concedida na quinta-feira (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a minuta de “arquivo morto” e afirmou que ela não será discutida. A Folha relatou a reação do governo e a declaração de Lula.
Segunda proposta também foi rejeitada
Em janeiro de 2026, Washington enviou uma versão mais curta, com 14 tópicos distribuídos por sete setores. As exigências sobre a eleição ficaram de fora, mas permaneceram pedidos como a eliminação de tarifas brasileiras sobre etanol e bens industriais, mudanças no tratamento de empresas digitais e medidas relativas a minerais críticos. A contrapartida americana previa reduzir tarifas sobre produtos brasileiros, porém a minuta ainda deixava em aberto os percentuais e os produtos beneficiados. Segundo os documentos divulgados pelo Estadão, o Brasil rejeitou também essa versão.
As propostas não impediram uma nova rodada de sobretaxas. Desde julho, os EUA aplicam uma tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros, com exceções, após investigação comercial conduzida sob a Seção 301 da legislação americana. Uma segunda medida, relacionada à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, acrescentou 12,5% a produtos alcançados por ela. Assim, a sobretaxa pode chegar a 37,5%, conforme a mercadoria e as exceções aplicáveis; não se trata de uma alíquota única para todas as exportações do Brasil. A medida de 25% consta do registro oficial americano, e as duas sobretaxas foram detalhadas pelo Poder360.
As conversas comerciais foram retomadas em 31 de agosto. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, disse esperar uma reunião presencial com o representante comercial americano, Jamieson Greer, em 30 de setembro ou 1º de outubro, à margem de encontros do G20 nos EUA. Washington deve formalizar os pontos que pretende levar à nova negociação. Até agora, as exigências conhecidas pertencem às duas minutas rejeitadas, e ainda não há uma nova lista pública de condições para reduzir as tarifas em vigor. A previsão do encontro foi informada pelo ministro ao Poder360.■
As 21 demandas da primeira proposta
- Etanol — O Brasil deverá eliminar as tarifas sobre etanol, produtos químicos, máquinas, produtos automotivos e bens de alta tecnologia dos EUA.
- Sem restrições — O Brasil compromete-se a não adotar nem manter quaisquer restrições à importação de bens remanufaturados.
- Serviços digitais — O Brasil deverá abster-se de impor impostos sobre serviços digitais, ou impostos semelhantes, que discriminem empresas dos EUA. O Brasil deverá comprometer-se a reconhecer os Estados Unidos como um país ou jurisdição que proporciona proteção adequada de dados nos termos da legislação brasileira.
- Neutralidade — O Brasil deverá aderir ao princípio da neutralidade competitiva no que diz respeito ao papel do Banco Central.
- Direitos aduaneiros — O Brasil deverá abster-se de impor direitos aduaneiros sobre transmissões eletrônicas, inclusive sobre conteúdo transmitido eletronicamente.
- Concorrência — O Brasil não deverá introduzir um regime de concorrência digital que restrinja, de forma irrazoável, o comércio dos EUA.
- Eleição livre — O Brasil deverá comprometer-se com uma eleição presidencial livre e justa em 2026 e não deverá deter, prender arbitrariamente ou limitar a participação de dissidentes políticos.
- Punições — O Brasil não deverá aplicar multas, impor congelamentos de ativos, deter, prender ou de outra forma punir cidadãos dos EUA, residentes legais dos EUA ou empresas dos EUA por condutas protegidas pela Primeira Emenda da Constituição.
- Aviso — O Brasil deverá proporcionar aos provedores de serviços digitais dos EUA aviso prévio adequado e oportunidade de recorrer de decisões, penalidades ou multas propostas.
- Sanções — O Brasil não deverá penalizar instituições financeiras brasileiras por cumprirem sanções financeiras dos EUA.
- Carnes e queijos — O Brasil não deverá restringir o acesso ao mercado brasileiro em razão do mero uso de determinados termos referentes a carnes e queijos.
- Minerais críticos — O Brasil deverá informar aos Estados Unidos, antecipadamente, sobre potenciais transferências de ativos antes de uma venda no setor de mineração/minerais críticos e deverá proporcionar às empresas dos EUA a oportunidade de participar de um processo de licitação antes da concessão de aprovação regulatória brasileira.
- Trabalho forçado — O Brasil deverá adotar e implementar efetivamente uma proibição da importação de bens minerados, produzidos ou fabricados, total ou parcialmente, mediante trabalho forçado.
- Alinhamento — O Brasil alinhará suas normas às normas internacionais nos setores de modo a facilitar o comércio e permitirá a entrada no Brasil, sem requisitos adicionais de avaliação de conformidade, de bens dos EUA que cumpram as normas aplicáveis dos EUA ou internacionais, os regulamentos técnicos dos EUA ou os procedimentos de avaliação de conformidade dos EUA ou internacionais.
- Cooperação — O Brasil deverá fortalecer a cooperação econômica e de segurança nacional com os EUA para aumentar a resiliência e a inovação das cadeias de suprimentos, adotando medidas para enfrentar políticas não orientadas pelo mercado de outros países.
- Limites — O Brasil deverá adotar medidas efetivas para limitar investimentos de entidades estrangeiras consideradas preocupantes em seus setores de mineração e industriais.
- Aeronaves — Companhias aéreas brasileiras comprometem-se a adquirir aeronaves comerciais fabricadas nos EUA.
- Desmatamento — O Brasil deverá adotar medidas para enfrentar efetivamente o desmatamento ilegal.
- Pesca — O Brasil deverá fortalecer a aplicação das leis, regulamentos e outras medidas relacionadas à pesca para combater efetivamente a pesca ilegal.
- Soja — Os Estados Unidos e o Brasil trabalharão para estabilizar o comércio mundial de soja.
- Aço — Brasil e Estados Unidos trabalharão conjuntamente para enfrentar o excesso de capacidade global na produção de aço.

Sob o ponto de vista da soberania do nosso país, independentemente se é governado por A ou B, o país se comportou de forma correta em defender seus interesses. Parabéns por aqueles que conduziram as negociações, o que demonstra que instituições como o Rio Branco, ainda formam excelentes profissionais a serviço do nosso país, que ficam no serviço público por anos, conduzindo as políticas entrando governos e saindo governos.
Isso que falta em todos os setores da economia do nosso país, políticas de Estado e não de Governo, assim nosso país poderia alçar voos mais longos.
“Washington também exige aviso prévio antes da conclusão de transações envolvendo ativos de mineração brasileiros, que as transações envolvendo terras raras sejam submetidas à revisão dos EUA e que sejam reservadas oportunidades para que empresas americanas comprem esses ativos antes que qualquer venda seja aprovada.”
(…)
“Ao mesmo tempo, se exigiu que Brasília restringisse o investimento daquilo que os EUA chamam de “atores não mercantis” e “entidades de interesse estrangeiras ” nos setores de mineração, refino e outros setores industriais-chave do país.”
(…)
outras exigências descabidas feitas durante as negociações: Por exemplo, exigiram que toda a economia brasileira fosse completamente, irrestrita e exclusivamente aberta aos EUA, sem qualquer contrapartida em produtos brasileiros.
—–
Resumindo: O Brasil não pode vender e nem receber investimentos estrangeiros sem autorização prévia dos EUA…
Em outras palavras, querem a rendição e redução do Brasil a uma mera colônia.
Eles querem que o Brasil abre as pernas e receba enxurrada de produtos americano e assim destruir nossa indústria.
Praticamente quase todos os pedidos são “arrazoáveis”, e se tiver algum, com um mínimo nível aceitável de razoabilidade, deveria ser feito de acordo com governo a governo, com contrapartida de ambos os lados…
Nem nas Reformas Pombalinas se impuseram tantas limitações e ditames á economia brasileira como queria Trump com essas “minutas”.
EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.
Abrir as pernas só pra China então está tudo certo, né?? Engula o choro, meu camarada.. Vcs tiveram 20 anos.. Hora de mudar o chip!!
Foi o que a Venezuela, Argentina e Peru, abriu as pernas.
O Brasil ao contrário desses três países busca oficialmente uma postura de “equidistância pragmática” e não alinhamento automático com EUA e China, um exemplo, o Brasil não quiz fazer parte da ” rota da seda “.
O peso econômico da China no Brasil é substancialmente maior do que o dos EUA no que diz respeito ao comércio internacional.
Brasil integre o bloco dos BRICS ao lado da China e compartilhe de visões multipolares sobre a reforma de órgãos como a ONU. Ao contrário das ações de EUA que aplica uma versão mafiosa da doutrina Monroe.
A patriotada é de uma “Sabujice”, tem hábito de criticar por atitudes que eles praticam. Rsrsrs
Cara, diz aí qual chantagem ou coação a China faz contra o Brasil? Quem faz isso são teus adorados EUA…
Obg pelos dislikes.. Sinal q vcs sentiram!!!
Ou vcs acham q o povo de direita, ñ liberal, é idiota?? Ñ vou ficar perdendo meu tempo aqui mostrando fatos de q a China está comprando o Brasil.. Vcs sabem disso e batem palmas… Ñ vou, nem a maioria, vai compactuar com isso!!
Eu só voto em branco há três eleições, e vou continuar, mas esse dito cujo aí é praticamente um agente americano mesmo, sonho deles é fazer uma colônia propriamente dita. O outro é um kanalhah que vive de calça arriada pra UE, que é inimiga do nosso país.
EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.
“Calça arriada para a UE”, pérola do conhecimento de relações internacionais.
Aqui não é Venezuela, o buraco é mais em baixo laranjão.
Calma……estamos chegando lá….
A sim, o cerco já está se construindo os drones do O.Medio estão sendo transferido para A. Sul, recursos e equipamentos já começam a chegar e Traíra em terra seca não bate palma, abana a nadadeira traseira.
Se o filho da coisa for eleito chegaremos mesmo.
Vamos gritar “Soberaniiiia” e usando um chapéu na cabeça.
Eles não vão aguentar a gente.
Certo, então em que somos diferente da Venezuela para conseguir repelir uma ataque americano?
O laranjão propôs uma marmota dessa sabendo que o cachaceiro não ia aceitar, parece que essa negociação é só pra dizer “eu queria negociar, mas eles não aceitaram”.
A sempre proposta mafiosa feita e aceita pela Venezuela, Argentina, Panama, Peru…. E não aceita pelo Brasil rsrsrs.
A tese furada dos “não me canso de passar vergonha”.
Ainda tem gente que defende com unhas e dentes continuar comprando armamentos deles…
E o EB quer comprar Stinger dessa gente, quanta falta faz um chefe de Estado de verdade pra bater com o pau na mesa e dizer não.
Na verdade os EUA autorizaram a venda, agora o EB querer realmente comprar já é outros quinhentos
É o velho “esquema honesto”, do capitão Fábio.
Aguardo ansiosamente as analises dos “patriotas”.
Psiu….
O “seu patriota” deu dinheiro para Cuba e Venezuela.
Para ser mais exato…o calote é de 1,198 Bilhão de dólares.
Esse número é plenamente verificável.
O difícil é saber o quanto deste valor voltou para o bolso da companheirada…via Odebrecht e outras gatinhas…
Entendeu bem? 1,198 BILHÃO de dólares.
Um milhão são mil milhões….1 + 12 zeros…
O seu patriota ao deixar o governo:
Brasil registrou uma forte saída de recursos, com uma fuga de US$ 72 bilhões em fluxo cambial financeiro.
Banco Central vendeu cerca de US$ 70 bilhões das reservas cambiais do país.
PIB brasileiro encolheu na conversão para a moeda americana devido à forte desvalorização do real. O Brasil deixou o ranking das 10 maiores economias do mundo, chegando a figurar na 12ª ou 13ª posição em determinados momentos do mandato.
Quer mais, sei quer ser Argentina de hoje amanha. Rsrsr
Como já falei antes…ninguém vai me fazer bater palmas ou defender o Bozo. Estive sempre criticando seu governo.
E Vc? consegue tapar o nariz para as sujeiras do luladrão????
Não, o governo brasileiro não “deu” dinheiro para Cuba e Venezuela, o que houve foi financiamentos do BNDES realizados no passado para que empreiteiras brasileiras prestassem serviços de engenharia no exterior.
E o mecanismo usado pelo BNDES não enviou dólares para governos estrangeiros. O banco pagava em reais diretamente para as empresas brasileiras que executavam os serviços fora do país.
De fato, Cuba e Venezuela deixaram de pagar as parcelas do financiamento ao BNDES, e como em qualquer caso de inadimplência, a dívida segue sendo cobrada.
Dada a situação econômica destes países, não foi inteligente conceder empréstimos a eles…Mas isto é relativo, embora no “setor de calote de empréstimos” a Argentina seja *campeã , ainda consegue muitos empréstimos…
*( A Argentina já deixou de pagar sua dívida externa (entrou em default ou moratória) 9 vezes ao longo de sua história.
O país carrega o título de um dos maiores infratores em série no mercado de crédito internacional, acumulando calotes que variam de crises pós-independência no século XIX a impasses financeiros complexos no século XXI )
O empréstimo (1,198 Bi de Dólares) teve que ser pago pelo Fundo Garantidor, custeado pelo Tesouro Nacional.
Eu não falei em BNDES….vc que saiu com essa…
Dinheiro não dá em árvore..
A Argentina que se vire com os problemas dela…
Vc não falou no BNDES mas eu sim, como ele está no centro destes acontecimentos deve ser citado.
Acho que vou pedir este emprestimo ao bndes e exigir o mesmo tratam3ento dado à cuba e venezueLA….
1% do valor q o Vorcaro deu pro filme do “mito”. Irrisório.
1%??????
Hahahahha
Além de cegos , não sabem fazer conta.
Vc deve ter aprendido a fazer conta com a Dilma.
Valor parecido que ele pagava para o careca (ops, a esposa dele) advogar para ele.
Fonte: Brasil Paralelo, Jovem Pan, Ancapsul e Hoje no mundo militar.
Não veio da China, e nem da Rússia. E sim do país que muitos teimam que é nosso “amigos”
Há quem diga que o governo não quis negociar com os americanos. A pergunta é: negocia como com esses termos?
E pelo que vi, as cobranças sobre o Canadá eram tão absurdas quanto ou até piores…
Nunca existiu negociação e sim ultimato que está ai apresentado.
Isso e quase um rendição incondicional.
Faltou pedirem a transferência da Capital de Brasília para o Rio de Janeiro novamente, para facilitar o entendimento de Geografia dos americanos.
Se confirmado oficialmente, trata-se um desvario digno de filme classe B de gangster.
Mais uma vez o governo norte-americano dobra a aposta para ver a casa fechar a mesa. Acredito que 21 “exigências” tenha tido como objetivo a simples recusa para uma posterior rodada com “apenas” 14 exigências.
E assim a chantagem iria até um acerto entre as partes, com a isca sempre á mostra.
Coisa de cigano isso…
gangsters
Única palavra para se referir a estes senhores.
Etanol — O Brasil deverá eliminar as tarifas sobre etanol, produtos químicos, máquinas, produtos automotivos e bens de alta tecnologia dos EUA.
Serviços digitais — O Brasil deverá abster-se de impor impostos sobre serviços digitais, ou impostos semelhantes, que discriminem empresas dos EUA. O Brasil deverá comprometer-se a reconhecer os Estados Unidos como um país ou jurisdição que proporciona proteção adequada de dados nos termos da legislação brasileira.
Punições — O Brasil não deverá aplicar multas, impor congelamentos de ativos, deter, prender ou de outra forma punir cidadãos dos EUA, residentes legais dos EUA ou empresas dos EUA por condutas protegidas pela Primeira Emenda da Constituição.
Ele que pegue sua primeira emenda e limpe a bunda com ela!
Sanções — O Brasil não deverá penalizar instituições financeiras brasileiras por cumprirem sanções financeiras dos EUA.
Limites — O Brasil deverá adotar medidas efetivas para limitar investimentos de entidades estrangeiras consideradas preocupantes em seus setores de mineração e industriais.
Aquele palhaço laranja não gostaria também de receber algumas “astronautas” e “suiças” não?!
Quem sabe até uns Efebos ou efebes, que aparentemente é do gosto dele.
Palhaçada!
Se fosse depender do patriota, essa lista de pedidos seria acatada e ampliada…
Fala do tarcisio ex militar do exercito -traidor da pátria.
ele (Trump)está querendo colecionar vitórias. Então, por que não entregar alguma vitória para ele? Por que não fazer algum gesto? E vamos ver o que a gente pode botar na mesa como bons negociadores.”
Ele abre as pernas em tudo igual o flavio.
Um exemplo da administração em Sampa: Operação Vectura Corrupta.
Bem lembrado! Isso sem esquecer até mesmo os presidenciáveis, o Caipira de Goiás e o Batoré de MG, que já falaram que negociarão terras raras com os EUA.
Maior parte dos pedidos são impraticáveis, desde que eles abram seu comercio aos produtos brasileiros, eu apoiaria a maioria.
Tirar proteção do queijo e etanol vai acabar com os produtores brasileiros. O queijo até se salva pois na maior pare o queijo brasileiro é de melhor qualidade.
Há quase um ano atrás o Trump jurou de pé junto que iria invadir a Groenlandia e anexá-la aos EUA.
Mêses depois reconheceu que estava disposto a comprá-la da Dinamarca por alguns bilhões de dólares.
Pois bem. Hoje EUA e Dinamarca divulgaram que estão iniciando tratativas para compor um sistema de defesa conjunto em forma de condomínio.
Os EUA já possuem uma base militar na região e iriam utilizá-la para instalação do Golden Dome com a participação de unidades dinamarquesas.
O objetivo é aumentar a presença no Ártico e proteger futuras rotas comerciais que surgirão na região com o aumento do degelo em alguns mêses do ano.
O mundo ficando cada vez mais parecido com o mapa do mundo de 1984.
O que tem a ver o comentário com a matéria?
Acredito que o colega quis citar uma situação de pressão a um outro país pelo atual governo dos EUA. Eu achei bem pertinente, já que demonstra que eles cederam em diversos pontos.
Ficar relatando como os States podem ser “razoáveis”, depois de ler a lista desrespeitosa de desejos do gov do Laranjão eu interpreto como “passar pano”. Foi isso mesmo? Está passando pano depois de ler a lista de desejos dos caras?
Eu não entendi dessa forma. Afinal, os EUA cederam no caso da Groenlândia justamente porque a Dinamarca foi firme na sua posição.
Mas já que parece que você está com sangue no olhos, eu vou dar a minha opinião: qualquer político brasileiro que aceitar 10% disso aí acima merece ser fuzilado.
Enfim, não sei nem se você vai ler isso, já que apareceram mais matérias no forte.
Um abraço e bom fim de semana.
Com uma cadelinha como Monarca, fica fácil!
Com um Rei emasculado e que só serve de peça de decoração, fica fácil um Premier frouxo acatar ordens externas.
Se o Flávio Rachadinha for eleito, o Estado brasileiro corre sérios riscos, pois o país será entregue e vendido sem cerimônia. Brasil pode virar um Porto Rico da vida em questão de meses.
Todas essas exigências do Império será aceito por Flávio Rachadinha com sorriso.
Estamos mas para uma Venezuela. País ferrado, petróleo e mineiro para as empresas dos States, deixam umas migalhas para as famílias dos políticos e operadores amigos de sempre e o resto do povo q se lasque.
Só um traidor, concordaria com essas exigências.
O que mais tem no Brasil são traidores, seja no meio civil, militar, judiciário e político.
È só oferecer vantagem financeira que traem a Pátria sem pensar duas vezes.
As minutas apresentadas revelam uma lógica que extrapola qualquer negociação tarifária legítima. Havia exigências que feriam diretamente a soberania nacional: compromisso com “eleição livre”, que, na prática, significava ingerência no processo eleitoral de 2026; vedação a punições contra cidadãos e empresas americanas por condutas protegidas pela Primeira Emenda, o que equivale a criar um regime de extraterritorialidade jurídica; alinhamento automático a sanções financeiras dos EUA; e até compromisso de companhias aéreas brasileiras em adquirir aeronaves americanas. Não se tratava de negociar tarifas. Tratava-se de abdicar da capacidade de decidir sobre o próprio território, a própria economia e a própria democracia. Em essência, eram itens inegociáveis, pois negociavam a própria existência do Brasil como ator soberano.
O governo brasileiro, por sua formação, nunca deixou de negociar. Manteve as portas abertas, retomou conversas em agosto, projeta reuniões para setembro e outubro. Há pressões dos setores produtivos para que as negociações sejam mantidas e seus interesses atendidos, inclusive para uso político diante do processo eleitoral. Os próprios empresários já deveriam estar em busca de novos mercados e aproveitando as aberturas comerciais realizadas pelo governo. Tanto os de lá quanto os aculturados e americanizados sabem que os EUA não querem negociar. Eles estão perdidos com a sua decadência e agem como animais, movidos por desejo primitivo. Então, caberia ao governo manter as negociações por formalidade, mas intensificar a integração com grandes países, como Índia, China e União Europeia, inclusive na integração de meios de pagamento, com um bypass do SWIFT, propondo uma substancial alteração de cadeias produtivas livres de produtos norte-americanos que podem ser taxados ou vetados. O importante é que as ações reduzam alternativas aos produtos norte americanos, isso cria condições de negociações com terceiros e diminuio poder comercial sobre o setor produtivo nacional. Alternativas é a palavra.