Usa,Tariffs,On,Brazil,And,Us,Brazilian,Tariff,Trade,War

Documentos revelados nesta semana mostram o alcance de propostas apresentadas em 2025 e 2026. Ambas foram rejeitadas pelo governo brasileiro; uma nova rodada de negociações está em curso

O governo dos Estados Unidos apresentou ao Brasil uma minuta com 21 pontos em outubro de 2025, durante as negociações para reduzir as tarifas impostas por Donald Trump. O documento, obtido pelo Estadão e divulgado nesta semana, condicionava ajustes tarifários a compromissos comerciais e também a medidas sobre eleições, redes sociais e sanções financeiras americanas. A Folha de S.Paulo confirmou o conteúdo da proposta.

O que Washington pediu

A minuta exigia que o Brasil eliminasse tarifas de importação sobre produtos americanos, entre eles etanol, químicos, máquinas e veículos. Também previa regras favoráveis a empresas dos EUA no comércio digital, aviso prévio aos americanos sobre possíveis vendas de ativos no setor de minerais críticos e a oportunidade de participação dessas empresas nos processos de investimento. O texto incluía ainda uma referência à compra de aviões Boeing por companhias aéreas brasileiras, sem estabelecer um número de aeronaves. A íntegra das duas minutas foi reproduzida em reportagem do Estadão.

O ponto de maior repercussão política pedia que o Brasil não limitasse arbitrariamente a participação de “dissidentes políticos” na eleição presidencial de 2026. Jair Bolsonaro não era citado no documento. Segundo a Folha, o então chanceler Mauro Vieira mandou devolver a proposta, considerada inaceitável pelo governo brasileiro. Em entrevista concedida na quinta-feira (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a minuta de “arquivo morto” e afirmou que ela não será discutida. A Folha relatou a reação do governo e a declaração de Lula.

Segunda proposta também foi rejeitada

Em janeiro de 2026, Washington enviou uma versão mais curta, com 14 tópicos distribuídos por sete setores. As exigências sobre a eleição ficaram de fora, mas permaneceram pedidos como a eliminação de tarifas brasileiras sobre etanol e bens industriais, mudanças no tratamento de empresas digitais e medidas relativas a minerais críticos. A contrapartida americana previa reduzir tarifas sobre produtos brasileiros, porém a minuta ainda deixava em aberto os percentuais e os produtos beneficiados. Segundo os documentos divulgados pelo Estadão, o Brasil rejeitou também essa versão.

As propostas não impediram uma nova rodada de sobretaxas. Desde julho, os EUA aplicam uma tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros, com exceções, após investigação comercial conduzida sob a Seção 301 da legislação americana. Uma segunda medida, relacionada à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, acrescentou 12,5% a produtos alcançados por ela. Assim, a sobretaxa pode chegar a 37,5%, conforme a mercadoria e as exceções aplicáveis; não se trata de uma alíquota única para todas as exportações do Brasil. A medida de 25% consta do registro oficial americano, e as duas sobretaxas foram detalhadas pelo Poder360.

As conversas comerciais foram retomadas em 31 de agosto. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, disse esperar uma reunião presencial com o representante comercial americano, Jamieson Greer, em 30 de setembro ou 1º de outubro, à margem de encontros do G20 nos EUA. Washington deve formalizar os pontos que pretende levar à nova negociação. Até agora, as exigências conhecidas pertencem às duas minutas rejeitadas, e ainda não há uma nova lista pública de condições para reduzir as tarifas em vigor. A previsão do encontro foi informada pelo ministro ao Poder360.■

As 21 demandas da primeira proposta

  1. Etanol — O Brasil deverá eliminar as tarifas sobre etanol, produtos químicos, máquinas, produtos automotivos e bens de alta tecnologia dos EUA.
  2. Sem restrições — O Brasil compromete-se a não adotar nem manter quaisquer restrições à importação de bens remanufaturados.
  3. Serviços digitais — O Brasil deverá abster-se de impor impostos sobre serviços digitais, ou impostos semelhantes, que discriminem empresas dos EUA. O Brasil deverá comprometer-se a reconhecer os Estados Unidos como um país ou jurisdição que proporciona proteção adequada de dados nos termos da legislação brasileira.
  4. Neutralidade — O Brasil deverá aderir ao princípio da neutralidade competitiva no que diz respeito ao papel do Banco Central.
  5. Direitos aduaneiros — O Brasil deverá abster-se de impor direitos aduaneiros sobre transmissões eletrônicas, inclusive sobre conteúdo transmitido eletronicamente.
  6. Concorrência — O Brasil não deverá introduzir um regime de concorrência digital que restrinja, de forma irrazoável, o comércio dos EUA.
  7. Eleição livre — O Brasil deverá comprometer-se com uma eleição presidencial livre e justa em 2026 e não deverá deter, prender arbitrariamente ou limitar a participação de dissidentes políticos.
  8. Punições — O Brasil não deverá aplicar multas, impor congelamentos de ativos, deter, prender ou de outra forma punir cidadãos dos EUA, residentes legais dos EUA ou empresas dos EUA por condutas protegidas pela Primeira Emenda da Constituição.
  9. Aviso — O Brasil deverá proporcionar aos provedores de serviços digitais dos EUA aviso prévio adequado e oportunidade de recorrer de decisões, penalidades ou multas propostas.
  10. Sanções — O Brasil não deverá penalizar instituições financeiras brasileiras por cumprirem sanções financeiras dos EUA.
  11. Carnes e queijos — O Brasil não deverá restringir o acesso ao mercado brasileiro em razão do mero uso de determinados termos referentes a carnes e queijos.
  12. Minerais críticos — O Brasil deverá informar aos Estados Unidos, antecipadamente, sobre potenciais transferências de ativos antes de uma venda no setor de mineração/minerais críticos e deverá proporcionar às empresas dos EUA a oportunidade de participar de um processo de licitação antes da concessão de aprovação regulatória brasileira.
  13. Trabalho forçado — O Brasil deverá adotar e implementar efetivamente uma proibição da importação de bens minerados, produzidos ou fabricados, total ou parcialmente, mediante trabalho forçado.
  14. Alinhamento — O Brasil alinhará suas normas às normas internacionais nos setores de modo a facilitar o comércio e permitirá a entrada no Brasil, sem requisitos adicionais de avaliação de conformidade, de bens dos EUA que cumpram as normas aplicáveis dos EUA ou internacionais, os regulamentos técnicos dos EUA ou os procedimentos de avaliação de conformidade dos EUA ou internacionais.
  15. Cooperação — O Brasil deverá fortalecer a cooperação econômica e de segurança nacional com os EUA para aumentar a resiliência e a inovação das cadeias de suprimentos, adotando medidas para enfrentar políticas não orientadas pelo mercado de outros países.
  16. Limites — O Brasil deverá adotar medidas efetivas para limitar investimentos de entidades estrangeiras consideradas preocupantes em seus setores de mineração e industriais.
  17. Aeronaves — Companhias aéreas brasileiras comprometem-se a adquirir aeronaves comerciais fabricadas nos EUA.
  18. Desmatamento — O Brasil deverá adotar medidas para enfrentar efetivamente o desmatamento ilegal.
  19. Pesca — O Brasil deverá fortalecer a aplicação das leis, regulamentos e outras medidas relacionadas à pesca para combater efetivamente a pesca ilegal.
  20. Soja — Os Estados Unidos e o Brasil trabalharão para estabilizar o comércio mundial de soja.
  21. Aço — Brasil e Estados Unidos trabalharão conjuntamente para enfrentar o excesso de capacidade global na produção de aço.


Redes Sociais

A Trilogia Forças de Defesa também está presente nas redes sociais. Para comentar e discutir as matérias com os editores e outros leitores, entre no nosso grupo no WhatsApp e no Facebook. Para correções, críticas e sugestões de pauta, contate os editores: redacao@fordefesa.com.br.
Inscrever-se
Notificar de
guest

63 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Flight_Falcon
Flight_Falcon
23 dias atrás

Sob o ponto de vista da soberania do nosso país, independentemente se é governado por A ou B, o país se comportou de forma correta em defender seus interesses. Parabéns por aqueles que conduziram as negociações, o que demonstra que instituições como o Rio Branco, ainda formam excelentes profissionais a serviço do nosso país, que ficam no serviço público por anos, conduzindo as políticas entrando governos e saindo governos.

Isso que falta em todos os setores da economia do nosso país, políticas de Estado e não de Governo, assim nosso país poderia alçar voos mais longos.

Hamom
Hamom
Responder para  Flight_Falcon
22 dias atrás

“Washington também exige aviso prévio antes da conclusão de transações envolvendo ativos de mineração brasileiros, que as transações envolvendo terras raras sejam submetidas à revisão dos EUA e que sejam reservadas oportunidades para que empresas americanas comprem esses ativos antes que qualquer venda seja aprovada.”
(…)
“Ao mesmo tempo, se exigiu que Brasília restringisse o investimento daquilo que os EUA chamam de “atores não mercantis” e “entidades de interesse estrangeiras ” nos setores de mineração, refino e outros setores industriais-chave do país.”
(…)
outras exigências descabidas feitas durante as negociações: Por exemplo, exigiram que toda a economia brasileira fosse completamente, irrestrita e exclusivamente aberta aos EUA, sem qualquer contrapartida em produtos brasileiros.
—–
Resumindo: O Brasil não pode vender e nem receber investimentos estrangeiros sem autorização prévia dos EUA…
Em outras palavras, querem a rendição e redução do Brasil a uma mera colônia.

Última edição 22 dias atrás por Hamom
Marcelo
Marcelo
Responder para  Hamom
22 dias atrás

Eles querem que o Brasil abre as pernas e receba enxurrada de produtos americano e assim destruir nossa indústria.

KarlBonfim
KarlBonfim
Responder para  Flight_Falcon
22 dias atrás

Praticamente quase todos os pedidos são “arrazoáveis”, e se tiver algum, com um mínimo nível aceitável de razoabilidade, deveria ser feito de acordo com governo a governo, com contrapartida de ambos os lados…

Filipe Prestes
Filipe Prestes
23 dias atrás

Nem nas Reformas Pombalinas se impuseram tantas limitações e ditames á economia brasileira como queria Trump com essas “minutas”.

Guilherme Tauk
Guilherme Tauk
Responder para  Filipe Prestes
23 dias atrás

EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.

Leildo Costa
Leildo Costa
Responder para  Guilherme Tauk
23 dias atrás

Abrir as pernas só pra China então está tudo certo, né?? Engula o choro, meu camarada.. Vcs tiveram 20 anos.. Hora de mudar o chip!!

Nilo
Nilo
Responder para  Leildo Costa
22 dias atrás

Foi o que a Venezuela, Argentina e Peru, abriu as pernas.
O Brasil ao contrário desses três países busca oficialmente uma postura de “equidistância pragmática” e não alinhamento automático com EUA e China, um exemplo, o Brasil não quiz fazer parte da ” rota da seda “.
O peso econômico da China no Brasil é substancialmente maior do que o dos EUA no que diz respeito ao comércio internacional.
Brasil integre o bloco dos BRICS ao lado da China e compartilhe de visões multipolares sobre a reforma de órgãos como a ONU. Ao contrário das ações de EUA que aplica uma versão mafiosa da doutrina Monroe.
A patriotada é de uma “Sabujice”, tem hábito de criticar por atitudes que eles praticam. Rsrsrs

SteelWing
SteelWing
Responder para  Leildo Costa
22 dias atrás

Cara, diz aí qual chantagem ou coação a China faz contra o Brasil? Quem faz isso são teus adorados EUA…

Leildo Costa
Leildo Costa
Responder para  Leildo Costa
21 dias atrás

Obg pelos dislikes.. Sinal q vcs sentiram!!!
Ou vcs acham q o povo de direita, ñ liberal, é idiota?? Ñ vou ficar perdendo meu tempo aqui mostrando fatos de q a China está comprando o Brasil.. Vcs sabem disso e batem palmas… Ñ vou, nem a maioria, vai compactuar com isso!!

Última edição 21 dias atrás por Leildo Costa
José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Guilherme Tauk
23 dias atrás

Eu só voto em branco há três eleições, e vou continuar, mas esse dito cujo aí é praticamente um agente americano mesmo, sonho deles é fazer uma colônia propriamente dita. O outro é um kanalhah que vive de calça arriada pra UE, que é inimiga do nosso país.

Guilherme Tauk
Guilherme Tauk
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
23 dias atrás

EDITADO:
COMENTARISTA BLOQUEADO.

Heli
Heli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
22 dias atrás

“Calça arriada para a UE”, pérola do conhecimento de relações internacionais.

Joanderson
Joanderson
23 dias atrás

Aqui não é Venezuela, o buraco é mais em baixo laranjão.

Carvalho
Carvalho
Responder para  Joanderson
23 dias atrás

Calma……estamos chegando lá….

Nilo
Nilo
Responder para  Carvalho
23 dias atrás

A sim, o cerco já está se construindo os drones do O.Medio estão sendo transferido para A. Sul, recursos e equipamentos já começam a chegar e Traíra em terra seca não bate palma, abana a nadadeira traseira.

Glaucus Lima
Glaucus Lima
Responder para  Carvalho
23 dias atrás

Se o filho da coisa for eleito chegaremos mesmo.

Macgarem
Macgarem
Responder para  Joanderson
23 dias atrás

Vamos gritar “Soberaniiiia” e usando um chapéu na cabeça.

Eles não vão aguentar a gente.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Joanderson
19 dias atrás

Certo, então em que somos diferente da Venezuela para conseguir repelir uma ataque americano?

naval762
naval762
23 dias atrás

O laranjão propôs uma marmota dessa sabendo que o cachaceiro não ia aceitar, parece que essa negociação é só pra dizer “eu queria negociar, mas eles não aceitaram”.

Nilo
Nilo
Responder para  naval762
23 dias atrás

A sempre proposta mafiosa feita e aceita pela Venezuela, Argentina, Panama, Peru…. E não aceita pelo Brasil rsrsrs.
A tese furada dos “não me canso de passar vergonha”.

Última edição 23 dias atrás por Nilo
SteelWing
SteelWing
23 dias atrás

Ainda tem gente que defende com unhas e dentes continuar comprando armamentos deles…

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  SteelWing
23 dias atrás

E o EB quer comprar Stinger dessa gente, quanta falta faz um chefe de Estado de verdade pra bater com o pau na mesa e dizer não.

YUFERFLLO
YUFERFLLO
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
23 dias atrás

Na verdade os EUA autorizaram a venda, agora o EB querer realmente comprar já é outros quinhentos

Heli
Heli
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
22 dias atrás

É o velho “esquema honesto”, do capitão Fábio.

deadeye
deadeye
23 dias atrás

Aguardo ansiosamente as analises dos “patriotas”.

Carvalho
Carvalho
Responder para  deadeye
23 dias atrás

Psiu….
O “seu patriota” deu dinheiro para Cuba e Venezuela.
Para ser mais exato…o calote é de 1,198 Bilhão de dólares.
Esse número é plenamente verificável.
O difícil é saber o quanto deste valor voltou para o bolso da companheirada…via Odebrecht e outras gatinhas…
Entendeu bem? 1,198 BILHÃO de dólares.
Um milhão são mil milhões….1 + 12 zeros…

Nilo
Nilo
Responder para  Carvalho
23 dias atrás

O seu patriota ao deixar o governo:
Brasil registrou uma forte saída de recursos, com uma fuga de US$ 72 bilhões em fluxo cambial financeiro.
Banco Central vendeu cerca de US$ 70 bilhões das reservas cambiais do país.
PIB brasileiro encolheu na conversão para a moeda americana devido à forte desvalorização do real. O Brasil deixou o ranking das 10 maiores economias do mundo, chegando a figurar na 12ª ou 13ª posição em determinados momentos do mandato.
Quer mais, sei quer ser Argentina de hoje amanha. Rsrsr

Carvalho
Carvalho
Responder para  Nilo
23 dias atrás

Como já falei antes…ninguém vai me fazer bater palmas ou defender o Bozo. Estive sempre criticando seu governo.
E Vc? consegue tapar o nariz para as sujeiras do luladrão????

Hamom
Hamom
Responder para  Carvalho
23 dias atrás

Não, o governo brasileiro não “deu” dinheiro para Cuba e Venezuela, o que houve foi financiamentos do BNDES realizados no passado para que empreiteiras brasileiras prestassem serviços de engenharia no exterior.

E o mecanismo usado pelo BNDES não enviou dólares para governos estrangeiros. O banco pagava em reais diretamente para as empresas brasileiras que executavam os serviços fora do país.

De fato, Cuba e Venezuela deixaram de pagar as parcelas do financiamento ao BNDES, e como em qualquer caso de inadimplência, a dívida segue sendo cobrada.

Dada a situação econômica destes países, não foi inteligente conceder empréstimos a eles…Mas isto é relativo, embora no “setor de calote de empréstimos” a Argentina seja *campeã , ainda consegue muitos empréstimos…

*( A Argentina já deixou de pagar sua dívida externa (entrou em default ou moratória) 9 vezes ao longo de sua história.

O país carrega o título de um dos maiores infratores em série no mercado de crédito internacional, acumulando calotes que variam de crises pós-independência no século XIX a impasses financeiros complexos no século XXI )

Última edição 23 dias atrás por Hamom
Carvalho
Carvalho
Responder para  Hamom
23 dias atrás

O empréstimo (1,198 Bi de Dólares) teve que ser pago pelo Fundo Garantidor, custeado pelo Tesouro Nacional.
Eu não falei em BNDES….vc que saiu com essa…
Dinheiro não dá em árvore..
A Argentina que se vire com os problemas dela…

Hamom
Hamom
Responder para  Carvalho
23 dias atrás

Vc não falou no BNDES mas eu sim, como ele está no centro destes acontecimentos deve ser citado.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Hamom
22 dias atrás

Acho que vou pedir este emprestimo ao bndes e exigir o mesmo tratam3ento dado à cuba e venezueLA….

sub urbano
sub urbano
Responder para  Carvalho
22 dias atrás

1% do valor q o Vorcaro deu pro filme do “mito”. Irrisório.

Carvalho
Carvalho
Responder para  sub urbano
22 dias atrás

1%??????
Hahahahha
Além de cegos , não sabem fazer conta.

Carvalho
Carvalho
Responder para  sub urbano
22 dias atrás

Vc deve ter aprendido a fazer conta com a Dilma.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  sub urbano
19 dias atrás

Valor parecido que ele pagava para o careca (ops, a esposa dele) advogar para ele.

Heli
Heli
Responder para  Carvalho
22 dias atrás

Fonte: Brasil Paralelo, Jovem Pan, Ancapsul e Hoje no mundo militar.

deadeye
deadeye
23 dias atrás

Não veio da China, e nem da Rússia. E sim do país que muitos teimam que é nosso “amigos”

Bjj
Bjj
23 dias atrás

Há quem diga que o governo não quis negociar com os americanos. A pergunta é: negocia como com esses termos?

E pelo que vi, as cobranças sobre o Canadá eram tão absurdas quanto ou até piores…

Marcelo
Marcelo
Responder para  Bjj
22 dias atrás

Nunca existiu negociação e sim ultimato que está ai apresentado.

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Bjj
19 dias atrás

Isso e quase um rendição incondicional.

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
23 dias atrás

Faltou pedirem a transferência da Capital de Brasília para o Rio de Janeiro novamente, para facilitar o entendimento de Geografia dos americanos.

Dr. Mundico
Dr. Mundico
23 dias atrás

Se confirmado oficialmente, trata-se um desvario digno de filme classe B de gangster.
Mais uma vez o governo norte-americano dobra a aposta para ver a casa fechar a mesa. Acredito que 21 “exigências” tenha tido como objetivo a simples recusa para uma posterior rodada com “apenas” 14 exigências.
E assim a chantagem iria até um acerto entre as partes, com a isca sempre á mostra.
Coisa de cigano isso…

FERNANDO
FERNANDO
23 dias atrás

gangsters
Única palavra para se referir a estes senhores.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
23 dias atrás

Etanol — O Brasil deverá eliminar as tarifas sobre etanol, produtos químicos, máquinas, produtos automotivos e bens de alta tecnologia dos EUA.

Serviços digitais — O Brasil deverá abster-se de impor impostos sobre serviços digitais, ou impostos semelhantes, que discriminem empresas dos EUA. O Brasil deverá comprometer-se a reconhecer os Estados Unidos como um país ou jurisdição que proporciona proteção adequada de dados nos termos da legislação brasileira.
Punições — O Brasil não deverá aplicar multas, impor congelamentos de ativos, deter, prender ou de outra forma punir cidadãos dos EUA, residentes legais dos EUA ou empresas dos EUA por condutas protegidas pela Primeira Emenda da Constituição.
Ele que pegue sua primeira emenda e limpe a bunda com ela!

Sanções — O Brasil não deverá penalizar instituições financeiras brasileiras por cumprirem sanções financeiras dos EUA.
Limites — O Brasil deverá adotar medidas efetivas para limitar investimentos de entidades estrangeiras consideradas preocupantes em seus setores de mineração e industriais.

Aquele palhaço laranja não gostaria também de receber algumas “astronautas” e “suiças” não?!
Quem sabe até uns Efebos ou efebes, que aparentemente é do gosto dele.

Palhaçada!

Se fosse depender do patriota, essa lista de pedidos seria acatada e ampliada…

comment image

Marcelo
Marcelo
Responder para  Adriano Madureira
22 dias atrás

Fala do tarcisio ex militar do exercito -traidor da pátria.
ele (Trump)está querendo colecionar vitórias. Então, por que não entregar alguma vitória para ele? Por que não fazer algum gesto? E vamos ver o que a gente pode botar na mesa como bons negociadores.”
Ele abre as pernas em tudo igual o flavio.

Nilo
Nilo
Responder para  Marcelo
22 dias atrás

Um exemplo da administração em Sampa: Operação Vectura Corrupta.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Marcelo
22 dias atrás

Bem lembrado! Isso sem esquecer até mesmo os presidenciáveis, o Caipira de Goiás e o Batoré de MG, que já falaram que negociarão terras raras com os EUA.



Carlos Campos
Carlos Campos
23 dias atrás

Maior parte dos pedidos são impraticáveis, desde que eles abram seu comercio aos produtos brasileiros, eu apoiaria a maioria.

Jorge Oliveira
Jorge Oliveira
23 dias atrás

Tirar proteção do queijo e etanol vai acabar com os produtores brasileiros. O queijo até se salva pois na maior pare o queijo brasileiro é de melhor qualidade.

Dr. Mundico
Dr. Mundico
23 dias atrás

Há quase um ano atrás o Trump jurou de pé junto que iria invadir a Groenlandia e anexá-la aos EUA.
Mêses depois reconheceu que estava disposto a comprá-la da Dinamarca por alguns bilhões de dólares.
Pois bem. Hoje EUA e Dinamarca divulgaram que estão iniciando tratativas para compor um sistema de defesa conjunto em forma de condomínio.
Os EUA já possuem uma base militar na região e iriam utilizá-la para instalação do Golden Dome com a participação de unidades dinamarquesas.
O objetivo é aumentar a presença no Ártico e proteger futuras rotas comerciais que surgirão na região com o aumento do degelo em alguns mêses do ano.

Última edição 23 dias atrás por Dr. Mundico
Comenteiro
Comenteiro
Responder para  Dr. Mundico
23 dias atrás

O mundo ficando cada vez mais parecido com o mapa do mundo de 1984.

JHF
JHF
Responder para  Dr. Mundico
23 dias atrás

O que tem a ver o comentário com a matéria?

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  JHF
22 dias atrás

Acredito que o colega quis citar uma situação de pressão a um outro país pelo atual governo dos EUA. Eu achei bem pertinente, já que demonstra que eles cederam em diversos pontos.

JHF
JHF
Responder para  Alexandre Costa
22 dias atrás

Ficar relatando como os States podem ser “razoáveis”, depois de ler a lista desrespeitosa de desejos do gov do Laranjão eu interpreto como “passar pano”. Foi isso mesmo? Está passando pano depois de ler a lista de desejos dos caras?

Alexandre Costa
Alexandre Costa
Responder para  JHF
22 dias atrás

Eu não entendi dessa forma. Afinal, os EUA cederam no caso da Groenlândia justamente porque a Dinamarca foi firme na sua posição.

Mas já que parece que você está com sangue no olhos, eu vou dar a minha opinião: qualquer político brasileiro que aceitar 10% disso aí acima merece ser fuzilado.

Enfim, não sei nem se você vai ler isso, já que apareceram mais matérias no forte.

Um abraço e bom fim de semana.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Responder para  Dr. Mundico
22 dias atrás

Com uma cadelinha como Monarca, fica fácil!

Com um Rei emasculado e que só serve de peça de decoração, fica fácil um Premier frouxo acatar ordens externas.

Eromaster
Eromaster
22 dias atrás

Se o Flávio Rachadinha for eleito, o Estado brasileiro corre sérios riscos, pois o país será entregue e vendido sem cerimônia. Brasil pode virar um Porto Rico da vida em questão de meses.

Todas essas exigências do Império será aceito por Flávio Rachadinha com sorriso.

JHF
JHF
Responder para  Eromaster
22 dias atrás

Estamos mas para uma Venezuela. País ferrado, petróleo e mineiro para as empresas dos States, deixam umas migalhas para as famílias dos políticos e operadores amigos de sempre e o resto do povo q se lasque.

Luciano
Luciano
22 dias atrás

Só um traidor, concordaria com essas exigências.

Eromaster
Eromaster
Responder para  Luciano
22 dias atrás

O que mais tem no Brasil são traidores, seja no meio civil, militar, judiciário e político.
È só oferecer vantagem financeira que traem a Pátria sem pensar duas vezes.

NBS
NBS
22 dias atrás

As minutas apresentadas revelam uma lógica que extrapola qualquer negociação tarifária legítima. Havia exigências que feriam diretamente a soberania nacional: compromisso com “eleição livre”, que, na prática, significava ingerência no processo eleitoral de 2026; vedação a punições contra cidadãos e empresas americanas por condutas protegidas pela Primeira Emenda, o que equivale a criar um regime de extraterritorialidade jurídica; alinhamento automático a sanções financeiras dos EUA; e até compromisso de companhias aéreas brasileiras em adquirir aeronaves americanas. Não se tratava de negociar tarifas. Tratava-se de abdicar da capacidade de decidir sobre o próprio território, a própria economia e a própria democracia. Em essência, eram itens inegociáveis, pois negociavam a própria existência do Brasil como ator soberano.
O governo brasileiro, por sua formação, nunca deixou de negociar. Manteve as portas abertas, retomou conversas em agosto, projeta reuniões para setembro e outubro. Há pressões dos setores produtivos para que as negociações sejam mantidas e seus interesses atendidos, inclusive para uso político diante do processo eleitoral. Os próprios empresários já deveriam estar em busca de novos mercados e aproveitando as aberturas comerciais realizadas pelo governo. Tanto os de lá quanto os aculturados e americanizados sabem que os EUA não querem negociar. Eles estão perdidos com a sua decadência e agem como animais, movidos por desejo primitivo. Então, caberia ao governo manter as negociações por formalidade, mas intensificar a integração com grandes países, como Índia, China e União Europeia, inclusive na integração de meios de pagamento, com um bypass do SWIFT, propondo uma substancial alteração de cadeias produtivas livres de produtos norte-americanos que podem ser taxados ou vetados. O importante é que as ações reduzam alternativas aos produtos norte americanos, isso cria condições de negociações com terceiros e diminuio poder comercial sobre o setor produtivo nacional. Alternativas é a palavra.