Otokar e Leonardo concluem testes de tiro do TULPAR com torre HITFACT MkII de 120 mm
A turca Otokar e a italiana Leonardo anunciaram nesta sexta-feira (18) a conclusão dos testes de integração e tiro real do blindado sobre lagartas TULPAR equipado com a torre HITFACT MkII de 120 mm. A campanha incluiu disparos com o veículo parado e em movimento e representa uma nova etapa no desenvolvimento da configuração de carro de combate médio.
Antes dos disparos, as equipes das duas empresas verificaram as interfaces mecânicas, elétricas, eletrônicas e de software entre o chassi e a torre. Segundo o comunicado, o sistema de armas, o controle de tiro e a estabilização cumpriram os objetivos previstos para os ensaios. As empresas não divulgaram a quantidade de disparos, as distâncias de engajamento nem resultados detalhados de precisão.
Canhão de 120 mm em plataforma modular
A configuração testada emprega o canhão de alma lisa 120/45 mm da HITFACT MkII. De acordo com a Leonardo, a torre digital também pode receber um canhão raiado 105/52 mm e foi projetada para instalação em veículos sobre rodas ou lagartas. Seus sensores eletro-ópticos permitem ao comandante e ao atirador observar e designar alvos.
O calibre de 120 mm confere ao TULPAR poder de fogo associado a carros de combate principais, mas isso não significa que o veículo tenha o mesmo nível de blindagem de um tanque mais pesado.
A Otokar apresenta o TULPAR como uma família de blindados de 28 a 45 toneladas, conforme a versão, com arquitetura comum para funções que incluem transporte e combate de infantaria, apoio de fogo, defesa antiaérea, recuperação e evacuação médica.
Luca Perazzo, executivo da Leonardo, destacou a possibilidade de a torre empregar a munição guiada Vulcano 120 em engajamentos de precisão. O comunicado, porém, não informa que essa munição tenha sido utilizada na campanha recém-concluída. A empresa também apresenta uma estação de armas de 30 mm voltada à defesa contra drones como equipamento opcional da torre.
A combinação TULPAR–HITFACT MkII já havia sido exibida pela Otokar na LAAD Defence & Security, no Rio de Janeiro, em abril de 2025. Os testes agora anunciados acrescentam uma demonstração prática de funcionamento à configuração apresentada naquela feira. As empresas afirmam que pretendem explorar novas oportunidades de cooperação, mas não anunciaram encomendas vinculadas ao resultado da campanha.■




Olha aí Exército.
O negócio é deixar de sonhar e comprar o que é possível.
O tulpar está entre os dois com mais chances de ganhar(provavelmente o primeiro), quem mais reclama dessa solução não é o exército e sim os generais de poltrona
Se não me engano, É o Tulpar e o CV90 na liderança.
General de Poltrona e pijama não manda em nada! Certas vozes deveriam ser ignoradas…
E são
O general q mais manda chama-se: Previsão Orçamentária.
Quanto custa pra comprar?
100
Quanto custa pra manter?
10 ao ano em média.
O Tulpar é oferecido no mercado tem praticamente uma década e meia, sendo que até hoje, os turcos não compraram uma única unidade.
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Os turcos não parecem querer comprar o que é “possível”, rsrsrsr…
O Tulpar foi concebido para operar em conjunto com o Altay, e o Altay entrou em produção seriada recentemente, só é logico esperar uma encomenda do Tulpar quando o Altay começar a ser recebido pelas unidades operacionais. Você tem problema com os Turcos, simplesmente porque eles estão fazendo o que o EB não teve capacidade de fazer.
O Tulpar foi concebido para ser usado em conjunto com o Altay? Xiiii…então, se o EB escolher o Tulpar, vai faltar o complemento , ou melhor, o principal, que é o Altay.
Não tenho ideia se realmente é isso que ele falou, mas Altay, assim como outros MBTs pesados, são para exércitos de 1ª linha e não para o EB.
Para o EB e seus Leo1 e M60 a adoção do Tulpar ou do CV90 com uma torre de 120mm será um grande salto tecnológico e resultará em elevação de sua capacidade.
Concordo
MBT pesado do nosso lado, só VNZ, q já mostrou não ter condições de operar nada.
Eu tenho mais o que fazer da minha vida, antes de ter “problema com os turcos” “simplesmente porque eles estão fazendo o que o EB não teve capacidade de fazer”, seja lá o que isso queira dizer, dentro da sua cabeça juvenil.
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O Tulpar é um desenvolvimento privado. Ele não é proveniente de um desenvolvimento contratado pelo governo turco.
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O novo IFV sobre lagarta daquele exército, será selecionado via concorrência.
Se vai ser de fato Otokar, seguindo a tal “lógica” marketira, desbancando a tradicional FNSS ou a gigante BMC, sendo que ambas tem participação direta do governo, só o tempo para dizer.
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A questão é que o tempo tem mostrado que a Otokar não tem tido vida fácil, diante de FNSS e BMC, já que existe forte atrito entre a holding e o governo, desde a tentativa de golpe em 2016.
O Altay, por exemplo, seria fabricado pela Otokar e acabou sendo direcionado para BMC. Os novos blindados sobre-rodas do exército turco, foram direcionados para a FNSS, criando concorrência direta e uma “quebra de monopólio” dos produtos sobre-rodas da Otokar…
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Não é por nada que a Otokar atualmente tem visto mais chances de sucesso comercial no exterior, do que na Turquia. A questão de posicionamento deles vai muito além da maturidade tecnológica.
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Em termos de EB, o modelo do blindado adquirido terá de durar mais 60 anos no inventário, diante dos cronogramas pífios que querem aplicar a aquisição. E sendo assim, se for “seguir a lógica”, o Brasil não deveria adquirir Tulpar, antes da Turquia adquirir este blindado. Só isso. Não é difícil entender…
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O mesmo pode ser dito da proposta que a IDV tenta encaixar, oferecendo o refugo do que foi derrotado pelo Lynx, na concorrência italiana. E isto não representa problema algum com os italianos, rsrsrsrs.
Sempre falei isso! Deixar de comprar perfumaria cara dos tradicionais parceiros militares deixar de sonhar com “roupas de Grife europeia” e adquirir “roupas” que possam ter a mesma utilidade por um valor que a “carteira” do ministério da Defesa possa bancar.
Aceitarem a realidade financeira atual e deixar de sonhar com Atum Bluefin no cardápio,reconhecer e se contentar com Garoupa ou Bacalhau.
E assim, as marruás vão bombando hahahahaah
Proximo MMBT do Brasil ai.
A família Tulpar de blindados médios de batalha sobre lagartas parece ser o ideal para o EB. Um MBT de 45 Ton tá de bom tamanho para a infantaria, e por diversas razões. Monstrengos de 55, 65 ton teriam pouca mobilidade, e a logística de transporte deles, necessitaria de uma malha ferroviária extensa e moderna, o que não temos. Não rolaria estes monstros na fronteira norte do país. Por outro lado a torre cambiável com a do centauro II é providencial, e até poderia rolar um acordo de montagem dos blindados na IDV em 7 lagoas, que poderia aproveitar a futura linha de montagem do Centauro II e encaixar o Tulpar na mesma linha, devido ao ótimo relacionamento da Otokar com a Leonardo, dona da IDV. Tudo parece se encaixar. Pode dar jogo pra nós.
Teria que ser outra linha de montagem, a da IDV do Brasil já está lotada, com Guarani, LMV BR2 e Centauro 2.
Depende. A produção do Guarani está próxima do final. Não vejo tanto problema em encaixar o Tulpar 45 Ton nela . A linha já vai ser adaptada para montagem do Centauro II, que tem porte próximo ao Tulpar 45 Ton. Uma Linha de montagem pode operar em 2 ou 3 turnos. Otimiza as instalações, pessoal, mão de obra treinada, e diminui os custos fixos. Manter a linha funcionando à pleno vapor é o ideal. A logística também seria otimizada. Não haveria necessidade de movimentar a torre Hitfact pra outra linha, longe da IDV.
Por outro lado criar uma nova linha de montagem exclusiva para o Tulpar, envolveria uma grande locação de recursos, novas instalações, treinamento de pessoal especializado,etc , para produzir no máximo 300 ou 400 MBTs.
O Guarani ainda tem mais de 500 unidades para serem entregadas
Para serem entregues***
E se for 300 a 400 Tulpar MMBT significaria que teria pelo menos 400 a 500 unidades do tulpar IFV, não podemos esquecer que a linha teria a versão do Tulpar MMBT e IFV, além de poder ter outras versões do Tulpar
Poder ter outras versões, não. Deverá ter outras versões. Além das versões Carro de Combate e IFV, precisa das versões de Recuperação/Oficina, Comando, Ambulância (não é para substituir os M113?), Antiaérea (não precisa substituir os Gepard?), …
Tulpar não é MBT, e sim MMBT, é bom para terrenos dificeis, entretanto sacrifica a blindagem, ou seja, não é feito para bater de frente com tanques pesados, porque seria perfurado como manteiga. Agora, os tanques pesados não são ruins ou tem pouca mobilidade, pelo contrário, MBT’s pesados tem motores mais potentes, e de vez enquanto, bem mais rapidos que blindados leves. O certo seria o Brasil ter tanto MMBT quanto MBT, o MMBT é muito frágil contra armas anti tanque portáteis, um RPG em qualquer lugar no Tulpar e ele pode ser tirado de combate, além da torre do centauro 2 não ter blindagem nenhuma basicamente, qualquer RPG poderia inutilizar a torre do centauro 2 ou matar os tripulantes ali dentro
Futuro do EB
Esse blindado já foi testado em combate?
Quais os resultados? Se não foi, os Turcos que mandem uns pra Ucrânia, pra provar o desempenho dele no front.
O CV90 tá lá. E já esteve no Afeganistão também. Testado e aprovado no campo de batalha, inclusive no atual cenário com drones, mostrando boas chances de sobrevivência da tripulação. Que é o que importa hoje em dia.
Já vi vídeos de drones russo acertando o CV90 e ele continuar se deslocando até dar tempo da tripulação fugir de dentro em um local menos exposto.
Não adianta nada comprar um blindado que não aguenta nem chegar no front.
A guerra da Ucrania, é como a frente russa na IIGM. Qualquer coisa que fosse colocada lá virava sucata, incluindo o famoso e lendário tanque Tiger II nazista.
Aliás, teve um coitado de um mercenário brasileiro na Ucrânia que morreu, porque pisou onde não deveria pisar. ( mina anti pessoal). Tipo I GM, tipo IIGM, tipo Vietnã. Meu Deus do céu!
Mas você fala do CV90 IFV, a versão com canhão de 120 mm nunca foi comprada e operada por ninguém.
O Tulpar pelo menos usa a mesma torre do Centauro 2.
E o mais importante de tudo, custa Metade do preço do CV90.
A verdade é que o CV90120 nem está mais entre os primeiros, acreditem, o primeiro e segundo lugar se trata do Tulpar contra algum MBT pesado que tenha uma oferta interessante. Queria eu que fosse o K2 black panther ou Type 10. Mas tá mais pra Leopard 2A8.
A HITFACT pode ser integrada ao CV90.
Mesmo com um projeto mais antigo, passou por diversas melhorias e modernizações (tecnologia maior), maior robustes (blindagem mais resistente), além de eficiência comprovada.
O preço tem sua justificativa.
Mas a grande maior diferença são as quantidades vendidas.
Enquanto o veículo da Otokar possui apenas protótipos, o veículo da BAE Systems possui mais de 1.000 vendidos e mais diversos em pedidos já confirmados.
Lá na frente, quando este blindado já não fizer mais parte de nenhuma linha de produção, estes números farão toda a diferença.
E todos sabemos que provavelmente o EB precisará contar com as peças desses equipamentos, devido ao histórico.
O CV90 não tem blindagem melhor que o Tulpar.
Os produtos são equivalentes.
A diferença de preço é um mix entre duas coisas:
A mão-de-obra sueca e europeia que ganha mais que a turca e a fama do produto que é utilizada pela Bae para “meter a faca”, igual as marcas tradicionais de veículos fazem no Brasil e as marcas novas como as chinesas cobram mais barato.
Um Tulpar não deve nada para um CV90, só não tem a mesma fama, vale muito mais à pena pela diferença de preço.
Um CV90 IFV vai custar entre U$ 9 e U$ 11 mi.
Um Tulpar IFV deverá custar entre U$ 5 e U$ 6 mi.
A versão MMBT com canhão de 120 mm
o CV90120T deverá passar de U$ 12 ou U$ 13 mi
E o Tulpar MMBT deverá ficar entre U$ 8 e U$ 9 mi.
Entre os dois o Tulpar é muito mais negócio, e os turcos ainda oferecem transferências de tecnologias, produção local, etc.
Melhor que isso, só se o EB tivesse coragem de sair da esfera da Otan e fechar uma parceria com os chineses.
A China vende o VT-4 por U$ 5 mi e o Paquistão comprou o Haider (Um VT-4 customizado com TOT e produção local) por U$ 6 mi cada no pacote completo.
O VT-4 pesa 52 toneladas (apenas 2 toneladas acima do limite planejado pelo EB), essa diferença é muito pequena e deveria entrar na margem de erro.
A blindagem de um VT-4 HUMILHA o CV90 e o Tulpar juntos.
É um MBT raiz e ainda custaria mais barato que os MMBTs.
Você está falando da blindagem básica. Estou falando da máxima possivel em cada blindado.
Referente ao VT-4.
São raros os casos que a China coloca ToT realmente efetivos (com retorno prático) tecnologicamente.
Nosso PEB já assinou mais de um contrato com transferência e já foi bastante divulgado as dificuldades e situações que prejudicaram e, inclusive, inverteram o cenário.
O Paquistão, em relação a China, é uma exceção e os motivos são questões geopolíticas históricas.
A primeira delas é o CPEC, onde o Paquistão tem participação fundamental e está desde o início insertido pelo Estado chinês.
O segundo é a parceria militar entre os países, inclusive com o desenvolvimento conjunto de outro blindado o MBT-2000.
O terceiro, e talvez o principal, é o “inimigo ” comum entre os países, que é a India.
Enquanto o Paquistão é um parceiro comercial, mas essencialmente histórico e militar, nós somos um parceiro apenas comercial.
Nosso “ToT” seria muito mais restrito.
O Governo chinês não trabalha com este modelo para fomentar sua própria indústria.
Nada disso inválida os blindados, tanto o Tulpar quanto o VT-4.
Mão adianta nada pagarmos valores astronômicos por ToT de estrutura metalúrgica (que é o normalmente oferecido para este tipo de produto) se não tivermos volume interno alto de compra, se não fizermos parte da cadeia mundial de produção ou se o blindado mundialmente não vende.
“Esse blindado já foi testado em combate?
Quais os resultados? Se não foi, os Turcos que mandem uns pra Ucrânia, pra provar o desempenho dele no front”.
Amigo, isso de batismo de fogo é irrelevante…
Sabe quanto tempo demorou o fodástico F-22 Raptor a ter seu primeiro teste de fogo?!
O americano teve seu primeiro batismo de fogo em 22 de setembro de 2014, cerca de 17 anos após o seu primeiro voo (realizado em setembro de 1997) e 9 anos após entrar oficialmente em serviço na Força Aérea dos Estados Unidos (em dezembro de 2005).
Sabe contra quem? O fodástico ISIS,lá Na Síria durante o início da Operation Inherent Resolve
Os F-22 lançaram bombas guiadas por GPS de 1.000 libras contra um centro de comando e controle do ISIS na cidade de Raqqa.
Ou seja: Um oponente sem caças, sistemas antiaéreos modernos, AWACS e estações de radar.
Grande oponente!
Outra lenda militar,o MBT Leclerc demorou exatamente 23 anos desde a sua entrada em serviço para ter o seu verdadeiro batismo de fogo em combate real
Embora o exército francês tenha enviado o blindado para missões de paz no Kosovo e no Líbano, ele nunca disparou contra forças inimigas nessas ocasiões.
O combate real ocorreu sob a bandeira de outro país
O batismo de fogo aconteceu em 2015 (especificamente em agosto daquele ano).
O conflito ocorreu no Iêmen. onde os tanques enfrentaram os rebeldes Houthi e forças aliadas ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh, durante a Guerra Civil Iemenita
O batismo de fogo não foi conduzido pela França, mas sim pelos Emirados Árabes Unidos (EAU).
Os Emirados implantaram entre 70 e 80 tanques Leclerc (em uma versão modificada para o deserto, chamada Leclerc Tropic) como parte da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita para intervir no conflito do Iêmen.
Acho que a existência ou inexistência de batismo de fogo por parte de determinado meio militar não quer dizer nada, muito menos afirmar que seja algo desabonador ou seja prova de insucesso e fracasso.
Meu caro, comparar aviões com blindados não é correto. São realidades completamente diferentes.
Já sua comparação com o Leclerc faz todo sentido. Porém nessa sua explicação sobre o batismo de fogo do MBT Francês se encontra o motivo do Leclerc, com seus 20 e tantos anos sem ter testado em combate, ser um fracasso total de vendas, enquanto Abrans e Leopard são um sucesso.
Você acha que não faz diferença pros militares que vão escolher o próximo MBT, s e o bicho é “bom de briga” ou se é um leão de jardim?
Em tempos de Drones e mísseis antitanques pode saber que o desempenho em combate é um dos principais fatores para escolha.
Detalhe importante. Nem os turcos compraram o Tulpar…
“Meu caro, comparar aviões com blindados não é correto. São realidades completamente diferentes”.
Pode ser, mais são equipamentos tido como de excelência, maquinas que ouvimos falar desde adolescente, e tidas como suprassumo, que no imaginário se supõe ou fica entendido, serem invencíveis.
Sei que comparar tais diferentes maquinas pode soar sem sentido, mas supor que o Tulpar não seja essa Brastemp porque a defesa de seu país de origem nunca comprou unidades suas, é algo que não tem muito significado.
A história militar é rica em casos de equipamentos concebidos para exportação que foram rejeitados ou ignorados pelas forças armadas de seus próprios países, mas que se tornaram verdadeiros sucessos operacionais ou comerciais nas mãos de nações estrangeiras.
Como o nosso Forever-5!
O F-5 provou seu valor histórico e operacional em dezenas de conflitos:
No caso de MBTs, existe o Vickers Inglês,nunca adquirido em seu país, mas fez grande sucesso na Guerra Indo-Paquistanesa (1971)
Pra pegar um tanque nessa tonelagem é melhor ficar com os Centauros msm. Nenhum dos dois aguenta um tiro de rojões lançados de ombro. A blindagem do Centauro é até 14,5mm e a do Tulpar até 25mm se pegarem a versão top. Um MBT moderno é quase q totalmente imune a munições de 30mm utilizadas por helicopetros e IFVs. Quero dizer, um IFV com torre de 30mm poderia vencer o Tulpar no mano a mano, um helicopetro de ataque corta ele todo no tiro. Na guerra da Ucrania tem videos de MBTs russos T-90 aguentando 9, 10 tiros de RPGs de ombro. O Abrams tbm. O Tulpar não sustenta 1 tiro desses. Brasil precisa de MBTs de verdade. Leopard, Abrams, um coreano ou chinês. MBTs são veiculos q dominam o campo de batalha terrestre.
Esse Tulpar ficaria bem bonitinho em um desfile e só.
O Tulpar na melhor configuração resiste a 40mm
Legal, mas, os MBTs pesados suportam até 120mm a 125mm de canhão. Então meio que não dá de comparar. E 40mm não é nada para um RPG, considerando que o Tulpar não tem blindagem reativa
Tanto faz cara. Numa guerra de altíssima intensidade como da Ucrânia, mesmo um monstro de 65 ton teria vida curta. Resiste a 1, 2, 3 impactos diretos, mas no quarto arria. Mesmo que tenha blindagem reativa, uma saraivada de impactos diretos de morteiros ou obuses acabam com o tanque. Mas isto é apenas conversa de rancho de infantaria.
O triste é saber que um brasileiro, socorrista, perdeu a vida estupidamente porque mandaram- no pegar mantimentos descarregados por um drone, além da trincheira onde se escondia.
Não foi um drone FPV, não foi uma rajada de .50 . Foi uma maldita mina anti pessoal que ele pisou. Ficou agonizando por minutos, com a perna destroçada, sangrando até morrer.
Certo que lhe deram a ordem de ir, sabendo que era um mercenário brasileiro, e portanto mais “descartável “que os ucranianos nativos.
Sim e não, teve muitos tanques Ucranianos e Russos que estão até hoje em combate, mais pro lado dos ucranianos, pois a Ré dos tanques ocidentais são muito maiores. Por exemplo, tem um documentário mostrando a tripulação de um Strv 122A sueco que foi enviado a Ucrânia, basicamente um Leopard 2 super blindado e modificado para a Suécia. Ele aguentou vários tiros de tanque e saiu ileso protegendo a tripulação e causando severas perdas ao inimigo. Hoje a guerra de tanques é bem diferente de outras antigas, o tanque hoje aparece rapidamente, faz o que deve fazer e recua rapidamente. Não atuam em conjunto, é 1 tanque a cada alguns quilômetros, locais de manutenção camufladas no meio de florestas/barracões espalhados. Não é mais vários tanques atuando em conjunto.
“…um monstro de 65 ton teria vida curta. Resiste a 1, 2, 3 impactos diretos, mas no quarto arria.”
E tu preferiria estar dentro desse “monstro de 65 Ton” ou dentro de um MMBT que não resistiria ao impacto de 1 projétil 30 mm? O que daria mais chance de sobrevivência à tripulação??? Portanto, não é “Tanto faz cara.”.
Por incrível que pareça, concordo totalmente contigo.
Otokar and Leonardo-integration and live firing tests of TULPAR with HITFACT MkII 120 mm turret
https://www.youtube.com/watch?v=vGDK6fszYaU
O Tulpar pode virar uma plataforma universal no Brasil.
Legal , um belo trambolho .. alto , pesado, lento . pouco blindado ,e quanto mais ”’placas” mais lento , mas desgaste vai ter .. e nem sabemos se o motor e top de linha ,o pensamento geral dos lobistas é ”’o EB nunca vai precisa de blindagem extra” .. sera ? ”massssssssssss” tem o ””canhao do centauro 2” que , olha que surpresa ”,no o temos !! … um belo cavalo de troia que ninguem quer nem os turkos . so lobista e plantão ganhando por fora … e mais seguro e viável o CV-90 ”120” do que isso ae , ao menos a versão IFV tem aos montes por ai . e olha que esse tambem ainda nao tem um comprador sequer para essa versao”120” … vamos ”inovar” , afinal o Brasil nao entra em guerra mesmo ne
MMBT e uma bela porcaria em se tratando de EB /MBT… onde nem seu preço e atrativo … MBT , e seus similares sempre vao ser uma viatura de choque ,… esse tipo de veículo ”MMBT”’ tem espaço no CFN . onde seu papel seria semelhante aos SK-105 ou o postulante Centauro 2, . que para todos e qualquer um, que tenha um pouco de coerencia .. sao veículos que ocupam uma mesmo papel no campo de batalha ”caça tanques ”/apoio de fogo … eu realmente ainda espero um milagre e que esse ”projeto” seja revisado e que novos concorrentes apareçam .. como K-2 ou Type 10 … a logica de ”uma mesma plataforma servir para todas a funçoes” faz sentido , se vc tirar o MBT da equação .. é a lógica .. a Logica MBT /MMBT da no mesmo que comprar Super tucano como o Gripen ….. ””aaahhh, eles podem usar os mesmos armamentos no geral . ”logicamente” sao iguai” , e a mesma logica ai e todos sabem da discrepância de funções ai…
Pro pessoal criticando: é bom lembrar que o Tulpar 120 com blindagens adicionais (add-on) pode chegar ao nível STANAG 4569 categoria 5 ou até 6 se não estou enganado. Isso significaria resistir a tiros de canhão 30 milímetros com munição APFSDS.
Sem contar que o sistema de proteção ativa Iron Fist nos foi oferecido. Se vamos ter dinheiro pra isso, aí é outro papo.
Penso que o Tulpar 120 em versão full não faria feio em guerra de alta intensidade, desde que seguisse o que o figurino da guerra contemporânea pede, inclusive para MBTs de 65 toneladas: acompanhado de IFV e com o mínimo de suporte de artilharia antiaérea para se proteger dos drones.
Numa guerra de infantaria de alta ou altíssima intensidade, como foi a frente oriental da IIGM, ou a atual guerra da Ucrânia, não importa tanto a tonelagem, blindagem, se ativa ou não, etc dos MBTs, mas a quantidade deles. Mesmo com cobertura aérea e sistemas anti aéreos, anti drone, etc, as perdas serão colossais. Por isto a quantidade, muita, muita mesmo, importa. Uma única batalha pode sacrificar permanentemente ou não, uma centena ou mais de blindados de batalha médios e/ou pesados. Por isto pra entrar na brincadeira e descer pro play é preciso ter milhares de mbts em estoque. É coisa de cachorro grande. Pouquíssimos países tem disponibilidade pra tal magnitude de perdas em frentes de infantaria pra valer. Países que não tem o apetite russo colossal pelos monstros de metal, deve investir maciçamente em misseis anti carro e meios de dispara- los e correr.
Isso é bom para um IFV, MBTs modernos são feitos para resistir impactos diretos de canhões de 105 mm e 120 mm, pelo menos no arco frontal.
Brasileiro só gosta de criticar! Se ficam com essas velharias alemãs o povo critica, se procuram substituir as velharias alemãs, criticam também!
Botem um Renault FT-17 no lugar dos Leoparda…
Tanque completamente inadequado para o RCC. Motivo? Não é um MBT. Essa coisa não passa de um VCI com canhão. Portanto, não tem blindagem para combater outros tanques. A proteção contra artilharia é desprezível e nula contra minas, ATGMs e drones. Definitivamente o EB está perdido.
Tudo por causa de querer manter um “padrão” Otan e uma dependência de rádios e comunicação alemã.
Os MBTs ocidentais são muito pesados e muito caros, passam de 60 ou 70 toneladas e passam de U$ 20 mi a unidade e até U$ 30 mi a unidade.
Um IFV consagrado como o CV90 custa cerca de U$ 10 mi e em uma versão MMBT com canhão de 120 mm deve superar U$ 12 mi.
Enquanto isso a China tem um MBT raiz com 52 toneladas e blindagem suficiente por cerca de U$ 5 ou U$ 6 mi. O Paquistão pagou cerca de U$ 6 mi no Haider, uma versão personalizada, com TOT e produção local do VT-4 chinês.
Este MBT tem blindagem robusta, canhão de 125 mm com capacidade de perfuração equivalente ao 120 mm da Otan e a China aceita transferir tecnologias e autoriza produção local.
A China ainda ofereceu ajudar o Brasil a desenvolver um rádio nacional, para não depender de rádios alemães e poder comprar blindados chineses.
E a China aceitaria transferir tecnologias para que munições de 125 mm sejam produzidas aqui, localmente.
O VN-12 deve custar uns U$ 3 mi.
Teríamos um IFV moderno e um MBT raiz e pagaríamos a metade do preço de um CV90.
“Tudo por causa de querer manter um “padrão” Otan e uma dependência de rádios e comunicação alemã.
Os MBTs ocidentais são muito pesados e muito caros, passam de 60 ou 70 toneladas e passam de U$ 20 mi a unidade e até U$ 30 mi a unidade”.
Um padrão OTAN de segunda divisão!
Querer ser europeu sem tem a carteira de um país europeu…
É o famoso “dublê de rico”, só que padrão militar !
Um dublê de rico é a pessoa que possui os mesmos bens materiais que alguém rico, como roupas de grife, carros caros e acessórios de luxo, mas não tem o dinheiro ou a solidez financeira correspondente.
Adquirir produtos da família Tulpar poderia significar a aposentadoria de vários meios militares e modernização da cavalaria mecanizada.
A BID turca também tem produtos como o ASELSAN KORKUT,que poderia substituir o Gepard alemão com grande vantagem tecnológica, especialmente no cenário de guerra moderna dominado por drones.
Embora ambos utilizem o mesmo calibre clássico de canhões duplos de 35 mm, o KORKUT é um sistema digitalizado e projetado no século XXI, superando o Gepard (concebido na Guerra Fria) em automação, conectividade e munição
https://cdn.turdef.com/images/articles/6793/korkut_10035_sb_as_the_new_member_of_the_korkut_sb_family.webp
Temos que rever nossa defesa e adquirir meios modernos que otimizem custos
Apesar do bolso raso e carteira baleada, duvido muito que o EB iria se contentar somente com um MMBT.
Não duvidaria que da associação com os turcos poderia sair em um futuro financeiramente estável para a defesa, MBTs Altay para o Exército Brasileiro.
O Tulpar 120mm é um caça tanques sobre esteiras , mas já é um avanço gigantesco diante da situação que estamos agora. Teremos uma família de blindados com um alto índice de nacionalização de componentes , isso significa autonomia e preços nacionalizados para as peças de reposição. Mas sua consideração é muito pertinente visto que o cenário na América Latina está mudando muito rapidamente em razão da aquisição de armamentos de nossos vizinhos. Em breve teremos K2 Black Panther no Ejercito Peruano , possivelmente Abrams usados na Argentina, T-72 em Venezuela além da ampla incorporação de sistemas antitanques na forças dos países fronteiriços e mesmo de grupos de guerrilha. Dai o Altay cairia como uma luva nas mãos do EB!
Creio que o mais prudente é investirmos o máximo na família Max de misseis anti tanque. O Max 1 3 ac e o Max 1.4 ac, e variantes ar – solo. E também nos meios para lança- los :
Há já vários meios com o max 1.2 ac sendo testados : Cascavel NG, Guaicurus BR, UGV ambipar robotics com lançador duplo, Vlega Chivunk e possivelmente o H145M, o A29M, e o Atobá XR para variante ar solo.
E pelo que lí,o MBT Altay da Turquia,foi desenvolvido com forte cooperação técnica da Coreia do Sul e baseado diretamente no lendário K2 Black Panther sul-coreano. Embora compartilhem a mesma raiz tecnológica e origens de projeto graças à Hyundai Rotem, os dois tanques possuem diferenças marcantes em peso, tripulação e filosofia de construção
É um “Brimo” turco do Black Panther por assim dizer,ou um filho bastardo…
É um filho legitimo da Rotem !
“O Tulpar 120mm é um caça tanques sobre esteiras , mas já é um avanço gigantesco diante da situação que estamos agora. Teremos uma família de blindados com um alto índice de nacionalização de componentes , isso significa autonomia e preços nacionalizados para as peças de reposição”.
Poderia aposentar os M60 e os Leopardas, apesar que para mim o Tulpar poderia ser adquirido para preencher o espaço que seria deixado pelos MBTs americanos e alemães.
O Exército Brasileiro tem cerca de 220 unidades do Leopard e cerca de 31 a 35 unidades do M60A3 TTS.
Poderiam adquirir Tulpar e Altays.
“Poderia aposentar os M60 e os Leopardas, apesar que para mim o Tulpar poderia ser adquirido para preencher o espaço que seria deixado pelos MBTs americanos e alemães.”
Um tanto confuso teu comentário. O Tulpar, ou qualquer outro Carro de Combate (puro sangue ou gambiarra) adquirido vai ser justamente para substituir Leopard e M60!
“Poderia aposentar os M60 e os Leopardas, apesar que para mim o Tulpar poderia ser adquirido para preencher o espaço que seria deixado pelos MBTs americanos e alemães.”
Mas os MBTs americanos são uma quantidade bastante inferior se comparada aos Leopard,um Regimento de Carros de Combate (RCC) é composto por 54 blindados operacionais sob sua estrutura padrão.
“Um tanto confuso teu comentário. O Tulpar, ou qualquer outro Carro de Combate (puro sangue ou gambiarra) adquirido vai ser justamente para substituir Leopard e M60!”
Não sabia desse detalhe! Pensei que eles iriam somente substituir os Leopard…
Para operar na América Latina é o suficiente.
Sim ! Apesar que para mim, nossos vizinhos são irrelevantes…
Nossos verdadeiros oponentes não se encontram em nosso continente, eles virão de longe.
Qual de nossos vizinhos tem tanque de batalha principal para nós ameaçar?
Somente a Argentina! Os chilenos não teriam como trazer seus MBTs até aqui para nós ameaçar.
Os Venezuelanos tem seus próprios problemas, já que agora tem um cafetão laranja para os estorquir.
Mas não devemos dar as costas para os MBTs