Brasil, um país desarmado
Capítulo do livro “O Brasil não cabe no quintal de ninguém: bastidores da vida de um economista brasileiro no FMI e nos BRICS e outros textos sobre nacionalismo e nosso complexo de vira-lata”, de 2019
Paulo Nogueira Batista Jr.
Posso confessar, leitor, que tenho tido enorme dificuldade de escrever? Não quero parecer cabotino, mas a razão principal é a situação do Brasil. Apesar de ter vivido grande parte da minha vida no exterior, tenho uma ligação com o país que é, acredito, mais forte do que a da maioria dos brasileiros. Escrevi “apesar” e já fico um pouco em dúvida. Todo “apesar” esconde um “porquê”, dizia Fernando Pessoa. Seja como for, o fato é que viver em outros países nunca me afastou do nosso.
De todos os povos que conheci mais de perto, o brasileiro é o menos patriótico, o menos nacionalista – e essa falta de apego ao país nos tem atrapalhado muito. Desde que me entendo por gente, isso sempre foi assim.
O brasileiro só se lembrava de ser brasileiro durante a Copa do Mundo (agora talvez nem isso…). A esse dado psicológico estrutural, acrescentaram-se nos anos recentes muitos fenômenos que configuram
verdadeiro adoecimento e desagregação da sociedade brasileira e de suas instituições. Nunca o Brasil me causou tanta preocupação – angústia seria palavra melhor. Nunca vi nosso país tão dividido, fragilizado e vulnerável à ação de interesses estrangeiros.
Bem sei que esse adoecimento transcende as fronteiras nacionais. Basta ver o que acontece nos Estados Unidos, na Europa, no Oriente Médio e em outras regiões. Mas isso não serve de consolo. Ao contrário, o brasileiro precisa se dar conta de que a situação internacional é perigosa, talvez como nunca, e que isso pode nos afetar de várias maneiras e colocar em risco a própria segurança nacional.
Não vamos nos enganar. O Brasil é um país desarmado. E um país indefeso se expõe a riscos graves, especialmente se tem vasto território e imensas riquezas e recursos naturais. Ninguém vai nos defender. As mais solenes garantias internacionais não são confiáveis, muitas delas não valem o papel em que foram escritas.
O caso da Ucrânia merece ser lembrado. Em 1991, quando a Ucrânia se tornou independente na esteira da desintegração da União Soviética, existia um pequeno problema: no território ucraniano se localizava grande parte do arsenal nuclear soviético. As lideranças do novo país foram levadas a abrir mão desse arsenal em troca de um tratado com os EUA, o Reino Unido e a Rússia que garantia a integridade territorial da Ucrânia. Quando a Rússia tomou a Crimeia em 2014, de que valeu esse tratado?
Nada disso é novidade. Rui Barbosa já alertava que uma nação que confia em seus direitos em vez de confiar em seus soldados, prepara a própria derrocada. Mas os nossos soldados o que fazem? Em vez de estarem sendo preparados permanentemente para a missão sagrada de garantir a segurança nacional, estão revistando mochilas de crianças nas favelas do Rio de Janeiro.
Merecem registro também palavras recentes do general Sérgio Etchegoyen, ministro da Segurança Institucional, por ocasião dos 20 anos da adesão do Brasil ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP). A adesão ocorreu em 1998 sob o governo Fernando Henrique Cardoso. Etchegoyen foi convidado a participar de uma mesa de debates na Fundação FHC. Na presença do ex-presidente, o general foi claro e incisivo. Disse verdades que nós, brasileiros, teimamos em ignorar.
Da perspectiva militar, lembrou o general, o armamento nuclear pode representar a única possibilidade que resta a um país ameaçado por invasão do seu território. Mencionou as guerras do Iraque de 1991 e 2003: “O esforço de concentração do aparato militar da aliança que invadiu o Iraque jamais teria sido possível se aquele país dispusesse de armas nucleares de pequena capacidade.”2 Lição, diga-se de passagem, que não escapou a vários países.
Na avaliação de Etchegoyen, a adesão do Brasil ao TNP em 1998 coincidiu com um período de grande desinvestimento do país na área nuclear. O tratado faz referência ao “direito inalienável” dos países de desenvolver a energia nuclear para fins pacíficos. Esse direito ficou na teoria, porém, pois vem sendo “negado, restringido, bloqueado por diversas ações diretas e indiretas e pressões internacionais”, observou.
O quadro é realmente lamentável. O que ganhamos com a adesão ao TNP, perguntou o general, além de fotografia na galeria dos bem-comportados? A imprensa não registrou resposta por parte de Fernando Henrique Cardoso.
1 Publicado originalmente na Carta Capital, em 4 de abril de 2018.
2 Valor Econômico, 7 de março de 2018, p. A6.

Totalmente desarmado, totalmente exposto, e o Presidente me sai com essa pérola, “já avisei ao Presidente Trump não se meta com o Brasil”.
Outra pérola de outro presidente “quando acabar a saliva temos pólvora”.
Este país está cheio de bananas e bananias.
Ou um molusco ou um palhaço cheio de pólvora. Choose your destiny!! Como diria o mortal kooombat
Mandamos como nosso líder e representante um ex-condenado, liberado de sua culpa pelo “saudoso” e “incorruptível” STF.
Que imagem passamos para o restante do mundo por termos reeleito tal perfil?
E seu discurso?
Uma vergonha para nosso país e sua população.
Ele esquece que, em diversos outros paises, existem líderes e também cidadãos com um mínimo de discernimento em diferenciar discursos de competência administrativa e realidade militar.
O Brasil, como território e como nação, não merece isso.
Chorem porque é o único que na América Latina está sustenta uma geopolítico independente, tanto da China (não quis fazer parte da rota da seda) como EUA.
Saia desses discursos limitados Nilo.
Busco apenas ver meu país de origem com capacidade real de desenvolvimento, com nível educacional de qualidade, com uma indústria de alta produtividade (tanto de qualidade quanto tecnológica), bem como um país que combata a criminalidade e corrupção como prioridade.
Acredito que você busca o mesmo.
Principalmente, porque é isto que nós faria prosperar.
Ficar em defesa e homens barbudos ou nessa disputa binária está longe de agregar.
Referente ao geopolíticas independente, tem muita questão aí bastante relativa e controversa.
Mas deixemos para a próxima que vai longe.
Como você disse logo acima o Brasil e um pais desarmado. Querer gritar com uma superpotência desarmado e como blefar em um jogo de Pôquer. Se o outro lado pagar para ver (ainda mais quem está jogando do outro lado e um outro bravateiro) ai estamos lascados.
A Ucrânia foi afirmar sua soberania para cima de uma outra potencia e o resultado e esse que estamos vendo. E olha que eles tinha amigos poderosos dispostos a ajudar eles, nós estamos sozinhos nessa.
Não seja ridículo, que provavelmente apóia o rachadinha que está enrolado até o pescoço no maior escândalo financeiro do país, fora sua velha aliança com narcomilicianos. Essa moral seletiva de vocês cansa.
Vou usar um trecho do comentário do próprio MMerlin para te responder algo que salta aos olhos, mas os antolhos não permitem que vocês enxerguem:
“Ficar em defesa e homens barbudos ou nessa disputa binária está longe de agregar.”
Sai dessa dicotomia burra…
Até parece que vocês estão longe dessa idiotice.
Me mostra um comentário meu enaltecendo o político que for. Um comentário que seja!! O que eu tenho é aversão ao atual ocupante do planalto. Voto em qualquer um, qualquer um mesmo, que esteja concorrendo com ele.
E que imagem passamos quando um dos candidatos recebeu 134 milhões de um banqueiro, para supostamente fazer um filme com os recursos enviados aos Estados Unidos? Se vai citar o erro de um, cite do outro.
Outra extremamente péssima Deadeye. Péssima.
Confirma ainda mais a dimensão da corrupção na máquina administrativa pública e o quanto somos complacentes com ela
Essa divisão que muitos priorizam, deixando de se preocupar em buscar uma solução real, existe apenas aqui.
Os demais países tem outro ponto de vista. Não conseguem entender os motivos que levam os brasileiros a, sequencialmente, escolher como líder da nação pessoas com passado, no mínimo, duvidoso.
Já comentei brevemente isto em outro tópico.
Alimentamos uma discussão eterna.
Quando criticamos um candidato, toda sua orda acredita que o fazemos influênciados pela oposição, descredibilizando totalmente qualquer apontamento.
Não existe mais análise, avaliação.
Uma pena.
Pra não ficar triste…
Esse recurso foi fiscalizado pelo Banco Central, por conta da conversão em dólar.
Não pix de um Zé pra um Mane.
Pro BC autorizar essa quantia, tem q ser respaldado o motivo.
O único Zé Mane na história é a troop do CEP errado…
O discurso do Presidente Lula foi terrível!
Melhor certamente foi o do Capitão Colostômico em 2019…
A frase do Lula está representada de forma correta, mas a imputada a Bolsonaro está completamente retirada de contexto e não é a primeira vez. O Presidente Bolsonaro nunca disse: “quando acabar a saliva temos pólvora”. Ao contrário: criticando nosso desarmamento e incapacidade de dissuasão ele disse textualmente: “quando acabar a saliva vc tem que ter pólvora. E ai, como é que fica?”. Chega de usar a desonestidade intelectual, como escudo para igualar os dois discursos.
FHC era o cara.Mais governos como o dele o Brasil seria outro país.Claro que ninguém é perfeito e ele pecou nesse lance do Brasil aderir ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP)
Pecou também ao impedir o EB de seguir com o “Projeto Orvil” a resposta da força ao livro “Brasil Nunca Mais” do D. Paulo Evaristo Arns, sobre a tortura e o envolvimento das ffaa.
Acredito que ele fez cara de paisagem e saiu de fininho nessa.
Projeto Orvil, para quem não sabe, parte da ideia de uma guerra cultural. Mas fica a pergunta: Guerra contra quem?
era o mainstream da época… acreditava-se que a guerra fria estava morta e que não teríamos mais ameaças nucleares…
Verdade.
O maior de todos os pecados cometidos pelo Fernando Henrique foi ter indicado o Gilmar Mendes para o STF.
Imperdoável.
Mas foi responsável por trazer uma estabilidade inflacionaria tanto buscada e criou diversas medidas impopulares mas necessárias que os atuais líderes estão longe de ter coragem de implementar.
Infelizmente.
A parte final de seu comentário é a que eu me refiro do melhor que FHC fez em seu governo.
É necessário reconhecer que ele era estável. Não sabíamos na época, mas ele era um estadista ao invés dos populistas que o sucederam.
Todo presidente tem ações positivas e negativas. Na minha opinião FHC acertou bem mais do que errou. Na época eu definitivamente não gostava dele, mesmo sabendo que ele foi o cara que consertou nossa economia.
Hoje em dia, sinto falta.
Estadista, Leandro.
Esta é a palavra.
Esta é a características que mais falta, principalmente, nas duas figuras atuais mais em evidência.
Também concordo que em sua gestão, existiram tanto pontos positivos quanto negativos.
É, como todo bom humano, passivo de falhas.
Referente à pessoa, é um político de perfil controlado, com uma inteligência emocional avançada.
Um grande articulador e gestor de pessoas que incluía capacidade intelectual elevada.
Mas como comentei, do ponto de vista pessoal, vejo como sua principal característica a coragem reformista (para assumir riscos políticos em medidas impopulares) que o país precisava (e agora, mais do nunca, também precisa) e determinação (para enfrentar resistências – inclusive internas) ao manter suas decisões.
Um político que, graças ao seu controle emocional, capacidade de diálogo, domínio de vários idiomas e rigor intelectual, conseguiu ser amplamente respeitado por seus discursos.
Devido à forma que geriu seu governo, ganhou estatura internacional e reconhecimento global.
Merlin, Leandro e Renato.
Compartilho o apreço sobre FHC.
Último presidente minimamente decente neste país.
É importante frisar que era Social-Democrata da linha de esquerda européia, que trouxe enormes avanços pós gruerra.
Foi literalmente massacrado pelo PT e seus ideólogos, que identificaram no Tucanato o único rival no campo da esquerda.
Lula foi um canalha em construir a narrativa da herança maldita.
Mas é preciso lembrar que Stalin ajudou a derrubar o nascente partido socialista na Alemanha pós I GM, pois também desejava o domínio no campo esquerdista. Tudo muito parecido.
O principal ideólogo do PT no Sul, o ex-governador Tarso Genro, sempre defendeu que era preciso refundar a “social-democracia” no Brasil. Um imbecil que várias vezes tentou peitar o Dirceu e sempre quebrou a cara. Ficou notório por deportar os pugilistas cubanos nas Olimpíadas de 2016, quando era Ministro da justiça.
“Na época eu definitivamente não gostava dele, mesmo sabendo que ele foi o cara que consertou nossa economia.”
Também pensava da mesma forma, na verdade mesmo hoje ainda não gosto dele, mas devo reconhecer que ele foi um estadista de verdade. De longe o melhor presidente despois da redemocritização.
Uma pena que não deixou um sucessor a altura.
O título é Brasil, um país desarmado.
Aí quando veem um post dem site de Defesa sobre o Cascavel da década do ariri recebendo algum melhoria pontual, ou o A4 Skyhawk recebendo atualização da Embraer, o pessoal comemora como se o Brasil tivesse criado um jato 5º Geração ou pisado na lua.
Sejamos sinceros. O Brasil está desarmado, e as atualizações pontuais que temos, é de péssima qualidade.
Ser nacionalista é uma coisa, mas não dá pra fechar os olhos também.
Alguém aqui acha, por exemplo, que o IA2, que é apenas um fuzil, é bom, ou ele está “nos padrões do que o Brasil precisa”?
Você confiaria naquilo pra ir pra uma eventual guerra? Imagina o resto…
“Ser nacionalista é uma coisa, mas não dá pra fechar os olhos também.”
Abrir os olhos para as deficiências é exatamente o que um nacionalista deve fazer.
Rapaz, então nesse forum aqui tem bem poucos, porque os caras vibram com qualquer coisa.
Precisamos de uma força aérea maior. Com radares e caças de última geração. Poderiamos comprar da China um lote de 100 aeronaves. Precisamos de mais submarinos para afundar eventuais porta aviões que desçam o atlântico com más intenções. Precisamos de mísseis de longo alcance. Infelizmente os engravatados de Brasília não sabem nem a diferença entre fragata e destroier, quem dirá querer puxar uma agenda militar. Infelizmente vamos sofrer uma derrota terrível em guerra no futebol. Bom… o lado bom é que é na derrota que se nasce a mudança.
Só vamos ter forças armadas decentes quando racionalizarmos os gastos, cortar despesas inuteis.
Ou o mesmo lote dos Estados Unidos. Más intenções existem de todos os lados, não existem mocinhos e bandidos em política internacional.
Lula sabe as forças armadas que tem??? sabe seu poder de fogo?? pra falar tanta besteira assim, deve pensar que somos um potencia militar, um porta avião com seu grupo de ataque , tem mais poder de fogo que todas nossas forças armadas.
Não deve nem saber que o Ministro da Defesa falou que se os EUA forem tentar algo ele abre o portão.
Ficar provocando um “lider” de um superpotência na frente de todo o glube não é defesa de soberania ou nacionalismo e insensatez (talvez até mesmo burrice), principalmente quando líder dessa superpotência tem o ego gigantesco igual tem Donald Trump.
O Estado brasileiro não nos dá segurança, mas não quer que tenhamos uma arma em casa. Fala de soberania, mas não possui hard e nem soft power à altura de um país com a importância do Brasil.
Estamos desarmados e jogados à própria sorte. Só que lembrem-se: há dias em que o azar também tem sorte e podemos ter problema!
Creio que nossas forças armadas não tenham capacidade de uma defesa ampla e incisiva em caso de ataque de uma potência estrangeira.
Talvez num cenário localizado tenhamos alguma capacidade de responder ou deter o avanço inimigo. Mas tudo de forma pontual.
Creio que falta potência e intensidade de atuação. Capacidade não apenas de bater, mas de derrubar e pisar no pescoço.
Precisamos de meios mais tecnológicos que garantam a cobertura, monitoramento e capacidade de resposta em tempo hábil, bem como uma cadeia de comando mais articulada.
Basta lembrar o que aconteceu no começo do ano lá na Venezuela…
Por outro lado, não vamos cair na esparrela de acreditar que arma nuclear é o passaporte para a maioridade geopolítica e garantia eterna da soberania.
Num eventual conflito, teríamos coragem de usar armas nucleares no nosso próprio território?
No sou brasileiro, o “Ñ” do meu sobrenome me delata. Mas há mais de trinta anos, sou mais brasileiro que muitos, pese a minha carteira de estrangeiro que a polícia federal ter me fornecido logo de trabalhosos anos de burrocracia, quiçá deveria me declarar refugiado de alguma coisa.. Não tenho o direito ao voto, não posso ocupar cargo público (mas por uma lado é bom, pra não estourar mais as contas públicas), não sei se faria muita diferença, mas se votasse não queria ajudar a perpetuar esta calamidade tétrica e oscura que se projeta sobre o meu país-continente.
Desarmado e desalmado.
Faltou a pergunta principal. Porque somos tão apaticos e não nacionalistas? É algo difícil de entender pois temos um governo interessado no bem da população e que cobra impostos justos. Temos militares que não pensam no soldo antes de pensar no país e elites econômicas que não estão interessadas em mater o povo pobre para servir de capacho sob seus pés. Em um cenário tão lindo é deficil entender a apatia de nosso povo. Agora, o mais difícil mesmo é aguentar gente querendo colocar a culpa da apatia popular no próprio povo.
Simples, porque não existem autoridades serias para darem exemplos, porque o Brasil não recompensa quem trabalha, porque o Brasil não tem ambicao a não ser a ambicão pessoal de politicos canalhas, porque a esquerda domina o sistema de educação e ensina a não ser patriota, etc
Boa tarde a todos do site . Descobriram agora kkkkkkk muito amadores
Engraçado que a militância não quer no do norte,mas no da CHINA está tudo certo, e digam que estou mentindo.
Se em 20 anos de corruPTos fosse usado metade da metade do que foi surrupiado dos cofres públicos,seriamos uma potencia.
“Mas os nossos soldados o que fazem? Em vez de estarem sendo preparados permanentemente para a missão sagrada de garantir a segurança nacional, estão revistando mochilas de crianças nas favelas do Rio de Janeiro.”
Pura falácia da falsa dicotomia. Os tais “meninos” são em muitos casos, agentes a serviço do crime. Mas, utilizando o argumento do próprio autor para a vida pessoal: que garantias o cidadão brasileiro tem ao sair na rua ou passar perto de favela hoje? Só porque tais direitos estão escritos num papel? A relação entre países não é muito diferente da relação entre as pessoas.
Discordo do autor em algumas coisas importantes. Concordo com outras.
Normal.