NMBT

Programa prevê cerca de 132 carros de combate e uma família de veículos especializados para substituir o C1 Ariete e renovar as forças blindadas italianas até 2038

O Ministério da Defesa da Itália abriu um procedimento de aquisição no valor máximo de € 5,143 bilhões — aproximadamente US$ 5,9 bilhões — para o fornecimento de um novo carro de combate principal e de veículos derivados destinados ao Exército Italiano.

O procedimento, identificado pelo código BD0D09994D, foi publicado em 21 de setembro na base de dados da Autoridade Nacional Anticorrupção da Itália (ANAC). A Direção de Armamentos Terrestres, sediada em Roma, aparece como entidade contratante, enquanto o objeto do processo é descrito como “aquisição do novo MBT e versões derivadas”.

O registro público não identifica o fornecedor, a quantidade de veículos nem um cronograma detalhado de entregas. A coincidência entre a publicação e o prazo para apresentação de propostas, entretanto, indica que pode se tratar de um procedimento negociado sem publicação prévia de um concurso aberto.

Cerca de 132 carros e 140 veículos derivados

Documentos anteriormente apresentados ao Parlamento italiano preveem a aquisição de até 132 carros de combate de nova geração. Os veículos equipariam dois regimentos de carros e centros de formação, enquanto outros dois regimentos permaneceriam dotados do C1 Ariete modernizado para os padrões C2 ou C3.

O planejamento também contempla até 140 plataformas especializadas baseadas na mesma família, incluindo veículos de recuperação, socorro, engenharia e lançamento de pontes. Essas versões atenderiam brigadas pesadas, unidades de engenharia, regimentos logísticos e estabelecimentos de formação.

A apresentação institucional da Rheinmetall divulgada em setembro de 2026 mantém como referência aproximadamente 132 carros Panther e 140 veículos de apoio. O documento avalia o programa completo de carros de combate em cerca de € 8 bilhões.

O custo total aprovado anteriormente pelo Parlamento foi estimado em € 8,246 bilhões, abrangendo desenvolvimento, produção de exemplares de pré-série, homologação, aquisição dos veículos operacionais e suporte logístico. O cronograma atualizado prevê a execução do programa entre 2025 e 2038.

Leonardo e Rheinmetall à frente do programa

O novo carro será desenvolvido pela Leonardo Rheinmetall Military Vehicles (LRMV), empresa conjunta criada pelas duas companhias com participação de 50% para cada sócia. A sociedade tem sede jurídica em Roma e centro operacional em La Spezia.

A LRMV foi estabelecida para atuar como contratante principal e integradora dos programas NMBT e Army Armoured Combat System (A2CS). Cerca de 60% das atividades industriais deverão ser realizadas na Itália, incluindo montagem final, ensaios de homologação, entregas e suporte logístico.

A Rheinmetall fornecerá a base tecnológica da plataforma, derivada do Panther KF51, enquanto a Leonardo será responsável por sistemas de missão, eletrônica, sensores e integração de armamentos segundo os requisitos do Exército Italiano. O projeto, contudo, não deverá ser simplesmente uma compra do Panther na configuração original apresentada pela empresa alemã.

A parceria também prevê o desenvolvimento de veículos de recuperação, engenharia e lançamento de pontes sobre o mesmo chassi, reduzindo a variedade logística e facilitando o treinamento e a manutenção da frota.

Substituição do C1 Ariete

O NMBT substituirá progressivamente o C1 Ariete, carro de combate desenvolvido pela indústria italiana durante as décadas de 1980 e 1990. O Exército recebeu 200 unidades, mas apenas parte da frota permanece disponível e cerca de 125 veículos estão passando por modernização.

O Ariete C2 atualizado deverá servir como solução intermediária até que o NMBT alcance capacidade operacional. A estratégia permitirá manter unidades blindadas em atividade durante a transição, sem depender da entrega imediata de toda a nova frota.

Um demonstrador da futura configuração italiana foi apresentado pela LRMV na Eurosatory 2026, em Paris. A versão exibida combinava o chassi derivado do Panther com sistemas italianos e uma arquitetura aberta, projetada para receber atualizações de sensores, proteção e armamentos ao longo de sua vida operacional.

A configuração demonstrada incluía canhão de alma lisa de 120 mm, metralhadora de 12,7 mm, estação remotamente controlada com canhão de 30 mm e capacidade potencial para operar pequenos drones e munições vagantes. Esses equipamentos ainda poderão ser modificados durante o desenvolvimento e a homologação.

Além de renovar a força blindada italiana, o programa foi concebido com ambições de exportação. A Leonardo e a Rheinmetall pretendem transformar a LRMV em um núcleo europeu para veículos terrestres pesados, posicionando o NMBT como alternativa disponível antes da entrada em serviço do futuro sistema franco-alemão MGCS.■



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Nilo
Nilo
17 dias atrás

Me chama atenção, Um 120mm de perfil bem baixo, depois vi, uma “Join venture” com alemã Rheinmetall AG.

Caminhante
Caminhante
17 dias atrás

Pois é e o Brasil, segue na contramão, daqui a pouco vem os seguidores dos “jornalistas lobistas” dizendo que o Tulpar é a melhor escolha para o o país……

Última edição 17 dias atrás por Caminhante
Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
Responder para  Caminhante
17 dias atrás

Tulpar ou CV90 seriam uma ótima opção para o EB, desde que acompanhados de um verdadeiro MBT em unidades do Sul e Centro-Oeste.

Bjj
Bjj
Responder para  Caminhante
17 dias atrás

Talvez seja, talvez não, mas isso não significa necessariamente que devemos seguir o mesmo caminho que outras nações.
Acho que antes de discutir qual CC é o mais adequado, precisamos olhar para o cenário em que estamos inseridos.

Carros de combate são plataformas de conquista e retomada de terreno em operações terrestres. Para chegar neste ponto, significa que a diplomacia falhou e que um inimigo conseguiu concentrar meios terrestres suficientes – inclusive logísticos – para sustentar uma campanha. Significa, também, que o poder aéreo e a artilharia não foram capazes de impedir e/ou dissuadir a reunião de meios. Na AS, objetivamente, quem pode fazer isso contra o Brasil? A resposta é: ninguém. Mesmo a França teria dificuldades para uma empreitada desta, visto que precisaria transportar um exército inteiro por mar.

Diante deste cenário, fica o questionamento: até onde é válido, dentro de uma realidade de orçamento limitado, adquirir centenas de MBTs de última geração ao custo unitário de 20-30 milhões de dólares? Qual seria o ganho em capacidade de combate de meios que, em época de paz e sem interferência inimiga, levam mais de um mês para cruzar o país?

Considerando a escassez geral de material, adquirir um MMBT, a um custo global inferior, e usar a diferença em outras áreas igualmente importantes como defesa aérea, ataque de longo alcance, defesa AA e outras, parece ser uma decisão bem mais adequada para a realidade do Brasil.

joao
joao
Responder para  Bjj
17 dias atrás

É mais ou menos isso.
Mas acho dificil q qq governo nosso autorizaria o inicio da campanha antes ou durante a concentração de meios.

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  Bjj
15 dias atrás

Hm, eu consigo imaginar uma França que, mediante a ausência de outras preocupações, conseguiria erguer uma frota, centrada no Charles de Gaulle e outros navios logísticos, capaz de fazer proteção de área por tempo suficiente, para deslocar uma grande quantidade de meios por via aérea e naval, para a Guiana.

Iran
Iran
Responder para  Peter Nine Nine
15 dias atrás

Hoje em dia a França teria pouquíssima resistência por parte do Brasil (em caso de guerra) caso houvesse interesse deles de desembarcar uma força na Guiana.

Atirador
Atirador
Responder para  Iran
11 dias atrás

Vão desembarcar na Guiana e fazer o que com essas tropas ? Invadir a floresta Amzonica?

RDX
RDX
Responder para  Caminhante
17 dias atrás

E tem bobo que ainda apoia essa maluquice para não chamar de outra coisa.
O EB caminha para ser o primeiro exército da história a trocar MBT por um VCI com canhão (vulgo MMBT)

Última edição 17 dias atrás por RDX
RDX
RDX
Responder para  RDX
17 dias atrás

O EB tem que aprender com os italianos. Comprar um genuíno MBT e os blindados de apoio. Não existe cavalaria blindada sem blindados especializados. Essa conversa fiada de tanque derrubar pontes só existe aqui.

RDX
RDX
Responder para  RDX
17 dias atrás

A propósito, na Itália muitas pontes possuem centenas de anos, algumas possuem mais de 1000 anos.

joao
joao
Responder para  RDX
17 dias atrás

A propósito, a Itália não possui um exercito de 108 mil homens naquele pequeno territorio para lutar nele….

Santamariense
Santamariense
Responder para  joao
15 dias atrás

Não entendi. Como parte da OTAN eles podem lutar em qualquer lugar, inclusive no próprio território. E não se fala apenas de combate. Como se faz o deslocamento para manobras de treinamento? Não treinam dentro do próprio território? Claro que sim. Então, usam a infraestrutura existente, seja o tipo de ponte que for.

joao
joao
Responder para  RDX
17 dias atrás

eu não sei de onde tiraram essas ideias de pontes….

Pontes de autoestrada são muito dificeis de cair, por conta de um blindado
talvez as menores, de pitas estaduais com muitos passando ao mesmo tempo, como se viu la no N aquela ponte q caiu com caminhoes. Mas acho q aquela era ate uma BR….

Agora, aquelas pontes das estradas de terra, ou de pequenas cidades ou vilas…. onde a tropa desdobrada passa, não é qq uma q aguenta.

E nisso precisa de Engenharia.

Logo, sua colocação é controversa… vc diz q precisa de meios especializados, mas diz q a situação das pontes é conversa fiada….

RDX
RDX
Responder para  joao
17 dias atrás

Não existe controvérsia.
Conversa fiada é alegar que as pontes brasileiras não suportam um tanque com 60 toneladas. Esse é o principal argumento dos defensores do MMBT.
Eu sempre disse que um exército com engenharia forte não precisa se preocupar com peso de tanque.
NInguém no EB é maluco de atravessar uma ponte de madeira ou qualquer outra danificada ou em condições precárias com um Leopard 1, muito menos com um tanque com 60 toneladas.
A engenharia serve justamente para isso… Para evitar pontes frágeis, pontes destruídas em combate ou locais de travessia sem pontes.

Marcio
Marcio
Responder para  RDX
16 dias atrás

A questão é que não será só o tanque a atravessar, normalmente será um caminhão de várias toneladas também transportando esse tanque seguido de vários outros. Ou seja, podemos estar falando até de 100 ton multiplicado várias vezes passando por essa mesma ponte.

joao
joao
Responder para  Marcio
16 dias atrás

Neste ponto, enquanto os MBT estiverem nas pranchas, a maior possibilidade é q passem nas obras de arte mais fortes.

joao
joao
Responder para  RDX
16 dias atrás

Entao precisa melhorar o portugues.

Precisa do meio especializado, porque não da pra passar em todos os lugares….

leia o q escreveu acima…

E por isso mesmo que se diz q há pontes q não aguentam, como vc disse, não passarão com MBT em pontes de madeira ou mesmo de concreto, mas pequenas..

Isso ai! Em suas proprias palavras, há pontes q não aguentam…. ou vc acha q a guerra so passa por grandes estradas??

Santamariense
Santamariense
Responder para  joao
15 dias atrás

Meio de engenharia não são para usar apenas em estradas. Em combate, os carros de combate e as viaturas de apoio vão operar em qualquer lugar, mesmo que seja dezenas de km longe de uma estrada. Aí os meios de engenharia e apoio providenciam a travessia de cursos d’água.

Iran
Iran
Responder para  RDX
15 dias atrás

Esse não é o principal argumento pro MMBT. O principal argumento é que é mais barato, e consequentemente podemos substituir todos os Leopard 1 numa proporção 1:1.
Além disso seria mais viável pra nossa indústria de defesa participar da fabricação de componentes.

É mais que óbvio que não temos dinheiro pra adquirir 300+ de um veículo como um K2, Leopard 2A8 etc, é um valor extremamente proibitivo… Ai o Brasil faz um escolha: ter uma força blindada minúscula, mas no estado da arte como é na Holanda, ou uma força grande e robusta em números, mas com um carro mais leve. Eu sou partidário da segunda opção.

joao
joao
Responder para  RDX
17 dias atrás

É o q a argentina tem no TAM…..

RDX
RDX
Responder para  joao
17 dias atrás

Sim, o TAM não é um MBT.
Ele pode ser considerado o primeiro MMBT
Aliás, não passa de um Marder com canhão 105mm.
A blindagem é desprezível. A frontal protege no máximo contra canhões automáticos 20mm e a lateral contra metralhadoras .50.
O mais absurdo é o EB querer um tanque vulnerável ao canhão 105mm do TAM. Os modernos MBTs são imunes ao disparo de canhão 105mm.

Luis Henrique
Luis Henrique
Responder para  RDX
17 dias atrás

Nossos Leo1A5 também possuem blindagem ridiculamente fraca.
O TAM foi baseado em um IFV, então entra exatamente no conceito moderno de MMBT, o Leo1 foi desenvolvido como MBT, mas com uma blindagem bem fraca. Da quase na mesma, vantagem mínima para o nosso Leo1A5 que é varado de um lado ao outro por canhões de 30 mm.

joao
joao
Responder para  RDX
16 dias atrás

Eu concordo.
Acho q não dá pra deixar de ter MBT.
Uma Bda q seja, com a outra Bda e os RCB com MMBT.

Mal ou bem, entra o custo.

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  RDX
15 dias atrás

Imunes não, não são imunes, os MBTs mais pesados têm inúmeros pontos de vulnerabilidade. Não deve imaginar um tanque como nos filmes, especialmente considerando todas as assimetrias da guerra moderna.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  RDX
16 dias atrás

Do jeito que você fala parece que operamos Leopard 2.

Estamos 60 anos atrasados.

Operamos Leopard1 que está muito mais próximo de um Tulpar do que de um Leopard 2.

Iran
Iran
Responder para  Rafael Oliveira
15 dias atrás

O Tulpar está mais próximo do Leopard 2, do que o Leopard 1 está do Leopard 2 kkkk

Iran
Iran
Responder para  RDX
15 dias atrás

Os carros na Itália serviriam para enfrentar os T-90M e tanques de nova geração da Rússia. O Brasil hipoteticamente enfrentaria o que? o TAM 2C da Argentina? Primeiro que temos ótimas relações com eles, segundo que mesmo que não tivéssemos, um MMBT já seria o suficiente, visto que o próprio TAM é um carro levíssimo e antigo. Faz muito mais sentido o EB investir em SAMs, drones, mísseis de cruzeiro, artilharia de longo alcance etc, inclusive com um MMBT poderíamos adquirir muito mais unidades, melhor o Brasil operar entre 300-500 Tulpar do que um número pequeno de um MBT puro sangue muito mais caro, a guerra na Ucrânia já demonstrou a importância de ter uma massa mais barata de repor e operar. Se a Argentina trocar os TAM por um carro pesado de terceira ou quarta geração, ai ok, mas até lá blindados como um CV90 ou Tulpar dão um caldo na região.

Peter Nine Nine
Peter Nine Nine
Responder para  Iran
15 dias atrás

O TAM é leve, mas faz parte da sua lógica de projeto, um carro leve, de lagartas, minimamente protegido, capaz de deslocações menos previsíveis, armado de forma respeitável. Modernizado e com acesso a sensores de tiro atualizados e munição de primeira linha, não fica atrás de muita coisa na América do Sul. No entanto, no cenário moderno, uma hipotética guerra na América do Sul, rapidamente metamorfosearia de uma forma similar às guerras e conflitos que temos observado. Muitas das vantagens ou pontos de específica e limitada admiração, que se poderia dar a um veículo como o TAM, muito provavelmente seriam anuladas com a presença de todas estas assimetrias.
Dito isto, o que se quer dizer é. uma frota de TAMs moderna, não fica atrás, por exemplo, dos Leo1 brasileiros, que já agora, sendo Main-Battle-Tanks, são ainda assim, para todos os efeitos (peso, blindagem, armamento e lógica de projeto), um carro médio.

Iran
Iran
Responder para  Peter Nine Nine
15 dias atrás

Sim, eu concordo contigo, justamente por isso que acho que não existe grande urgência em operar um carro pesado, ainda mais considerando que não teríamos dinheiro para substituir 1:1 os Leopard 1 por um veículo caro. O Tulpar ou CV90 dão conta do recado tranquilamente aqui na região, e sem perdermos massa.

Rosi
Rosi
Responder para  Caminhante
17 dias atrás

A Turquia comprou o Tulpar?

RDX
RDX
17 dias atrás

Essa conversa fiada também é conhecida como desonestidade intelectual

“A desonestidade intelectual é o uso de argumentos, dados ou falácias que a pessoa sabe serem incompletos, distorcidos ou falsos, apenas para defender um ponto de vista ou vencer uma discussão.”

Última edição 17 dias atrás por RDX
Luis Henrique
Luis Henrique
17 dias atrás

Parece que o Tulpar MMBT custará cerca de U$ 8 à U$ 9 mi cada no pacote completo.
A versão IFV deverá custar entre U$ 5 e U$ 6 mi.
Enquanto isso o CV90 custa uns U$ 9 à U$ 10 mi na versão IFV e uns U$ 12 à U$ 13 mi na versão MMBT.

Portanto o Tulpar deve ter uma vantagem de ser quase 30% ou 40% mais barato na versão MMBT e 40% à 50% mais barato na versão IFV.

Entregando praticamente a mesma proteção blindada, mesmo poder de fogo com canhão de 120 mm de baixo recuo (que é inferior à um 120 mm instalados em MBTs), e eletrônica moderna + oferta de TOT e produção local, não tem lógica nenhuma insistir em CV90.

Por outro lado um MMBT possui blindagem bem inferior à dos MBTs.
O Peru (nosso vizinho pobre), pretende comprar até 150 MBTs K2 sul-coreanos que custam cerca de U$ 18 à U$ 19 mi cada no pacote completo.

O k2 pesa 55 toneladas (apenas 10% mais que o limite estabelecido pelo EB de 50 toneladas por questões logísticas).

O EB tem que decidir se prefere a proteção blindada de um MBT raiz que foi feito para resistir a tiros de canhões de 105 e 120 mm no arco frontal e tem boas chances de sobrevivência contra vários tipos de RPGs, vários tipos de ATGMs e vários tipos de drones FPV.
Ou um MMBT que terá operação mais fácil devido ao peso menor, poderá custar a metade do preço do K2 (se for o Tulpar), terá um poder de fogo próximo ao de um MBT mas vai resistir no máximo à canhões de 25 ou 30 mm (isso se vier com o kit máximo de proteção).

Existe uma alternativa onde teríamos um MBT raiz, com blindagem pesada, ERA e sistema de proteção ativa e que custaria 3x mais barato que um K2 e quase 50% mais barato que um Tulpar, o VT-4 chinês.

O VT-4 chinês pesa entre 52 e 54 toneladas (ligeiramente maior que o limite de 50 t), possui blindagem de MBT raiz, feita para resistir disparos de 120 e 125 mm no arco frontal, RPGs, ATGMs, Drones fpv, etc. E é bem mais barato que os MBTs ocidentais.
O Paquistão comprou centenas, primeiro em uma encomenda direta pagando cerca de U$ 5 mi cada no pacote completo e depois em uma versão customizada chamada Haider, com TOT e produção local e pagou cerca de U$ 6 mi cada no pacote completo.

joao
joao
Responder para  Luis Henrique
16 dias atrás

O Paquistão tem comprado material chinês, por alinhamento.
Não gostam do material.

Iran
Iran
Responder para  Luis Henrique
15 dias atrás

Posso estar enganado, mas não é o VT-4 da Tailândia que foi praticamente inutilizado na guerra recente contra o Camboja pq ele é todo defeituoso?

Edit: Pesquisei, é realmente o VT-4, ficaram inutilizados por um defeito crônico no canhão

Última edição 15 dias atrás por Iran
Santamariense
Santamariense
Responder para  Luis Henrique
15 dias atrás

Caro Luis Henrique, gosto muito dos seus comentários e concordo com a maioria dele, mas VT-4 chinês não dá…é uma traquitana cheia de defeitos. Deixa isso pra lá, bem longe daqui.

Atirador
Atirador
Responder para  Luis Henrique
11 dias atrás

E esses K2do Peru nos ameaçariam de que maneira ? pela selva Amazonica ?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
17 dias atrás

Off-Topic:

O Forte não irá falar sobre o Sistema SMACE apresentado durante a Operação Formosa deste ano e cujo o contrato para o fornecimento do Sistema foi assinado em novembro de 2025 ?

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Heitor
Heitor
17 dias atrás

Esse mbt terá canhão, eletrônico e acho motor italiano, então será italiano….. Fale sobre o projeto argentino carem 25 parece que está ficando interessante com sua empresa de paraíso fiscal dos eua que assumiu o projeto…. A Embraer quase teve o mesmo fim que ela terá

Heitor
Heitor
17 dias atrás

O tanque ideal para o Brasil seria um coreano brasileiro com tamanho do Osório e 50t e canhao lisensiado brasileiro 120mm do Iveco ou rh e motor Smv 1360 de empresa pequena stx que poderia licenciar seus motor.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Heitor
15 dias atrás

“lisensiado”…pobre português…

Natan
16 dias atrás

Por falar em tanque italiano , a IDV mostrou mais alguma coisa sobre aquela proposta feita ao EB novembro do ano passado? teoricamente seria a melhor proposta já que contaria com transferência de tecnologia do motor FPT V20 compatibilidade de peças com o Centauro 2 além da torre Hitfact mk2 .

1000029541
Natan
Responder para  Natan
16 dias atrás

Um print melhor.

1000029543
Santamariense
Santamariense
Responder para  Natan
15 dias atrás

Pois é…já que vão por esse caminho, que fosse esse da Iveco, agora parte do grupo Leonardo…não precisaria incluir os turcos no negócio, os italianos fariam tudo.