Fotografias recentes mostram um helicóptero de ataque Ka-52E “Alligator” da aviação do Exército egípcio com armamentos instalados em seus pontos de suspensão. As imagens destacam a capacidade da aeronave de receber diferentes configurações para missões de reconhecimento e ataque. Sem informações sobre a data, o local e a finalidade do registro, a presença dessas armas não permite concluir que o helicóptero participava de uma operação.
O Egito acertou a aquisição de 46 helicópteros Ka-52 em 2015, no primeiro grande contrato de exportação do modelo. As entregas começaram em 2017. Além das armas transportadas externamente, o projeto do Alligator inclui um canhão de 30 mm instalado na lateral da fuselagem.
Uma característica da configuração egípcia é o sistema eletro-óptico de observação e pontaria OES-52, desenvolvido pela empresa russa NPK SPP. A descrição que acompanha as fotos relaciona o equipamento ao sistema francês Strix, empregado no helicóptero Tiger, e afirma que ele foi fabricado sob licença. A documentação pública consultada confirma a existência do OES-52, mas não permite confirmar os termos dessa suposta licença.
A compra egípcia também deve ser distinguida do programa posterior Ka-52M. A Rostec informou que a produção seriada dessa versão modernizada foi objeto de um contrato com o Ministério da Defesa russo, assinado em 2021, e de financiamento específico para a fábrica Progress. Assim, não há base nas fontes consultadas para atribuir ao financiamento egípcio o lançamento da produção seriada do Ka-52M.■
Forças Terrestres • Ficha técnica
Ka-52E Alligator
Helicóptero de reconhecimento e ataque • versão de exportação
Característica
Dados principais
Origem / fabricante
Rússia • Kamov / Russian Helicopters
Emprego
Reconhecimento armado, ataque a alvos terrestres e de superfície e coordenação de helicópteros de combate
Tripulação
2 militares, sentados lado a lado
Rotores
Dois rotores principais coaxiais contrarrotativos; sem rotor de cauda
Motorização
2 turboeixos VK-2500 (até 2.400 hp cada, conforme versão)
Peso máximo de decolagem
12.200 kg (ficha específica do Ka-52E)
Carga útil máxima declarada
2.942 kg; não equivale necessariamente à carga exclusiva de armamentos
Velocidade máxima
300 km/h
Velocidade de cruzeiro
260 km/h
Alcance de voo
460 km com combustível nos tanques internos
Teto de serviço
5.500 m
Teto em voo pairado
4.000 m
Diâmetro do rotor
14,5 m
Dimensões
15,86 m de comprimento com rotores; 5,01 m de altura em armazenamento
Armamento fixo
Canhão automático 2A42 de 30 mm, instalado no lado direito
Armamento externo
Até 6 pontos de suspensão para combinações de mísseis guiados, foguetes não guiados e outras cargas compatíveis; integração depende da configuração
Sensores e autoproteção
Radar, sistema eletro-óptico de observação e pontaria e conjunto de defesa de bordo; a versão egípcia é associada ao OES-52
Nota técnica: os números de desempenho correspondem à ficha de exportação do Ka-52E. A motorização, as dimensões e parte dos dados de voo também constam do catálogo geral do Ka-52. Sensores, armas e carga efetiva variam conforme lote, cliente e missão. Os 12.200 kg e 2.942 kg da ficha Ka-52E não devem ser confundidos com os 10.800 kg e 2.500 kg de uma ficha anterior do Ka-52. Fontes:Rosoboronexport — Ka-52E; Rosoboronexport — catálogo Ka-52; NPK SPP — OES-52.
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O Ka-52M não possui mísseis R-73, mas possui o Product 305 e talvez em breve esteja disponível o míssil Banderol, com alcance de 500 km. Acredito que adaptar este último aos Ka-52 egípcios não será difícil.
Desculpe aí mas que sentido tem armar um heli de ataque com missil com alcance de 500km ?
Primeiro que para ter este alcance, o missil terá um peso incompativel com a capacidade de carga de um heli de ataque. Vai levar um somente ?
Missil com este alcance faz muito mais sentido equipar caças supersonicos multi função que tem autonomia, alcance, velocidade, capacidade de carga muito maior que um Heli de ataque, que por sua natureza, se destina á TOs muito mais restritos em termos de área de atuação. TOs de grande profundidade em territorio inimigo estão fora de seu escopo.
Caso não tenha reparado na foto, existem diversas opções, desde alvejar infantaria inimiga, veículos blindados e convencionais, até alvejar drones, helicópteros e aeronaves, bem como alvos inimigos fora da zona de defesa aérea.
Você citou quase todas as missões que o A 29, com a combinação adequada de armamentos, pode realizar á um custo sensivelmente menor que um Heli de Ataque ” puro sangue” ,e adicionalmente tem velocidade, manobrabilidade, alcance e altitude sensivelmente maiores do quaisquer Helis de ataque.
Sim. Precisa de pista mesmo que precaria para decolar e pousar. Nada é perfeito.
Então você acha que um avião e um helicóptero são a mesma coisa? E é por isso que o Brasil não precisa de helicópteros de ataque? Que interessante. A Nigéria, por exemplo, tem o A-29 e o Mi-35M.
Sim, é o melhor! Que outro helicóptero, além dos russos Mi-28 e Mi-35M, enfrentou um adversário com um sistema de defesa aérea ocidental como esse? E ainda por cima operando dentro da linha de fogo.
Para ter perdas na guerra significa que ele tem que estar operando, coisa que 90% dos heli não fazem, principalmente contra inimigo de ponta!!, KH52 é um monstro e cumpre muito bem seu papel e por isso esta direto voando e sobrevoando na Ucrânia.
O Mi-35 ucraniano (Mi-24V), alguns dos quais foram doados pela República Tcheca, e o Mi-35M são versões diferentes do helicóptero. O Mi-35M russo é tecnologicamente mais avançado.
De 90 já baixou pra 60. E registros confirmados por quem? Pelos mesmos que dizem que a Rússia só consegue manter a guerra por mais três meses (mas faz cinco anos que falam isso rsrsrs)?
Você levantou uma discussão antiga. Missões típicas de um Heli de ataque X missões típicas de um A29 super tucano, com armamentos similares.
O super tucano leva vantagens obvias em manobrabilidade, velocidade, alcance e altitude. Fazendo dupla com E99M ele é imbatível em vigilancia aerea e ataques pontuais em solo e até escolta aerea para grandes helis de manobra . Por outro lado precisa de pista, mesmo que precária para pousar e levantar vôo. Este é o ponto negativo.
Paulo
11 dias atrás
Helicópteros de ataque são visualmente impressionantes, mas isto mascara suas vulnerabilidades óbvias: operam em velocidsdes baixas < 300 km/h, baixas altitudes, manobrabilidade limitada em se tratando de escapar de defesas anti aereas. Isto os faz alvos perfeitos para manpds de todo tipo e sistemas anti aereos. A Russia perdeu uma quantidade impressionante de helicopteros de ataque na Ucrânia, justamente por causa dessas vulnerabilidades. Helicopteros de ataque são mais adequados para TOs de baixa e media intensidade, escoltas armadas de helicopteros de manobra, ou contra grupos insurgentes com pouca cobertura anti aerea. Em batalhas de alta e altissima intensidade, o risco de perdas é altissimo, levando- se em conta o alto custo deles e do treinamento da tripulação. Drones de ataque ao solo, comparativamente, tem custo muito mais reduzido, elimina o risco de perda de pilotos e cumprem a missão da quase da mesma forma.
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
11 dias atrás
Bom dia! eu era defensor de o Brasil comprar helicópteros de ataque puro sangue, como o: Apache…, más…, as guerras mudaram muito e muito rápido…
Drones e mísseis portáteis aos milhares e baratos do que a anos atrás…, mudaram totalmente o teatro de operações numa guerra…
É uma assunto para as escolas de estratégia das 3 forças armadas repensarem…
As guerras está mudando muito rápido…
Andromeda1016
11 dias atrás
Que máquina!!!
Cassini
11 dias atrás
O mais avançado helicóptero de ataque da atualidade!
MARCELO TADEU
10 dias atrás
A Russia mantem os helicópteros no Egito. Aqui não tinha pós venda nem oficina especializada. Sugiro se informar mais sobre o que ocorreu. Enfiaram goela a dentro da FAB os MI-35
O senhor que está mal informado, pois foi a burocracia do GF que não acertou contrato com a empresa que faria a ponte entre russos e uma empresa nacional para os trabalhos.
A verdade Tadeu segue abaixo, voei como carona inúmeras vezes nos Sabres, o aparelho era sensacional, elogiado pelos pilotos, mecânicos e odiado pelos narcotraficantes, mineradores ilegais, descaminhos vindos da Bolivia.
Abaixo segue breve relato sobre ô porque os Sabres não voam mais.
Por favor, não seja o papagaio que repete mentiras e retóricas infundadas.
Um forte abraço
Sgtº Moreno
A FAB e a estatal russa Russian Helicopters de fato fecharam uma parceria oficial. A empresa contratada no Brasil foi a IAS (Indústria de Aviação e Serviços), sediada em Minas Gerais.
A IAS foi homologada como o único centro autorizado fora da Rússia para realizar a revisão geral (overhaul) das células e dos motores VK-2500 desse helicóptero.
Bilaterais e contratos de transferência de tecnologia foram assinados entre 2018 e 2021 para que os reparos fossem feitos em solo nacional.
2. O peso da burocracia e da logística
Embora a oficina existisse no Brasil, o modelo de pós-venda da Rússia exigia o envio constante de componentes específicos e ferramentas de volta para as estatais russas, além da vinda de kits de reparação.
Foi nesse fluxo que a operação travou:
Lentidão e Burocracia Governamental: Os processos logísticos com as estatais russas eram extremamente engessados, agravados por barreiras linguísticas, fuso horário e a complexa legislação de comércio exterior russa e brasileira, mas brasileira que russa.
Burocracia Alfandegária e Embargos: A liberação de peças militares nas alfândegas sempre foi um gargalo. Para piorar, sanções internacionais contra a Rússia (intensificadas ao longo dos anos) e pressões geopolíticas dificultaram severamente o desembaraço aduaneiro, as transações financeiras internacionais e o transporte dessas peças.
No resumo da ópera, fica claro que as duas partes tiveram seu papel, mas o governo brasileiro ao assinar contrato de compra, sabia como era o modelo de pós venda, mas não estava disposto a pagar os custos.
Peru, Colômbia, Países africanos e asiáticos mais pobres que nós…até a Argentina não teve problemas com logística, enquanto estava pagando os russos.
Sgtº Moreno
Na verdade, a FAB nunca quiz os equipamentos, só os utilizou por imposição do então governo de FHC.”
FHC?? Quem comprou esses helicópteros foi o atual ocupante do Planalto, em 2008, e botou o bode na sala. MB e EB se fizerem de cegos e surdos e saíram de fininho, e quem teve que assumir a encrenca foi a FAB.
“Embora a oficina existisse no Brasil, o modelo de pós-venda da Rússia exigia o envio constante de componentes específicos e ferramentas de volta para as estatais russas, além da vinda de kits de reparação.
Foi nesse fluxo que a operação travou:
Lentidão e Burocracia Governamental: Os processos logísticos com as estatais russas eram extremamente engessados, agravados por barreiras linguísticas, fuso horário e a complexa legislação de comércio exterior russa e brasileira, mas brasileira que russa.”
Só isso que você mesmo colocou já demonstra a dificuldade, custo e tempo demandado para manter essas aeronaves. Totalmente contraproducente.
Sistemas e manuais todos escritos em cirílico. Porcas, parafusos e ferramentas, todos no sistema métrico, portanto diferente de todo o restante das aeronaves da FAB. Treinamento insuficiente e incompleto passado pelos representantes russos que vieram para treinar o pessoal técnico da FAB. Isso eu sei por informações de mecânicos que faziam a manutenção das aeronaves em Porto Velho.
Em relação ao treinamento, os mecânicos da Força Aérea Brasileira foram treinados em Torzhok, na Rússia, por instrutores experientes. Eles também completaram o treinamento na fábrica da Rostvertol, na Rússia, onde foram instruídos por instrutores da própria fábrica (existem até fotos do processo de treinamento). Fizeram as provas e foram aprovados em todos os testes exigidos! Essa é a prática padrão para qualquer pessoa que compre helicópteros russos. Posteriormente, eles concluíram o treinamento no Brasil após a chegada dos helicópteros.
Então? Russos vieram dar parte do treinamento no Brasil. E esse treinamento foi bem diferente do que os brasileiros estavam acostumados, além das barreiras da língua, ferramental, manuais, etc.
Santamariense
9 dias atrás
Já que falaram nos Mi-35 da FAB, o esquadrão Poti, 2⁰/8⁰ GAV, em Porto Velho, vai ser reativado. A FAB adquiriu em 2025 mais 11 exemplares do UH-60L, que vão se juntar aos atuais 13 que já possui. Todos vão ser modernizados, com revisão estrutural e implantação de um painel glass cockpit. Assim, serão 24 aeronaves distribuídas pelos 2⁰, 5⁰ e 7⁰ Esquadrões do 8⁰ Grupo de Aviação e 2⁰/10⁰ GAV … 6 aeronaves em cada um dos 4 esquadrões.
Puro sangue!
Um dos verdadeiro Helicópteros de Ataque , nada das Gambiarras colocadas no Esquilinho!
Rapaz , mas o Paquistão que vive em pé de guerra com a índia, tem uma boa frota desses esquilos armados
Sim, além de mi-35, AH-1 Cobra e uma encomenda de 40 Z-10
Essa versão egípcia é antiga e creio que não, mas KH52M russo opera um radar AESA V006 Rezets com alcance ar-ar de 50 km, juntamente com Vympel R73.
O Ka-52M não possui mísseis R-73, mas possui o Product 305 e talvez em breve esteja disponível o míssil Banderol, com alcance de 500 km. Acredito que adaptar este último aos Ka-52 egípcios não será difícil.
Desculpe aí mas que sentido tem armar um heli de ataque com missil com alcance de 500km ?
Primeiro que para ter este alcance, o missil terá um peso incompativel com a capacidade de carga de um heli de ataque. Vai levar um somente ?
Missil com este alcance faz muito mais sentido equipar caças supersonicos multi função que tem autonomia, alcance, velocidade, capacidade de carga muito maior que um Heli de ataque, que por sua natureza, se destina á TOs muito mais restritos em termos de área de atuação. TOs de grande profundidade em territorio inimigo estão fora de seu escopo.
Caso não tenha reparado na foto, existem diversas opções, desde alvejar infantaria inimiga, veículos blindados e convencionais, até alvejar drones, helicópteros e aeronaves, bem como alvos inimigos fora da zona de defesa aérea.
Você citou quase todas as missões que o A 29, com a combinação adequada de armamentos, pode realizar á um custo sensivelmente menor que um Heli de Ataque ” puro sangue” ,e adicionalmente tem velocidade, manobrabilidade, alcance e altitude sensivelmente maiores do quaisquer Helis de ataque.
Sim. Precisa de pista mesmo que precaria para decolar e pousar. Nada é perfeito.
Então você acha que um avião e um helicóptero são a mesma coisa? E é por isso que o Brasil não precisa de helicópteros de ataque? Que interessante. A Nigéria, por exemplo, tem o A-29 e o Mi-35M.
O nosso EC725 Caracal da MB opera o Exocet.
Provável que operará uma versão do MANSUP.
Historicamente, protótipos do Ka-52 já foram exibidos publicamente em feiras militares carregando o míssil R-73 para demonstrar sua versatilidade multifuncional.
Embora muito raro o uso, aparentemente o Kh52 é compatível com o R73. Abaixo uma foto do protótipo com 2 R73.
https://www.reddit.com/r/WarplanePorn/comments/1iz0c6p/prototype_ka52_with_1_r73_airtoair_2_kh25/
Apenas em protótipos, as coisas nunca chegaram realmente a esse ponto de implementação; a questão do X-25 também estava sendo trabalhada nessa fase.
Mas se os testes aeroesláticos foram feitos então ele está apto, não?
O R73 é míssil IR. Os houthis o disparam a partir de pickups.
Melhor helicóptero de ataque do mundo.
Esquilex chora qnd vê um bichão desses kkk
“ain, mas ele pelo menos é ocidental” kkk
É tão bom? Por que tantas perdas na guerra da Ucrânia? Onde estão Mi 35 russos, não se viu muito deles no conflito.
Sim, é o melhor! Que outro helicóptero, além dos russos Mi-28 e Mi-35M, enfrentou um adversário com um sistema de defesa aérea ocidental como esse? E ainda por cima operando dentro da linha de fogo.
Para ter perdas na guerra significa que ele tem que estar operando, coisa que 90% dos heli não fazem, principalmente contra inimigo de ponta!!, KH52 é um monstro e cumpre muito bem seu papel e por isso esta direto voando e sobrevoando na Ucrânia.
Provavelmente destruídos ou no chão kkk
No meio dessa guerra se mexeu já vem um drone pra cima com explosivos amarrados e explode tudo.
Ainda sim é um conflito de alta intensidade.
Mi 35 e utilizado pelos 2 lados beligerantes
O Mi-35 ucraniano (Mi-24V), alguns dos quais foram doados pela República Tcheca, e o Mi-35M são versões diferentes do helicóptero. O Mi-35M russo é tecnologicamente mais avançado.
Ucrânia mandou uns 90 desses para o paraíso
90? Escreva 500 imediatamente, você é engraçado) Aconselho você a procurar outras fontes.
Tem matérias de 2 anos atrás que 60 foram abatidos com registros confirmados.
De 90 já baixou pra 60. E registros confirmados por quem? Pelos mesmos que dizem que a Rússia só consegue manter a guerra por mais três meses (mas faz cinco anos que falam isso rsrsrs)?
E faz cinco anos que os russos não saem do lugar.
Salve senhores camaradas do Forte e Trilogia!
Nosso valente T-27 Tucano ao fundo. Pena que a EMB não conseguiu até o momento introduzir o A-29 na força egípcia.
Sgt° Moreno
Gostaria que o Brasil tivesse seu próprio helicóptero de ataque. Em que isso é pior que o Egito?
Você levantou uma discussão antiga. Missões típicas de um Heli de ataque X missões típicas de um A29 super tucano, com armamentos similares.
O super tucano leva vantagens obvias em manobrabilidade, velocidade, alcance e altitude. Fazendo dupla com E99M ele é imbatível em vigilancia aerea e ataques pontuais em solo e até escolta aerea para grandes helis de manobra . Por outro lado precisa de pista, mesmo que precária para pousar e levantar vôo. Este é o ponto negativo.
Helicópteros de ataque são visualmente impressionantes, mas isto mascara suas vulnerabilidades óbvias: operam em velocidsdes baixas < 300 km/h, baixas altitudes, manobrabilidade limitada em se tratando de escapar de defesas anti aereas. Isto os faz alvos perfeitos para manpds de todo tipo e sistemas anti aereos. A Russia perdeu uma quantidade impressionante de helicopteros de ataque na Ucrânia, justamente por causa dessas vulnerabilidades. Helicopteros de ataque são mais adequados para TOs de baixa e media intensidade, escoltas armadas de helicopteros de manobra, ou contra grupos insurgentes com pouca cobertura anti aerea. Em batalhas de alta e altissima intensidade, o risco de perdas é altissimo, levando- se em conta o alto custo deles e do treinamento da tripulação. Drones de ataque ao solo, comparativamente, tem custo muito mais reduzido, elimina o risco de perda de pilotos e cumprem a missão da quase da mesma forma.
Bom dia! eu era defensor de o Brasil comprar helicópteros de ataque puro sangue, como o: Apache…, más…, as guerras mudaram muito e muito rápido…
Drones e mísseis portáteis aos milhares e baratos do que a anos atrás…, mudaram totalmente o teatro de operações numa guerra…
É uma assunto para as escolas de estratégia das 3 forças armadas repensarem…
As guerras está mudando muito rápido…
Que máquina!!!
O mais avançado helicóptero de ataque da atualidade!
A Russia mantem os helicópteros no Egito. Aqui não tinha pós venda nem oficina especializada. Sugiro se informar mais sobre o que ocorreu. Enfiaram goela a dentro da FAB os MI-35
Tadeu,
O senhor que está mal informado, pois foi a burocracia do GF que não acertou contrato com a empresa que faria a ponte entre russos e uma empresa nacional para os trabalhos.
A verdade Tadeu segue abaixo, voei como carona inúmeras vezes nos Sabres, o aparelho era sensacional, elogiado pelos pilotos, mecânicos e odiado pelos narcotraficantes, mineradores ilegais, descaminhos vindos da Bolivia.
Abaixo segue breve relato sobre ô porque os Sabres não voam mais.
Por favor, não seja o papagaio que repete mentiras e retóricas infundadas.
Um forte abraço
Sgtº Moreno
A FAB e a estatal russa Russian Helicopters de fato fecharam uma parceria oficial. A empresa contratada no Brasil foi a IAS (Indústria de Aviação e Serviços), sediada em Minas Gerais.
2. O peso da burocracia e da logística
Embora a oficina existisse no Brasil, o modelo de pós-venda da Rússia exigia o envio constante de componentes específicos e ferramentas de volta para as estatais russas, além da vinda de kits de reparação.
Foi nesse fluxo que a operação travou:
No resumo da ópera, fica claro que as duas partes tiveram seu papel, mas o governo brasileiro ao assinar contrato de compra, sabia como era o modelo de pós venda, mas não estava disposto a pagar os custos.
Peru, Colômbia, Países africanos e asiáticos mais pobres que nós…até a Argentina não teve problemas com logística, enquanto estava pagando os russos.
Sgtº Moreno
Na verdade, a FAB nunca quiz os equipamentos, só os utilizou por imposição do então governo de FHC.”
FHC?? Quem comprou esses helicópteros foi o atual ocupante do Planalto, em 2008, e botou o bode na sala. MB e EB se fizerem de cegos e surdos e saíram de fininho, e quem teve que assumir a encrenca foi a FAB.
“Embora a oficina existisse no Brasil, o modelo de pós-venda da Rússia exigia o envio constante de componentes específicos e ferramentas de volta para as estatais russas, além da vinda de kits de reparação.
Foi nesse fluxo que a operação travou:
Lentidão e Burocracia Governamental: Os processos logísticos com as estatais russas eram extremamente engessados, agravados por barreiras linguísticas, fuso horário e a complexa legislação de comércio exterior russa e brasileira, mas brasileira que russa.”
Só isso que você mesmo colocou já demonstra a dificuldade, custo e tempo demandado para manter essas aeronaves. Totalmente contraproducente.
Sistemas e manuais todos escritos em cirílico. Porcas, parafusos e ferramentas, todos no sistema métrico, portanto diferente de todo o restante das aeronaves da FAB. Treinamento insuficiente e incompleto passado pelos representantes russos que vieram para treinar o pessoal técnico da FAB. Isso eu sei por informações de mecânicos que faziam a manutenção das aeronaves em Porto Velho.
Em relação ao treinamento, os mecânicos da Força Aérea Brasileira foram treinados em Torzhok, na Rússia, por instrutores experientes. Eles também completaram o treinamento na fábrica da Rostvertol, na Rússia, onde foram instruídos por instrutores da própria fábrica (existem até fotos do processo de treinamento). Fizeram as provas e foram aprovados em todos os testes exigidos! Essa é a prática padrão para qualquer pessoa que compre helicópteros russos. Posteriormente, eles concluíram o treinamento no Brasil após a chegada dos helicópteros.
Então? Russos vieram dar parte do treinamento no Brasil. E esse treinamento foi bem diferente do que os brasileiros estavam acostumados, além das barreiras da língua, ferramental, manuais, etc.
Já que falaram nos Mi-35 da FAB, o esquadrão Poti, 2⁰/8⁰ GAV, em Porto Velho, vai ser reativado. A FAB adquiriu em 2025 mais 11 exemplares do UH-60L, que vão se juntar aos atuais 13 que já possui. Todos vão ser modernizados, com revisão estrutural e implantação de um painel glass cockpit. Assim, serão 24 aeronaves distribuídas pelos 2⁰, 5⁰ e 7⁰ Esquadrões do 8⁰ Grupo de Aviação e 2⁰/10⁰ GAV … 6 aeronaves em cada um dos 4 esquadrões.