EE-9 revitalizados do EB

Trabalhos nos chassis e nos sistemas de armas terminaram com tiros técnicos no Campo de Instrução de Gericinó, no Rio de Janeiro

O Exército Brasileiro concluiu a revitalização logística de 11 Viaturas Blindadas de Reconhecimento EE-9 Cascavel na Operação Crotalus I. A iniciativa reuniu organizações de manutenção sob a coordenação da Base de Apoio Logístico e teve como objetivo recuperar as condições técnicas dos veículos empregados pela Cavalaria.

O Batalhão Central de Manutenção e Suprimento (BCMS) ficou responsável pela recuperação dos chassis. Já o Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento (BMSA) trabalhou nos sistemas de armas. Ao fim das intervenções, as viaturas passaram por tiros técnicos no Campo de Instrução de Gericinó, no Rio de Janeiro. Segundo o Exército, a atividade confirmou o funcionamento e a segurança das torres avaliadas.

A operação também serviu à formação de futuros graduados da Escola de Sargentos de Logística (EsSLog), que participaram de atividades práticas ligadas à manutenção dos blindados. O resultado amplia a disponibilidade de viaturas para a Cavalaria, embora as informações divulgadas não indiquem quais unidades receberão os 11 Cascavel nem detalhem avaliações operacionais posteriores ao tiro técnico.

A recuperação conduzida na Operação Crotalus I ocorre enquanto o Exército desenvolve um projeto mais amplo de modernização do EE-9. Segundo o Blog do Exército, esse projeto prevê intervenções em mobilidade, armamento, sistemas optrônicos e comando e controle de até 201 viaturas. Manter os blindados existentes disponíveis ajuda a sustentar a capacidade de reconhecimento da Cavalaria durante a execução desse programa.



Redes Sociais

A Trilogia Forças de Defesa também está presente nas redes sociais. Para comentar e discutir as matérias com os editores e outros leitores, entre no nosso grupo no WhatsApp e no Facebook. Para correções, críticas e sugestões de pauta, contate os editores: redacao@fordefesa.com.br.
Inscrever-se
Notificar de
guest

89 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
BraZil
BraZil
6 dias atrás

Belo armamento. Dá uma mistura de orgulho e saudosismo vê-lo em operação ainda hoje e lembrar do seu esmagador sucesso de vendas nos anos 80 e como isso irritou certos Europeoeusss.

Bueno
Bueno
6 dias atrás

o EB lutando para manter o mínimo de operacionalidade !!

Vamos que vamos! se não tem A vai com B mesmo.

Parabéns aos envolvidos !

Última edição 6 dias atrás por Bueno
Nativo
Nativo
Responder para  Bueno
6 dias atrás

Eu luto para entender como forças armadas, que tem um orçamento de 20 bilhões de dólares por ano, o dobro que tem um Paquistão, vivem com esse padrão de equipamentos.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Nativo
6 dias atrás

Eles gostam de equipamento antigo. Igual colecionadores de carros que acham Fuscas e Kombis maravilhosos e gastam uma grana para reformar e manter veículos com mais de 40 anos em vez de comprarem carros mais novos.

Antes que falem que um Centauro é muito mais caro do que modernizar o Cascavel, adquirir uma torre UT30BR2 e colocar em algum Guarani “subutilizado” custaria mais ou menos a mesma coisa que transformar um Cascavel em NG e o EB teria um veículo 40-50 anos mais novo, com capacidade anti-IED, anfíbio, com capacidade de transportar tropas e mais veloz.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Na guerra do Iraque, os Bradleys, com seu canhão de 25 mm, eram conhecidos como matadores de T-72. Imagino que um Guarani com uma mira decente e um canhão 30mm seria mil vezes mais eficaz q um Cascavel.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

Exatamente!

João
João
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

Não, não seria.

deadeye
deadeye
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

É, mas o Bradley era efetivo assim por causa do misseis TOW, não pelo canhão.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  deadeye
6 dias atrás

Então, é só add dois lançadores singelos, um em cada lado do canhão de 30 mm, para n ficar muito alto o veículo. Teríamos uma viatura nova e bem mais capaz.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

Eu falo dos mísseis Max 1.2.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  deadeye
6 dias atrás

A função do Cascavel ou do Guarani com canhão de 30mm não é enfrentar MBTs.

De qualquer forma, um canhão 30mm tem capacidade de neutralizar um T-72 ou equivalente se atacar pela retaguarda. Alguns T-72 foram neutralizados assim pelo canhão 25mm dos Bradleys.

E, conforme complementado, pode ser colocado um par de mísseis na torre UT30BR2 para dar maior capacidade de ataque a MBTs.

Deadeye
Deadeye
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Os que foram neutralizados com canhões de 30mm são a exceção da exceção. 99% foi por mísseis TOW. E sim, da para colocar no Guarani.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Deadeye
6 dias atrás

O míssil TOW era o plano A.
Quando falhava ou não tinha mais mísseis disponíveis partia-se para o plano B (canhão de 25mm), por isso a maioria das neutralizações foi com o míssil e não com o canhão.
Mas o canhão tinha a capacidade de neutralizar.

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Rafael Oliveira
5 dias atrás

Você disse:

  1. O canhão de 25 mm do IFV Bradley perfura lateral e traseira da armadura de um tanque T-72?

O ChatGPT disse:

  1. Sim, em algumas áreas e dependendo da versão do T-72 e da munição, mas não é correto dizer simplesmente que o M242 de 25 mm “perfura o T-72” de forma geral.
  • O Bradley usa o M242 Bushmaster de 25 mm, com munição APDS-T M791 e, em versões posteriores, APFSDS-T M919. O Exército dos EUA descreve o M919 como desenvolvido para aumentar a capacidade contra veículos blindados leves.
  • Em T-72 antigos, a blindagem lateral do casco pode ser relativamente fina. Uma referência para o T-72 original indica cerca de 70–80 mm de aço nas laterais do casco; a traseira do casco também é consideravelmente mais fina que a frente. 
  • Já a torre é outra história: mesmo modelos antigos possuem muito mais proteção na região frontal e nas laterais da torre.
  • Há registros históricos de Bradleys empregando o 25 mm contra T-72 iraquianos durante a Guerra do Golfo, mas isso não significa que o canhão tivesse capacidade universal de atravessar a blindagem de qualquer T-72.
  1. Portanto, contra a lateral ou traseira mais vulnerável de determinados T-72 antigos, especialmente com munição perfurante adequada e condições favoráveis, o 25 mm pode conseguir penetração. Contra partes mais protegidas — especialmente a frente e regiões robustas da torre — o 25 mm não é comparável ao armamento antitanque principal do Bradley, o TOW.

 Se vc está em combate, já usou os mísseis TOW e se depara com um tanque, vai com canhão mesmo e reza pra perfurar. E quando vc dá uma rajada, os primeiros vai enfraquecendo e os últimos acabam perfurando. 

Raphael
Raphael
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Ou cegar um MBT, como vimos acontecer na Ucrânia (não é um padrão, mas há essa capacidade, se o bicho pegar…).

JHF
JHF
Responder para  deadeye
6 dias atrás

Tirou meu comentário da boca.

Fabio
Fabio
Responder para  Skyhawk
3 dias atrás

Pior exemplo de obsolescência é o FAL, já era para ter saído a uns 20 anos atrás, alguém vai dizer que bom, até pode ser ? Mas é ultrapassado.

João
João
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Pra isso, vc tem q tirar os Guaranis das OM deles e mandar pra essas.
Não é essa a ideia.

A ideia é transformar unidades Mtz em Mec, com os Guaranis.
Na Cav, Urutu foi substituído por Guarani, e os Cascáveis o serão pelo Centauro.

Até lá, os Cascáveis não podem ficar parados.

Dentro da sua ideia, Guaranis teriam de sair das OM Inf Mec, enfraquecendo-as, ou teriam q manter Urutus na Cav, pros guaranis receberem UT30 e substituir os cascáveis.

Em qq solução, alguma unidade perderia.

O EB quer as OMInf Mec prontas.
Segundo, substituir os Urutus.
Terceiro, substituir os Cascáveis.

Se alterar essa ordem, para o q vc pensa, outro óbice haverá.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  João
6 dias atrás

O Guarani já substituiu com folga os Urutus.

E também já substituiu centenas de caminhões.

Uma parte desses que substituíram ou substituirão caminhões seria direcionado para substituir a parte dos Cascavéis que o EB pretende modernizar. O EB teria que continuar com caminhões em algumas OMs (total ou parcialmente) e comprar os Centauros.

É uma perda para algumas OMs? Sim, mas me parece melhor ter Guaranis com canhões de 30mm em número significativo em vez de Guaranis com Reman e metralhadora 7,62/.50 e Cascavel com canhão 90mm ultrapassado, pois haverá um incremento na capacidade bélica final. Perde-se um pouco e ganha-se muito.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

O Guarani foi feito para substituir o Urutu e transformar todas as Unidades de Infantaria que ainda eram/são Motorizadas em Mecanizadas. E para isso ele está sendo adquirido e para isso vai ser utilizado. O Cascavel modernizado é algo temporário, pois a aquisição do Centauro é para substituir exatamente o Cascavel. O EB poderia seguir 2 caminhos: o que eu descrevi aqui ou o que você descreveu. A opção parece ter sido pelo que eu coloquei. A utilização do Guarani na função do Cascavel, atrasaria ou mesmo inviabilizaria a transformação total da Infantaria Motorizada em Mecanizada.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Santamariense
6 dias atrás

Teoricamente seriam 2044 unidades do Guarani 6×6.
Era para transformar a Infantaria Motorizada em Mecanizada, mas não só isso, pois estava previsto ter também unidades com Canhão 30mm, Morteiro 120mm, Antiaérea e etc.
No caso específico da torre com canhão 30mm eram previstas 214 unidades. Hoje temos treze, salvo se alguma outra foi adquirida e entregue e eu não fiquei sabendo.
214 unidades poderiam substituir parte significativa dos Cascavéis.
“O Cascavel modernizado é algo temporário, pois a aquisição do Centauro é para substituir exatamente o Cascavel.”
Na velocidade e quantidade que estão adquirindo o Centauro eu aposto que ele não irá substituir todas as unidades do Cascavel, sendo que irá conviver com o modernizado por uns 30 anos, no mínimo. Isso se o EB não inventar de fazer mais uma modernização no Cascavel para ele durar uns 100 anos no seu inventário.

Tomcat4.8
Tomcat4.8
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Meu caro o Cascavel funciona para o que foi desenvolvido e sua modernização(merecidíssima, por mais que tardia) é quase que uma nova construção da viatura, basicamente ficando nova e exatamente pelo motivo, conta gotas do Centauro, q vc mencionou é que o EB já entrou com este projeto paralelamente à aquisição do Centauro II pois senão ficaria sem nada. E por fim, tanto Centauro como Cascavel, T-70,90 ,Abrams, Merkava e o escambal se lascam com ied, manpad, atgm, 30mm etc etc.

Santamariense
Santamariense
Responder para  João
6 dias atrás

Exato!!

RDX
RDX
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Esta torre cairia como uma luva para um Guarani de reconhecimento. É muito mais leve que a UT30.
comment image

Última edição 6 dias atrás por RDX
Nativo
Nativo
Responder para  RDX
6 dias atrás

Eu acho que um veículo de reconhecimento teria que ser menor e mais leve do que o Guarani, tipo um FNs pars 4×4 , Vab francês ,ou o wz550 chinês.

RDX
RDX
Responder para  Nativo
6 dias atrás

Uma opção é pegar o lote de Cascavel mais antigo e trocar a torre original pela UT30 com ATGM. A única vantagem seria a silhueta mais baixa. O Guarani continuaria sendo uma plataforma mais capaz uma vez que possui proteção decente contra minas e é anfíbio.
Um sonho meu era ver uma versão caça-carros/reconhecimento do M41 com torre UT30+ ATGM. Infelizmente os últimos foram transferidos para o exército uruguaio. Antes que alguém fale que é maluquice, o Peru fez exatamente isso…pegou velhos AMX-13 e substiuiu a obsoleta torre original por um lancador triplo de ATGM Kornet é uma metralhadora. 50 (programa Alacrán).

1000624236
Última edição 6 dias atrás por RDX
Nativo
Nativo
Responder para  RDX
6 dias atrás

Essa opção, a moda peruana seria um ótimo upgrade , mas armamento desse tipo e a preço acessível, só chinês ou do leste europeu, e nossas forças são muito conservadoras para irem comprar nesses mercados.

Colombelli
Colombelli
Responder para  RDX
6 dias atrás

Conheci de perto os M41 e operei com eles. Estavam no pó da gaita. Sem condiçoes de prosseguir operando.

RDX
RDX
Responder para  RDX
6 dias atrás

Anos atrás foi criada uma versão com torre TORC30. Não foi para frente.

comment image

Colombelli
Colombelli
Responder para  Nativo
6 dias atrás

Mas é. É o LMV. O guarani transporta um.gc fuz ou peça de morteiro na cav e o gc fuz na inf mec. Esta tropa faz rec a pé na cav em varias situações

RDX
RDX
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

O Guarani pode receber blindagem adicional e tem espaço interno suficiente para transportar drones.

Nativo
Nativo
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Pois é , Seria muito melhor! Até porque uma das críticas ao cascavel é a limitação de sua blindagem, para os armamentos atuais.

Última edição 6 dias atrás por Nativo
Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

“Igual colecionadores de carros que acham Fuscas e Kombis maravilhosos e gastam uma grana para reformar e manter veículos com mais de 40 anos em vez de comprarem carros mais novos.”

Quem gosta de carro antigo, gosta. E quem não gosta, não entende o motivo. Tudo certo. Eu gosto e tenho um Fusca 1976, como motor de Fusca mesmo, mas com “alguns” melhoramentos…comando de válvulas e cabeçotes especiais, 2 carburadores duplos Weber 40 e muitas outras coisas…., como rodas Fuchs total chrome… já gastei várias dezenas de milhares de reais…e não me arrepende nem um pouco. E tenho um carro atual, muito bom por sinal, com todos os confortos e comodidades dos carros atuais. Quem tem carro antigo é hobby ou paixão ou saudosismo…ou tudo isso junto. Mas, como eu disse, só quem gosta entende…e tudo certo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Santamariense
6 dias atrás

É um hobby saudável para pessoas que tem dinheiro para isso e que entendem as limitações de um veículo antigo. Parece ser o seu caso que tem outro carro moderno mais confortável, seguro e confiável para o dia a dia.
Mas no caso do EB não é saudável, pois o EB acredita que o Cascavel ainda é maravilhoso porque nos anos 80 ele teve algum destaque no norte da África e no Golfo Pérsico em guerras entre países do terceiro mundo. “Israel quis comprar todos os Cascavéis do EB para modernizar”. Tem hora que tem que olhar para os veículo antigos e dizer: “Chega, para, acabou. Vamos comprar outros modelos novos.”

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
Responder para  Rafael Oliveira
6 dias atrás

Não é questão de ter dinheiro ou não para ter veículo antigo.Você não entende do assunto veículos antigos e fez uma analogia ruim comparando com material militar.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Renato de Mello Machado
5 dias atrás

Se você acha racional ter um veículo antigo como seu único veículo, só lamento.
Assim como lamento o EB insistir no Cascavel, que vem sendo aposentado pelos demais usuários, muito mais pobres que o Brasil, devido a sua obsolescência.
Vai ficar igual ao A-4 na MB, a última usuária.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Oliveira
3 dias atrás

Você colocou assim:

“Igual colecionadores de carros que acham Fuscas e Kombis maravilhosos e gastam uma grana para reformar e manter veículos com mais de 40 anos em vez de comprarem carros mais novos.”

Se é para colecionar, não é para usar no dia a dia e nem para ser seu único veículo. Então, não cabe você dizer que o dinheiro gasto nos veículos antigos poderia ser usado para comprar veículos mais novos . São situações totalmente distintas…quem gasta em veículos antigos não quer usar aquele dinheiro para comprar carros mais novos, porque via de regra já tem um ou mais carros novos ou atuais.

José Gregório
José Gregório
Responder para  Rafael Oliveira
4 dias atrás

Concordo plenamente. E olha que os Centauros são só traques, salvo engano só chegaram 2, o que se faz com 2 num país com 8,5 milhões de km²??????

Bahiano
Bahiano
Responder para  Nativo
6 dias atrás

O orçamento das Forças Armadas é em muito compromete 75% e 85% do seu total comprometido com despesas obrigatórias, focadas quase inteiramente no pagamento de pessoal ativo, inativos (aposentados) e pensões.

Hamom
Hamom
Responder para  Nativo
6 dias atrás

Não temos equipamentos, mas temos generais.

Se incluirmos os oficiais-generais da reserva remunerada e inativos, a proporção muda drasticamente, passando para um general para cada 67 militares da ativa.

Muito? Forças Armadas têm 360 generais na ativa e 5 mil na reserva – com 130 marechais
E como na ativa ou na reserva o salário é o mesmo, ambos tem um peso similar no orçamento…

Nativo
Nativo
Responder para  Hamom
6 dias atrás

Inacreditável uma situação dessa.

Tomcat4.8
Tomcat4.8
Responder para  Hamom
6 dias atrás

Absurdo isso. Igual trocentos almirantes etc em uma marinha com poucos navios.

JuggerBr
JuggerBr
Responder para  Hamom
5 dias atrás

Faça essa conta usando as viaturas operacionais versus os generais… ou embarcações versus almirantes, é de chorar…

Skyhawk
Skyhawk
Responder para  Bueno
6 dias atrás

Mas para gastar dinheiro em batalhões de cavalaria, atletas para Olimpíadas e bandas de música tem. 
Imagine o que é gasto em inutilidades; daria para fazer várias operações na Amazônia, onde o Exército brasileiro perdeu o respeito e está sendo recebido a bala pelo crime nacional e internacional.

Bueno
Bueno
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

Eu não entro nessas questões.
Acho que os Cascavéis são fim de carreira. Costumo dizer que os militares têm feito o que podem , inclusive nada!

No dia em que o Brasil precisar de se defender, serão eles que estarão na linha da frente a manusear estas porcarias de sucatas. Enquanto isso, nós, os “especialistas de teclado”, estaremos escondidos num buraco e os políticos bem longe do problema…
O dia em que isto acontecer, não quero estar aqui para ver.

João
João
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

O EB não perdeu nenhum respeito na Amazônia.
Muito pelo contrário.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Skyhawk
6 dias atrás

Bandas é pessoal voluntario. Tem bem poucos musicos de carreira ( rarissimos).
Olimpiadas as FA tiveram de assumir porque ninguem tinha competencia pra fazê-lo. Deu e da bons fruros embora eu ache um desvio de finalidade.

E se te referes aos regimentos hipo de cav ( nao há batalhoes na cav) saiba que sao apenas 3 e todos exercitos ainda usam tropas hipo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Colombelli
5 dias atrás

Em relação aos atletas, são selecionados aqueles que já se destacaram nos respectivos esportes e os grandes campeões sequer usam a estrutura física, muito menos de pessoal, das FAs para treinamento e evolução no esporte. Entram para as Forças Armadas para ganhar o soldo mesmo.
O governo poderia pagar o salário via Ministério dos Esportes ou até da Fazenda que daria na mesma, mas optou em colocar as Forças Armadas no meio para dar algum prestígio a elas e também largar a conta no colo delas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Oliveira
5 dias atrás

Usam esrrutura o EB que é ótima na area de educaçao fisica e a formaçao militar ajuda muito no treinamento, fato reconhecido pelos proprios atletas.

Alias as FA tem know how how em competições internacionais de varias modalidades. Em treinar, competir e organizar. Ha olimpuadas nas brigadas e divisoes e competições internacionais

Se nao fizesse diferença pagariam.bolsa pelo ME

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Colombelli
4 dias atrás

” formaçao militar ajuda muito no treinamento, fato reconhecido pelos proprios atletas.” – Eles tem que fazer um declaração dessa para justificar o salário, né?

Todos os atletas de destaque não treinam habitualmente em instalações militares, muito menos são treinados por militares. No máximo, dão uma alô lá de vez em quando.

E, repito, os atletas entram para as Forças Armadas após conseguirem destaque internacional. Já são da elite.

O topo do esporte mundial não se compara com competições militares, tanto que militares que se destacam em competições militares não tem qualquer chance numa competição ampla com civis. Eu só lembro de um atleta “militar raiz” representando o Brasil em Olímpiadas (hipismo) e ele nem chegou perto de ganhar uma medalha. Quem ganha é quem não tem formação militar “real”, só um cursinho para dizer que é militar.

“Se nao fizesse diferença pagariam.bolsa pelo ME”
Como eu falei, foi um afago do L para dar uma moralzinha para as Forças Armadas. Também tem o fato do ME ser extinto a depender do governo de ocasião, perigo que não ronda as Forças Armadas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Oliveira
9 horas atrás

Se vc tivesse passado por TFM e conhecesse a estrutura de educaçao fisicadas FA nao falaria nada disso. Muito menos q os atletas militares falam da do beneficio pra fazer média. Eles nao precisam disso. E o reconhecimento vc vê na atitude deles. Nada substitui a disciplina e a “pressao” do meio militar. Pesquise o q falam os atletas.

E ha modalidades exclusivanente militares como o pentatlo militar. Nao da pra comparar modalidades diferentes e tampouco atletas profissionais com amadores. Competiçao civil tem.outro contexto. E a de nivel é profissional.

Quanto a militares nao conseguirem destaque no meio civil vc esqueceu do meu colega o sgt ” joao do pulo”. Ele fez a ESA como eu. Te garanto q teve treinamento bem.real. Varios atletas profissionais e hoje de destaque ja foram militares em outros paises. A 1 medalha olimpica brasileira inclusive foi de um militar.

Por fim tua afirmaçao de afago do.quase agora (felizmente) aposentado presidente as FA é puramente especulativa e desconhece o know how das FA na area. Se fosse por extinçao de ministerio tinha outras alternativas viaveis bem mais simples

Bueno
Bueno
6 dias atrás

tem Duas Versões de Cascavel nestas fotos .
Quem sabe as diferenças externa e interna?
as diferenças mecânicas etc se mantiverem ne..

Última edição 6 dias atrás por Bueno
RDX
RDX
Responder para  Bueno
6 dias atrás

O EB opera 3 versões:
157 M2 (versão mais antiga com faróis montados externamente)
37 M6
215 M7
M6 e M7 são esteticamente idênticos. Originalmente, a única diferença era o modelo da transmissão.

Rosi
Rosi
Responder para  RDX
6 dias atrás

Os 201 a serem modernizados são M7?
Sabe dizer?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rosi
6 dias atrás

Se chegarem a ser modernizadas 201 unidades, muito provavelmente serão todos das versões M6 e M7.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rosi
6 dias atrás

A priori sim. Mas equipamento militar nao se avalia por antiguidade so. Conta mais o desgaste pra modernizar, que varia muito de OM pra OM.

Exemplo: o 29 BIB, o 1RCC e o esquadrao CMec da 6 brigada ficam na divisa do CISM. Pra ir fazer alguma instruçao de campo basta 200 metros. Inclusive sao os que fazem tpdas as demonstrações de cooperaçao de instruçao.

O 7 BIB e o 4 RCC ja tem mais dificuldades pra ir ao campo. O desgaste acaba as vezes sendo menor e tambem é preciso levar em conta as condiçoes das areas onde costumam.operar.

Alias…uma época o 29 e 7 BIB tinham serviço de patrulha blindada diaria no CISM ( depois se tornou a pé). O 7 foi pra Santa Cruz. Faz bem menos atividade hoje. As condições do equipamento refletem diretamente isso

Bueno
Bueno
Responder para  RDX
6 dias atrás

Valeu! Via IA:

VBR EE-9 Cascavel M2
Armamento Original: Foi projetado originalmente com o canhão M6 de 37 mm (reaproveitado dos antigos blindados M8 Greyhound e tanques Stuart). Devido ao canhão mais estreito, esta versão inicial ficou conhecida no Exército Brasileiro como “Cascavel Magro”. Posteriormente, algumas unidades receberam atualizações.Motorização e Mecânica: Equipado com motor diesel Mercedes-Benz OM352A de 172 cv e transmissão manual Clark 280V de 5 marchas. Aspeto Visual: É facilmente identificável por ter os faróis montados na parte externa do chassi e pela torre visivelmente menor adaptada para o armamento secundário de 37 mm.

VBR EE-9 Cascavel M6
Armamento Principal: Já nasceu equipado com a torre definitiva da Engesa (ET-90) e o potente canhão EC-90 de 90 mm (produzido sob licença da belga Cockerill). Motorização e Mecânica: A maior mudança estrutural foi a troca do motor para o Detroit Diesel 6V-53N de 212 cv, acoplado a uma transmissão manual. Aspeto Visual: Visualmente moderno, possui os faróis embutidos no Chassi protetor frontal. Esteticamente é quase idêntico à versão M7.

VBR EE-9 Cascavel M7
Transmissão Automática: É a versão mais madura e numerosa produzida em série. A grande diferença operacional para a versão M6 reside na introdução da transmissão automática Allison MT-643. Isto reduziu drasticamente o desgaste mecânico e facilitou a condução do blindado em terrenos difíceis.Motorização: Manteve o motor Detroit Diesel 6V-53N de 212 cv, porém otimizado pelo gerenciamento da caixa automática.Uso Atual: Por ser a variante mais confiável e numerosa, a frota M7 (junto com algumas unidades M6) constitui a base que o Exército Brasileiro utiliza para os atuais programas de modernização, dando origem ao novo padrão Cascavel NG (Nova Geração)

Última edição 6 dias atrás por Bueno
RDX
RDX
Responder para  Bueno
6 dias atrás

Eu acho que as versões M2, M6 e M7 utilizam a mesma torre com canhão EC-90.

Wagner Figueiredo
Wagner Figueiredo
6 dias atrás

Nossa…” Suberania” sabe?!?!🦑🐙

Guacamole
Guacamole
6 dias atrás

Moderno demais da conta.

bo72kj7ps4n21
naval762
naval762
6 dias atrás

Dêem uma chance pra esses vovôs se aposentarem, é vergonha termos equipamento tão velho rodando. Quando eu era recruta no CIAB atirei com fuzis FN FAL com mais de 40 anos de uso, vou ver meus netos andando pra cime e pra baixo nesses veículos?

Santos
Santos
Responder para  naval762
6 dias atrás

Os FN FAL (The Right Arm of The Free World) estão bem e ativos na Ucrânia.

Inclusive uns dizem ser ele o equivalente ocidental ao AK-47. É bastante robusto.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Santos
6 dias atrás

Não é uma arma de assalto, não serve não. Ter visto um ou dois com um destes não quer dizer que são usados regularmente.

Santos
Santos
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
6 dias atrás

O FAL não é uma arma de assalto? Já falou isso pro EB?

E onde eu disse que é o fuzil padrão deles?

E ter visto 1 ou 2 nao quer dizer que não tenha 500 espalhados pelo front.

O que importa é que tem gente que prefere usar esse fuzil “ultrapassado” numa guerra moderna. Assim como o antigo AK-47 ainda é o fuzil padrão deles.

RDX
RDX
Responder para  Santos
6 dias atrás

O fuzil regulamentar do exército ucraniano é o AK-74 5,45mm
A Ucrânia escolheu o CZ Bren 2 5,56mm para substituir o AK-74.
Recebeu também milhares de fuzis da OTAN.
FAL e G3 7,62mm representam uma fração desse arsenal.

Talisson
Talisson
Responder para  RDX
5 dias atrás

A CZ deve estar se lambuzando com essas vendas pra Ucrania. Caso esteja recebendo em dia, claro.

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Santos
5 dias atrás

O que o EB acha que a arma é é irrelevante. O AK em qualquer de suas versões (e não é o 47 que se usa lá), independente de quando foi fabricado é um fuzil de assalto. Vc não precisa acreditar em mim, pode pesquisar isso tudo com ajuda da IA em poucos minutos.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Santos
9 horas atrás

Tecnicamente fal é um.fuzil de batalha. O primeiro fuzil de assalto de tropa regular do EB será o IA2.

É bom lembrar q ser de assalto ou de batalha é uma nomeclatura teorica que nao interfere nos usos praticos

Santamariense
Santamariense
6 dias atrás

Vendo unidades da versão M2 revitalizadas, como mostradas aqui, e lendo o último parágrafo do artigo, creio que quase certamente as unidades que passarão pelo processo de modernização serão todas das versões M6 e M7 e as que estão sendo revitalizadas agora irão operar nas OM até serem substituídas pelas viaturas modernizadas.

Colombelli
Colombelli
6 dias atrás

Os guaranis irao mecanizar 4 brigadas de infantaria. Restarao 6 de selva, 6 motorizadas, 1pqdt, 1 aeromovel, 1de pantanal e 1 blindadada.
Dara na faixa de 140 veiculos por brigada. Na infantaria transporta o gc fuz e engenharia. Tambem elementos de Com e cmd

Na cavalaria substitui o urutu e o marruá da peça de morteiro. Ha em torno de 56 a 58 esquadroes a 6 veiculos cada. Mais uns 60 veiculos nas OM de apoio das 4 brigadas cav mec. Na cav transporta o gc fuz e engenharia e peça 81mm. Tambem elementos de Com e cmd

O guarani nao sera usado como vbci alem daquelas 13 torres de 30m adquiridas. É vbtp só

O substituto do cascavel é o centauro. Precisara 3 lotes de 100 e um pouco mais pra substituir todos.

Um.canhao 90mm e 2 mtr sao armas eficientes pra função que realiza. O canhao 90 so tem.dificuldade contra o arco frontal do t 72 e contra o laopard 2 aqui na AL.

Ate uns 1200 metros tem boa precisao.

Uma ut30 custa 1.5 milhao de dolares.
A modernizaçao do cascavel sai por menos.

Bueno
Bueno
Responder para  Colombelli
6 dias atrás

Na perspectiva da guerra moderna de drones, 1200 metros não é uma distância extremamente curta e perigosa ?

Colombelli
Colombelli
Responder para  Bueno
5 dias atrás

1) a distancia media de tiros de canhao é esta. Por isso treinamos entre 1200 e 1600m
. 2) canhao 25, 30 ou 35mm tera mesmo alcance efetivo do 90.
3) drones nao mudam os requisitos de tiro do vbc
. 4) drones pequenos podem ter 10 ou 15 kmde distancia. Ter 1, 2 ou 4km de alcance de canhao nao muda nada.
5) pensar num canhao 30 ou 35 tambem com funçao AA contra drones exigiria um radar. Preço multiplica e torre teria de ter espaço. Fora desenvolvimento e homologaçao. Pra funçao AA sera o guarani

RDX
RDX
Responder para  Colombelli
6 dias atrás

A torre UT30 possui a grande vantagem de ter capacidade AA/antidrone.

Colombelli
Colombelli
Responder para  RDX
5 dias atrás

Bem limitada. Nao tem radar. Pegar na pontaria mesmo com sistema de acopanhamento de alvos e dificilimo ate com alvos de exercicio. Imagina um drone do tamanho de um liquidificador e voando rapido. O custo beneficio nao compensa. E esta funçao sera feita pelo guarani com baterias integradas, com radar adequado e sistemas de misseis e/ou armas de tubo fixas com pontaria automatica

A rigor pra drones ou se tem um radar com banda adequada q aponta automaticamente ( tipo gepard) ou é mehor atirar no olho, com a mtr em.pedestal. Torrettas com miras oticas ou eletronicas dificultam muito aquisicao de alvos aereos. Por isso vemos pouco uso destes recursos na Ucrânia onde velhas armas funcionam bem na funçao anti drone.

E é bom lembrar que nao ha previsao de novas ut30 alem das 13 adquiridas ( da 1 esquadrao).

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Colombelli
5 dias atrás

Essa precisão de 1200m é com o Cascavel parado e o alvo parado, né?

Lote inicial de 7 unidades do NG custou R$ 50 milhões. Pode ter aumentado também.

A UT30BR foi comprada por cerca de US$ 1 milhão. Deve ter aumentado, mas não sei se chega a 1,5.

Fica praticamente elas por elas.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Oliveira
5 dias atrás

O cascavel so atira parado com o canhao. Normalmente alvos tambem parados mas da pra atirar em alvos em movimento tambem pous a luneta tem barras de decalagem. Depende de muito treino. Na versao modernizada o tiro contra alvos em movimento sera muito facilitado.

Em 96 presenciei 120 disparos de cascaveis e M41 ( a 15 metros de distancia da posiçao da minha mtr). A 1500 m os alvos. So um entre mais de 20 veiculos acertou o alvo. E fez 2 vezes. Tiros parados e alvos parados. E foi um M41 com canhao 90 de alta pressao.

O preço que tu mencionas no cascavel ng é o de desenvolvimento e produçao de lote piloto. Sempre sai mais caro pois envolve projetos conceituais, aquisiçoes, integraçao, teste e homologaçao.

O preço de produçao em série cai bastante. O que estao propondo sai menos de 1 milhao de dolares por veiculo

Última edição 5 dias atrás por Colombelli
Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Colombelli
4 dias atrás

Pois é. O Cascavel é muito limitado.

Talvez o NG ganhe capacidade de atirar em movimento, coisa que o Guarani com UT30BR faz com louvor.

O preço que eu mencionei foi do lote piloto. O de desenvolvimento foi mais caro. É para o preço cair com a produção em série, mas tem a inflação dos anos entre o contrato do lote piloto (2022) e hoje, além de todas as malandragens que acontecem em licitações e após ela, com atrasos, multas, “reequilíbrio financeiro do contrato” e etc.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Rafael Oliveira
9 horas atrás

O ng melhorara contra alvos em movimento por causa do computador baliatisco e telas digitais. Mas nao tera torre estabilizada.
Tera de continuar atirando parado.

Tudo sempre tem inflaçao. Mas ora co orar piloto com produçao tu tens q indexar ambos.

O desenvolvimento ( prototipo) sera sempre mais caro que o piloto ( experimentaçao doutrinaria) e ambos serao mais caros que o de produção. Pra conparaçao correta todos anteriores tem q ter seus valores corrigidos monetariamente justamente pra evitar distorções da inflaçao q sempre aumenta o valor nominal mas nao o proporcional e real.

Santos
Santos
6 dias atrás

Eu acho que eu vi uma coifa! Aleluia

Cleiton Nunes
Cleiton Nunes
6 dias atrás

Revitalizando sucata. Jogando dinheiro fora….instituicao falida mesmo…

Lucas Garcia
Lucas Garcia
5 dias atrás

Essa blindagem do Cascavel não aguenta nem um drone FPV hoje em dia.
A tripulação vira churrasco com um drone de mil reais e uma bomba.

Gastar dinheiro nisso é insanidade.

Esses Generais brasileiros estão parados na guerra do Vietnã.

Colombelli
Colombelli
Responder para  Lucas Garcia
5 dias atrás

Nenhum vbtp, vbr ou vbci, mesmo com 35 toneladas, aguenta um drone.

O proprio centauro suporta so ate 30mm.

O conceito é focado na mobilidade e a funçao especifica e tatica de operaçao do pel c mec devem.ser considerados.

Para se ter um paralelo, a funçao do pel c mec no caso do conflito ucraniano é feita no mais das vezes por hummves blindados no lado ucraniano ou veiculos similares no caso russo.

Reconhecimento e exploraçao com mobilidade em areas ou eixos e ataques a posições sumarias na ofensiva ( contra ataques principalmente). Defesa móvel por fogo ( minima exposiçao) na defensiva. Flanco guardas e escoltas em.ambas situações.

A missao dita a arma

José Gregório
José Gregório
4 dias atrás

Eu adoro fotos de blindados antigos, adoro visitar um Museu que tem aqui perto, essas fotos estão muito boas, mas ver gastarem dinheiro neles, sinceramente, é uma situação miserável, dá um aperto no peito, realmente nãoestamos preparados para nenhuma guerra de verdade, é lamentável demais, fico pensando que certos países devem rir de montão quando olham para nós, essa miséria total, pobres dos tripulantes que não terão a menor chance de sobrevivência, bem, mas eles são só pra desfiles…

willhorv
willhorv
4 dias atrás

Na boa…isso é uma vergonha, desanimador e gera uma decepção enorme por algo que era motivo de um certo orgulho.
Jamais deixaria meu filho servir nestas forças armadas com caixões com rodas…surreal!
Até quando isso vai acontecer!!

Colombelli
Colombelli
Responder para  willhorv
9 horas atrás

Contra drones tudo virou caixao sobre rodas.

Santamariense
Santamariense
Responder para  RDX
3 dias atrás

Na próxima semana estarei bem por aquela região. Certamente vou cruzar por comboios na estrada.

Colombelli
Colombelli
Responder para  RDX
9 horas atrás

As ferroviárias daqui aguentam igual as deles. Mas creio q dara problema na bitola de trilho. Ou eles terao q ir pra prancha rodoviaria aqui ou tera que ser feito transbordo pra nossos trens.