segunda-feira, setembro 20, 2021

Saab RBS 70NG

Sistema de morteiros Nemo da Patria selecionado para os veículos LAV II

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O sistema de morteiros Patria Nemo de 120 mm foi escolhido para os veículos LAV II feitos pela General Dynamics Land Systems – Canadá, como um projeto FMS pelo Governo dos EUA.

Patria e Mecar SA da Bélgica assinaram um memorando de entendimento para um número não revelado de sistemas Patria Nemo.

Patria é a líder de mercado global em sistemas de morteiros em torretas. Patria Nemo é uma torre de morteiros de 120 milímetros de controle remoto, que oferece gerenciamento de assinatura excelente e proteção balística, bem como proporciona apoio de fogo direto e indireto.

O sistema Nemo da Patria foi selecionado anteriormente pelas Forças Armadas da Eslovênia e Emirados Árabes Unidos.

Patria é um grupo aeroespacial, de defesa e segurança com operações internacionais, entregando a seus clientes soluções competitivas baseadas em know-how especialista próprio e parcerias. Patria é propriedade do Estado da Finlândia e da European Aeronautic Defence and Space Company EADS NV.

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Bosco
11 anos atrás

Vale lembrar que o que está do lado do Nemo, de 1 cano, é o AMOS, de 2 canos.

Galileu
Galileu
11 anos atrás

Pátria é o melhor VBTP 8×8 que existe!! sem dúvidas, o bom é que o EB sabe disso, mas infelizmente não tem $$

Quanto ao sistema do post, nossa daria uma mobilidade fantástica….sorte de quem tem!

Bosco
11 anos atrás

Morteiros são armas muito interessantes. Esses atuais morteiros automáticos de retrocarga são oriundos dos antigos canhões-morteiro desenvolvidos pelos franceses na década de 70 fabricados pela Thomson-Brandt, que armavam uma série de carros de combate. Existiam nos calibres 60 e 81 mm e eram capazes de fazer tiro tenso como um canhão convencional ou tiro curvo como um morteiro. Na verdade eram verdadeiros canhões de baixa pressão. Interessante como a idéia não foi levada à diante. Felizmente a idéia não morreu de todo, dando origem a esses modernos morteiros automáticos, que aliados a munições foguetes e projéteis guiados dará muito o… Read more »

MA
MA
11 anos atrás

Bosco, lembro de ter visto em alguns vídeos um disparo de BMP-3 num ângulo excepcionalmente alto, alguém saberia me dizer se o canhão de baixa pressão daquele veículo poderia ser utilizado para fogo indireto?

O conceito de morteiros pesados eu também acho muito bom, como o autopropulsado de 240mm 2S4. Alcance elevado, grande poder de fogo e alta mobilidade… É um conceito interessante pro EB, em minha opnião.

celso
celso
11 anos atrás

Bosco, tirou da minha cabeça teu comentario….hehehehhehehehe e por aqui os caras fazem festa qdo conseguiram fazer um morteiro de 120mm rebocado numa carretinha kkkkkkkkkkk qto aos 105mm…….sem comentarios…..so dando mesmo muita risada, alias, em caso de guerra façam so um aviso (esta e veia hemmm) O ultimo que sair apague a luz por favor, ou entao, uma piada que ouvi certa vez em relaçao a Dinamarca….la o povo dizia q ao inves de gastar com FAs, custaria menos ter um telefone em linha direta com o inimigo pra poder apresentar a rendiçao incondicional o mais rapido possivel, pelo menos… Read more »

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
11 anos atrás

Eu nao sei qual o alcance e a precisao desses morteiros alem do padrão de 120mm,porém a estética deles é muito legal,parece algo futurista.
Abraços

felipe alberto
felipe alberto
11 anos atrás

ele e sthealth? na 3 foto fica bem aparente

Leandro RQ
Leandro RQ
11 anos atrás

Concordo com o Diego

Cada vez mais os designers que trabalham na indústria de armamentos utilizam um visual “Guerra nas Estrelas ” ou “Tropas Estelares” no desenvolvimento das armas.

Nesse ritmo um dia ainda veremos um “porta aviões voador” parecido com a “Voyager do Star Trek” uauauuauaua

Bosco
11 anos atrás

Diego, O alcance de um moderno morteiro pesado de 120 mm é de 11 km. Até 15 se utilizar projétil propulsado por foguete. Comparativamente a precisão e pior que a de um obuseiro, mas o fator é compensado pelo maior volume de fogo. Sem falar que há uma completa família de projéteis guiados sendo integrados a essa arma. MA, Não sei se o canhão de baixa pressão do BMP3 é capaz de fogo indireto. Creio eu que não. Celso, Mas mesmo os nossos morteiros pesados rebocados se os tivéssemos em grande quantidade seria muito bom. Já que não temos equipamentos… Read more »

Bosco
11 anos atrás

A inclinação que dá uma aparência furtiva deve ser visando uma melhor eficiência da blindagem, mas não duvido que venha a reduzir também o RCS do veículo.
Embora mísseis guiados por radar contra carros de combate ainda sejam exceção no campo de batalha, eles ainda são facilmente detectados por radares avançados de aeronaves.
Cada vez mais veremos os projetistas preocupados em reduzir a assinatura radar de veículos de terra. A térmica então, nem se fala.

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Duas perguntas bastante simples:

1. o que é um LAV II?

2. em que ele difere de um LAV I?

Bacchi

Bosco
11 anos atrás

Reginaldo,
LAV é uma família de veículos blindados leves sobre 8 rodas usados tanto pelos Marines como pelo exército americano (brigadas Stryker), dentre outros.
Ser I ou II se refere a versão. Já estão na versão 5.
Projeto originário da Suiça e construído sob licença no Canadá e EUA.
O Brasil também possui alguns dando apoio no Haiti.

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Bosco escreveu: “Reginaldo, LAV é uma família de veículos blindados leves sobre 8 rodas usados tanto pelos Marines como pelo exército americano (brigadas Stryker), dentre outros. Ser I ou II se refere a versão. Já estão na versão 5. Projeto originário da Suiça e construído sob licença no Canadá e EUA. O Brasil também possui alguns dando apoio no Haiti.” Muito obrigado – mas veja, Bosco – você não entendeu minha pergunta e respondeu coisas que eu conheço. Pelo que eu sei LAV é como determinada versão dos MOWAG Piranha III é denominada no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados… Read more »

Bosco
11 anos atrás

Reginaldo,
Me desculpe. Não havia entendido mesmo a pergunta e nem me dei conta que você é o “Reginaldo” autor de uma série de artigos.

Pulando o “mico”, eu me lembro dessa versão Uravel que foi oferecida aos Marines.
Quanto as diferentes versões do LAV, depois da gafe, nem ouso dar pitaco. rsrsrsrsr

Um abraço.

DaGuerra
DaGuerra
11 anos atrás

Existe alguma versão morteiro pesado para os “novos” Urutus do EB?

Seal
Seal
11 anos atrás

Esta torreta controlada por controle remoto seria uma boa opção para os Urutu III do EB.

Enquanto isso,nossos vizinhos estão se rearmando:

Colômbia recebe novos Obuseiros com alcance de até 17Kms:

http://www.tecnodefesa.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1702:canhoes-nexter-lg-1-mkiii-para-o-exercito-da-colombia&catid=35:noticias&Itemid=55

felipe alberto
felipe alberto
11 anos atrás

Me lembro de ter visto aqui no forte, que o EB havia comprado alguns caminhões para levar morteiros(só me lembro que ele iria para marabá).

Mas indo ao ponto perguntando a vocês “oraculos” ate quanto um caminhão pode ajudar na mobilidade da artinharia.

Bosco
11 anos atrás

Felipe,
A artilharia rebocada é muito necessária, tanto na forma de obuseiros, lançadores de foguetes e morteiros pesados, podendo inclusive ser transportada por helicópteros, etc.
O que não deve é ser só rebocada. É interessante que haja uma maior variedade de sistemas e alguns devem ter maior mobilidade, sendo do tipo autopropulsado e oferecer algum tipo de proteção blindada, tanto para acompanhar o avanço da cavalaria/infantaria quanto para se deslocar rapidamente afim de evitar o fogo de contrabateria num cenário de guerra de alta intensidade.

Joker
Joker
11 anos atrás

Reginaldo Bacchi disse:
4 de setembro de 2010 às 22:03

Bacchi, mil desculpas eu não entendo nada relacionado ao ForTe…

O sr. quis dizer que o LAV seria o nome do projeto, e LAV I ou II seriam referentes a versões dos veiculos resultantes desse projeto?

Vader
Vader
11 anos atrás

Pessoal, eu queria comentar essa notícia, mas depois desisti.

É que quem já fez cálculo de tiro de morteiro 60mm/81mm, quem já fez marcha para o combate carregando reparo de morteiro 4.2, sabe o quão longe estamos de de algum dia possuir qualquer coisa dessas.

Uma lástima. Nossa sorte é que nossos vizinhos são ainda mais patéticos que a gente.

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Bosco escreveu: “… O que não deve é ser só rebocada. É interessante que haja uma maior variedade de sistemas e alguns devem ter maior mobilidade, sendo do tipo autopropulsado e oferecer algum tipo de proteção blindada, tanto para acompanhar o avanço da cavalaria/infantaria quanto para se deslocar rapidamente afim de evitar o fogo de contrabateria num cenário de guerra de alta intensidade. …”. Exatamente. Tudo indica que o primeiro veículo deste tipo (canhão montado sobre chassi de caminhão) a entrar em produção, foi o Caesar da Nexter (ex GIAT), que já entrou em combate no Afganistão. Na Suécia está… Read more »

Vader
Vader
11 anos atrás

Correção: morteiro 4.1

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Joker disse em 6 de setembro de 2010 às 0:19 “… O sr. quis dizer que o LAV seria o nome do projeto, e LAV I ou II seriam referentes a versões dos veiculos resultantes desse projeto? …”. O nome LAV está sendo usado de uma maneira muito pouco precisa. Como já falei existiu um programa LAV no seio do Corpo de Fuzileiros Navais EUA, programa este que deu origem a alguns batalhões de reconhecimento, mobiliados com o MOWAG Piranha em várias versões. Pode ser, repito: pode ser, que esta menção de LAV II se refira a uma segunda série… Read more »

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Vader disse em 6 de setembro de 2010:
“… Correção: morteiro 4.1 …”.

Tem certeza?

Por que?

Durante anos tenho lido 4.2″.

Bacchi

Marine
11 anos atrás

Bacchi, Infelizmente vou te deixar na mao com o topico dos LAVs. Foi ate interessante voce citar os nossos Light Armored Reconnaissance (LAR) Battalions porque realmente me fez realizar que o nosso contato com eles e minimo. Em 11 anos nunca trabalhei com eles e tenho dificuldade ate de lembrar um colega que seja lotado com eles ou que possui tal especializacao. Por essa razao entao meu conhecimento da comunidade de LARs e seus LAVs e minimo e fico sem poder te ajudar muito. Posso estar enganado mas pelo que sei os veiculos sao todos modelos LAV-25 que seriam diferentes… Read more »

Vader
Vader
11 anos atrás

Reginaldo Bacchi disse:
6 de setembro de 2010 às 9:36

Ahaha Reginaldo, agora me confundiste, rsrsrs…. Num tenho certeza, teria que olhar nos meus papiros…

Morteiro “pesado”, pronto… 🙂

Vplemes
Vplemes
11 anos atrás

Pelo que me lembro de meu tempo de EB, o morteiro era 4.2″.

Vader
Vader
11 anos atrás

É verdade, é 4.2, rsrs… to ficando velho… 🙂

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Vader, Como sou meio antigo, acredito que era o velho 107mm, que equipava o M-106 (versão do porta-morteiro pesado do M-113), derivado de uma versão rebocada que remontava a Guerra da Coreia ou mesmo final da 2ª Grande Guerra. Uma boa arma que cumpria sua missão, mas foi substituído pelos morteiros de 120mm, copiados sob licença do morteiro pesado israelita SOLTAM K-6, bastante testado. A versão standard é o M-120 e o embarcado nas viaturas M-1064 é o M-121 no US Army. Desconfio que o nosso 120 deve ser baseado também nos projetos da SOLTAM, uma jovem mas experiente fabricante… Read more »

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Ivan disse em 6 de setembro de 2010 às 21:31: “… Desconfio que o nosso 120 deve ser baseado também nos projetos da SOLTAM, uma jovem mas experiente fabricante de morteiros. …”. Se não me engano ele é copia do morteiro raiado 120 mm da Thomson-Brandt. “… Pessoalmente prefiro um blindado 8×8 à um 6×6. …”. E por que não um 10X10, como o MOWAG Piranha 10X10 e ultimo projeto comercial estadunidense, que vai de um 4X4 até um 10X10? “… Reginaldo Bacchi, …… Estou, ou melhor, estamos todos aguardando este artigo sobre artilharia autopropulsada montada em caminhões. ….”. Por… Read more »

CosmeBR
CosmeBR
11 anos atrás

Feliz dia da Independência! Parabéns Brasil!!!

Brasil Acima de Tudo!!!!!!!!!

Marine
11 anos atrás

Ivan,

Uma MEU(SOC) pode ser customizada a levar numeros e meios diferentes e isso faz com que ela tenha a flexibilidade que tem. Em resumo uma MEU procura ser uma especie de Mini-USMC.

Elas podem zarpar com ou sem tanques, com ou sem Harriers… Tudo isso com olho na missao entao as vezes um sistema ou sua quantidade tem prioridade em detrimento de outros.

Semper Fidelis!

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Reginaldo, Sempre aprendendo com vc. Infelizmente eu não sou um aluno tão aplicado… 🙂 Meu engano com a origem do MORTEIRO PESADO 120 M2 RAIADO – Mrt P 120 P R (acredito que é esse o nome) foi imperdoável. ______ Quanto ao G-6 (sempre achei interessante esta arma) e ao DANA, como são peças autopropulsadas sobre rodas, acreditei que poderiam ter a mesma finalidade tática, se assemelhando mais ao uso dos canhões sobre chassi de caminhão do que às peças autopropulsadas sobre lagartas. Se o uso tático dos tipos de artilharia sobre rodas for diferente, gostaria muito de aprender. Na… Read more »

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Marine,

Entendido.

Certamente é por esta razão que encontro diversas formações para as Marine Expeditionary Unit.

Grato,
Ivan, um antigo infante.

MA
MA
11 anos atrás

Ivan, gostei da sugestão, também gostaria de uma matéria comparativa entre os tipos de suspensão, a questão 10×10 vs Sistema de lagartas me deixou intrigado! Mesma coisa quanto ao comentário: “Se o uso tático dos tipos de artilharia sobre rodas for diferente, gostaria muito de aprender.” Ao meu ver, a única diferenciação nos veículos supracitados é básicamente a plataforma de transporte. Mas não entendi como isso traria uma mudança demasiado significativa para a aplicação em combate! Aguardo ansiosamente a resposta dessas questões, por quem quer que seja! PS:. Em minha opnião pessoal eu não creio que seja interessante uma plataforma… Read more »

Vassili
Vassili
11 anos atrás

Falando em Caesar,

Quando eu comprava a revista Tecnologia e Defesa, saiu uma reportagem sobre a possibilidade de os Malaios adquirirem esse moderno sistema. Lembro que essa notícia saiu em uma edição especialmente dedicada aos modernos submarinos diesel elétricos.

Essa compra realmente ocorreu?????

Eu, particularmente não gosto do sistema Caesar, pelo fato dele obrigar a tripulação à se expor por completo fora do veículo. SE o EB nadasse em verba e pudesse adquirir algo desse porte, eu votaria no Archer FH-77.

E, falando em FH-77, os chilenos operam algumas unidades adquiridas recentemente, certo??????

abraços.

Bosco
11 anos atrás

Existiam apenas dois tipos de sistema de artilharia de tubo, rebocado e autopropulsado. O autopropulsado naturalmente oferecia proteção blindada para seus operadores, podendo ser sobre rodas ou esteiras. Um terceiro tipo se apresentou, com o cruzamento do canhão com seu caminhão de transporte. Ao meu ver esse tipo seria dispensável por ter defeitos inerentes aos dois sistemas anteriores e nenhuma de suas qualidades, sendo de uso muito específico, em um cenário próprio. Por exemplo, comparado com o canhão AR ele tem melhor mobilidade, mas não pode ser helitransportado. Comparado com o AP, ele é bem mais barato, mas não oferece… Read more »

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Vader,

Acredito que a designação do velho 107mm no US Army era M-30… mas isso não tem mais a menor importância… he he he… 🙂

Abç,
Ivan.

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Reginaldo Bacchi disse em 6 de setembro de 2010 às 23:27: “… Para mim, nem o G-6 nem o DANA, podem ser considerados canhões sobre chassi de caminhão. Eu os denominaria Canhões Auto Propulsados sobre Rodas. …” Poderiam se admitir as seguinte categorias: Canhão (ou: Obuseiro) Auto Propulsado (Sobre lagartas) e Canhão (ou: Obuseiro) Auto Propulsado (Sobre rodas). Este é um equipamento que no EB é classificado como VBC (Viatura Blindada de Combate), que normalmente após esta sigla aparece a designação do tipo. Assim teríamos para o carro de combate: VBC CC, e depois a descrição do material: VBC CC… Read more »

Ivan
Ivan
11 anos atrás

Reginaldo,

Infelizmente é impossível atender sua vontade.

Seus textos sempre foram referência para mim, na sede de aprender.

Vc será sempre o Mestre.

Pois Mestre não é aquele que retém o conhecimento, mas aquele que tendo, o transmite.

Contudo, tenho um mau hábito de questionar sempre, inclusive meus professores… he he he.

Assim sendo, a qualquer momento poderei estar atrevidamente discordando, mas sem perder o respeito e a estima.

Atenciosamente,
Ivan, do Recife. 🙂

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Como um complemento sobre a utilização do Caesar no exército Francês eis o material de artilharia atualmente em dotação neste exército:

Morteiro Tomson-Brandt de 120 mm raiado: 80 unidades;

TRF-1 obuseiro rebocado de 155 mm: 32 unidades;

Caesar obuseiro auto propulsado de 155 mm: 64 unidades;

AUF-1 obuseiro auto propulsado blindado de 155 mm: 32 unidades.

Bacchi

Marco antonio Lins
11 anos atrás

Ilmos

Qual a diferença entrer obus e artilharia convencional?
Desculpem minha falta de concimeento.

Abs

Reginaldo Bacchi
Reginaldo Bacchi
11 anos atrás

Marco antonio Lins disse em 10 de setembro de 2010 às 9:48 “… Qual a diferença entre obus e artilharia convencional? …”. Já que o obuseiro (não obus – obus é a granada – obuseiro é a arma) pertence a artilharia convencional, eu acredito que sua pergunta é: Qual a diferença entre obuseiro e canhão? Hoje na artilharia de campanha não existe mais diferença. Todos os obuseiros atualmente produzidos são também canhões. Antigamente (ou seja praticamente até o fim da 2ª GM) o canhão era uma arma de tiro tenso que atirava até um angulo de 15 a 20 graus… Read more »

Marco antonio Lins
11 anos atrás

Ilmo Sr

Obrigado pelo exclarecimento! Agora comprendo.

Abs

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