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Avibras e Iveco finalistas do VBMT-LR

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Avibras Tupi

DIRETORIA DE FABRICAÇÃO
DIRETORIA
AV I S O
CHAMADA PÚBLICA

A DIRETORIA DE FABRICAÇÃO (DF), Órgão do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro torna pública a realização de Chamada para negociação e orientação para apresentação da Proposta Técnico-Comercial Final referente ao processo de Obtenção por Nacionalização da Viatura Blindada Multitarefa – Leve de Rodas (VBMT-LR).

As empresas AVIBRÁS Divisão Aérea e Naval S.A. e IVECO LATIN AMERICA LTDA deverão comparecer na Diretoria de Fabricação, situada na Praça Duque de Caxias, nº 25 – 7º andar, Centro, Rio de Janeiro (RJ), no dia 04 de agosto de 2015, em horário de expediente (das 08:00h às 16:00h), com pessoal legalmente constituído e tecnicamente habilitado, para recebimento de instruções necessárias à apresentação das respectivas Propostas Técnico-Comerciais Finais e retirada da minuta do contrato.

As citadas empresas deverão entregar as Propostas Técnico-Comerciais Finais, em envelope lacrado, às 14h do dia 18 de agosto de 2015 na Diretoria de Fabricação.
Gen BDAMAURO GUEDES FERREIRA MOSQUEIRA GOMES

IVECO LMV - LAAD 2011

FONTE: DOU

31 COMMENTS

  1. Precisa de concorrência p/ adquirir porcaria???
    Assim não, né EB!!!
    No mais somente outra concorrência em que o principal não é mobiliar adequadamente a tropa, mas tão somente agradar a absurdamente inepta BID.

  2. Os caras vão comprar a porcaria mesmo…

    180 unidades(?) de caixões.

    Já do outro lado do canal, aparentemente os caras lá conseguiram o que eu, até o ano passado, achava impossível: Conseguir uma proteção efetiva para 4 ou 6 soldados contra IEDs em um veículo 4×4 com menos de 10t.

    O nome da do engenho é Ocelot, que no Royal Army é conhecido como Foxhound. Ele obteve o melhor resultado dentre todos os Blindados leves 4×4 desde 2012 no Afeganistão… Uma pena ninguém saber disso, pois até o marketing dos caras para o seu fantástico produto é estremamente falho.

    Enquanto isso vamos escolher entre a tranqueira francesa e a porcaria italiana.

    Segue o Ocelot.
    http://www.military-today.com/apc/ocelot.htm

    Atentem para o último parágrafo:

    “It is claimed that engine can be replaced in field conditions within 30 minutes. Engine of the Ocelot is coupled with ZF automatic transmission. Vehicle has a full-time all-wheel drive. All wheels function independently, so other wheels continue to work if one of them is blown-off. Vehicle also has a four-wheel steering.”

    PS.: Ele está sendo oferecido (sob licença) mundialmente pela GD.

    Grande Abraço.

  3. Caros Thomas e Bacchi,

    Mas os britânicos não mandam, ou ao menos tentam evitar mandar os “Ivequitos” para os mesmos cenários que eles mandam os Foxhounds e até mesmo os seus Jackals, esse último, apesar de ser “aberto” possui mais capacidade de sobrevivência a IEDs que o jipinho italiano.

    Vejam bem, não estou falando de AL e sim da possibilidade de irmos para zonas mais quentes, onde o EB irá usar uma dessas 2 tranqueiras ai para missões que no caso britânico, são usados veículos mais especializados ou melhor preparados.

    O Ocelot (Foxhound) sem dúvida é mais caro (será?), mas quando se fala em 160-180 unidades e o tipo de missão para a qual o VBMT-LR se presta a suprir o EB… Preparem-se… essas coisas ai não irão cumprir a missão.

    Para apenas 180 unidades(?) valeria apena comprar de prateleira até um Dingo… isso ai será mais um ralo de dinheiro público, que não terá continuidade e SE houver algum aprendizado na “Transferência de Tecnulugia”, ele sera perdido pela própria descontinuidade, de novo.

    O que nos leva de volta ao motivo dele se tornar um ralo de dinheiro… um eterno ciclo vicioso típico do nosso amado Propinistão*.

    * Estraordinária nova definição cunhada pelo colega Baschera(?).

    Grande Abraço.

  4. Oganza, eu já em outro sitio comentei a confusão deste requisito de veiculo para mobiliar força de apoio a trabalho da ONU.

    Eu até hoje acho que o EB está misturando estações.

    Se o veiculo é para atender os inúmeros ROBs do EB para veículos teoricamente destinados aos Esquadrões/Regimentos de Cavalaria Mecanizados e outros usos, deveria então passar por testes muito mais rigorosos do que parece que estão sendo feitos. Uma escolha mais cuidadosa e mais criteriosa.

    Os veículos para ONU (que eram um requisito URGENTISSIMO a 3 anos atrás – total 36) poderiam ser adquiridos de uma forma mais rápida.

    Na minha opinião são dois casos completamente diferentes. Está se deixando um atropelar o outro.

    Minha conclusão: vamos ter algo não tão bom como poderia ser.

    Infelizmente parece que os critérios políticos são mais importantes.

  5. A depender do IED, nem um Merkava, Abrams, Armata ou Leo A7 suporta. A questão é saber pra onde estão indo. Com certeza o Líbano é um TO quente, bem mais do que é o Haiti, mas nem de longe o que são Síria, Iraque ou Afeganistão.

    Vale lembrar que (se não me falha a memória) tanto o LMV, quanto o Sherpa Light operam/operaram naquele TO. Resta-nos saber como se saíram?!

    Até mais!!! 😉

  6. Wellington,

    só esclarecendo: 90% dos veículos militares não suportam um IED de 5 – 10 lb (≈ 2,3 – 4,5kg). Essa carga, dependendo de onde atinja, imobiliza quaze qualque veículo.

    O termo effective protection é diretamente aos ocupamtes de tais veículos, onde o santo grau é evitar mutilações/mortes e ficando “apenas” em fraturas leves, escoriações e um ou outro tímpano estourado.

    Britânicos e Italianos morreram no Afeganistão dentro de seus LMVs… ambos contra IEDs de 12 lb (≈ 5 kg).

    O Sherpa nem foi pra lá… na verdade ele é “tão bom” que a própria França não o adotou. Eles mandaram para o Afeganistão o seu MRAP Aravis (11 unidades) de 12,5 t com anunciada proteção Nível 4+.

    Agora quanto ao desempenho deles no Líbano eu realmente não tenho informações… surgindo um tempinho e alguns e-mails eu os acho.

    Ps.: É dito e não comprovado que Ocelot pode atingir Nível 3-4 de proteção com uperkits e ainda manter 11t… mas isso é um caso Lombardi – Todos “sabem” que existi mas ninguém nunca viu.

    Abraço.

  7. Teve o caso em 2013 de um Ocelot (Foxhound) em patrulha atingido na roda traseira direita por um IED de ≈ 15 lb (≈ 7 kg). Depois do susto os ocupantes do veículo devolveram fogo e rodaram com 3 rodas por quase 10 km onde enfim puderam ter cobertura de uma unidade composta por 2 Jackals.

    Toda a tripulação do Foxhound saiu ilesa, apenas o comandante teve que levar alguns pontos, ele teve a bochecha perfurada pela caneta que segurava.

    Grande Abraço

  8. Se confirmada a aquisição de 188 unidades, o destino destes veículos será, além da força de paz, os pelotões de exploradores, fração orgânica dos regimentos de cavalaria blindados, batalhões de infantaria blindados e regimentos de carros de combate e que aparentemente será introduzido nos batalhões mecanizados como forma de assegurar a possibilidade deles separados das suas respectivas GU. .

    Levando em conta 04 BIB, 04 RCB e 04 RCC e entre 15 a 21 batalhões mecanizados ( 05 a 07 brigadas), teremos mais ou menos a quantidade que seria adquirida, com pelotões tendo aproximadamente 05 ou 06 unidades do veiculo.

    Para cavalaria mecanizada com certeza não é. Com 15 regimentos e 11 esquadrões independentes, temos hoje 168 pelotões de cavalaria mecanizada. A seção de esclarecedores de cada um deles é formada por 04 viaturas Marruá ou Defender equipadas com MAG, e distribuídas em duas patrulhas. 180 veiculos daria pra por um blindado só por pelotão, o que não tem lógica.

    Mas que está sendo comprado meio atabalhoado está.

    E não se iludam, nenhum veiculo deste tipo dá segurança efetiva pra quem está dentro. Se for teu dia de encontrar um RPG ou uma granada 122mm ou 152mm como IED, já era. Se alguns escaparam de explosões sem mortes foi sorte. É só para não passar fiasco mesmo.

  9. rsbacchi 20 de julho de 2015 at 14:02 #

    Base Industrial de Defesa.

    Qnto a questão de a BID necessitar ser “agradada”, bem há os inevitáveis compromissos da campanha (eleitoral), a Avibrás passou por um aperto no início do ano; inclusive c/ impacto na produção.
    Já a IVECO, foi prejudicada pela tesourada do ajuste fiscal.

  10. Eu prefiro que o EB cancele esta aquisição e invista no novo projeto do Gladiador II, assim eles poderão adequá-lo do jeito que querem e necessitam.

    Mas em se concretizando tal aquisição de um dos finalistas (aposto minhas fichas no Tupi, a despeito de achar que seja ou não a melhor alternativa), será por si só um avanço no que se tem a disposição nas FFAA.

    Apesar de achar que o EB estaria melhor servido com o LMV, especialmente devido a extensa rede de concessionárias que a IVECO tem em território nacional, não acredito que o EB estará mal equipado com o Tupi (a despeito da gambiarra do tal 5° banquinho). Mal equipado estaria se quisessem pegar o Marruá, resolvessem dotalá-lo com uma blindagem mequetrefe e mandarem para o Líbano, o que não é o caso.

    Aliás, alguém sabe algo mais sobre aquele projeto de um Chinvuk blindado para reconhecimento?

    Até mais!!! 😉

  11. Como, ao que parece, existe por aqui um clubinho da patrulha ortográfica e de pensamento…… Em tempo, a expressão correta é Santo Gral (com L), ou então Santo Graal.

    Até mais!!! 😉

  12. Pessoal, não é requisito do EB neste caso a proteção contra IED. Proteção esta que, aliás, é discutível se existe…

    E sejamos honestos: se e quando formos a um TO como o afegão (Líbano não é Afeganistão – ainda, ao menos), iremos com outro tipo de equipamento.

    Estes veículos são destinados a nosso TO doméstico. Para isso, está bom demais, qualquer um dos dois é anos-luz de qualquer coisa que tenhamos em inventário.

    Enfim, mais um da série “é o que tem pra hoje”…

    Aparentemente os dois finalistas tem características muito parecidas. O da Iveco tem maior rede de manutenção, então fico com ele, embora ache o Tupi mais bonito e moderno.

    Quanto ao Marruá, não há a menor condição de adaptar uma blindagem nele. Além do que não sei para que serviria, dado que ele é basicamente um veículo de serviço, não de combate.

  13. Wellington, depois do fiasco do Gladiador I, que até onde eu sei, não foi comprado por ninguém, apostar no Gladiador II seria muito arriscado.

    Construir um veículo não é só desenhá-lo (inspirando-se em modelos estrangeiros), comprar umas chapas de blindagem, por motor, juntar com a transmissão e correr para o abraço.

    Projetar um veículo é muito mais complexo, demanda mão de obra especializada, muito investimento e tempo.

    E, convenhamos, a Inbra não tem capacidade para projetar completamente um veículo e industrializá-lo. Se fosse tão simples assim, existiriam dezenas de montadoras de veículos “100% nacionais”.

    Muito melhor comprar um veículo já existente.

  14. Nem os oficiais de média patente do EB gostaram destes dois finalistas. Há uma nítida linha de desconforto quando questionados sobre o assunto. Esta é a impressão de um amigo quando questionou alguns oficiais sobre o assunto.

    Arrisco a dizer , sem medo de errar, que esta é mais uma escolha dirigida… por um ROB alterado a mando politico…. de cartas marcadas.

    Lamentável se assim o for.

    Sds.

  15. Baschera,

    Além dos selecionados, participaram a BAE Systems Land Systems da África do Sul com o RG32LTV (Light Tactical Vehicle) e a AM General e Plasan com o MLTV-BR (Modernised LTV-Brazil).

    Será que eles foram rejeitados em razão das características do veículo em si (“defeitos”, inadequação ao ROB, etc) ou simplesmente em razão das questões relativas à “fabricação” no Brasil?

    Recordo-me que correu a informação que o RG32 capotou nos testes – mas não sei em quais condições.

  16. Dei uma pesquisada aqui no Forte e achei um comentário meu, sobre os testes:

    “PS: O Paulo Bastos disse em seu facebook que o motor do Plasan fundiu e que o BAE tombou durante os testes, dentre outras coisas.”

    Ou seja, provavelmente esses foram os motivos da eliminação desses dois veículos.

    O Gladiador I não foi nem levado a sério, dado que só cabem 4 pessoas nele.

    Sobraram o Tupi e o Lince.

  17. Rafael Oliveira
    22 de julho de 2015 at 20:39 #

    Espero que selecionem o melhor. Me parece que desses dois finalistas, o veículo da Iveco seria a escolha mais adequada, além de mais racional pela existência de uma boa rede de apoio.
    A respeito do AM General/Plasan MLTV: esse veículo tem umas versões muito esquisitas, quando as vejo me vêm à mente um veículo inesquecível, dada a sua “singularidade”…quem também é “antigo” como eu e passou pelo Estado do Rio Grande do Sul nos anos 1980 talvez lembre: circulava muito nas ruas de lá uma gambiarra que faziam nas VW Brasília, era chamada de “PAGUS” e as transformava em mini pick-ups (como as atuais Fiat Strada e GM Montana), era feia pra burro mas, logicamente, quem tinha dizia que era ótima rsrs
    Mas é aquilo né: se for bom (o MLTV), não interessa a beleza ou feiúra né, considerando o seu emprego.
    Já pelo comentário acima, parece que além de feio, o MLTV nem seria tão bom assim, então, acho que estaremos melhor de Iveco ou mesmo Renault.

  18. Jackal,

    Além do quanto dito por ti, se levarmos em conta as exportações, o da Iveco é melhor que o da Renault/Avibrás, pois vendeu mais e para países que levam a sério sua defesa.

    Não sou do tempo, nem da região, dos Pagus. Até dei uma pesquisada no Google mas não achei imagens desses veículos.

    Mas se lembra o AM General/Plasan MLTV devia ser horrível mesmo rsrs.

  19. Jackal,

    Era essa versão do MLTV que eu havia imaginado, pois é a mais feia.

    Quanto a esses Pagus, eles são realmente estranho, mas eu imaginei algo ainda mais feio e mal feito rsrs.

    Já essas picapes da Ford eu cheguei a ver aqui no Interior de SP.

    Obrigado pelos links.

  20. Oganza o Ocelot e tão bom que ninguém além da própria Royal Army comprou, aliás acho que a General Dynamics está boicotanto o seu próprio produto porque a mesma se esforça mais em fazer propaganda e tentar vender o eagle V, um produto de uma de suas controladas, do que fazer a propaganda do ocelot, este um produto quase que escondido dentro do seu amplo portofólio. No mais a própria Royal Army comprou uma variante do LMV que por lá se chama Panther CLV , então você vai me desculpar, mas a royal army jamais compraria uma porcaria ou caixões sobre rodas para seus soldados. No mais o exército Libanês acabou de comprar 25 desses LMV, bom acho que eles conhecem o teatro de operações deles melhor que a gente aqui. Para finalizar a Bélgica, a Itália e a Espanha que tem contigentes de paz no Líbano também estão utilizando seus LMV por lá.

  21. Jr,

    e quem foi que disse que o fato de algum produto militar não vender significa que ele não é bom?

    A Jaca Francesa está entre os 4 melhores caças do mundo e não vende. Os motivos dele não ter sucesso comercial (agora parece que eles tiraram o dedo) não é a sua qualidade ou a falta dela e muito menos a falta de MKT… entendeu né?

    Então pesquise melhor no DoD Britânico e veja as reais atribuições de um e de outro.

    Depois pesquise melhor o Ocelot, ele não é da GD. Ela apenas tem uma licença de comercialização para o mercado internacional. Todas as patentes são da Ricardo.

    Como eu disse, ele tem um MKT estremamente falho e isso é lá dentro do Reino Unido. Problema deles.

    Depois dê uma passada nos Blogs dos militares ingleses e veja o testemunho dos caras.

    Ps.: O dia que eu pautar o Exército Libanês como referência pra alguma decisão/aquisição, o mundo já terá ido pro bréjio. 🙂

    E sobre Bélgica, Itália e Espanha: Veja sempre as atribuições dos respectivos meios dentro das respectivas armas e situções ideais indicadas discriminadas dentro das FFAA e seus respectivos países…. apesar de guerra ser sempre guerra.

    Pronto, o caminho tá montado… siga-o e depois vc me fala.

    Grande Abraço.

  22. Oganza o que eu tentei dizer é que o Brasil não precisa comprar um veiculo caro como o Ocelot que nem escala deve ter para como disse o Vader utilizá-lo na Amazônia, no sul do Brasil, no Haiti ou mesmo no Líbano. Não nós não iremos para o Afeganistão, não nós não iremos para o Iraque e não nos não iremos para a Síria ou a Libia, portanto não faria o menor sentido comprarmos o ocelot um veículo que não foi exportado prara nenhum outro lugar, que deve custar o dobro de um tupi/sherpa ou LMV. Para o teatro de operação que o EB pretende atuar esses dois ai estão de ótimo tamanho e anos luz a frente do que temos como disse o Vader

  23. Jr,

    é justamente a escala o problema.

    Serão só 180 para serem montados/fabricados no Brasil… e isso mais o nosso famigerado custo + as tais ToTs provavelmente irão deicha-los tão caros quanto um Dimgo.

    São tão poucos que não compensa o esforço… e para onde provavelmente irão (como eu disse, Guerra é sempre Guerra), é melhor que seja alogo melhor e de prateleira.

    Ps.: Não se engane, o EI não se restringe a Síria apenas.

    Grande Abraço.

  24. Quanto ao exército Libanês prefiro não fazer juízo de valor, não o conheço bem para opinar. Quando comentei que eles compraram 25 LMV estava tentando dizer que eles conhecem bem o teatro que eles operam e acharam que ele(LMV) resolve bem os possíveis desafios que aquela força venha a enfrentar no presente e no futuro. Ora se serve para eles porque não serviria bem para o EB lá. Como disse no meu post anterior Bélgica, Itália e Espanha estão no Líbano a mais de um ano e também utilizam o LMV lá e nunca reclamaram. Agora eu te pergunto, quanto custa um Ocelot? Será que vale a pena comprá-lo para utiliza-lo no teatro de operação que o EB está acostumado a atuar?

  25. Existem mais de 5.000 LMV no mundo e o número só vai aumentando, definitivamente escala não é o problema dele como é o do ocelot. Duvido que o LMV seja mais caro que o ocelot. Pelo que li por ai essas primeiras 36 viriam direto do fabricante no exterior( não há nem como se falar de custo Brasil nesse caso), os outros 77 viriam em forma de kits do exterior e seriam montados aqui, só os últimos 77 e que seriam fábricados aqui. Os fuzileiros navais já estão pensando em adiquirir veiculos como esse também e não sabemos se o exército vai parar nesses 177 veiculos. Agora imagina se nós compramos o Ocelot, quanto que vai custar a manutenção de um veículo que não tem escala como ele?

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