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Pq R Mnt/3 recupera 41 viaturas blindadas Leopard 1A1

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Leopard 1A1
Último Leopard 1A1 recuperado

Santa Maria (RS) – No dia 05 de janeiro de 2016, o Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar finalizou o Projeto de Recuperação das Viaturas Blindadas Leopard 1A1.
O Projeto teve por finalidade recuperar 41 carros de combate Leopard 1 da versão A1, que haviam sido adquiridos do exército belga na década de 1990.

O Pq R Mnt/3 é a Unidade Logística encarregada das missões de recebimento, manutenção e suprimento de todo o material do Projeto Leopard, tornando-se assim OM de referencia para as viaturas blindadas da família Leopard.

Para que a missão de recuperação fosse concluída no prazo estipulado, foi necessária a criação de uma “Força Tarefa de Manutenção”, a qual foi estruturada com a participação de militares das OM que receberiam os carros, a saber: o 4° RCB, o 6° RCB e o 9° RCB.

Hoje, cada Regimento de Cavalaria Blindado conta com um esquadrão de VBC CC Leopard 1A1, além de possuir em seus quadros militares experientes nas rotinas de manutenção das referidas viaturas.
O trabalho finalizado hoje é um testemunho da força da união entre Unidades Operacionais e Logísticas para o cumprimento das missões mais desafiadoras.

Durante a formatura, que contou com a presença dos Comandantes dos RCB, a última viatura blindada de combate Leopard 1A1 que foi recuperada, pertencente ao 9° RCB, desfilou pela Alameda Gen Napion, representando os 41 carros de combate recuperados pelo Pq R Mnt/3.

FONTE: Pq R Mnt/3

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sergio r ferreiracarlos alberto soaresJokerControlMauricio R. Recent comment authors
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Tamandaré
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Tamandaré

Senhores,

Bateu-me uma dúvida: quantos RCB temos hoje equipados com CCs Leopard?
Cada RCB tem apenas 1 esquadrão de CC? Ou tem mais?
Aí teremos o 4º, o 6º e o 9º com os Leo-1A1, é isso msm?

Boa noite

Rafael
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Rafael

Tamandaré isso mesmo , os rcb equipam as brigadas de cavalaria mecanizada , sendo as brigadas de infantaria e cavalaria blindada as unidades “panzer” brasileiras equipados com os Léo 1a5 e ainda tem uma brigada CavMec no mato grosso equipada com 32 m-60 nos seus rcb

Rafael
Visitante
Rafael

Gostaria de saber dos foristas de caserna se essas 41 acrescentaram as 48 que falavam que estavam operacionais nos RCBs ou essas “48” não estavam operacionais e esses 41 são os definitivos ?

Ricardo Barbosa
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Ricardo Barbosa

Esses Leopard ‘belgas” só foram recondicionados, até porque estavam em péssimas condições, muito longe de uma atualização ao nível do Leo 1A5, que seria inviável técnica e economicamente. Esses 41 é o total dessa variante em uso pelo EB, os demais servem como banco de peças ou foram sucateados.

Wellington Góes
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Já li que a principal debilidade deste blindado é sua torre tecnologicamente defasada (padrão belga), mas e se resolvessem substituí-las pelas que serão empregadas nos Guarani 8×8?! E esta, por sua vez, viesse a substituir as torres dos Leo 1A5 numa modernização futura?!

wwolf22
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wwolf22

mas o que foi atualizado ???
eletrônica ?? motor retificado ??

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

Wolf… o texto da matéria não cita nenhuma atualização… apenas “recuperação” dos blindados.
Provavelmente, estavam estocados por falta de manutenção e voltaram a ativa depois dessa manutenção / revisão.

pedro possa
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cara não sei se seria mais negócio para o exercito ao invés de fabricar 2000 guaranis não retomar o projeto osório ou começar a estudar
um MBT 100% nacinal

Seal
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Seal

Um ítem que vejo falta no 1A1 são as “saias laterais” blindadas existente no Leo 1A5Br e no Leo 2A4, para proteção da suspenção e as esteiras. O Leopard 1A5 tem uma cadência de tiro maior e mais preciso com seu canhão de alma raiada de 105mm em relação ao canhão de alma lisa de 120mm do Leo 2A4, mas em compensação o Leo 2A4 tem um poder maior de penetração e atira cerca de 1,5 Km mais longe que o Leo 1A5. A Polónia mandou modernizar também seus 128 carros Leopard 2A4 para o padrão 2A5 até 2020. http://tecnodefesa.com.br/modernizacao-de-carros-de-combate-leopard-da-polonia/

wwolf22
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wwolf22

Alfredo,
bem notado…

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Gostaria dos comentários do R. Bacchi, Colombelli etc ….

ANTONIO GLADSON RODRIGUES
Visitante
ANTONIO GLADSON RODRIGUES

se recuperou 41 , poderia ter recuperado mais. uns 90.

Tamandaré
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Tamandaré

Antonio,

Dos Leo 1A1 que compramos, só uns 40 ficaram “inteiros”. O resto foi desmontado para gerar peças sobressalentes. Não tem como reformar mais de 40 se só 40 ficaram em serviço! 😉

Boa tarde

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

NÃO foi reforma, foi manutenção/revisão para retorna-los operacionais.

Tamandaré
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Tamandaré

carlos alberto,

perdão a gafe meu caro!! 😉 obrigado por sua correção….

E cadê o excelentíssimo sr. Claudio Moreno quando precisamos dele?? 🙂

Boa tarde

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

CM, Bacchi, Colombelli etc …..

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Sempre que leio sobre Brazil em Defesa, penso no nosso TO e ponto.
Sem grana, tá boa essa manutenção, que venham outras …..

Felipe Rodrigues
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Ivan
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Ivan

“…OM que receberiam os carros, a saber: o 4° RCB, o 6° RCB e o 9° RCB.” . “Hoje, cada Regimento de Cavalaria Blindado conta com um esquadrão de VBC CC Leopard 1A1, além de possuir em seus quadros militares experientes nas rotinas de manutenção das referidas viaturas.” . Cada Regimento de Cavalaria Blindado teria na sua ordem de batalha (ORBAT) padrão como subunidades de manobra 2 (dois) esquadrões de carros de combate e 2 (duas) companhias de infantaria blindada. Ao menos esta seria a formação ideal, porém algumas unidades podem ter uma ORBAT diferente, principalmente por dificuldade de recursos.… Read more »

Reginaldo J. da Silva Bacchi
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Reginaldo J. da Silva Bacchi

Seal escreveu em 11 Janeiro 2015 as 11:05 “,,, Um ítem que vejo falta no 1A1 são as “saias laterais” blindadas existente no Leo 1A5Br e no Leo 2A4, para proteção da suspenção e as esteiras. …”. As “saias laterais” não são para proteção da suspenção e das esteiras. Elas servem para fazer a detonação da carga oca antes dela atingir o casco do carro. Tanto isto é verdade, que um dos alvos da OTAN utilizados para definir penetração da munição, possue uma chapa mais fina que corresponde a “saia lateral”. “… O Leopard 1A5 tem uma cadência de tiro… Read more »

Cláudio PQDT
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Cláudio PQDT

Bom dia senhores, Os LEO belgas qdo chegaram ao Brasil já estavam bastante desgastados e não passavam de um m-41 melhorado( a grosso modo), digo isso pq eu qdo estava na ativa, participei efetivamente do recebimento de tais CC’s, fui motorista de todos os tipos de blindados em uso no Eb com curso de especialização realizado no CIbld. O estado já era deplorável naquela época 1996(Politicagem) mas era o melhor que tínhamos até a chegada dos m-60 que por sinal são excelentes CC’s (analisando friamente, até mereciam alguma atualização e recuperação) tendo em vista que ate os EUA, Israel, Turquia,… Read more »

Seal
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Seal

Quando da chegada dos Leopard 1A1 e os M-60 A3 TTS americanos, houve certas mudanças no conceito de operar carros de combate no EB. Esta transição até que foi rápida e ela também obrigou a uma reestruturação nos conceitos até então vigentes, pois além de trazer um novo carro de combate para nossos padrões, como o Leopard 1A1, também obrigou a aquisição de uma variada gama de outros veículos como o Leopard Escola e Leopard Socorro (Bergepanzer Standard), além de adquirir dois outros modelos únicos, desenvolvidos pela empresa belga SABIEX , sendo os dois únicos no mundo nesta nova configuração… Read more »

Lc
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Penso da mesma forma, Claudio PQDT.
Aproveitar o material excedente não só como fonte de peças de reposição, mas sendo viável, transformá-los em viaturas de apoio ao combate. Lança pontes, engenharia, MCV, etc.
Se faltar idéia para os “tupiniquins”, basta chamar o tio Jacó. Expertise maior que a israelense no “overhaulin” de viaturas blindadas, acho que não existe.rs

Wellington Góes
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Volto a perguntar: Existiria alguma possibilidade de usar a torre selecionada aos Guarani VBR (8×8 armado com canhão de 105 mm) numa modernização aos Leos 1A1?

Reginaldo J. da Silva Bacchi
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Reginaldo J. da Silva Bacchi

Respondendo a Welington Goes, eu diria que se o anel de rolamento da torre tiver o mesmo diâmetro, teríamos uma enorme possibilidade de usar a futura torre do Guarani 8X8 nos Leos belgas sem grandes problemas..

Tirando esta possibilidade, haveria necessidade de uma adaptação que poderia ser feita, mas tiraria a possibilidade de uma comunização total.

Tudo vai depender de um estudo de prancheta após a escolha e definição final da torre do Guarani 8X8.

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Não.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Cláudio PQDT 13 de janeiro de 2016 at 10:11
Seal 13 de janeiro de 2016 at 12:12
Realmente um overhaul no M-60 seria ótimo, já foi mencionado pelo Colombelli e agora reforçado.

Wellington Góes
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Grato pelos esclarecimentos, mestre Bacchi.
Até mais!!! 😉

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Caro Engº Bacchi,
Seus comentários sobre o tópico e um Overhaul no M-60 por favor !

Reginaldo J. da Silva Bacchi
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Reginaldo J. da Silva Bacchi

Carlos, é muito difícil fazer um comentário construtivo diante da situação desastrosa da economia do pais. O que posso dizer? Que é uma tragédia?

Comprar Leo 2, que seria uma boa opção em função do preço, o EB já disse que não.

A unica coisa positiva que vejo a médio (longo?) prazo seria aproveitar o programa do Guarani 8X8 para trocarmos as torres enquanto não se parte para um novo carro de combate.

Desculpe-me, mas não vejo nenhuma solução fácil e ótima.

Colombelli
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Colombelli

Na tropa são 39 Leo 1A1 e 28 M-60, em quatro RCB, sendo três no RS e um no MS. So o ultimo tem dotação completa. Ontem mesmo tive oportunidade de inspecionar dois L7 de Leos ! aqui no RS que estão em museu.

Bardini
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Não vejo vantagem em se colocar um torreta nova nos velhos Leopard. Seriam necessária, a meu ver, extensas modificações estruturais para fazer a dita cuja “encaixar”. E tem muitas coisas que precisam ser verificadas além do diâmetro da base da torreta, como a penetração desta no tanque, e verificar se haveria espaço para o resto da parafernália. . Posso esta fando bobagem, mas o diâmetro de encaixe da torreta do Leopard 1 é de 2202mm. A HITFACT tem, segundo a panfletagem da Finmeccanica, diâmetro de 2012mm, e a torreta da Cockerill aparenta ser ainda menor. Não posso afirmar como seriam… Read more »

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Caro Reginaldo J. da Silva Bacchi 13 de janeiro de 2016 at 15:37
“Comprar Leo 2, que seria uma boa opção em função do preço, o EB já disse que não.”
Grana ou ….. ?

Ivan
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Ivan

Cláudio e Bardini, . A sugestão de aproveitar alguns ‘Leopardos’ 1A1 (ex-belga) estocados para converter em VBLP e VBE muito interessante e, aparentemente, tecnicamente viável, tanto com tecnologia alemã como belga mesmo. A questão é, como sempre foi, orçamentária. O lençol é curto e ficou ainda mais curto do que antes, tendo em vista o noticiário nacional… tanto econômico como político, até mesmo policial. . Este é um ‘lança-pontes’ “Biber” (ou Beaver): . Também não sei se seria interessante – custo / benefício – modernizar o Leo 1A1, contra tantas outras prioridades e carências do Exército Brasileiro. . Apenas para… Read more »

Bardini
Visitante

Ivan, . Compreendo seu comentário. Eu apenas estava destacando que se fosse para mexer nos Leopard 1 A1 para estender sua vida, seria mais interessante uma modernização menos radical, limitando-se as características relevantes para seus deslocamentos (motor e suspensão) e a parte referente ao combate em si ( sensores e demais equipamentos). . É claro que a parte financeira sempre pesa, ainda mais em um momento como o atual quadro econômico Brasileiro. Mas, se deixarmos de fazer nossas elucubrações a respeito do assunto a vida de entusiasta perde a graça… rsrsrs. . Você tocou no assunto da força de engenharia,… Read more »

Tiago Baptista
Visitante
Tiago Baptista

A propósito, para quem mora em Porto Alegre ou região:

http://zh.clicrbs.com.br/rs/porto-alegre/noticia/2016/01/tanque-desativado-sera-novo-monumento-de-porto-alegre-4950078.html

Só lamento que provavelmente será depredado logo logo…

Seal
Visitante
Seal

Reginaldo J. da Silva Bacchi 13 de janeiro de 2016 at 9:15 Seal escreveu em 11 Janeiro 2015 as 11:05 “,,, Um ítem que vejo falta no 1A1 são as “saias laterais” blindadas existente no Leo 1A5Br e no Leo 2A4, para proteção da suspenção e as esteiras. …”. As “saias laterais” não são para proteção da suspenção e das esteiras. Elas servem para fazer a detonação da carga oca antes dela atingir o casco do carro. ” Bem lembrado Bacchi, mas o meu ponto de vista é em relaçao como o Ivan (O Infante) citou, no caso de um… Read more »

Diego Tarses Cardoso
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Diego Tarses Cardoso

Existe a possibilidade de atualizar os Leo 1A1 para Leo 1A5 visto que apenas a torre é diferente ?

Obrigado

Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

Ivan, os RCC estão com 54 carros sendo quaternários. Então temos 48 carros nos esquadrões mais um para cada comandante subunidade acabam ficando dois para o comando da unidade ( Cmt e Sub). Quanto ao carro do CMT subunidade ficar isolado, na verdade não ocorre bem assim. Temos de lembrar que ele vai logo atras da linha de ataque e que atras ou junto vem a infantaria blindada que dá apoio a si e aos demais. Isso ja responde à colocação do SEAL. Aquela cena do filme é pura lorota. Os alemães sabiam muito bem que nunca se deixa um… Read more »

Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

A respeito do BMP-3, sou totalmente a favor e a tempos defendo ele aqui, até mesmo usados, para equipar um esquadrão de cada RCB. Bem armado e anfíbio, com alguma capacidade de transporte de tropa. Extremamente útil na cobertura de cabeças de ponte onde o RCB poderia fazer a conquista inicial sem concurso de apoio com seus próprios meios. Isso é importante em aproveitamentos do êxito.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Pessoal, estou sentindo a falta de vocês nos outros blogs (Aéreo e Naval) tem cada pérola por lá que não dá vontade nem de comentar!!!!!

Ed "árabe"
Visitante
Ed "árabe"

Boa tarde a todos! Uma dúvida …para a proteção antiaérea de uma coluna desses blindados…qual a proteção? Algo como os guepards ou tunguska?ou existe algum outro sistema q os acompanhe? Salamaleico!!

Colombelli
Visitante
Active Member
Colombelli

Marcelo eu parei de ir lá por causa disso. Não so uns com falta de noção completa como ainda ofensas pessoais. “Assim não pode, assim não dá” ( FHC).

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Colombelli 14 de janeiro de 2016 at 18:43
Caro Amigo,
Concorrentes infiltrados ?
Vá e isole-os !
G abraço.

Duanny D.
Visitante
Duanny D.

Resumindo, lendo os comentários, a impressão que tenho é que deram uma ilustrada na sucata, e botaram na ativa até se desintegrar de tanto uso.

Duanny D.
Visitante
Duanny D.

Maldit corretor, lustrada.

Juarez
Visitante
Juarez

Duanny, o expert na área e o Tchê Colombelli, mas para te ajudar:

O EB literalmente reconstruiu as viaturas, recuperando material rodante, composto por roda motriz, roda ghia, roletes inferiores e superiores, corrente e sapatas, desmontou e revisou redutiores laterais, transmissão e motor, revisou sistema elétrico e sistemas de armas, jstdou e pintou.

G abraco

Melky Cavalcante.
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Melky Cavalcante.

Caro Colombelli, os BMP-3 é um IFV, mas aqui na nossa vizinhança não seria um Caça Tank ? (função do 2S25 Sprut-SD na Rússia) Com o canhão 2A70 de 100mm que pode lançar o míssil 9M117, em suas diferentes versões, alojados nas munições 3UBK10-3 (9M117 Bastion), 3UBK10M-3 (9M117M Kan) e 3UBK23-3(9M117M1 Arkan), com pentetração de 500mm, 600mm e 750mm, respectivamente, com alcançe de 100m a 5.500/6.000m em trajetória tensa (As munições com míssil devem ser carregadas manualmente, as HE são de carregamento automático). Com isso um BMP-3 pode destruir quase tudo que se locomova sobre rodas ou lagartas (e helicópteros… Read more »

Melky Cavalcante
Visitante
Melky Cavalcante

Caro Colombelli, os BMP-3 é um IFV, mas aqui na nossa vizinhança não seria um Caça Tank ? (função do 2S25 Sprut-SD na Rússia) Com o canhão 2A70 de 100mm que pode lançar o míssil 9M117, em suas diferentes versões, alojados nas munições 3UBK10-3 (9M117 Bastion), 3UBK10M-3 (9M117M Kan) e 3UBK23-3(9M117M1 Arkan), com pentetração de 500mm, 600mm e 750mm, respectivamente, com alcançe de 100m a 5.500/6.000m em trajetória tensa (As munições com míssil devem ser carregadas manualmente, as HE são de carregamento automático). Com isso um BMP-3 pode destruir quase tudo que se locomova sobre rodas ou lagartas (e helicópteros… Read more »

Melky Cavalcante
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Melky Cavalcante