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Sputniknews: Sauditas usam armas brasileiras para matar civis no Iêmen

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Lançador de Astros II saudita

A agência de notícias russa Sputniknews continua sua guerra de informações contra o Brasil. Desta vez desenterrou uma matéria de 10 de janeiro de 2017 publicada no site Nexo e disse que era de hoje (9/11). Veja a seguir a notícia da Sputniknews:

A crise que se instalou no Golfo Pérsico entre Arábia Saudita e Irã, com implicações ligadas ao Iêmen, possui a assinatura brasileira – pelo menos quando o tema envolve as bombas lançadas pelas Forças Armadas sauditas contra o território iemenita.

Reportagem publicada nesta quinta-feira pelo site Nexo afirma que munições cluster – proibidas por 119 dos 193 países do mundo – que foram fabricadas no Brasil pela Avibrás Indústria Aeroespacial S/A mataram 21 civis, em um total de 17 ataques conduzidos por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen nos últimos cinco anos.

O dado foi repassado à publicação pela pesquisadora da ONG Human Rights Watch (HRW) para Iêmen e Kuwait, Kristine Beckerle. “Em vez de se unir ao grupo de países que defende o banimento das munições cluster, o Brasil se recusou a assinar o tratado que proíbe a produção e o uso desse tipo de munição”, disse.

Após serem lançadas por foguetes, as chamadas munições cluster se abrem e lançam centenas de submunições, atingindo de maneira indiscriminada alvos militares e civis por longas faixas de terra. As bombas não detonadas representam um risco, podendo ser detonadas ao menor toque desavisado.

Ao Nexo, Kristine Beckerle destacou que os sauditas vêm usando tais munições desde 2011, em seus bombardeios contra rebeldes Houthis, estes ligados ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh e que são contrários ao atual mandatário do Iêmen, Abdrabbuh Mansour Hadi.

Lançador de Astros sauditas durante a Guerra do Golfo

“Nossos especialistas em armas identificaram resíduos dos foguetes terra-terra Astros 2, fabricados no Brasil […].A coalizão liderada pela Arábia Saudita já havia usado munições cluster produzidas pelo Brasil antes. Em 2015, a Anistia Internacional havia encontrado resíduos de munições cluster disparadas por foguetes do sistema Astros em outro ataque no Iêmen, que deixou pelo menos quatro pessoas feridas”, afirmou a pesquisadora.

Ela ainda criticou o fato do governo brasileiro ter preferido se abster em 5 de dezembro do ano passado, quando uma farta maioria de países endossou a decisão de banir munições cluster de seus arsenais. No dia seguinte, duas pessoas morreram no Iêmen após serem atingidas pelas bombas fabricadas no Brasil.

“Em vez de continuar vivendo o risco de que suas armas sejam usadas em ataques ilegais no Iêmen e em outros países, o Brasil deveria assinar a convenção sobre munições cluster e cessar a produção e a transferência desses artefatos imediatamente”, pediu a pesquisadora.

FONTE: sputniknews.com

158 COMMENTS

  1. Não pude deixar de rir ao ler a matéria. Porque não dizem que um S-400 abateu o Triple Seven da Malaysia Airlines sobre a Ucrânia?
    Assisti aos testes das nossas BLG em Cachimbo em 2007. Funcionam muito bem. Não tem que assinar porra nenhuma.

  2. Acho que quem derrubou o Malaysan Airlines foi um BUK e não um S-400, mas enfim, já percebi que desde que aquela senhora foi posta a ponta pés para fora do planalto a sputinik de vez enquanto faz essas matérias sensacionalista sobre o Brasil, no mais concordo, não tem que assinar p*rra nenhuma, o sistema astros é um dos poucos produtos de defesa brasileiro que vende bemobs:O engraçado é que eles não tem vergonha nenhuma de vender os seus grads para qualquer um que aparecer lá com $$$$$$$$

  3. Se todos assinarem, 1º contra as armas nucleares, 2º contra as minas terrestres, 3º armas quimicas ai assinamos e o cêu é aqui……

  4. A munição cluster é a única arma dissuasoria q nos estou, por isso tanto trabalho contra.
    Para se ter uma ideia, um Grupo ASTROS disparando uma saraivada de Cluster é equivalente a 82 grupos aproximadamente.
    É uma p@rr@d@ bonita!!
    Faço minha as palavras do Cel Nery!!!
    NÃO ASSINA P. NENHUMA!!!

  5. Um país como a Rússia, onde milhões de seus próprios cidadãos foram assassinados em expurgos (na época da URSS), não tem moral para falar dos outros.

    No mais, como bem apontado pelo Colombelli, as AK-47 mataram incontavelmente mais civis.

    Que cuidem de seus próprios problemas, pois dos nossos cuidamos nós.

  6. Olá Colegas. O problema aqui são as munições tipo cluster e não a questão de ser um armamento fabricado no Brasil ou não. Há anos existe uma discussão sobre o banimento deste tipo de armamento devido o seu impacto sobre a população civil por muito tempo além depois de encerrado o conflito militar. Pelo que lembro, umas das mais antigas denúncias sobre o uso deste tipo de arma foi feita no documentário “Hearts and minds” de 1974 sobre a guerra do Vietnâ. A ONG Human Rights Watch tem feito denúncias sistemáticas desse tipo de arma fabricada por vários paises (inclusive EUA). Recomendo a leitura do documento “Implementation of the Convention on Cluster Munitions” da ONU sobre isso. A discussão não é sobre o Astros, sobre o Brasil ou sobre a Arábia Saudita, mas sobre as munições cluster e seu impacto nas população civil. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. E vice-versa.

  7. Alguém sabe qual é o tempo de voo das diferentes munições do ASTROS desde o momento de lançamento até o impacto na distância máxima de cada uma delas?

  8. Exato. Independente do impacto sobre as populações civis, não tem que assinar. É uma excelente arma a ser empregada pelo poder aéreo, sobre uma dezena de tipos de alvos. E, como falei, as nossas BLG são muito eficazes.

  9. O problema de um país não assassinar determinado tratado de proibição de armas é que legitima que as homólogas que o inimigo tenham sejam utilizadas contra o país.

  10. Nas Malvinas, os Harrier GR7 da RAF utilizaram as BLG em ataques em Goose Green, sobre os Pucara estacionados. Tenente Daniel Jukic morreu amarrado no seu avião. Conheci um oficial argentino que presenciou o ataque.

  11. Olá Colegas. Talvez, o melhor fosse termos estas armas em nosso arsenal mas deixarmos de exporta-las. Uma vez vi uma entrevista de um general do EB explicando a razão do Brasil não assinar este protocolo devido a necessidade do EB usar este tipo de arma em caso de defesa. Ele explicou bem o problema do teatro amazônico e da eficácia da arma em um contexto de defensivo. Contudo, vejo uma situação de um compromisso entre a necessidade do EB e a proibição de exporta-las. Garantimos nosso interesse militar mas também evitamos prejuízos à populações civis ao redor do mundo (geralmente, populações pobres e com muitas vitimas infantis).

  12. Olá Luciano. Se você buscar na página do Human RIghts Watch, você verá que eles tem um histórico de denúncias sobre o uso de munições cluster (além de outras denúncias envolvendo armas químicas) sempre focando a questão das vítimas civis. O tema é tao sério que existe uma convenção da ONU pelo banimento deste tipo de arma. Acho que nós temos que ver o contexto geral e não cairmos nas armadilhas da retórica ou da simplificação. O dano à população civil é real e cruel. Coloco isso sem negar a necessidade estratégica para o EB usa-la. Tenho muita dúvida se o Brasil deveria assinar este protocolo assim como acho que nunca deveria ter assinado o protocolo de não proliferação de armas nucleares, mesmo achando que não devemos produzir uma bomba. Tendo a apoiar a não adesão ao tratado mas sou contra a exportação das muniçoes cluster.

  13. Não deve assinar coisa alguma. Concordo. Uso de fósforo branco também é proibido e aí? assinaram também aqui a proibição do uso do Napalm? Temos de assinar mais nada. Munições de dissuasão que nos resta. Paremos de fechar os olhos para a hipocrisia: o sujeito lhe acerta com uma faca e você com um tiro ; o sujeito usa uma espingarda e você um fuzil e assim sucessivamente até você conseguir exterminar o outro. Em todas as batalhas e guerras os civis são os primeiros a sofrer as consequências, infelizmente.

  14. Não tem que assinar essa merd@! Só quando os outros se desarmarem e vivermos no nirvana KKKK

    Ainda acho que foi um grande erro a nossa constituição, nos proibir de termos a bomba atômica.

    Pelo menos esta e o Trocano, fazem um belo de um estrago, caso a gente precise, precisamos desenvolver e dominar mais mísseis de todas formas.

    E termos mais laços com os países civilizados ocidentais, estão vendo como nos tratam?!

  15. Olha a hipocrisia, tem vídeos da Rússia usando bombas cluster na Síria e até a própria TV russa mostrou sem querer o avião sendo carregado com RKB-500 na Síria, sem contar as armas químicas!

  16. Olá Sergio. A questão aqui não é aderir ou assinar algum tratado. O acordo nuclear Brasil-Argentina foi fundamental para por um fim a uma corrida armamentista entre nossos países que foi benéfico para toda a América do Sul. Acredito que o problema das munições cluster seja a sua exportação. Produzirmos esse tipo de armamento e a termos em nosso arsenal até como forma de dissuasão pode ser um decisão correta, mas não há razão para exporta-las.

  17. Olá Observador. O problema de termos uma arma nuclear é que ela só faz sentido se tivermos meios de usa-la. Manter uma força estratégica (aviões, misseis, submarinos, seja lá o que for mesmo que em número pequeno) custa muito caro. Talvez seja mais caro do que construir a bomba. O projeto Manhatan custou 5 bilhões de dolares em 1945, ajustando a inflação em dolar seria hoje 68 bilhões. Para ter um ideia, Itaipu custou 27 bilhões de dolares. O nível de investimento das forças armadas hoje é da ordem de 8 bilhões de reais por ano (uns 2 ou 3 bilhões de dólares). Mas uma coisa é termos em nossa constituição que não vamos produzir armas nucleares, outra coisa é deixar que nossas instalações militares nucleares sejam vistoriadas por técnicos estrangeiros.

  18. Sr. camargoer, com todo respeito mas a ideia de exportar faz parte daquilo que o país importador solicita, caso contrário podemos dizer adeus a tudo que a indústria de defesa do nosso país necessita, dinheiro, geração de empregos(na década de 80 chegamos a ser o nono maior exportador). Não oferecemos aquilo que se pede, outros países oferecem. Também importamos armamentos e se precisarmos de algum para nossas Forças e por conta de acordos o país seja impedido? O que faríamos? E sobre o fósforo branco e sobre o napalm? Assinamos também?

  19. Se um doido invade uma escola e faz uma chacina, a culpa é da arma ou do doido ?
    Com este tipo de sputnikada, o Brasil fica sendo o culpado e a AS posa de santa.
    .
    Aliás, considerando que a AS é aliada dos EUA e o BR é parceiro no BRICS, fica-se sem entender nada… ou entende-se que quem tem um aliado como a Rússia não precisa de inimigos.

  20. Uma imagem do resultado da bomba cluster http://politica.estadao.com.br/blogs/marcos-guterman/wp-content/uploads/sites/576/2008/12/imagem1_01.jpg

    Civis que pisam num negócio desses anos depois da guerra.
    Campos cheios de bomba que não explodiu que depois da guerra se tornam inúteis. Não tem como plantar para comer por que a terra tá cheia de bomba que não foi detonada.

    A cluster no Brasil mais do que uma questão de soberania é uma questão econômica. Venda. Armar outros países. Criança pisando num negócio desses e perdendo as duas pernas pra alguém ter emprego? Um campo inteiro que não serve para plantar enquanto as pessoas estão passando fome com o fim da guerra? Será que para gerar um emprego precisa disso? Eu acredito que não.

  21. Tinha que ser a sputnik…off topic
    Senhores um senhor que se disse que serviu em forças militares de inteligência afirmou que aquela matéria que alguns anos a mídia tripudiou de que o nosso país só tem munição para uma hora de combate,qual a procedência dessa ilação e o quanto seria verdade isso.

  22. Olá Sergio. Não é correto considerar a venda de armas como uma simples transação comercial. Mesmo os EUA possuem regras de restrição de vendas de armas. Alguns compromissos, podem ser políticos, estratégicos, ideológicos, são superiores á questão comercial. Ao contrário do que você coloca, a exportação de armas possui muitas restrições. Existem inúmeros casos de embargos ou proibições. Eu poderia citar o caso dos Mistral franceses para a marinha russa, os supertucanos para a Venezuela, etc. Mesmo as forças armadas brasileiras já sofreram restriçoes para adquirir armas. Aliás, no caso das munições cluster, o ganho econômico é marginal sobre as exportações.

  23. Bom dia sr. camargoer. tenho de discordar mais uma vez. Venda de armas é uma simples transação comercial. como havia dito: gera emprego,( conhecimento do produto, tecnologia) tudo que se refere á produção tecnológica militar é absorvida na sociedade civil através de novos produtos. Um helicópteros, drones, computadores, aeronaves, embarcações. Uma gama de meios transformam-se em produtos civis e não ao contrário. Isto é investimento. Caso não vendamos há quem venda. EUA, Alemanha, Rússia…Israel…são alguns exemplos. se sofremos restrições simplesmente porque não somos confiáveis, mal pagadores, instáveis ideologicamente, e subservientes além é lógico de ter perdido a vontade em investir, produzir. Qual país que irá comprar um armamento de outro se o país exportador não os utiliza nas suas Forças Armadas. Exemplos e perdas de oportunidade não faltam aqui para se perceber o quanto à politica do ser “bonzinho e amigos” de todos nos empobreceram. Países não possuem amigos e sim aliados de momento, quando a oportunidade convém. Esperemos que não precisemos utilizar em nosso território as mesmas armas que o Sr.( deve ter suas razões), não aceita para exportação. estou vendo pelo lado econômico, soberano e que não tenhamos de ser subservientes a ninguém, afinal nossa CF proíbe guerra de intervenção, mas ficar desarmado frente às ameaças que pairam(recursos minerais, agricultáveis e hídricos que possuímos). Sempre impotentes. Sou a favor , sim de uma indústria sólida de defesa e que se venda armas , sim. Não sou a favor de armamento nuclear, pois não há ganho para ninguém e o Homem sempre procurou por terras e absorver o máximo das riquezas daquelas. Um exemplo aqui bem simplório: se a população pudesse se defender da marginalidade que nos assola será que existiria tanta barbárie em nosso país? somos, prisioneiros de bandidos, leis que beneficiam cafajestes ao invés dos homens de bem e aí? Não estou pregando o liberou total do armamento, porém aqui estamos vivendo como cordeiros indo para o matadouro. Espero mesmo que não tenhamos jamais que usar este tipo de armamento em nossa nação, mas tudo leva a crer que num futuro próximo teremos de usar. Finalizando: e quanto o fósforo branco e o napalm, assinamos o não uso destes artefatos? A ONU morreu só não enterraram ainda. Quem manda é o Conselho de Segurança que tanto o Brasil almeja, porém nossas forças são como um tigre de papel. Sou contra e sempre serei participar, para que? Que o Brasil volte a produzir e vender mais armas. Grande abraços.

  24. Eu gosto muito do sistema ASTROS. Eu particularmente sou da opinião que, tendo em vista que o Brasil fazem mais de 200 anos que não perde uma guerra ( exceto guerras comerciais), ainda que por não fazê-las, não pode, não deve e não é obrigado a abrir mão de nenhuma arma. Considerando que o Brasil também foi um vencedor na segunda guerra mundial, não pode ser pressionado a abrir mão de nenhuma arma. Nós deveríamos ter como princípio militar, princípio de vencedores, de que jamais abriremos mão de nos defender por quaisquer meios. E quem vai fazer o que?

  25. Aliás, eu acredito que ( alguém pode me corrigir) nós brasileiros, embora nos envolvamos muito pouco em guerras, podemos ter orgulho em dizer que nunca perdemos uma guerra, certo? Os mais de 8 milhões de quilômetros quadrados de Brasil nunca foram-nos negado. Já tentaram, e não eram fracos ( franceses, holandeses, paraguaios, etc) mas não conseguiram. É uma pena que o que nós garantimos com armas, perca-se em conversações corruptas e pouco patrióticas de nosso líderes. De qualquer forma, eu acredito que o povo brasileiro é capaz de vencer.

  26. Camargoer, o Brasil tem regras para exportar armas.
    O ponto é, que país não vende armas para a Arábia Saudita?
    Lembro-me apenas da Alemanha discutindo se boicotaria ou não.
    Quanto às nossas vendas, o impacto é marginal nas exportações do Brasil, mas é substancial nas exportações da Avibrás. Aliás, se não fossem as exportações, acredito que a Avibrás já teria falido há muito tempo.
    Então, na minha opinião, o Brasil deve continuar fabricando, comprando e exportando as clusters, até porque se o Brasil não vender, vão comprar de outro lugar.

  27. Bosco,
    o Astros so “aceita” a munição fabricada pela Avibras ??
    alguém saberia dizer quantos foguetes a Avibras exporta anualmente ?? uma ideia…

  28. EU TAMBÉM, Faço minha as palavras do Cel Nery!!!
    NÃO ASSINA P. NENHUMA!!!
    ARMAMENTO NUCLEAR TAMBÉM É UMA QUESTÃO DE DISSUASÃO. BRASIL ACIMA DE TUDO!

  29. Maior hipocrisia não há. Os mais bem armados, com armas nucleares e químicas inclusive, se articulando para tirar de nossas mãos um “estilingue”.

  30. O Brasil deveria buscar a liderança no mercado é investir mais ainda no desenvolvimento e fabricação deste tipo de armamento, isso sim.

  31. Colegas. A questão levantada por mim é restringir a exportação de munições cluster. Apenas isso. Como disse o Sergio, acertadamente, todo o comercio de armas é bastante regulamentado, por não ser uma simples transação comercial pois seu impacto político, estratégico, diplomático, etc, é muito maior que o ganho comercial. Proibir a exportação de munição cluster não é a mesma coisa de proibir a Avibras de exportar ou que isso signifique um boicote à Arabia Saudita. Também não significa que o EB não terá estas armas em seu arsenal. Também não significa assinar o protocolo (como disse, é uma coisa que não tenho uma opinião, realmente não sei). Pautar uma discussão naquilo que os outros fazem é de uma simplicidade infantil.

  32. E aqueles sistemas russo de artilharia de lança foguetes TOS 1 e 2 que disparam armas termobáricas que incendeian tudo e destroem tudo ao sua volta com implicações graves para civis, isso o Sputnik não fala

  33. Quanto ao tema:
    Cadê aquele russo que sempre aparece na triloia ?

    As favas com essa agência de notícias, pura merda escrita.
    Não vai assinar porra nenhuma, bis.

    Olhem as merdas que esses FDP fazem mundo afora, olhem suas cagadas e limpe-as,
    depois conmversamos.

    Odeio CANALHAS se postando de moralistas.

    Simples assim.

  34. Prezados,

    os amigos precisam aprender a olhar nas entrelinhas pois o cramunhão se esconde nos detalhes…

    Eu, creio que entendo a atitude do editor da Trilogia, e, vejo isso como algo saudavel. Afinal, é preciso mostrar o que está sendo posto mundo afora sobre o Brasil, isso tanto para o bem, como para o mal. Precisamos saber…

    Outrossim, essa nota na Sputniky, não é sem motivo.

    O Brasil essa semana mostrou ao mundo, com a participação de efetivos norte-americanos na Amazonlog17(que ao meu ver, seria dispensável, se não fosse para passar uma mensagem…), que as relações entre ambos os países permanece prioritaria no mais alto nível.

    E, obviamente, isso não agrada todo mundo…

    E, o recado desse desagrado foi enviado de imediato nas páginas da Sput.

    Grato

  35. Camargoer,
    “Proibir a exportação de munição cluster não é a mesma coisa de proibir a Avibras de exportar”.
    Dependendo do percentual que as clusters tem nas exportações da Avibrás o efeito pode ser extremamente danoso à empresa. Mal comparando, pode ser como se o Brasil proibisse a Vale de exportar apenas minério de ferro. Ela continuaria podendo exportar outros produtos, mas a diminuição das suas exportações seria brutal e colocaria em risco a empresa.

  36. camargoer 10 de novembro de 2017 at 8:45

    Só que se restringe as exportações, o fabricante fica dependente das compras das FFAA brasileiras que são feitas a conta gotas e conta amiguinho você vendendo ou não chega todo mês.

    ————————–

    Carlos Alberto Soares 10 de novembro de 2017 at 8:53

    Não clame pelo troll da URSS que ele aparece com aquele tradutor horrível dele.

  37. sergio ribamar ferreira ( 10 de novembro de 2017 at 2:07 ),

    Nesse caso, concordo com o camargoer.

    Uma arma representa poder dissuasório. A depender da quantidade e/ou tipo, ela pode conceder a quem a possua a capacidade de influenciar de forma decisiva em qualquer questão, alterando o equilíbrio de forças e gerando um efeito em cadeia que pode culminar em alterações geopolíticas. Está além, portanto, de uma simples transação comercial…

  38. pessoal,
    Mas cedo ou mais tarde teremos que nos aderir aos tratados que proibem esse tipo de arma e em vez de reclamar deveríamos é fazer como outros que tentam alternativas até mais letais só que condizentes com os tratados, reduzindo ou eliminando o sofrimento de civis ao término do conflito.
    Por exemplo, os americanos criaram uma bomba (CBU-107 Passive Attack Weapon) que se abre numa dada altitude e lança uma chuva de fragmentos numa imensa área. Não tem explosivos. Ela é tão letal quanto uma bomba de fragmentação e não tem risco de causar danos posteriores a civis. Uma bomba pode impactar a velocidade supersônica e logicamente os fragmentos que ela libera chegam ao à área alvo a velocidade supersônica (igual a milhares de projéteis de 9 mm) com efeito devastador sobre pessoas, material e veículos não blindados.
    Também desenvolveram uma bomba Mk-82 (500 lb) com uma camada externa de fragmentos pré-formados, o que aumenta o efeito de estilhaçamento quando explode no ar por intermédio de uma espoleta de proximidade.

  39. RR,
    Um lado utilizando o outro irá fazê-lo também. Não detemos a exclusividade do know-how desse tipo de arma e ela é facilmente adquirida por outros fornecedores.
    Sem falar que em regra (há exceções: JSOW A, etc.) é uma arma de pouca utilidade num conflito de alta intensidade já que sua utilização é inibida por defesa AA de curto alcance (SHORAD).

  40. Olá Colegas. É impossível dizer se a Avibrás depende ou não da exportação de munição cluster (eu apostaria que não). Precisaríamos perguntar para ela. Contudo, como colocou o Bosco, banir a exportação desse tipo de munição pode ser a oportunidade para introduzir outro tipo de tecnologia militar que a substitua. O dano que as munições cluster causam não estão relacionadas apenas ao seu uso contra populações civis (isso é um problema de qualquer arma) mas por muitos anos após o encerramento do conflito, pois os dispositivos ficam espalhados em uma enorme área que em um momento ou outro serão reocupadas. Este é o problema. Para quem tem curisodade, recomendo o site da HRW

  41. Bosco 10 de novembro de 2017 at 9:36:
    .
    Bosco, na minha ignorância, a CBU-107 é atualmente a principal defesa da parcela sulista da península coreana contra a horda de artilharia e blindados dos nortistas. Apesar de ser o futuro, muita gente prefere amaldiçoar o desenvolvimento e se ater ao passado do que voltar para a prancheta e criar novas e melhores alternativas.
    .
    Se até poucos anos havia defensores do FAL, se valendo de toda sorte de argumentos, imagina da munição cluster, “estratégica”, “temida”, etc.

  42. Senta lá Cláudia. Esse tratado proíbe apenas certos tipos de bombas “cluster”, se não me engano limita a um certo tamanho as cargas explosivas. no mais é uma tremenda de uma hipocrisia, qualquer bomba que falhe corre o risco de virar uma mina. Proíbam os veículos e armas com energia nuclear, estes sim podem provocar uma tragédia milenar, quero ver cortarem na própria carne.

  43. Antes de mais nada meus parabéns à Trilogia por colocar o dedo na ferida e denunciar sem pudor algum o jornalismo mentiroso, parcial, proxeneta e sensacionalista do Sputnik lembrando que, por se tratar de uma mídia estatal, representa a própria opinião do governo russo principalmente do déspota corrupto que atualmente ocupa o Kremlin

    Quanto à colocação do colega PRAEFECTUS, é preciso lembrar que a Sputnik (governo russo) não pode pautar as nossas relações internacionais e principalmente as relação de nossas forças armadas. Somo um país soberano e convidamos quem nós quisermos para exercícios militares. Ademais a presença dos EUA nesse exercício é praticamente simbólica….

    No que diz respeito às munições cluster, não vamos assinar porcaria nenhuma!

    Ps: Cel Rinaldo os Harriers usados na Guerra das Falklands foram os GR-3 pois os GR-7 vieram bem depois.

  44. Tendo empregado o Fgt SS-40 em 2014, em Butiá-RS, informo que TODAS as submunições que não detonaram no impacto com o solo se autodestruíram conforme programado, fato atestado pela equipe de “limpeza” do polígono de tiro, após o exercício.

  45. Carcara,
    “qualquer bomba que falhe corre o risco de virar uma mina”
    Sem dúvida, agora, numa bomba “cluster” essa possibilidade se multiplica centenas de vezes. Se 1% das espoletas de bombas unitárias falharem e forem lançadas 100 contra o inimigo haverá apenas 1 bomba sem explodir com potencial de virar uma mina. Já se 100 bobas de fragmentação forem lançadas e cada uma com 300 submunições haverá 300 “bomblets” não explodidas e capazes de causar danos até décadas depois do conflito terminar.
    Mas o pior é que as estatísticas mostram que a porcentagem de espoletas que falham chega a 5%, o que nos remeteria no caso do meu cenário hipotético a 1500 bombas não explodidas.
    Não podemos negar que isso é um problema que deve ser discutido, agora, não com a hipocrisia de um SputnikNews que por ser uma mídia oficial de um país que utiliza descaradamente das mais diversas formas de armas politicamente incorretas não deveria dar pitaco. Fosse pelo menos uma mídia independente ainda teria cabimento.

  46. Nós só estamos discutindo isso, por serem os tempos, de paz. Na guerra, vão para as cucuias todo tipo de discussão sobre tratar com mais “humanidade” o conflito, sobre como evitar o sofrimento e essas coisas bonitas.

    Ganha a guerra, dentre outros motivos, quem tiver as melhores armas, as que mais dano infligem ao inimigo e pro inferno com as ideias menos destrutivas.

    Como essas decisões são políticas, concordo que mais ano menos o tratado será assinado. Faz bem o país que pesquisa e detém o conhecimento da fabricação de todo tipo de arma. No tempo de paz, faz de bom moço (até porque isso traz ganhos sim). Nos tempos de guerra, bota na linha de produção tudo que conseguir!

  47. HMS TIRELESS 10 de novembro de 2017 at 10:26,

    prezado, é elementar que nem a Rússia, ou Estados Unidos, ou China, ou Inglaterra e etc, deva pautar alguma coisa em relação a República Federativa do Brasil. Óbvio que não!!!

    Agora, pra mim o que ocorre, é que tal matéria, foi pinçada do baú da vovó rusk, evidentemente, para demonstrar o desagrado russo, com a inequivoca afirmação por parte do Brasil, da sua relação carnal com os EUA, mediante participação de efetivos deste, na AMAZONLOG17, que, em principio, é apresentado como um exercicio ”humanitário” em proveito da população ”local”. E, com participação natural de países limítrofes, o que não é o caso dos EUA.

    Portanto, a participação dos EUA neste exercicio, é uma demonstração clara do alinhamento de Brasilia com os EUA, no mais alto nível. Este recado está sendo captado…

    E, eu, não estou falando isso como alguma crítica ideológica, nada disso. São apenas fatos. Aliás, tenho ojeriza a qualquer ideologia humana.

    Por conta deste claro recado do Brasil à quem de direito, um lado já estrilou…

    E, é isso que coloquei!

    A matéria não foi posta no ar, com interesse algum de levantar discussão sobre o referido tema. Mas apenas demonstrar o desagrado, o ciente! Entendem…?

    Grato

  48. Olá Colegas, se o problema é o SputinikNews, vou listar outros fontes de noticias
    1.”Anistia Internacional: Arábia Saudita usou armas brasileiras em ataques no Iêmen” portal da EBC (orgão do governo brasileiro)
    2. “Vítimas por bombas de fragmentação mais que dobraram em 2016, diz ONG” UOL
    3. “Human Rights Watch denuncia uso de bombas de fragmentação pela Arábia Saudita no Iêmen” O Globo.

    CHama a atenção o primeiro link, no qual o próprio governo brasileiro divulga a noticia do HRW.

  49. Bosco, eu entendo perfeitamente a estatística e o fato de ser da sputnik não me afeta em absolutamente nada já vi críticas semelhantes em outras mídias. Eu insisto por pior que sejam as consequências elas estão limitadas ao campo convencional e a guerra em si é sempre a pior de todas.
    Uma zona de guerra possui solo, aguá e animais contaminados por todo tipo de metal pesado, chumbo, urânio empobrecido e tungstênio pra citar alguns, quantos mortes de civis vão pra esta conta? muito difícil calcular….
    É de um hipocrisia tão grande proibir bombas “cluster” enquanto a guerra come solta no mundo que eu só consigo imaginar que ou são idiotas propondo idiotices para aparecer na mídia como bonzinhos, ou alguém que reconhece seu potencial ofensivo e tem medo disto….

  50. bosco, estou com o comentário retido porque exagerei no tom do comentário kkkk
    assim que liberar meu ponto ficará mais claro kkkkk

  51. camargoer 10 de novembro de 2017 at 8:45

    Mal comparando, os terroristas que assolaram a Europa nos últimos dois anos usaram carros e caminhões para matarem um montão de gente! Então, automóveis viraram armas! Por analogia, então o comércio de veículos automotores não deveria ser uma simples transação comercial?
    Geopolítica, uso de armas contra outros países, uso de armas contra população civil, destruição de cidades e tudo o mais – são decisões de pessoas! São decisões de governos de países soberanos e também de grupos terrorists.
    Os meios usados podem ser quaisquer, que eles disponham e julguem adequados.
    E aquele sujeito lá que atacou a creche usando gasolina? Então, a gasolina virou uma arma! O comércio de gasolina não deveria ser uma simples transação comercial?
    Um pedaço de pau ou uma queixada de burro, deixa de ser o que é, quando alguém as utiliza para arrebentar a cabeça de outro alguém; assim, por analogia, o são misseis nucleares, bombas cluster, automóveis, caminhões, facas de cozinha, etc..
    Geopolítica é geopolítica, pois não vivemos mais no Paraíso Divino.
    Racionais ou irracionais, naturalmente, quem pode mais chora menos, simples assim.

    Forte abraço

  52. Cluster ou não Cluster eis a questão!!! Tirando a filosofia aloproshakesperiana da frase anterior. Sem dúvida nenhuma a munição cluster é tenebrosa, por causa das submunições e das lesões massivas que causam – além da letalidade as inevitáveis mutilações. Atingem civis e duram décadas. Porém, entretanto contudo são um meio dissuasório efetivo. E aí na defesa do seu país, vc usa o que tiver na mão – nesse caso boa, horrível e barata cluster. Se formos olhar do ponto de vista de quem produz é exatamente isso que ele vê. Ora, se existe procura porque desenvolver tecnologia substitutiva. Se tenho comprador externo, vendo. Onde vai ser usada, bom a responsabilidade é de quem compra. Antes de aderir com entusiasmo a banimentos, temos que analisar se isto realmente interessa ao nosso país. Vejo muita gente reclamando da nossa defesa desdentada – aí critica-se uma das poucas presas que assustam devem ser retiradas? Desculpe, plagiando o Cel. Nery, p**** nenhuma. Quando todo mundo parar eu também paro de fabricar. Finalizando, tenho uma impressão pessoal sobre o assunto: a Ucrânia abriu mão de parte de seu poder disuasório em nome da não proliferação. Deu no que deu.

  53. O Sputnik é o governo russo, e não propriamente a Rússia e o povo russo, pois tanto o país quanto seu povo são incríveis e extraordinários em toda sua história, conquistas, tradições, cultura e o que representam no imaginário de sua grandeza. O mesmo vale pra suas força militares que remontam a Rus Kievana, passando por Ivan o terrível e passando por grandes outros lideres militares e grandes estadistas em suas épocas. O Sputnik com suas noticias tendenciosas acabam jogando contra o próprio governo que lá está, governo este que ofusca a grandeza dessa país.

  54. O Sputnik foi tendencioso porque publicou uma matéria de janeiro requentada como sendo de novembro de 2017.

    A agência russa já vem há algum tempo mirando o Brasil com manchetes “click-bait” como essa:

  55. Se é verdade a notícia, a ONU devia puxar as orelhas do Sauditas (se é que eles vão se importar).
    Se fosse um armento russo queria ver a Sputinik criticar também, pois afinal armas matam quando usadas e se não matam machucam bastante!

  56. Alexandre Galante 10 de novembro de 2017 at 12:12,

    Galante, obviamente, acentuou-se tal expediente desde que a ”mãe de todas as bombas” do Brasil, foi expurgada do poder.

    Grato

  57. Olá Galante. O link que você colocou é bem legal. Obrigado. Inclusive chama a atenção o fato de existirem 3 fabricantes de munições cluster no Brasil. Vi o balança na Avibras de 2016 que ela teve um faturamento de 1,4 bilhão de reais e um lucro de 253 milhões de reais (uns 20% do faturamento).

  58. Se os sauditas estivessem usando armas russas, a Sputnik publicaria uma daquelas matérias carregadas na adjetivação, louvando a eficiência mortífera dessas armas.

  59. Bosco ( 10 de novembro de 2017 at 9:41 );

    Falei de forma genérica. Não falei especificamente de armas cluster.

    Mas sim… Se considerarmos uma ação em direção a manutenção de um equilíbrio de poder, você está evidentemente certo. Se os dois tem, fica “elas por elas”.

    Só que nem sempre haverão as condições para se manter esse equilíbrio. E o acesso fácil a armas pode sim se constituir em agente motivador de uma desagregação geopolítica.

  60. Olá Caio.. sem ser pessimista, mas atualmente não precisa de ninguém de fora para sabotar o país.. riso. Acho que a gente tá fazendo isso com mais eficácia… riso. Um abração.

  61. A manchete correta é: “Sauditas usam suas armas para matar quem eles querem”. Não são armas brasileiras, pois já compraram e pagaram. Não temos nada com isso.

  62. Olá Fabio. Se você procurar no site da HRW (de onde o Sputinik pegou a informação) você vai encontrará a responsabilidade do gov. brasileiro. Se preferir, vá ao link da noticia publicada pela EBC, um órgão do governo brasileiro. Não adianta desqualificar a noticia por ter sido reproduzida pelo Sputinik. Vá então à fonte primária.

  63. Sputnik, Globo, O comuna, Uol. Terra, G1, Folha, cartacapital, blog do vermelho, brasil247, revista fórum, Band, pragmatismo político, conversa afiada, Paulo Henrique Amorim, O Tijolaço, Carta Maior, Blog do centro do mundo, opera mundi etc…são sites financiados por empresas internacionais querendo afundar o Brasil, sites racistas ligados a grupos de corrupção, querem ver brasileiros matando brasileiros! Não acessem estes sites citados.

  64. Galera, acho que tem gente confundindo Sputnik com a chancelaria russa. Menos gente. Estão dando moral demais pra essa agência de notícias aí. Eles não tem essa influência toda. É concordo com o Camargo, devemos ter as clusters mas vender é complicado. Ainda mais pra um país que vive remanejando seus armamentos e enviando pro Isis. Várias caixas de equipamentos sauditas foram encontradas na Síria.

  65. Wolf,
    Até onde eu sei não! Os foguetes do Astros são pré-instalados em contêineres e não vejo como outro contêiner possa se adaptar nele, salvo se foi feito com esse propósito. Mas desconheço.

  66. Os ataques da mídia russa contra o Brasil, desde a saída da digníssima senhora que ocupava o planalto, diz muito, só não vê quem é cegueta, aliás, os russos nunca foram aliados do Brasil e nunca serão, só temos um bom comércio e para por ai. Inclusive eu nunca vi a Russia ser aliada de ninguém, a não ser quando tem algum interesse muito espúrio por traz, todo acordo que a Russia faz com algum país só tende a ser danoso para o outro, é tipo acordo com francês, só que pior.
    #TemQueAssinarPorraNenhuma

  67. Camargoer
    1.Human RIghts Watch é um agente de desestabilização, não tem credibilidade pra nada, ela age com interesses políticos e financeiros, assim como todas as fundações que a sustentam. Como a open society de George soros. Se você olhar o site deles verá todo tipo de ataque covarde e lobby contra qualquer instituição nacional digna.

    2. Se proíbe as exportações, quem vai cubrir o prejuízo das empresas? O MD vai comprar mais pra compensar? Ou será que vamos deixar as empresas falirem para ~assinar o tratado~ por falta de material?

  68. Nao teria como colocar algo que a acionasse a detonação dela caso falhasse a detonação via impacto? ou algo que diminuísse a vida util da pólvora?
    Bombas atomicas tambem afetam os civis e o terreno mesmo apos anos de sua detonação, fora o fato de que China, Eua e Russia tambem nao assinaram esse tratado da cluster. Por que tratar apenas o Brasil como o vilao?

  69. Helio. A Casa das Garças, o Instituto Millenium e o Mises Brasil também são organizações financiadas pela iniciativa privada (aliás, o MBL também.. riso). Não obstante, nada disso muda o fato do impacto das munições cluster sobre a população civil. A situação é análoga ao embargo dos EUA sobre a exportação dos supertucanos para a Venezuela. Não consta que os EUA indenizaram a Embraer.

  70. Caro Helio. O fato de você discordar do HRW não muda a cruel realidade das munições cluster. O Galante colocou outro link sobre as munições cluster e eu sugeri o documento da ONU. Se preferir, existe uma dissertação de mestrado “O Brasil diante dos Regimes de Desarmamento Humanitário: um estudo do caso de munições cluster (2008)” de 2015 (disponível para baixar pela internet). Boa leitura.

  71. camargoer
    Nao estava encontrando nada a respeito do Sputnik falando sobre o uso pelos Russos dessa arma na Siria, mas ate que achei, seria muita hipocrisia e perseguição ao Brasil caso nao falassem. https://sputniknews.com/military/201512211032078761-russia-no-cluster-bombs-in-syria/

    A proposito pra quem tiver interesse enquanto pesquisava sobre o uso da cluster pela Russia acabei achando dois artigos interessantíssimos
    https://citeam.org/sputnik-rt-and-russian-mod-expose-cluster-bombs-at-hmeimim-airbase/

    https://www.hrw.org/news/2016/07/28/russia/syria-widespread-new-cluster-munition-use

  72. Primeiramente, armas servem pra matar.
    Essa é a verdade, não fosse essa seria outra.
    Ilusão acreditar que o problema está nesse tipo de bomba. O problema está em quem as usa.

  73. Pessoal

    Vi inúmeros vídeos nos noticiários do ISIS mantando indiscriminadamente civis inocentes e nem por isso proibiram o AK-47.
    Sou mais um a favor do que o Cel. Nery escrever!!

  74. Olá MadMax. Um soldado acha que as armas são para matar, um general acha que as armas são para ganhar uma guerra. Um estadista acha que as armas são para evitar uma guerra.

  75. As simples transações comerciais sobre venda de armas possuem progressões gigantescas em quase todos os sentidos: gerações de emprego, tecnologia, pesquisa, divisas para o fabricante e para o país… etc. Ainda não me responderam sobre o emprego do fósforo branco e do napalm? Abraços a todos.

  76. camargoer 10 de novembro de 2017 at 18:25

    Essas organizações tem a mesma visão ideológica globalista e desestabilizadora, são farinha do mesmo saco. Não se trata de bombas cluster, se trata de enfraquecimento das nações. Hoje são as cluster, ontem foi o fósforo, napalm, como já disseram. Qual vai ser a desculpa amanhã?

    Essas organizações não estão nem ai para a população civil, na verdade, esse conto não engana ninguém, ainda mais quando essas mesmas organizações defendem medidas que massacram civis todos os dias. “Proíbam as bombas de fragmentação mas liberem as drogas”. É um discurso bastante contraditório visto pelo ~lado humanitário~, não?

    A questão é, as bombas cluster não são um problema. Proibir com a desculpa de ~pensem nas criancinhas~ é o mesmo que proibir a policia de subir os morros com a desculpa do risco de ~bala perdida~. Se você restringe o uso de armas efetivas, você prolonga a guerra, quanto mais tempo a guerra durar, mais a população civil vai sofrer. Olha o caso da própria Síria, enquanto obama usava a tática de ~fazer os inimigos se desgastarem~ a guerra estava equilibrada, matando civis a cada dia. Já a intervenção da Rússia e a mudança de politica dos EUA mudaram o rumo da guerra em questão de meses.

    Meu ponto é que, restringir o uso de armas só favorece a morte de mais e mais civis com o prolongamento da guerra, a guerra é como uma doença, é melhor tomar um remédio amargo e se curar ou acreditar na homeopatia?

    Sobre o caso da EMBRAER e a sabotagem as industrias de defesa (a maligna industria bélica), o embargo foi pelos componentes americanos no a29, não contra a EMBRAER. As empresas que fornecem os componentes do ST estão muito bem salvaguardadas pelo orçamento de defesa dos EUA, isso implicando que essas não receberam compensações. Agora, a EMBRAER ficou com o prejuízo. Se ela estivesse em dificuldades ou fosse uma empresa menor, como é o caso da AVIBRÁS, seria mais uma empresa de alta tecnologia falida, com perca de capital intelectual e capacidade de defesa. Não faz o menor sentido defender a manutenção das armas no arsenal e proibir sua exportação quando a demanda interna é inviável para a manutenção do projeto.

  77. Olá Helio. A Avibrás faturou 1,4 bilhão de reais com um lucro de 253 milhões. Não é uma empresa pequena. Estou lendo a dissertação de mestrado do Gabriel Silva “O BRASIL DIANTE DOS REGIMES DE DESARMAMENTO HUMANITÁRIO: UM ESTUDO DO CASO DE MUNIÇÕES CLUSTER (2008)”. Dá para baixar direto pela internet. Espero acabar de ler ainda hoje. É um excelente texto para entender o contexto do enorme esforço pelo desarmamento desde o fim da segunda guerra. Aliás, é interessante aprender que o Brasil teve um destacado papel na convenção pelo banimento das minas terrestres, conseguindo que toda a América do Sul aderisse. Tem coisas muito legais para serem aprendidas.

  78. Olá Helio. Se você realmente estiver interessado em um texto fabuloso, recomendo você procurar por “Idealist Internationalism and the Security Dilemma” de John Herz. Você poderá baixar o texto em PDF.

  79. A EMBRAER teve um faturamento de 22 bilhões no ano passado, olha, é bastante diferença, além de a Avibrás quase ter falido ano passado. No mais, o senhor gabriel silva é militar? Estrategista? Ou um sociólogo? Ele tem qualificação técnica pra falar sobre o tema ou só entra no discurso militante que citei? Como já disse, desarmamento, seja de Estados ou de povos, nada tem a ver com a segurança de civis, mas sim sobre a segurança de interventores ou qualquer agente opressivo apoiado por quem o promove. Agora, que a politica externa brasileira age contra os interesses nacionais para posar de chique, isso não é novidade nenhuma, até documento permitindo declaração de independência dos índios o itamaraty assinou.

  80. As BLG são extremamente úteis em um conflito. Não se deve assinar nada. É uma infelicidade para quem estiver debaixo delas, mas guerra como um todo já é uma infelicidade, então é bem elas por elas.

  81. Olá Helio. O balanço da Avibras mostra que teve lucro em 2015 e 2016. Terminei de ler a dissertação do Gabriel agora. Sobre o Gabriel, ele obteve seu mestrado na UnB, portanto tem mais qualificação para falar sobre o assunto do que muita gente, inclusive eu. Boa leitura. O texto vale a pena. Aprendi muito.

  82. Que nada, mestrado (só um tcc e nada mais que isso) não qualifica ninguém pra nada, ele seria qualificado se fosse da área, se não, é só mais um ~especialista~ desses que aparecem na globo news. Prefiro ficar com a opinião dos militares, esses sim entendem e tem propriedade pra falar.

  83. O que histérica sobre o artigo usual))) A mídia ocidental e brasileira, como lembro, constantemente escreveu sobre a agressão russa na Síria e na Ucrânia e em centenas de vítimas!

    então, claro, o próprio Putin pessoalmente pediu para escrever este artigo para destruir o complexo de defesa do Brasil))) onde no Brasil o Brasil tem vendas de armas? ))

    engraçado e triste
    __

    what hysterics about the usual article))) Western and Brazilian media as I remember constantly wrote about Russian aggression in Syria and Ukraine and hundreds of victims!

    then of course Putin himself personally ordered to write this article in order to destroy the defense complex of Brazil))) where in the world does Brazil have arms sales? ))

    funny and sad

  84. Camogoer e Fred, a uma lista de noticias da sputnik contra o Brasil é fato, inclusive o defesanet tem uma materia sobre, inclusive a fortes indícios que o governo russo planta diretamente essas notícias a dedo. O problema é que pessoas mais chegadas a Russia nao consegue ver isso mesmo com o sputnik requetando uma noticia do inicio do ano. Tanto que nem é uma reportagem sobre paises que ainda exportam municoes cluster dentre elas o brasil, é uma noticia que alem de ser antiga fala somente do Brasil, ou seja, fake news.

  85. A Rússia infiltrou até um russo aqui, pior que não sabe falar nem português e nem inglês kkkkkk. Qualquer acordo que exista pode ter certeza que a Rússia não vai seguir e vai continuar com seus mísseis de longo alcance, armas nucleares, químicas, biológica, incendiária, cluster, etc. Se a Rússia se preocupa tanto com os civis do Iêmen então para de tentar derrubar o governo legítimo de lá juntamente com o Irã, todas as embaixadas tiveram que sair do Iêmen quando os houthis tomara a capital mas adivinha qual a única embaixada que está lá?

    Querem claramente prejudicar a melhor e única arma dissuasória do Brasil e desarmar o país através de mais um tratado, ponto para o “governo golpista” que não assinou isso.

  86. Caro SmokingSnake. Recomendo ler o artigo que sugeri em (11 de novembro de 2017 at 10:18) para você entender o contexto dos acordos assinados e não-assinados por FHC e Lula. Ou tirar uma self. Riso. Falando sério, o artigo é bastante informativo sobre as razões que levaram o gov. brasileiro a assinar pelo banimento das minas, aderir ao protocolo de não-proliferação de armas nucleares mas não participar do protocolo pelo banimento das munições cluster.

  87. Amiguinho eu sei perfeitamente as razões, banir mina é bem diferente de banir uma coisa que é essencial para a defesa nacional e prejudicar uma plataforma consolidada que gera lucros e avanços tecnológicos na indústria nacional de defesa. Se você prefere achar que alguém de relações internacionais é o dono da verdade em assuntos militares, não posso fazer nada.

  88. Falou o “noticiário” do país dono do AK-47 que arma todas as organizações terroristas do mundo, BUK que derrubou o Malaysan Airlines e das armas químicas de Bashar Assad… esqueci de algo? Deixe o leste europeu para lá… quando fizer uma crítica, faça uma autocrítica, é melhor!

  89. Caro Smoking. Se você souber de alguma referência, artigo ou tese, escrito por um militar sobre as munições cluster, será ótimo. Vou ler com atenção. Aguardarei a sua sugestão. OK? Só não pode ser wikipedia.

  90. Camargoer qual a relação entre massa de explosivo X área afetadas, acredito que as bombas de fragmentação sejam campeãs nisto em termos convencionais, por isso são importantes. Uma missão que precisaria de 3 ou 4 bombas pode ser realizada com uma única cluster….

  91. Olá Carcará. Pelo que li na dissertação do Gabriel, os militares argumentaram que no contexto amazônico, as muniçoes cluster seriam um importante elemento de dissuasão. O Gabriel também menciona que as munições cluster contaminam um área de 3 a 4 campos de futebol. Contudo, os dados mostram que cerca de 94% das vítimas desse tipo de munição são civis, sendo 40% crianças. O interessante é que na década de 90, o Brasil liderou os países da América Latina pelo banimento das minas terrestres (o que tornou o nosso continente o único livre desse tipo de arma) contudo não aderiu ao protocolo contrário às munições cluster, o que levou a Argentina e o Chile a não aderirem também. O Gabriel também menciona que o Brasil não exporta mais as munições cluster, mas tem como fonte uma entrevista. Acho que é uma informação interessante a ser confirmada.

  92. Caro amiguinho, dificilmente um artigo militar viria a público já que envolveria estratégias e informações sensíveis. Primeiro explica por que é incoerente ter banido as minas, que eram mais usadas por guerrilhas como as FARCS, e não banir as cluster já que as duas coisas tem pesos diferentes a defesa nacional, ou agora só porque assinou o banimento das minas que tem que banir todo o resto incluindo coisas que vão desmantelar a já fraca indústria nacional?

  93. Ahhh, esqueci de mencionar. O problema das muniçoes cluster é que cerca de 25% delas não explodem e ficam ativas e dispersas nas áreas por anos ou décadas depois de encerrado os conflitos. É quando ocorrem a maioria dos incidentes com vítimas civis. O Gabriel menciona da dissertação dele que mesmo as munições atestadas pelo fabricante com 2% de munições que não explodem no momento, mostraram mais de 20% delas não explodindo no campo de batalha. OU seja, a encrenca é realmente grande.

  94. Camargoer o problema é a guerra não a bomba de fragmentação, repare:
    .
    “The treaty allows certain types of weapons with submunitions that do not have the indiscriminate area effects or pose the same unexploded ordnance risks as cluster munitions. Permitted weapons must contain fewer than ten submunitions, and each must weigh more than 4 kilograms (8.8 lb), and each submunition must have the capability to detect and engage a single target object and contain electronic self-destruct and self-deactivation mechanisms.[8] Weapons containing submunitions which all individually weigh at least 20 kg (44 lb) are also excluded.[9] A limited number of prohibited weapons and submunitions can be acquired and kept for training in, and development of, detection, clearance and destruction techniques and counter-measures.”
    .
    Como eu já disse existem inúmeros outros problemas em zonas de guerra que são subestimados e ninguém fala absolutamente nada, resolveram que proibir bombas cluster porque pega bem na foto.
    Parece aquelas campanhas ridículas contra o “estupro” em conflitos armados! Amigos, vocês estão errando o ponto!

  95. Não é interessante o tratado, está proibido a bomba brasileira, mas se for fabricada com tecnologia americana/europeia pode, porque nós sabemos que os sistemas de guiagem e auto-destruição não falham. kkkkk
    Tem que ser muito otário mesmo pra assinar…

  96. Não é por acaso que os maiores vendedores de armas do mundo também são os que mais utilizam da contra-informacao para ganhar suas guerras comerciais. O Brasil precisa ter cuidado já que parte das ONGs hoje espalhadas pelo Mundo estão a soldo, criando dificuldades administrativas para Estados e comerciais para as empresas especificamente nos países em desenvolvimento, sempre sob o fundamento do bem, do povo, do indio, da natureza e do aquecimento global. A Inglaterra ganhou a guerra das Malvinas com uma dose cavalar de contra-informacao, submarinos que estavam a 11.000 km de distância diziam estar na costa Argentina, e na ll guerra quanta contra-informação! Portanto, especialmente a Inglaterra, está ainda domina o Mundo, mas hoje com outra armas. Um caso recente, a RENCA é um caso ilustrativo de vitória, das ONGs a soldo, sobre a soberania comercial de um País, todos esperavam tanques e soldados a tomar a Amazônia, mas não, ela já foi tomada, hoje a Amazônia é nossa no papel, mas, efetivamente não podemos explorar NADA lá, a tentativa do Governo de iniciar a exploração de cobre de uma das maiores jazidas do Mundo foi “enterrada” pelas ONGs, com ajuda da Gisele. Quanto às bombas cluster, com certeza elas são mais baratas, porém perigosas aos civis, se comparadas as novas tecnologias, assim como os ônibus elétricos também são menos poluentes. A pergunta é, devemos correr pra jogar fora as nossas bombas cluster e nossos ônibus a diesel (ou deixar de vendê-los) mesmo não tendo ainda recursos para adquirir “e produzir” a “nova” tecnologia? Ninguém acha estranho que o discurso das ONGs e Organismos humanitários internacionais comecem justamente quando países ricos querem vender tecnologias novas?

  97. Olá Carcará. Por favor, leia o artigo do Gabriel e você terá um bom panorama geopolítico e uma análise muito boa de como os interesses do Brasil mudaram com o tempo. Para nós, é importante entender em qual contexto o MinD e o Itamaraty trabalharam pela adoção do tratado anti minas terrestres mas tomou uma posição contrária em relação às munições cluster. É uma análise bem estruturada e longe das análises simplórias de achar isso ou aquilo. Se não puder ler a dissertação do Gabriel, leia o artigo que é mais curto mas contém a mesma análise. Mas se tiver tempo para ler a dissertação inteira é muito melhor.

  98. Esse site russo de baboseiras tem reportagens absurdas que beiram a canalhice, publicaram uma sobre a descoberta de um OVNI no fundo do mar, pura balela.

  99. Apenas a título de curiosidade, as armas cluster se apresentam de diversas formas: foguetes ar-sup (inclusive de 70 mm), foguetes sup-sup, mísseis sup-sup balísticos e semibalísticos, mísseis cruise, bombas, obuses de 105 e 155 mm, projéteis de canhões navais de 127 mm, granadas de morteiro de 120 mm, dispersores cativos, etc.
    O padrão de dispersão das submunições depende da altura de liberação havendo armas com liberação imediata e armas de liberação sequencial. As armas de liberação sequencial (ex: bomba Belouga, MW1, JP233) obriga uma passagem nivelada sobre o alvo e permite uma configuração específica de dispersão, por exemplo, seguindo uma linha reta, sendo ideal para atacar um comboio numa estrada ou uma pista de pouso. Nesse caso as submunições são ejetadas por janelas. As de liberação imediata distribuem as submunições numa configuração mais circular.
    As submunições mais comuns são as antimateriais/antipessoal e as antiblindados/antipessoal.
    As primeiras são geralmente esféricas e não possuem nenhum sistema de estabilização ou frenagem. O exemplo típico é a M-74 lançada pelo míssil ATACMS.
    O segundo tipo por ter função antibllindados, precisa de um dispositivo de estabilização (paraquedas, aletas, balão, tiras, etc.) que a aponte corretamente para o alvo de modo a que a carga HEAT seja efetiva. Como exemplos tem a M77 DPICM, a BLU-97/B CEB, etc.
    Há outras submunições menos utilizadas: disruptoras elétricas, antitanque inteligente (SADARM, Skeet), antipistas (SG357), minas terrestres (ex: AT2), antitanque guiada (BAT), etc.

  100. pgumao 11 de novembro de 2017 at 20:21
    Esse site russo de baboseiras tem reportagens absurdas que beiram a canalhice, publicaram uma sobre a descoberta de um OVNI no fundo do mar, pura balela.
    ___

    Em todos os sites e sites do Oeste do Brasil, eles falam sobre ursos russos no centro de Moscou))), tal estupidez ))))))))))))))))))))

  101. É fato que armas brasileiras são usadas pela Arábia Saudita. E não apenas contra o Iêmen. Onde está a “guerra de informações contra o Brasil”? Devem procurar a tal guerra nas mentiras propagadas pelo “Jornal Nacional” e assemelhados da mídia corporativa nativa. Creio que o governo brasileiro deve explicações ao seu povo por vender armas ao maior patrocinador mundial do terrorismo, e que está prestes a provocar o maior desastre humanitário do século XXI, de acordo com a ONU. O Brasil está vendendo armas para a Arábia Saudita, que está prestes a matar a população iemenita de fome devido ao seu bloqueiro aero-naval ao país. Como se não bastasse massacrar a própria população com políticas econômicas genocidas como a atual, o governo de fato do Brasil também massacra, de forma indireta, populações estrangeiras.

  102. Senhores
    Cuidado com a ingenuidade.
    O Irã (Pérsia) intenta “estar em condições de” sufocar a Arábia Saudita, seu histórico inimigo.
    Por isso, Imen e Síria recebem apoio iraniano. Assim, além da saída do Golfo Pérsico, onde o próprio Irá pode intervir, as duas saídas de TM da AS podem receber influência iraniana.
    Em contrapartida, AS se arma pra enfrentar o Irã, se precisar, ataca o Iêmen e apoia a luta contra Assad na Síria.
    Não é questão de mauzinho querendo q bonzinho morra de fome, mas resultado de uma briga secular, com atores q, se puderem, causam o maior mal q conseguirem uns aos outros.
    Quanto ao Brasil vender essas armas, nenhum daqueles países se preocupa se ao baixar o preço do petróleo, vão prejudicar nossa economia, e população por consequência.
    No frigir dos ovos, cada um com seu problema.
    Essa conversa moralista até hj só serviu contra nós mesmos e contra o Imperialismo Americano.
    Nunca vi malharem China e Rússia e suas atrocidades.
    Sds

  103. Se tirarem a munição cluster dos nossos arsenais, será o mesmo o fizeram com a lei do desarmamento, desarmaram o cidadão de bem e deixaram os bandidos armados!

  104. Senhores,
    O esperniômetro é válido mas a proibição de fabricação, uso e venda desse tipo de arma está com os dias contados. Eu sou um contumaz crítico do “politicamente correto” como forma de solapar a cultura ocidental mas não posso deixar de concordar que mesmo aos trancos e barrancos há eventuais avanços civilizatórios e considero a proibição de armas de destruição em massa e das armas excessivamente cruéis.

  105. Olá Bosco. Acho que concordamos bastante sobre a necessidade de banir as munições cluster. Quando a gente fica sabendo que 94% das vítimas são civis (sendo 40% crianças) e que a maioria dos incidentes ocorre após o término do conflito, dá para concluir que além de desumanas, as muniçoes cluster são ineficientes. E isso não tem nada a ver com policamente correto ou incorreto. Na verdade, essa discussão sobre ser “PC” ou não apenas tira a discussão do contexto.

  106. Continuando.. quando o mérito de uma discussão é substituído por ser a favor ou contra o politicamente correto (ou incorreto), já se estabelece um juízo de valor antes de qualquer argumentação. Por exemplo, teve mais gente querendo desqualificar o SputinkNews (que apenas reproduziu uma noticia) do que debater o contexto do uso das munições cluster, sua eficácia militar e seu impacto nas populações civis. Ou seja, tinha mais gente preocupada em reclamar da torcida organizada do time adversário do que assistir ao jogo no gramado. riso.

  107. camargoer – O que vi foram alguns, como você, que ficaram aqui desesperados para defender a sputnik e chegam a ir até contra o Brasil. Quero ver a sputnik “reproduzir” as notícias sobre o uso de bombas cluster e thermite pela Rússia e os civis e crianças que eles estão matando diretamente, ah mas aí não vai achar uma única matéria sobre isso no sputnik e nem nos outros sites de propaganda russa disfarçados de sites de notícias, se achar vai ser dizendo que é tudo mentira.

  108. Agnelo 13 de novembro de 2017 at 7:39

    Finalmente alguém que fala a minha língua, embora eu discorde de um ponto seu. O fato é que sempre colocam os americanos e russos como os maiores patrocinadores das guerras atuais e na situação em que se encontram às populações desses países, mas o Brasil está indiretamente ligado a essas guerras, querendo ou não somos tão culpados quanto os americanos e os russos e o discurso moralista que eu vejo sempre aqui no blog condenando EUA e a Rússia coloca isso em um perspectiva que eu nunca imaginei. Embora eu não leve a sério a Sputnik, há diversas fontes falando sobre o assunto como o Camargoer já postou e o Galante, e não apenas isso, há diversas informações que dizem que a empresa Taurus vendeu armamento para o traficante iemenita Fares Mohammed Mana’a, mesmo esse sendo listado pela ONU como um dos maiores traficantes internacionais de armas do mundo, isso tudo apurado pelo MPF levado à Justiça Federal do RS.
    Um trecho da matéria: “Os procuradores acusaram em maio dois ex-executivos da Taurus, que tem sede no Rio Grande do Sul, de enviar 8 mil pistolas e revólveres de uso exclusivo das forças policiais para Mana’a, que atua na região do Chifre da África, também conhecida como península Somali, há mais de uma década. As armas foram supostamente enviadas pela Taurus para Djibuti e redirecionadas para o Iêmen por Mana’a, de acordo com documentos judiciais, em 2013. Dois anos depois, os executivos negociavam uma segunda entrega, de 11 mil pistolas e revólveres, quando foram surpreendidos pela investigação da Polícia Federal (PF).”
    https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2016/09/empresa-taurus-teria-vendido-armamentos-a-traficante-do-iemen-7388865.html
    A pergunta que me deixa intrigado é: Será que esse traficante levou essas armas para a célula da Al-Qaeda no Iêmen?

    Falam tanto aqui de EUA armarem o ISIS, dos russos armarem o governo sírio para usar contra sua população, mas o Brasil não é nada inocente nessa história, pelo contrário, o Brasil está lucrando com essa guerra.
    Sabendo disso, quero ver daqui para frente a hipocrisia do moralismo atual, uma coisa que mais se vê mais nesse blog, e começando pela Sputnik como já alertou os colegas acima.

    E sobre o tratado, sou contra. O Brasil não deveria assinar tratado algum, primeiro porque 74 países não assinaram incluindo os grandes como Rússia, China…; segundo porque a demanda interna é pequena não tendo como a empresa se sustentar neste arranjo, aliás a maioria das empresas brasileiras de defesa exportam justamente por conta da pequena demanda interna inclusive aumentando a oferta para o exterior para mitigar a demanda nacional, terceiro porque não temos recursos necessários para desenvolver alternativas sobre este tipo de arma e justamente por isso eu acho que os grandes deveriam ser os primeiros a assinarem, porque eles têm recursos para buscarem alternativas, sendo na realidade o que não acontece.

    Vocês não querem uma indústria de defesa forte? Pois é, não há alternativas sem exportação. Não somos países como China, Rússia e EUA que podem se sustentar com a demanda interna e eu sou contra aquela aberração de vender para traficantes internacionais, mas para governos soberanos sou totalmente a favor, isso é postura de país que leva sua indústria de defesa em relevância, países como os já citados anteriormente.

  109. Rússia só é a Rússia por conta da URSS que massacrava sua população com as armas desenvolvidas nacionalmente e ainda usavam em outros países para seu imperialismo.
    EUA só é EUA por conta do desenvolvimento de armas para sobrepujar outras nações e reivindicar seu imperialismo pelo mundo.
    A Alemanha só se desenvolveu por conta dos nazistas que mantiveram um bom know-how da tecnologia empregada naquela época, não preciso nem dizer os seus crimes.
    Inglaterra, mudou de postura recentemente em tempo histórico de 100 anos, abdicou de seu imperialismo, mas conseguiu manter sua indústria de defesa e conta com boa demanda interna.

    Há exceções de países que têm sua indústria de defesa forte sem precisar exercer algum tipo de influência em conflitos, mas são países que já detém boa relação com os países já citados e são países que detém uma boa demanda interna, não precisando de exportar para suas indústrias sobreviverem.

  110. Gilson
    Realmente, essa situação da Taurus tem de ser investigada.
    Quando o assunto é entre nações, é uma coisa. O moralismo fica com um sarrafo diferente, mas na questão de grupos terroristas, aí é dose.
    Muitos vão questionar sobre a diferença entre o “terrorismo” q os Estados praticam e o terrorismo de grupos.
    O Estatal fica entre o jogo das nações, a construção de alianças e o preparo em Defesa. Já o terrorismo de grupos, hj, principalmente, transacionacionais, aí tem q ser combatido e muito.
    Uma desculpa para o terrorismo praticado por grupos e organizações transacionais é a luta do fraco contra o mais forte. Mas abomino está desculpa. O Vietnã fez um guerra de resistência contra Os EUA e saiu vencedor sem um tiro contra civis americanos. Assim também o Afeganistão contra os soviéticos.
    Sds

  111. Eu só acho HIPÓCRITA um dos dois únicos países que ainda possuem vírus de varíola armazenados para fins bacteriológicos ficarem cobrando moralidade do BR (o outro é os EUA).
    Ohhh, 119 países já assinaram, mas quem não assinou ? Já deram uma olhada ? Só país que ainda possue armamento nuclear, químico e bacteriológico.
    Mas é assim mesmo. O BR não pode ver um tratado, TNP, MRTT, ou outro, que desanda a assinar.
    .
    Me lembra uma orgia : quem não possui é possuído. Softpower é isso aí.

  112. Concordo com Sr. Delfin Sobreira: “quem não possui é possuído”. E para complementar numa guerra vale tudo: Napalm, Cluster, Fósforo… Vendemos sim, compramos ,sim e venda de armas gera divisas, tecnologia para quem as fabrica, tudo que se concebe para uso militar será utilizado de alguma outra forma para o uso civil. Helicópteros, embarcações, aviões, computadores e até a própria energia nuclear. Tirando o tratado sobre utilização de armas nucleares. não observei ao longo dos anos os países potencias não utilizarem outros artefatos químicos, de fragmentação no inimigo. Tratado são rompidos e esquecidos quando o interesse sobre recursos minerais e futuramente agricultáveis e hídricos estão em jogo. Por estes recursos que potência alguma utiliza armas nucleares. De resto, infelizmente a população civil sempre sofrerá.

  113. O Brasil não pode e não deve abrir mão das Munições e Bombas Cluster, o Brasil sempre que for procurado para assinar qualquer coisa , deve dar a seguinte Resposta, ** Assinarei somente Junto com EUA , Rússia , China , Israel ,etc**, sem estes NUNCA . Mas estas Munições para nós em caso de uma ataque Anfibio e ou Aerotransportado contra nós, colocaria em Check a Operação !!

  114. Outra coisa a Imprensa Séria do Brasil , deve dar um Mínimo de Atenção as ONGs , todos sabemos qual são as suas intenções reais , conquistar a Opinião Pública Incauta , tanto as ONGs de Direitos Humanos , Pacifistas e Ambientalistas ; porém as noticiando devem dar um Adendo ou Publicar ,Contraditórios contundentes , estas ONGs são Ponta de Lança dos Agressores aos Nossos Interesses !!

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