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Brigada Guarani realiza o adestramento dos meios de Apoio de Fogo

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Rosário do Sul (RS) – Durante as Operações Gralha Azul e Iguaçu, iniciadas no dia 29 de outubro e atualmente em curso no Campo de Instrução Barão de São Borja, a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada (15ª Bda Inf Mec) – Brigada Guarani – realizou o adestramento dos meios de Apoio de Fogo orgânicos da Brigada.

Dessa forma, ao longo de duas semanas foram realizados diversos tiros com os Obuseiros 105 mm “Light Gun”, Canhões 90 mm das Viaturas Blindadas EE-9 Cascavel, Morteiros Pesados 120 mm, Metralhadoras .50 e Metralhadoras 7,62 mm MAG, incluindo as de dotação das Viaturas Blindadas de Transporte de Pessoal Média Sobre Rodas (VBTP-MSR) Guarani.

FONTE: Exército Brasileiro

13 COMMENTS

  1. O EB deveria levar alguns esquadrões de viaturas blindados E99 Cascavel para Roraima. Formar brigadas. Estes exercícios são de suma importância. Muito bom.

  2. Gostaria de saber a opinião dos militares que participam do blog.
    Li num outro espaço que o EB está estudando trocar 1 Cascavel dos pelotões de cavalaria por uma viatura com a torre TORC30. Talvez pelas torres obsoletas dos cascavéis seja algo bom. Mas a dúvida que eu tenho é se isso permaneceria vantajoso pensando numa viatura moderna com canhão de 105/90mm, ou seja, cada Pel Mecanizado tendo 1 viatura com can. 105/90 mm e outra com a TORC30.

  3. Boa noite Manuel

    As TTP de um Pel C Mec a miude não são minha Praia, pois sou de Infantaria.
    Na minha
    Visão, o poder de fogo desta forma é menor, assim como a logística mais complicada, pois são peças e sistemas diferentes.
    Em q pese a missão principal da Cavalaria ser Rec, Vig e Seg, as Operações Ofensivas e Defensivas básicas são de sua esfera também, então 9 canhões por Regimento, mesmo substituídos pela 30 mim, faz diferença.
    Sds

  4. Manuel a questão toda gravita em torno do custo. Não teremos como mobiliar mais de 160 pelotões de cavalaria com dois blindados equipados com canhões para substituir os cascavéis. A solução intermediária que sobra é usar o 30mm. Pode se gerar até uma certa flexibilidade com o calibre intermediário, mas certamente seria melhor ter dois canhões 90 ou 105. O preço irá inviabilizar isso.

  5. Um aspecto positivo seria que dada as dificuldades orçamentárias do EB, 160 unidades ficaria mais fácil uma aquisição de oportunidade ou encomenda de um projeto já pronto mais moderno e capaz para a substituição dos cascavéis como por exemplo os centauros italianos.

  6. Quanta as restrições orçamentárias, talvez pudéssemos mobiliar apenas as unidades blindadas
    As mecanizadas permanecem com o Cascavel

  7. Os centauros novos sairiam igualmente caros. Usados pelo que soube teria menos de 100 unidades ( algo em torno de 80), o que não adiantaria muito. Se fosse adquirido seria para ingressar na C Mec, numa transição para um veiculo de mesmo porte mais adiante e de forma definitiva, ou seja, o Guarani reconhecimento armado.

  8. Mestre de forma alguma, por favor.
    Camaradas
    O Centauro, pelo q soube, já não é mais fabricado, o q leva ao q Colombelli disse.
    Um aproveitamento dos q estão parados, mais seu aperfeiçoamento, fica caro também. Nem sei o estado dos parados.
    Mas poucas unidades para suprir de imediato foi uma ideia superada pela modernização do Cascavel ,pela análise de ameaças naquela oportunidade de decisão.
    Com a ida pra RCA, não sei o q pode acontecer.
    A torre dele foi um bom modelo de análise pro Guarani 8×8. Isso tenho certeza pelo chefe do GT Guarani.
    Sds

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