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5º BIL na Operação Yaguareté

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Lorena (SP) – No período de 17 a 23 de novembro, o 5º Batalhão de Infantaria Leve “Regimento Itororó” participou da Operação Yaguareté, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), em Rosário do Sul (RS), num exercício de Assalto Aeromóvel e Junção, coordenado pelo Comando da 3ª Divisão de Exército.

 

FONTE: Exército Brasileiro

45 COMMENTS

  1. Pelos meios Q estão nas fotos, não foi só o 5º, mas toda a FT Q ele incorpora.
    Muito bom ver Q o adestramento continua, e com representantes de duas DE.
    Além disso, a distância evidência a capacidade de atuação de nossa força estratégica.

  2. Helis no chão, tropas saindo ok! Quem ta dando cobertura aérea pa eles? Ha tá não tem cobra, Apache, tiger huummm!!! Temos um problema? Não temos esquilos e fennec com foguetes. Ha tá, sem problemas então.

  3. Marcelo, não to falando mal não ou, presta atenção fui infante também e o EB realmente precisa de helis que dêem cobertura aerea para o desembarque de tropas eu quis fazer uma crítica sim mas a intenção era pra ser construtiva . Fica dodoi com isso não que passa viu! Pessoal do blog se eu falei bobagem ok desculpa ai e me corrijam mesmo ok? Mas eu to errado?

  4. Rapaz, eu fico de queixo caído com a quantidade de exercícios realizados pelo EB ultimamente. Blindados, veículos leves, obuseiros, caminhões com infantes, artilharia, tem até helicóptero vez ou outra. Mas daí eu pergunto:

    – Se o EB, e consequentemente as outras Forças, estão quebrados este ano e no próximo, devido aos cortes orçamentários profundos, de onde diabos tiram recursos para tantas manobras, tantos exercícios? Eu realmente não entendo…

  5. Não é falar mal não Marcelo , unidades Blindadas sem apoio aéreo são facilmente destruídas , unidades blindadas têm que ter cobertura aérea , Capice ! Mas as nossas FFAA sempre foram CAPENGAS .

  6. O EB não tinha ou tem um processo de aquisição para essa finalidade? Aliás os Sabre da FAB não podem ser usados para esse fim ou mesmo o A.29, quem sabe o A1?

  7. Diego, pensei justamente nos Sabres e no A29… Será que num cenário real as duas forças não estariam se auxiliando nessa situação?

  8. Fábio, são exercícios padrão realizados todos os anos de forma igual, sendo entre 09 e 12 exercícios nivel GU.
    José Luiz, errado. As unidades blindadas são as mais difíceis de serem destruidas. Voce so para um blindado com um impacto direto. Elas tem AA ( Gepard) pra defesa e são quase que permanentemente moveis. Somente com bombas guiadas voces as conseguiria engajar com sucesso e e de forma segura e isso poucos tem na AL .
    Diego, embora o helicóptero de ataque não vá ser adquirido tão logo, a FAB pode propiciar um guarda-chuva de cobertura.
    Tallguiese, se tiver proteção de helicópteros de ataque melhor, se não tiver, a FAB dá cobertura contra ataque aéreo e no solo basta escolher uma área segura de desembarque através de reconhecimentos. Falta de apaches ou tigers nunca foi obstáculo para operações de assalto aeromóvel. É só uma questão de adaptar. Aliás, num mundo de MANPADs disseminados, os helicópteros de ataque são eles próprios alvos prioritários.

  9. A é augusto? quem tem isso na AL? e voce vai chegar perto pra disparar como? E pra sua informação uma bomba cluster não faz nada em um blindado se não tiver função específica de perfuração de blindagem. Não consta que na AL se tenha este recurso. E Radar pra plotar uma força blindada no solo também não é qualquer um.

  10. Tallguiese 1 de dezembro de 2017 at 10:52
    Boa noite
    Heli de atq são melhores, mas, como Colombelli disse, a FAB dá apoio. Além disso, uma ZPH é em local seguro, determinado após o Pel Rec do BIL verificar.
    Os esquilos podem usar o BAT 70 e deverá ser melhor armado, como o OH-58.
    Sds

  11. Augusto 1 de dezembro de 2017 at 15:50
    Boa noite
    Não há força terrestre com poder relativo de combate maior do q uma força blindada.
    Se para blindados é ruim um ataque aéreo, imagine pros outros.
    Sds

  12. Entao, a Fab pode propiciar o apoio sim beleza, mas e si não estiverem diponiveis os A-29 ou os Sabres? Isso pode acontecer em várias frentes fe combate. As vezes o apoio aéreo não estará lá ai é que entra a auto suficiência do EB. Se pelo menos armassem os fennecs devidamente como eram os gazeles, BO alemão eo Kiowa warrior ai sim o assalto aeromóvel estaria devidamente escoltado e defendido eu acho.

  13. Poxa, mas essa questão de não estar disponível, aeronaves orgânicas do EB, podem também não estar disponíveis, me desculpem a sinceridade mas essa questão de auto suficiência me lembra o corporativismo exagerado de certas instituições. Se tivermos várias frentes de combate abertas vamos precisar de muito mais coisa indisponível que algumas dezenas de helicópteros de ataque, poderíamos considerar por exemplo dois desembarques anfíbios ou ainda os dois acompanhados de uma violação de fronteira terrestre, o exercício do SE é uma coisa sem fim.

  14. Prezados colegas foristas;

    Um Assalto Aeromóvel não é simplesmente levar uma F Spf em helicópteros e deixá-la ocupando terreno…

    É uma operação extremamente complexa, planejada nos mais altos escalões do TO, acrescida dos meios de FAe necessários…

    Helicóptero de escolta, temos! Estado da Arte? Não… Mas é o que temos pra hoje… Então o iremos utilizar! A propósito, ele atira de dia e de noite! Diferente da maioria de nossos vizinhos…

    Helicóptero de manobra, temos! Estado da Arte? Sim! E todos voando NVG!!! Qual país próximo tem esta capacidade? Somente um, e está mais preocupado com seus assuntos internos…

    Sabre, A29, etc…, com certeza estarão lá devido à importância de uma operação desta envergadura!

    E, pra fechar, um Ass Amv só é lançado com a certeza de se executar uma Junção com uma F Bld, em até 48 horas…

  15. Adriano, eles foram entubados na FAB porque o EB não quis, e não é pelo aparelho em si, que é bom, mas por questões logísticas (a manutenção russa). Mas sem dúvidas eles são aparelhos projetados para combate e seriam mais adequados ao EB do que a FAB. O EB opera adaptações e está em busca de um aparelho realmente combatente, que não sairá tão logo. Na nossa realidade de hoje, com o que temos de ameças em volta, o que temos de meios cumpre missão. E vale lembrar que um MANPAD abaterá um esquilo ou um apache igual. Então é questão de custo benefício e cumprimento de missão. Se podemos ter o ideal ótimo, se não dá, temos de ter algo que cumpra missão.
    E complementando, operações aeromóveis assim como as paraquedistas são tipicas missões estratégicas, que acabam mobilizando meios amplos. Logo, sempre contam com apoio da força aérea, reconhecimentos aéreos e terrestres e sempre se concatenam com outros meios terrestres, blindados ou mecanizados. Inclusive raramente costumam ser as operações principais, se não que se prestam à conquista de pontos estratégicos essenciais ao prosseguimento ou realização das ações principais, como as pontes na Market Garden ou os passos de Mitla e Gidi no Sinai.

  16. Os Fennec tanto da FAB quanto do EB são armados. Com canhões .50 e foguetes de 40mm.

    Se tivessem esse mesmo anseio de pensar e pesquisar do que falar m*rda sem pesquisar, esse país hoje seria algo completamente diferente.

  17. Nas operações combinadas, TUDO o que voa estará sob a coordenação do Comandante da Força Aérea Componente (JFACC – Joint Force Air Component Comnander). Não haverá um assalto aeromóvel sem prévia coordenação com a Força Aérea Componente. Haverá um AEW no ar que precisa saber quem são aqueles helicópteros, e a Força Aérea poderá estar realizando um ataque próximo ao local, naquele momento. Nessa coordenação prévia, a FAC fornecerá o apoio necessário. Esse assalto deverá constar da Diretriz de Operações Aérea (AOD), que é um documento diário.
    Lembro numa Laçador, Pampa, sei lá, resolveram fazer um assalto aeromóvel em Bagé, sem avisar a FAC. No mesmo horário em que o aeródromo seria bombardeado pela FAC. Sobrou esporro pra todo mundo, principalmente pros oficiais de ligação do EB.
    A FT não está sozinha na guerra. E a FAC não é apêndice da FT.

  18. Prezados, boa tarde!

    Sobre os últimos posts, algumas idéias…

    Colombelli, a aquisição dos MI35 foi direcionada à FAB realmente… Após a aquisição inicial, aí sim ventilou-se uma possível compra de oportunidade pelo EB… Ainda bem que não se concretizou… Esta Anv não tem a versatilidade necessária para acompanhar nossas missões aeromóveis, além de ser um pesadelo logístico…

    O Poti está fazendo milagres operativos e logísticos, mas levou algum tempo para atingir o atual patamar! Duvido haver no continente ou além do Atlântico Sul alguém que opere no nível do Poti… A Anv é, sem sombra de dúvida, o melhor vetor de asas rotativas para ataque ao solo dentro de nossas FA, inclusive contra F Bld, pelo seu armamento e pela possibilidade de atirar “stand-off”… Mas voar a 10 ft, a 100 kt, precisando realizar eventuais curvas de 60° de bank, excede as limitações da máquina, então não nos serve…

    Sobre operarmos adaptações, permita-me discordar… Acho que ninguém considerava o Kiowa uma adaptação, sendo que na verdade ele nada mais era do que um Bell 206 configurado para missões de combate… Outras FA operam vetores iguais aos nossos em missões realmente HOT, como a França no Mali, Chade, etc… Depois das modernizações realizadas e das aquisições feitas, as máquinas estão adequadas à nossa doutrina, realidade de emprego e possíveis ameaças… Hoje nosso calcanhar de aquiles é o armamento, restrito a Mtr e Fgt, mas em caso de necessidade a Força Aérea pode apoiar com meios adequados, e nossos Pilotos de Combate tem plenas condições de atuar como GAA em missões aerotáticas…

    Matheus, sobre o conselho dado por vc, não o despreze, e pesquise!!! O Armt é a metralhadora 7,62, a metralhadora .50 e o foguete 70mm… Casa de ferreiro, espeto de pau?

    Rinaldo, hoje temos este entendimento! Em Op Conjuntas ou Combinadas, DOA e CCEA a cargo da FAC! Sei que demoramos, mas já a algum tempo temos operado assim! E nossos alunos do Curso de Piloto de Combate e do Curso Avançado de Aviação tem aprendido isso nos bancos escolares, em PCI com o COMAE!!!

  19. Piloto, na verdade a aquisição foi é acertada pelo Jobim que depois passou a correr atras de alguem pra aguentar o rojão. Estava adiantada a negociação e nem sabia pra quem ia. Mas penso que acabou não sendo ruim. O aparelho é bom para os fins a que se propõe a logistica nem está ruim como se imaginava, pois o que se vê é boa disponibilidade deles ( ao menos é a aparência). Não que isso justifique aquisição de mais deles, havendo alternativas melhores até mesmo russas.

    Quanto ao Esquilo e Fennec pra mim são adaptações como é o Kiowa, pois não são aeronaves projetadas do zero para combate. São modelos civis adaptados, não surgiram com finalidade militar, o que não retira a utilidade militar deles e não os faz necessariamente inferiores a aparelhos originariamente militares. Tudo depende da missão específica.

  20. Colombelli, concordo em gênero, número e grau!
    Para servir de comparação, o Gazelle ainda é usado pela França em combate…
    Máquina muito aquém dos nossos HA-1, mas com sistema de armas superior…

  21. Piloto de Combate 3 de dezembro de 2017 at 18:47
    Camarada
    Sobre o Poti, um piloto de lá conversou muito comigo. Sanhaço total, a logística.
    Realmente, além do aspecto técnico q mencionou, seria cruel, como está sendo pra eles.
    Sds

  22. Piloto, e como ficou essa atualização dos Fennec e dos HM-1? Atendeu às expectativas?
    By the way, o Gen Castro é um grande amigo.

  23. Agnelo, com certeza este piloto que vc conhece sabe muito mais que eu! O que posso afirmar é que o profissionalismo de nossa FAB permitiu que do limão fosse feita uma excelente limonada! A OM está operando em todo seu potencial, voando e atirando!!!

    Rinaldo, as modernizações atenderam às expectativas sim! O Fennec modernizado reduziu a carga de trabalho do piloto, permitindo maior foco na missão! E o Pantera está com a potência adequada às suas missões, além de compatibilizado OVN! Os operadores estão satisfeitos sim! O Gen Castro foi meu Cmt no CIAvEx! Excelente Oficial!!! Atualmente em missão como Adido do EB em Washington!!!

  24. Está com um companheiro de turma, Adido Aeronáutico. Dois gaúchos dividindo a cuia em Washington. O da minha turma é de Canoas.
    Excelente saber que as atualizações atenderam aos requisitos. E mesmo assim, ainda tem gente metendo o pau em tudo o que se refere às nossas FFAA. Nada presta, somos incapazes. Às vezes enche o saco. Sou um grande admirador da Aviação do Exército. Estive na MOMEP, no Equador, e acompanhei a operação dos Black Hawk lá. Servi em Porto Velho, e convivi com o falecido Cel Pavanello e com o pessoal do 4° BAVEX.

  25. Piloto
    Além do sistema de armas mais robusto, acho que o grande diferencial do Sabre é sua capacidade de sobrevivência em combate sobre os fenec e pantera
    Confere?

  26. Prezado Cel Nery
    Como são as coisas.
    Como o senhor esteve na MOMEP, talvez tenha conhecido o Cel Sangenis e o Cel Ruffo (este piloto de BH).
    Cel Ruffo foi meu Cmt 3 anos.
    Sds

  27. Conheci o Ruffo em 1988, em São Pedro da Aldeia, quando a turma fez o curso na MB. Ele e o Gen Castro. Eu servia na Segunda ELO, voando AT-27.

  28. Obrigado Colombelli e demais pelas explicações. Cel. Nery, dos primeiros pilotos de “avião de rosca” na FAB, ainda em na base de Santos, o Sr. conheceu o Demaret?

  29. Cel. Nery, perguntei porque, segundo meu há pouco falecido pai, que era advogado e PP aqui em Americana, nossa terra natal, dois conterrâneos nossos integraram a FAB e eram de sua geração e seus amigos: o Demaret (não me lembro o primeiro nome) e o Laudo de Barros. Ambos cursaram a EA nos Afonsos, o Demaret foi pioneiro em asas rotativas na FAB e o Barros, este sim eu conheci bem, reformou como coronel e foi instrutor já na AFA. Abraço.

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