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General Etchegoyen critica tratado global contra arma nuclear

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Em uma apresentação feita ontem na Fundação FHC, o general Sérgio Etchegoyen, ministro da Segurança Institucional, criticou a adesão do Brasil ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, acordo global que completa 50 anos e que recebeu a adesão do Brasil em 1998, sob o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Depois de dizer que é “adepto fervoroso da não proliferação”, Etchegoyen explicou que, da perspectiva militar, o armamento nuclear representa “a única possibilidade que resta a um país ameaçado […] com a concentração de forças […] que possam marchar sobre o seu território”. Ele citou as guerras do Iraque (1991 e 2003) como exemplos: “O esforço de concentração de todo o aparato militar da aliança que invadiu o Iraque jamais teria sido possível se o Iraque dispusesse de armas nucleares de pequena capacidade”.

Na avaliação do ministro, a adesão do Brasil em 1998 coincidiu com “um monumental desinvestimento” do país na área nuclear, acarretando atraso em conhecimento. Ele atribui isso a uma “visão ideológica equivocada” sobre o tema, que associou energia nuclear à ideia de confronto nuclear.

Etchegoyen expôs sua visão crítica também em relação aos resultados globais do tratado. “Apesar de tratar da extinção dos arsenais […], não se avançou nada nisso”, disse, ao lembrar que eram cinco os países “nuclearmente armados” 50 anos atrás, mas são nove hoje.

Ele lembrou que o tratado cita o “direito inalienável” dos países em desenvolver energia nuclear para fins pacíficos, mas alertou que isso não ocorre tal como estabelecido.

“É direito inalienável, mas vem sendo negado, restringido, bloqueado por diversas ações diretas e indiretas, pressões internacionais, para que não entre um novo agente no mercado, que é altamente lucrativo”, acusou. “O que se discute é: quanto ganhamos até aqui com a assinatura feita lá atrás, além da fotografia na galeria dos bem comportados? Ganhamos bloqueio no nosso desenvolvimento, desinvestimento pelo viés ideológico e ganhamos mais países nucleares no mundo.”

Antes de concluir, citou como a questão é tratada pelos EUA. “A nova estratégia nuclear dos Estados Unidos, lançada em 2 de fevereiro, abre a perspectiva de uso de armamento nuclear inclusive contra Estados não nucleares em determinadas circunstâncias. Estados não nucleares em determinadas circunstâncias somos nós”, disse.

FONTE: Valor Econômico

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  1. O Brasil não tem nenhuma grande ameaça proveniente de um Estado no momento. Além disso, o Brasil estaria muito mais ameaçado se houvesse uma corrida nuclear na América do Sul. Hoje, o Brasil tem uma capacidade de defesa muito acima de todos os seus vizinhos.

    • Em relação a ameaça eu acho que depende do ponto de vista, hoje quem possui bomba nuclear consegue ser uma ameaça ate estando do outro lado do mundo. Eua vs coreia do norte que o diga rsrs

      • Com a política externa que o Brasil conduz, de não intervenção e autodeterminação, quem de fora da região teria interesse em ameaçar o Brasil?

        • Nossos inimigos:

          Cuba: para fazer de nós outra Venezuela (guerra irregular ou regular), para sustentá-los com mesadas (enriquecendo a dinastia narco-socialista Castro e seus oligarcas do partido único).

          Rússia: apoiando guerras ou insurreições socialistas movidas por Cuba.

          China: para afastar qualquer possibilidade de nos livrarmos dessa compradora de boa parte do país – nossa nova colonizadora e metrópole político-financeira.

          Países que bancam ONGs usadas para criar reservas indígenas sobre reservas minerais ou florestais a serem usadas por eles a baixo custo no presente e no futuro (Reino Unido, Noruega, Países Baixos, Alemanha, França, EUA, Japão, etc), promovendo movimentos de independência de nações indígenas.

          Bolívia: já nos guerreiam invadindo-nos com cocaína e armas.

          Paraguai: já nos guerreiam invadindo-nos com maconha e armas. E gostariam de ter uma revanche desde 1870.

          A pior delas – a ONU !!!

          Sem contar os inimigos internos, traidores da pátria, que nos massacram por ganância e safadeza e nos entregam aos inimigos externos.

          Uns 40 mísseis de cruzeiro de uns 100 quilotons podendo ser disparados de um submarino ou de outras plataformas, uns 400 mísseis de uns 0,1 Kton a serem disparados de aeronaves, navios ou lançadores de foguetes contra frotas próximas ao nosso litoral (para literalmente apagar um porta-aviões) ou contra tropas invasoras poderia nos garantir a soberania e políticas benéficas ao bem comum sem interferência de nossos inimigos não-declarados.

          Temos inimigos suficientes. Estamos perdendo os meios de dissuasão. Em breve, ninguém terá respeito por nós. E, então, os imbecis pacifistas saberão para que existem meios de defesa, inclusive os nucleares.

          • Poderíamos dar-lhes o pé nos traseiros e eles ficariam quietos nos seus cantos.

            Se viessem com alguma frota “fazer exercícios” em nossas costas, um porta-aviões poderia ser pulverizado. Poderíamos destronar pilantras como o cocaleiro Evo IMorales, retomar nossa refinaria, encher de napalm suas plantações de coca e mandar aquele recado para quem quiser nossa destruição: na próxima, sua capital vai virar uma cratera fumegante igual à de um vulcão.

            Quanto aos outros, poderiam conversar conosco de igual para igual com respeito pela pátria alheia.

            Mas me diga uma coisa: como a falta de armamento nuclear nos tem ajudado? O Brasil é um país respeitado, digamos, por seus vizinhos Paraguai ou Bolívia, ou mesmo por visitantes como a China ou o Reino Unido, ou a ONU?

          • Essas ameaças estão todas na tua cabeça. Elas não existem. Se o Brasil vai lá e retoma a refinaria, todos os parceiros regionais nos fecham as portas e, ainda por cima, abrem seus territórios para bases do tio Sam.

          • M. Silva, compartilho com vc a identificação dos inimigos, visíveis e ocultos.
            Acrescentaria apenas a questão ambiental: uma forma de conter o desenvolvimento da Amazônia é por essa via. O mundo inteiro desfloresta para produzir alimentos, mas só nós que não podemos. A vida silvestre se sobrepôs à humana. Para salvar um casal de macacos, toda uma região fica com seu crescimento comprometido. O pessoal dos grandes centros só ouve que a destruição da Amazônia não pára, mas esquecem que o maior interessado no equilíbrio ambiental são os próprios agricultores, que plantam todo ano durante a vida inteira.
            Enfim, daria para eu ilustrar vários fatos absurdos que são cometidos em nome do meio ambiente, mas como disseste, há sempre uma ONG strangeira por trás. É incrível a quantidade de “pesquisadores” no Norte de MT e Sul do Pará..

          • “China: para afastar qualquer possibilidade de nos livrarmos dessa compradora de boa parte do país – nossa nova colonizadora e metrópole político-financeira.

            Países que bancam ONGs usadas para criar reservas indígenas sobre reservas minerais ou florestais a serem usadas por eles a baixo custo no presente e no futuro (Reino Unido, Noruega, Países Baixos, Alemanha, França, EUA, Japão, etc), promovendo movimentos de independência de nações indígenas.”

            Esses neocons são esquerdistas disfarçados de conservadores. Meu brother qual é o problema da China ou qualquer outro país comprar algo por aqui? Você acha mesmo que o Brasil vai se desenvolver só com dinheiro dos brasileiros? Não seja um ignorante econômico meu chapa, se o país se fechar para o capital estrangeiro vai ficar estagnado cada vez mais na economia. Os chineses hoje são um dos maiores compradores de ativos nos EUA, deve ser uma desgraça viver nos EUA hoje né, tem que fugir de lá para Cuba, em Cuba nada pode ser vendido para grupos estrangeiros. E Hong Kong, Taiwan e Singapura? Nestes países tem investidores de tudo o quanto é buraco neste mundo, dos EUA, da Europa, do oriente médio e do extremo oriente, deve ser um verdadeiro inferno morar nestes países. Continuem com essa mentalidade, por isso esse país é a latrina que é.

  2. E depois reclamam de países como o Irã que buscam as suas,e forçam a CN a se desfazer das suas.
    Nenhum país deveria possuir armas de destruição em massa,mas….

  3. Seria muito bom se:
    1- só o Brasil desenvolvesse armas nucleares e não os outros países da AL, e isso é impossível de acontecer;
    2- para se ter um arsenal nuclear ele precisa ser capaz de sobreviver a um ataque preventivo, o que determina, dentre outras coisas, que seja vasto, flexível e diversificado;
    3- para se ter um arsenal nuclear é obrigatório que se tenha uma força convencional equivalente porque no caso de agressão há de se tentar antes resolver a quizumba de forma convencional e gradativa, caso contrário seremos considerados um país párea/terrorista, que ameaça de extermínio qualquer possível agressor;
    4- há de se ter meios de entrega efetivos e que possam penetrar as defesas de possíveis “inimigos” e capazes de atingir qualquer ponto do globo;
    5- há de se ter um sistema de alerta de ataque de modo a que haja uma resposta (contra-ataque) antes que uma primeira onda de ataque atinja o solo pátrio. Esses sistemas demandam sensores espaciais e terrestres de alta sofisticação.

      • Tomcat,
        Também acho difícil. Não é a posse de uma dúzia de bombas nucleares que asseguram a dissuasão de um país. É todo um complexo sistema que custa os olhos da cara e que depende de uma visão de país de long prazo, coisa que nem o povo e nem os governantes brasileiros têm.
        Qual o projeto de nação que temos para podermos apresentar ao mundo a justificativa de termos uma dissuasão nuclear de forma a podermos garantir que esse projeto de nação possa existir e somar à caminhada da humanidade rumo ao futuro?
        Precisamos antes saber o que estamos fazendo aqui, nós, brasileiros, para depois queremos propor sobrevivermos a todo custo, mesmo se contra todos.
        Em 15 anos americanos e chineses devem já ter colônias em Marte. E o Brasil? O que será que nossos presidenciáveis pensam de gastar rios de dinheiro com ciência e tecnologia que nos coloque como protagonistas das maiores conquistas científicas e tecnológicas da humanidade?
        Será que nossos presidenciáveis sabem sobre a tecnologia de fusão nuclear? Atingi-la não é prioridade no Brasil? Reduzir ou eliminar nossa dependência dos hidrocarbonetos é importante para nosso país?
        Ou seja, não temos projeto de nação que justifique nossa existência custe o que custar, nem ao mundo e nem para nós mesmos. O mundo pode muito vem viver sem carnaval e futebol .

      • Diogo,
        Eu comento muito em posts cujo tema é o Brasil mas entusiasta que sou de tecnologia de armas e em menor grau confesso que me interessa mais por temas em que muitas vezes o Brasil não é citado. A culpa não é minha, é do Brasil.
        Fosse eu um entusiasta e torcedor de futebol eu estaria num blog de futebol e logicamente o futebol brasileiro e os jogadores e técnicos brasileiros seriam um dos temas mais discutidos por mim, mas infelizmente, com todo o respeito pelos que trabalham na área, tenho desprezo por tudo que se relaciona a futebol.

    • Saudações, Bosco.
      O que acho muito engraçado, são os argumentos do pessoal que acha desnecessário investimento em defesa, pelo fato do Brasil ser um país pacífico… Mas um país pacífico com 60.000 homicídios ao ano, campeão em mortes no trânsito e destaque em outras estatísticas relacionadas à violência.

    • Eu acredito que o Brasil, justamente por não ter se envolvido em guerras e, nas que se envolveu saiu como vitorioso, deveria se guiar pelo princípio de “defender-se por quaisquer meios”. Ponto. Nós não precisamos abir mão de possibilidades de defesa. Além do mais, pesquisar preparar e ter “knowhow” é fundamental. Não necessariamente ter pronto, mas saber como fazer em um curto espaço de tempo. Eu acredito que apesar das proibições há quem saiba aqui no Brasil como fazer uma bomba atômica. Em Resende para se enriquecer urânio ou plutônio o suficiente para uma bomba atômica, está fácil. Os outros componentes de uma bomba atômica são fáceis. O mecanismo de detonação, idem, fácil. Tão fácil que a Coréia do Norte em menos de dez anos conseguiu. E o custo? Na verdade é muito barato. Com uma canoa a remo você entrega uma bomba em Washington DC ou Nova York, se você quiser. Com um avião, em um ataque suicida, você entrega a bomba em Pequim ou Moscou. Não precisa necessariamente de foguete ou de aviões especializados. Hoje em dia até uma criança, pesquisando no Google, ou no Wikipedia é capaz de ter uma noção geral de como construir uma bomba atômica. E, bem, possibilitando pesquisas, você pode diminuir os custos e aumentar a eficiência. Não para se defender na América Latina, mas para se defender de grandes potências. Não é necessário manter a capacidade ativa, como como eu disse “saber como” e poder construir a bomba quando fosse necessário. isto provocaria uma corrida armamentista na América Latina? Foda-se! Que aconteça. Eu não acredito que seja viável para todos, mas, os que puderem fazer, deveriam fazê-lo. A questão é não tornar-se refém das grandes potências quando o diálogo não surtir efeito e a questão for resolvida ou sob ameaças de guerra ou sob guerra. Eu aliás, com os estudos que eu já fiz, acredito que sou capaz de fazer uma bomba atômica caseira e ecologicamente correta, com um custo infinitamente menor do que a bomba tradicional e de extremo poder. Só me falta o urânio, ou plutônio. Mas como ninguém vai acreditar em um maluco como eu sigo em frente…

  4. O nosso erro não foi na assinatura do TNP, até por que a assinatura foi imposição dos EUA, FMI e Banco Mundial para liberar um empréstimo multi-bilionário que o Brasil fez na segunda administração FHC (crise de 1998); se não assinasse não tinha dinheiro, simples assim.
    O erro está na Carta Maior, colocar um artigo proibindo o desenvolvimento de arsenal nuclear colocou qualquer administração na ilegalidade; imaginemos que porventura, o governo descubra que alguma potência pretenda subjugar o país, nem se preparar para enfrentá-la o governo poderá.

    • Se não é cláusula pétrea (não é!) está sujeito à Emenda. Já temos 99 emendas. Nem é tão dificultoso assim mudar isso. O que o general alertou foi o seguinte. Imaginemos uma coalizão muitíssimo poderosa. Não é somente um país. É uma coalizão de forças com desejos sobre algo que nosso país possuísse e que a coalizão quisesse tirar de nossas mãos. Como poderia um país como o nosso se defender ou negar acesso ao nosso território? Somente através de armamento nuclear. Não há outro jeito. Se a Coréia do Norte não tivesse armamento nuclear, já teria sido varrida do mapa ou pelos EUA ou pela própria Coréia do Sul.

      • Estranho terem demorado mais de 50 anos para varrerem a Coréia do Norte do mapa, se foi mais ou menos esse tempo que levaram para desenvolverem armamento nuclear. Pode me explicar isso, por favor?

        • Guerra Fria, influência da China e poucos períodos de paz experimentados pelos EUA (esse fator eu associo à sorte que os líderes norte coreanos tiveram ao longo do tempo). Inclusive o primeiro reator de pesquisa usado pela Coréia do Norte foi fornecido pela URSS em 65. Talvez o período mais “quente” e que os EUA poderiam intervir foi na administração Clinton. Mas perdeu-se o bonde. Desde aquela época a atenção dos norte-americanos era petróleo e Oriente Médio. Culminou na Guerra do Afeganistão/Iraque a partir de 2001. Mas eu acredito que a atenção americana na próxima década é a Ásia. Se a Coréia do Norte não tivessem meios de dissuasão ela provavelmente seria riscada do mapa em um futuro bem próximo. A China não teria como impedir e nem iria querer. O mundo não é mais bipolar e ninguém se equipara aos americanos. Dilema parecido é o Irã. A hora que o Irã testar algo que gere um ruído próximo de uma bomba atômica Israel/EUA terão de se movimentar para atacar. Senão é mais um inimigo com capacidade de evitar guerra em seu território.

  5. Talvez se tivéssemos um arsenal nuclear teríamos mais investimentos nos meios que possam transportá-los. Os militares usariam um discurso afirmando que precisariam de verba pro desenvolvimento de misseis e também pra manter todo o arsenal em segurança. Caso nossos vizinhos se armassem também daria pra usar o discurso de que temos vizinhos poderosos nos ameaçando. Provavelmente nunca iriamos usá-lo mas daria outra visao pra quem pensasse em invadir o Brasil.

  6. O problema seria se mesmo tomando conta de um arsenal nuclear o governo nao liberasse a verba, a chance de se ter um acidente nuclear seria alta..

    • Que tal manter uma bomba atômica debaixo de cada palácio do governo? Acho que nunca se esqueceriam de manter a arapuca em boa ordem de funcionamento…

  7. Sou totalmente a favor que o Brasil não fabrique e nem estoque armas nucleares enquanto a América Latina for considerada uma zona livre delas, pois nações portadoras de tais artefatos seriam alvos prioritários em caso de um conflito nuclear. Mas isso não significa que devamos ficar parados. Precisamos desenvolver nosso parque industrial, conquistarmos a independência em fabricar nossas próprias armas convencionais e fabricarmos foguetes capazes de colocar satélites em órbita. Não faz sentido ter ogivas nucleares sem ter como lançá-as ao alvo. Quanto as armas nucleares em si o Brasil precisa desenvolver projetos e meios de produção “”sem”” fabricá-las necessariamente. Desta forma, caso a conjuntura mundial mude, o nosso país seria capaz de produzi-las rapidamente.

  8. O Brasil só não sai desse acordo porque não quer ! Ou por ser capacho ou pela tradição de assinar qualquer porcaria que lhe impõem e respeitar tal acordo…

    Porque esse cabaret ratifica tudo que os organismos internacionais enfiam goela abaixo,como exemplo esse estatuto do refugiado.

    • Nessa suposta tradição de assinar qualquer coisa, como citado no comentário acima, o Brasil foi um dos últimos países a aderir ao TNP, 30 anos depois da primeira assinatura.

      • Começou , basta ver quem explora nossa riqueza mineral , quem produz neste pais .Nem vou muito na minha pequena cidade 100 mil habitantes quem explora o comercio é chineses , os mercados são Walmart , Carrefour .EUA e França.E por ai vai ,é um modo inteligente de tomar um pais sem armas.

    • Estamos ótimos mesmo:

      a Amazônia pertence a ONGs estrangeiras,

      a China comprou metade do país,

      a Bolívia nos obriga a comprar seu gás natural e nos rouba uma refinaria (temos gás natural no Paraná e no litoral, mas nosso governo precisa dar mesadas a socialistas),

      o Paraguai enche a narco-guerrilha de maconha e material bélico,

      Cuba nos invade com militares travestidos de médicos para fazer um levantamento completo das possibilidades deste país, etc.

      Acredite, está cada vez melhor, cresce igual a rabo de cavalo…para baixo!

  9. Brasil com armas nucleares? Falando sério, não conseguimos nem sequer reunir e manter uma pequena e moderna marinha de guerra e força aérea de respeito, o Exército sendo usado como polícia de emergência no caos estilo Mad Max do Rio… não, obrigado.
    Mas já que estamos no assunto, o que se pode dizer da Samson Doctrine de Israel? O que é? como funciona?

  10. Comentei este assunto neste site , Poder naval.Parece que estão acordando , Etchegoyen critica tratado global contra arma nuclear.É algo que não pode ser abandonado , as grande potencias negaram ao Brasil o conhecimento em energia nuclear , EUA literalmente boicotou.Devemos aos alemães este conhecimento graças ao Gen.Gaisel então presidente do pais.Política Nuclear no Governo Ernesto Geisel: autonomia como base para valorização internacional e desenvolvimento nacional ,esta era a visão dele que ia além , fabricar bombas nuclear , coisa que assinamos tratados , e que muitos países nem respeitam .Vejo isto como um mal necessário , uma arma extremamente de dissuasão.Que teríamos retalhações ,sim mas até quando.Muitos países assinaram o tratado, mas fabricaram. Até que ponto devemos correr este risco para defender nossas riquezas?Dito isto os Alemães tiveram problemas com atual navio de guerra que aderna para boreste , mas seus submarinos tem se mostrado bons , adianta um navio nuclear sem bombas do mesmo calibre.Então porque francês e não Alemão?

  11. João Moita Jr , o Brasil durante o regime fez ogivas nuclear , só não testou .Mas pode fazer quantas achar que deve , só não o faz por ter assinado tratados e ter colocado na constituição , mas tratados podem ser desfeitos e a constituição alterada.Como arma de dissuasão é a mais barata de manter e muito mais respeitada.

  12. Quem é contra o Brasil ter arma nuclear , pensa como as grandes nações o Brasil não é um dos celeiros do mundo é apenas um curral. Aqueles que falam em armas de destruição em massa , tem coisa tão séria como as bombas cluster , o que não mata aleija . o Brasil fabrica ,tem estoque e exporta . e não assinou tratado a exemplo dos EUA.

    • O Brasil não tem maturidade nem estabilidade política ou econômica para ter armamento nuclear. Imagina esse tipo de armamento nas mãos de um Lula ou uma Dilma da vida? Precisa comer muito feijão com arroz e ser um país no mínimo sério. Caso contrário seria como um convite ao desastre. Como o Bosco elencou muito bem, existem uma série de dispositivos complexos e caros para a utilização desse tipo de artefato e o Brasil simplesmente não tem nada disso e nem terá nada disso por um bom tempo. Na verdade, acredito que nunca teremos e nem que algum dia seremos um país sério.

      E duvido MUITO que algum dia o Brasil fez alguma ogiva nuclear. Não sei de onde você tirou essas informações, Mariner, mas acredito estar muito equivocado.

      • Eu acredito sim que o Brasil tenha feito ogivas nucleares, pois do contrário não teria construido aquele buraco profundo usado em teste nuclear na Serra do Cachimbo a cargo da FAB e que o Collor fechou.

        • Existem N motivos para esse buraco ter sido aberto e posteriormente fechado. O mais óbvio é que havia um projeto de armas nucleares em andamento. Aquele andamento em velocidade de tartaruga por termos outras prioridades. Um buraco é algo fácil de fazer. Já enriquecer urânio por conta própria, fazer ogivas e meios de lançamento, aí é outro papo. Bem mais complexo.

          Mas posso dar um exemplo de como as coisas caminham por aqui. Lembra-se do A-1 e seus trilhos de lançamento de mísseis na ponta das asas? Esses trilhos funcionavam? Não. Mas havia a vontade de fazer com que sim, e salvo engano isso só se tornou realidade com os A-1M.

          Outro exemplo: O MAR-1. Existem até mísseis inertes dele. Já os vi em fotos e até mesmo quando estive na BASC certa vez, havia um MAR-1 inerte por lá. Houve até a alardeada venda de 100 unidades para o Paquistão. Faz tempo que não escuto falar do míssil, mas o projeto até que se diga o contrário ainda estava em andamento, mas não significa que se tornará uma realidade, embora eu espero sinceramente que sim.

          Apenas o buraco não indica o quão estávamos próximos ou distantes de uma ogiva nuclear, mas o fato de que conseguimos enriquecer urânio por conta própria muito, mas muito tempo depois que o buraco foi fechado, parece ser uma boa indicação de que não chegamos nem perto de obter a ogiva em si.

        • O Brasil é o país que compra os peixes antes de construir o aquário (Campo Grande- MS) e que constrói usinas hidrelétricas e eólicas sem ter rede de distribuição para levar a energia aos consumidores.
          Construir um buraco sem ter a bomba não seria nada demais no nossos histórico.

      • Claro, o gordinho atômico da Coreia do Norte tem toda essa maturidade, e também todos os outros líderes possuidores da bomba são outros anjos de equilíbrio…

        Boa desculpa usada por desarmamentistas e ativistas anti-bullying.

        Por eles, só psicólogos e psiquiatras portariam armas, e seria melhor apanhar na escola todos os dias e ir chorar no colo da diretora do que puxar um bom canivete e manter os pilantras a uma distância segura do seu nariz.

        • M.Silva, parece que o gordinho da Coréia do Norte não está em uma situação lá muito confortável. Os outros países todos tem uma série de verificações estrangeiras em boa parte do arsenal e passam por um enorme escrutínio acerca de suas atividades. Quer fazer o Brasil se tornar alvo crescente de interesse internacional? Desenvolva armamento nuclear.

          É fácil você desdenhar da análise usando alguma desculpa esquerdolóide qualquer. É muito mais difícil parar para pensar, né?

          • Ui! Que medo de tomar uma atitude de macho diante das potências!

            Sim, os arsenais da CN, dos EUA, Rússia, China etc estão de portões escancarados para os espiões internacionais, com certeza…

            Melhor ser destruído por uma guerra do que por políticos traidores e corruPTos! Pelo menos deixamos de ser bananas e passamos a ser umas frutas um pouco mais duras, talvez umas peras.

  13. A posse de armas e o topo de uma piramide da qual o Brasil se encontra a decadas no chao raso, espero que tenhamos um dia a capacidade de pelo menos defesa tradicional.

  14. Ele disse isso na frente do left FHC? Muito bom! Não tenho opinião própria, mas deve o assunto é muito importante diante da ameça de uma China exapansionista no século 21, podem ter certeza, logo teremos guerras patrocinadas pelos chineses em diversos cantos do mundo, serão no século 21 os EUA 2.0. Outra coisa, podem ter certeza que a China vai mirar o Brasil…

    • Estou certo disso também, principalmente com o sucateamento gradual das nossas forças diante da omissão dos seus líderes, que precisariam aprender como negociar com bandidos políticos com seus antecessores.

      Ainda acabaremos ocupados pela China, nem que seja para ela manter o quintal livre de outros saqueadores.

  15. A opinião do General Etchegoyen deveria ser melhor considerada, pois além de sua posição privilegiada para conhecer o assunto e aqueles considerados reservados, é um profissional capaz, em busca de constante aprimoramento e altamente competente.
    Sua exposição é clara e só não entendeu quem não quer. Somos alvo e motivo de ambição pelas reservas minerais e produção agrícola, por exemplo.
    A grande pergunta é a que ele fez: O que ganhamos com a assinatura desse tratado? A resposta é “nada”. O que perdemos? Muito. Tudo o que ele disse e muito mais. Respeito internacional, técnicos que estão no exterior, conhecimento e algo ainda mais importante: Tempo.

  16. Nao sou expert nesse assunto, o Bosco poderia explicar melhor. Falar em armas nucleares como.muitas defendem aqui não seria colocar a charrete para puxar o cavalo nao? E a capacidade balistica, nem mesmo o futuro Gripen tem capacidade nuclear. Os países sérios do mundo não vivem mais na época da WWII, o Brasil sim!

  17. Vejo gente dizendo que é necessário ter forças armadas de respeito para se ter armas nucleares, mas não é bem verdade. Se um país não imperialista e puramente defensivo tivesse uns 200 artefatos nucleares e meios para lança-los em qualquer parte do mundo, esse país teoricamente nem de exército precisaria! Qual é a melhor forma de dissuadir um inimigo senão mostrando que a sua única forma de defesa é a destruição em massa dele? É claro que é necessário ter um bom exército para conflitos menores, mas apenas em teoria não seria necessário com um arsenal nuclear de respeito a disposição.

    A questão do dinheiro também é outra lorota (e essa é das bravas), pois países bem mais pobres do que o Brasil dispõe de armas de destruição em massa a muito tempo, além disso, possuindo esse tipo de arma você poderia manter um exército menor, só que mais bem equipado, fazendo com que sobre mais grana para ser investida nas bombas nucleares.

    O que nos falta é apenas o interesse, e infelizmente ele só vai chegar quando a gente se sentir realmente ameaçados por alguma nação nuclearizada, e olhe lá! Mas quem quer faz!

    • Países muito mais pobres que o Brasil possuem? Lembro apenas da Coréia do Norte. Paquistão, talvez? Países que por ‘acaso’ estão em situações estratégicas complicadas e que também mantém investimentos altos em suas FFAA devido à essa situação delicada? Está nos comparando com eles?

    • ODST,

      Armas nucleares dificilmente são utilizáveis…

      Usa-las em solo pátrio é expor-se a riscos inaceitáveis. E usa-las em território alheio é certeza de retaliação internacional, posto o impacto sócio econômico que inevitavelmente desprender-se-á a nível global… Assim sendo, convém manter forças convencionais poderosas para lutar em um primeiro momento sem ter que depender delas.

      Realmente… Quem quer, faz… Desenvolver um artefato nuclear não é realmente nada demais… Mas a questão não é somente desenvolver a arma, e sim mantê-la e garantir seu uso com eficiência, onde e quando for necessário… Os artefatos, somados aos meios de entrega ( se forem armas estratégicas, estaremos minimamente falando de mísseis balísticos de extra longo alcance e submarinos nucleares capazes de levar armas menores ), a logística necessária para mante-los ( instalações especializadas ) e a capacidade de inteligência que se precisa para poder utiliza-los adequadamente ( estações de radares de longuíssimo alcance, satélites observadores e elementos de guerra eletrônica/inteligência diversos – móveis e fixos – espalhados pelo País e até pelo globo, tudo integrado a uma rede única de defesa ), custa terrivelmente caro… E todo esse aparato é absolutamente necessário se se quer de fato garantir-se contra grandes potências… Sem isso, somente se terá um trambolho de uso duvidoso…

      Países que tem armas nucleares hoje, ou são grandes potências econômicas ou são párias que sacrificam da boca do próprio povo para manter seus arsenais…

      • Agora solte uns balõezinhos brancos em Copacabana e diga: “sou da paz”…e, de noite, deixe sua contribuição ao tráfico com mais uma aquisição da dose diária de “alegria”.

        “E usa-las em território alheio é certeza de retaliação internacional”. Que valentia, hein? Ter não significa usar – ninguém brinca com quem tem uma coisa dessas, e, se tiver de usar, é um recurso no desespero e muito bem justificado. Se encher o saco, implode a ONU com uma.

  18. Defendo que o país tenha capacidade nuclear, mas não em forma de MIRV’s e mísseis balísticos.

    Não temos em quem atirar, estamos fora do alcance das principais ogivas russas e chinesas, e todos os países que poderiam estar em nosso alcance possuem boas relações conosco.

    Mas a capacidade nuclear pode ser usada para negação do uso do mar. Na forma de mísseis de cruzeiro, drones e mísseis lançados de aeronaves.

    • Rafael M.F.

      Embora armas nucleares tenham realmente uso tático, seu principal papel é a dissuasão a nível estratégico. Se não se puder utiliza-las nesse papel primeiramente, dificilmente se poderá utiliza-la a nível tático. A presença da capacidade estratégica atua como fator dissuasório frente a um potencial agressor nuclear, caso haja a necessidade do uso tático, evitando assim uma escalada do conflito.

      Ou seja, depende muito do que se quer… Se a ideia for dissuadir a nível de América Latina, então sua ideia até funciona. Mas se for para dissuadir os grandes, então as capacidades devem ser completas, desenvolvendo meios lançadores e capacidade ELINT/SIGNT equivalente…

      • Sim, mas a gente cai em um problema: assim como a maioria dos ICBM’s não nos alcançam, também um ICBM-BR estaria fora de alcance da maioria dos países que os possuem.

        Precisaríamos de meios capazes de colocar nossos ICBM’s dentro do alcance desses países.

        Vejo duas soluções: SSBN e dispositivos hipersônicos suborbitais (um conceito alemão dos anos 1930 que está sendo retomado).

        Mas o investimento necessário compensa? Qual o ganho geopolítico que teremos? Eis a questão.

      • Olá Rafael. O Brasil tem o maior orçamento militar da América Latina (US$ 22 bilhões). O segundo orçamento é o do México (US$ 14 bilhões) e depois Chile e Argentina (US$ 6 bilhões). Portanto, nenhum destes países possui capacidade financeira para implementar um programa nuclear. Neste contexto, não existe razão para reduzir os gastos militares convencionais para implementar um programa nuclear para se proteger de vizinhos que não têm nem terão capacidade nuclear.

  19. Vamos aos fatos , Brasil não tem artefatos nuclear ? Se não tem baseado em que o Gen. Villas Boas ameaçou um pais da AL , caso fosse invadir o Brasil , seus militares nem teriam tempo de sair da caserna . Onde foi parar ao ogivas do regime? Quanto a retaliações os EUA estão fazendo , vide taxação sobre aço , alumínio e outros matérias importados , atingindo principalmente as commodity brasileiras,então retaliação viria de quem , de países que tem armas nuclear? Sei que na época não foram testadas mas que tinha isto eu tenho certeza ?

    • Não sei o que você viveu, mas certamente discordo do que assumiu. Não temos nem nunca tivemos ogivas nucleares. Fizemos sim o buraco para podermos testá-las eventualmente. Mas na época salvo engano, nem tínhamos como enriquecer urânio ao nível necessário para armamento.

      Que país da AL ameaçou invadir o Brasil? Algum presidente vizinho enlouqueceu completamente? Retaliação dos EUA em relação à quê? Refere-se à política econômica do Trump?

  20. Brasil com armas nucleares. Tudo que lembro desse assunto é Collor jogando uma pá de cal e acabando com qualquer sonho ou devaneio de tê-las. Existia um medo de que a Argentina as tivesse. E eles idem. Nenhum dos dois tem. Foi melhor.
    Arma nuclear é igual àquele Dodge Dart V8 que o cara tem. Lindo. Possante. Mata de inveja qualquer um. Mas com a gasolina a quatro reais…

  21. O Brasil não deveria assim esse tratado,e nem o que proibi o Brasil de desenvolver misseis com mais de 300km.No artigo de Dalton melo assustou o EUA que viu um cientista Brasileiro calculando até a quantidade de material que usa a bomba w-87 americana(Brasil acha que só abrir as torneiras das centrifucas e produzir o enriquecimento a 90%.Se não tivéssemos assinado este acordo poderíamos ter bombas atômicas táticas é talvez até numa ogiva de um missel intercontinental.Eles falam em desarmamento EUA é Russia,mas o que eles fazem é em vez de ter bombas de 10 megatons eles podem produzir ogivas 100 ogivas de 100kilotons.Inclusive o presidente americano está querendo que o Pais fabrique bombas de 20 kilotons ideal para atacar frotas,e linhas de concentração de tropas(artilharia e blindados)podendo claro ser usado na área fronteiriça da coreia,ela não teria efeito colateral na população.Falam que a china tem 250 e eu acho que deve ter mais de 1000,250 tem irsael claro extraoficial. se o Pais tiver um único missel armado com ogivas nucleares e 20 silos falso o Pais atacante tem que gastar vários misseis para destruir a ameaça.O Brasil teria que ter pelo menos a bomba atômica de pobre.fragmetação com materiais radiativos.

  22. Os EUA consideram ridículo o Brasil construir submarinos nuclear, tem muita lógica eles são nacionalistas e imperialistas , na visão dos americanos o Brasil é a (mama África deles) Acho que é de fato como também o é para a Europa , china ,ETC.Ou o Brasil se impõe como nação o seremos eternos currais .O mundo só conhece um pais independente por sua força bélica ,sendo assim artefatos nuclear para ontem, si é que não o tem.O Brasil pode fabricar este tipo de arma com a maior facilidade pois tem o conhecimento , que nos custou muito caro . Se o presidente Gaisel não compra se a tecnologia nuclear ate raio x importaríamos . Cabe a nós brasileiros rompermos o complexo de vira latas.

    • Mariner, não é uma questão dos países mais desenvolvidos ou até menos desenvolvidos, mas que são players internacionais de mais peso, nos considerarem eternos currais. O fato é que SOMOS eternos currais. O povo brasileiro gosta assim, e os políticos são o reflexo disso. Não temos maturidade nem para assistir uma partida de futebol, não temos maturidade para debater política local, que dirá política internacional.

      Enquanto não atingirmos essa maturidade, enquanto nos olharem de fora e nos virem como um poço de corrupção e um povo mesquinho que só quer ganhar vantagens sobre tudo, seremos sim tratados, e com justiça, como o eterno curral. E assim, com nossos incríveis governantes nas rédeas do país, fazendo N promessas maravilhosas a décadas, ou melhor, a quase um século, todas visivelmente falsas após um mínimo de pensamento crítico, eu diria que é mais seguro para o Mundo, que nós não tenhamos armamentos nucleares.

      O que você e vários outros aqui tem que entender, é que armamento nuclear NÃO VAI FICAR SOB CONTROLE DIRETO das FFAA. Fica sob controle e disponibilidade para uso à partir de decisões feitas por POLÍTICOS. Eles que decidiriam quando e como e contra quem utilizaríamos esse tipo de armamento. Eles que providenciariam orçamento para sua manutenção e segurança. Vocês ainda acham que isso seria uma boa idéia?

      Pensar nisso é uma temeridade sem tamanho até porque eu garanto que ninguém aqui é vidente para saber que tipo de Presidente teremos no futuro e que tipo de salvaguardas constitucionais teremos para colocar qualquer loucura que um desses Presidentes poderia ter. Como alguém aqui citou ‘Constituições podem ser modificadas.’ Essa frase já demonstra a maturidade do Brasileiro comum em relação à esse tipo de coisa. Afinal de contas, já tivemos o que? Umas sete constituições? Por sorte ninguém leva esse tipo de conversa à sério e acabam ficando apenas os devaneios dos desavisados e crentes do Brasil putênfia.

      • A França também já teve uma dúzia de constituições e tem sua bomba,

        a China nem possuía forças armadas bem organizadas quando adquiriu sua bomba,

        e todas as bombas estão sob os cuidados das FFAA.

        Político é que as aciona. Mas político pode ser derrubado…

        Ter uma bomba A ou H é uma ideia excelente! Pergunte a quem tem se não é…

        • França? Aquela que foi invadida em duas Guerras Mundiais, teve sua população vivendo sob jugo nazista e depois ainda pode ser invadida pelos soviéticos?

          A China não tinha FFAA organizadas? Aquelas que usaram de extrema habilidade em ocultação (apenas o que? Uns 600 mil homens?) quando iniciaram seu deslocamento para território norte-coreano em 1950 e pegaram as forças da ONU com total surpresa, acabando com a possibilidade de uma resolução rápida para a Guerra da Coréia?

          E se políticos podem ser derrubados, quem te garante que a pessoa certa não seria derrubada pela pessoa errada? Só de falar isso você já demonstra a instabilidade política brasileira, bem como a falta de maturidade do cidadão brasileiro para esse tipo de assunto, corroborando tudo que eu já postei nesse sentido.

          • Ninguém garante nada.

            Essa ânsia por garantias é insegurança. Deixa de ser medroso!

            Instabilidade? Quem tem arma nuclear é instável? Ou quer assegurar a própria existência?

            A França invadida 2 vezes ainda não tinha a bomba. Aliás, foi a França que derrotou a Alemanha 2 vezes também, ou estou enganado?

            China com extrema habilidade de ocultação me cheira a forças irregulares. Isso não é um poder militar organizado no sentido da palavra usada para descrever isso. Os vietcongues também eram uma força armada organizada? Ou uma guerrilha organizada? Captou a diferença?

  23. Gal. Etchegoyen não tem papa na língua. Terceiro de uma linhagem de Generais, ameaçou processar a Comissão da (in)Verdade após colocarem o nome do pai dele na lista de opressores por engano. Acabou com a menina dos olhos da PresidANTA.

  24. PRA QUE ARMA NUCLEAR NO BRASIL ? TEMOS VÁRIAS ARMAS DE DESTRUIÇÃO EM MASSA , A AQUI TEMOS , DIREITOS HUMANOS , MP , PT , PSDB , PMDB , DEM , PP , SUS , BNDES , PCdoB , PSOL , REDE , STF , STJ , TSE , PCC , CV , MENSALÃO , PETROLÃO , …… PÔ SES ACHAM MESMO QUE COM ESSAS BOMBAS QUE TEMOS AQUI ALGUÉM QUER NOS INVADIR E PEGAR O RESCALDO QUE NOSSAS BOMBAS DEIXARAM W GENTE NEM O ESTADO ISLÂMICO TEM INTERESSE NISSO AQUI …PRA QUE? A CONCORRÊNCIA AQUI É GRANDE DEMAIS …TMF

    • Esses são armas de destruição interna.

      Precisamos de armas de destruição externa. Podemos testá-las nessa turma, quem sabe?

      Se o EI não roubou uma do Paquistão, onde trafegam livremente, ou na França, a colônia deles, por que roubariam uma aqui?

  25. A modernidade das centrifugas Brasileiras é o fato de usar sistema magnético , que não tem atrito de peças , tendo maior desempenho .Quem faz a 20% pode fazer 90% pois tem o conhecimento . Na pior das hipóteses faz uma bomba suja.

  26. Em 98 um pilantra chamado FHC degolou a promissora indústria e estudos nuclear , hj seríamos uma potência na área e referência mundial tanto no trato militar como civil .O simples fato dos EUA poder atacar com armas nucleares um país que não possuem os mesmos , já seriam razão suficiente para termos algumas centenas , tendo em vista o fato de grande maioria dos nossos políticos , adorarem o dólar , wal Disney , Flórida Miami Beach , fica difícil defender nossos interesses . Vai ver Israel tens razão de nós chamamos de anão político.

  27. Olá Colegas. Anos atrás, li um relatório do MInDef do Japão que fazia uma estimativa dos custos do Japão manter uma capacidade dissuasória nuclear. Isso consumiria metade dos recursos de defesa do Japão. Além dos custos de fabrica-las, existe também o custo de manter a estrutura dos vetores (aviões, mísseis, submarinos). Também existe um enorme custo relacionado à manutenção dos dispositivos (o plutônio ou urânio enriquecido usado como material físsil tem um histórico de decaimento natural que afeta sua estabilidade química e efetividade nuclear. O material precisa ser permanentemente monitorado, reciclado e recondicionado). O orçamento do MinDef japonês é da ordem de US$ 90 bilhões por ano. Portanto, de acordo com o relatório, a capacidade nuclear projetada pelo MinDef japonês consumiria algo como U$ 40 bilhões por ano. Apenas para comparação, o orçamento do MinDef brasileiro é da ordem de US$ 22 bilhões por ano. A conclusão é que se a implementação de uma capacidade nuclear é inviável para as forças armadas brasileiras (a não ser que o orçamento triplicasse, passando dos R$ 80 bilhões de 2017 para cerca de R$ 200 bilhões, ou 15% do orçamento federal. Isso posto, a corrida nuclear entre o Brasil e a Argentina foi encerrada com a criação de uma agência de mútua fiscalização pelos presidentes Sarney e Alfonsin. Foi uma solução muito inteligente porque tornou a América Latina uma região livre de dispositivos nucleares sem a necessidade de interferência externa. Os militares eram contra a assinatura do TNP argumentando que a CF88 já proibia a proliferação de armas nucleares sem a obrigação da fiscalização por agências internacionais nas quais o Brasil não tem qualquer influência (muito diferente da ABACC mantida pelo Brasil e pela Argentina).

    • Não sei se para o Japão é uma questão de orçamento ou medo por ser a única vitima . quanto a orçamento no Brasil , quem quer fazer submarino nuclear não pode desenvolver bombas.Mesmo que tem a diferença de20% para um e 90% para outro.Dinheiro tem falta vontade e coragem.

      • Olá Mariner. São duas coisas distintas. O Art.9 da constituição japonesa impede que o Japão tenha armas nucleares, mas não impede que o MinDef. faça estudos estratégicos sobre o seu uso. Portanto, eles não terão armas nucleares por uma questão constitucional. Por outro lado, o relatório que li dava uma dimensão do custo que seria manter uma capacidade nuclear dissuasória ativa. Aproveitando esse estudo, podemos concluir que para o Brasil seria economicamente inviável. Aliás, seria muito mais caro ter armas nucleares do que o operar uma pequena frota de submarinos de propulsão nuclear. Aliás, o Art.21 da CF88 proíbe o uso de armas nucleares.

        Art.9 constituição japonesa.Aspirando sinceramente a paz mundial baseada na justiça e ordem, o povo japonês renuncia para sempre o uso da guerra como direito soberano da nação ou a ameaça e uso da força como meio de se resolver disputas internacionais.
        Com a finalidade de cumprir o objetivo do parágrafo anterior, as forças do exército, marinha e aeronáutica, como qualquer outra força potencial de guerra, jamais será mantida. O direito a beligerância do Estado não será reconhecido

        Art.21 constituição brasileira a) toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional;

        • Ola camargoer ,a constituição pode ser parcialmente revogada em seus artigos ,como integralmente , basta redigir outra.Tratados pode ser desconsiderados como fez os EUA recentemente ,como pode ser revogados pelo interesado . Os números dos custos não pode ser tão elevados , países mais pobres que o brasil tem poder nuclear.Os Japoneses após a rendição na segunda guerra teve como condição a desmilitarização do pais.Agora os nossos políticos estão preocupados com seus bolsos e não com o pais.

          • Olá Mariner. Concordo que as constituições podem ser mudadas e até desrespeitadas. Isso não muda o fato de que manter uma capacidade de dissuasão nuclear ativa é muito caro. No caso brasileiro, não seria possível incluir e manter uma estrutura nuclear com um orçamento de defesa de US$ 22 bilhões anuais sem inviabilizar as forças convencionais.

    • Camargoer, belo post. Interessante esse estudo. Mas acredito que aqui podemos esperar custos ainda mais altos nesse sentido, visto que o Japão tem um histórico de pesquisa nuclear muito mais avançado, para não falar de que teriam recursos humanos e tecnológicos, militares e industriais já disponíveis para exercerem essa opção caso quisessem/pudessem. Por esse motivo acredito que os custos para o Brasil seriam bem mais altos.

      • Olá Leandro. Mesmo que os custos fossem menores (menos dispositivos, uma frota de vetores menores, etc) ainda assim seria muito caro para o atual orçamento do MinDef. Para implementar e manter uma capacidade nuclear, o orçamento do MInDef teria que ser ampliado (hoje o MinDef já consome quase 6% do orçamento federal) para não inviabilizar a manutenção das forças convencionais.

        • Ah sim, concordo plenamente. Não acredito de forma alguma de que fosse ser algo barato. Um bom exemplo disso em relação aos japoneses é a desistência acerca do desenvolvimento de sua aeronave furtiva e a busca por parceiros e outras soluções, provavelmente conjuntas para suas necessidades futuras.

          No caso Brasileiro, se mal conseguimos manter o que temos e substituir equipamentos convencionais obsoletos, seguir por uma vertente nuclear não apenas afetaria programas em curso, como também exigiria um aporte significativo de recursos que simplesmente não temos ante as prioridades que certamente serão definidas pelo GF.

          • Olá Leandro. Também acho que este é o ponto essencial para as forças armadas brasileiras não implementarem uma capacidade nuclear. Por outro lado, foi um erro aderir ao TNP. A CF88 e a ABACC eram suficientes para garantir que o Brasil não iria produzir armas nucleares sem a obrigação de estra sujeito a fiscalização da AIEA (na qual o Brasil não tem qualquer peso político). A assinatura do TNP foi contrária a toda a estratégia de política internacional do Itamaraty e de independência das forças armadas.

    • A roubalheira consome muito mais do que isso e o Brasil continua andando, devagar, mas andando…

      É só cortar a roubalheira e manter alguns 6 mísseis de cruzeiro com ogivas de 100 Ktons e outros 20 mísseis ar-superfície, terra-terra, anti-navio de cada um de uns 0.5 Ktons. Mexeu com a gente, morreu.

  28. Concordo com o General e com o Sr. Fernandes. no segundo parágrafo do escuso do General já diz praticamente tudo. Só ler com calma. Este é contra a proliferação… O último parágrafo também é interessante. Um bom arsenal não necessariamente precisa ter mísseis balísticos. a proposta é defender território contra uma força superior. Como nós sabemos um submarino pode levar artefatos próximo à costa do inimigo, Pergunta: Por que a Coréia do Norte não foi bombardeada e até mesmo o Irã? Iraque e Líbia serviram com exemplos.

    • Ele é contra a proliferação mas é a favor que o Brasil tenha? Explica aí!
      Quanto à CN e ao Irã, elas não foram bombardeadas porque ameaçam o Ocidente, que tem amarras morais e éticas e está sujeito à criticas do se próprio povo. Fossem adversárias da China ou da Rússia esses países já teriam sido eliminados da face da Terra.
      Você realmente acha que a CN pode sobreviver a um ataque nuclear americano? A CN seria varrida do mapa por dois Tridents antes do ditador de cabelo esquisito saber o que o atingiu. A CN é um país pequenos que não tem onde esconder seu arsenal nuclear e ainda não tem submarino dotados de armas nucleares (SLBMs) . Até que isso aconteça (e lembrando que no mínimo 4 submarino SSBNs é necessário para uma dissuasão em tempo integral) eles só existem por conta da “caridade” do fraco Ocidente.
      Eles sequer têm meios de detectar um ataque preventivo ao país para poder contra-atacar o Japão ou a CS e sabe o que a China ou a Rússia iriam fazer se fossem avisados 10 minutos antes de verem os Tridents sendo disparados e rumando para a CN? Nadica de nada?
      A força da Coréia do Norte e do Irã não são suas armas nucleares e sim é a fraqueza do Ocidente.

    • O Brasil ainda tem uma vantagem que é seu imenso tamanho onde poderia dispersar e esconder lançadores móveis.
      Mas vale salientar que a menos que possamos reagir em tempo real e imediato , armas nucleares não servem como dissuasor. E mesmo que não possamos reagir em tempo real, se o inimigo souber que não teremos como descobrir quem nos atacou, caso tenhamos armas nucleares e meios de entrega efetivos que tenha sobrevivido a um primeiro ataque, não teremos a quem atacar e não podemos simplesmente atacar a um provável agressor.
      E não existe isso de ter só “algumas bombinhas” para repelir um ataque. Não é assim que funciona! Se formos ter armas nucleares sob o comando de uma liderança corrupta e moralmente inepta eleita por uma população sem ética e sem moral, que façamos a coisa direito. Teremos que ter submarinos nucleares lançadores de SLBMs de grande alcance, teremos que ter radares de longo alcance capazes de detectar mísseis balísticos, teremos que ter uma rede de satélites capazes de dar o alerta, teremos que ter radares cobrindo nossas fronteiras capazes de nos dar o alerta de mísseis de cruzeiro, teremos que ter centros de C3 dispersos e protegidos, etc.
      Se vamos brincar no playground tem que ser do jeito certo porque do jeitinho brasileiro não vai funcionar. Ter meia dúzia de bombas estocadas para serem lançadas pelo A-1 e nada é a mesma coisa. Até poderemos fazer bonito porque “nunca antes na história do país” teremos armas nucleares mas só iríamos causar temor no Paraguai. Como sabemos que quem “em tese” cobiça nossas imensas riquezas (de um povo maltrapilho) são os grandes players nucleares, essas bombinhas não serviriam de nada.

      • Bosco, entendi que pra ter mísseis balísticos “não dá”, falta toda a estrutura necessária para operar e tentar se defender de um ataque; mas e quanto aos mísseis táticos nucleares, com capacidade menor ? Não seria interessante ter a capacidade de “deter” um Carrier stryke group (chinês, americano, coalizão da Otan, o que for… ) por exemplo ? O Brasil não tem capacidade convencional de deter um grande player em guerra convencional, portanto os mísseis táticos nucleares não nos daria esta capacidade ? Claro que deveríamos ter os meios lançadores, mas este seriam bem mais baratos de obter, operar e manutenir que os meios para grandes mísseis balísticos.

        • Roberto,
          Vale salientar que as armas táticas saíram de cena no mundo todo porque elas levam invariavelmente à arena estratégica.
          Não sairíamos incólumes se utilizássemos armas nucleares táticas para deter uma força tarefa com armas nucleares. A resposta contra nossas forças seriam avassaladoras. Mesmo que num primeiro momento também fosse tática acabaria invariavelmente numa guerra de grandes proporções.
          Eu sinceramente não consigo imaginar um cenário em que um arsenal nuclear limitado possa funcionar para a dissuasão.
          E como disse num outro comentário, as chances de ataques nucleares cujo autor não pode ser identificado é real mesmo que venhamos a desenvolver todo um sistema de C3I e de resposta imediata.
          Como o Putin deixou claro, há uma clara mudança de foco dos mísseis balísticos para os mísseis de cruzeiro e esses são bem mais difíceis de se estabelecer o país atacante.
          Um abraço.

          • E isso não seria uma volta às armas nucleares táticas?

            E por que o morticínio não ficaria apenas no TO e se estenderia a alvos civis? Bombardeios estratégicos, não genocídios, são o modus operandi atual.

    • E a coisa tá é complicando. Países tem bombardeiros e submarino que podem se aproximar furtivamente de um país e lançar mísseis de cruzeiro e aí sequer se tem certeza de quem foi o atacante porque diferente dos mísseis balísticos tais mísseis não podem ser rastreados até a origem.
      E os russos ainda adicionaram um fator complicador que é um míssil cruise de propulsão nuclear do tamanho de um Kh-101 e que teria alcance global.
      Com as defesas antibalísticas cada vez mais evoluídas pode ser que os sistemas de entrega nuclear migrem para os mísseis de cruzeiro e aí não haverá como saber quem lançou uma arma contra alguém.
      Não há nada tão ruim que não possa piorar.

    • Sérgio, então me explique por que Coréia do Norte e Irã não foram bombardeados nas décadas e décadas que se passaram antes que tivessem armamento nuclear?

      A resposta está no primeiro parágrafo da resposta do Bosco. Porque temos conceitos morais típicos do Ocidente que causariam tanta revolta no povo que você iria achar que os protestos contra a guerra do Vietnã após a ofensiva TET eram brincadeira de bebê. E por mais que crucifiquem os EUA por aqui, o povo americano só consegue realmente apoiar envolvimento militar em ‘Guerras Justas.’

      • “E por mais que crucifiquem os EUA por aqui, o povo americano só consegue realmente apoiar envolvimento militar em ‘Guerras Justas.’”

        Você sintetizou a razão do motivo dos EUA fazerem bombardeios estratégicos contra alvos específicos e não genocídios civis, e por que uma reação com armas táticas nucleares contra eles repercutiria menos do que massacres megatônicos, e funcionaria como força de dissuasão.

        A China já não reagiria assim. Mas não estaria disposta a passar por uma humilhação dessas (ser repelida por armas táticas destruindo suas frotas e calcinando brigadas inteiras).

  29. Fazendo uma analogia. Imaginemos uma região onde há algumas fazendas com bom território e dentre estas, (Brasil) uma com uma superfície imensa, repleta de riquezas minerais (ferro, manganês, nióbio etc) e mais rica ainda, em riqueza biológica renovável que floresce sob a terra e que poderá ter a cura de várias doenças hoje mortais, e talvez a maior riqueza de todas, a água. Esta fazenda, muito mal administrada e deveras espoliada por seus gestores e seu capataz. Sua segurança é feita por poucos homens, montados em jegues e com arma calibre.22 e uma espingarda calibre .28. Já um pouco longe, vários fazendeiros, alguns com grande territorialidade, mas seus recursos já exauridos, outros , são apenas sítios, sem recursos naturais ou alimentares. Estes, muito poderosos e ricos, extremamente bem armados com seus seguranças empunhando o que há de mais moderno e eficiente no mundo, se vêem sem saída para manterem seu povo, seu status e sua economia, o que será que farão? irão pedir por favor para usar a terra (Brasil) rica do fazendeiro , cujos gestores são corruptos? ou a tomará a força sem praticamente nenhuma resistência? Há vários exemplos na história, inclusive um aqui pertinho, os Incas, qdo no século xvi, os espanhóis por Pizarro, os conquistaram e escravizaram e pegaram tudo que podiam de suas riquezas incluso potosi, após uma pretensa amizade inicial. As potências são piedosas e caridosas, será mesmo? Já em relação ao tratado de não proliferação, as potências pararam de fabricar estes armamentos? diminuíram seus estoques? ou a exigência,é somente para os demais e estas, manterem seu poder, monopólio e pressão sob os outros países? Eua, Rússia, França, Inglaterra, China, Índia, Paquistão, Israel, Coreia do norte realmente pararam de fabricar armamento nuclear? Se um artefato nuclear para defesa não fará diferença, ou obrigará um invasor aventureiro a pensar seriamente nas perdas que terá e se valerá a pena tal empreitada, então para quê investir em programas caríssimos fx, prosub e etc? Estes investimentos e gastos são completamente desnecessários, vamos virar logo o Brasilzinho paz e amor, com entrada livre para todos. Venham, entrem, que a casa é de quem quiser, E ainda temos samba, carnaval, futebol, mulher seminua (adoro por sinal) para os entreter! Patriotismo é coisa séria, é coisa de país poderoso e não é para se ter vergonha e sim, sentir-se honrado, EUA, China, Rússia etc. Me perdoem o desabafo.

  30. Duvida em caso um presidente eleito peça um refendo popular para alterar a constituição colocando leis modernas (no caso rasgando essa que é contra armas nucleares entre outras), qual a chance da população votar a favor?
    lembrando que nosso povo é mal informado ou odeia o conhecimento(quem estuda é visto como em varios casos).

    • Olá Bravox. O Art.60 da CF88 diz que uma emenda constitucional deve ser aprovada pela Cãmara e pelo Senado. Não é possível emendar a constituição por referendo.

      § 2º A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, três quintos dos votos dos respectivos membros.

          • Olá camargoer . Sei que tem que passar pelos deputados e senadores por duas vezes , uma PEC para ser sancionada tem que ter 3/5 dos congressistas ,.Mas vamos ser otimista , vamos que com nova eleição teremos gente mais séria , ou com medo de cadeia .Vigei isto sim é utopia, mais que aramas nucleares.,

    • Rasgar a constituição atual seria convocar uma constituinte e isso pode ser perigoso, eu não confiaria nesses políticos atuais para fazer uma nova constituição, além de poderem simplesmente acabar com a democracia como a constituinte da Venezuela.

  31. ¨Armas nucleares¨ em um país onde a população alienada elege bandidos, quadrilheiros e terroristas para governá-los e fazer suas leis??
    Bomba atômica em um país que troca a Constituição de tempos em tempos, que tem impeachment de tempos em tempos, que as FFAAs precisam socorrer de tempos em tempos e onde tem a maioria dos políticos e (até!) ex-presidentes sendo julgados e indo para a prisão por ladroagem??
    Já pensaram esse tipo de gente com um botão nuclear na mão??
    Sinistro…

  32. Essa história das riquezas cobiçadas do Brasil é a mais pura lorota. Nossas cobiçadas riquezas só o são por terem preço e por poderem ser negociadas em Wall Street. Debaixo da terra não passam de cocô de galinha.
    Na verdade o que mais interessa ao mundo seria a preservação da Floresta Amazônica como um santuário intocável. Todo mundo já viu esse filme e sabe que a onça morre no final. Nas mãos do Brasil ou do Vaticano o fim da Floresta Amazônica é trágico a longo prazo.
    Esse negócio que o petróleo é nosso, que o nióbio é nosso, etc. é história pra enganar trocha que a Esquerda repete pra poder mandar nas estatais que controlam esses ativos mas todo mundo sabe que a esquerda sonha com um mundo sem fronteiras, onde os cidadãos zumbis assexuados possam transitar livremente e onde não há fronteiras estatais. A esquerda ussa esse discurso patriótico e ufanista com fins eleitoreiros e para enganar os incautos.

    • Caro sr.Bosco, somente para ressaltar, sou nacionalista, e acho que toda a trupe do lula, assim como a do temer, deveriam estar de uniforme listrado com bola de ferro preso aos pés, trabalhando na construção e manutenção de estradas, ferrovias e etc. Sou a favor de uma intervenção militar constitucional no Brasil. Se riquezas estratégicas como urânio, nióbio e até a água, essencial a vida, não são cobiçados por potências estrangeiras,irei respeitar sua opinião sempre com educação, assim como respeito a de qualquer um, seja de direita, centro, esquerda ou nacionalista como eu! Se ninguém cobiça, para quê investirmos em defesa? estas e outras não precisam de proteção alguma! Um bom dia à todos

      • Saldanha,
        Eu também sou nacionalista e patriota, mas minha visão parece ser um pouco diversa da sua.
        Nações precisam de forças armadas bem antes de petróleo ou do nióbio serem considerados preciosos. Desde a antiguidade, há milhares de anos atrás. Então, não necessariamente as fronteiras de um país são desrespeitadas pelos vizinhos por conta de que suas riquezas minerais são alvo de cobiça. É muito mais complexo que isso.
        Na verdade, todo país precisa de um “espaço vital” que pode ser maior do que aquele que possui “legalmente” e daí surgem conflitos entre vizinhos. Claro, a coisa toda é muito mais complexa já que tem a ver com o caldo humano e cultural de uma região.
        Países sem nenhuma expressão em termos de riquezas minerais também têm forças armadas, então, conflitos entre nações podem se formar independente deles serem ricos em nióbio ou petróleo ou urânio ou água.
        O que eu acho é que não e justificável discurso que defende que tenhamos armas nucleares porque temos riquezas minerais.
        Todos os países que desenvolveram um arsenal nuclear caírem em uma ou nas duas situações:
        1- tem ameaças reais à sua existência;
        2- tem um projeto de nação que deva ser preservado pelo bem da humanidade.

        O Brasil não tem nenhuma ameaça real à sua existência enquanto nação e não temos um projeto de nação.
        A suposta ameaça do qual seríamos vítima diz respeito à cantilena de que somos um país abençoado por Deus e motivo de cobiça alheia e que as grandes potências do mundo só fingem que somos um zero à esquerda mas que na verdade somos o ó do borogodó da sobrevivência do gênero humana na Terra. Eu discordo. Enquanto acharmos que nossas riquezas minerais é o nosso passaporte para o futuro e para sermos respeitados estamos lascados e mal pagos.
        Nosso riqueza deveria ser o povo, dotado de orgulho de ser brasileiro, trabalhador, honesto, pacífico, respeitador das leis, dos mais velhos, dos professores, um povo ordeiro, que valoriza o que tem valor e despreza as inutilidades. Deveríamos antes de nos preocuparmos com o nióbio, dar educação de qualidade para o povo. Permitir que nossos jovens tenham empregos. Elevar o nível de nossa ciência e tecnologia. Que possamos receber bem os turistas cobrando preços justos. Que possamos integrar as próximas missões para Marte e que possamos dentro de 50 anos estarmos buscando água nos anéis de Saturno e nióbio no cinturão de asteroides.
        Enquanto tivermos a cabeça de que somos cobiçados porque temos nióbio e tivermos a cabeça de que um dia ficaremos ricos e progressistas porque estamos vendendo commodities a preços justos para as grandes potências, seremos sempre o eterno país do futuro deitado em berço esplêndido.
        Um abraço.

    • Bosco,

      Ah é que é só a esquerda que defende essas lorotas. Pega um vídeo do Boçalnaro e do Enéas e verão que os discursos são os mesmos quande se refém aos recursos naturais, a menos que eu esteja enganado sobre a posição política destas duas figuras.

  33. O Brasil, tem de ter arma nuclear.Há como vai ser? Do mesmo modo que EUA,URSS,China e outros menos importante fizeram.Lá nesses países citados, tem as mesmas mazelas que aqui.E nem por isso eles deixaram de fazer as suas.

  34. O Art.21 constituição brasileira diz que toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos. Querem finalidade mais pacífica do que a capacidade de dissuasão? Acho que os Advogados estão aí para defender essa tese…
    Em resumo, eu concordo com o General Etchegoyen e com os demais comentaristas que defendem que que nosso País tenha essa capacidade de fazer países belicistas pensarem melhor antes de que seja cogitado qualquer ataque a nossa soberania.
    Não gostaria de que lá na frente, as gerações futuras nos culpassem por sermos fracos e vassalos, aceitando a todas as regras que nos são impostas pelo países que detém o poder e controle dos destinos mundiais, enquanto que os mesmos continuam na sua busca por consolidação eterna.

    • Para assegurar a paz no Brasil e manter agressores afastados das nossas fronteiras, esse armamento nuclear não seria um fim pacífico? Afinal, não estaríamos agredindo ninguém e só as usaríamos em legítima defesa e em estado de necessidade…

      Armas servem para atacar (fim belicoso) e para defender (fim pacífico). Mas a propaganda contra armas confundiu a cabeça de muita gente quanto a isso.

  35. Prezados,

    A rigor, é possível dizer que o Brasil já detêm a tecnologia para constituir uma arma nuclear. Lembro-lhes que já é dominado o ciclo do refino do Urânio. Isso, por si só, já pode se constituir em fator dissuasório.

    Também recordo-os que existem outros tipos de armas que podem fazer o mesmo, isto é, ter peso dissuasório quase igual.

    A esmagadora maioria das armas químicas, por exemplo, custam uma fração do que custariam artefatos nucleares e normalmente são mais fáceis de serem mantidas e dispersadas.

    Também é possível a construção de um arsenal nuclear “sujo”. Aliás, isso é algo que certamente poderia ser feito rapidamente, e não requer nada de extraordinário.

    Enfim, se o País enveredar para esse caminho, deve saber exatamente o que está construindo e para quê… E principalmente, deve ter noção da responsabilidade e das consequências que certamente irão advir dessa postura.

    Francamente, tenho pra mim que qualquer arsenal desenvolvido pelo País ( dado que os potenciais adversários estão a distância excessiva ), deve sê-lo com base em meios para leva-lo ao longe. Em outras palavras, implica-se aí a concepção de um sistema de armas que englobe um submarino nuclear próprio para tal e um artefato a ser lançado a partir dele; ou seja, o mais complicado…

  36. Senhores
    O Brasil NUNCA teve arma(ogiva) nuclear.
    Não se tem uma arma dessas, sem testar, pois o teste Q revela ela, levando ao seu principal uso, qual seja dissuasão.
    Temos conhecimento pra ter? Sim.
    Temos condições de ter? Não. Só se tivermos o orçamento de defesa aumentado pra CARAMBA. E se aumentá-lo, há outras prioridades MUITO mais importantes.
    Podemos ter? Não. A constituição não permite.
    Precisamos ter? Agora não, mas do jeito Q caminha a humanidade e com os recursos Q temos aqui no Brasil, pode ser Q daqui uns 30 a 50 anos, precisaremos. Em Q pese Q existem outras armas dissuasórias.
    Cabe ressaltar, Q o tamanho do Brasil e sua economia são dissuasórias por si só.
    Sds

    • Creio que precisaremos em menos de 30 anos ,não só destas armas como de muito mais atenção à defesa nacional com investimento forte em reequipamento decente das forças armadas. Nossas terras agricultáveis e água potável serão o maior bem e mais desejável entre as nações num futuro não muito distante e por isso temos que ter com que nos defender de possíveis invasores .

  37. Caro sr.Bosco, somente para ressaltar, sou nacionalista, e acho que toda a trupe do lula, assim como a do temer, deveriam estar de uniforme listrado com bola de ferro preso aos pés, trabalhando na construção e manutenção de estradas, ferrovias e etc. Sou a favor de uma intervenção militar constitucional no Brasil. Se riquezas estratégicas como urânio, nióbio e até a água, essencial a vida, não são cobiçados por potências estrangeiras,irei respeitar sua opinião sempre com educação, assim como respeito a de qualquer um, seja de direita, centro, esquerda ou nacionalista como eu! Se ninguém cobiça, para quê investirmos em defesa? estas e outras não precisam de proteção alguma! Um bom dia à todos

  38. Se tivéssemos armas nucleares estaríamos cercados por bases americanas e com um monte de sansões econômicas…a América não é a Ásia, aqui é quintal do tio sam

  39. Srs
    Esqueçam o petróleo, o nióbio e outros minérios, eles são importantes economicamente, mas estrategicamente, as grandes riquezas do Brasil são as terras para agricultura e a floresta amazônica.
    Conforme aumenta a população mundial e menos terras ficam disponíveis para a produção de alimentos, mais importantes ficam as terras ainda disponíveis para isto.
    E o Brasil possui a maior reserva de terras para a produção de alimentos do mundo, que o diga a China que aqui vem investindo para garantir o jabá para sua população.
    A floresta amazônica, por outro lado é a última grande reserva terrestre de seres vivos e tem grande importância na definição do clima do planeta.
    Se as condições climáticas evoluírem conforme os cientistas do clima estão prevendo e continuarmos a “proteger” a floresta como estamos fazendo, a Amazônia como um todo acabará sob o controle da ONU ou de um dos integrantes do CS.
    Ou seja, terras e florestas são nossos bens mais valiosos e que estão sob os olhos interessados da comunidade internacional, particularmente dos países mais populosos e dependentes da importação de alimentos e sujeitos a piora das condições climáticas.
    Sds

    • Meu caro, onde assino? foi exatamente o que eu quis dizer, mais importante que as riquezas que estão abaixo da terra, são as que nascem sobre ela e a água fonte essencial da vida! e um pais com vasta população, terras exauridas como a china, ou irá comprar as terras que deseja, ou irá tomá-las. O ideal seria um mundo sem armas nucleares.Por que invadiram o Iraque, a Siria e não a Coréia do norte? Qual a motivação das guerras? todas que pensarem, o Brasil está incluso em uma. Um bom dia!

    • Control,
      Sobre nióbio e petróleo, desde que Don Pedro era criancinha que o petróleo é nosso e até hoje somos do Terceiro Mundo. O petróleo não conseguiu nos erguer à estatura de um país de primeiro mundo e nem nossa população experimentou níveis de qualidade de vida invejáveis. Apesar do petróleo ser “nosso” (seja ló o que isso quer dizer tendo em vista que hoje eu paguei o litro de gasolina mais caro do mundo).
      Já em relação à Floresta Amazônica ser cobiçada por ser a última reserva natural intacta do mundo e que dela depende a existência da humanidade no planeta Terra, então você acha que devemos utilizar armas nucleares contra qualquer um que queira nos tirá-la para preservá-la, enquanto nós a estivermos destruindo-a? Devemos então usar nossas bombas nucleares para proteger os lenhadores criminosos?
      E em relação às área agricultáveis? Será que não seria melhor nós produzirmos alimentos para o mundo? Será que realmente alguém irá nos invadir para plantar aqui e no processo nos deixar em guetos murados morrendo de fome? Não me parece ser uma ideia realista.
      A minha visão é que enquanto nossa riqueza for mineral ou vegetal ou animal e não o próprio elemento humano que por aqui habita, estamos condenados a sermos eternos figurantes e nossa população condenada a ser essa massa desorganizada e bolorenta que é.

      • Srs
        Jovem Bosco
        Quanto ao petróleo, os brasileiros são enganados desde a época do Getúlio Vargas com o tal “o petróleo é nosso”, onde acabaram engolindo um monopólio, o que, naturalmente resultou em preços altos e serviços precários, pela ausência da força reguladora da concorrência.
        O nióbio está na moda, mas creio que não inventaremos um monopólio para ele e sua exploração acabará acontecendo de maneira mais sensata.
        Quanto a floresta amazônica, sendo, como dizem os cientistas, um bem importante até para a sobrevivência da vida no planeta e,naturalmente, da espécie humana, deveríamos tratá-la com o maior cuidado e responsabilidade. É certo que não fazemos isto, pelo contrário, estamos a destruir a floresta do modo mais imbecil possível, tocando fogo.
        Se considerarmos os aspectos morais ou aplicarmos um mínimo de lógica, a decisão mais sensata seria colocar a floresta sob o controle de criaturas mais responsáveis. Cabe a dúvida se os dirigentes da ONU ou dos países que compõe o CS são sensatos e responsáveis.
        Quanto a questão das terras para a produção de alimentos, é óbvio que para o Brasil e mais particularmente, para os envolvidos com o dito agronegócio, é ótimo que a demanda aumente, o que significa maiores preços, porém se o cenário beirar o catastrófico, com a fome se espalhando pelo mundo, o que pode acontecer?
        O mundo entrará em harmonia e todos passarão um pouco de fome para que todos sobrevivam, inclusive os brasileiros? Ou os povos que tiverem maior poder econômico e/ou militar irão prevalecer e os que não puderem serão condenados a morte?
        A história humana tem muitos exemplos de períodos de fome onde pereceram populações inteiras e, em geral, prevaleceu a segunda opção.
        Outro ponto a lembrar é que a falta de recursos para alimentação leva a migrações, o que já está acontecendo na África subsaariana.
        E, no caso da opção de que quem pode mais chora menos prevalecer, como fica o Brasil com o seu grande território com baixa densidade populacional e passível de grande produção de alimentos?
        Como os brasileiros irão resolver a questão e defender os seus interesses?
        Com declarações de bom mocismo? Com discursos na ONU? Com desfile das escolas de samba? Convidando os adversários para uma partida de futebol?
        O que podemos observar é que, pelo menos a China, aparentemente, já estabeleceu sua politica e vem investindo econômica e politicamente em países da África e América do Sul, buscando a produção de alimentos de seu interesse.
        E o Brasil, o que está fazendo ou fará?
        Sds

  40. Muitos participantes nos debates, muitas opiniões diversificadas, tema quente.
    Parabéns General Etchegoyen pela sua coragem em abordar este assunto que é um tabu neste País, mas que por ser de vital importância, não deveria nunca ser esquecido.

  41. Até munição de revólver tem prazo de validade e depois de 2 anos estão praticamente imprestáveis. Uma bomba nuclear é um dispositivo um milhão de vezes mais complexo e precisa ser conservado adequadamente, com manutenção constante, para estar pronto na hora “h”.
    Não é porque um física brasileiro destrinchou as equações da ogiva W-87 ou porque o Brasil tem centrífugas eletromagnéticas ou porque furamos um buraco não sei onde que temos a bomba ou que temos como fazê-la a nosso bel prazer ou armazená-la de forma adequada, por mais básico que seja o desenho de uma e por mais que sua configuração seja conhecida até por alunos do secundário.

    • Olá Bosco. Você está certo. O primeiro desafio é que o material físsil não é estável ao longo do tempo. Ele irá manter o decaimento nuclear, o que significa que a sua composição será alterada com o tempo, podendo no limite ficar abaixo da condição crítica (quantidade necessária para ter a reação em cadeia). Outro problema é que com a alteração da composição, pode ocorrer mudança da estrutura cristalina ou alteração no diagrama de fases, o que pode levar a uma expansão ou retração do material, o que levaria a trincas, fraturas, por exemplo, danificando o dispositivo. Outro problema é a emissão de neutrons durante o decaimento nuclear enquanto o dispositivo está armazenado, o que pode mudar as características fisicoquimicas dos dispositivos ao redor do material físsil e comprometer o desempenho do artefato. O ideal é acionar o dispositivo enquanto é novo (como os EUA fizeram na Segunda Guerra) porque se ele for estocado, a evolução do material físsil ao longo do tempo pode mudar o seu desempenho. Estas coisas acontecerão em qualquer condição que o dispositivo seja estocado porque é inerente ao decaimento nuclear do material físsil. É preciso recondicionar o material periodicamente para mante-lo em condições de operação. Uma parte delicada é trabalhosa é a separação dos elementos gerados durante o decaimento nuclear. O pior de tudo é que ainda estamos aprendendo a química e a engenharia de materiais do material físsil (muito diferente dos materiais convencionais que já foram exaustivamente estudados). Por fim, não menos importante, como você mencionou, ainda tem a manutenção do dispositivo em si (detonadores, partes micromecânicas, eletrônica) e a manutenção dos vetores que levarão o dispositivo ao alvo.

      • Camargoer,
        Valeu!
        Vale salientar que o custo de se manter operacional as armas nucleares é um dos grandes incentivadores da limitação de armas.
        Não me lembro mais quando há alguns anos li o quanto custava cada ogiva americana para ser mantida funcionando e sem segurança. São milhões de dólares por arma nuclear por ano.
        Vou dar uma olhada mais tarde pra ver se encontro o artigo.
        Um abraço.

        • Olá Bosco.
          Seria ótimo se você encontrasse esse relatório para baixarmos. Fiquei bem interessado neste texto.
          Para quem ficou interessado, tem uma dissertação de mestrado “Política Externa Brasileira e o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP). Da resistência à adesão” de 2011 que pode ser um texto interessante para entender como ocorreu a adesão do Brasil ao TNP. Ainda não tive tempo de ler o trabalho.

  42. Na teoria o general tem razão, mas olhando pelo lado prático, sua colocação está supervalorizando um papel que o Brasil não tem no campo geopolítico.
    O país se encontra numa região do planeta que é pejorativamente conhecida mundo afora como quintal norte-americano, estando seus países sob a proteção militar norte-americana, independente das ‘variações de humor ideológico’ provenientes da situação política doméstica do país americano (americano no sentido de pertencer a uma das Américas) em questão. Mesmo quando há uma dissensão ideológica entre os EUA e algum país do seu quintal, como que existe atualmente com a Venezuela ou Bolívia ou Cuba, é óbvio que os americanos podem ‘consertar’ (sob seu ponto de vista) a situação mediante simples esforços no campo político-cultural-econômico, jamais precisando recorrer a uma intervenção armada de seus próprios soldados, visto a disparidade de forças em todos os campos (político, econômico, cultural, militar, etc) entre os EUA e um país do seu quintal. Basta ver a História: quando algum soldado americano teve que desembarcar em algum país do continente cucaracha (as 3 Américas) fora Granada em 1983?! Por exemplo, aqui em 64 nem foi preciso, assim como também não foi preciso na Argentina nos anos 70, só para citar os dois países teoricamente mais poderosos do continente.

  43. Com um artefato nuclear nós impediríamos qualquer tentativa de agressão contra o nosso território.

    Não precisamos de mísseis balísticos, apenas de uma artilharia nuclear. Ogivas com 0,5 a 5 Kilotons já seria mais que suficiente.

    Faríamos negação de território para qualquer inimigo.

  44. Bosco 8 de Março de 2018 at 7:54
    “(…)
    Esse negócio que o petróleo é nosso, que o nióbio é nosso, etc. é história pra enganar trocha (…)”

    Bosco, se me permite. A questão dos nossos minérios pode não ser urgente ou alarmante no momento, mas devemos sim nos precaver. Veja:

    “Uma larga gama de metais e minerais não-combustíveis é crítica para nossa base de produção comercial, nossas esperanças de uma transição para uma economia baseada em tecnologia limpa, inovações sustentáveis no setor de alta tecnologia e sistemas de armas avançados que permitam aos nossos militares efetivamente cumprir sua missão de proteger nosso país e projetar o poder americano por todo o planeta. Dessa forma, o acesso a minerais e metais críticos se torna uma questão de segurança nacional.” “American Resources Policy Network Report”

    Junte a isso o caso do Arco de Crise apresentado por Brzezinski e o Project for the New American Century – PNAC e suas consequências para várias nações, é sempre bom ter um pé atrás com todas elas, inclusive o nosso Big Brother do norte.

    Acima dei uma amostra de documentos que são norteadores da política externa e militar americana.

  45. Mais que armas nucleares, falta ao Brasil uma diplomacia forte, encorpada e – o mais importante – técnica, que seja ouvida pelo Executivo e pelo Legislativo, sem mencionar a necessidade dessa diplomacia ser muito bem subsidiada pela inteligência brasileira.

    Vide o que bem disse o colega Samuca em relação aos EUA. Eis a diferença.

    É o primeiro e mais barato passo rumo ao protagonismo político.

    Sem isso, o resto sempre estará comprometido.

    PS.: sei que uma defesa bem estruturada colabora muito com a relevância política de um país. Entretanto, é preciso dar o primeiro passo, até para que se possa estruturar a defesa da forma adequada.

  46. Como eu disse, por tudo Q foi exposto.
    Hoje é ilegal, desnecessário, possível em conhecimento e impossível em recursos.
    Médio prazo, acredito Q idem.
    Longo prazo: é bom analisar.
    Sds

  47. Ter ou não ter, eis a questão … Eu acho que em caso de uma guerra Nuclear, o Brasil, assim como outros países que não possuem arsenal nucleares, não serão poupados, todos seremos varridos da face da Terra. Sejam pelos americanos , russos ou chineses, tenho certeza que seremos alvos.

      • De graça?

        Na terceira guerra mundial o Brasil vai ser o combustível da máquina de guerra americana. Vocês acham mesmo que os chineses vão permitir que o Brasil abasteça os EUA com materiais?

        Vai ser um Nuke em cada campo de mineração/comida/petróleo/água

        • Concordo!

          Alguém pode querer nos detonar ou invadir para não sermos fornecedores de um lado ou de outro. Mas creio que a China ocuparia este país com bases estratégicas. Não somos fornecedores dos EUA mais…

          O meu “de graça?” foi para questionar um ataque gratuito a outro país só porque possua armas nucleares.

  48. Israel sofre de uma paranóia com relação aos vizinhos possuírem nukes.
    Ora, quem mandou ter ? Nunca precisou. Sempre resolveu seus conflitos convencionalmente.
    E achou que não iria desencadear uma corrida nuclear pelo Oriente Médio ? Que os “brimos” não passam de ignorantes comedores de kebab, incapazes de desenvolver tecnologia nuclear ?
    .
    Mesma coisa o BR. Possuir nukes deflagaria uma corrida nuclear no ConeSul, e inflamaria um sentimento anti-lusófono.
    E nem temos uma base bélica convencional para tanto, como Bosco lembrou.

    • As FFAA como poder moderador (ou seja, o quarto poder, da época do Império) e com poderio nuclear?

      O que você sugere é Banânia cercada e sufocada com sanções e mais sanções, um povo em pura revolta e vai dar de bandeja um motivo, aliás ** O MOTIVO ** que a esquerda queria e que consegue emplacar para voltar ao poder.

      Parabéns. Você acaba sugerir jogar o Brasil na maior crise política, econômica e social, superando o que Lula e Dilma conseguiram fazer.

      • É mesmo? Coisas monárquicas cheiram a mofo? Diga isso aos britânicos, holandeses, noruegueses, japoneses, por exemplo, que são países bem mais atrasados e instáveis do que as repúblicas presidencialistas latino-americanas e africanas, só que não.

        Alguém cercou ou embargou Israel, Índia, Paquistão, China, França, Reino Unido, Rússia, EUA por isso? A Coreia do Norte já é embargada há muito tempo, e é pelo mesmo motivo do embargo a Cuba: comunismo, não a bomba A ou H.

        Basta termos uns traques atômicos de uns 0,5 a 2 K tons para pulverizarem um porta-aviões ou um desembarque anfíbio com uns mísseis de cruzeiro, ar-superfície ou anti-navio. Quem estiver fora do alcance não se incomodará. Esse seria o verdadeiro controle de armas nucleares: o alcance e o poder de destruição.

        Não somos amigos de todos? Basta não quererem ser nossos inimigos…

        Não precisa ser um ICBM que atravesse o mundo a 200 km de altitude. Basta ameaçar quem queira nos provocar com uma frota ao largo da nossa costa e dissolver uma dúzia de belonaves a uns 4000ºC que tudo volta à normalidade.

        A esquerda não saiu do poder, meu caro! Ou você acha que o Temer era vice do Trump?

        E precisamos ser corajosos pelo menos uma vez antes da morte. Ficam as dicas.

        • Acho que precisa trabalhar sua interpretação de texto. E muito.

          Não sei bem se você se lembra, ou mesmo se sabe disso, mas quem derrubou o Império foi o Exército Brasileiro. Então você está sugerindo que as FFAA, assumam um poder que antes era do Império que foi deposto por eles. Não faz muito sentido isso.

          Sabe por que Israel e tantos outros países não sofrem sanções por terem armas nucleares? Porque eles tem uma economia forte da qual dependem diversos outros players. Outros por já serem fato consumado e existir um reconhecimento internacional de que ou já tem dispositivos e salvaguardas relativas ao controle desses armamentos ou sua posição geográfica e posicionamento geopolítico é reconhecidamente complicado. E mesmo assim alguns enfrentaram sanções sim, mesmo que leves.

          Agora imagina Banânia. Políticamente instável desde que se tornou independente, econômicamente instável desde que se tornou independente, ninguém de peso realmente depende do comércio com o Brasil para sobreviver, temos uma diplomacia instável já que é reflexo da política brasileira, não temos FFAA de peso nem investimento de peso nelas, até porque não temos nenhum direcionamento como nação, e portanto nenhum direcionamento estratégico. Se fosse qualquer país nas mesmas condições eu consideraria algo temerário e seria à favor de sanções ou mesmo de neutralização do desenvolvimento mesmo que à força.

          Uma coisa é ser corajoso. Outra coisa é ser um completo idiota.

          Completa idiota aliás, seria a potência que viesse à desembarcar por aqui. O tamanho da encrenca em que estariam se metendo já seria motivo suficiente para não invadirem. Some isso ao estrago que podem fazer FFAA bem equipadas, treinadas, motivadas e direcionadas, e você terá disuassão suficiente para que nenhum player global tente alguma coisa, à menos que diversos players globais apoiados por toda a comunidade internacional tentem alguma coisa. E o motivo para fazerem isso com respaldo internacional seria o desenvolvimento de armamento nuclear.

          A dica que eu te dou é: estude mais. Está precisando.

        • “É mesmo? Coisas monárquicas cheiram a mofo? Diga isso aos britânicos, holandeses, noruegueses, japoneses, por exemplo, que são países bem mais atrasados e instáveis do que as repúblicas presidencialistas latino-americanas e africanas, só que não…”

          Ué? Diga isso para os EUA que tiveram menos de 200 anos de monarquia, e estão com quase trezentos de República. E a Suíça? Nossa que lixo de república são essas.

          • Olá M.Silva. As forças armadas atuam dentro do poder executivo. Talvez você seja o caso de rever os livros de Montesquieu e Locke sobre a divisão dos poderes políticos. Acho que nunca é demais reler o “Espirito das Leis” nestes tempos bicudos. A ideia de pesos e contrapesos é a base da democracia liberal ocidental de origem iluminista. Ás vezes, temo que o que nos falta ainda é a velha revolução burguesa para começarmos nossa história republicana.

          • Defensor da Liberdade 8 de Março de 2018 at 23:51:

            O problema de vender o controle da maior parte dos seus recursos estratégicos ao mesmo povo que financia tudo por aqui (“investidores”)? O seu país é comprado por eles e eles determinam a política interna para o que for melhor para eles, não para nós.

            Qual a vantagem de ter “investidores estrangeiros” que levam seu dinheiro embora com remessa de lucros e de capital em pagamento de empréstimos se o próprio brasileiro gostaria de ter seu negócio e investir no seu próprio país, dando um retorno muito melhor em empregos e em prosperidade geral (claro, sem a opressão tributária) do que uma horda barbárica de neo-colonizadores?

            Ah, se fosse os EUA, você ficaria furioso, mas a China, “brother”, a China é comunista, então pode…

            Qual a porcentagem de repúblicas realmente democráticas, prósperas, que você conhece? Só as do primeiro mundo? E as do 3º mundo (a maioria delas)? Convenhamos, repúblicas boas são regra na Europa e América do Norte, mas são exceções no cenário mundial…

            Enquanto isso, qual mesmo a proporção de monarquias prósperas e democráticas no mundo? 100%! Ah, a Tailândia também é uma monarquia, está no 3º mundo mas é um país bem melhor do que seus vizinhos asiáticos.

            Sabe qual o problema da monarquia? Não existe uma só que seja comunista! A menos que Cuba e Coreia do Norte, com suas dinastias de ditadores, sejam uma…

            camargoer 9 de Março de 2018 at 15:19:

            Os iluministas e filósofos ingleses que ajudaram a promover a revolução francesa criaram modelos falhos e totalmente artificiais de regimes de governo baseando-se em suposições e teorias ideológicas.

            Sinto muito, mas a “santíssima trindade” dos 3 poderes virou um dogma político-jurídico imbecil moderno.

            Depois da queda do “ancien regime” francês, a França demorou décadas para recuperar sua economia, nunca mais o povo foi dono da sua fonte de rendas (as corporações de ofício, uma pedra no sapato dos empresários, que só puderam ampliar seus negócios com a eliminação das mesmas), o Estado tornou-se realmente tirânico e opressivo.

            Não, chega de revoluções, muito obrigado. Elas sempre beneficiam os mesmos, prejudicam o povo e derramam muito sangue.

  49. O tempo é o senhor da razão.Quem sabe lá pelo fim desse século, não nós mas outros poderão estar lamentando não termos feito a bomba.Ou também lamentando, ter feito.

  50. Para quem duvida que o Brasil tenha conhecimentos para a empreitada. Recentemente uma polemica com a IEA, que chegou a acusar o Brasil de estar avançando em pesquisas para desenvolvimento de armas nucleares depois que cálculos divulgados pelo físico Dalton Ellery Girão Barroso confirmar que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, desenvolver a bomba atômica. Segundo a denúncia só se poderia chegar aos cálculos através de experimentos de laboratório.

  51. O Brasil não precisa se preocupar com inimigos externos, os inimigos internos são a maior ameaça a soberania nacional, as atuais pessoas no centro do poder entregariam até suas mães por dinheiro, imagina um pais com nível de corrupção do Brasil com armas nucleares, não demoraria muito para estarem explodindo caixas de bancos com armas nucleares…rsrs, o inimigo externo existe, mas não precisa iniciar uma guerra cara, ele vem aqui e paga pra levar oque quiser, o Brasil atual é uma zona, entra e sai daqui quem quiser desde que tenha $$$, então primeiro devemos combater os traidores da nação, parasitas que sugam o país, e fazem o povo, sentir vergonha de ser brasileiro, e isso sim é uma ameaça a soberania nacional, um povo sem ensino, sem amor pela pátria, e que não levanta um dedo por essa pátria por não se sentir representado por ela.
    Nas condições atuais se uma potência estrangeira atacasse o Brasil, o povo iria pensar “o país trocou de ladrão”, por que é isso que o estado brasileiro faz com seu povo: rouba, humilha, escraviza e etc… é assim que o povo brasileiro se sente, lesado, ver esse povo do Brasil se envolver em uma guerra contra um invasor estrangeiro seria o mesmo que ver o povo da Coreia do Norte defendendo o regime comunista de alguma ameaça externa… do meu ponto de vista, o maior inimigo do Brasil é o estado brasileiro, gordo, pesado, caro e que prejudica e muito seu povo, povo esse que é a unica verdadeira arma que o país tem, se isso não mudar o estado brasileiro deve se desmanchar por conta própria, já que o Brasil atual é só um nome, já deixou de ser um país que representa o seu povo a muito, muito tempo, e quem pode e tem condições está é fugindo do barco antes que …

  52. Concordo com o Gen. Com o s Srs. Saldanha da Gama e Control. Esperemos algum tempo e não tenhamos nada para nos proteger contra certas potências que estão de olho noss recursos minerais, agricultáveis e hídricos. Quanto à CN esta faz diferença sim, tendo artefatos nucleares. A CN pode ser destruída totalmente pelos Estados Unidos, porém porque aqueles não foram ainda destruídos por estes? Os chineses ou russos poderiam exterminar ao CN, lógico, mas será que aqueles já não sabem que o “cachorro magro” norte coreano não possui também suas defesas nucleares? Sr Bosco suas explanações são válidas, não discordo, porém faz-se necessário possuir uma defesa de dissuasão tendo em vista o que se pretende as potências( principalmente aquelas que tem problemas hídricos e agricultáveis para com não só nosso país mas também com outros países da AL. Os americanos, nem tanto,(salvo interesses) visto terem recursos hídricos, agricultáveis e minerais(Alasca um exemplo) Agora, Caso ocorra uma terrível fome devido problemas climáticos na China ou Japão( este já propôs a internacionalização da Amazônia) e mesmo países do continente europeu pode ter a devida certeza que invadiriam este país do carnaval e do futebol(atraso) sem dó nem piedade. Mas isto não é para agora ou é? Grande abraço.

  53. Esclareço que não é uma comparação é simplesmente ter ou não meios de dissuasão para se defender. a Coreia do Norte é um cão e tem dono e este dono não quer que esta sofra restrições. Este cão morde e o dono do cão mais ainda. tudo uma questão geopolítica. E nós temos o que para dissuadir algum país em busca de riquezas hídricas e agricultáveis? carnaval, cerveja, futebol? somos um país com uma democracia instável mas com o tempo poderemos; assim espero sermos um país desenvolvido e deixarmos( como alguns comentaristas dizem de ser Banânia ou outro nome parecido, Brusundanga, Cucamonga…)Nossa democracia deve e tem de ser ditada por nós brasileiros com erros e acertos. como alguns comentaristas muito bem colocaram, daqui a uns trinta anos(penso menos) podemos não ter como reagir a uma proposta de sermos sempre “o celeiro do mundo”, só que com os capatazes e futuros donos dentro de nosso território. Uma história de Machado de Assis: duas tribos um saco de batatas ao vencedor as batatas obra Quincas Borba. Os mais forte tendem a dominar os mais fracos. desde antiguidade até os dias atuais somos grandes mas um tigre de papel ou um anão diplomático porque queremos, desejamos manter aparência temos de manter nosso pomar, nossas águas, porque vizinhos mais poderosos também gostam de água e comida, ainda mais se faltarem em seus quintais. Ou nós lutamos para preservar-nos enquanto nação ou entrega tudo. No meu pensamento antes de entrar no meu país par me tirar a última dignidade que me resta queime toda região amazônica. queime tudo. “prefiro reinar no inferno do que servir no céu”(Paraíso Perdido- Milton) dos meus inimigos.

  54. Errata: Há erros de pontuação, por favor me corrijam….desde à antiguidade até os dias atuais. Somos grandes mas um tigre de papel ou anão diplomático…desejamos manter aparência.. Temos de manter nosso pomar Os mais fortes…Desde à antiguidade. para me tirar… desculpem.

  55. Não acho que precisamos de armas nucleares. Basta uma política de neutralidade e apaziguamento com a maioria dos países mundo afora, e mantendo um bom investimento em armas convencionais, nós conseguiríamos manter qualquer invasor longe de nossas fronteiras, tal como a Suécia e a Suíça fizeram nas guerras mundiais, “alisando” o eixo por um lado, e os aliados pelo outro, enquanto que estocavam armas e munições “por debaixo dos panos”. Uns 20 submarinos + umas 20 escoltas de superfície, todos modernos e armados com bons mísseis de cruzeiro antinavios e torpedos, apoiados por uns 50 caças navais já seriam suficientes para manter qualquer um longe das nossas costas, à um custo razoável. Para a defesa aérea uns 120 Gripens em conjunto com aeronaves AEW&C já imporiam respeito até mesmo contra forças da OTAN, imagine esses paisecos da AL. Para as forças terrestres creio que um bom número de helicópteros de ataque nas nossas fronteiras já fariam uma enorme diferença. E claro um bom sistema de defesa aérea de médio e longo alcance para defender nossas instalações de grande valor estratégico contra mísseis balísticos e de cruzeiro.

    • Um adendo: creio que a dupla T-90 MS e o Guarani equipado com mísseis anticarro (O hellfire ou o MSS 1.2), em quantidades razoáveis tornariam nossa força de blindados bastante imponente.

    • Defensor da liberdade
      Concordo com vc parcialmente.
      O Brasil tem muito mais a ser explorado do q Suécia e Suíça, resultando em maior cobiça.
      Por tanto, temos de abrir os olhos sempre.

  56. Defensor da liberdade. Concordo também com sua opinião pois é válida, mas para isto ocorrer precisamos manter uma força deste porte em perfeita vigilância . refiro-me a 30 anos, caso, hipoteticamente ocorra algum problema que faça que haja por parte de nações com problemas hídricos e agricultáveis possam nos ameaçar. Acredito em qualquer forma que possa neutralizar uma investida destes países aos nossos recursos como havia citado. pensam alguns em recursos minerais mas a verdadeira guerra se dará por recursos hídricos e agricultáveis se os países não reverem seus conceitos de terem o progresso a qualquer custo. poluindo seus rios, queimando e devastando suas florestas utilizando de maneira erronia e esgotando os solos ao máximo para se obter alimentos. fora os efeitos climáticos que a própria natureza desenvolve para se recuperar. estamos na era das incertezas e não da tecnologia como muitos pensam. Tudo é possível e nosso país deve tomar uma posição se quer ser um celeiro ou ser um país desenvolvido. Grande abraço. aliás sempre defendi o uso de engenharia reversa para alguns meios de defesa, porém deve ser estudado a sua viabilidade. Potências já o fizeram no passado e ainda usam inclusive utilizando mísseis táticos nucleares. Como disse anteriormente, necessita de estudo, pesquisa interesse das Forças de defesa da necessidade ou não. finalizando, acredito que o general ao declarar suas opiniões este já se baseia nas opiniões de muitos alto oficiais das Forças Armadas. Há estudos a respeito por estes oficiais. Grande abraço.

  57. A maioria que defende uma força de dissuasão nuclear brasileira, comete o erro mais básico de todos… achar que dinheiro cresce em árvore… Com o dinheiro existente, não é viável. Qual seria a solução? Aumentar impostos? Acabar com o Prosub? Fechar umas 20 universidades e 20 hospitais?

    Como Camargoer, Agnelo e outros já colocaram, essa capacidade sai MUITO caro! Além, SE houvesse mais dinheiro, seria muito mais bem usado em outros projetos. Se nosso contexto mudar, muda tudo, mas da forma como estamos hoje, simplesmente não vale a pena.

  58. Lendo os comentários fica claro que os que defendem as armas nucleares brasileiras esbarram em alguns equívocos básicos. Um deles é achar que podemos responder com armamentos nucleares a uma agressão ou ameaça de agressão convencional advinda de potências nucleares, pura e simplesmente.
    A segunda é achar que nossa resposta nuclear não irá provocará uma resposta nuclear do outro lado, que também é detentor de capacidade nuclear.
    A terceira é que alguns parecem que imaginam que o dia que o Brasil tiver armas nucleares operacionais as armas nucleares dos outros países irão parar de funcionar como por um milagre, ou que só o Brasil teria direito, capacidade tecnológica e condições econômicas de ter armas nucleares na AL e que a posse desse armamento não será reivindicado por nossos vizinhos.
    Acho que antes de embarcarmos nessa jornada até as armas nucleares devemos responder a essas questões antes.

    • 1) Não haverá uma grande agressão contra quem tem armas nucleares, só umas rusgas que terminam em empate. De 1945 até aqui, foi assim. Melhor empatar do que perder. Claro, não se deve descuidar dos meios convencionais.

      2) Haverá uma resposta. Mas ninguém é doido de desesperar o outro até chegar a tal ponto de um dos lados usar uma arma nuclear. De 1945 até aqui, foi assim.

      3) Claro que as armas dos outros países não pararão de funcionar. Claro que outros manés desejarão a bomba se tiverem um mau relacionamento com o dono de uma. Querer não é poder…e mesmo que tenham, vide itens 1 e 2 acima.

      O Brasil não tem o mínimo interesse em oprimir seus vizinhos. O ponto aqui é defender-se de bichos maiores, não dos vizinhos. Isso remete aos pontos 1 e 2 acima.

      Precisaríamos de uns mísseis de cruzeiro duns 2000 km de alcance ou mísseis ar-superfície / anti-navio tipo fire-and-forget OTH de menor poder destrutivo do que as bombas de 1945.

      Basta um desembarque anfíbio ser calcinado ou um porta-aviões ser pulverizado com um deles (ou a mera possibilidade de que isso aconteça) que tudo volta à normalidade.

      Estamos falando de alvos militares debaixo duns 4 Ktons, armas de baixa potência que cheguem a ser usadas, não de 500 megatons despejados sobre a população civil de uma nação estrangeira por alguns ICBMs…

      E não sou só eu que pensa assim:
      https://istoe.com.br/eua-querem-novas-armas-nucleares-para-fazer-frente-a-russia/

      Ou a doutrina militar brasileira ainda está na época da guerra do Vietnã? É possível pensar na possibilidade?

  59. Artefato nuclear e Brasilzão simplesmente não se juntam.
    O Brasil nunca precisou e não precisa de armas nucleares, o simples fato de estar desenvolvendo uma já seria um pesadelo para o próprio país. Não adianta comparar com CN, Rússia, China ou qualquer outro possuidor, nosso cenário geopolítico é totalmente diferente.

    Não há nada aqui no Brasil que as grandes potências não conseguiriam obter através de dinheiro, o Brasil não tem estrutura política, civil ou militar para se contrapor a qualquer um dos grandes players. Assim como o Bosco explanou, não vai ser meia dúzia de bombinhas que vai mudar isso, o caminho pro “futuro” é bem diferente e passa pela educação, infraestrutura, tecnologia e saúde.

    Ter que ler sobre um Brasil comandado por militares e com bomba nuclear é osso…

    • Osso e ser comandados por civis loucos,ávidos por poder,dinheiro,corruptos,alienados e criminosos iguais aos que a forças armadas estão subindo o morro para combater.Se não temos um país melhor, é culpa desses políticos aí.Graças a Deus o General pensa assim.Arma nuclear gera emprego,conhecimento,faculdades e segura cientistas mentes brilhantes no país é um novo patamar.Todos os países do mundo tem problemas iguais aos nossos, são grandes porque lutam por dias melhores para si e piores para seus inimigos.Abrir mão disso, seria melhor abrir mão das forças armadas.

  60. Vamos lá…entendimento de texto faz parte da prova! Em nenhum momento o General disse que precisamos ter, ele disse que “pelo ponto de vista militar”…ou seja, onde está errado? A não proliferação é uma necessidade de convivência mundial…masss…pelo ponto de vista militar, seria bom ter pois ele fala sob a ótica de uma pessoa que usaria qualquer meio (faca, bomba nuclear, pistola, canhão, míssel, tanque…ou seja, qualquer coisa que atingisse o inimigo e provocasse um estrago grande) para atacar ou se defender caso aconteça! Onde está errado?? O conhecimento da tecnologia nuclear vai muito além de uma bomba, ele passa pela aplicação médica, clínica, geração de energia não fóssil, mineração e etc! Está correto! Não explorarmos essa fonte de energia é estar bons 50 anos atrasado das grandes potências mundiais! Correto ele na afirmação!

  61. Srs
    Os princípios do equilíbrio do terror como alguns taxavam a época da guerra fria, onde os dois lados tinham poder para destruir o outro, já não são aplicáveis, pois os possíveis contendores não são apenas dois blocos.
    Com a proliferação das armas nucleares a situação já não é tão clara e controlável e tende a ficar pior, pois a quantidades de países detentores de tal armamento está a crescer. Por exemplo, quanto tempo levará para que grupos e/ou países muçulmanos do OM consigam desenvolver armas atômicas? Vejam que eles têm uma fonte de tecnologia na área que é o Paquistão, um país que não é um exemplo de estabilidade.
    E, com a pressão da China e da Coréia do Norte e a tendência americana a abandonar ou cobrar pelo apoio a seus antigos aliados da região, o que resta a Coréia do Sul, Japão e Taiwan a não ser se armar fortemente, inclusive e principalmente, com armas nucleares? Buscar uma composição com a China e a Coréia do Norte, composição onde eles serão os vassalos?
    Gostemos ou não, o mundo está se armando e os interesses das nações são díspares, o que aumenta o potencial de conflitos.
    Infelizmente ou, talvez, felizmente, o Brasil perdeu a oportunidade de dispor da capacidade dissuasória das armas nucleares quando abandonou/atrasou os projetos do VLS e do submarino nuclear, o que nos tirou a capacidade de desenvolver/ter o SSBN, a arma de maior poder de dissuasão que existe.
    Alguns entendem que o Brasil não precisa ter um poder militar lastreado em armas atômicas, bastando dispor de FA´s com capacidade de fazer frente, em nosso território e em seu entorno, a tropas convencionais de um possível adversário, num conflito simétrico, contando que nenhuma potência atômica se arriscaria a quebrar a regra não escrita do uso de armas atômicas num conflito convencional. Esta opção tem a vantagem de ser filosoficamente mais palatável, porém implica em grandes gastos para formar e manter FA´s com um poder adequado capaz de dissuadir alguma potência a se arriscar a um conflito com nosso país.
    Outra abordagem, esta menos convencional, é a de que basta o país ter uma boa capacidade militar não convencional (tropas especiais para conflitos assimétricos), pois nosso país é muito grande e forças irregulares poderiam, não impedir uma invasão, mas tornar uma ocupação extremamente onerosa. A melhor referência para tal abordagem seria o Afeganistão. Esta é uma opção que exige poucos investimentos, mas pressupõe uma capacidade de resistência de nossa população a uma longa ocupação por possíveis adversários.
    Finalmente, existem aqueles que acreditam que o país não sofre o risco de ter sua soberania ameaçada, pois somos pacíficos e estamos numa região calma do planeta.
    Segundo tal lógica, não temos necessidade de armas atômicas e nem mesmo de FA´s bem equipadas, pois não sofreremos ataques a nosso território e nem teremos nossos interesses contestados militarmente por nenhum país. Esta é abordagem mais cômoda, pois significa que não precisaremos fazer nada.
    É certo que a história nos diz que país algum está a salvo de conflitos e, como diz a fábula da formiga e da cigarra, a realidade não costuma ser caridosa com os que não pensam no futuro.
    Infelizmente, para complicar, o que temos pela frente é uma grande mudança geopolítica em curso acrescida de mudanças nas condições ambientais, situação única e que está a colocar novos desafios para todo o mundo. Aliás, com grande potencial de deslocar as regiões consideradas periféricas (África e América do Sul) para o centro dos choques de interesse do planeta.
    Como passarmos por ela incólumes é a questão.
    Sds

  62. Este papo que os militares fizeram uma arma nuclear, mas não testaram é muito estranho…

    É a mesma coisa se Santos Dumont tivesse feito o 14Bis mas nunca tivesse voado com ele.

    Totalmente desprovido de sentido

      • Só que comida é perecível..

        Achar que algo vai funcionar sem testar e sem pelo menos um protótipo é totalmente descabido.

        Só acredita nesta baboseira que não é de área técnica.

  63. Vou falar mais um vez…
    Nós NÃO fizemos artefato bélico nuclear…
    Acreditem na teoria da conspiração q quiserem.
    Tem aquela teoria q o ET de Varginha foi em caminhões secretos do exército, escoltados, para um bunker secretíssimo na EsPCEx em Campinas antes de ser mandado pra UNICAMP…
    Eu, q era aluno da Prep naquela época, digo q é verdade!!!!!! Verdadeirissima!!!! Inclusive pousou um helicóptero da Marinha Americana q fica sempre em um submarino stealth nas bandas de Ipanema, e levou o ET pra Área 69 no deserto do Texas, depois da pesquisa da UNICAMP…
    Top Secret!!! Não contém pra ninguém!!!

  64. Atualizações de doutrina militar sobre armas atômicas (apesar de ser sputnik, está melhor do que outras fontes da minha preferência):

    https://br.sputniknews.com/defesa/201708139094964-minibombas-eua-b-16-armas-nucleares/

    Armas atômicas táticas (ataques pontuais e limitados em potência, alvos e áreas restritos, não um genocídio nuclear, por bombas e mísseis guiados). Os ICBMs podem continuar como último recurso.

    Em termos militares, os EUA ainda são grandes inovadores que não descartam possibilidades, ao contrário de nós.

  65. Trnsferindo meu comentário do PN para p o ForTe.
    Luiz Floriano Alves 8 de Março de 2018 at 18:48
    Se o Brasil fabricar bomba de Plutônio (É mais fácil acumular a massa necessária) não teriamos grandes opositores a sabotar o programa. Não somos considerados “Rogue nations” ou criadores de casos e com objetivos militares excusos. Seria uma arma de defesa. Soaria como um aviso: Aqui Tem Dono. Escreveu, não leu o pau comeu. Desde que a comunidade cientifica sabe os parâmetros e os principios de operção de um petardo dessses a questão a resolver é a vontade e a verba para investir na fábricação. A Alemanha estava preparando ima bomba de Uranio enrriquecido, com massa separda por reservatórios de querozene (moderador). Seria para acabar com a Inglaterra e depois, com submarino lançar em Nova York. Quase conseguiram. Faltou materia prima e tempo para montar o esquema. A guerra chegava ao fim. Dos 5xx Kg. de uranio necessários consta que já possuim uns 200. Plutonio é mais leve: 2,xx Kg. Fácil de colocar em qualqur vetor. Até um Astros leva. Acho….Etchegoyen tá certo.

  66. Leandro Costa 8 de Março de 2018 at 18:12:

    Quem bancou o analfabeto funcional foi você.

    Poder moderador é alguém capaz de dissolver o parlamento, convocar novas eleições, derrubar o executivo, afastar juízes ineptos. Algo que deveríamos ter feito na época do impeachment da anta com nossas FFAA.

    “Então você está sugerindo que as FFAA, assumam um poder que antes era do Império que foi deposto por eles. Não faz muito sentido isso.”

    Por que não? É o mesmo que tomar algo de alguém e poder usá-lo. O que impediria? A coisa apodrece se cair em mãos diferentes?

    “Some isso ao estrago que podem fazer FFAA bem equipadas, treinadas, motivadas e direcionadas, e você terá disuassão (SIC – é dissuasão) suficiente para que nenhum player global tente alguma coisa, à menos que diversos players globais apoiados por toda a comunidade internacional tentem alguma coisa.”

    Isso não existe aqui. A falta de equipamento nos impede de prosseguir qualquer esforço nesse sentido. Temos poucos reservistas também. Nossas FFAA estão sucateadas propositalmente para que, em caso de invasão, mal possamos esboçar uma reação. E onde estariam os “mujahedins” brasileiros? Na frente da TV ou beirando a churrasqueira bêbados?

    Ninguém boicota Israel porque é parceiro americano. Aliás, não existe boicote a ninguém devido a armas atômicas. A CN é boicotada por ser comunista, como Cuba (ou Cuba é uma potência nuclear?).

    O boicote a nós não interessa aos nossos clientes (China e vários outros investidores estrangeiros). E, se ficarmos isolados, talvez consigamos nos dar melhor sozinhos do que acompanhados – temos potencial para isso.

    Sugiro-lhe, além de estudar mais, aprender a raciocinar com lógica, a ler e interpretar um texto (posso carimbar “analfabeto funcional” na sua testa?), e a considerar a possibilidade de um Brasil mais audacioso e menos banana.

  67. Reafirmo que concordo com o Srs. Control, M.Silva, Luiz Floriano Alves. Já disseram tudo. Assunto encerrado para mim. Obrigado àqueles que discordam. Leituras interessantes. procuro ter calma para relêr os comentários novamente.

  68. Se perguntarem para um americano, um russo ou um chinês ou um francês por que o país deles tem armas nucleares eles dirão que é para proteger seu lares, o povo, sua cultura, seus costumes, seu modo de vida, seus filhos, suas crenças, seus valores, seu projeto de nação…
    Se perguntarem para um brasileiro por que o Brasil deve ter armas nucleares nós diremos que é para proteger nosso nióbio (nem sei pra que serve e se tem todo esse valor mesmo), o Aquífero Guarani, o pré-sal, a Floresta Amazônica…
    Aff! Nê fácil não!! Ser brasileiro não é fácil não.
    Enquanto nossas riquezas se resumirem nessas porcarias aí de cima estamos literalmente lascados e vamos continuar comendo mortadela e arrotando caviar e sendo só figurantes na caminhada da humanidade.

  69. Concordo com o General 100%
    O Brasil tem que romper com esse tratado e começar a produzir seu arsenal.
    ————————————-
    Se lembro bem a Africa do sul antes de enviar suas ogivas para Israel nos ameaçaram nuclearmente por causa de abertura de minas de diamantes na década de 80.
    —————————————————————————————
    Enfim o Brasil tem que se proteger pois querendo ou não a verdadeira ameaça vem de seu irmão camarada Estados Unidos e de seus aliados Inglaterra e Israel é só ir contra a doutrina deles e de seus modo de vida( o chamado mundo ocidental Protestante-Judaico) para ver o que acontece!!!!.

    O Brasil tem que se liberta o mas rápido possível….

  70. Eu vou morrer e capaz que minhas filhas também e não veremos o benefício de sermos cidadãos de um país rico em nióbio. Ou seja, somos igual um velho ranzinza que tem a porcaria do colchão velho e mofado recheado de dinheiro, morre de medo de ser roubado, não quer deixar pra ninguém e como pão velho e fica o dia todo mijado.
    O que estamos fazendo com essa imensa riqueza tão cobiçada pelos “âmis” para melhorar a qualidade de vida de nós hoje?
    E será que daqui a 100 anos nossos descendentes irão dizer: graças a Deus nossos antepassados defenderam o nosso nióbio senão não seríamos a potência que somos hoje. rsrss Eu temo que não!
    Há 20 anos, num curso de especialização que fazia, tinha uma colega colombiana. Ela dizia do país dela tudo que nós dizíamos do nosso (e olha que naquela época o país dela era massacrado pelos carteis etc.). Todo o mantra que falamos a nós mesmos quando olhamos no espelho e que nos foi ensinado ela dizia sobre o país dela. Que o país era o mais bonito do mundo, que as mulheres colombianas eram as mais lindas e desejadas, que as praias eram as mais belas, que o país era rico em minerais e água, que tinha muito petróleo na Colômbia, que os colombianos tinham excelentes cientistas, etc.
    Tudo para o futuro e nada no presente. Para hoje só a triste realidade de apesar do temor de sermos surrupiados no futuro por estrangeiros estamos sendo surrupiados agora por compatriotas.
    As riquezas minerais brasileiras funciona mesmo como a crença no Paraíso Eterno funcionava no passado para manter o povo oprimido com um mínimo de esperança. Pode ser chicoteado hoje mas o Céu é dos humildes e futuro lhes pertencem e é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha… blá bla bla.
    Conversa pra boi dormir.
    Enquanto for pra proteger o nióbio eu quero que o Brasil enfie essa bomba atômica no ralo e dê uma boa rosqueada, sem graxa.

  71. Aliás, tô saindo de casa agora e o tanque do meu carro tá no osso e vou ter que por 100 reais pra colocar uns 20 litros apesar da porcaria do petróleo ser “MEU”.
    Se é pra essa porcaria de nióbio também ser meu e eu me fudxxxxxer no processo, que enfim esse nióbio no ralo.

  72. Sr. Bosco: ainda bem que o Sr. discorda e tem suas razões. Também me revolto muitas vezes e é por isto que se deve ler, reler, corrigir. Detestaria ter concordância num assunto que já possuem mais de 200 comentários. Há realmente situações simplórias que são destacadas, porém assuntos relacionados à defesa muitas vezes requerem estudos. Este é um deles. O Sr. , uma pessoa capaz sabe muito bem disso. por favor mantenha suas argumentações e da minha parte se houve algo que o desagradou peço desculpas. Continuo, porém concordando com o Gen. e alguns comentaristas. o site é muito bom. comentaristas excelentes com posições defendidas. Todos queremos é o melhor para nossa nação. Este assunto não é para hoje, como o Sr e outros frisaram mas provavelmente para um futuro será necessário rever conceitos. Hoje o Sr.. é contra, amanhã poderá concordar e eu discordar ou chegarmos num entendimento. O bom da verdadeira democracia é isto. Divergir, argumentar. também fico fulo da vida com o aumento de combustível altíssimo e fajuto que temos e mais ainda quando tenho a declarar imposto de renda e dizer para mim mesmo: eu tenho o que para pagar isto? palavrões e mais palavrões, porém com trabalho e esforço continuo resolvendo e pagando minhas dívidas e acredito que muitos aqui também. Sua participação é importante, todos aqui são importantes os editores o site em si. Como um colega sempre brincando; Sergio é um capitalista sem capital um neoliberal funcionário público( jogou pesado, respondendo) e daí, qual é o problema? Queremos um país desenvolvido, não precisa ser superpotência, mas que seja um bom país para se viver. Mora no Hell de Janeiro senão, o Sr. é um felizardo. Um abraço.

  73. errata: Cansei de fazer as devidas correções ortográficas e de pontuação. Peço desculpas e deixarei de ser prolixo. Provavelmente farei um curso de digitação e trocarei as lentes dos óculos

  74. O orçamento nuclear dos EUA é de 60 bi e da França é de 6 bi. Nada tão alto como alguns cantaram anteriormente. Mesmo Israel e Paquistão tem orçamentos ainda menores, o primeiro com capacidade global e o segundo com capacidade regional. Mesmo desconsiderando os dois, os orçamentos da França, EUA e Reino Unido provam que manter uma capacidade nuclear mínima não é tão caro como se apregoa aqui.

    E definir defesa somente e apenas por ameaças atuais é tolice. Ameaças podem surgir de repente, e não ter tempo de reagir a elas, seja por falta de recursos, pessoal, conhecimento ou base industrial. E nesse sentido, Marinha e Força Aérea tem prioridade, por causa de sua complexidade tecnológica e tempo de construção e testes.

    É possível manter o orçamento de defesa a 2% do PIB ter uma capacidade nuclear similar a francesa ou israelense tranquilamente, inclusive com forças convencionais equivalentes a israelense e espanhola juntas, por exemplo.

    • Ameaças podem surgir de repente, e não ter tempo de reagir a elas, seja por falta de recursos, pessoal, conhecimento ou base industrial.””

      Falou tudo.

      Mas o brasileiro vai pedir “altas” para o inimigo para comprar uns nukes ali na esquina, treinar gente, etc e o agressor vai esperar, só que não. Arma tem que ser de saque rápido ou já estar na mão.

      Defendo a capacidade nuclear regional com armas nucleares táticas defensivas, mísseis de cruzeiro de no máximo uns 4 ou 6 ktons. Mas os bananas estão pensando em ICBMs de 500 megatons…

      • Isto é, não será necessário usá-las contra nossos vizinhos, mas contra saqueadores com frotas aeronavais vindas de longe conduzidas pelos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

        Uma dúzia de mísseis anti-navio, outra dúzia de mísseis de cruzeiro e mais umas duas dúzias de mísseis ar-superfície com ogivas entre 0.5 kton e 4 ktons fariam os intrometidos partirem para o diálogo antes do primeiro porta-aviões ser pulverizado ou antes de uma divisão ser reduzida a vapor. Não somos encrenqueiros, eles preferirão dialogar.

  75. Uma pequena contribuição ao tópico: O Brasil JÁ tem capacidades completas de produzir e TESTAR um artefato nuclear! Temos supercomputadores não mais auditados pelos fornecedores. A Petrobras recebeu o primeiro há mais de duas décadas, porém o mesmo era auditado, exatamente por poder simular matematicamente todo o ciclo de aquisição de uma arma nuclear. Mais importante e hipocrita que o TNP, foi a restrição dos testes nucleares promovido pelas potencias nucleares entre si, pois elas tendo esta capacidade computacional, podem atrapalhar as nações de testarem seus armamentos em desenvolvimento. A Coreia do Norte que o diga. Alguém aqui acha realmente que os testes de França, Gra-Bretanha, EUA, China e Russia cessaram?

  76. O General está certo.
    Precisar, precisa. Ter condições técnicas de ter, tem.
    Economia que suporte a empreitada,tem.
    Se até Índia e Paquistão tem.Nossos problemas não estão na America latina.
    Nosso problema é a caterva politica que temos.

  77. O assunto gera e gerará controvérsias em outra postagem comentaristas discutem sobre o uso de mísseis balísticos entre EUA e Rússia . Aqui àqueles que defendem que possamos ter armas nucleares como forma de dissuasão são alienados. outros comentaristas sempre depreciando de alguma forma ou outra o país(Banânia, putênfia e outros nomes). Ora o que pude perceber que os chamados alienados( estou incluído) apenas opinam para o que hipoteticamente pode ocorrer numa eventual crise entre alguns membros do Conselho de segurança da ONU países que possuem uma reputação histórica de buscar recursos em países que possuem recursos hídricos e agricultáveis. Se nosso país está numa crise econômica, a culpa é justamente e propositalmente por vinte anos governaram esta nação e evidente que a intenção é ter um sucateamento de uma educação ,saúde, segurança e principalmente defesa. nióbio, petróleo isto pouco importa (realmente é acreditar em Papai Noel) O problema é que existem os descrentes e àqueles que detestam ser contestados. Temos neste site: professores, médicos, técnicos, oficiais da reserva, da ativa, praças da reserva e da ativa, entusiastas, uma gama de comentaristas que defendem opiniões diversas, porém o que mais chateia é ter de lidar com homens que possuem mentalidade de adolescentes e por qualquer motivo desrespeitam outros. Achando-se o “rei da cocada”. Pois bem para este ou outros só afirmo tenham respeito, parem de chorar. ser cordial a primeira vez não quer dizer que tenha de aturar sempre falta de educação de “gente mimada” e não interessa que é especialista ou qualquer título. Há inclusive doutores e doutorandos com formação acadêmica no site que possui muita educação e sobriedade e não vivem chorando por motivo algum. Generais são passíveis de erros, entretanto fazem cursos, estudam, não ficam falando por falar. Concordo com o General. Nasci neste país (sou patriota também.) Conheço muitos emigrantes que são mais patriotas do que alguns comentaristas deste site. Sr. M Silva concordo com suas explanações. Pra os “chorões mimados” ainda bem que é um site pois levar desaforo para casa tem de falar pessoalmente e esperar as consequências. é muito fácil achar que outros comentaristas são ineptos por trás de uma tela. reafirmo comentar assunto desta postagem em outra, depreciando ou buscando ser a última palavra só pode ser algum jovem sem maturidade ainda ou adulto com mentalidade de adolescente. Aos editores peço desculpas. reafirmo: meu trabalho é ler e estudar tudo que me esteja às mãos. Ler, reler várias vezes se possível faz parte da minha formação. Grande abraço a todos.

  78. Errata: os erros continuam. Teclado não funciona direito. Tenho de ir bem devagar e teclar com força. Tentarei solucionar este problema.

  79. É muita balela do General Etchegoyen. O Brasil não consegue nem ter Forças Armadas de respeito aqui no Brasil que dirá com ogivas nucleares. Seríamos mais um nanico no cenário mundial com restrições econômicas iguais ou piores que sofre a Coréia do Norte!

  80. Sr. Luiz Trindade não posso afirmar que é uma balela do gen. em possuir armas nucleares para efeito de dissuasão. Problemas de defesa deveriam ser questão de Estado e não de governo. Hipoteticamente comentando pode ser hoje, amanhã daqui a dez 20 ou 30 anos, temos de ter uma força de dissuasão condizente para o tamanho do território. Estudos são feitos por oficiais -generais das três armas e não duvido que tenha sido mais uma falácia politiqueira e sim uma opinião com bases em informações. Bem valeu pela sua opinião. Um abraço.

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