Os dez primeiros sistemas antiaéreos Pantsir S1 (SA-22 Greyhound) entraram em serviço na Força Aérea Russa, segundo um porta-voz do Ministério da Defesa.

O Pantsir S1 é um sistema de médio alcance que combina mísseis antiaéreos e artilharia, fabricado pelo Instrument Making Design Bureau (KPB), baseado em Tula. O novo sistema deve ampliar a efetividade, estabilidade e sobrevivência das defesas aéreas russas.

O vídeo acima começa mostrando as ameaças aéreas e depois o sistema que foi feito para enfrentá-las.

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

64 Comentários to “Rússia incorpora seus dez primeiros Pantsir S1”

  1. Patriots disse:

    Quero um desses pra mim, kkkkkk

  2. Alexandre G.R.S. disse:

    Prezados,

    A capacidade da engenharia russa é realmente impressionante. Desde os tempo do Czar, os engenheiros russos demonstram uma criatividade ímpar.

    Sds.

  3. CorsarioDF disse:

    Muito interessante esse sistema hibrido (cano/míssil) o Brasil não possui algo similar (nem próximo a isso), seria uma ótima compra.
    Pelo menos de uma bateria para testes e criação de doutrina, pois nossa defesa AA tanto de cano (boffors) como de misseis (Igla, de ombro) é inexpressiva para as ameaças existentes atualmente, até mesmo para se tentar abater um Super Tucano…

    Sds.

  4. Invincible disse:

    Corsário,

    Concordo contigo.

    Seria uma boa ferramenta para as forças armadas se inserirem neste universo.

    Acho que a defesa AA é muito sonegada pelos militares. Ela pode ocupar lacunas na defesa de um espaço aéreo e pode ser um grande aliado para as forças armadas menos preparadas.

  5. Invincible disse:

    Mais uma coisa!

    Como eu não falo russo não entendi nada do que foi dito.

    Qual o alcance desse sistema?
    E quanto custa?

  6. Leonardo disse:

    É por isso que gosto do equipamento militar russo, rústico, aparentemente simples de operar e sempre muito eficiente, em saturação aérea nem mesmo os americanos se comparam a eles.

  7. Mauricio R. disse:

    Alcance 20Km, altitude 10Km, somente a versão de largatas tem capacidade de atirar, c/ os canhões, em movimento.

  8. Patriota disse:

    MUITO show! Eu tambem gostaria que o EB possuisse algumas unidades deste sistema.

  9. Renato disse:

    Dizem que uma das preocupação do EB é o peso, pelo que ouvi dizer essa foi uma das preocupações como os Leo1. Portanto, me pergunto. Poderíamos levar esses trecos pela estrada sem destruir a estrada ou ponte no processo?

    Mas fato, é perfeito para acompanhar divisões blindadas.

  10. Paulo Costa disse:

    Sistema de cano com missil,parece medio alcance,
    me parece que no final o artigo cita o Brasil.
    Alguem sabe o peso para aerotransporte?
    Alguem sabe como esta o andamento de compra do
    nosso sistema antiaereo,pois estava sendo analisadas
    varias opções.

  11. MA disse:

    Renato, ele possui uma versão transportada por caminhão 8×8, que pode ser deslocada por nossas estradas sem problema.
    Os Emirados Árabes Unidos já fizeram a encomenda deles, nessa foto pode se observar o modelo destinado a exportação para países arabes com a designação MAN
    http://s52.radikal.ru/i138/1003/55/832be4b260d7.jpg

    Como o Bosco disse e eu concordo, pro Brasil que busca uma defesa de pontos e estruturas estratégicas, um sistema com lançador, radar de monitoramento, radar de aquisição e posto de comando separados seria melhor.
    Mas o Pantsir vai ser um substituto digno ao Tunguska!

  12. Anonimo disse:

    Bem que o EB podia comprar umas 3 dessas.

  13. Mauricio R. disse:

    …”nessa foto pode se observar o modelo destinado a exportação para países arabes com a designação MAN…”

    MAN é a marca alemã do caminhão, sobre o qual o sistema foi montado.

  14. Zirium disse:

    Pode parecer coincidencia de pronuncia mas a mim, me parece ter ouvido menção ao Brasil também!

  15. Mauricio R. disse:

    Salvo versões mais recentes, além dos atuais S-300PMU-1&2 ou o próprio S-400, que ainda é mto novo; mto blá, blá, blá e pouca substância qnto ao real desempenho desses sistemas.

  16. rogerio disse:

    Sim os engenheiros russos demonstram uma criatividade ímpar quanto o brasil sua função e ser sombra do mundo

  17. Galileu disse:

    Concordo, também sou fã das armas russas devido sua funcionalidade, nada de frescura.

    Ahhh tambem foi legal o Renato tocar no assunto do peso dos blindados, realmente é uma grande preocupação do EB eu era de cavalaria, sei como era foda essa historia de peso.

    Mas eu penso que em relação ao peso ou o EB e sua logistica se vira nos 30 e isso custa $$ justamente o que o EB nunca teve, ou fica parado no tempo como está porque, a cada nova versão de blindados todos ficam mais pesados, a engenharia bélica ainda não descobriu uma forma de diminuir o peso e aumentar sua proteção ou força.

  18. COMANDANTE MELK disse:

    Senhores,

    é extremamente “necessário´´ o EB se mobiliar com um equipamento parecido como o Pantsir S1, não só para defesa de ponto, mas principalmente para acompanhar divisões blindadas.

    Lembrando que o Chile fez seu dever de casa nesta parte, e adquiriu um total de 30 veículos antiaéreos Gepard 1A adquiridos de segunda mão dos estoques do Exercito Alemão.
    Sendo uma das preocupações, justamente prover cobertura antiaérea às suas divisões blindadas quando em movimento.

    Agora, convêm lembrar que o Guepard, é muito fraquinho comparado com o Pantsir S1 Russo. O Guepard possui canhões duplos Oerlikon-Bührle KDA de 35 mm, com uma cadência máxima combinada de 1000 tpm e um alcance máximo de 5500 metros. Conta com um radar de busca em banda S e um radar para traqueamento em banda Ku, ambos com um alcance de 15 km “apenas´´.

    De qualquer forma, estão bem melhor do que nós nesta parte, afinal, não contamos com absolutamente “nada´´ parecido…

    Saudação a todos.

  19. MA disse:

    Cmdt. MELK, mas essa não é a prioridade, se supostamente não somos um país ofensivo e não realizaremos grandes deslocamentos para invadir qualquer nação, acredito que um sistema com essas características não é de suma importância, ainda. Além disso nossas divisões blindadas são bem concentradas, colocando Sistemas Anti-Aereos que defendam as suas rotas de deslocamento no sul do Brasil já está muito bom.

    Maurício, exatamente, a versão de exportação utiliza outro caminhão que não o Kamaz, que é só para Rússia a princípio.

    Abs.

  20. COMANDANTE MELK disse:

    Meu caro MA em 20 mar, 2010 às 16:54

    partindo de seu raciocinio o Chile então é um país ofensivo…

    Me perdoe, poderia contra-argumentar, mas agora to sem cabeça. Só digo que é por essas e outras, que estamos com as forças armadas desse jeito(SUCATEADAS), “nós´´ não precisamos disso, não precisamos daquilo etc e etc. Afinal não somos um pais“ofensivo´´ não temos “inimigos´´ e por aí vai…

    Enquanto isso os EUA, testam ARMAS LASER…e nós, bom nós vamos indo de estilingue mesmo, afinal não somos “ofensivos´´ e “não temos inimigos´´…não é mesmo???!!!

    Grato.

  21. MA disse:

    Bom, é a doutrina Cmdt. A superioridade aerea do conflito se daria por parte da Força Aerea, no caso de conflito ela que deveria garantir que as tropas terrestres não fossem atacadas exaustivamente por unidades aereas inimigas.

    Eu também não tenho argumentos muito fortes pra isso, se quisessem mudar isso poderiam, afinal, mal temos uma doutrina de armamento anti-aerea definida, porque mal temos esse tipo de equipamento…

  22. EAFAL disse:

    Teste

  23. Ilya Ehrenburg disse:

    Vi na coluna, acima, um comentário negativo sobre o sistema descrito na matéria, apenas por ser o mesmo, russo. Lembro, portanto, que o sistema equivalente, de maior sucesso na história bélica também era russo: ZSU-4 Shilka.
    Hoje considerado defasado, mas, quando do seu aparecimento na década de 60, não dispunha de nada que o equiparasse, em termos de eficiência. O seu radar, RPK-A-2, que operava na “banda J”, encantou os norte-americanos, que foram surpreendidos com o mesmo.

    Não há motivo, portanto, para duvidar da eficiência do sistema Pantsir S-1, haja vista, que os seus propugnadores e projetistas, são os mesmos que levaram a cabo, os sistemas antiaéreos de maior relevância dos últimos 40 anos.

  24. No mínimo umas 3 dezenas desse sistema para proteger bases aéreas, portos, pontos estratégicos e outras armas, como uma bateria de astros ou até mesmo de S-400, seria perfeito. Mas 30 ainda seria um número muito baixo para um territórios tão vasto e com tantos pontos estratégicos a se defender. Uma ótima alternativa aos S-300 e S-400 para alvos menores, como mísseis de cruzeiro e helicópteros, sendo mais barato de se operar e em custo de aquisição. Mas de nada adianta se usado sozinho contra uma potência militar.

    Seria apenas jogar dinheiro fora, como fez Saddam.

  25. Cor Tau disse:

    Se não precisamos disso ou daquilo…Se nunca temos dinheiro ou recursos em geral para ter e manter….Se nunca podemos por estas questões…..Se somos pacificos….Se não somos “ofensivos”…….Se não temos problemas ou ameaças…..Se existe tanto desinteresse assim por algo altamente defasado e insuficiente….Se existe um desinteresse populacional por causa da desobservância da ética da corrupção………………..Para que Defesa então?!…..As únicas desgraças completas são as desgraças com as quais nada aprendemos……….O que não se compreende não se possui………………..

  26. MA disse:

    Se vamos utilizar o SAM basicamente para defesa de ponto, para quê comprar o mais vulnerável, com todos os sistemas em uma unica “peça”, onde a destruição tornaria todo o sistema “inútil”?
    Com um sistema segmentado você pode manter os lançadores e substituir somente a unidade avariada, é muito mais fácil de repor. Existem sistemas modernissímos assim, como o proprio SLAMRAAM que fora comentado a algum tempo aqui, sistemas como este sim são ideais ao Brasil em minha opnião, são móveis e ainda assim menos vulneráveis.

  27. Francoorp disse:

    Mauricio R. em 20 mar, 2010 às 3:07

    O alcançe é de 36 Km e a Altitude é de 15 km, no filme mesmo fala isso de forma gráfica… por quê o senhor reduziu o alcançe e a altitude deste sistema russo, tens algo contra este sistema, e se sim por quê????

    Valeu!!

  28. Francoorp disse:

    MA em 21 mar, 2010 às 9:02

    Ou seja… basta que venha dos Yankees e não da Rússia!!

    O SLAMRAAM não passa de uma cópia dos sistemas anti aéreos russos como o velho e fora de serviço FROG-7A, ou dos lengendários classe “S” como o S100, S200, S300, S400 e em breve o S500, assim pra matar Yankee de inveja e de medo!!

    Estes sistemas seriam sim ótimos para a defesa de pontos fixos estratégicos, mas quase inuteis para a defesa de tropas em movimento. E o Tunguska e este novo Pantsir são essenciais e robustos, e ainda tem uma excelente tecnologia embarcada sendo superiores a qualquer armamento yankee de mesma doutrina, então não vejo um porque não comprar se pudermos e quisermos.

    Valeu!!!

  29. MA disse:

    Francoorp, pra mim se viesse qualquer um desses sistemas estava ótimo! Abra os olhos, não disse em momento algum que o armamento russo era ruim!

    S-100 não existe, mas eu acho que qualquer armamento com as características que citei estão adequados para a situação do Brasil. Buk-M1, S-200, Hawk, até esses mais velhinhos estariam ótimos. Contudo se fosse para escolher algo mais moderno deveria ter guiagem ativa, creio.

  30. Alessandro disse:

    O sistema é fantastico, pro Brasil cairia como uma luva de seda.
    Agora o mais legal São os videos, mesmo depois da guerra fria as provocações continuam entre Otan (EUA, Grã Bretanha) e Rússia.
    EX: Os Inglesses fazem teste com eurofighter contra uma Versão do SU-27 edizem que o Typhon é Melhor, e neste video as ameças são todas americanas (F-16,A-10 e etc…)
    E quem Vai abate-los. Quem,quem,quem….
    PANTSIR-S1 Russo é claro..
    Muito engraçado como eles (EUA, GRÃ BRETANHA e RÚSSIA) ainda se “amam”……

  31. MA, para que usar um sistema caro para ser usado contra alvos menores? Eu falei em usar em conjunto com o S-300 ou S-400. Além disso as chances de se acertar determinados alvos à determinadas distâncias é maior usando-se canhões.

  32. Bosco disse:

    O alcance de 36 km se referia ao “radar” e não ao míssil.

    Rrancoorp,
    tem uns comentários seus que não fazem juz ao nível de conhecimento que claramente possui.
    Dizer que o sistema SLAMRAAM é cópia de algum sistema russo foi de lascar. rsrsrs
    Você já havia dito isso no post sobre o SLAMRAAM e eu dei minha opinião lá também.
    Com certeza você tem um nível de conhecimento que permite uma argumentação mais consistente.
    Quuanto a chamar a atenção de alguém por preferir a tecnologia americana, você não parece ser o mais indicado haja vista a sua clara preferência em relação ao equipamento russo, claramente determinada por suas preferências no campo ideológico que propriamente técnico.
    Eu não gosto de muitos equipamentos russos por acharem que são piores que os equivalente ocidentais e por teres sido concebidos dentro de uma doutrina “alienígena” e não porque o Stalin foi responsável por quase 60 milhões de assassinatos de seus compatriotas.
    Particularmente acho interessante esse sistema Pantsir para acompanhar forças de manobra dando cobertura em baixas e médias altitudes, mas existem muitas outras opções que devem ser levadas em consideração. Não é unanimidade que sistemas antiaéreos complexos, montados sobre blindados pesados, sejam a melhor forma de dar cobertura a um exército em movimento e com certeza não é adequando para a defesa de “alvos de alto valor”, onde a mobilidade estratégica e a redundância são mais importantes que a “mobilidade e proteção blindada”.
    Como bem lembrou o MA há uma tendência no “ocidente” em desmembrar o mais possível um sistema antiaéreo tendo em vista o conceito de guerra centrada em redes. Tal “desmembramento” claramente aumenta o nível de sobrevivência do sistema.
    Um abraço.

  33. MA disse:

    Raul, eu não me referi a você, falei em relação ao Francoorp. Olha, o grande problema é a vulnerabilidade do design, só isso, mas é muito bom ter tudo em um sistema a um baixo custo, junto.
    Mas nossos Oerlikon 35 com o sistema Skyguard e Super Fledermaus poderiam muito bem ser empregados em sítios de outros SAM’s de médio alcance. Já dá uma defesa de ponto em bom nível. Eu ainda preferiria algo segmentado, como o HAWK, mas com mísseis de guiagem ativa, em conjunto com os Oerlikon. Mas deve se ter em mente que pequenos pedidos não são suficientes para cobrir muita coisa, seja qual for o sistema escolhido o plano de aquisição ainda assim é muito tímido.

  34. Bosco disse:

    Quanto a esse equipamento ser superior a qualquer equipamento americano de mesma doutrina, devo discordar novamente.
    O exército americano não segue a mesma doutrina que deu origem ao Pantsir, portanto, não tem nada que seja propriamente “equivalente”.
    A defesa de baixa altitude fica por conta do sistema Avenger apoiado por radares Sentinel na retaguarda. Como você sabe o sistema Avenger usa veículos não blindados e mísseis Stingers.
    Os veículos M-6 Linebacker estão sendo retirados do serviço ativo (se é que já não foram). Eles são o que mais se aproxima de um sistema como o Pantsir. Sua retirada se deve ao fato que o sistema Avenger se mostrou muito mais eficiente, além de ser leve e de custo infinitamente menor.
    O M-6 não possui um radar próprio e recebe apoio do radar de vigilância Sentinel.
    A defesa de baixa e média altitude ficará por conta do SLAMRAAM também apoiado pelo radar Sentinel (que opcionalmente poderá lançar também o AIM-9X em conjunto com o AMRAAM)
    A defesa de média e grande altitude (e antibalístico endoatmosférico) ficará por conta dos sistemas MEADS e Patriot.
    A defesa contra mísseis balísticos (exoatmosférico) fica por conta do THAAD.

    Embora os EUA não sigam essa doutrina há vários sistemas “equivalentes” no ocidente, com vantagens e desvantagens, mas a “tendência” parece apontar que esse conceito não irá sobreviver no campo de combate futuro.
    Vale salientar que o mesmo é nitidamente um concorrente direto de outro sistema russo, o TOR.
    Ambos são montados em veículos blindados, ambos possuem um radar de vigilância próprio, ambos são guiados pelo sistema CLOS, ambos possuem 15a 20 km de alcance, ambos combrem alvos em baixas e médias altitudes.
    O Pantisir claramente parece poder disparar em movimento enquanto o TOR parece não poder.
    Também o Pantsir possui um par de canhões de 30 mm que podem fazê-lo mais flexível no campo de combate, engajando alvos de superfície, etc, enquanto o TOR não possui.
    De modo geral, esse parece ser melhor que o TOR, independente da beleza estética que é um lançameto vertical do míssil SA-15.
    Um abraço.

  35. MA disse:

    Bosco, parece que é a conclusão final, mas o fato do míssel do Tor possuir controle por meio de gás-pressurizado não o torna mais manobravel a qualquer velocidade possibilitando engajamento mais fácil de aeronaves no limite do alcance e com grande manobrabilidade que o Pantsir?
    Também creio que o lançamento vertical permite uma melhor tragetória balística e uma melhor conversão de energia (influência da matéria do aereo) que o Pantsir, que aparentemente utiliza uma tragetória direta para atingir o alvo.

    Enfim, como dispara parado, creio que para os países que adotam a doutrina citada o Tor continue sendo um excelente complemento aos sítios de SAMs de longo alcance, permitindo uma faixa de engajamento multipla, enquanto o Pantsir seja realmente um “herdeiro do Tunguska” sendo aquele veículo que atuará mais proximo à linha-de-frente em acompanhamento e cobertura de tropas terrestres.

  36. MA disse:

    -ERRATA-
    “(…) e com *maior* manobrabilidade que o Pantsir?”

  37. Bosco disse:

    Ma,
    no ocidente, o míssil de maior alcance usando o mesmo cnceito do TOR/Patsir, em que todos os sistemas necessários para a detecção, identificação, acompanhamento e destruição de um alvo aéreo estão integrados em um único veículo formando uma bateria independente é o Crotale NG (83 kg), com 10 km de alcance máximo. Ou seja, um tiro “de sorte” e todo o “sistema” é colocado fora de combate.
    Quanto aos sistemas de lançamento vertical sempre foram mal vistos por reduzir o alcance, já que muito do combustível seria usado no lançamento em si. Daí sempre foi mais ou menos um consenso que mísseis de pequeno porte (curto alcance e baixa altitude) não se prestam ao lançamento vertical, sendo preferível que o mesmo fosse lançado diretamente em direção ao alvo através de um lançador conteirável. Claro que há exceções a regra.
    A genialidade russa resolveu o problema a contendo com um sistema de lançamento a frio, onde o míssil é expulso do lançador pela força de um gás pressurizado, aponta para o alvo e só então liga seu motor foguete, não consumindo combustível no processo de se dirigir ao alvo.
    O problema é que o nível de sofisticação do míssil aumenta. Um míssil que use esse princípio tem que forçosamente ter um sistema de controle ativo na forma de pequenos foguetes de controle de atitude.
    Mas o ocidente tem que admitir que o problema foi resolvido satisfatoriamente pelos russos e me deixa surpreso o fato de só agora estar sendo “copiado” e assim mesmo em um míssil contra alvos na superfície (NLOS-PAM).
    Sobre a vantagem do lançamento vertical em relação a trajetória, depende. Para alvos em alcances na faixa coberta por esses sistemas (em geral menos que 15 km) não é interessante (ou necessária) a trajetória balística (ou parabólica) já que eles se dirigem diretamente ao alvo, além do que , no caso do Pantsir e do TOR, os mísseis são guiados por um sistema CLOS (comando para a linha de visada), onde não é possível a trajetória senão em linha reta diretamente do lançador ao alvo já que em nenhum momento a unidade de controle pode perder de vista o míssil e o alvo, tendo alinhá-los.
    Para sistemas que adotam mísseis com orientação autônoma (IIR o radar ativo) a trajetória parabólica é bastante interessante, inclusive no sentido de aumentar o alcance, já que chegam até alvos distantes por força da conversão de energia potencial em cinética mesmo após seu combustível ter se exaurido.
    Um abraço.

  38. Francoorp disse:

    Bosco em 21 mar, 2010 às 14:48

    “O alcance de 36 km se referia ao “radar” e não ao míssil. ”

    Sem dúvida foi um erro meu, peço desculpas a todos os forista, pois o missil anti-aéreo instalado no veiculo é o KBP-Shipunov 57E6-E, com alcançe de 18-22Km de distância em vôo de 4mil a 4,500mil Km/h, com ogiva de 16Kg, e É sistema de intercepção de baixa altitude.

    O veiculo há um radar com um alcance de 30-36Km que tem capacidade para detectar alvos e indicar a posição de 30 alvos contemporaneamente. E existe ainda um segundo radar que aparece no vídeo, aquele em meio à torre que é um Phazotron 1RS2E, com alcançe de 20-24 Km… mas aqui entra a beleza da coisa, este ultimo é capaz de rastreamento comestes valores não somente em distância, mas também em altitude.

    Bem.. a minha ideologia que não lembra de considerar a tecnica diz que este é um sonho de consumo pro nosso Brasil!!HEHE

    “Dizer que o sistema SLAMRAAM é cópia de algum sistema russo foi de lascar. rsrsrs”

    Sem dúvida alguma foi um eufemismo, mas que não deixa de ser inspirado nos “S-2,3,400″ russos não deixa, pois nos últimos anos estes sistemas móveis de lançamento não faziam parte da doutrina anti-aérea Yankee, e agora sim!!!

    Isso demonstra que o ocidente passou a considerar este meio de defesa ativa móvel por considerar que neste caso específico os russos acertaram sim no desenvolvimento e operação dos mesmos, é muito claro isso!

    Eu li sim os teus coméntarios no outro tópico, me lembro que falaste dos sistemas missilisticos montados em caminhões e outros meios moveis nos anos 50-60, não me lembro bem pois não procurei estes comentarios agora, mas recordo que mesmo que seja um sistema missilistico para a saturação de area os Katjuscha eram já baterias missilisticas moveis durante a 2GM. Sei que tem nada haver com defesa aerea.

    Espero também que não interprete o meu silêncio naquele post como uma coisa contra o senhor, o fato é que estou cansado de ter 10-20 abas do explorer abertas em pesquisas de materiais militares, passar horas em leitura pra poder conversar com os colegas e sempre vir atacado por minhas convicções políticas(não digo o senhor), parece que estou perdendo tempo, pois que seja acreditar a fundo nos prós de um sistema de armas e nas armas é como ter uma fé incrolavél que tal sistema é o melhor, então esse raciocinio transforma-se automaticamente em uma ideologia, e que pra um ou pro outro parece que nós brasileiros temos estas convicções muito claras em nossa mente, seja com o material Yankee, Russo, Sueco, Françês, ETC.

    “Quuanto a chamar a atenção de alguém por preferir a tecnologia americana, você não parece ser o mais indicado haja vista a sua clara preferência em relação ao equipamento russo,”

    Foi chamar a atenção não Bosco, foi só uma observação, pois todos defendem a ideologia de armas que achar mais adequada à realidade do próprio país, e vejo que as armas Russas tem custo e manutenção inferior aos Yankees, além de serem modernos,só isso.

    “sido concebidos dentro de uma doutrina “alienígena” e não porque o Stalin foi responsável por quase 60 milhões de assassinatos de seus compatriotas”

    Não entendi bem, o senhor considera alienigena a doutrina Russa somente porque foi por longo tempo diferente da ocidental?? E qual a ligação desta doutrina com o Companheiro Stalin, que sem dúvida matou alguns do próprio povo, certoos números forncidos pelos países ocidentais não valem pois derivão da Guerra Fria, onde a propaganda faz mentira se transformar em verdade.

    Mas sem dúvida existiram vitimas, igual aos que morrem de fome por não terem capital para comprar comida no capitalismo, lembrando que governo(ESTADO) que dá o assistencialismo ao povo não é capitalista, tem a economia de mercado mas dar comida, hospital, casa grátis pro povo é coisa de socialista, comunista e até mesmo de fascista.

    E a União Europeia é profundamente assistencialista mesmo sendo ocidental, veja a Espanha, a Itália, Alemanha, Suécia, etc..

    “Não é unanimidade que sistemas antiaéreos complexos, montados sobre blindados pesados, sejam a melhor forma de dar cobertura a um exército em movimento e com certeza não é adequando para a defesa de “alvos de alto valor”, onde a mobilidade estratégica e a redundância são mais importantes que a “mobilidade e proteção blindada”.”

    Nisso non ci piove!!! Por isso defendi e defendo o uso dos S-300 e S-400 para a defesa de centros de comando regionais, bases estratégicas, parques industriais e energéticos além obviamente dos centros urbanos, dentro do possivel.

    “há uma tendência no “ocidente” em desmembrar o mais possível um sistema antiaéreo tendo em vista o conceito de guerra centrada em redes. Tal “desmembramento” claramente aumenta o nível de sobrevivência do sistema.”

    Mais uma vez repito que existe o S-400 para cumprir esta tendência e a esta missão, sempre Russo hein!! rsrsrs

    “A defesa contra mísseis balísticos (exoatmosférico) fica por conta do THAAD”

    Bem neste caso acho que tem um ponto fraco na estrutura de defesa aérea anti-ICBM, pois muito dependente da marinha com os AEGIS, mesmo reconhecendo que que o ICBM deverá passar muitos Km sobre os oceanos, mesmo estando fora da atmosfera, e creio que isso geraria uma falsa sensação de segurança, pois deveria-se ter os meios navais no lugar certo na distância certa e com o equipamento certo,mas mesmo assim é um ótimo sistema, sendo ser Yankee!HAHAAH

    Vou nessa agora, mas resta o fato que estou reduzindo sim o número e o conteúdo de minhas postagens, estou sentindo que não vou a lugar nenhum com este meu comentar em blog, tanto cada um de nós tem as próprias convicções como a verdade absoluta, então parece que nunca entraremos em acordo.Mas isso em todos os lugares hein, non é só aqui não.

    Concluindo não acho que o TOR seja um concorrente direto deste Pantsyr-S1, acho que são complementares pois o canhão automático tem ainda grande valor contra um alvo que tenha escapado dos TOR, e de todos os sistemas de defesa aéreo.

    Abraços.

    Valeu!!

  39. Francoorp disse:

    Bosco em 21 mar, 2010 às 17:20

    “já que muito do combustível seria usado no lançamento em si.”

    Caro Bosco devo descordar de ti, pois o lançamento do missil na vertical não tem nada haver com o combustivel do missil que vem lançado.

    O do TOR pode ser lançado por dois sistemas, um é a carga esplosiva inercial, igual aos Mistral e Igla lembras?

    A outra é como nos misseis dos SUB-Nucleares, com sistemas de gás comprimido acionados por sistemas elétricos.

    Isso é muito claro neste vídeo, preste atenção no tempo que passa entre o lançamento do missil doveiculo e quando o motor do missil começa a “queimar” o combustivel interno, neste vídeo é muito claro isso, e esta muito evidenciado entre os 0:45 e os 0:49 segundos, te aconselho a visão:

    http://www.youtube.com/watch?v=hVHQehcqIBo

    Valeu!!

  40. Francoorp disse:

    Bosco em 21 mar, 2010 às 17:20

    “A genialidade russa resolveu o problema a contendo com um sistema de lançamento a frio, onde o míssil é expulso do lançador pela força de um gás pressurizado, aponta para o alvo e só então liga seu motor foguete, não consumindo combustível no processo de se dirigir ao alvo.”

    So vi depois que sabes bem do funcionamento. Desculpem a nossa falha!!

    Mas prefiro ainda os sistema russo aos Yankee, pois pelo menos em caso de guerra funcionam contra qualquer inimigo, que seja alinhado ou não com os Russos, diferente a doutrina né!!!

    Valeu!!!!

  41. Bosco disse:

    Francoorp,
    antes de mais nada peço desculpas por um comentário infeliz de minha parte que não foi seguido de inúmeros “rss” para deixar claro que não estava sendo petulante com você. Trata-se daquele “Quanto a chamar a atenção de alguém por preferir a tecnologia americana, você não parece ser o mais indicado haja vista a sua clara preferência em relação ao equipamento russo”.
    Também peço que reconsidere a intenção de reduzir os comentários. Tem todo o direito de seguir a linha de raciocínio e de argumentação que achar mais conveniente e inclusive de acreditar na ideologia que quiser.
    Peço desculpas mais uma vez se em algum momento me mostrei menos tolerante com algum comentário seu, que não costuma ser ofensivo a ninguém.

    Voltando ao assunto técnico.
    O sistema THAAD é um sistema antibalístico que dá proteção de área contra um míssil ou um veículo de reentrada na fase final da trajetória balística. Em geral é eficiente contra mísseis táticos ou de curto ou médio alcance, não sendo eficiente contra mísseis de alcance intermediário ou intercontinental. Ele cobre uma extensão de 300 km de raio.
    Esses são melhores atingidos na fase intermediária e usa-se para isso o SM-3 ou o GBI.
    O SM-3 integrado ao sistema AEGIS é um míssil usado contra mísseis de alcance médio e intermediário atuando na fase intermediária da trajetória balística, portanto, não foi projetado tendo em visa ser usado contra um ataque ao território americano vindo de países da Europa, Ásia ou OM, que usariam um míssil intercontinental (ICBM), onde a velocidade (Delta V) e o ápice da trajetória dos RVs estão além da capacidade do SM-3.
    Haverá a partir de 2011 uma versão do mesmo lançado de terra, na Polônia.
    O míssil ideal para defender o território americano de um ataque de ICBM é o GBI (interceptador baseando no solo) operado pela USAF e instalado em bases no Alaska e na Califórnia.
    Em geral, a defesa anti-míssil balístico formulada pelos EUA se dá em 4 fases, cobrindo todos os níveis de ameaça balística (TBM, SRBM, MRBM, IRBM, ICBM):
    Fase de ascensão: ABL (laser) e míssil ar-ar NCADE (?) lançada por caças.
    Fase intermediária: GBI (ICBM) e SM-3 (MRBM e IRBM)
    Fase terminal exoatmosférica: THAAD (TBM, SRBM e MRBM)
    Fase terminal endoatmosférica: Patriot PAC-3 e SM-2 Block IV (TBM, SRBM e MRBM)

    Um abraço meu caro.

  42. Bosco disse:

    Francoorp,
    devo confessar que gosto dos sistemas antiaéreos russos, principalmente do Pantsir.
    Agora, se fosse eu o projetista do TOR eu faria um veículo a parte com o radar de vigilância, na proporção de 1 veículo radar para cada 3 veículos lançadores. Tudo ligado em rede sem fio resistente a interferência.
    Também daria um jeito de deixar o lançador fixo, ficando móvel só o sistema de orientação (eletroópticos e antenas).
    Acho muito interessante e letal o TOR, sem falar na “estética” do disparo, mas tenho essas restrições. rsrs
    Um abraço.

  43. Francoorp disse:

    Bosco em 21 mar, 2010 às 18:51

    Hei, de boa mesmo Bosco, tem grilo não!!

    Concordo coma tua composição da bateria de TOR, eu também achor que ter aqueles sensores espalhados em cada veiculo aumentaria as chances de ser descobertos prematuramente pelos sensores inimigos, mas ter umaúnica unidade com radar seria arriscado demais, pois bastaria um missil Antiradar e a bateria ficaria cega.

    Creio que poderiamos ter assim 1X3 como dissestes, mas acho que uma em cada duas destas baterias que formastes, estaria bem um Pantsir S1 montado em um caminhão, e pouco importa se sobre um chassis MAN, Ural ou Mercedes!!

    http://3.bp.blogspot.com/_Ko6rODAgYbI/SPZv5JI-57I/AAAAAAAAAdc/YhbD9G6Nb_g/s400/pantsyrS1_001.jpg

    Assim teríamos uma plataforma móvel a mais na defesa da bateria e ainda mais equipada com radar colegado em rede, ficaria ZEN!!

    Valeu!!

  44. MA disse:

    Bosco, entendi, mas não chegou a me responder se o sistema de controle de movimentos por gás-pressurizado dá uma vantagem ao Tor em relação aos outros sistemas quando engajando alvos no limite de alcance.

    Bosco, o Tor não usa o método COLOS também? Bom, se ele usa o sistema de ponto de impacto calculado sem dúvida o míssel pode ficar com um angulo diferente do alvo em relação ao radar, o computador dele é bom, se houver uma antena de comando dedicada para o proprio míssel não vejo porque ele não poderia usar tragetória parabolica.

    Não questiono se seria útil, pois aparentemente a 12km de distância ele realmente não precisaria conservar energia contra um alvo aereo.

    obrigado

  45. Bosco disse:

    MA,
    com certeza o sistema de lançamento a frio e o controle por foguetes pós lançamento que aliado a um sistema inercial e a um piloto automático avançado dá uma grande vantagem em termos de alcance ao TOR (míssil SA-15) se comparado com um míssil semelhante (mesmo peso/mesma ogiva) que fosse lançado verticalmente a “quente” usando seus próprios meios.
    Por mais que o sistema de foguetes para controle de atitude do míssil ocupe espaço, devem existir vantagens em relação ao lançamento “quente”.
    Quanto a trajetória parabólica de um míssil CLOS como o SA-15 do sistema TOR eu não acho viável.
    Tal trajetória só é possível em mísseis com seeker próprio. A trajetória dos mísseis guiados por CLOS (sup-ar ou sup-sup, com link de rádio como o SA-15 ou por fio como no caso do TOW) é sempre tensa e segue a linha de visada, sendo impossível uma trajetória parabólica, assim como atacar alvos fora da linha de visada.
    A unidade de controle tem sempre que estar computando o ângulo formado pelo míssil e o alvo enquadrado pelo sistema ótico ou pelo radar, de modo a corrigir a trajetória do míssil fazendo o mesmo tender sempre a 0 graus até ocorrer o impacto.
    Desse modo não há como haver uma grande variação angular entre o míssil e o alvo típicas da trajetória parabólica ou “balística”, como acontece com mísseis que possuem guia autônoma como o Amraam ou o Javelin.
    Um abraço.

  46. Amigos!

    Qual a difereença entre o Tunguska e o Pantsir S1?

    Abs

  47. Jefferson disse:

    Um Shilka 3.0?

  48. MA disse:

    A diferença entre tunguska e Pantsir é total; radar, mísseis, sistemas óticos, número de mísseis, computador…

    Bosco, não sei como um link de comunicação míssel-plataforma não poderia informar a posição especial do míssel em relação ao Tor, ao meu ver isso seria perfeitamente possível e tornaria viável a tragetória balística. Tanto que eu penso que o Tor-M1 seja COLOS não CLOS. Afinal, ele não poderia acompanhar o míssel com o radar e o alvo com o sistema eletro-ótico?

    Além disso, como tradição esse sistema sem-dúvida tem a capacidade de atingir alvos em solo (como o S-75, S-125, SA-6 e por aí vai) então, de todo modo ele deve ter alguma capacidade de realizar tragetória parabólica, mesmo que não seja de grande abertura (afinal o alcance não é tão grande)

    Abs e obrigado novamente.

  49. Francisco AMX disse:

    Sr. Bosco, o Sr. não faz mais nada nesta vida??? de onde vem tanta informação de bate-pronto?!uhauhsaashhhhddh

    Grande mestre, chega dar nó na minha cabeça de burro suas explanações! :)

    Sintetizando:

    Eu sou um entusiasta dedicado e o Sr um Omnirole! uhauhauhauhs!

    Abração!

  50. Francisco AMX disse:

    Me parece que um sistema deste tipo Pantsir e o Tungunka, são armas que causam um constrangimento e consequente redução do leque tático do inimigo frente ao avanço de tropas e colunas blindadas, ou seja vejo este sistema como ofensivo! se usarmos como exemplo um avanço russo contra a OTAM, usar A-10 e AH-64 contra um coluna protegida por este sistema é inviável, logo o que a OTAM poderia fazer se restringeria a ações aéreas com arams inteligentes, lançadas por caças e bombardeiros… e teriam que enfrentar, digamos, de igual para igual os agressores?? caças contra caças, tropas contra tropas e tanques contra tanques, logo penso que este sistema, mas barato que um Heli de ataque e que um caçacomo o A-10, tem um ponto a seu favor, haja visto que 6 unidades desta dando proteção a uma coluna blindada avançando rápido, como aconteceu contra a Georgia, causa uma confusão tática no inimigo que teria elementos mais lentos para se defender… não podendo colocar seus valiosos Helis para encararsistemas como este…penso eu… claro…

    Sds!

  51. Ilmo Srs

    Obrigado! E respeite o conhecimento de vcs. Impressionante!…

    Abs

  52. Bernardo R. disse:

    Essa discussão entre os equipamentos americanos e russos está boa mesmo…
    Não tenho oq acrescentar… hahahaha

    Só imagino um dia esses países alinhados…. que sonho pra qualquer militar…

  53. Bosco disse:

    MA,
    o sistema usado no TOR e no Pantsir é CLOS, mais precisamente ACLOS (comando automático para a linha de visada) já que o sistema consegue fazer o acompanhamento automático do alvo “travado”, sendo necessário apenas a designação inicial do alvo.
    O sistema CLOS (ou ACLOS) é diferente do tradicional sistema “comando por rádio” usado em alguns mísseis no passado (Nike Hercules, etc) e até hoje em outros, como meio de orientação de meio curso, até um seeker terminal assumir.
    Esse sistema em geral usa um radar de acompanhamento do míssil independente do radar de acompanhamento do alvo, daí ele poder fazer uma trajetória independente da linha de visada do lançador.
    Com certeza o SA-15 do TOR e o SA-22 do Pantsir não podem.
    Salvo engano.hehehe..
    Agora, quanto a atingir alvos no solo você tem razão. Todos os mísseis CLOS podem fazê-lo e os russos não são exceção.
    Um abraço.

  54. Bosco disse:

    Chicão,
    é porque eu sou um cara bastante “rodado”. rsrsrs…
    O hodômetro já girou umas 4 vezes.rrsrsrs..
    Um abraço.

  55. Francisco AMX disse:

    Bosco, já sei que tu não cozinha na primeira fervura! rsrsrs

    mas isso não é “desculpa”, para menosprezar tua função Omnirole! rsrsrsrs

    Abraço!

  56. MA disse:

    Bosco, pode ter razão, mas dê uma olhada no lançamento feito nesse vídeo aos 3min 27s:
    http://www.youtube.com/watch?v=EUQVHASzXGI

    O míssel ascende, faz uma tragetória retilínea e então mergulha e explode no alvo. Bem, estou enganado ou foi descrita uma tragetória parabólica? Estou ficando confuso, preciso de uma explicação (sem brincadeira, o que esses caras fazem afinal?) :)

  57. Bosco disse:

    MA,
    essa impressão é devido ao lançamento vertical onde durante grande parte da trajetória inicial do míssil o mesmo não está sob controle de rádio e apenas do sistema inercial, até se posicionar paralelo ao feixe.
    Uma das desvantagens do lançamento vertical é estender o “alcance mínimo”, já que o míssil tem que percorrer uma trajetória parabólica bem ampla até se posicionar corretamente entre o lançador e o alvo.
    Todos as fontes dão conta que o SA-15 do TOR tem guia CLOS. Agora, pode ser que o míssil não use o sistema CLOS e sim um sistema sofisticado de “comando por rádio” e que o grande radar de tiro seja de “varredura eletrônica” e consiga acompanhar o míssil e o alvo, mesmo com grandes diferenças angulares, como acontece por exemplo no sistema Patriot na fase de meio curso.
    Mas aí não seria “CLOS” como informa todas as fontes, que literalmente se trata de um sistema “de linha de visada”.
    Quem poderia dirimir nossas dúvidas é a “Elizabeth” que nos dá o ar da graça de vez em quando.
    Um abraço.

  58. Andre de POA disse:

    Desde da invasão do libano que os aviões de origem americana adoram explodir defesa AA russa. Ou se preferirem recuar no tempo até a guerra dos 6 dias. A AA de origem soviética era o filézinho para os aviões vindos de Israel.

  59. Bosco disse:

    MA,
    pode ser que o sistema de orientação do SA-15 seja híbrido, usando o “comando por rádio” + radar de varredura eletrônica para alvos engajados via radar e o sistema CLOS para alvos engajados pelos sistema optrônico (no caso de contra-medidas) ou alvos em terra (?).
    Isso explicaria o porque de dizerem que ele (o TOR) é capaz de se guiar contra até 6 alvos simultâneos. Se fosse dotado de um sistema de orientação CLOS isso seria impossível já que não é possível travar em mais que 1 alvo de cada vez (embora seja possível lançar e guiar mais de 1 míssil de cada vez, claro, contra um único alvo).
    Um abraço.

  60. MA disse:

    Bosco, no vídeo minha cogitação era exatamente essa, que talvez o míssel estivesse numa fase inercial automática e só depois fosse orientado pelo sistema de controle (o que não deixa de apresentar uma tragetória parabólica. rsrs) não comentei para não dar a corda pra me enforcar…rs

    Seu segundo comentário conseguiu sintetizar exatamente aonde residia minha dúvida. Se mesmo o Tor-M1 possui 2 canais para aquisição e engajamento de alvos simultâneos, 1 sistema de radar e 1 optrônico independentes para realizar o engajamento, porque ele não poderia realizar orientação do míssel e acompanhamento do alvo ao mesmo tempo com posições angulares diferentes?
    Vale lembrar que muito provavelmente a amplitude do feixe possibilita que haja uma diferença angular modesta entre alvo e míssil, o que por si só permitia uma tragetória balística, limitada contudo.

    Abs.

  61. Bosco disse:

    MA,
    se ele tiver um radar de varredura eletrônica e usar um método de “comando por rádio” , o lançador pode acompanhar vários mísseis contra vários alvos simultaneamente.
    Se for do sistema CLOS, independente de ter um canal optrônico, somente um alvo pode ser engajado.

    Olha o lançamento de um VL Sea Wolf britânico como é parecido. O VL Sea Wolf usa o método CLOS e é bem visível que no final da trajetória “inercial” parabólica e após ejetar o booster ele toma uma trajetória tensa controlado pelo link de RF.
    (http://www.youtube.com/watch?v=ra6ALnvLBmg&feature=PlayList&p=35A9408AF6FBFA97&playnext=1&playnext_from=PL&index=72)

    Um abraço.

  62. MA disse:

    O radar dele é de varredura eletrônica passiva, no caso.

    Pelo que entendi dessa definição: “The CLOS system uses only the angular coordinates between the missile and the target to ensure the collision. The missile will have to be in the line of sight between the launcher and the target (LOS), correcting any deviation of the missile in relation to this line. ”
    Ele pode engajar mais de um alvo sim, contudo isso diz que o míssel só pode estar na posição angular igual à do alvo em relação à estação. Como aqui:
    http://sites.google.com/site/samsimulator1972/_/rsrc/1255535854766/home/docs/image074.jpg

    Ficando sempre na linha de visada do alvo!

    Se ele possui um radar PESA e um sistema optronico, significa que ele pode monitorar o alvo com o sistema optico e guiar o míssel com o comando por rádio, obtendo a coordenada do míssel pelo radar.
    Meu entendimento foi por aqui!

    Valeu pela ajuda, abs.

  63. Paulo Costa disse:

    Existem alguns sistemas anti aereos ocidentais,como exemplo
    o Sparrow/aspide usado um similar na MB,e para efeito de alcance,independe se é lançamento vertical ou não,usado mais
    no vertical para distancias maiores,pode-se usar um booster,
    ate o novo exocet usa um booster,provavelmente para padronizar os misseis,tipo mais longe=booster,ok?

  64. Bosco disse:

    Paulo,
    no caso específico do novo Exocet (block 3) o booster é para viabilizar o lançamento já que ele não pode ser lançado com seus próprios meios por ser propulsado por uma turbina.
    Se for lançado de um avião em vôo e a uma certa velocidade ele não precisaria de um booster.
    A turbina não consegue gerar uma potência suficiente para o lançamento a partir do nível do mar a velocidade “zero”.
    Já em mísseis sup-ar, que em geral são propulsados por um motor foguete de combustível sólido, a maioria não possui um booster havendo no próprio foguete sólido do míssil 2 níveis de potência, uma inicial para o lançamento e aceleração e outro, com maior tempo de queima (maior impulso específico) e menor potência, para o cruzeiro.
    Os mísseis sup-ar que possuem um estágio lançador descartável (booster) é porque têm uma propulsão tipo estatojato (ramjet), incapaz de gerar grande potência instantânea para o lançamento ou no caso de ter um motor foguete é sim para o aumento de alcance, ficando o booster destinado ao lançamento e aceleração e o motor do míssil (propriamente dito) destinado ao vôo de cruzeiro.
    Um abraço.

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