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Rússia incorpora seus dez primeiros Pantsir S1

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Os dez primeiros sistemas antiaéreos Pantsir S1 (SA-22 Greyhound) entraram em serviço na Força Aérea Russa, segundo um porta-voz do Ministério da Defesa.

O Pantsir S1 é um sistema de médio alcance que combina mísseis antiaéreos e artilharia, fabricado pelo Instrument Making Design Bureau (KPB), baseado em Tula. O novo sistema deve ampliar a efetividade, estabilidade e sobrevivência das defesas aéreas russas.

O vídeo acima começa mostrando as ameaças aéreas e depois o sistema que foi feito para enfrentá-las.

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Patriots
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Patriots

Quero um desses pra mim, kkkkkk

Alexandre G.R.S.
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Alexandre G.R.S.

Prezados,

A capacidade da engenharia russa é realmente impressionante. Desde os tempo do Czar, os engenheiros russos demonstram uma criatividade ímpar.

Sds.

CorsarioDF
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CorsarioDF

Muito interessante esse sistema hibrido (cano/míssil) o Brasil não possui algo similar (nem próximo a isso), seria uma ótima compra.
Pelo menos de uma bateria para testes e criação de doutrina, pois nossa defesa AA tanto de cano (boffors) como de misseis (Igla, de ombro) é inexpressiva para as ameaças existentes atualmente, até mesmo para se tentar abater um Super Tucano…

Sds.

Invincible
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Invincible

Corsário,

Concordo contigo.

Seria uma boa ferramenta para as forças armadas se inserirem neste universo.

Acho que a defesa AA é muito sonegada pelos militares. Ela pode ocupar lacunas na defesa de um espaço aéreo e pode ser um grande aliado para as forças armadas menos preparadas.

Invincible
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Invincible

Mais uma coisa!

Como eu não falo russo não entendi nada do que foi dito.

Qual o alcance desse sistema?
E quanto custa?

Leonardo
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Leonardo

É por isso que gosto do equipamento militar russo, rústico, aparentemente simples de operar e sempre muito eficiente, em saturação aérea nem mesmo os americanos se comparam a eles.

Mauricio R.
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Mauricio R.

Alcance 20Km, altitude 10Km, somente a versão de largatas tem capacidade de atirar, c/ os canhões, em movimento.

Patriota
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Patriota

MUITO show! Eu tambem gostaria que o EB possuisse algumas unidades deste sistema.

Renato
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Renato

Dizem que uma das preocupação do EB é o peso, pelo que ouvi dizer essa foi uma das preocupações como os Leo1. Portanto, me pergunto. Poderíamos levar esses trecos pela estrada sem destruir a estrada ou ponte no processo?

Mas fato, é perfeito para acompanhar divisões blindadas.

Paulo Costa
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Paulo Costa

Sistema de cano com missil,parece medio alcance,
me parece que no final o artigo cita o Brasil.
Alguem sabe o peso para aerotransporte?
Alguem sabe como esta o andamento de compra do
nosso sistema antiaereo,pois estava sendo analisadas
varias opções.

MA
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MA

Renato, ele possui uma versão transportada por caminhão 8×8, que pode ser deslocada por nossas estradas sem problema.
Os Emirados Árabes Unidos já fizeram a encomenda deles, nessa foto pode se observar o modelo destinado a exportação para países arabes com a designação MAN
https://s52.radikal.ru/i138/1003/55/832be4b260d7.jpg

Como o Bosco disse e eu concordo, pro Brasil que busca uma defesa de pontos e estruturas estratégicas, um sistema com lançador, radar de monitoramento, radar de aquisição e posto de comando separados seria melhor.
Mas o Pantsir vai ser um substituto digno ao Tunguska!

Anonimo
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Anonimo

Bem que o EB podia comprar umas 3 dessas.

Mauricio R.
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Mauricio R.

…”nessa foto pode se observar o modelo destinado a exportação para países arabes com a designação MAN…”

MAN é a marca alemã do caminhão, sobre o qual o sistema foi montado.

Zirium
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Zirium

Pode parecer coincidencia de pronuncia mas a mim, me parece ter ouvido menção ao Brasil também!

Mauricio R.
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Mauricio R.

Salvo versões mais recentes, além dos atuais S-300PMU-1&2 ou o próprio S-400, que ainda é mto novo; mto blá, blá, blá e pouca substância qnto ao real desempenho desses sistemas.

rogerio
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Sim os engenheiros russos demonstram uma criatividade ímpar quanto o brasil sua função e ser sombra do mundo

Galileu
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Galileu

Concordo, também sou fã das armas russas devido sua funcionalidade, nada de frescura. Ahhh tambem foi legal o Renato tocar no assunto do peso dos blindados, realmente é uma grande preocupação do EB eu era de cavalaria, sei como era foda essa historia de peso. Mas eu penso que em relação ao peso ou o EB e sua logistica se vira nos 30 e isso custa $$ justamente o que o EB nunca teve, ou fica parado no tempo como está porque, a cada nova versão de blindados todos ficam mais pesados, a engenharia bélica ainda não descobriu uma forma… Read more »

COMANDANTE MELK
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COMANDANTE MELK

Senhores, é extremamente “necessário´´ o EB se mobiliar com um equipamento parecido como o Pantsir S1, não só para defesa de ponto, mas principalmente para acompanhar divisões blindadas. Lembrando que o Chile fez seu dever de casa nesta parte, e adquiriu um total de 30 veículos antiaéreos Gepard 1A adquiridos de segunda mão dos estoques do Exercito Alemão. Sendo uma das preocupações, justamente prover cobertura antiaérea às suas divisões blindadas quando em movimento. Agora, convêm lembrar que o Guepard, é muito fraquinho comparado com o Pantsir S1 Russo. O Guepard possui canhões duplos Oerlikon-Bührle KDA de 35 mm, com uma… Read more »

MA
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MA

Cmdt. MELK, mas essa não é a prioridade, se supostamente não somos um país ofensivo e não realizaremos grandes deslocamentos para invadir qualquer nação, acredito que um sistema com essas características não é de suma importância, ainda. Além disso nossas divisões blindadas são bem concentradas, colocando Sistemas Anti-Aereos que defendam as suas rotas de deslocamento no sul do Brasil já está muito bom.

Maurício, exatamente, a versão de exportação utiliza outro caminhão que não o Kamaz, que é só para Rússia a princípio.

Abs.

COMANDANTE MELK
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COMANDANTE MELK

Meu caro MA em 20 mar, 2010 às 16:54

partindo de seu raciocinio o Chile então é um país ofensivo…

Me perdoe, poderia contra-argumentar, mas agora to sem cabeça. Só digo que é por essas e outras, que estamos com as forças armadas desse jeito(SUCATEADAS), “nós´´ não precisamos disso, não precisamos daquilo etc e etc. Afinal não somos um pais“ofensivo´´ não temos “inimigos´´ e por aí vai…

Enquanto isso os EUA, testam ARMAS LASER…e nós, bom nós vamos indo de estilingue mesmo, afinal não somos “ofensivos´´ e “não temos inimigos´´…não é mesmo???!!!

Grato.

MA
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MA

Bom, é a doutrina Cmdt. A superioridade aerea do conflito se daria por parte da Força Aerea, no caso de conflito ela que deveria garantir que as tropas terrestres não fossem atacadas exaustivamente por unidades aereas inimigas.

Eu também não tenho argumentos muito fortes pra isso, se quisessem mudar isso poderiam, afinal, mal temos uma doutrina de armamento anti-aerea definida, porque mal temos esse tipo de equipamento…

EAFAL
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EAFAL

Teste

Ilya Ehrenburg
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Ilya Ehrenburg

Vi na coluna, acima, um comentário negativo sobre o sistema descrito na matéria, apenas por ser o mesmo, russo. Lembro, portanto, que o sistema equivalente, de maior sucesso na história bélica também era russo: ZSU-4 Shilka. Hoje considerado defasado, mas, quando do seu aparecimento na década de 60, não dispunha de nada que o equiparasse, em termos de eficiência. O seu radar, RPK-A-2, que operava na “banda J”, encantou os norte-americanos, que foram surpreendidos com o mesmo. Não há motivo, portanto, para duvidar da eficiência do sistema Pantsir S-1, haja vista, que os seus propugnadores e projetistas, são os mesmos… Read more »

Raul Cotrim de Mattos
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No mínimo umas 3 dezenas desse sistema para proteger bases aéreas, portos, pontos estratégicos e outras armas, como uma bateria de astros ou até mesmo de S-400, seria perfeito. Mas 30 ainda seria um número muito baixo para um territórios tão vasto e com tantos pontos estratégicos a se defender. Uma ótima alternativa aos S-300 e S-400 para alvos menores, como mísseis de cruzeiro e helicópteros, sendo mais barato de se operar e em custo de aquisição. Mas de nada adianta se usado sozinho contra uma potência militar.

Seria apenas jogar dinheiro fora, como fez Saddam.

Cor Tau
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Cor Tau

Se não precisamos disso ou daquilo…Se nunca temos dinheiro ou recursos em geral para ter e manter….Se nunca podemos por estas questões…..Se somos pacificos….Se não somos “ofensivos”…….Se não temos problemas ou ameaças…..Se existe tanto desinteresse assim por algo altamente defasado e insuficiente….Se existe um desinteresse populacional por causa da desobservância da ética da corrupção………………..Para que Defesa então?!…..As únicas desgraças completas são as desgraças com as quais nada aprendemos……….O que não se compreende não se possui………………..

MA
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MA

Se vamos utilizar o SAM basicamente para defesa de ponto, para quê comprar o mais vulnerável, com todos os sistemas em uma unica “peça”, onde a destruição tornaria todo o sistema “inútil”?
Com um sistema segmentado você pode manter os lançadores e substituir somente a unidade avariada, é muito mais fácil de repor. Existem sistemas modernissímos assim, como o proprio SLAMRAAM que fora comentado a algum tempo aqui, sistemas como este sim são ideais ao Brasil em minha opnião, são móveis e ainda assim menos vulneráveis.

Francoorp
Visitante
Francoorp

Mauricio R. em 20 mar, 2010 às 3:07

O alcançe é de 36 Km e a Altitude é de 15 km, no filme mesmo fala isso de forma gráfica… por quê o senhor reduziu o alcançe e a altitude deste sistema russo, tens algo contra este sistema, e se sim por quê????

Valeu!!

Francoorp
Visitante
Francoorp

MA em 21 mar, 2010 às 9:02 Ou seja… basta que venha dos Yankees e não da Rússia!! O SLAMRAAM não passa de uma cópia dos sistemas anti aéreos russos como o velho e fora de serviço FROG-7A, ou dos lengendários classe “S” como o S100, S200, S300, S400 e em breve o S500, assim pra matar Yankee de inveja e de medo!! Estes sistemas seriam sim ótimos para a defesa de pontos fixos estratégicos, mas quase inuteis para a defesa de tropas em movimento. E o Tunguska e este novo Pantsir são essenciais e robustos, e ainda tem uma… Read more »

MA
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MA

Francoorp, pra mim se viesse qualquer um desses sistemas estava ótimo! Abra os olhos, não disse em momento algum que o armamento russo era ruim!

S-100 não existe, mas eu acho que qualquer armamento com as características que citei estão adequados para a situação do Brasil. Buk-M1, S-200, Hawk, até esses mais velhinhos estariam ótimos. Contudo se fosse para escolher algo mais moderno deveria ter guiagem ativa, creio.

Alessandro
Visitante
Alessandro

O sistema é fantastico, pro Brasil cairia como uma luva de seda.
Agora o mais legal São os videos, mesmo depois da guerra fria as provocações continuam entre Otan (EUA, Grã Bretanha) e Rússia.
EX: Os Inglesses fazem teste com eurofighter contra uma Versão do SU-27 edizem que o Typhon é Melhor, e neste video as ameças são todas americanas (F-16,A-10 e etc…)
E quem Vai abate-los. Quem,quem,quem….
PANTSIR-S1 Russo é claro..
Muito engraçado como eles (EUA, GRÃ BRETANHA e RÚSSIA) ainda se “amam”……

Raul Cotrim de Mattos
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MA, para que usar um sistema caro para ser usado contra alvos menores? Eu falei em usar em conjunto com o S-300 ou S-400. Além disso as chances de se acertar determinados alvos à determinadas distâncias é maior usando-se canhões.

Bosco
Visitante
Bosco

O alcance de 36 km se referia ao “radar” e não ao míssil. Rrancoorp, tem uns comentários seus que não fazem juz ao nível de conhecimento que claramente possui. Dizer que o sistema SLAMRAAM é cópia de algum sistema russo foi de lascar. rsrsrs Você já havia dito isso no post sobre o SLAMRAAM e eu dei minha opinião lá também. Com certeza você tem um nível de conhecimento que permite uma argumentação mais consistente. Quuanto a chamar a atenção de alguém por preferir a tecnologia americana, você não parece ser o mais indicado haja vista a sua clara preferência… Read more »

MA
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MA

Raul, eu não me referi a você, falei em relação ao Francoorp. Olha, o grande problema é a vulnerabilidade do design, só isso, mas é muito bom ter tudo em um sistema a um baixo custo, junto. Mas nossos Oerlikon 35 com o sistema Skyguard e Super Fledermaus poderiam muito bem ser empregados em sítios de outros SAM’s de médio alcance. Já dá uma defesa de ponto em bom nível. Eu ainda preferiria algo segmentado, como o HAWK, mas com mísseis de guiagem ativa, em conjunto com os Oerlikon. Mas deve se ter em mente que pequenos pedidos não são… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Quanto a esse equipamento ser superior a qualquer equipamento americano de mesma doutrina, devo discordar novamente. O exército americano não segue a mesma doutrina que deu origem ao Pantsir, portanto, não tem nada que seja propriamente “equivalente”. A defesa de baixa altitude fica por conta do sistema Avenger apoiado por radares Sentinel na retaguarda. Como você sabe o sistema Avenger usa veículos não blindados e mísseis Stingers. Os veículos M-6 Linebacker estão sendo retirados do serviço ativo (se é que já não foram). Eles são o que mais se aproxima de um sistema como o Pantsir. Sua retirada se deve… Read more »

MA
Visitante
MA

Bosco, parece que é a conclusão final, mas o fato do míssel do Tor possuir controle por meio de gás-pressurizado não o torna mais manobravel a qualquer velocidade possibilitando engajamento mais fácil de aeronaves no limite do alcance e com grande manobrabilidade que o Pantsir? Também creio que o lançamento vertical permite uma melhor tragetória balística e uma melhor conversão de energia (influência da matéria do aereo) que o Pantsir, que aparentemente utiliza uma tragetória direta para atingir o alvo. Enfim, como dispara parado, creio que para os países que adotam a doutrina citada o Tor continue sendo um excelente… Read more »

MA
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MA

-ERRATA-
“(…) e com *maior* manobrabilidade que o Pantsir?”

Bosco
Visitante
Bosco

Ma, no ocidente, o míssil de maior alcance usando o mesmo cnceito do TOR/Patsir, em que todos os sistemas necessários para a detecção, identificação, acompanhamento e destruição de um alvo aéreo estão integrados em um único veículo formando uma bateria independente é o Crotale NG (83 kg), com 10 km de alcance máximo. Ou seja, um tiro “de sorte” e todo o “sistema” é colocado fora de combate. Quanto aos sistemas de lançamento vertical sempre foram mal vistos por reduzir o alcance, já que muito do combustível seria usado no lançamento em si. Daí sempre foi mais ou menos um… Read more »

Francoorp
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Francoorp

Bosco em 21 mar, 2010 às 14:48 “O alcance de 36 km se referia ao “radar” e não ao míssil. ” Sem dúvida foi um erro meu, peço desculpas a todos os forista, pois o missil anti-aéreo instalado no veiculo é o KBP-Shipunov 57E6-E, com alcançe de 18-22Km de distância em vôo de 4mil a 4,500mil Km/h, com ogiva de 16Kg, e É sistema de intercepção de baixa altitude. O veiculo há um radar com um alcance de 30-36Km que tem capacidade para detectar alvos e indicar a posição de 30 alvos contemporaneamente. E existe ainda um segundo radar que… Read more »

Francoorp
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Francoorp

Bosco em 21 mar, 2010 às 17:20 “já que muito do combustível seria usado no lançamento em si.” Caro Bosco devo descordar de ti, pois o lançamento do missil na vertical não tem nada haver com o combustivel do missil que vem lançado. O do TOR pode ser lançado por dois sistemas, um é a carga esplosiva inercial, igual aos Mistral e Igla lembras? A outra é como nos misseis dos SUB-Nucleares, com sistemas de gás comprimido acionados por sistemas elétricos. Isso é muito claro neste vídeo, preste atenção no tempo que passa entre o lançamento do missil doveiculo e… Read more »

Francoorp
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Francoorp

Bosco em 21 mar, 2010 às 17:20

“A genialidade russa resolveu o problema a contendo com um sistema de lançamento a frio, onde o míssil é expulso do lançador pela força de um gás pressurizado, aponta para o alvo e só então liga seu motor foguete, não consumindo combustível no processo de se dirigir ao alvo.”

So vi depois que sabes bem do funcionamento. Desculpem a nossa falha!!

Mas prefiro ainda os sistema russo aos Yankee, pois pelo menos em caso de guerra funcionam contra qualquer inimigo, que seja alinhado ou não com os Russos, diferente a doutrina né!!!

Valeu!!!!

Bosco
Visitante
Bosco

Francoorp, antes de mais nada peço desculpas por um comentário infeliz de minha parte que não foi seguido de inúmeros “rss” para deixar claro que não estava sendo petulante com você. Trata-se daquele “Quanto a chamar a atenção de alguém por preferir a tecnologia americana, você não parece ser o mais indicado haja vista a sua clara preferência em relação ao equipamento russo”. Também peço que reconsidere a intenção de reduzir os comentários. Tem todo o direito de seguir a linha de raciocínio e de argumentação que achar mais conveniente e inclusive de acreditar na ideologia que quiser. Peço desculpas… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Francoorp,
devo confessar que gosto dos sistemas antiaéreos russos, principalmente do Pantsir.
Agora, se fosse eu o projetista do TOR eu faria um veículo a parte com o radar de vigilância, na proporção de 1 veículo radar para cada 3 veículos lançadores. Tudo ligado em rede sem fio resistente a interferência.
Também daria um jeito de deixar o lançador fixo, ficando móvel só o sistema de orientação (eletroópticos e antenas).
Acho muito interessante e letal o TOR, sem falar na “estética” do disparo, mas tenho essas restrições. rsrs
Um abraço.

Francoorp
Visitante
Francoorp

Bosco em 21 mar, 2010 às 18:51 Hei, de boa mesmo Bosco, tem grilo não!! Concordo coma tua composição da bateria de TOR, eu também achor que ter aqueles sensores espalhados em cada veiculo aumentaria as chances de ser descobertos prematuramente pelos sensores inimigos, mas ter umaúnica unidade com radar seria arriscado demais, pois bastaria um missil Antiradar e a bateria ficaria cega. Creio que poderiamos ter assim 1X3 como dissestes, mas acho que uma em cada duas destas baterias que formastes, estaria bem um Pantsir S1 montado em um caminhão, e pouco importa se sobre um chassis MAN, Ural… Read more »

MA
Visitante
MA

Bosco, entendi, mas não chegou a me responder se o sistema de controle de movimentos por gás-pressurizado dá uma vantagem ao Tor em relação aos outros sistemas quando engajando alvos no limite de alcance. Bosco, o Tor não usa o método COLOS também? Bom, se ele usa o sistema de ponto de impacto calculado sem dúvida o míssel pode ficar com um angulo diferente do alvo em relação ao radar, o computador dele é bom, se houver uma antena de comando dedicada para o proprio míssel não vejo porque ele não poderia usar tragetória parabolica. Não questiono se seria útil,… Read more »

Bosco
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Bosco

MA, com certeza o sistema de lançamento a frio e o controle por foguetes pós lançamento que aliado a um sistema inercial e a um piloto automático avançado dá uma grande vantagem em termos de alcance ao TOR (míssil SA-15) se comparado com um míssil semelhante (mesmo peso/mesma ogiva) que fosse lançado verticalmente a “quente” usando seus próprios meios. Por mais que o sistema de foguetes para controle de atitude do míssil ocupe espaço, devem existir vantagens em relação ao lançamento “quente”. Quanto a trajetória parabólica de um míssil CLOS como o SA-15 do sistema TOR eu não acho viável.… Read more »

Marco Antonio Lins
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Amigos!

Qual a difereença entre o Tunguska e o Pantsir S1?

Abs

Jefferson
Visitante
Jefferson

Um Shilka 3.0?

MA
Visitante
MA

A diferença entre tunguska e Pantsir é total; radar, mísseis, sistemas óticos, número de mísseis, computador… Bosco, não sei como um link de comunicação míssel-plataforma não poderia informar a posição especial do míssel em relação ao Tor, ao meu ver isso seria perfeitamente possível e tornaria viável a tragetória balística. Tanto que eu penso que o Tor-M1 seja COLOS não CLOS. Afinal, ele não poderia acompanhar o míssel com o radar e o alvo com o sistema eletro-ótico? Além disso, como tradição esse sistema sem-dúvida tem a capacidade de atingir alvos em solo (como o S-75, S-125, SA-6 e por… Read more »

Francisco AMX
Visitante
Francisco AMX

Sr. Bosco, o Sr. não faz mais nada nesta vida??? de onde vem tanta informação de bate-pronto?!uhauhsaashhhhddh

Grande mestre, chega dar nó na minha cabeça de burro suas explanações! 🙂

Sintetizando:

Eu sou um entusiasta dedicado e o Sr um Omnirole! uhauhauhauhs!

Abração!

Francisco AMX
Visitante
Francisco AMX

Me parece que um sistema deste tipo Pantsir e o Tungunka, são armas que causam um constrangimento e consequente redução do leque tático do inimigo frente ao avanço de tropas e colunas blindadas, ou seja vejo este sistema como ofensivo! se usarmos como exemplo um avanço russo contra a OTAM, usar A-10 e AH-64 contra um coluna protegida por este sistema é inviável, logo o que a OTAM poderia fazer se restringeria a ações aéreas com arams inteligentes, lançadas por caças e bombardeiros… e teriam que enfrentar, digamos, de igual para igual os agressores?? caças contra caças, tropas contra tropas… Read more »