A Boeing e o Exército norte-americano assinaram recentemente um contrato de US$ 60 milhões para aumentar os índices de confiabilidade, facilidade de manutenção e sustentabilidade da sua frota de helicópteros de ataque AH-64D. A conclusão dos trabalhos está prevista para meados de março de 2012.

Tags: , , , ,

2 Responses to “US Army amplia a eficácia dos seus Apache” Subscribe

  1. joseboscojr 20 de setembro de 2011 at 10:05 #

    O AH-64D tem o mérito de ser o mais letal sistema de armas no campo de batalha.
    Ele reescreveu as táticas e avançou bem mais que o trio AH-64/Hellfire/OH-58D na função de dizimar colunas blindadas, inclusive estraçalhando sistemas antiaéreos.
    Apesar de operando há quase 20 anos ainda não há uma defesa adequada contra esse helicóptero e seus mísseis Longbow guiados por radar, em que pese os Tunguskas, Pantsir, Tor, etc, serem sistemas altamente letais.

  2. joseboscojr 20 de setembro de 2011 at 12:53 #

    Teoricamente o sistema Pantsir teria condições de neutralizar um AH-64D, já que possui mísseis com alcance maior que o alcance do Hellfire Longbow (20 km x 10 km) e com maior velocidade (1300 m/s x 450 m/s) mas na prática isso se torna muito difícil tendo em vista a capacidade do helicóptero permanecer oculto durante todo o tempo de operação.
    O tempo em que a antena do radar sobre o mastro fica exposta à observação visual é muito reduzido, menor do que o tempo de reação do Pantsir, caso fosse notada a antena.
    Após alguns segundos de varredura do terreno com seu radar e com o RWR, o AH64D retorna para a segurança abaixo do relevo e lança seus mísseis no modo LOAL, fire-and-forget, fora da linha de visada.
    Em nenhum momento o helicóptero expõe as pás do rotor acima do relevo, o que o tornaria detectável ao radar, e muito menos a célula, que o tornaria detectável a uma câmera térmica.
    A única defesa de blindados à tática usada pelos Apaches, em especial pelo AH-64D é se as colunas blindadas forem escoltadas por helicópteros caçadores, que iriam à frente varrendo o terreno.
    Também um “AWACS” e caças dotados de mísseis que atiram para baixo ou de sistemas de SAMs com igual capacidade, poderiam neutralizar a tática dos Apaches de permanecerem ocultos pelo terreno.
    Essas táticas são difíceis de serem implementadas contra as forças americanas que costumam estabelecer a superioridade aérea logo nas fases iniciais do conflito.
    De modo geral, na época da Guerra Fria, a previsão era de que os Apaches cuidariam das defesas antiaéreas e os blindados seriam destruídos depois pelos A-10.

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Fuzileiros Navais treinam em Formosa (GO)

Operação é feita com foguetes de diferentes calibres atingindo alvos que estavam entre nove e 90 km de distância Com […]

Encontro de Guerra Eletrônica discute ações integradas de defesa no universo eletromagnético

Com o objetivo de promover a integração entre as Forças Armadas para proteção do país por meio do domínio de […]

Defesa indica criação do Comando e da Escola de Defesa Cibernética

A partir do próximo ano, o Exército Brasileiro começa a dispor de duas novas estruturas para fortalecer a política de […]

O mundo ganhou uma arma de metal inteiramente nova e feita em impressora 3D

Há cerca de um ano, a empresa Solid Concepts mostrou ao mundo o que uma arma de metal feita com […]

9ª Brigada de Infantaria Motorizada – Exercício de Longa Duração

Rio de Janeiro – No período de 6 a 17 de outubro, o Grupamento de Unidades Escola/9ª Brigada de Infantaria […]

Força de Pacificação no Complexo da Maré – 2º turno das eleições no Complexo da Maré

Rio de Janeiro – No dia 26 de outubro, a Força de Pacificação no Complexo da Maré, composta por militares […]