Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) compra sistema Astros da Avibras

Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) compra sistema Astros da Avibras

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Foi publicado no DOU de 12.12.2011:

Contratado: AVIBRAS DIVISÃO AÉREA E NAVAL S.A., CNPJ 00.435.091/0001-98; Contratante: COMANDO DO MATERIAL DE FUZILEIROS NAVAIS; Espécie: Contrato n° 31000/2011-19/00; Objeto: Contratação de fornecimento de Sistema de lançadores múltiplos de foguetes ASTROS FN; Valor: R$ 119.181.219,00; C. Alte (FN) ALEXANDRE JOSÉ BARRETOS DE MATTOS – Comandante; Data de Assinatura: 09/12/2011.

PROCESSO: 63181.001655/2011-03; OBJETO: Contratação de fornecimento de Sistema de lançadores múltiplos de foguetes ASTROS FN. CONTRATADA: Empresa AVIBRAS DIVISÃO AÉREA E NAVAL S.A., CNPJ 00.435.091/0001-98. FUNDAMENTO LEGAL: inciso I do art. 25 da Lei 8.666/93; EXPEDIÇÃO DO ATO do Ordenador de Despesa em 09/12/2011; Termo de Justificativa de Inexigibilidade de Licitação nº 06/2011 do CMatFN; RATIFICADO em 09/12/2011, pelo Comandante do Material de Fuzileiros Navais.

COLABOROU: André Vital

16 COMMENTS

  1. Agora o exercito não vai ser o único a operá-lo, muito bom para a AVIBRAS.A pergunta que não quer calar é: Onde esses lançadores ficarão baseados?RJ?

  2. Teste de imaginação:
    um desembarque anfibio com saturação de terreno pelo sistema Astros 🙂

    Qual vai ser a diferença no sistema Astros FN?

  3. No Rio sim.

    Provavelmente sera uma das Baterias do Batalhão de artilharia (6 lancadores) e devera (isso é o minimo que espero) ser usado um chassis menor, mais manobravel e que torne o conjunto mais adequado a ser transportado para terra pelas EDCGs.

    Com certeza ficarão por boa parte do ano em Formosa, onde o CFN tem se divertido bastante dando uns tiros com os primos do Exército.

  4. shipbuliding escreveu:

    “… e devera (isso é o minimo que espero) ser usado um chassis menor, mais manobravel e que torne o conjunto mais adequado a ser transportado para terra pelas EDCGs. …”.

    Você poderia expandir esta tua afirmação?

    Qaul foi o chassi de caminhão utilizado até agora para os varios contratos – Iraque, Arabia Saudita, EB, Malasia, Qatar, outros(?).

    Baseado em seu conhecimento qual caminhão você recomendaria?

    Bacchi

  5. Pelo valor do contrato, imagino que seja para 1 bateria completa, cerca de 12 veículos, entre lançadores, remuniciadores, oficina e comando.

    A notícia é excelente para nossos fuzileiros navais, que tirando os L-118 em operação na artilharia de campanha orgânica, e os Bofors 40mm da AAA, o resto é peça de museu, incluído ai os pouquissimos obuseiros de 155mm ainda em uso.

    Obs:

    O Catar adquiriu o Astros????? estou por fora mesmo…..

    abraços.

  6. Xará
    Meu comentário não esta baseado em nenhum comentário ou experiência (via terceiros), eu é que tenho uma impressão que aquele veiculo original não seria muito jeitoso quando embarcado.
    Também não sei se o veiculo usado pela Malásia é mesmo e se seria possível o conjunto ser instalado em outro veiculo.
    Fiquei feliz pelo “Navais” terem conseguido mais esse equipamento. Como comentei outro dia por telefone com você eles vem demonstrando interesse por esse tipo de sistema a um bom tempo em trabalhos publicados em suas publicações.
    Aguardemos agora o M777 no qual estão de olho grande a um bom tempo também, desde quando ainda era uma idéia, porque um M198 para o lugar dos M114 seria duro também, por também ser bem maior.

  7. shipbuildingbr, muito obrigado por sua resposta.

    Uma pergunta sobre este sistema de armas: pelo que sei o caminhão fornecido ao Iraque e Arabia Saudita é designado pela AVIBRAS/TECTRAN como VBT-2028, sendo uma modificação do caminhão Mercedes Benz 2028-A 6×6, de 10 toneladas, importado.

    Este caminhão continua sendo fornecido/oferecido?

    Encontrei menção no Jane’s Armour & Artillery 2011-2012 do caminhão Tatra T-815-7, e em um artigo de autoria de Anderson, do Mercedes Benz Actros 8X8, como substitutos do MB 2028-A.

    Alguém pode dar mais informação sobre isto?

    Bacchi

  8. Isso já foi comentado aqui no blog, os alemães engrossaram o jogo, se recusando a fornecer os veículos e a Avibrás recorreu aos caminhões Tatra, desde então.
    Mto triste isso, as ffaa agora tem que sustentar empresa privada, que não vive da venda de seus produtos…
    Lá na França é bem parecido.

  9. Esse veiculo da Tatra é bem interessante, da um impressão de ser mais leve do que o carro original usado pelo EB.
    Essa de usar os chassis MB da serie Actros eu não sabia e pensando bem agora deu branco, não me lembro se eles já são usados como transporte/utilitário aqui. Sei que os argentinos tem.

  10. Caro shipbuildingbr,

    Por favor qual é o modelo do caminhão Tatra que a AVIBRAS está usando no lugar do Mercedes Benz 2028-A 6X6?

    Bacchi

  11. Meu caro shpbuildingbr,

    Depois de longo e tenebroso inverno, noturna sombra e sibilante vento, parece, repito: parece, que consegui descobrir algo sobre este misterioso veiculo (ou: viatura) que deve substituir o MB 2028-A no sistema ASTROS.

    Para tal entrei no sitio da Tatra no Brasil e descobri fotografias tiradas durante a LAAD 2011 que mostram o caminhão T 815-7 com o lançador do ASTRO.

    Salvei o video que mostra este caminhão se deslocando em QT exibindo suas excepcionais qualidades de deslocamento devido ao seu sistema de suspensão independente por eixos pendulares.

    Na minha opinião a AVIBRAS só ganha pela troca.

    Em todo caso, meu caro shipbuildingbr, gostaria de entender de onde você tirou que este conjunto com o Tatra é menor do que o conjunto com o Mercede Benz.

    Não é minha impressão.

    Repito, impressão, porque até agora não vi nenhuma menção a dimensões dos dois veiculos.

    Vamos continuar nesta troca de ideas até chegarmos a numeros definitivos, coisa que acho muito dificil devido ao clima de segredo que impera em todas as atividades da AVIBRAS.

    Bacchi

  12. Permitam-me conjecturar:

    Acredito que o tamanho do chassis esteja diretamente ligado ao tamanho (dimensões e peso) do lançador e de seus foguetes.
    A redução do tamanho do lançador não inviabilizaria o uso dos foguetes SS60 e SS80?

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