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Quanto o Brasil gasta com Defesa?

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A página do Ministério da Defesa traz gráficos que apresentam informações sobre os gastos do Governo com Defesa, de 2003 a 2013. Proporcionalmente ao PIB, os gastos foram de R$70,8 bilhões em 2013, apenas 1,44% do PIB, valor considerado pequeno se comparado a outros países da América do Sul e potências militares.

Embora o orçamento da Defesa seja um dos maiores da União, os números são enganosos, porque mais de 70% dos recursos do MD são usados para pagamento de pessoal ativo e inativo, sobrando menos de 30% para custeio e investimentos em novos equipamentos. O grande problema é que essa parte do orçamento que sobra para custeio e investimentos é sempre contingenciada pelo governo, para ajuste de contas. O resultado disso é a limitação da manutenção dos equipamentos e a redução do treinamento, pela falta de combustível e suprimentos.

A questão dos gastos com pessoal do Ministério da Defesa é muito complicada, mas sua solução é fundamental para que as Forças Armadas possam ter um orçamento realista para operações e manutenção, como também renovar seu material.

A Indústria de Defesa nacional também seria beneficiada se pudesse contar com encomendas regulares em quantidades que viabilizassem economicamente os investimentos em tecnologia.

Do jeito que está, o Ministério da Defesa continuará custando caro ao contribuinte, mas entregando pouco em eficiência e credibilidade.

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38 COMMENTS

  1. E para piorar a situação, a maior parte da quantia minúscula que no Brasil investe na defesa vai parar nos pagamentos de pensões. Se vemos as contas reais, não se investe é quase nada.

  2. Galante,

    Belíssima matéria, curta e grossa, resumindo o que a maioria aki já sabe a muuuuito tempo.

    Os infográficos do MD ficaram muito bons tb, nunca achei que fosse dizer isso, mas:

    Parabéns ao MD pela Direção de Arte… seguiram o melhor exemplo do “Menos é Mais”.

    “Do jeito que está, o Ministério da Defesa continuará custando caro ao contribuinte, mas entregando pouco em eficiência e credibilidade.” – Galante, vc matou a pal.

    Grande Abraço.

  3. Pensoes que devem ser bem gordas pra lamber tanto dinheiro, tem coisa errada nesta conta ae, o certo seria o inverso,mas como é Brasilis…..

  4. Oganza 22 de janeiro de 2015 at 19:57 #

    Kojak 22 de janeiro de 2015 at 21:48 #

    Perfeito!

    O caso é que quando sai “na grande imprensa” sai o pacote como um todo e não separado em despesa com pessoal, investimento e custeio. Aí todo mundo pensa que “a verba cresceu pacas” e “tá caro para caramba”. Só o que dizem que a Abreu e Lima custou a mais beira a metade do valor desta rubrica aí.

    Ah, quer saber, deixa pensarem como quiserem.

  5. Mas que droga, toda vez que fazem este tipo de reportagem insistem neste argumento de gastos de pessoal juntando inativos e ativos.

    Sempre dando este enfoque tendencioso opondo gasto de pessoal em geral contra para custeio e investimentos em novos equipamentos.

    É o mesmo pensamento neoliberal limitado achando que uma instituição se faz com custeio e investimento e salário para o elemento humano é gasto dispensável e que deve ser cortado. Típico raciocínio de débil capitalista.

    O gasto das forças armadas real tem de ser descontado apenas o pagamento de pensionistas e inativos. Este gasto é fruto da Lei que é votada pelos próprios políticos as FFAAs tem pouco ou nada a ver com esta rubrica.

    O gasto real em Defesa é bem menor que o gráfico pois só o pagamento dos ativos é relevante. Em geral deste 70 % gasto em pessoal somente um terço a um quarto deste gasto é destinado aos militares e servidores ativos.

    De modo que o gasto de defesa real é próximo da metade do gasto declarado de 1,44% do PIB o que colocaria o Brasil numa posição absolutamente vexatória mundialmente falando.
    E internamente a proporção de gastos com o pessoal ativo seria entre de 30 a 40 % dos gastos totais de defesa e os recursos para custeio e investimentos em novos equipamentos seriam de 60 a 70% do orçamento corrigido o que está muito longe das cores pintadas na matéria.

    Estou cansado deste argumento perneta que no fundo é repetido a exaustão de tempos em tempos pela mídia para dar a impressão que os militares brasileiros estão nadando em altíssimos salários.
    O que não condiz absolutamente com a verdade dos fatos. Quem recebe ou recebeu proventos militares e sabe quanto ganha um procurador de justiça, um auditor da Receita, um delegado da Polícia Federal, um advogado da União ou um juiz federal sabe que TODOS eles ganham mais (e bem mais) que um coronel no fim de carreira.

  6. Gilberto,

    hahahaha…. vc realmente é um personagem. 🙂

    Meu caro, vc está certíssimo e erradíssimo ao mesmo tempo. 😀

    Erradíssimo quando defende que “o gasto real das forças armadas deve ser descontado o pagamento de pensionistas e inativos”.

    Explico: vc mesmo deu a resposta – “Este gasto é fruto da Lei que é votada pelos próprios políticos…”. Exatamente, é uma Lei e a Lei nunca está erra e isso é um fato. Ela pode ou não ser moralmente justa, exequível de forma prática ou administrativamente, mas não está errada. Por isso que se chama Lei e é por isso que hj e a muito tempo as despesas com o pagamento dos Pensionistas e Inativos sai do orçamento da defesa e é corretamente contabilizado como tal, despesas. E por isso mesmo “as FFAAs tem pouco ou nada a ver com esta rubrica.”

    Certíssimo quando defende que “o gasto real das forças armadas deve ser descontado o pagamento de pensionistas e inativos”.

    Infelizmente isso hj não é possível por causa da Lei, mas se não me engano, me corrija por favor, já teve uma alteração sutil nessa Lei que lá por 2030 as FFAA começarão a colher um “alívio” do peso dos Pensionistas e Inativos em suas verbas. Mas o que não pode realmente é continuar com essa farra de Primeiras e Segundas gerações (as Prima Donnas) ficarem recebendo pensões ad eternum.

    Mas agora vc vai me pregar na Cruz 🙂 . As FFAA tem é que ser enquadras no INSS, com as regras do INSS (se ele não funciona, isso é um problema do INSS). Mas por outro lado, as FFAA através de suas instituições como os Clubes Militares deveriam Criar uma instituição de Caráter Atuarial na figura de um Fundo de Pensão Complementar, assim como os do Banco do Brasil, Petrobras e outros baluartes da Máquina Pública Brasileira. Como o aporte Governamental seria “mínimo” com relação ao que é hj, nossa Militares poderiam ter uma garantia de um descanso honroso.

    Agora o Sr. está Certíssimo novamente quando afirma que: “De modo que o gasto de defesa real é próximo da metade do gasto declarado de 1,44% do PIB o que colocaria o Brasil numa posição absolutamente vexatória mundialmente falando.”

    Realmente é “vexatório”, mas Legalmente e infelizmente está Corretíssimo, pois está seguindo a Lei.

    No fim das contas o que está mais errado nisso tudo, é que GF e FFAA fizeram projetos, traçaram planos, fizeram promessas um para o outro, para a iniciativa privada, para a população, etc… etc… etc… maaaas não fizeram o principal: Não prepararam o ambiente Legal para que toda essa fanfarronice pudesse florecer… resultado; Vão, ou melhor, vamos perder a safra… De Novo.

    Grande Abraço.

  7. Caro Gilberto,

    Se apenas um terço dos gastos com pessoal se refere ao pessoal da ativa,isso é um problema gravíssimo. Significa que há muitos inativos, sejam da reserva, reformados ou pensionistas.

    Só as 103 mil filhas solteiras custam R$ 5 bilhões por ano. Olha o valor que poderia ser investido e que vai imoralmente para o bolso delas.

    Infelizmente, a porcaria da CF não permite a cassação desses benefícios, mas seria possível criar algum tributo para ao menos morder um pouco essa quantia elevadíssima.

    Concordo plenamente que o soldo dos militares é baixo, mas a culpa, em boa parte, é desse sistema cheio de privilégios.

    Por fim, contesto o texto a dizer que é inerente à Defesa Nacional ter grande quantitativo de pessoal.

    Boa parte dos militares exercem funções totalmente inúteis à Defesa Nacional.

    Tem militar músico, militar atleta, militar que cuida de zoológico, militar que cuida de haras, militar que cuida de asilo e, acrescento, não deveriam existir hospitais militares – que se faça um plano de saúde para os militares e ponto final. Sai muito mais barato, dado que os enfermeiros e médicos não se tornarão inativos para sangrar ainda mais os cofres públicos.

    As Forças Armadas deveriam parar com essa frescura de “tradição” e focar na sua missão: defesa nacional.

  8. Deixa ver se entendi…R$ 78,8 BI com pessoal…R$ 8,9 BI em investimentos, e R$ 9,3 BI com custeio…É, acho que entendi sim. Infelizmente, mas entendi…

  9. E deixa eu te explicar uma coisa bem simples, Gilberto: para que socialistas vagabundos e parasitas possam desperdiçar tempo, seu e nosso, pensando e falando besteira, tem que existir a figura do débil capitalista, pois alguém tem que trabalhar pra bancar quem não trabalha…

  10. Aos que acham que capitalistas são a chave do progresso muitas das mais importantes empresas do mundo só existe por causa do Estado que INVESTE nosso dinheiro.
    Embraer por exemplo se dependesse dos capitalistas brasileiros neca, Petrobrás só o estado banca, Vale do Rio Doce é Privada hoje mas não começou assim. Se acham que é só no Brasil, Internet o governo americano investiu, Intel não existiria sem o dinheiro do Tesouro americano e sem as compras. Esta pataquada neoliberal que capitalista trabalha é só até a página 2. Capitalista explora e ganha dinheiro e ponto. Na hora de investir pesado é o governo e os institutos de tecnologia estatais que trabalham de verdade.

    Quanto a Defesa:
    Gasto em Defesa não inclui pessoal inativo, dizer que o país gasta 1,44% é simplesmente uma mentira deslavada porque pensionista e inativo não defenda coisa nenhuma.

    E Oganza vai para ________________________, colocar servidores públicos no INSS (sejam civis ou militares) só pode sair da cabeça de empresário de direita que acha o Estado tem de ser mínimo e os servidores públicos desnecessários.
    Camaradinha todo servidor público recolhe imposto previdenciário pelo valor integral do salário, portanto se aposenta com salário integral.

    As forças armadas no INSS simplesmente a qualidade vai para o ralo, quem vai suportar a vida castrense assim o resto do resto. Só empresário ALIENADO da realidade pode propor uma sandice deste calibre.

    Vai pagar CPMF e impostos sobre herança e grandes fortunas e colaborar com teu país….

    COMENTÁRIO EDITADO.

    GILBERTO, PARE IMEDIATAMENTE COM ESSA POSTURA DE OFENDER E DESRESPEITAR OUTROS COMENTARISTAS, MESMO QUE UTILIZANDO PALAVRÕES “DISFARÇADOS”.

    ESTE É O SEU SEGUNDO E ÚLTIMO AVISO, E VOCÊ JÁ DEMONSTROU CLARAMENTE QUE TOMOU CONHECIMENTO DO AVISO ANTERIOR.

    A PRÓXIMA (TERCEIRA) VEZ QUE VOCÊ INFRINGIR AS REGRAS SERÁ ACOMPANHADA DO AVISO DE SUSPENSÃO.

  11. Gilberto Rezende,

    kkkkkkk – vixe Maria José… desesperou…

    …felizmente não preciso descer tanto o nível com coisas como “vai para ponte que ruiu”… Lamentavelmente pequena. Tcsh… tcsh… tcsh 🙁

    Mas vou contar um segredo, talvez seja complicado… mas o brasileiro não é capitalista e muito menos socialista… o brasileiro é situacionista e sempre, claro, quando lhe convêm… A Sociedade Brasileira tem a uma psiquê mais Oligárquica do que os sistemas acima.. Dai a nossa necessidade de um “Salvador da Pátria” ou mesmo o fato de “aceitarmos de bom grado” a figura de Coronéis ou instituições que passaram a se comPorTar como tal…

    …mas estamos mudando isso… e é de uma maneira e com ferramentas que vc nem imagina… populações inteiras com o Estado dependente delas e não o contrário… eu sei, isso tb é complicado… 🙂

    …mas eu sei, e compreendo que isso é um conceito alienígena, entender que foram os “gringos” que descobriram as primeiras jazidas, que o conceito de computação de pacotes nasceu no NPL com o Mark I e não na ARPA, que negócios ineficientes quando privatizados viraram multinacionais…

    … e que “soluções” atuariais (que só existem pela incompetência do Estado), que por sinal é típica de Brasil mas tem funcionado na maioria das vezes, podem dar bons resultados e serão ainda maiores, o dia que o Governo retirar o “dedo”… afinal, quem tem boa parte das ações da Vale e da Embraer, além da RTZ e do G. Bozano? Instituições Atuariais meu caro. 😮

    Ajudar o meu País? Felizmente no seu caso, eu só preciso que vc levante de manhã em sua cidade e olhe na direção do horizonte oeste ou sul. 😉

    De nada Gilberto, que isso, não foi nada. É sim eu sei, colocamos sua cidade no mapa… não precisa… ja disse… mas se prepare que vem mais por ai, não se preocupe – Sua cidade vai fazer jus ao “Grande” que ostenta em seu nome.

    Um Grande Abraço, Sirva bem. 😀

  12. Ô Gilberto, acho que vou ter que continuar te explicando coisas simples, mas vamos lá…Primeiro, o Estado não faz mais que SUGAR nosso dinheiro. Especialmente quando dominado por um partido e um governo essencialmente desonestos e corruptos.
    Já sobre os exemplos que você deu, a Embraer nasceu estatal, mas estava virtualmente falida, quebrada, e foi salva pelo processo de privatizações dos governos Collor, Itamar e FHC. Hoje é a terceira produtora de aeronaves do mundo, atrás apenas da Airbus e da Boeing.
    A Companhia Vale do Rio Doce, estatal, era uma mera mineradora regional, inexpressiva, sem relevância no cenário internacional, com cerca de 11 mil funcionários, ue necessitava de constantes aportes financeiros do governo, pra poder fechar as contas; Já a Vale, privatizada, se tornou a seguna maior e mais importante mineradora do mundo, com cerca de 65 mil funcionários, e de onde o governo recolhe bilhões de reais em impostos.
    Já a Petrobras, pra começo de conversa, na boa, quem apóia o governo ___________ deveria ter vergonha de citar esta pobre companhia, mas ainda assim deixa eu te explicar uma coisinha: até as medidas adotadas pelo governo FHC em relação a ela, no final dos anos 1990, ela era conhecida (no Brasil, pois lá fora sequer sabiam de sua existência) como ‘Petrossauro’, uma estatal paquidérmica, deficitária e obsoleta, um gigantesco cabidão de empregos; Saneada e modernizada, se tornou a potência que era até o PT chegar ao poder, e devolvê-la a seu triste status anterior. Resultado? Este que se vê todos os dias nos jornais.
    Eu sei que gente feito você vive na _____________, o mundo da fantasia onde Lula é ‘estadista’ e Dilma é ‘gerentona’, mas o mundo real é um tanto quanto diferente, sinto muito.

    COMENTÁRIO EDITADO

  13. A principio deveríamos clarear o orçamento da Defesa, realocando-o ao Ministério da Previdência os inativos e lá os auditores e técnicos do Ministério iriam combater algumas irregularidades para burlar a lei, especialmente a questão das filhas não casadas no civil, mas que a muito possuem vida matrimonial. Não seria preciso nenhuma mudança constitucional, mas tão somente cumprir a lei a risca.

    A vantagem disso seria clarear a classe política e a sociedade de que gasta-se pouco na Defesa.

    Até mais!!!

  14. Wellington, porque as próprias Forças Armadas não apuram isso (pensionista solteira “casada”)?

    E afirmo que sou totalmente contra mandarem a conta dos inativos para outro Ministério.

    As Forçadas Armadas criaram esse problema (desproporção brutal entre o que é gasto com inativos e ativos). Elas que resolvam junto com o MD.

  15. Por corporativismo. No mais, encaminhando as obrigações (pagamento das aposentadorias e pensões), vai também o orçamento correspondente para pagamento dos inativos. Acontece que lá (no MP) não haverá influência dos militares da reserva, esta é a vantagem, por isso que muitos militares nunca quiseram que isto mudasse. Em contrapartida, deve-se aumentar os soldos dos que estão na ativa.

    Até mais!!! 😉

  16. Enquanto não racionalizarmos o efetivo, nenhuma de nossas pretensas soluções irá funcionar…

    …tem botas de mais, estrelas de mais e muita buzanfa enraizada em escritório com ar condicionado mofando.

    Meu, temos mais Generais que o Reino Unido sem possuir 1/10 das responsabilidades que eles tem… é muita fanfarronice.

    E se antes de tudo não se preparar um ambiente jurídico para tudo isso, é melhor nem tentar. Será perda de tempo e desperdício de energia.

    Grande Abraço.

  17. Caro Wellington, esperava uma resposta mais ou menos nesses termos. A diferença é que o que você chama de corporativismo eu chamo de imoralidade, sem-vergonhice, etc.

    Acredito que não seja possível reajustar o soldo dos ativos, sem fazer o mesmo com os inativos, pois legalmente há paridade de vencimentos.

    De qualquer forma, nossas Forças Armadas somente evoluirão para um patamar decente de equipamentos e vencimentos quando se reorganizar, conforme o Oganza apontou.

    Teria que fazer uma bela “reforma militar”, tal como são necessárias as reformas trabalhista, tributária, previdenciária, penal, etc.

    Abraços!

  18. Rafael,

    “Teria que fazer uma bela “reforma militar”, tal como são necessárias as reformas trabalhista, tributária, previdenciária, penal, etc. ”

    – Nossa fiquei até sem fôlego!!! 🙂

    Grande Abraço.

  19. Hahahaha.

    Pena que isso está mais para um sonho do que para a realidade.

    Oxalá o cenário político melhore bastante no futuro próximo.

    Abraço!!!

  20. Com certeza Rafael, é imprescindível uma reforma estrutural. Diminuir/concentrar a administração de pessoal (RH), moradias, hospitais, bases terrestres e/ou aéreas, padronização de meios e equipamentos, em alguns casos manutenção e logística. Poderia, por exemplo, começar com a desocupação dos três prédios na Esplanada dos Ministérios para um só, ou levá-los para o “Forte Apache” (que é como o pessoal chama em Brasília o QG do EB), criando uma espécie de Pentágono Tupiniquim.

    Esta questão do reordenamento orçamentário entre ministérios e/ou a desvinculação dos reajustes dos soldos dos ativos ante os inativos, se não me falha a memória, pode ser feita através de uma simples MP, ou lei aprovada no Congresso, ou seja, não é preciso mexer na constituição (a despeito de eu achar que deveríamos aproveitar e fazer uma nova constituinte).

    Acredito que chegará a hora disto ser feito, espero que se não por estes novos comandantes (sendo mais operacionais do que focados em política corporativa), mas talvez os próximos tenham esta visão. É claro, também é preciso um Ministro forte. Eu, particularmente, gostava do Jobim nesta questão (a despeito da fanfarrice dele), um cara que tinha e tem um bom trânsito político e é assertivo em suas posições. Com o Amorim não vimos isto, não sei se o JW teria esta noção (acredito que não), mas como diz o comercial dos Seguros Bradesco: “vai que…..”

    Até mais!!! 😉

  21. As reformas são realmente necessárias. Aliás, o são desde os tempos do Plano Real, pois seriam suas medidas complementares, o que faria com que ele deixasse de ser simplesmente um plano econômico, afim de se tornar uma eficiente e eficaz política econômica.
    Porém a mais necessária, fundamental, imperativa, de todas as mudanças, é a de MENTALIDADE. Enquanto esta não se fizer, NADA mudará neste país. Em NENHUM setor.

  22. O _______________ com essa algaravia de grêmio estudantil estraga, desvirtua e desvia qualquer discussão séria que se possa travar sobre um tema que é muito sério…

    Que tristeza. Nem vou perder tempo impugnando as __________________, porque tenho mais o q fazer. Toquemos o barco…

    Existe o que deveria ser feito e existe o que podemos fazer.

    Deveríamos é privatizar a previdência militar, aproveitando pra privatizar o INSS. Tudo numa paulada só. Quem iria gerir a grana recolhida por servidores e iniciativa privada, dentro de regras rigidamente estabelecidas (com punições severas para desvirtuamentos), seriam instituições (várias) fora do controle da máquina pública (invariavelmente corrupta ou ineficiente, quando não os dois). Estas instituições privadas iriam competir entre si pelo melhor rendimento. Mais ou menos como é hoje com a previdência privada. E como é na maioria dos países civilizados do mundo (isso não nos inclue).

    Mas isso é o sonho. Só passar a previdência militar do controle do Tesouro para o do INSS, que apesar da politicagem ainda tem pelo menos regras, auditorias, etc., já iria melhorar muita coisa, e parar com essa palhaçada de dizer que as FFAAs custam demais para o país, e de incluir no orçamento militar as velhinhas que não se casam. E o militar que quiser pode sempre contribuir para um plano privado, como faz qualquer um que não queira morrer de fome na velhice com o que a porcaria da previdência pública paga. Ou, se satisfeito não se sentir, a baixa sempre é a saída.

    O resto é trololó de gente que pensa com os fundilhos e não com o bolso.

    É a matemática, estúpidos! 🙂

    COMENTÁRIO EDITADO. FAVOR COMENTAR SEM PROVOCAR PESSOALMENTE QUEM JÁ FOI ADVERTIDO OU LHE IMPUTAR APELIDOS, O QUE NESSE MOMENTO SÓ SERVE PARA JOGAR MAIS LENHA NA FOGUEIRA E NÃO CONTRIBUI COM O DEBATE.

    PRIMEIRO AVISO.

  23. Ok, me desculpem por brincar com o avatar do sujeito, mas apenas fiz uma constatação: o cara desvirtua toda a discussão com sua verborragia de quinta categoria, e acaba misturando alhos com bugalhos, levando outros a discutirem temas totalmente fora do tópico. Age como aqueles trolls de outros blogs por aí, que poem a culpa “nusamericanu” até da perda do pirulito da Luluzinha no parque, só pra instaurarem a cizânia e a discórdia, com réplicas e tréplicas intermináveis.

    Em que pese o direito de expressão, a Trilogia deveria tomar uma atitude de vez contra o sujeito em questão.

    Sds.

  24. E a culpa e de quem? não vale dizer que é do governo atual, que essa palhaçada vem desde os primórdios da Republica, ou ate antes no Brasil Império.

  25. Ok, Uitinã, a culpa pode até não ser do governo atual, mas não se esqueça que ele também deu continuidade à palhaçada que vem desde os tempos do império, e ainda inventou outras, tipo a tal da base/estaleiro de Itaguaí, e os ‘pros’ de sempre, tipo ‘proisso’ e ‘proaquilo’, ou o programa dos EC-725, que até aqui só serviram pra encher mais ainda os bolsos de empresários franceses e brasileiros, além de engordar em muito as contas bancárias de ex-presidentes da República e de ex-ministros da Defesa. Tá?

  26. Minha resposta simples e prática que ninguém vai discordar:

    Menos do que se deveria, muito menos.

    E antes que alguém já compare com Israel pedindo forças menores, Israel é menor que Sergipe.

    Precisamos de mais caças, de mais tanques, de mais navios de mais helicopteros. O que é preciso é cumprir o orçamento proposto da mesma maneira e rigor com que se faz funcionar a lei de responsabilidade fiscal.

    uma vez ví uma entrevista de um almirante da Mb que dizia que se o pouco que viesse fosse perene e não contigenciável, Estaríamos em uma condição muito melhor do que hoje.

  27. Interessante o comentário da falta de credibilidade, já que em todas as pesquisas, as FFAA sempre apareceram como as instituições nacionais de maior credibilidade, sempre com mais de 70% de índice.
    E sobre pagamento…. Façam as contas de pagar militar da mesma forma que o civil…
    As contas apresentadas ao governo são tudo! O militar sendo descontado 6% ao mês, no fim da carreira, tendo aquele valor recolhido rendido o mínimo, mais o q continua sendo descontado, se paga. Mas, é descontado 7,5 % do salário, para aqueles que se acidentam etc.
    A solução mais óbvia é diminuir o efetivo de carreira e aumentar o número de temporários. Sgt temp chegando a 2o Sgt e Ten temp chegando a Cap. Além disso, diminuindo também o efetivo de carreira daquelas especialidades técnicas, como técnico de enfermagem, técnico em administração e contabilidade para as seções de pessoal, logística, pagamento etc.
    O militar não recebe hora extra, adicional noturno, periculosidade, insalubridade, “plantão” etc
    Imaginem o Sgt que está de serviço 6 vezes ao mês e mais um exercício no terreno, quanto custaria? E o soldado, quanto custaria com 10 serviços ao mês é um ou dois exercícios no terreno?
    Há muita opinião com pouco conhecimento da rotina…

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