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Bda Inf Pqdt – Operação SACI 2016

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Resende (RJ) – A Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt) iniciou, na manhã de 8 de novembro, a tradicional Operação SACI 2016, exercício de adestramento avançado da Grande Unidade que consolida todos os ensinamentos e doutrinas verificados no ano.

A Operação foi planejada num quadro tático integrado com a Manobra Escolar da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), proporcionando a otimização dos meios aéreos e logísticos. É uma operação de amplo espectro que envolve ações de Combate, Pacificação e Apoio aos órgãos governamentais.

Ao todo, são 1.681 militares envolvidos, que estão desdobrados nas regiões de Bananal e Resende no Rio de Janeiro; e São José do Barreiro e Arapeí em São Paulo.

Operação SACI 2016
Operação SACI 2016

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FONTE: EB

75 COMMENTS

  1. Percebe-se nas fotos que agora é lei segurar o fuzil pelo carregador, até colocaram uma base para melhorar o apoio, essas coisas erradas o Brasil é líder mundial, fico arrepiado de ver tanta estultice junta, já vi estrangeiros fazendo isso, mas não é regra como no Brasil, aqui todo mundo faz assim, é o pior lugar para segurar um fuzil atirando, mas enfim…É Brasil.

  2. pergunta boba mas mesmo assim la vai, A luva não é padrão ou o exercito nao tem dinheiro pra compra para todos?
    alias, completando a pergunta, reparo que os equipamentos dos soldados em combate difere do equipamento em treinamentos simulados, tem algum motivo?

  3. Marcelo, este Diogo Mainardi pelo menos tem opiniao propria , escreve e fala no que acredita diretamente. Nao eh como muitos da midia q pululam por ai e sao verdadeiros vaselinas de rabo preso. Penso exatamente como vc caro Tamandare e ponha ai nesta sua lista mais uns 50 vigaristas formadores de opiniao desta midia varonil. Sds

  4. Crispim, uma das falhas mais visiveis da versão 5.56 do IA2 é justamente a falta do chanfro dianteiro do receptáculo do carregador que permitiria um apoio naquela região sem tocar no carregador. O uso do carregador como apoio escangalha esta peça. No FAL há um pequeno prolongamento que ainda permite se usar o dedo indicador e evitar a pega no carregador em posição semelhante ao elemento da esquerda da primeira foto.

    Na segunda foto, posição totalmente inadequada so elemento da esquerda ( e isso que é tropa em tese profissional)

    Na terceira foto, o elemento do rádio de pé. É básico em combate: reduza silhueta sempre que puder. Abaixe-se.

    Plinio,a luva padrão do EB é a de lá, vestimenta, não operacional. Não existe, ao que eu sei, luva com finalidade operacional adotada como item oficial. Alguns acabam incorporando por conta propria o item. Ai vem o motivo que responde a sua segunda indagação. Em treinamentos se usam padrões; em combate a adaptação é que manda. Dai que em muitas situações reais se incorporem todo tipo de acessórios não padronizados ao talante de cada combatente. Não há a preocupação e a fiscalização que ocorre em tempos de paz.

    E finalizando, a proposito, o tal Sakamoto até até teve do seu espaço de publicações no uol retirada a possibilidade de comentários dada a chuva de comentários contrários e negativos. Não sei porque ainda dão espaço pra estes tipos.

  5. a primeira foto o soldado em primeiro plano, só pode ta de brincadeira a empunhadura do fuzil, nem brincando ele pode segurar o fuzil assim.
    Ma é muito feio esse fuzil .

  6. Boa noite

    O correto não seria apenas por a mão logo depois do carregador?
    Em todas as fotos os militares estão segurando no carregador.

    Abraço!

  7. Boa noite

    Engraçado criticar o Mainardi em um país onde 90% dos jornalistas repetem pautas cegamente, sem conteúdo algum, tudo no politicamente correto, apenas seguem a cartilha…não estou dizendo que o cara é o melhor jornalista do Brasil, nem do mundo…longe disso. Aliás, nem conheço muito…

    Momento curioso: O Mainardi foi o único jornalista a questionar o Eike Batista, quando o Eike era o rei, o gênio, quando todos abaixavam a cabeça para o Eike e suas empresas. Tem um vídeo muito bom na internet onde ele questiona o Eike ao vivo, com perguntas tipo: “Essas empresas existem?”, “Qual delas gera riqueza?”, “por que até o momento só geram dívidas?”, “parece furada, eu não compraria” etc…

    Hoje praticamente todas as empresas estão falidas e Eike com -1 bilhão de dívida.

    Abraço!

  8. Grandes movimentações do EB a partir de grandes exercícios de treinamentos nos últimos 6 meses somando ao estado de oclocracia que se manifestou hj em Brasília a partir de um movimento formado e organizado por ex-PMs, ex-Bombeiros e ex-Militares.

    Está acontecendo alguma coisa… a AMAN se movimentando na maior mobilização da história para com certeza cobri o desdobramento de outros contingentes aliado a execução “em treinamento” de contingentes logísticos…

    …se houver alguma convocação de reservistas a pretexto de qualquer coisa como avaliação de prontidão ou simples recadastramento… Será o início de uma intervenção.

  9. Ainda prefiro o FAL. Gostaria de saber o porquê de não modernizar o FAL(mantendo a munição 7.62). Ao invés disso preferiram construir o IA2 que até o presente momento não atende as necessidades das Forças Armadas. Conclusão: querem vender “gato por lebre”. Os contribuintes(nós) pagando mais um embuste. Abrir o mercado para outras empresas apresentarem projetos para defesa seria mais interessante do que ficar “presos” ao conceito de só aceitar armamento de exclusividade nacional(não citarei o nome das duas empresas por questão de respeito aos que nelas trabalham).

  10. Para os que estão falando sobre os soldados segurando a arma pelo carregador, não, não estão. O IA2 tem espaço suficiene na frene do carregador para segrar e até mesmo tem um acessório para tal. Imagem do link abaixo mostra.

    http://imgur.com/a/OiIsD

    sergio ribamar ferreira 16 de novembro de 2016 at 22:29

    Existe sim uma versão 7.62. Link da imagem.

    http://imgur.com/a/oaYkR

  11. Para os que estão falando sobre o IA2 ser segurado pelo carregador, não, não estão, no IA2 há um espaço para que o soldado possa segurar e até mesmo um acessório para tal. Tentei linkar uma imagem, mas não consegui.

    sergio ribamar ferreira 16 de novembro de 2016 at 22:29

    Existe sim uma versão 7.62 de IA2.

  12. Impressionante que, salvo exceções, tudo que é construído aqui não presta para determinados colegas do blog!

    Helicóptero não serve, fuzil é um lixo, farda não presta, Guarani é esquisito!!!

    Brasil é o país dos especialistas!!! mas a droga continua a mesma!!!

  13. Criticar o IA2 por ser feio até eu aceito mas por não ser funcional? Por não atender o que as FAs necessitam? Daí não desce né… Um fuzil comprovadamente melhor que o FAL, que passou por dezenas de testes, compatível com munição e trilho dos melhores fuzis do mundo, alça de mira muito boa, barato, leve e mesmo assim as críticas brotam. Eu aliás considero o IA2 bonito, mas parece que esse pessoal quer que uma indústria que nunca produziu um fuzil parta logo pra construção de um bullpup. Vira latismo puro.

  14. Segurando a arma com a bandoleira solta. Daí é pra acabar!
    Como alguém disse em certo filme: Deixa de ser amador, parceiro!

  15. Boa tarde , na minha opinião de ex- PQD , O FAL para quem realiza saltos com todos equipamentos de um combatente de infantaria não e arma muito confortável de manobrar apesar de ser bem confiável em matéria de tiro , sobre o IA2 não tive oportunidade de usar mas não tenho duvidas que é uma arma muito melhor que nosso velho FAL um projeto lá dos anos 60 totalmente ultrapassado , queria saber a opinião de algum militar da ativa que já usou ou IA2 se tive algum ai para expor seria interessante , abraços !!!!

  16. Calma lá !!

    No FAL, o tiro de precisão (nas posições deitado, ou de joelhos) a mão de apoio vai no guarda mato; Na posição de pé a base do carregador apoia sobre a mão (onde o cotovelo apoia sobre o quadril)

    Mas as fotos mostram ações de assalto em movimento !! Não é tiro de precisão….

  17. Durante o movimento a mão de apoio pressiona a arma contra o ombro…me parece perfeito para ações de combate de assalto

    Que saudades de um tiro de FAL !!

  18. A versão 7,62 do Ia2 tem espaço no receptáculo do carregador para empunhadura usando esta parte sem exercer força no carregador em si. A 5.56 somente quando posto acessório. Urge que seja prolongada a porção anterior do receptáculo. Esta simples modificação afasta o problema embora pra quem olhe pareça que se segura pelo carregador.

    Carvalho, estas correto quando ao que consta no manual e é assim que se ensina aos recrutas, mas segurar no chanfro do carregador é muito melhor em qualquer situação. Palavra de quem tem boa quantidade de tiros de fuzil.

  19. A empunhadura do fuzil nas fotos em questão é adequada e esta condizente com o uso em ambiente urbano e/ou em deslocamento, eles não estão preocupados com a precisão do disparo em si, mas sim com o fogo concentrado em uma determinada área (neste caso), no final do “dia’, oque vale é quem acertou independente da técnica de empunhadura, achar que um PQD não sabe empunhar um fuzil é um ato de “miopia’ insana e absurda …

  20. Marcelo Andrade 17 de novembro de 2016 at 10:03
    Carvalho 17 de novembro de 2016 at 14:12
    Carvalho 17 de novembro de 2016 at 14:20
    Alexandre Samir Maziz 17 de novembro de 2016 at 14:09
    Colombelli 17 de novembro de 2016 at 15:22
    Colegas,
    Nas doutrinas mais atualizadas, o conjunto Arma-Homem-Arma é predominante.
    Um fuzil apenas razoável e um bom atirador podem, repito podem neutralizar o oponente.
    Um bom fuzil e um atirador razoável seguem o padrão acima ?
    O conjunto Arma-Homem-Arma é predominante para neutralizar o oponente.
    Treino é treino, jogo é jogo.
    Evidente que o mais adestrado terá melhores condições, mas de novo entra outro conjunto:
    preparo geral, doutrina e a soma dos conjuntos é que fazem do “Elemento” a maior capacidade de neutralização.
    Estamos preparados ? > Mesmo em Tropas Especiais ?

  21. Segurar ou até apoiar fuzil pelo carregador, vi uma foto de um infante finlandês fazendo isso com um Valmet. É meio universal. Uma empunhadura frontal tipo “pistol” pode acabar com tal cacoete.
    O chato da empunhadura pelo carregador é que cansa mais, e qualquer movimento pode levar a um desvio excessivo da direção do tiro. Se é pra dispersar bala então encurte-se mais o cano.
    .
    No BOPE cada elemento tem um fuzil designado (não é acautelado pra levar pra casa), apenas ele o utiliza, cuida e pode “customizá-lo” a seu gosto e preferência. Afinal há baixos, altos, destros, canhotos, quem atire bem com miras de ferro, holográficas ou reticulares. Em Forças Especiais, quanto mais a arma ficar a cara do seu usuário, melhor. Armas ordinárias são para usuários ordinários, “strictu sensu”.
    .
    Comparar o IA2 com o FAL é fácil. Quero ver quando entregar pra FAB e recolher os SiG-Sauer 550/551, se os pastores do PARASAR não vão gritar.
    Aliás, se trocar pode mandar um destes pra mim com 5 carregadores, para eu fazer a festa na Baixada.
    Quanto à beleza, esta não põe mesa.

  22. Muito se falou aqui que o IA2 não presta….mas não se disse o pq…
    Pq ? pergunto eu…

    O FAL é uma boa arma para conflito convencional
    Mas Via nele 02 defeitos:

    1) tinha tendência de engasgar no tiro automático. Nunca consegui rajada sem necessitar dar golpe de mão na alavanca de manejo

  23. Bom dia senhores,
    Esta fotos não representam a realidade, foram tiradas para figuração(inglês ver).
    A realidade é bem diferente!!!
    Digo isso pq tb já estive por 07 anos na BDA INF PQDT e após dar Baixa estive nas forças de defesa de Israel em combate real.
    Muito do que aprendi na BDA INF PQDT, eu pude por em pratica porem ainda sim a realidade é bem diferente da simulação, usa-se muito improviso, não há tempo para pensar, tudo é muito rápido, um segundo de diferença decide se vc e seus companheiros irão morrer ou continuar vivos.
    E bem por aí.
    Quanto ao fuzil, se mantiver as características de rusticidade e robustez do M964 já é um ótimo sinal e associado ao menor peso e tamanho, melhora e aumenta muito sua maleabilidade.
    Lembrem-se que beleza não vence combate e o fuzil ainda esta em testes operacionais.

    Gostaria de convidar os senhores à debater sobre situações de combates em situações reais.
    Seria muito interessante e proveitoso para todos!!!

  24. Legal Cláudio PQDT , fui paraquedista , na MINUSTAH , trocamos tiros com alguns milicianos no Haiti , na missão real tudo é muito rápido mesmo tu faz coisas que lá no fim nem lembra direito como foi , como disse anteriormente não tive oportunidade de usar O IA2 , vejo algumas criticas sobre ele aqui e queria saber porque acham que ele não presta de alguém que já atirou com ele ,pois criticar por criticar sem bases técnicas e fácil .

  25. Pelo menos o IA2 é customizável, tem trilhos Picatinny sobrando. Até pistolas hoje tem tais trilhos. São um “must” atualmente, o que valoriza esta arma.
    Temos G3 na DHBF, que foi o melhor fuzil 7,62×51 da sua época… mas não tem trilhos para acessórios, e numa distância razoável trocar tiro com um reles AR-15 com uma luneta montada na alça pode ser problema.
    .
    Já que citei pistolas… acautelei uma Imbel MD2 .40 + 3 carregadores bifilares com capacidade de 16 cartuchos + munição .40 ponta oca. Atira que é uma delícia, mas ainda levo minha PT-58 .380 própria e oito carregadores, mais um .38 6 tiros tb acautelado com empunhadura Combat + 2 jet loaders na mochila e duas caixas de munição junto com meu material de perícia, dá + de 300 cartuchos. A mochila de perícia atrapalha o transporte de fuzil, então preciso de armas curtas potentes. E já penso em customizar a .40 e procurar carregadores e munição a mais para ela.
    Pros “miojos” que me acompanham e até acham graça, mas levam uma só pistola e 3 carregadores, quando muito uma arma longa com um só carregador no máximo dois, respondo que é melhor ter e não precisar, que precisar e não ter.
    Até a adoção de armas mais potentes pelos policiais (e pelos bandidos), subia-se o morro com 3 revólveres e baleiros e bolsos cheios. Se precisasse recarregar rápido, só trocar de revólver, a recarga mais rápida que existe até hoje. Os “cascudos” que assim procediam viveram para se aposentar.
    Sempre há um jeito de se contornar uma limitação.

  26. E atualmente acontece um fato criminoso : não está havendo treino de tiro no RJ ! Motivo ? Falta de erário… tá tudo nos porta-jóias das mulheres do Cabral. Ainda gasto uns cobres pra atirar em empresas de segurança privada e clubes de tiro.
    Armas longas, tem que juntar colegas, fazer caravana até a CBC em Ribeirão Preto… e tome combustível, pedágio, pernoite, alimentação, e o custo dos tiros óbvio. E tem que comunicar à PF que vai pra outro Estado com armamento fazer treinamento.

  27. Maurício, o fato de um elemento ser paraquesdista não implica necessariamente elevada expertise com armas, até porque esta GU também tem recrutas, e mesmo o efetivo NB não terá muito maior treinamento que qualquer outra GU do EB nesta questão específica, conforme me relataram na ESA diversos ex colegas que foram cabos, soldados e até sargentos temporários na paraquedista e que a ela tornaram como profissionais, alguns com vários anos naquela GU.

    Se alguma unidade ou grande unidade no Brasil traz presunção ( e iuris tantum) de que seus membros tem expertise apurada com arma estas são o CFN, as FE, os comandos e o PARA-SAR, e feita a ressalva que isso vale especialmente para oficiais e sargentos e eventualmente cabos, e não para todos os soldados, pois mesmo nelas há pessoal de apoio e efetivo EV.

    Assim, em que pese o acerto do que disse o Claudio, no sentido de que estas fotos são pra inglês ver, o fato é que a posição da segunda foto, do elemento da esquerda, indica, sim, uma pessoa com pouco tato ou ao menos não muita familiaridade com a posição de tiro, pois a tendência e ela ser tomada instintivamente de forma correta por quem treina e a que ali se vê é desequilibrada e errática em uma situação onde a correta ( o velho “osso com carne”) poderia ser utilizada. Isso é o que se vê. Se isso representa uma deficiência por ser uma posição espontaneamente tomada pelo sujeito, ou se foi pedido por quem tirava a foto é outra questão que não podemos definir.

  28. Luvas – não existe padrão, os militares agregam por conta e conforto próprio, alguns usam até luva de academia
    Equipamento – em treinamentos/ simulações, muita coisa é avaliada, inclusive doutrina e classe de materiais, dai a necessidade de haver uma padronização para tal. Operação/ emprego real é sanhaço e no “HOP”, não tem tempo pra nada, vai com que tem disponível e adapta-se na hora (infelizmente a realidade hoje é essa)
    IA2 – Para um armamento brasileiro, confesso que me surpreendeu na primeira vez que usei, ele não é “leve” como os “especialistas” dizem, mas ele é confortável, toda a empunhadura dele é ergonômica e o peso da arma é bem distribuido, resultado, o usuário não se cansa ao utilizar o armamento, diferente do vassourão (FAL/PARAFAL), que é uma arma rústica, sem ergonomia e com o peso concentrado na região de peças móveis (corpo central). Porém o IA2 ainda precisa de muito ajuste para ficar bom, um exemplo disso é que ele NÃO AGUENTA stress (muitos disparos seguidos), ele simplesmente quebra, diferente do FAL que apenas esquenta (MUITO) e com uma luva já safava a pane.
    Mão no carregador – Infelizmente, a doutrina de tiro rapido no EB NÃO EXISTE, o tiro que é ensinado nos bancos escolares e em manuais NÃO é realmente aplicado em operações, haja vista que não existe tempo disponivel para o atirador realizar todos os procedimentos que são ensinados, o problema é que o tiro de manual, que é ensinado, não é executado em op reais e o tiro que é executado em op reais não está em manuais, ou seja, cada lugar (com sua peculiaridade) ensina a sua maneira, o que é um problema quando por exemplo, você na selva, tenta ensinar a técnica para um militar oriundo da BDA PQDT, que já está extremamente familiarizado com a técnica daquela Grande Unidade, isso é um problema hoje no EB.

    Pra fechar, realmente, no exercito, a atividade militar (atv fim), hoje é deixada em segundo plano, e quando é executada, não existe a mentalidade de evolução, o objetivo sempre é detonar a carcaça do indivíduo, que sai do exercicio puto e sem ter aprendido nada. Ainda falta muito pra chegar num patamar ideal, mas a prova de que estamos no caminho certo é de fato, mesmo sem manuais haver uma preocupação de ensinar o tiro rápido (de combate) e de modernizar o arsenal e equipamentos

  29. Cláudio PQDT 18 de novembro de 2016 at 10:49
    Digo isso pq tb já estive por 07 anos na BDA INF PQDT e após dar Baixa estive nas forças de defesa de Israel em combate real.
    ——————————————–

    Amigo Claudio,
    Sério?? Combate contra quem??
    Conta mais “prá” nós !

  30. Carlos Alberto, a primeira foto foi feita no Aeroporto de Resende (SDRS). Independente do desdobramento da manobra. Não houve interdição da pista. Sempre utilizada pela AMAN.
    A primeira aeronave da foto, se acidentou a 3 anos e se encontra com problemas judiciais.
    a segunda aeronave é da Votorantin.

  31. Colombelli, após toda a sua narrativa, que não deixa de ser interessante, sugiro ao amigo que procure vídeos das FEs Americanos em operação no Iraque, Afeganistão e etc, apenas como exemplo, você ira se surpreender …

    Abraço.

  32. Considero o Tavor X-95 perfeito para uso em policias, devido ao seu tamanho compacto que facilita o uso em viaturas e em funções auxiliares onde um fuzil maior poderia atrapalhar, como a Perícia.
    Este conceito de “mini-fuzil bullpup” pode acabar com as submetralhadoras com calibre de pistola.

  33. Maurício, foi por isso que falei em “presunção” em relação as FE. O que eu sei é que atirador bem treinado se torna instintivo, em tudo, a começar pela tomada das posições de tiro, e há regras bem básicas a serem seguidas para que uma posição, seja ela qual for, se torne eficiente em tornar o atirador uma plataforma estável para arma.

  34. OFF – Segundo informações do Whats, o BOPE está passando a foice na Barra e Recreio, bandidos feridos e mortos entrando nos hospitais da área. Quem pode está fugindo pra outros bairros.

  35. por mim o RJ devia entrar em estado de exceção, vc poderia ser abordado, polícia sem mandado se tivesse suspeitas entrava na casa, e usaria as FE para matar os líderes criminosos no RJ e fora dele e até nos países vizinhos.

  36. Disputa:
    Uma facção decidiu desalojar outra na Cidade de Deus, dai 7 mortos ? (X-9 ?).
    A UPP está “caindo”. Crise de comando + falácias.
    Rio das Pedras pode ser o divisor de águas, milícia.
    Recreio (Terreirão) é outro território, uma espécie de “Luxemburgo”.
    Barra é território complicado, alto poder envolvido.
    ____________________________________________________

    O New R.J. é este aqui:
    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/11/1833815-invasao-de-venezuelanos-fugindo-de-crise-no-pais-gera-caos-em-roraima.shtml

  37. No RJ infelizmente a batalha está perdida, todos sabem disto, mas ninguém tem coragem de assumir.
    Solução tem????

    Sim tem, e parte dela e a suas primeiras medidas exigem um governo forte, com apoio, AGU apoiando e participação das Forças Especiais, abertura de processos criminais contra pseudo jornalistas que pregam apologia ao crime , as drogas e que querem desqualificar as ações, criminalização de todo e qualquer pessoa que principalmente artistas daquele puteiro chamado Projac que se manifestarem a favor de criminosos. Qualificar a posse de qualquer tipo de droga como crime, sem lero lero.
    As operações militares seriam precedidas de operações de inteligência, e duas operações e seriam inicias concomitantemente: A interna dentro das favelas com identificação dos chefes e de seus “estados maiores” com eliminação total destes e cadeia para quem apoiar, esconder ou proteger.

    A operação militar externa seria iniciada com um bombardeio de todas as pistas do tráfico usadas na fronteira desde a Colômbia até o Paraguai até 100 MN dentro destes países, inserção de FEs com o objetivo de eliminar todo o apoio logístico bem como a eliminação de todos envolvidos nas operações de envio da droga. Abate de toda e qualquer anv que adentrar no espaço aéreo sem autorização do controle e sem plano de voo. Interceptação de todo e qualquer embarcação nos rios da fronteira bem como no lago de Itaipu e nos que tiverem transportando armas ou drogas, a tripulação será presa e o navio afundado sem lero lero.
    Depois viriam as ações de presença do estado nas favelas com escolas, creches, agua, esgoto, em fim.

    G abraço

  38. Últimas informações que traficantes da Cidade de Deus (Comando Vermelho) trocaram tiros com milicianos de Rio das Pedras, Anil e Gardênia Azul por disputa de território, dando início a calamidade.
    Deviam deixar todos se matarem primeiro pra depois pegar quem sobrasse.
    .
    Moradores resgataram os corpos de bandidos na mata ?
    Ora… local desfeito. Não tem como fazer a dinâmica do fato, se haviam armas, drogas, a posição dos corpos e de que direção partiram os disparos. Nadica de nada.
    E todo mundo sabe que brincar de tiro com o BOPE é aposta de risco. Os próprios moradores admitem que eram traficantes. Se confirmado via levantamento de antecedentes, o (des)Governo deveria virar as costas pro mimimi de DH.
    .
    Até agora, não foram encontradas perfurações de PAF (projéteis de arma de fogo) no helicóptero Esquil(ix)o AS 350 B3 da PMERJ. A perícia está sendo feita pelo Cenipa e Inst. Carlos Éboli.
    Caso a perícia seja finalizada sem encontrar perfurações, vai ser uma loucura… pode ter caído por falta de manutenção, face a crise do RJ.
    A aeronave veio em 2007, era a mais antiga em uso. E não tinha blindagem. O_o

  39. “Lucas Schmitt 17 de novembro de 2016 at 12:04”
    .
    Lucas, sua crítica, e de demais que adoram carimbar que destrate ou diga a verdade sobre a tragédia que são as nossas Forças Armadas, é um absurdo.
    Não se pode dizer que o mercado de armas fechado do Brasil está matando brasileiros; não se pode dizer que um Rifle caro e inferior feito por uma estatal, onde o E.B. tem que engolir a força, é ruim; não se pode criticar o que está um caos sem ser chamado de anti-patriota e entreguista.
    Eu adoraria que nesse país se fizesse tecnologia de ponta igual lá fora, mas por aqui somos apenas campeões em reciclar pneu pra fazer sandália. De longe nosso maior know how.
    Somos o país com a maior taxa de crimes do mundo, maior taxa de assassinato do mundo — em breve maior taxa de estupro — mas não temos o direito de dizer onde fede, onde dói, se não vamos ofender o pseudo-nacionalistas desse país.
    O Brasil está seguindo a mesma ladeira francesa, com equipamentos criados numa mentalidade atrasada, num mercado fechado e burocrático, caro, inferior, e travestido de nacionalismo para enganar os analfabetos-funcionais.
    Eu tenho dó dos nossos soldados. Tenho amigos e primos que serviram, muitos foram iludidos, treinados porcamente, palestras motivacionais ufanistas fora da realidade e fúteis, uma total deturpação do cenário político-militar mundial e uma auto-valorização irracional.
    Não somos pragmáticos, realistas, sinceros e honestos. Ao contrário, somos falsos, metidos, invejosos, covardes.
    E pensar que já fomos referencia mundial na época do império.

  40. A solução é a mesma de Trump: um grande, alto e belo muro em volta de cada maldita favela. Iniciar a erradicação dessa ameaças à cidade utilizando o minha casa minha vida para realocar aquelas pessoas, dando-lhes cidadania e dignidade. A intenção é erradicar A iDEIA DA FAVELA.

  41. Um belo muro entre nós e os outros países também seria ótimo, junto de uns VANTS Israelenses com mísseis ar terra, se acharem corpos na fronteira com resquícios de ataque de mísseis ninguém viu! Ninguém Sabe!
    Juarez para Sec. De Segurança do RJ!!

  42. Juarez 20 de novembro de 2016 at 20:35
    1) Neutralização (Eliminação não se usa mais faz tempo) – (rs).
    2) Mulher teve um Filho,
    “fecha a fábrica”, PQP vão fazer filho assim no capeta porra.

  43. Muitos equívocos aqui.
    O EB tem doutrina de tiro.
    Muito se evoluiu com a participação do Brasil no Haiti. Éramos muito mobilizáveis e pouco Pronto-Emprego. As primeiras levas ainda tinham muita deficiência em certas instruções, até pq muito ficava a cargo dos Comandos Militares de Área.
    O EB cresceu MUITO!
    Não só a Bda Pqdt e Amv tem o preparo necessário, mas o rodízio Haiti, Alemão e Maré, tem levado a instrução para muitos.
    Uma coisa q muitos não entendem, é a base doutrinária. Esta base permite q se prepare uma tropa em pouco tempo. E essa base todos tem, para aquilo q cada função deve ter.
    Finalmente, o IA2 está em evolução. O Cmt CoLog está em cobrança forte sobre isso.
    Abc

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