Saab Carl-Gustaf M3E1

6 de setembro (UPI) – O Exército dos EUA anunciou no dia 6 de setembro que está rapidamente buscando mais de 1.111 unidades do canhão sem recuo de 84 milímetros da Saab para implantação o mais rápido possível.

A arma é o Carl-Gustaf M4, conhecido como o M3E1 nos Estados Unidos.

Através do uso de titânio, o Multi-Role Anti-Armor Anti-Personnel Weapon System, ou MAAWS, é quase três quilos mais leve que sua versào anterior, 6,3 centímetros mais curto e tem uma alça de transporte melhorada, estofamento de ombros extra e um sistema de mira melhorado

“O sistema atual que o Exército usa é o AT4, que só permite aos soldados disparar um tiro, e então eles têm que descartar o sistema”, disse Randy Everett, gerente de projeto do Army’s Foreign Comparative Testing, em um comunicado de imprensa. “Com o M3E1, os soldados podem usar diferentes tipos de munições, o que lhes dá uma capacidade aumentada no campo de batalha”.

O escritório do programa FCT do Exército, que está dentro do U.S. Army Research, Development and Engineering Command, é supervisionado pelo Office of the Secretary of Defense’s Comparative Technology Office. O programa fornece uma maneira para o Exército testar e avaliar itens e tecnologias de aliados e outros países amigos.

Em 1988, as Forças Especiais dos EUA identificaram a necessidade de um canhão sem recuo de ombro para substituir o M67, e a Saab Dynamics desenvolveu o M3, que foi entregue aos Rangers dos EUA e aos Seals da Marinha dos EUA em 1994.

O M3E1 possui uma cablagem que fornece um controlador foregrip e um programador de espoleta programável para um sistema de controle de tiro intercambiável. Ele também possui um contador automático para rastrear a vida útil da arma.

O Exército disse que o sistema M3E1 foi testado na IMT Materialteknik AB na Suécia pelo U.S. Army Test & Evaluation Command, economizando o dinheiro do Exército.

“Nosso investimento original de US$ 3 milhões levou a uma aquisição aproximada de US$ 40 milhões para o Exército, que é um ótimo retorno do investimento”, disse Everett. “Mas, o mais importante, o M3E1 pode ser reutilizado para que os soldados aumentem a flexibilidade e capacidade no campo de batalha”.

FONTE: UPI.com

78 COMMENTS

  1. Uma arma barata e eficiente. Suprimiram o canhão 57mm nos nossas unidades e não repuseram com esta arma excelente. Atenção EB.

  2. Não tem nada a ver o fato dele ser reutilizável em relação à flexibilidade. Podem muito bem fazer munições diversas para finalidades diversas embaladas em tubos lançadores reutilizáveis. Aliás, é isso que fazem já que há diversas versões para os diversos lançadores descartáveis que existem no mundo.
    A vantagem do CSR reutilizável (deste e de qualquer outro) sobre uma arma de tubo descartável lançado do ombro é que se consegue maior velocidade na boca do cano e portanto, maior alcance, e claro, melhor precisão.
    Um CSR como o Carl Gustav é um intermediário entre o míssil e o “lança rojão”.
    Vale salientar que o US Army utiliza o M-72, o AT-4 e o M-141. Todos descartáveis. Agora irá utilizar o Carl Gustav que antes equipava apenas suas forças especiais.
    Pelo menos nisso o EB se adiantou ao USA.

  3. Uma vantagem do Carl Gustaf é o peso global do sistema. Por exemplo, 4 lança-rojões AT-4 padrão (ogiva HEAT) pesam 26,8 kg, já um CSR Carl Gustaf M3 e 4 granadas HEAT é de menos de 23 kg. Sem dúvida há um ganho de flexibilidade nesse caso.
    Após uma pesquisa rápida se constata que as velocidades de boca das granadas não são tão diferentes entre o AT4 e o Carl Gustaf M3, como equivocadamente citei no comentário anterior , mas a granada HEAT do M3 pesa 2,4 kg enquanto a granada do AT4 pesa 1,8 kg. Essa massa maior é devido a um motor foguete adicional na granada lançada pelo Carl Gustaf o que aumenta significativamente o alcance deste.

  4. Não temos para todas as Unidades de Infantaria.
    AT-4 e CSR tem funções diferentes. O AT-4 é a Arma AC do Pelotão de Fuzileiros. O CSR é da Cia Fuz. O míssil é do Btl.
    É uma arma excepcional. Atiramos na AMAN e na 14a Bda (o 62 tem). É MUITO bom.
    No 1o BIS vi o tiro com os 300 dardos. Impressionante!
    Sds

  5. Ângelo pelo que sei os at-4 são usados pelos pelotões anti-tanque, subordinados aos pelotões de comando de cada batalhão e o carl Gustav são usados apenas pelos regimentos de Cav Mec no mesmo estilo um pelo tão subordinado a uma unidade de comando. Sobre os mísseis Anti tanque eu já procurei em várias fontes mas só achei na Wiki e diz que o Brasil só tem uns 200 lançadores e nunca consegui ver aonde eles são empregados. Então sempre pensei que ficassem guardados, subordinados ao comando central que moveria eles paras unidades que fosse preciso .

  6. Uma bela arma para a infantaria em especial aos BIB. Quando eu estava na ativa todas as Companhias de Fuzileiros e também de apoio usavam o antigo canhão 57mm , dava um coice fudido.Agora nem o velho 57 mm usam mais.
    Exercito brasileiro só esta em decadência nos últimos tempos.

  7. Em um post anterior sobre o Alac, alguém comentou sobre a posição bisonha do atirador, com os pés “cruzados”
    E não é que de novo o atirador aparece nesta posição?
    😀

  8. Bosco
    Fiquei na dúvida
    A granada do at 4 é mais leve , mas o conjunto é mais pesado
    Então o lançador do at 4 é mais pesado?
    E isto mesmo?

  9. Saiu no Boletim do Exército ontem o despacho decisorio sobre a aquisição dos Sherpas. Eles foram doados pelo Governo Americano.

  10. Carvalho,
    Cada AT-4 pesa 6,7 kg, sendo 1,8 kg o peso da granada (ou se preferir, do projétil).
    Cada CSR M3 pesa 10 kg e cada munição HEAT (antitanque) pesa 3,2 kg, somando 13,2 kg pronto para disparar, sendo 2,4 kg o peso da granada (ou projétil) que é lançada.
    Em termos gerais pode-se dizer que no AT4 cerca de 4,9 kg é a massa necessária para lançar a granada de 1,8 kg, já no M3 é preciso 10,8 kg para lançar uma granada de 2,4 kg.
    Mais ou menos é isso!

  11. Carvalho 9 de setembro de 2017 at 14:28
    Carvalho, a posição não é tão bisonha quanto parece e tem uma função.
    Evita que o atirador acidentalmente coloque seu pé/perna dentro do cone de dispersão de gases / área de sopro a retaguarda da peça.
    Na grande maioria das fotos com o atirador deitado você o verá nessa posição, se não estiver, está errado.
    Dê uma olhada nesse video e entenda o motivo:

    https://www.youtube.com/watch?v=SIO9Si2babs

    As vezes, algo que nos parece feio tem uma função.

  12. Aqui mais um vídeo interessante, que mostra a munição que aparenta ser airburst, inclusive sendo setado o alcance pelos operadores.

    Aos 4:15 observem o buraco deixado na área de sopro da criança.

  13. Mazzeo
    Por favor leia novamente meu post
    Não afirmei que a posição era bisonha
    Apenas que ouve esta discussão aqui em post anterior sobre a correção da mesma
    De qualquer maneira, agradeço o video

  14. August 9 de setembro de 2017 at 12:12
    Boa noite
    Os AT-4 são dos grupos de Combate dos Pelotões de Fuzileiros. Cada esquadra (comandado por um cabo) leva um.
    O AT-4 é um rojão (foguete).
    O CSR é da Seção AC dos Pel Ap/ Cia Fuz. Cada Seção, comandada por um 3o Sgt, tem 03 Peças, chefiadas por um cabo.
    O Carl Gustaf é um canhão. A munição é um projétil sem propulsão própria. A explosão do tiro lança o projétil e, ao mesmo tempo, solta gases para trás q anulam o “coice”. Por isso é um canhão sem recuo.
    Os misseis AC são do Pel AC da Cia Cmdo e Ap. Cada Pel AC tem previsão de duas seções a duas peças.
    A Bda Inf Pqdt tem o MILAN. A Bda Inf L (Amv) tem o Erix. A previsão é adotar o MSS 1.2 nacional em todos os Batalhões de Infantaria.

    Sds

  15. Mazzeo
    No post do Alac se falou da necessidade do corpo do operador estar fora do alcance do cone de sopro
    Mas jamais se cogitou da indicação de se “travar” um pé sobre o outro, como tu indicastes
    Sem dúvida orientação de manual!!

    Abraços

  16. Tem urgência.
    Para usar na Coreia?
    Os soldados que operam isso. Já não devem ter mais tímpanos. Poderiam contratar surdos para operar pois não teriam mais audição para perder…

  17. Agnelo,
    Sem querer ser preciosista mas já sendo rsrsss apesar de ser denominado de “lança-rojão” o AT4 funciona com o mesmo princípio do CSR. Na verdade o AT4 é um CSR descartável.
    Diferente de um foguete cujo propelente queima todo enquanto dentro do tubo lançador a granada do AT4 é impulsionada pela deflagração de uma carga de projeção.
    Claro, no frigir dos ovos não faz diferença mas é um dado interessante para nós que curtimos o assunto.
    E só de curiosidade, há um terceiro método de propulsão para esse tipo de granada lançada de ombro que é o da “contra-massa”, que lança para trás uma massa equivalente à granada, formada por flocos de plástico.
    No Ocidente são estes os sistemas em uso:

    Foguete:
    Denel FT5
    C90
    Apilas
    M72 LAW
    M141
    SMAW/B300
    LAW80
    Acotan 100 (C100)
    Shipon
    LRAC F1 (Strim 89)
    NLAW

    CSR:
    AT4
    ALAC
    Carl Gustaf M3
    M67

    Contra-massa:
    Panzerfalust 3
    Armbrust
    Wasp 58
    Matador (RGW90)

  18. Com os problemas da Odebrecht acho que teremos problemas com o cronograma do MSS 1.2 não?
    As últimas notícias que lembro são de testes em 2015

  19. Ângelo valeu, eu disse isso antes por um tempo atrás procurei onde são empregados os rojões e mísseis anti-carro é só achei uns sites de uns batalhões de cavalaria mecanizada explicando, realmente é meio difícil de encontrar as informações diferentes dos outros equipamentos que uma busca na Wiki vc já sabe em quais unidades são empregados

  20. Bosco e Agnelo,

    Eu estou no mesmo caso do Carvalho. A última notícia que eu li sobre o MSS 1.2 foi há 2 anos atrás.

    Vocês tiveram alguma notícia mais recente desse nosso ATGM??

  21. Manuel,
    No que se refere ao Brasil eu vejo com preocupação essa falta de informação sobre o MSS 1.2. Temo até que tenha sido só um lindo sonho numa noite quente de verão e até não espantaria se sua linha de produção já tenha sido encerrada e que sequer esteja operacional no EB, haja vista ele não aparecer nem em maquete em desfile de 7 de setembro.

  22. Quando falei com um Engenheiro Militar (IME) na LAAD, ele disse q seria adquirido. Não sei se tá na gaveta ou se foi para alguma Unidade já. Tô longe da ponta da linha.

  23. Nós adquirimos mísseis sup-ar do exterior e nem por isso estamos desesperados. Não há porque ser diferente em relação aos mísseis antitanques.
    Todo mundo tá careca de saber que uma fábrica de mísseis no Brasil não se sustenta só com pedidos internos. São pouquíssimos países capazes de sustentar seus fabricantes de mísseis apenas e tão somente com pedidos internos. Conta-se nos dedos e definitivamente o Brasil não faz parte do “clube”.
    Para que tenhamos competitividade no mercado internacional de mísseis eles têm que ser em estado da arte, como era o MSS 1.2 há ….. 20 anos. Agora, não mais!

  24. A ogiva HEAT utilizada nesse tipo de arma tem sua capacidade de penetração em blindagem diretamente proporcional ao seu diâmetro. Em geral a penetração numa chapa de aço é 4 a 6 vezes maior que o diâmetro. Havendo igualdade no diâmetro, a ogiva mais pesada, em tese, terá maior capacidade de penetração. Claro que há outros fatores, como por exemplo a distância de detonação da carga, o tipo de composto explosivo, o refinamento do cone de cobre, a qualidade do cilindro de contenção, o equilíbrio entre a massa do cone de cobre e o material explosivo, etc.
    Por exemplo, é dito que o Carl Gustaf com sua granada HEAT de 84 mm de diâmetro tem uma penetração em torno de 400 mm numa chapa de aço (RHA). O míssil TOW II A com 152 mm de diâmetro tem 900 mm de penetração.
    Só de curiosidade, a proteção frontal de modernos carros de combate chega a 1500 mm RHA.
    Vale salientar que os russos citam capacidade de penetração de até 8 vezes o diâmetro da ogiva. Ou eles são muito otimistas ou suas ogivas HEAT são mais efetivas.

  25. Atacar um CC de frente, contra sua blindagem mais grossa, é um tanto quanto difícil, pois ela também é inclinada. As armas AC são normalmente utilizadas nas laterais, teto e retaguarda.
    CC X CC ou Heli X CC é mais fácil.
    Em uma defensiva, pela técnica da defesa elástica, se permite um grau de penetração do escalão de assalto inimigo na posição defensiva, podendo atingi-lo nos flancos, onde o armamento AC é melhor empregado.

  26. Uma granada boa, q me lembro, é a HEDP, se não me engano, q penetra blindagens leves e casamatas e detona no interior do carro ou edificação.
    As HEAT podem ter 1 ou dois cones. A com dois cones tem como uma haste à frente da ogiva principal com outra ogiva menor, pra destruir blindagens reativas ou duplas, deixando a ogiva maior pra blindagem principal. Não me recordo a numeração delas é me desculpem de não pesquisar agora.
    Sds

  27. Bosco a ogiva mais destrutiva do Carl Gustav é de mais de 500 mm de rha o RPG tem de acordo com a internet tem versões que atinja mais de 700 mm de rha outros dizem que é só 400 mm de rha, mais aí eu n sei.

  28. O Abrams agr tem a a possibilidade de instalação do kit de blindagem reativa tusk que de acordo com a internet da proteção de até 700 mm de rha somando-se com a blindagem lateral do mesmo que deve ser entre 400-550 nas partes da frente da lateral e de 200 mm de rha nas outras partes das laterais deve dar entre 1250 – 900 mm de proteção nas laterais

  29. No caso do Brasil, olhando as ameaças acho que só a Venezuela com seus t-72 que causariam problemas acho que só eryx perfura a blindagem frontal, mas outros paizes vizinhos do brasil seria um disperdicio usar um míssil anti-tanque. E aproveitando queria perguntar qual versão é a do Milan que a gente tem porque se for às mais modernas é praticamente igual a do eryx em capacidade de perfuração até em blindagens reativas

  30. August,
    Das versões mais recentes do M1 com blindagem de urânio é dito ter blindagem passiva na torre com resistência acima de 1500 mm RHA.
    Vale salientar que uma blindagem reativa pode ser neutralizada com uma carga oca simples. Ou seja, mesmo que um carro de combate tenha uma blindagem passiva com 700 mm RHA e uma blindagem reativa também equivalente a 700 mm RHA, somando 1400 mm RHA de proteção, um míssil com uma ogiva HEAT em tandem com uma carga frontal com capacidade de penetrar 50 mm RHA é capaz de fazer explodir a blindagem reativa e havendo uma carga oca (HEAT) principal com capacidade de perfurar 900 mm, a proteção desse hipotético CC seria penetrada. Um míssil com essa capacidade é o TOW IIA, com uma ogiva HEAT em tandem, tendo a primeira capacidade de penetrar 50 mm e a segunda ou principal, de 900 mm RHA.
    Outra forma de penetrar esse hipotético veículo com proteção de 1400 mm RHA seria um míssil com uma carga oca com capacidade de penetrar, por exemplo, 1500 mm RHA equivalente, como por exemplo o míssil Maverick A,B,D, com 300 mm de diâmetro e 57 kg de massa.
    Vale salientar que a blindagem reativa não é muito bem vista no Ocidente exatamente porque pode ser neutralizada facilmente por uma carga oca em tandem, que já é “quase” que padrão nos atuais mísseis antitanques.
    Em relação ao RPG 7 ter maior poder de penetração que um Carl Gustaf, é esperado que assim o seja. O diâmetro de algumas versões do RPG7 chega a 105 mm enquanto o canhão sueco é de 84 mm, e como a capacidade de penetração da ogiva HEAT é diretamente proporcional ao diâmetro, é algo esperado e compreensível.
    Vale salientar que o Carl Gustaf teve uma ogiva de diâmetro expandido que pelo visto não foi pra frente: https://milidom.net/files/attach/images/113/519/321/bd27c19e57140d61dfb51698b39c2a34.jpg

  31. No ocidente a granada antitanque lançada de ombro, não guiada, com ogiva HEAT de maior diâmetro é o Apilas francês, com 112 mm, depois vem o Panzerfaust 3 com 110 mm.
    Na verdade o maior diâmetro é do NLAW sueco, com uma ogiva HEAT de 150 mm, mas que na verdade já adentra o campo dos mísseis por ser guiado por um sistema inercial.

  32. Vale salientar que o NLAW utiliza uma ogiva EFP que dispara um feixe na vertical, dentro do conceito OTA (overfly top attack)

  33. Bosco a blindagem tudo é resistente ela não explode, por ogivas menos capazes de penetrar 700 mm rha pelos menos é o que está na Net

  34. Acabei de rever aqui a tusk oi pode resistir a qualquer impacto que perfura até 400 mm de rha sem explodir, ela tem uns “tijolos” alguns mm espaçados na frente dela. Sobre as outras blindagens reativas resistirem falei por falar não sei nada delas mas os russos que são os russos tem elas como principal componente das blindagem dos seus tanques deve ter algum efeito

  35. Pesquisando um pouco mais sobre blindagens reativas eu acho que essa americana é uma blindagem nera ou nxra que pode em tese sustentar múltiplos “hits”

  36. August,
    Eu imagino que uma blindagem reativa que só “exploda” com uma ogiva de grande porte não iria funcionar. Se ela não explodir com a ogiva frontal de pequeno porte ela seria perfurada e deixaria de ser efetiva de qualquer maneira.

  37. É Bosco me confundi essa que resiste até 700 mm de rha é a tusk i que resiste até impactos de canhões de 40 mm não 400 mm quanto eu disse antes sem explodir. Quanto a reportagem que eu enviei o link é a tusk ii que não é explosiva mais sim nera ou nxra, ela tem um material que se expande ao invés de explosivos.

  38. A grande diferença de um lança rojão para um canhão s rec é o raiamento, o que inclusive é um fator de aumento do alcançe, pois os lança rojões acabam tendo aletas pra estabilização o que gera arrasto.

    Temos 120 Carl Gustav, sendo que 10 estão na Brigada de Operações especiais. Logo, se a dotação for mantida com 09 peças por unidades nas demais unidades convencionais, somente 18 unidades o operariam.

    Os canhões são usados nas cias de infantaria e esquadrões de fuzileiros dos RCB. Eu inclusive sugiro que fossem usados em seção de 02 e não a três peças como se fazia com o M-18.

    O AT-4 ou ALAC é a arma do GC e é multi proposito. Os Pel de cavalaria também levam na seção de exploração que tem duas patrulhas de esclarecedores em viaturas.

    Joshua, o M-18, que era o canhão 57mm, não dava coice. Pelo contrário. O único risco disso acontecer é se o escape de gases tivesse peças montadas de forma errada.

    Com a baixa do M-18 e a pouca reposição do Carl Gustav estamos verdadeiramente a descoberto no nivel subunidade.

    Outro erro gritante foi a baixa do M-40. Jamais teremos misseis nivel batalhão. São caros.

  39. Bosco & Colombelli
    Desde de quando tivemos o que precisamos ?
    É a história do balde e da mer ….]
    A única coisa que sempre tivemos sobrando são ladrões e corruptos ….
    desde 1500 !

  40. Carlos, no caso do Carl Gustav o que chama a atenção é que é uma arma muito barata. Um canhão com 75 tiros sairia na faixa dos 100.000 dolares. É um custo benefício excelente.

  41. Colombelli os esquadrões de fuzileiros da infantaria blindada se equivalem aquele das infantaria normais : secções,grupos de combate ou pelotões ?

  42. August 11 de setembro de 2017 at 21:09
    Me metendo…. kkkk
    O ESqd de Fuzileiros Blindado dos RCB é igual a uma Cia Fuz Blindado dos BIB
    Sds

  43. Então esquadrão = cia, eu não intendo porque cada brancho tem nomes diferentes para a mesmo coisa. Porque não deixa tudo igual na infantaria secção,grupo de combate, pelotão,CIA,batalhão é por assim vai

  44. Colomblli,
    Vale salientar que apesar de ter a alma raiada a munição antitanque lançada pelo Carl Gustaf (HEAT 551,HEAT 751 e HEDP 502) é estabilizada por aletas. Isso se deve ao fato que a carga HEAT perde eficiência quando detonada por uma granada girando e daí nesse tipo de munição o giro ter sido suprimido. Já as munições HE, iluminativas, fumígenas, antiestrutura, etc., giram. A que lança flechetes, obviamente, não gira.
    https://pbrasil.files.wordpress.com/2010/08/104.png?w=650
    Só de curiosidade, nos canhões de tanque de alma raiada como o dos britânicos a munição AT química utiliza o método HESH e não o HEAT.

  45. colombelli
    Caro Amigo, vindo da Suecia e endossados por Vc e pelo Bosco eu já teria comprado.
    Sou muito chegado nos equipos militares da Suecia, Noruega, Finlândia, Israel, Alemanha
    e outros poucos países.
    Âmis e Urso depende, Han parece que os Bolivianosw “estão apanhando”.

  46. August 12 de setembro de 2017 at 8:10
    Realmente, seguindo isso ai, a densidade da Def AC deles está bem grande. MAs é isso, o M3 é entre AT-4 e Missil AC. Isso vai pelos Alcances, assim como tiros curvos.
    Exemplo: de Alc útil aproximado) Gr Mão 50m é do homem. Granada de Bocal ou de lançador 40 mm: 400m. Mrt 60 mm: 2000 m. Mrt 81m: 5850 m. Mrt 120 mm: 7200m: Art 105… 155 Misseis e foguetes…
    Sds

  47. Colombelli,

    Qual o motivo de termos dado baixa ao M-40?
    Fim da vida útil do tubo?
    Lembro que o m-40 foi montado sobre tudo que rodava, andava ou rastejava…

  48. Carvalho,
    Sem prejuízo da resposta do Colombelli mas só para ilustrar sua questão, vale salientar que no USA o M40 foi substituído pelo TOW. O TOW completo e pronto para tiro pesava 80 kg, tinha alcance de 3000 m e “poderia” penetrar até 600 mm de blindagem (RHA). Já o M40 pesava 210 kg, penetrava 400 mm e tinha alcance de 1300 metros.

  49. Caro Bosco !

    Ou seja: o TOW substituiu o M-40 pq era mais leve, tinha maior poder de penetração e maior alcance

    Me parece que o Carl Gustav tem vida útil de tubo de 2000 disparos
    Talvez seja esta a causa da saída dos M-40 do EB. Será?

    Lembra do Ontos? Levava 6 M40. Devia ser um inferno operar

  50. Carvalho,
    No EB levando em conta o nosso teatro de operações sem dúvida ainda havia utilidade para o M40 devido à falta crônica de mísseis que possam ser operados pela infantaria. Principalmente tendo em vista sua utilidade contra tropas, estruturas, etc.
    O Colombelli deve saber porque o retiraram no EB. Muito provavelmente chegaram ao fim da vida útil do tubo.

    Para,
    Deve ser isso mesmo. A munição FFV 597 mais o canhão e o peso chegaria a 20 kg e continuaria com as limitações de uma arma não guiada. Um sistema Milan 2 pesava pouco mais disso (24 kg) pronto para atirar mas tinha o dobro do alcance. Sem dúvida acharam que não compensava haja vista as características dos mísseis AT leves de infantaria (Dragon, Milan, Erix, Bill, Javelin, etc.)

  51. Prezados, a bem da verdade não creio que tenha sido o fim da vida útil dos tubos, pois atiravam muito, mas muito pouco mesmo, Atirando horrores era vinte disparos em um ano. O tempo que estive na tropa um ano o pel AC que tinha 03 M-40 disparou um ano 66 tiros e nos outros 2 anos nem meia duzia. Na escola nem vi tiro dele. Com o M18 eu Sgt Menezes eo pessoal do Pel apoio da 3 Cia demos 5 ou 6 tiros so. Na escola vimos 02 tiros com ele.

    Ademais, se fosse este o problema, o caso seria de fabricar novos, pois é uma tecnologia simples e barata. A espessura do tubo é menor que um cano de revolver. Por isso não entendo mesmo o motivo de terem dado baixa. O que pode ter acontecido é preconizarem misseis, esquecendo do preço.

    E é importante notar que não é só utilização como arma AC. Contra infantaria é um terror. É extremamente preciso a 1200 metros. Faz um esparramo. Só o estouro já faz a tropa recuar. Eu teria ampliado o numero de 03 para 04 por unidade, atuando em seções de de dois, em viaturas maiores, como a Defender 130 e faria no banco de traz um compartimento para 16 tiros. Bota um telêmetro e uma mira noturna e usa tática de atirar e fugir e se tem uma arma de primeira.
    Um tiro custa entre 500 e 1000 dolares. Um missil não sai por menos de 100.000.
    Nunca vi pessoalmente a granada antipessoal do M-40 que é arredondada . A AC do M-40 realmente tinha também aletas de alumínio, como disse o Bosco sobre o M-3, que ficavam dentro da pólvora no cartucho que é todo furado.
    Nos meus tempos de “piruar alterações” achei e movimentei uma granada falhada AC do M-40 na manga de segurança do CISM. E de fato atras tinha aletas de uns 2,5 cm de largura e uns 25 cm de comprimento. Obviamente estavam amassadas mas eras retorcidas em helicóide.

    So pra lembrar. No âmbito da subunidade ( esquadrão ou cia de fuzileiros) a arma AC era o M-18. No âmbito Unidade ( batalhão ou regimento) o M-40. E deveria haver o Missil no âmbito brigada, com valor de um pelotão.

    August, como disse Agnelo, o Pel de infantaria blindada é igual ao de fuzileiros blindados do RCB, mas o pel de infantaria mecanizada terá pequenas diferenças, pois o M-113 leva motorista e mais 09 ao passo que o Guarani leva motorista, o GC com 09, e mais um que pode ser atirador do canhão ou Mtr.

    Dentro do que o Bosco colocou sobre os tipos de granadas e rotação com presença ou não de aletas, o Carl Gustav esta sendo usado no Afeganistão para afastar o uso dos Misseis que são caros. Ai surge a vantagem de as granadas anti pessoal rotarem e terem alcance bem maior que as com aletas, podendo ser usadas como fogo de supressão entre 1000 e 1500 metros, onde a 7,62 é dificil ver os impactos e a .50 nem sempre está presente. Aliás, o M-40 era usado com finalidade de suprimir snipers no Vietnã o que é quase a mesma coisa.

    Inclusive quem está assistindo no Discovery a série Diários de Guerra que passa na segunda feira, deve ter visto no segundo ou terceiro episódio, o lançamento de um missil AC contra uma suposta posição talibã ocupada por um atirador no COP Michigan e o 2 sgt dizendo: se precisar lançar um para salvar meus homens eu atiro o que tiver, não importa o preço.

  52. Obrigado Collombelli,

    Presumo que o míssil na época era o Cobra
    Já li em algum lugar que eram difíceis de manejar (através de joystick)
    Alguma vez viste algum disparo com ele?

    Obrigado tb Bosco!

    Sds

  53. Amigo Bosco!
    Faltei. Cheguei ontem e vi essa conversa super interessante!
    Bom , quando falaram sobre RHA e capacidade de penetração juro que não lembrei de nenhum exemplo onde os russos tem vantagem tao significativa na penetração em relacao dos artefatos ocidentais.O melhor deles (3BK-29M) faz 800mm! Ou deixei escapar algo?
    Outra. Contra ogivas “tandem” existe blindagem reativa também “tandem”. Um grande problema neste caso é avaliar o processo “ação-contração” passo a passo devido a falta total de informação sobre os componentes.
    Um grande abraço!

  54. Carvalho, não sei exatamente quando deram baixa nos canhões, mas acho que ja estavam com vista ao MSS.1. Na tropa nunca se viu missil salvo na paraquedista e aeromóvel.

  55. Carvalho,
    O M40 deu baixa a relativamente pouco tempo. Duvido que a mais de 10 anos. O Cobra já deixou de ser utilizado há uns 30 anos pelo EB.

    Scud,
    O que se divulga é que mísseis russos com diâmetro de 130 mm, como por exemplo os da família “Spiral”, têm penetração de 950 mm RHA equivalente, o que corresponde a uma relação maior que 7. O Kornet com 152 mm é tido como sendo capaz de penetrar 1300 mm, com uma relação de 8,5.
    Só como comparação, o TOW IIA, com os mesmos 152 mm tem divulgado uma capacidade de penetração de 900 mm, uma relação diâmetro da ogiva HEAT / penetração em RHA menor que 6.
    Mesmo a munição de canhão que você citou, com 125 mm de diâmetro, tem penetração de 800 mm, o que corresponde a uma relação de 6,4. Só como comparação a munição M830 disparada pelo canhão de 120 mm do M1 Abrams tem penetração divulgada de 650mm. Uma relação de 5,4.
    No Ocidente não se vê nenhuma ogiva HEAT com relação maior que 6.

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