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Cerimônia de início do exercício AMAZONLOG17

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Tabatinga (AM) – Na manhã dessa terça-feira, 7 de novembro, uma formatura geral simbolizou o início das atividades do AMAZONLOG17, Exercício Multinacional Interagências de Logística Humanitária. O evento aconteceu no Aeroporto Internacional de Tabatinga (AM), reunindo todas as vertentes envolvidas na atividade, do Brasil, Colômbia, Peru e Estados Unidos, além de observadores militares de 22 nações amigas, integrantes de agências governamentais brasileiras, estrangeiras e representantes de empresas de material de emprego militar de uso dual.

O Comandante Logístico, General de Exército Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, Comandante do AMAZONLOG17, presidiu a formatura, que contou com tradução em espanhol e inglês. Nas suas palavras de boas-vindas, o General Theophilo aproveitou para homenagear, em particular, os militares brasileiros, colombianos e peruanos com brados característicos de algumas tropas desses países que atuam no ambiente amazônico: “Selva”, “Lanceros” e “Comando”, respectivamente.

A formatura contou com a participação especial do Comandante do Exército Brasileiro, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, aniversariante do dia. Em transmissão ao vivo, por videoconferência, o Comandante cumprimentou os participantes do AMAZONLOG17, enfatizando a importância do exercício logístico para “atuação em um ambiente tão repleto de desafios, como a Amazônia”.

Um ato simbólico da integração entre as diversas nações e agências participantes marcou a ocasião. Os oficiais mais antigos de cada país presente na atividade, além de representantes das agências, receberam o gorro do AMAZONLOG17, celebrando o espírito de sinergia e trabalho em grupo que caracteriza esse exercício inédito na América do Sul.

FONTE: Agência Verde-Oliva/Exército Brasileiro

17 COMMENTS

  1. Bom dia trilogia.Gostaria que fora deste tópico,algum forista destituído de vies ideologico comentasse sobre a base de foguete de Alcântara,e seu aluguel ou empréstimo a Países. É vantagem ou desvantagem?Fere a soberania ou não.
    Obrigado

  2. Exercício essencial para a segurança da Tríplice Fronteira contra a ação de terroristas, traficantes de drogas e de pessoas, assim como para a segurança dos Brasileiro que vivem e defendem nosso Alto Solimões. Melhor ainda podermos contar com a troca de experiências dos Países envolvidos e com as tecnologias e operacionalidade dos Americanos.

  3. Walfrido quero quer que os EUA sejam o maior especialista em guerra na selva em sentido amplo no mundo. Lutaram 10 anos no Vietnã contra um dos piores inimigos que se pode imaginar. Afirmo, porque eu vi com meus próprios olhos que a caderneta do CIGS e a doutrina de operações do EB em selva se baseis em muito em manuais dos EUA.

    Acho muito melhor eles que os chineses. Além disso penso que há o aspecto político, de aproximação e que pode nos render mais generosidades além daquelas recebidas nos últimos meses dos EUA. Também é uma oportunidade de pagarmos embuste para todos os convidados (que também é sabidamente um componente de dissuasão).

    E quanto a paranóia que alguns enxergam de traze-los e do risco que isso representaria ( não aqui neste espaço, mas no meio civil), certamente não há nada que se eles precisem aprender não conseguissem sem nossa colaboração, bastando lembrar que teria fácil acesso a Amazônia pelas Guianas que são de aliados seus.

    Amigos, a mim parece que entreguismo na Amazônia é demarcar terra indígenas a torto e a direito em proximidade à fronteira com a Venezuela, tolerar e promover “ongs” e instituições supostamente missionárias cheias de agentes estrangeiros ou representando interesses econômicos escusos, e deixar de desenvolver economicamente regiões lá sob pálio de falsa preocupação ambiental como fazia certo governo de triste e recente memória.

    CBW uma coisa é certa, como está a base pouco acresce cientificamente e é desperdiçada. Tentativa com Ucrânia não deu certo. Chineses nem pensar. Sobra EUA. Eu acharia de bom viés que algo se tivesse tentado com outros parceiros potenciais como suecos alemães ou israelenses.
    Quanto a questão da soberania, a exclusão do escrutínio de autoridades brasileiras em determinada área dentro de nosso território não fere a soberania. Assim fosse, as embaixadas não poderiam ter imunidade, conforme tratados internacionais. Tudo depende de se firmar convênio e a exigência é natural pelos demais paises por conta da sensibilidade da tecnologia envolvida. Mas isso, repita-se, não fere a constituição a não ser em alegações genéricas e maliciosas que tentam explorar politicamente a questão.

  4. A contrapartida ao AMAZONLOG será o envio de um efetivo composto por elementos das Brigadas Paraquedista e Aeromóvel para o Joint Readiness Training Center(JRTC) em Fort Polk, Louisiana. Lá serão realizados exercícios conjuntos lado a lado com uma das principais tropas de elite americanas: a 82nd Airborne. Nesse assunto os “camaradas” (aquelas figurinhas carimbadas que só fazem agitação infundada) não tocam.

    colombelli 9 de novembro de 2017 at 17:20

    Eu também colocaria os britânicos, eles possuem bastante know-how em Guerra na Selva e desenvolveram bastante coisa nessa área.

  5. Concordo com o Colombelli.

    E acrescento, sou muito mais os EUA, por semelhança com a nossa cultura, nossos hábitos etc..
    Fomos aliados nas últimas duas guerras mundiais como vencedores e ganhos claros, com isso, para a nossa sociedade, e o desenvolvimento da nossa economia.

    E, senhores, digo mais, se tivermos um terceiro conflito mundial, o que é muito provável, pois a Ásia está um barril de pólvora a estourar a qualquer momento, e este conflito, com certeza, vai envolver o Brasil à princípio indiretamente (somos os maiores fornecedores de matéria-prima à nível mundial), ou talvez diretamente do esforço de guerra oriental para manter o fornecimento de matéria-prima e alimentos, sem isso, o soldado mais bem armado do mundo não come, e a bomba mais fodástica do mundo não é construída, por isso, os exercícios do nosso exército na Amazônia estão corretos de serem feitos assim e com a presença dos EUA, sim senhor, são o nosso principal aliado, pois se quisessem a Amazônia, já teriam pego há muito, muito tempo, quando a oportunidade era bem melhor do que hoje em dia.

    No mais senhores, sou muito mais o Tio Sam e a Rainha como nossos grandes aliados, afinal estamos no hemisfério ocidental e relativamente semelhantes com nossas sociedades, do que uma ditadura oriental.

    Afinal, como diz o “capitão Nascimento” do filme Tropa de Elite:

    “Nascimento: “O conceito de estratégia, em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie… Os senhores estão anotando?” Nascimento: “Vou pedir isso na prova. …em inglês strategy, Em alemão strategie, em italiano strategia, em espanhol estrategia…”

  6. Para, se eu precisasse escolher quem enfrentar em um campo de batalha minha ultima opção seriam os britânicos porque são os melhores. Em selva lutaram contra os japoneses, no Vietnã e em várias ocasiões na África e não creio que fiquem devendo pra nos também neste tipo de ambiente.

  7. A arte de receber o inimigo de braços abertos.
    E os EUA não são aliados de ninguém. Se precisarem ferram com qualquer um.
    E os trouxemos pra dentro da nossa maior riqueza.
    Aí fica fácil.

  8. colombelli 10 de novembro de 2017 at 16:30

    Os britânicos possuem uma das melhores infantarias do mundo. São profissionais bem treinados e adestrados. Qualquer unidade de infantaria do British Army (excluindo os Royal Marines, que são elite e de uma outra força) possui um alto nível de preparo para os padrões de forças convencionais.

    Também considero os australianos no mesmo nível. Com todo o respeito, mas os Marines americanos parecem estar um pouco “para trás” quando operam lado a lado com os “aussies” durante exercícios conjuntos:

    https://www.youtube.com/watch?v=S1ipcr1LBzw

  9. Continuando…

    Estava assistindo demonstrações de Guerra na Selva (simulações de combate, treinamentos de sobrevivência, vídeos de operações reais…) dos membros da Commonwealth e, sinceramente, eles são bastante proficientes nisso. Não vejo muita diferença entre o que fazemos (até onde já li ou assisti de demonstrações) e o que eles fazem. Com certeza somos melhores que eles nas nossas selvas, por motivos óbvios. Mas se tomarmos “Guerra na Selva” como um termo que designa um conjunto de técnicas, métodos e habilidades necessários para se combater nesse tipo de ambiente, não acho que deixam a desejar em relação a nós.

    Britânicos: https://www.youtube.com/watch?v=NH4umWVyWuk
    Australianos: https://www.youtube.com/watch?v=yACoRqdKOmE
    Neo-zelandeses: https://www.youtube.com/watch?v=jDPl45_F02A

  10. Jesus, eles tomariam o que quisessem a hora que quisessem aqui. Se não tomaram é porque não querem. E a proposito, estão reequipando nossa artilharia e nos doando blindados. Se isso não é ser aliado….

    Para, eu concordo. Os marines dos EUA não são melhores que os nossos ou que nossas tropas profissionais e perdem nitidamente para os britânicos em desempenho. Ja os ingleses tem um aspecto cultural que os torna melhores combatentes em qualquer condição. Se tivessem que combater na amazônia não tardariam a nos igualar ou superar em curo espaço de tempo. Seria so uma questão de se adaptarem.

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