Home Exército Brasileiro Castello Branco: o homem, o chefe militar, o estadista

Castello Branco: o homem, o chefe militar, o estadista

2660
89

Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva

Em 2005, a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME) completou um século de existência. Na época, eu a comandava e propus, ao Comandante do Exército, que ela recebesse a denominação histórica de “Escola Marechal Castello Branco”. Para respaldar a proposta, elaborou-se um documento, no qual foram ressaltadas as qualidades morais, éticas e profissionais do cidadão, chefe militar e estadista, bem como sua forte relação com a Escola. O texto, a seguir, tem o citado documento institucional como fonte, não havendo, portanto, autor específico.

Castello Branco – O homem

Nasceu em Messejana (CE), em 20 de setembro de 1900, filho do Capitão Cândido Borges Castello Branco (mais tarde, General de Brigada) e de Antonieta Alencar, descendente do escritor José de Alencar. Foi educado segundo sólidos princípios e valores morais e éticos, que forjaram caráter íntegro e firme. Esse atributo, a invulgar inteligência, o raciocínio ágil e lúcido e a diferenciada visão estratégica alicerçaram o respeito e a admiração dos que com ele conviveram ou daqueles que estiveram sob sua liderança, no meio civil e na carreira das armas.

Em 1922, casou-se com Argentina Viana, de tradicional família mineira, com quem teve dois filhos – Antonieta e Paulo. Um ano antes de assumir a Presidência da República, quando comandava o IV Exército em Recife (PE), sua esposa faleceu.

Castello Branco – O chefe militar

Foi declarado oficial de Infantaria em 1921 e, desde cedo, segundo o General Octávio Costa, “firmou-se frente aos subordinados pelos valores morais, capacidade intelectual, tenacidade, dedicação integral à missão e competência profissional”. Teve longa passagem na Escola Militar do Realengo, formando os cadetes. A primeira vez, na função de instrutor; na segunda, comandando o Curso de Infantaria.

A participação de Castello Branco na Força Expedicionária Brasileira (FEB), desempenhando a função de E3 da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, consolidou sua ascendente trajetória profissional. Na Itália, sob pressão extrema, manteve estabilidade emocional e planejou, com habilidade, as grandes vitórias da FEB nos Montes Apeninos e no Vale do Rio Pó. Assim, consolidou seu já elevado conceito entre subordinados, companheiros e chefes militares, brasileiros e estrangeiros.

Foi instrutor, diretor de ensino e comandante da ECEME, conduzindo a elaboração do Manual de Estado-Maior e Ordens e do Regulamento de Operações; e a atualização do Método de Trabalho de Comando. Orientou a evolução da doutrina de concepção francesa, da 1ª Grande Guerra para a norte-americana, emergida nos anos 1940. Teve o mérito de adaptar essa última às características e aos desafios futuros do Exército Brasileiro.

Cultuava a tradição, mas suas palavras mostram que sabia distingui-la de rotina: “A rotina é a tradição corrompida, deturpada e morta, ao passo que a tradição é a conservação do passado vivo. É a luta contra a morte do passado. É a entrega, a uma geração, dos frutos da geração passada. Separar o que merece durar. Deixar sair o que merece perecer”.

Castello Branco – O estadista

No cenário conturbado que levou ao vitorioso Movimento Civil-Militar de 31 de Março de 1964, foi o líder naturalmente escolhido pelos pares e acolhido, no nível político, para conduzir os destinos do País, ao ser eleito presidente pelo Congresso Nacional, mantido aberto pelo Comando Revolucionário. Sua atuação na Presidência da República estabeleceu as bases para o extraordinário desenvolvimento que elevou o Brasil, nos anos seguintes, da 48ª para a 8ª economia mundial. Por outro lado, foi exemplo do que deve ser o caráter de todos os que ascendem à liderança em qualquer instituição ou nação.

Seu discurso de despedida da Presidência da República revela um verdadeiro estadista:
“Não quis nem usei o poder como instrumento de prepotência. Não quis nem usei o poder para a glória pessoal ou a vaidade dos fáceis aplausos. Dele nunca me servi. Usei-o, sim, para salvar as instituições, defender o princípio da autoridade, extinguir privilégios, corrigir as vacilações do passado e plantar com paciência as sementes que farão a grandeza do futuro […]. E se não me foi penoso fazê-lo, pois jamais é penoso cumprirmos o nosso dever, a verdade é que nunca faltaram os que insistem em preferir sacrificar a segurança do futuro em troca de efêmeras vantagens do presente, bem como os que põem as ambições pessoais acima dos interesses da Pátria. De uns e outros desejo esquecer-me, pois a única lembrança que conservarei para sempre é a do extraordinário povo, que na sua generosidade e no seu patriotismo, compreensivo face aos sacrifícios e forte nos sofrimentos, ajudou-me a trabalhar com lealdade e com honra para que o Brasil não demore a ser a grande nação almejada por todos nós.”

Este é um pequeno resumo do que foi Castello Branco – o homem, o chefe militar e o estadista.
Que falta faz um cidadão desse naipe na liderança política, nesse cenário conturbado e ameaçador como o vivido no Brasil de hoje!

FONTE: Agência Verde-Oliva / Exército Brasileiro

89 COMMENTS

  1. O que mais vemos na política brasileira é prepotência, uso do poder para glória pessoal, vaidade dos falsos aplausos, políticos de todas as vertentes servindo-se do poder, desmantelamento das instiuições, empobrecimento da autoridade, aumento de privilégios e cultivo das ambições pessoais em detrimento do país e seu povo.

  2. Era um outro tempo. Tempo em que os militares tinham voz na república, hoje converteram-se em meros funcionários públicos.

  3. E isso é sinal dos nossos tempos, onde o nacionalismo parece um conceito que está aos poucos desaparecendo, perdendo espaço para o individual, se isso é bom ou ruim não sei. É só uma observação.

  4. Parei de ler quando….

    Lixo de propaganda facista…

    Autor sofre de falta de caráter…

    Imagine os argumentos colocados nas outras matérias do moniz bandeira, imagine se colocadas aqui….

  5. Sou fã de temas militares e tenho admiração por nossas forças armadas, mas ainda acredito na democracia, não gosto dos chamados salvadores ou das ideias simplistas que geralmente são impostas como a única solução, seja ela de direita ou esquerda.
    Respeitarei as opiniões contrárias porém nunca vou concordar que um ditador por qualquer motivo tome o poder a força, se a democracia tá ruim cabe cada um mudar sua atitude, parar de querer levar vantagem em tudo, ser desonesto ou exigir dos outros o que muitas vezes não somos.

  6. Não sei quem é que está mais no anos 60 ainda, se é a esquerda marxista e seu programa revolucionário ridículo ou se são esses generalecos sangue-sugas do erário, aduladores de ditadores que vira e meche estão escrevendo textos patéticos elogiosos do atraso que a milicada impôs a esse país.

    Não perceberam ainda que até hoje as Forças Armadas pagam o preço?

    Castelo Branco estadista, aff.

  7. “Castello Branco: o homem, o chefe militar, o estadista” . . .
    “Escola Marechal Castello Branco” . . .
    “No cenário conturbado que levou ao vitorioso Movimento Civil-Militar de 31 de Março de 1964” . . .
    A vantagem de se conviver em um ambiente democrático, mesmo que seja uma pseudodemocracia, é que as pessoas possam se expressar livremente.
    Inclusive escrevendo asneiras e idiotices como as acima.

    Meu comentário ? Meu pai me ensinou que não se discute nem com maluco e nem com mentiroso.

  8. Isso não é uma matéria jornalistica, é propaganda fascista, desculpem senhores editores. Ao que parecem, ficaram intimidados com a reclamação da ultra direita e das viúvas da ditadura que segue seu portal e resolveram fazer um agrado. Lamentável, inclusive misturar isso com o tema do grupo. Outra matéria que também não entendi foi a do Moniz Bandeira, nenhuma das duas tem nada a ver com o tema. Essa aqui foi pra compensar a do Moniz? Vai mal.

  9. Muitos acima nem sabem o real significado do termo fascista…….nao viveram e nao vivenciaram tal epoca e nem sabem quem foi exatamente o Mal Castelo Branco…. esse pais nao seria nem a sola de um sapato se nao fosse pela coragem e vontade desses ditos militares. Nosso pais mal tinha a energia para suprir casas, estrads entao nem pensar, poucos usufruiam do bom e melhor nesse Brasil da epoca, escolas, universidades,infraestrutura,portos,aeroportos, enfim o universo de realizacoes abertas foi imenso e nem vou escrever sobre seguranca, saude publica, etc….. ainda bem q se pode comentar livremente. Separem muito bem os momentos da historia nesse pais, mas estudem antes. Eu vivi essa epoca e nao tenho esse rancor de alguns e analise obtusa. so leio aqui o que alguns parvos insistem em desmerecer…….vcs nao estariam aqui com todo esse pretenso conhecimento se nao fosse por homens como ele, alias, muito pouco reconhecido. Bom mesmo sao os atuais safos e os anteriores a 1964….tipo Leonel Brizola, , Mal Lotti, Lamarca, Gleise, Vicentinho, Lulla, MST, sindicatos de pelegos, ufaaaaaaa……..Brasil, pais de tolos, omissos e covardes

  10. Grande homem e grande presidente. Ao lado do também grande Ernesto Garrastazu Médici, o maior presidente da era republicana, que desenvolveu o país como nenhum outro e nos livrou dos genocidas comunistas. Viva e salve o Presidente Castelo Branco.

  11. Na minha opinião o Governo Militar nunca foi de direita, foi mais próximo ao “Centro Esquerda”.
    Se fosse de direita, as empresas ligadas ao estado seriam privatizadas, os quadro de funcionários seria radicalmente reduzido, sindicatos teriam um número limitado, os impostos seriam centralizados num só e cada estado seria independente.
    Se você discutir com um “direitista”, ele ao perder a conversa te chamará de comunista.
    Se você discutir com um “esquerdista”, ele ao perder a conversa te chamará de fascista.
    A internet anda muito chata nesse ponto. Não há mais diálogos, só imposições.

  12. “Não quis nem usei o poder para a glória pessoal ou a vaidade dos fáceis aplausos. Dele nunca me servi. Usei-o, sim, para salvar as instituições, defender o princípio da autoridade, extinguir privilégios, corrigir as vacilações do passado e plantar com paciência as sementes que farão a grandeza do futuro […]. E se não me foi penoso fazê-lo, pois jamais é penoso cumprirmos o nosso dever, a verdade é que nunca faltaram os que insistem em preferir sacrificar a segurança do futuro em troca de efêmeras vantagens do presente, bem como os que põem as ambições pessoais acima dos interesses da Pátria”
    .
    Isso sim é um grande discurso e, o que é melhor, foi o discurso de quem realizou de verdade, e não um discurso prévio cheio de fantasias. Uma pena que os militares foram contaminados por certas vertentes esquerdistas.

  13. Bom, já ouvi relatos, de fontes fidedignas, que quando a artilharia alemã abria fogo contra as tropas da FEB, na Itália, por mais de uma vez ‘o homem, o chefe militar, o estadista’ aí podia ser encontrado dentro do primeiro buraco aos prantos, e às vezes todo mijado e borrado.
    Como primeiro presidente do regime militar, fruto do golpe de Estado de 1o. de abril de 1964, tem a seu crédito a ‘falência’ da Panair do Brasil, fruto de um golpe conjunto da Varig e do ministério da Aeronáutica, com o intuito de favorecer aquela empresa aérea e a FAB, com as conseqüências já confirmadas pela História.
    Com todo o respeito, figuras como Humberto Alencar Castelo Branco não merecem nada além do que figurar no lixo da História.

  14. E Juliano Bitencourt, ou Emilio Garrastazu Medici, ou Ernesto Geisel. Ernesto Garrastazu Medici não existe…rsrsrsrs

  15. Não vivi o período.
    Nem sou a favor daqueles, nem dos que governaram hoje.
    Foram todos corruptos de alguma forma e se corromperam ao poder ao seu jeito.
    Apenas sei que boa parte da infraestrutura que ainda segura as pontas desse país são desse tempo. Isso é, no mínimo, vergonhoso.
    De Castello Branco a Temer, tudo farinha do mesmo saco. No dia que nos dermos conta disso talvez as coisas comecem a mudar.
    Abraço

  16. Golpista pagado desde Washington. Traidor a pátria. Pela constituição de então, e pela de hoje, esse sujeito deveria ter enfrentado o paredão pelo que fez. Mas aqui no blog é herói.
    E no final do artigo, parece que o autor deseja outro golpe. Vai entender…

  17. “De Castello Branco a Temer, tudo farinha do mesmo saco.”
    Bem dito. E para que não me xinguem de comunista, a cambada Lula, Dilma, e etc também. A cina do Brasil e ter sido “governado” por ladrões e oportunistas, da direita ou da esquerda, de farda e sem.

  18. @ROT
    Democracia é a maior falácia da história do Ocidente. Nem Sócrates acreditava nesse sistema ridículo.
    Hoppe bem explicou que numa democracia é possível que grupos de indivíduos mal-intencionados possam se unir e destruir um grupo menor e mais capacitado. A classe de baixo QI se locupleta das benesses pagas pela população produtiva e apóia políticos imorais, que se vendem por votos e que não possuem visão estratégica de longo prazo. Tudo na democracia se resume aos próximos 4 anos e a nação sangra sem um projeto de Estado como existia na Monarquia e até mesmo nas sociedades autocráticas da Antiguidade.

    Nosso país se orgulha de ser “democrático e moderno”, mas está patinando há 32 anos sem sair do lugar. Mas não, vamos seguir sendo muy sofisticados como os retardatários do sistema financeiro ocidental. Em breve seremos desenvolvidos, wooooo, Brasil país do futuro!!

    Bem fez a Rússia que tocou o foda-se pro politicamente correto e voltou a ser protagonista, posição que o Brasil já deveria ocupar há muito tempo como o gigante da América Latina.

  19. Pelo o que me lembro, ele faleceu quando o avião em que ele estava foi atingido em pleno voo por outro avião da FAB. E isso em 1967…
    Mais uma morte esquisita nos anais da política brasileira…

  20. Joao Moita Jr 14 de novembro de 2017 at 13:14

    A Constituição atual apenas prevê pena de morte no caso de guerra externa.

  21. “Antonio Renato Arantes Cançado 14 de novembro de 2017 at 12:15

    Bom, já ouvi relatos, de fontes fidedignas, que quando a artilharia alemã abria fogo contra as tropas da FEB, na Itália, por mais de uma vez ‘o homem, o chefe militar, o estadista’ aí podia ser encontrado dentro do primeiro buraco aos prantos, e às vezes todo mijado e borrado.”

    Sem entrar no mérito da discussão, creio que sua fonte não era muito fidedigna ….
    A artilharia alemã na Itália, eminentemente tática na Itália, durante a campanha da FEB, nunca teve alcance suficiente para atingir a região onde ficava o QG da 1a. DIV de Infantaria, uma vez que o QG sempre estava localizado, por doutrina, a vários km da frente. Se fosse o QG de um Batalhão, aí sim, estaria dentro do alcance do fogo alemão.
    Como a matéria disse, o Ten.Cel Castelo Branco foi do QG da DIV….

  22. Juliano Bitencourt 14 de novembro de 2017 at 10:50
    Puxe o saco do ditador que quiser, o direto de expressão é livre ao contrário da época de seu adorado ditador, mas por favor acerte o nome, é Emilio Garrastazu Médici. Ernesto foi o ditador seguinte, o Geisel.

  23. “Alex 14 de novembro de 2017 at 14:30

    Juliano Bitencourt 14 de novembro de 2017 at 10:50
    Puxe o saco do ditador que quiser, o direto de expressão é livre ao contrário da época de seu adorado ditador, mas por favor acerte o nome, é Emilio Garrastazu Médici. Ernesto foi o ditador seguinte, o Geisel.”

    Ditador???
    Certamente, para alguns, Maduro é um “presidente”…
    E Stalin e Fidel? Certamente, foram “comandantes”….

    Mas, cada um tem sua opinião e podem expressá-la, com toda a liberdade, no Brasil. Graças à nossa democracia, mesmo com todas as mazelas.
    Na Venezuela, a partir da semana passada, com a nova lei recém aprovada, quem expressar opinião diferente daquela do “mi presidente” será preso e julgado.

  24. Agradeço aos amigos progressistas pela correção do nome do grande Emílio Garrastazu Médici, que livrou o Brasil da barbárie comunista. O Presidente Médice merece ter seu nome citado com correção.

  25. Pois é ! Tiveram o poder na mão pra mudar o rumo do Brasil através de uma educação de qualidade e não fizeram ! E não fizeram, porque na verdade eles estavam somente lutando pra defender seus próprios interesses (soldos) e nada mais.

  26. Eles falam quê no período militar só teve gente desonesta,que não fizeram nada pelo o país,mas do fim do governo militar até o atual,eu só vejo ladrão que nada fazem pelo país,não governam e só passam o mandato se esquivando de serem impedidos politicamente como explicar essa situação?

  27. Ivan, no solo fértil as sementes nasceram sozinhas há muoito tempo. O problema é aquele inçado pelo discurso raso dos mantras da esquerda. Eu nem perco mais tempo com estes. Espero que tu esteja certo.

    Bruno, não sei que paradigma tu teria como sendo uma educação de qualidade, mas eu comecei minha educação formal no governo Figueiredo. Entravamos em fila na sala e não nos espancando; levantávamos quando um professor entrava na sala; considerávamos as professoras como uma segunda mãe; aprendíamos o hino nacional e a respeitar os mais velhos; e por incrível que pareça nenhum professor deixou de falar o que pensava. Se o Brasil não está ainda pior é por conta de alguma educação que havia naquele tempo.
    Hoje temos alunos agredindo fisicamente professores, grudados no celular falando no “zapi zapi”, saindo analfabetos funcionais doutrinados com um discurso falacioso, superficial e fácil, sem capacidade analítica ou memória histórica, e esperando se beneficiar de alguma cota pra poder fingir que cursam faculdade (onde tudo de ruim so vai se aperfeiçoar). Olha…. acho que estava melhor a educação aquela época do que no período das estatísticas fajutas do mercadante.

  28. Bruno 14 de novembro de 2017 at 15:13
    .
    Pois é, Bruno. Mais de vinte anos governando ‘sem oposição’, com judiciário sem independência, sem sociedade civil organizada e não fizeram nenhuma grande reforma, que perdurasse e criasse bases para um desenvolvimento contínuo e sustentável de nosso país, como os regimes de exceção fizeram na Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura, etc.
    .
    Os legados dos governos militares foram instituições carcomidas pelo corporativismo e pelo pessoalismo; isolamento diplomático e da realidade comercial mundial; incontáveis obras faraônicas que não se justificam pelo preço, muitas sequer terminadas; caos fiscal; legislações arcaicas em muitas áreas; centenas de estatais e o mais grave, o alijamento de grande parte da população da realidade política e social do país. Perdemos cidadania.

  29. Prezados Colombeli e Ivan, com certeza vcs tbm sejam da mesma epoca (eu sou dos idos 50) eu vcs e outros, estamos tentando levar algo crivel e fatos reais a muitos q aqui pululam com seu besteirol e distorcoes. Pobre Brasil q vera em suas proximas geracoes uma turba de degenerados e tolos q nada poderao fazer na mudanca de rumos, verdadeira boiada sendo conduzida ao matadouro pela simples constatacao de que nao capazes de discernir e ou interpretar a historia recente ou passada. Deus me conceda um pouco mais de saude e tempo para q possa confronta-los sem nuca perder a verve. O solo esta infertil sim, mas nao a mal que prevaleca e com certeza o tempo continua a ser o senhor(a) de todas as verdades. Brasil acima de tudo, ainda emos muitos Patriotas e cidadaos ordeiros, mas tbm uma orda de tolos, ignaros uteis e outros q nao merecem resposta. Sds

  30. Castelo Branco, Hugo Chavez, Pinochet, Getúlio Vargas, Fidel Castro e Stálin são exemplos de ditadores. Alguns mais facínoras do que outros, mas todos ditadores.
    .
    Castelo Branco morreu num avião público que estava sendo usado para fins particulares – aliás, ele já não tinha função pública na época e o avião era do estado do Ceará. Mas, é claro, isso aí não é mau uso de dinheiro público, pois os presidentes militares foram todos honestíssimos e morreram pobres. Isso era apenas um GTE informal, para os amigos não terem que gastar o próprio dinheiro com viagens particulares.
    .
    Levando-se em conta que a FEB demonstrou despreparo, falta de profissionalismo e de conhecimento durante a guerra, difícil concluir que Castelo Branco era esse gênio militar do texto. Os americanos tinham que ensinar as tarefas mais comezinhas aos oficiais brasileiros, os quais, desde a década de 20, estavam maia interessados em política do que em estudar a arte da guerra. A FEB não teve nenhuma grande vitória na guerra. A tomada de Monte Castelo é algo que, se tivesse sido feita por americanos, só apareceria em notas de rodapé porque americanos são extremamente detalhistas e registram tudo. Mas tem gente que acha que foi como a tomada de Iwo Jima, tanto em dificuldade como em utilidade.
    .
    PS: fiquei curioso em saber quais privilégios Castelo Branco extinguiu.

  31. Prezado Rafael, vou corrigi-lo a bem da verdade……essas ditas distorcoes enfatizadas por voce, na verdade foram frutos sim de um regime de governanca dos militares, mas teve um real proposito, quer pela manuencao da orde, quer para a disciplina e educaco da populacao q ja crescia a olhos vistos, etc. Mas o que vc realmente esquece por nao se aprofundar no tema, eh q foram exatamente essas mudancas ja enraizadas no seio da populacao , que muitos ditos democratas disfarcados de socialistas e suas castas nao quiseram e nao querem mudar. Essa conducao qdo da volta ao poder dos ditos democratas foi dada as maos de homenzinhos sedentos pelo poder, destacamos aqui Ulisses Guimaraes, Sarney(coronel do maranhao), Tancredo Neves, Fernando Henrique Cardoso, etc…..todos esses tem nome e tempo e agora aqui voces ficam nessa masturbacao mental para compreender o que de fato esta acontecendo e quais os rumos a frete……eh tudo facil, basta um brasileiro honrado e com bagos. Vai doer muito para muitos, porem nao ha outro caminho possivel. Ou se poe devida ordem na casa ou o problema vai ficar muito pior. O fundo do poco ja esta ao alcance. Brasil, pais de tolos, ignaros e covardes.

  32. António
    Castelo Branco desembocou MUITO na Itália. A Art alemã nem chegou perto do PC Tat ou Pcp, onde ele estava.
    E, não. Ele não se borrou.
    Suas fontes fidedignas são bastante esquizofrênicas…
    As minhas fontes, condecorados, feridos e mutilados da campanha da Itália, gostavam muito dele.

  33. Precisam ler mais a respeito de Vernon Walters, Lincoln Gordon e a operação Brother Sam antes de afirmar que Castello Branco foi um grande estadista. Era muita mala de dinheiro. Muitos militares receberam malas de dólares para participarem da revolução de 64. Isto sem contar o congresso que foi de fato, todo comprado.
    .
    Quanto ao ensino público, ele só vem piorando ao longo do tempo. A escola publica no governo militar era melhor do que é agora. Mas esta mesma escola publica era melhor antes de 64 do que no fim do governo militar. E a questão, só para variar, não é falta de dinheiro.

  34. Luiz Carlos 14 de novembro de 2017 at 15:03
    Quem falou em Maduro, Venezuela, Fidel ou Stalin aqui? Vc argumenta sobre uma pessoa falando de outras? Qdo falarem de Maduro, Stalin ou Fidel, fale de Maduro, Fidel e Stalin. Ou vc quer arranjar justificativa para sua ditadura favorita expondo as que não gosta? Vc se parece muito com os comunistas, sua ditadura é a boa, a outra é a ruim. Os extremos ideológicos sempre se parecem. Bola fora.

    Sim, temos uma democracia onde podemos opinar livremente, graças aos civis, não aos militares. Uma democracia onde vc pode meter o pau no governo e nada te acontece, é seu direito. Tentasse fazer isso na época de seus ditadores favoritos.

  35. Prezado Rafael
    Vc equivocado quanto a Castelo, FEB e a IIGM. Cuidado com o q se produz no Brasil sobre isso, pq destorcem o q houve, pra denegrir o general.
    Como Caxias q destruiu o Paraguai, mas foi exonerado do Cmdo antes do tal massacre.
    A FEB tinha bons profissionais e estava preparada quando iniciou suas operações.
    Desde de instrutor do Curso de Infantaria com seus cadetes, Castelo buscou despolitizar ao máximo os militares.
    E com o conhecimento dos cursos q realizou na França e EUA, implementou mudanças muito grande para o profissionalismo da força, até pq se destacou naquela cursos.
    E não, Monte Castelo não foi como Iwo Jima. Mas enquanto o Braisl realizava o ataque secundário para fixar as defesas alemães, expondo o flanco aos americanos, para q estes realizassem o Atq Pcp, não deu certo. Quando o Vrasil assumiu o Atq Pcp e secundário, logramos êxito.
    Outro cuidado, é achar q número de baixas denota esforço maior ou menor.
    Os americanos iam pra guerra com 40 dias de treino, insuficientes para condicionar reflexos básicos importantes, e adestrar frações elementares o q gerava muitas baixas.
    O Brasil treinou isso bem.
    O Sgt Ary de Vasconcelos, q conquistou Monte Castelo, me disse, em umtrabalho de história oral q realizei com este, como ele se assustava com os americanos da 10a Div Mth avançando em lanços contra as armas alemãs e morrendo, enquanto os brasileiros, na Zona de Ação vizinha, rastejavam e se aproximavam dos Chucrutes, eliminando suas casas mata.
    Montese foi tão considerada, q seu herói, Iporan, q também conheci e entrevistei, já coronel, foi condecorado por americanos e ingleses em um exemplo de liderança e bravura, com infiltrações, contra-emboscadas e assaltos múltiplos, dignos do 1o Ten Inf Rommel na batalha de Caporetto.
    O Maj QAO Moacir, mutilado, Cruz de Comante de 1a Classe 3 vezes e Silver Star, q também entrevistei, gostou muito de Castelo. Em Monte Castelo, matou 9 alemães q emboscaram seu GC q realizava uma Patrulha.
    Em fim, não se compara a participação da FEB a outras forças e frentes, mas não foi NADA pouco profissional, medíocre ou desimportante.
    Não é por menos, q o Brasil foi chamado pro Conselho de Segurança da ONU de forma permanente, e por outros motivos, não falta de boa tropa, deixou de ser.
    Sds

  36. Zorann, muito bem dito. Os Estados Unidos levaram a conclusão uma operação muito bem sucedida, o golpe de estado com generais comprados contra João Goulart. O herói acima citado foi um dos traidores que receberam malas cheias de dólares, em troca de trair a pátria e até mesmo derramar sangue de brasileiros, caso fosse necessário. As viúvas da ditadura aqui no blog agem como se isso fosse secreto. Ora, na Wikipédia está até a gravação do briefing que JBJ recebeu sobre o andamento do golpe. Como beligerantes lista, de um lado o Governo Do Brasil, e do outro, Castelo Branco, as Forças Armadas, e… Estados Unidos!!!
    O briefing foi bem detalhado, citando reuniões com os traidores, movimentos de tropas no Rio, em Minas e São Paulo, e até navios com armamentos e munição desde Aruba, com destino aos golpistas, para matar seus irmãos brasileiros. Além disso, uma força tarefa da US Navy consistindo em um NAE, diversos destroyers e outros navios zarparam para o Rio para entrar em combate ao lado dos golpistas!!! Imaginem só. Uma invasão do Brasil, deixado de portas abertas, e com o convite de heróis como o canalha acima mencionado, a troco de alguns milhões de dólares. Haja patriotismo assim lá no inferno. A única desgraça da história subsequente e que não foram fuzilados como os traidores que foram. “Homens” dessa índole trouxeram desgraça e vergonha as Forças Armadas do Brasil. Abaixo está o link.

    https://en.m.wikipedia.org/wiki/1964_Brazilian_coup_d%27état

  37. “Foi o líder naturalmente escolhido pelos pares”…
    Exceto pelo Costa e Silva que lhe era superior em patente.
    .
    Há uma estória que um chegado dele teria recebido um carro em troca de favores, ele o fez devolver o carro sob ameaça de prisão.
    .
    Foi o inventor da figura do “general de terno” que ele mesmo descrevia como aberração.

  38. kkkkkkkkkkkk os lixos esquerdistas piram com notícias assim que relembram fatos verídicos da única época de ouro que esta república fracassada vivenciou. Se não fossem pelos Militares, o Brasil seria hoje, pior que os países africanos. Esquerdinhas, A NOSSA BANDEIRA JAMAIS SERÁ VERMELHA! Mais um Militar vem aí, Bolsonaro neles!

  39. Rafael Oliveira 14 de novembro de 2017 at 17:30

    Na caserna foram estes:
    Generais: além das idades limite para passagem para reserva de 62 anos para general-de-brigada, 64 anos para general-de-divisão e 66 para general-de exército, adicionou os seguintes critérios:
    – nenhum oficial pode ser general por mais de doze anos.
    – cada nível de generalato dever renovar pelo menos 25% de seu quadro a cada ano. Quando isto não acontece naturalmente, os mais velhos passam à reserva compulsoriamente.
    – Coronéis: não podem permanecer mais do que nove anos no posto.
    – Nenhum oficial pode passar mais de dois anos em cargos civis sem se desligar das Forças Armadas.

  40. Prezado Agnelo,
    Minha opinião sobre o Castelo Branco na 2ª Guerra foi por inferência. Nunca li nada que falasse especificamente quais ações tomadas por ele na guerra, o que deu certo e o que não deu. O que eu já pesquisei e li é sobre a FEB em termos gerais e, o que eu mais lembro, é o livro do William Wack, que apesar de alguns equívocos e algumas opiniões de leigo do autor, possui fontes primárias, em especial, dos arquivos americanos, que demonstram que os oficiais brasileiros eram mal-avaliados pelos americanos. Essa é minha fonte da falta de profissionalismo dos brasileiros no front (falta de organização, falhas de comuniçação e na intendência, etc).
    Em nenhum momento questiono a bravura e coragem das tropas brasileiras. Questiono a capacidade dos oficiais de lidarem com um conflito “moderno” (na época).
    Acredito que o diferencial para o sucesso naquele front foi a chegada da 10ª Divisão de Montanha. Suas técnicas podem ter causado muitas mortes desnecessárias nas tropas, mas eles conquistaram um objetivo muito mais difícil e protegido que Monte Castelo, o Monte Belvedere. Tenho dúvidas se a FEB conseguiria tomá-lo e, mas ainda, se o faria perdendo menos homens.
    .
    O Roosevelt teve a ideia de incluir o Brasil no CS/ONU, mas foi só uma ideia ventilada e rechaçada por outros integrantes. Tanto naquela época como hoje, o poderio bélico brasileiro é muito inferior aos dos demais membros. E, naqueles tempos, o Brasil era muito mais pobre do que é hoje. Parece-me que o desejo do Roosevelt tinha por fundamento questões mais subjetivas de empatia e o desejo de ter um “aliado” do continente no CS para “equilibrá-lo” e torná-lo menos europeu.
    .
    Obrigado, EParro pelas informações.
    .
    Saudações a ambos.

  41. Parece que sabem muito sobre o Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, mas quais seriam os “heróis” das viúvas de Stalin? Que feitos fizeram? Que batalhas participaram?
    Nada conheço destes e quem sabe alguém aí, dos que falaram tanto, pudessem esclarecer-me.
    Desde já agradeço as “pérolas de sabedoria”.

  42. Fazem críticas a um herói de guerra,desprestigia nossa força quê foi lutar em outras terras mas idolatram vagabundos,bolivarianos, pseudo comunista que gosta de mordomias e o comunismo fica para o povo,sindicalistas que só fazem roubar e não trabalhar.”Guerrilheiros” que lutaram contra o regime de 64 que quando eram pegos se entregavam aos prantos todo cagado,mijado e delatavam toda a quadrilha sem apertar muito.Não é a toa que o pessoal do Pt,PcB e outras merdas, estão todos vivos roubando e atrasando nosso país.

  43. Renato de Mello Machado…..assino embaixo, principalemnte naquilo q vc cita os ditos guerilheiros de merela q ao serem presos se cagavam todo….Lulla incluso……todos foram dedo duros e entregaram seus pares, mas agora so vivem de benesses e faustas indenizacoers e aposentadorias. Brasil, pais de covardes, omissos e outros acima q insistem em bobagens e mentiras…..Nao passarao Sds

  44. Rafael, a bem da verdade os norte americanos não tinha muita moral pra julga os brasileiros, pois tinham deficiências notórias que somente foram sendo corrigidas após o norte da África. Perto dos ingleses e alemães todos eram amadores.
    Evidentemente que as batalhas ganhas pelos brasileiros foram insignificantes no contexto de um aguerra continental, e as vezes acho um pouco exagerada a importância que se dá a elas, mas é o que temos para rememorar e não tira o valor da atuação.
    E pra falar de quem esteve em batalha a melhor fonte é quem esteve junto.
    Sobre o uso do avião, cuida-se de um grão de areia perto do que hoje se vê, não sendo vantagem por algum tipo de contrapartida, e de fato todos os presidentes do período militar morreram com patrimônio condizente com sua condição de oficialato. Nenhum deles ou seus filhos se tornaram acionistas milionários de empresas da noite par ao dia ou ganharam apartamentos de luxo ou sítios.

    A esquerda não tem moral pra falar da atuação do EUA em vista de 1964. Tão intensa ou muito maior era a atuação da URSS e Cuba para treinar e financiar a guerrilha que, ao contrário do que hoje afirmam os guerrilheiros que infelizmente escaparam, pretendia não defender a democracia, mas implantar no Brasil uma ditadura de esquerda nos moldes de Cuba.

    Aliás, alguns dos que abrem a boca pra falar dos militares são os mesmos que apoiam diretamente ou apoiam o partido que manifestou apoio formal ao governo Maduro e à ditadura Cubana. O governo Maduro ja matou em pouco mais de um ano mais de 70% do número total de mortos de todo período militar que são creditados à repressão, e olha que lá ainda nem tem guerrilha armada. Quantos foram o fuzilados em Cuba, por um regime que deixou seu povo miserável e ávido por fugir da própria terra em massa? Isso sim é dois pesos e duas medidas.
    A supressão da democracia qualquer que seja o nivel é ruim, mas convenhamos, se medirmos as que a esquerda produziu ( e pretendia aqui) e as que a direita fez, as primeiras são muito mais nefastas.
    Eu ainda prefiro Castelo Branco, Geisel e Médici do que Dirceu, Lula ( que cogitou censura à imprensa, so pra lembrar) e Dilma.

  45. Colombelli,
    O fato dos americanos terem suas próprias limitações torna ainda pior a situação brasileira. Imagine se fossem os ingleses que estivessem lado a lado com os brasileiros: os relatórios seriam ainda mais contundentes. Lembrei-me agora do Lord Cochrane comentando sobre nossos marinheiros. Acredito que hoje, com nossas Forças Armadas mais distantes da política, estejam melhor preparadas do que no nosso passado.
    .
    As vantagens irregulares recebidas por Castelo Branco, ainda que consideremos que o voo de sua morte tenha sido o único ato ilícito da sua vida (o que acho difícil, pois o criminoso que se locupleteia do dinheiro público geralmente é contumaz), não podem ser consideradas insignificantes. Um avião, pilotos disponíveis, combustível e etc não sairia barato. Fora a parte que o avião que poderia ter sido usado por um motivo nobre, foi usado para um motivo podre.
    .
    Se Castelo Branco não tivesse morrido (ou sido morto) naquele voo, provavelmente nunca saberíamos que ele tinha usado um avião público para fins pessoais. Aliás, acredito que a maioria das pessoas não saiba disso ou, mesmo sabendo, ignorem o caráter ilícito do ato. Brasileiro tem uma tendência de achar que autoridades tem direito a esse tipo de extravagância. Acho que nenhum país do mundo tem um GTE tão grande para transportar o tanto de pessoas com direito a voos oficiais em jatinhos do erário público.

  46. Os militares tendem a aumentar os seus feitos na época do Governo militar…

    Mas na real..

    É que nem para exterminar os comunistas de vez serviram.

    Passaram muito a mão na cabeça do inimigo e agora a gente tem que a aguentar esta corja.

  47. Rafael, se nos pusermos a contar os ilícitos dos últimos treze anos vararemos o feriado todo e não termina. A começar por levar a amante Rosemeri em viagens oficiais. Isso comparado ao uso de um avião, coisa corriqueira nas caronas da FAB hpje, é cisco. Aliás, nossos parlamentares tem direito a passagens e elas não necessariamente são usadas para fins públicos. Ainda, seria de bom alvitre verificarmos em detalhes como se deu esta utilização do avião, se houve ato administrativo oficial determinando, qual era a finalidade declarada etc…

    Se os ingleses estivessem na área, não teriam falado coisa muito diferente dos brasileiros e norte-americanos. Aliás, é bem provável que o Brasil tivesse um desempenho sensivelmente melhor que os EUA em certos contextos por conta do fato do tamanho dos exércitos envolvidos. A tendência era de nos mandarmos mais efetivo profissional ou com relativo tempo de caserna em maior proporção do que teriam os EUA onde o recrutamento foi ostensivo.
    As tropas dos EUA sempre tiveram, salvo raras exceções, ao menos na Europa, desempenho muito abaixo do britânico e alemão e não melhor do que o brasileiro. Estas opiniões dos oficiais dos EUA são tisnadas de falta de semancol e preconceito.
    E a condição de combate tanto dos EUA como do Brasil nada tinha a ver com política. Decorria do simples fato de serem paises sem ameaças iminentes ( a argentina representava algum perigo, mas não imediato). O exercito dos EUA no pre-guerra era proporcionalmente ainda mais fraco e depauperado que o nosso. Ademais, devemos lembrar que os alemães inovaram e muito na guerra, sendo natural que outras nações que não estavam tão próximas de um conflito tenham sido apanhadas de surpresa.
    Rodrigo, com certeza se o trabalho tivesse sido feito como na Argentina, boa parte do achaque sofrido pelo país nos últimos anos não teria acontecido.

  48. Colombelli, se a gente for considerar inocente todos que roubaram menos que o PT, teremos soltura em massa de nossos presídios. Acredito que poucos corruptos, estelionatários, ladrões e assemelhados desviaram tanto dinheiro quanto a quadrilha do PT, de forma que apenas um mísero presídio daria conta de acomodá-los.
    Só não fecharíamos os presídios, pois sobrariam os homicidas, traficantes e outros criminosos.
    .
    Os EUA estavam muito a frente do Brasil. O que você está fazendo é comparando o melhor do Brasil com o pior dos EUA e olha que ainda assim tenho dúvidas de que ganharíamos nessa comparação.
    Se compararmos as melhores divisões americanas ou mesmo uma divisão mediana, duvido que era inferior à brasileira. Até porque o pouco que sabíamos de guerra foram eles que nos ensinaram.
    Os americanos lutaram na 1ª GM e em 44 já tinham lutado bastante na 2ª GM de forma que eram mais experientes e mais qualificados que os brasileiros.

  49. Errado Rafael, não é questão do pior deles com o melhor nosso. É o que eles tinham com o que tinhamos, média por média. Os EUA so adquiriram excelência em combate e melhoria de equipamento bem adiantado na guerra e ainda assim sempre foram de desempenho muito inferior aos ingleses e bastante distante dos alemães. Em 1941 tinham um exercito fraco e mal equipado com doutrina antiquada. Tiveram dois anos pra se preparar. Entraram na primeira guerra no fim e a doutrina era totalmente diferente na segunda. Tudo mudou. A experiência da primeira pouco ajudou. Eles so nos repassaram o que a experiência inglesa e as balas alemãs ensinaram no curso da guerra pra eles. Se estudares a opinião alemã em comentários gerais sobre os aliados na 2 guerra verá que as tropas americanas médias são medíocres. Aliás sequer nos destinaram melhor equipamento que tinham. O Brasil em 1944 é o EUA em 1941. Se invertêssemos as posições a opinião dos brasileiros sobre eles provavelmente seria a mesma.
    So ingleses, finlandeses e alemães eram realmente superiores em desempenho de forma nítida. Ainda hoje a tropa profissional dos EUA não é superior a nossa homem por homem. A dos ingleses foi e continuará sendo, por questões culturais superior a ambas.

    E não se trata também de considerar inocentes todos menos o PT. O que há que historicamente a ilicitude que sempre existiu na administração era atomizada, individual e jamais foi politica de estado como no governo petista. Logo, não á válida uma comparação que pretenda equiparar o que temos hoje com qualquer período anterior, seja em qualidade, seja em quantidade. O avião de Castelo Branco não define seu governo nem a ele. Mas a corrupção sistemática e a mentira definem e caracterizam o governo petista e os seus membros pelo seu peso em um e outro periodo.

  50. Rafael boa noite
    Sobre nossas comunicações, estas estavam em constante mudança na época. Um mesmo exército tinha diferentes tipos de meios Com.
    A nossa intendência estava recem entrando na guerra. Em todas as guerras, a logística demora a se adaptar. Ampropria logística americana nas duas campanhas do Golfo se enrolou toda, mesmo estando no Estado da Arte.
    Quanto aos oficias, os americanos falavam muito de nossos oficiais não comissionados (sargentos), q tinha um emprego bastante diferente do deles, e, na verdade, ainda tem.
    Mas o preparo dos oficiais recem formandos nas escolas e dos mais antigos treinados pra campanha não estava mal, não.
    Um fato interessante, são os oficiais e sargentos convocados posteriormente para o Batalhão Depósito de Pessoal. Estes tiveram q ter uma intensiva, mesmo não sendo empregados depois, pois nossas baixas foram proporcionalmente menores. Levamos um tanto pra substituir baixas. Os americanos mandaram um: vai faltar!!! Levamos mais!
    Graças a Deus não precisamos de todos.
    Por ter parentes ex-cmbte, ter servido em uma unidade q enviou um Btl, e gostar de história e realizar trabalhos de história, além de sorte, conheci muitos e muitos pracinhas. Oficiais de carreira e temporários, sargentos, cabos e soldados. Homens q lutaram no front, na retaguarda, não lutaram, os a ficaram aqui etc.
    Além disso, tive o privilégio de conhecer um piloto japonês e um alemão.
    Ouvi muita coisa bacana.
    Sds

  51. Em 1964, estava terminando o científico. Vivi aquela época em que “alguns” chamam de “ditadura”. Posteriormente, em viagem de trabalho, estive em Cuba e na União Soviética e fui apresentado ao que era uma verdadeira “ditadura”.
    Conhece esta site nesta semana. Depois de ler vários comentários, cheguei à seguinte conclusão:
    – Posso expressar minha opinião livremente….. desde que seja coincidente com a de “alguns”.
    Caso não o seja, um ou outro daqueles “alguns” sentam o “pau” no comentarista.
    Ainda bem que “esses alguns” são muito poucos!
    Estou sentindo um cheiro de “mortadela”…..

  52. Caro Colombelli,
    Os EUA mandaram alguns milhões de militares para o front. O Brasil não mandou 30 mil. Só esses números já são suficientes para dizer que os brasileiros puderam selecionar melhor seus quadros e tiveram mais tempo para treiná-los do que os americanos. Por isso eu disse que o Brasil mandou seu melhor, enquanto os EUA mandou de tudo, o que puxa a média para baixo.
    .
    Prezado Agnelo,
    Os relatórios americanos contém críticas duras, como, por exemplo, que brasileiros não faziam manutenção dos veículos, pediam coisas e não iam buscar, etc.
    De qualquer forma, acho que você deveria escrever um livro sobre a FEB. Juntou bastante informação (espero que tenha tomado notas dos depoimentos rsrs) e conhece muito do assunto, de forma que não cometerá alguns erros que um leigo comete ao tratar de assuntos militares. Pelo menos um comprador já está garantido (eu).
    Saudações a ambos.

  53. Amigos,

    Sobre a participação brasileira na FEB, gostaria de deixar o seguinte relato, pertencente ao coronel Rudolf Bohmler, do exército alemão, em seu livro “Monte Cassino”:

    “Sabe-se que não é fácil, para uma tropa não acostumada ao combate, ter que lutar contra veteranos experientes, como as Divisões e Regimentos alemães na Itália. O soldado brasileiro, no entanto, mostrou extrema boa vontade e satisfação, demonstrando, junto com seus oficiais, um grande desejo de lutar. Este fato é confirmado pelo general americano Mark Clark. (…) Durante o inverno rigoroso nos Apeninos etruscos, os soldados brasileiros, oriundos de um clima tropical, não tiveram condições fáceis a enfrentar. Neve, gelo, chuvas e tempestades forçavam-nos a duras missões. Assim mesmo, resistiram. Notável, nesse espaço de tempo, foi o ataque da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, em Fevereiro de 1945. Na região de Vergado, a Divisão brasileira avançou lado a lado com a famosa 10ª Divisão de Montanha contra posições da 32ª Divisão Alemã de Granadeiros, arrebentando-lhes o tenazmente defendido Monte Castelo”.

  54. Rafael, isso de números não tem nada a ver. O Brasil não teve tanto tempo de preparação e sequer tinha soldados profissionais com experiência, ou seja, não tinha uma elite treinada para garimpar. Os EUA, ao menos na Europa, teve longos dois anos para se preparar focado so nisso. A priori, todo exercito tem um nivel médio de treinamento e desempenho e ele independe da quantidade de tropa que se leva em conta, pois mensura o treinamento médio comum a todos.

    Eu sou ávido leitor de história militar e vejo em todos episódios e salvo raras exceções ( 101, regimentos rangers) um desempenho medíocre ou mediano dos EUA, principalmente relatado por quem contra eles combateu. Eles hoje continuam não sendo melhores. Apenas tem mais recursos.

    Leonardo, de POA , o novo “Rio” uma cidade tomada de esquerdófilos tipo pedro ruas e luciana genro, e agora de quadrilhas de bandidos que governam a zona norte e são mais violentas que os bandos cariocas, não se poderia esperar coisa boa mesmo. Envergonha o resto do RS.

  55. O Marechal Castelo Branco foi um grande presidente, reformador e modesto. Lembro que a maior oposição a ele não foi sustentada por quem defendia a democracia, muito pelo contrário, era o modelo de “democracia” soviético. Como ele bem lembra em seu discurso final os inimigos estavam por todo lado, o imediatismo dos demagogos, os interesses escusos.

    A evolução Pobreza->Democracia->Prosperidade normalmente vira Pobreza-Demagogia-Pobreza. Poucos países seguiram com êxito este sedutor percurso. Penso ser mais viável o percurso Pobreza->Prosperidade->Democracia. Na sua essência o regime militar não se opunha a democracia mas entendia que nas condiçoes que tínhamos era mais importante conseguir aumentar a riqueza do país. Anos depois, pessoas criticam sem refletir o comentário do Ministro Delfim Neto que era importante fazer o bolo crescer para depois dividir. Como muitas coisas sensatas esta frase atrai muitos críticos. Pois bem há muito não crescemos, nosssa indústria anda para trás. Sem o aumento sustentado da produtividade há de de vender falsas promessas.

  56. Vivi o período em que os militares estavam no poder. Não tive problema algum. vagabundo não se criava. carteira de trabalho aos quinze anos. muitos amigos já se aposentaram. #00 mortos e desaparecidos. atualmente numa semana no Rio de janeiro temos os mesmos números ou mais de assassinatos, latrocínios e outros crimes. existia respeito, Chegava a qualquer hora, nunca fui importunado nem tão pouco revistados por policiais. Podia ir para os bailes(Mauá, Tamoio.. .) Vivia entre Niterói e São Gonçalo sem problema algum. quem era jovem com eu sabia muito bem quem servia como bucha para os que estão aí pregarem a ditadura do proletariado(palavras do próprio Gabeira em entrevista) Franklin Martins, Dilma Aloísio Nunes, tudo alcaguete de polícia além evidente de assassinos e assaltantes de banco não citarei mais para não manchar o site. quem tem menos de 50 anos não presenciou nada apenas ouviu dizer e reproduz os mais jovens o que dizem alguns professores bichados que estão atualmente locupletando-se através de verdadeiras cópias dissertativas mentiras sobre a Verdadeira história. detesto hipocrisias e ‘politicamente corretos’. Alguns deveriam se ilustrar, mas antes vivenciem e façam uma leitura do mundo para compreenderem o período em que se encontrava o país em 1964. Abraços.

  57. Errata: 300 desaparecidos entre mortos e desaparecidos. Na Argentina e Chile nem se contam os milhares.

  58. Prezado Agnelo, torço pelo seu projeto.
    .
    Caro Colombelli, a gente deve ver com alguma ressalva as opiniões dos alemães, pois, como foram derrotados, deve existir ressentimento e tentativa de reduzir o valor do vencedor. Analisando superficialmente pelos resultados, dá para dizer que os alemães não eram lá essas coisas, pois suas grandes vitórias foram conseguidas com enorme superioridade de equipamentos, por exemplo. E, muitas vezes, mesmo estando melhor armados, saíram derrotados.

  59. Rafael, me permita sobre os alemães.
    Eles eram muito bons.
    Em q pese a inteligência soviética descobrir os planos alemães e conseguirem montar uma emboscada em Kursk, os chucrutes, com a logística toda comprometida, quase viraram o jogo. Se as forças de Manstein, fixas na Europa ocidental contra a já provável ofensiva aliada, tivessem sido empregadas ali, dificilmente os soviéticos teriam sucesso ali.
    O avanço na Russia, N da África e a própria invasão da França foram exemplares, mesmo com parte da logística a cavalo.
    Eles perderam a guerra pelas decisões estratégicas de Hitler. Não por lutarem mal.
    Sds

  60. Rafael se tu leres sobre os alemães, especialmente nos ingleses como Liddell Hart verá que os comentários deles são estritamente profissionais e jamais deixam de reconhecer o valor dos adversários quando isso existia. Aliás, este é um dos pontos ressaltados em qualquer obra que trate da investigação da opinião profissional dos militares alemães: eles são francos, profissionais e não tratam o adversário como inimigo. Gostam de se prolongar em explanações técnicas detalhadas e normalmente suas opiniões são chanceladas pelos próprios adversários quando em análise desapaixonada. Não deixam de reconheceras próprias falhas. O fato é que eles são melhores pois culturalmente estão condicionados a isso desde que lutavam contra os romanos e foram particularmente doutrinados desde o exercito imperial e principalmente pelo nazismo ( este ultimo em vista dos soldados, que eram condicionados desde crianças á disciplina e atividades afins com a militar). É muito mais fácil voce ver uma exaltação distorcida pelos aliados do que uma depreciação falsa dos alemãs quando em voga o desempenho das tropas aliadas

    A afirmação de que os alemães somente tinham vitórias por conta de superioridade do equipamento não procede. Na primeira campanha das Ardenas, por exemplo, de 10 a 13 de maio de 1940, 100 mil alemães enquadrados em 10 divisões praticamente derrotaram o exercito francês quase 30 vezes maior e muito melhor equipado. Neste três dias a guerra foi decidida nos três pontos de travessia do Mouse. Foi a atitude de Guderian e o plano Manstein que o fizeram. A alegada superioridade de equipamento é relativa, pois os russos rapidamente construíram tanques equivalentes como Stalin e os EUA e aliados tinham maciça superioridade numérica. Quer outro exemplo? a retirada alemã da Sicilia, em completa inferioridade de forças e equipamento conduzida com brilhantismo por Kesselring. Aliás, a tomada da Sicília foi o maior desembarque anfíbio da História e a vantagem aliada era de mais de 5×1. Ainda assim os alemães retraíram em ordem e levaram todo equipamento pesado. A segunda batalha das Ardenas então é exemplo emblemático. Em inferioridade gritante os alemães semearam pânico nas linhas americanas e so não chegaram ao Mouse e talvez a Antuérpia por conta da falta de combustível e da melhora de tempo que permitiu a superioridade aérea aliada agir.
    O militar alemão da 2 guerra só encontra par nos espartanos. E isso vale para o soldado e o general. Nunca perderam uma batalha onde não estivessem largamente inferiorizados e a qualidade do seu equipamento era sobrepujada pelos números dos aliados. Claro, quando no fim da guera estravam em campo de batalha velhos e crianças ai a coisa mudou, mas ainda assim no dia da queda ainda três Tigers e uma pequena guarnição escoravam a massa soviética a 400 metros da chancelaria.
    Ouso dizer que se não lutassem em duas frentes e contra o gigantesco exercito soviético nem em mil anos a Europa ocidental seria retomada, ao menos não sem armas nucleares.

  61. Colombelli, os artigos abaixo apresentam uma análise comparativa (resultado, relação entre forças envolvidas, entre o número de baixas sofridas e etc.) entre o desempenho em combate apresentado pelos Aliados (britânicos e americanos) e os alemães nas principais batalhas e engajamentos travados nas campanhas da Itália e da liberação da França até a fronteira com a Alemanha.

    Interessante notar como os alemães, mesmo superados em número e material, apresentaram um desempenho superior (até mesmo quando derrotados) às forças aliadas.

    https://ww2-weapons.com/fighting-power-of-the-wehrmacht/
    https://ww2-weapons.com/wehrmacht-vs-us-army/
    https://ww2-weapons.com/military-performance/
    https://ww2-weapons.com/performance-on-the-western-front/

  62. Obrigado Agnelo e Colombelli,
    Ambos abriram meus olhos para alguns fatos desconhecidos. Vou pesquisar mais a respeito da 2ª GM.
    Saudações!

  63. Para, era de se esperar isso de soldados que tem uma cultura guerreira e que foram doutrinados desde crianças. É por isso que digo que no mundo moderno não acharemos mais soldados como os alemães, pois somente em regimes como o que eles viveram isso é possivel e isso ainda teria de ocorrer em um povo com cultura propicia.
    A isso se soma a experiência que adquiriram durante guerra. Óbvio que eles falharam também muitas vezes, mas no caso deles a conjunção de fatores em um povo meticuloso e amante da disciplina e da precisão de fato teria como resultado um dos melhores soldados da história.
    Hoje qualquer país do mundo tem seus soldados de elite e no mais das vezes eles são mais ou menos equivalentes a seus pares, mas se considerarmos uma média, hoje eu penso que o posto de nº 1 é ocupado pelos ingleses.

  64. Há um aspecto muito interessante com os alemães.
    Eles respeitavam a origem dos homens. Em bairro e ruas e tudo.
    Assim, o entrosamento da tropa era enorme.
    Um Cmt GC, por vezes, era o capitão do time de futebol da rua, por exemplo.
    Assim, a coesão era insuperável.
    Sds

  65. E qual teu “nivel” de comparacao Rafael_pp?
    .
    Esse nao eu teu nivel de leitura Joao Vicente… Dev ser o “revolucionario” (assassino), Che guevara?…rs
    .
    ROT, os presidentes militares foram eleitos pelo congresso… o povo votava livremente nos dep e senadores! Poderia me exemplificar outra “ditadura”(sic!), que agiu dessa maneira?
    .
    Manock, de q atraso provocado pelos milicos tu se referes? Seria a ponte rio-niteroi ou Itaipu (q acende todo o sudeste?)
    .
    Celso, Bitencourt…. excelente comentario! Pessoas lucidas como os Senhores, ainda dao o prazer da leitura e do debate na trilogia.
    .
    Obrigado aos Editores da trilogia pelas reportagens!
    .
    Me cansa esse discurso safado de “voce nao viveu nessa epoca”, nao sou idiota de nao perguntar para os mais velhos e muito menos de acreditar no seu “professorzinho” de historia comunista…

  66. Olha, o Forte não deixa de surpreender. Quando acho que o debate vai escorregar ladeira baixo no lixo da discussão ideológica/partidária, eis que surge um debate de alto nível sobre o EB na IIGM.
    Muito obrigado aos senhores.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here