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Rússia e Brasil em negociação para MANPADS Igla-S adicionais

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Igla-S no EB

A Rússia está mantendo negociações com o Brasil sobre a possibilidade de entregar um lote adicional de sistemas de defesa aérea portáteis Igla-S (MANPADS – Man-portable air-defense systems), disse o Diretor Adjunto do Serviço Federal de Cooperação Militar e Técnica da Rússia, Anatoly Punchuk, à agência TASS.

Ele está liderando a delegação russa na exposição de armas Expodefensa na capital colombiana de Bogotá. “Atualmente, o lado brasileiro já possui MANPADS Igla-S. É óbvio que o cliente estrangeiro adquiriu o volume de armamentos que considerou suficiente para garantir sua segurança nacional. Ao mesmo tempo, estamos discutindo com os parceiros brasileiros a possibilidade de entregar um lote adicional dos mísseis “, disse ele.

Punchuk disse anteriormente à TASS que o contrato de 2015 sobre a entrega do Igla-S MANPADS para o Brasil tinha sido implementado na íntegra.

O sistema de mísseis de defesa aérea Igla-S destina-se a destruir alvos aéreos de baixa altitude em alcances curtos e de recuperação, em meio a interferências térmicas de despistamento.

O Exército Russo está atualmente sendo rearmado com o MANPADS de nova geração Verba.

9K338 Igla-S, código da OTAN SA-24_Grinch

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

61 COMMENTS

  1. Jhenison Fernandez 8 de dezembro de 2017 at 12:51
    Eu lembro da compra antiga, a primeira, q foram 54 (se me lembro bem) lançadores com 108 misseis.
    150 lançadores dão entre 25 e 37 Seções (esqueci se a seção são 4 ou 6, mas creio q 6). Isso dá 8 a 12 Bia AAe.
    Sabes se tem o link da informação?
    Obrigado

  2. Será que isso não está sendo feito para liberar a exportação de carne brasileira? De qualquer forma é um bom negócio.

  3. É muito bom pelo que custa, mas convenhamos, em matéria de defesa AAe o Brasil é MISERÁVEL!!!!!!! Quase indigente, não temos defesa de área, não temos grandes lançadores e radares 3D, precisamos de um escudo eficaz além dos 40 km, é uma vergonha o Brasil ficar brincando com manpads de pouquíssimos km de alcance, o mercado está cheio de ofertas, pelo menos poderíamos adquirir alguns sistemas para defesa das nossas principais bases aéreas, é o mínimo da sensatez.

  4. TKS Bosco , Já acompanho a trilogia a uns 5 anos e Sempre vejo seus comentários repleto de conhecimento! TKS!

  5. A compra está sendo feita em troca do fim do Embargo a carne de porco brasileira.

    1. Semana retrasada a Russia anunciou o embargo.

    2. Semana passada russos vieram a convite do MD brasuca para discutir medidas “antiterrorismo” hehe

    3. Essa semana é ventilada a compra de um lote de Iglas.

    Se tem equipamento novo para o EB pode saber que o motivo não é a segurança nacional. Infelizmente esse é o Brasil.

  6. A primeira compra foi de 56 IGLA 9K 38, a segunda em 2015 foi da versão IGLA-S mais moderna, quantidade não divulgada.

    O numero de misseis varia com o passar dos anos pois são utilizados em treinamentos e possuem validade, mas não passa de 150 segundo as fontes disponíveis, sendo renovado com o tempo.

    Sobre a substituição dos velhos canhões Bofors e Oerlikon, nenhuma novidade.

  7. Verba?? Com Justo Veríssimo e João Plenário atuando o inimigo nem precisará levar em conta esses sistemas em seu cálculo.

  8. Carlos Crispim, boa tarde
    Não creio Q vai demorar a chegada de ArtAAe de média altura, pois o EB está imbuído disso.
    Somado ao F-39, o voo baixo do inimigo vai acontecer (em caso de guerra obviamente)
    Para a função de Def de baixa altura pontual, creio Q funciona.
    O IGLA não é utilizado sozinho.
    Acabei de lembrar q são 6 peças por seção.
    É feito um círculo entorno do ponto (ou pequena área) a ser defendida com os seis IGLAs.
    Imagino q seja um sanhaço dar de cara com 3 ou mais mísseis vindo em sua direção!
    Voando alto, haverá o média altura (q tá demorando!!)
    Fora o F-39.
    Sds

  9. A primeira compra de IGLA ( agulha) foi na Década de 90 , estávamos para adquirir os Direitos de produção , mas os Colonizados brasileiros , aqueles que aqui mesmo se penduram no tiozinho , fizeram campanha , estava tudo no pacote Pantsir , também a ajuda de desenvolvimento de um míssil de defesa aérea nacional ainda mais poderoso , então deu no que deu , ainda para iludir aos incautos o Ministro da Defesa , este que esta aí , informou estar mirando no SS300 , para os que não sabem a liderança em Defesa AAe é da Rússia , além de material melhor , é mais barato !!

  10. José a quantidade que podemos comprar e que é necessária dentro da nossa doutrina não justifica a produção nacional de nenhum missil. Não há produção de escala que sustente aqui.
    Neste passo não comungo do entusiasmo do irmão de armas Agnelo quanto à vinde de um sistema de média altitude. Mesmo o equipamento russo que é o mais barato e que teria minha predileção ainda é caro para a nossa disponibilidade.
    Tão logo, não iremos adquirir meios deste jaez.
    Dir-se-á que fica um grande gap na defesa mas na verdade não é tão grande assim. Temos de levar em conta a extensão do nosso território e a FAB diante das possiveis ameaças.
    Qualquer força aérea da AL teria de percorrer centenas ou até milhares de km dentro de nosso território para achar um alvo compensador que efetivamente fizesse diferença. Nenhuma delas hoje tem esta capacidade e tampouco parece que terão em médio prazo. Poucas operam poucos meios que permitam ataques sem ser com bombas burras e em baixa altitude.
    De outro lado se tratamos de uma força de além mar, com porta aviões, então nem vários sistemas de média altitude e milhares de misseis de baixa altitude fariam grande diferença.
    A afirmação de interesse no S-300 é simplesmente surreal. Não há campo pra isso aqui. caro e destinado a uma ameaça que não temos em horizonte.

  11. Colombelli, os alunos da ECEME fizeram um trabalho sobre nossos pontos sensíveis, dentre eles as linhas de distribuição de energia elétrica. Nesse sistema, temos alguns nós próximos às fronteiras, que seriam alvos plenamente tangíveis. Não seria interessante, nesse caso, um sistema de AAAe de média altura? No modo CCIP, o A-1 lança sua bomba a 15.000 ft, com topo de balsing a 20.000 ft. Acerta uma torre de transmissão com relativa facilidade.

  12. Prezado Rinaldo, torres não são problema. Podem ser repostas facilmente e de forma relativamente rápida e na verdade a sabotagem delas pode ser facilmente feita por forças de comandos com maior eficiência que bombardeios. Um quilo de C4 poe a baixo uma torre. Basta cisalhar as pernas.
    Temos três gargalos críticos no Paraná, estes sim alvos para bombardeios aéreos e que causariam enorme prejuízo sem possibilidade de reposição em dias ou semanas. São eles as porções expostas dos condutos forçados de Itaipú. A estação de energia localizada a 8 km da Usina, e a subestação de Ivaiporã em Manuel Ribas-PR.
    Os condutos forçados atingidos põe fora a respectiva turbina. A subestação de energia de Itaipu congrega as nossas 10 turbinas e mais 08 que são paraguaias com linhas de 750 e 600 KV. Um bomba de grafite ali e 18% a 20% da energia do país ja era. A subestação de Ivaiporã faz a ligação destas redes de Itaipu com o resto do sistema, inclusive com o sistema da Eletrosul. É o melhor alvo do país.
    Não estão tão perto de bases argentinas e creio que se poderia fazer uma prevenção especial da FAB ( o senhor pode avaliar e discorrer melhor sobre isso). Mas estão ao alcance. Ali acho que se deveria concentrar maciça defesa. Porém hoje a capacidade que a Argentina teria seria muito pouca por causa da penúria.
    Outros pontos relevantes seria as pontes férreas no rio Iguaçu e Uruguai. No RS por exemplo tem duas que cortariam a ligação por este meio com o resto do pais.
    Vi ah algum tempo que o pais teria mais de 6.000 pontos sensíveis, dos quais quase 400 seriam críticos. Certamente o numero de pontos expostos em caso de um conflito seria bem menor.

  13. Pois então. Acredito, salvo melhor juízo, que independente de onde partam os ataques, os meios farão seus lançamentos acima do alcance dum Igla ou canhão. Daí entendo ser necessária a AAAe de média altura. Não sei se concorda. Uma subestação do naipe de Ivaiporã deve ser defendida com todos os meios possíveis.

  14. Eu sinto uma baita inveja dos Indianos, que desenvolveram com os Israelenses o Barak-8. Esse míssil quebraria um galho legal por aqui. Poderia equipar os navios da MB e a AAAe da FAB e EB.
    .
    Espero que aproveitem a oportunidade com o CAMM e também CAMM-ER, via Avibras & MBDA.

  15. Para nosso cenário ainda podemos nos dar ao luxo de protelar um pouco a aquisição de um sistema de médio alcance tendo em vista nossas possíveis ameaças ainda não contarem com armas guiadas de precisão em larga escala, principalmente capaz de atingir alvos táticos (lê-se: móveis)
    Em cenários mais quentes a coisa tá complicando. Logo após a SGM os alvos táticos só podiam ser engajados de dia, detectados visualmente (curta distância) e atingidos por bombas burras, foguetes e canhões e armas de precisão primitivas (ex: míssil Bullpup, guiado por LOS). Nessa época os defensores desenvolveram sistemas SHORAD móveis sofisticados, como canhões apontados por radar, mísseis Manpads e mísseis de curto alcance montados em veículos.
    Algumas décadas depois os alvos táticos no campo de batalha podiam ser detectados de noite (com tempo bom) através de equipamentos de visão noturna e imagem IR. As primeiras armas guiadas de precisão realmente eficazes entraram em operação na forma de bombas e mísseis guiadas a laser, TV e IR.
    O alcance de detecção dos primeiros sistemas de imagem térmica chegavam a uns 10 km inicialmente. Hoje, modernos sistemas de designação de alvos conseguem identificar um veículo de combate a mais de 20 km. Também os alvos móveis em terra podiam ser engajados efetivamente dessa distância, o que obrigou os defensores a desenvolverem sistemas SAM de maior alcance e com alta mobilidade de modo a acompanhar as forças terrestres em manobra, (ex: o míssil Hawk) já que os sistemas SHORAD não se mostram efetivos contra esse tipo de ameaça representado pelas bombas Paveway, o míssil Brinstone, o Maverick D, etc.
    Hoje vivemos uma terceira revolução que começou no final da década de 80 e que permite que alvos táticos sejam detectados e identificados por radares de aeronaves (modo SAR, MTI) a mais de 150 km, de dia e de noite e inclusive com mau tempo. Já as primeiras armas de longo alcance capazes de atingir alvos móveis a partir dessas (imensas) distâncias começam a entrar em operação, tais como o míssil AARGM (150 km de alcance), a bomba planadora SDB 2 (90 km), o míssil Spear 3 (150 km), etc.
    A defesa contra esse tipo de ameça é muito complicada já que é possível utilizar a esfericidade da Terra a favor do atacante. Contra a ameaça de mísseis sup/ar táticos de longo alcance a melhor defesa é a aviação de caça e não os mísseis sup-ar de grande alcance (HIMADS). Estes hoje servem sobretudo na função antimíssil balístico e na de impedir o livre trânsito do inimigo nos seus dentro de seu envelope de atuação.
    Como na AL não temos a ameaça de mísseis balísticos sistemas de alto desempenho (longo alcance e grande altitude) como os S300/400 ou Patriot não nos são úteis. O que precisamos é de um sistema de defesa AA de média altitude com envelope não superior a 40 km de alcance horizontal e 15 km de alcance vertical.

  16. Necessidade há, mas não premente. Creio que FAB daria conta de defender estes pontos contra quem em tese pode alcança-los (hoje e ainda por um bom tempo). A questão toda é o custo. Embora eu tenha visto preço de 18 milhões de dólares um Pantsyr, a proposta russa era de,se não me engano 18 por em torno de um bi.
    Mas qualquer um sistema destes não irá sair por menos de umas centenas de milhões de dolares. Isso não temos hoje.
    Acho correta a decisão do EB de por mínimos meios de baixa altitude primeiro.
    Antes de uma década dificilmente virá algo na média altitude, salvo se alguma alteração de vulto ocorrer na capacidade dos vizinhos o que parece dificil.

  17. Suponho que a escolha óbvia para a defesa antiaérea de media altitude do Exercito, quando a economia melhorar, é o sistema que está sendo feito pela Avibras a partir da nacionalização do Sea Ceptor (na sua versão terrestre), em parceria com a MBDA. Primeiramente porque foi o missil escolhido pela Marinha, o que garante em conjunto entre as forças uma escala de produção minima. Alem do mais o sistema usa, na parte veicular, a mesma plataforma do sistema Astros 2020, facilitando portanto a manutenção. E tecnicamente é um missil perfeito para a nossa realidade, fazendo uma ótima defesa de ponto e com alguma capacidade de defesa de area, quando empregado em rede.

  18. “Alem do mais o sistema usa, na parte veicular, a mesma plataforma do sistema Astros 2020, facilitando portanto a manutenção.”
    .
    Não sei se não é rasgar dinheiro colocar um sistema desses em uma plataforma robusta como a do Astros… Realmente precisa?

  19. Bosco e demais colegas.
    Se há tantos pontos importantes a serem protegidos, sendo o primeiro de todos Brasília, a despeito da moda que virou falar mal do congresso, observo que não é possível defender tudo.
    Um território imenso…
    Quanto a Itaipu.
    Se um “comando” ou até mesmo alguns inimigos disfarçados como esses grupos da bagunça que já existem no país e são aliados dos inimigos da pátria, podem chegar na surdina e colocar bombas, por acaso as forças armadas tem proteção contra isso?
    O exército defendendo em estado de prontidão?
    Sem falar que são no mínimo uns 100 pontos…
    Não é possível manter soldados do exército próximo a todas as principais pontes do país…
    Principais indústrias, hidrelétricas…
    Quanto aos mísseis esses iglas não sei para que servem.
    Imagino que nenhum jato de alto desempenho sovrevoe seu alvo…
    Nem sei como os caras em terra conseguem fazer mira a 20 km de distância (o alcance é 5 km, mas para isso precisa mirar antes), a olho nu, num jato a 600 km/h…
    Acho que é só para teco teco..
    O Brasil não tem um sistema de defesa antiaérea sequer.
    Com alcance de 20, 50, 100, 200 km.
    Não tem que eu saiba radares dedicados a isso. .
    Se um jato inimigo entrar no país é detectado?
    E se voar baixo?
    E não temos AWACS sobrevoando o país 24h?
    Lembro que no 11/9, parece que não havia nenhum F16 de prontidão muito menos com mísseis.
    Quem ia esperar um ataque em território americano?

  20. Os sistemas israelenses têm se mostrado muito confiáveis.
    Esse iron Dome é uma maravilha.
    Muito embora esteja agindo contra foguetes de fundo de quintal…
    Mas da primeira vez que usaram enfrentaram uns 2 mil foguetes.

  21. Antônio,
    Em geral os mampads têm o apoio de um radar de vigilância (busca) que indica o eixo da ameaça. Os operadores do Igla (cheda da peça e atirador) se voltam para a direção da ameaça e procuram o alvo visualmente (com auxílio de binóculo) e o atirador aponta o míssil que indica quando trancou no alvo com um sinal sonoro.
    Se não tem radar a vigilância é visual com auxílio de binóculos.
    Sendo de noite é preciso uma mira noturna acoplada no lançador para acharo o alvo indicados pelo radar.
    A ameaça, como você citou, é detectada bem além do alcance do míssil dando tempo pra equipe de tiro de prontidão executar as ações para lançar o míssil e interceptar a ameaça.

  22. Antonio, bom dia.
    Sua observação realmente desperta dúvidas, dado às dimensões do Brasil e quantidade de estruturas críticas e estratégicas.
    Primeiramente, o conflito não ocorre do nada, há uma intensificação da crise. Se caminhar para um conflito, há a mobilização de meios e pessoal, sob um regime diferenciado de trabalho.
    Depois, vem o Estado de Sítio ou Defesa direto.
    Neste sentido, as Polícias e Bombeiros são reserva do exército, e tem mais quem serviu e ainda serve. No caso de quem ainda serve, quem estiver fora de onde será o TO. Sao todos empregados em segurança.
    As Polícias, com diminuição das folgas, intensifica o patrulhamento ostensivo em todo país fora do TO. Onde chamamos de Zona do Interior.
    Na Zona do Interior, há locais com muitas estruturas importantes ou possibilidade de formação de guerrilha. Nestes locais, utiliza-se o EB mais a polícia.
    No Teatro de Operações, é um esquema mais diferenciado, pois poderia ocorrer migrações etc. Mas se utiliza todos os meios disponíveis.
    Locais como Itaipu, bem antes da guerra, no início de uma intensificação do conflito, já pode ser destacada tropa pra lá.
    Para se ter uma ideia, qq público q pode ser uma guerrilha pra nós ou pro inimigo, é explorado por Forças Especias, pelo menos, 180 dias antes da guerra.
    A grosso modo é o q posso dizer.

  23. Antonio, não possuímos AWACS voando 24h. Nenhum país tem, nem os EUA. Eles voam onde e quando se faz necessário.

  24. Colombei , para que queremos Forças Armadas ? Para brincarmos de Defesa como brincamos , que Doutrina temos e contra quem pretendemos nos Defender , seria na tua opinião contra o Peru , Venezuela , Colômbia, ou outro vizinho , amigo e irmão , preferia que citasse um provável inimigo então , porque estes não são nossos inimigos e nunca serão . Talvez aqueles Indios que flecham aviões talvez ficariam mais baratos , qualquer pessoa sensata sabe muito bem que estamos sob ataque , com várias ONGs de nossos Mui Amigos fazendo o que querem e bem entendem conosco , tenho certeza que ouviste falar da ACWA que fecha a Estrada Manaus X Boa Vista X Caracas as 18 horas e a reabre as 6 horas , isto a anos e debaixo do Nariz do nosso Governo , STF e Forças Armadas e ninguém ameaça alguma Reação , então não seria a país que os financia o nosso real e verdadeiro inimigo , tu sabes melhor que eu , que brincamos de Defesa !!

  25. Mesmo no auge da Guerra Fria os EUA tinha AWACS 24 h por dia. O que ficava monitorando os bombardeiros russos 24 h por dia eram os radares OTH.

  26. Lembro que tinha um forista que cantou a pedra e disse que o Brasil estava negociando a aquisição de um sistema antiaéreo de médio alcance, e até o final desse ano saíram as notícias. Me pergunto onde está esse sistema, por que até agora não vi nada a seu respeito.

  27. Jose, estes que fecham as estradas com ONGs e om uso de índios os são aparelhados da esquerda ( PT, Psol, PSTU, CMI, pastoral da terra e outros desta laia ou ONGs ambientalistas do mesmo naipe) e o EB sabe muito bem quem são e os monitora com as segundas seções de comandos de área, brigadas e unidades. Não se preocupe que tem gente com muita capacidade e formação e que sabe o que tem que fazer se precisar, pois as lições foram aprendidas.
    Não existe “amigo e irmão” em relações internacionais. Qualquer vizinho é um potencial inimigo ( exemplos não faltam história a fora), sobretudo elementos como Venezuela, Paraguai ( antes, há algum tempo quando nas mãos de Lugo) e Bolívia, que tomaram medidas contra nós ou poderiam se valer delas como tábua de salvação para regimes fracassados como o de Maduro. O EMFA sabe bem disso também e tem planos “bem bons” pra todos eles se precisar.
    Se você acha que nossos militares estão “brincando” de defesa me faz deduzir que voce não conhece realmente militares e nunca pôs uma farda ou entrou numa OM. O trabalho dos meus ex-colegas de fardas não tem nada de brincadeira.

  28. Antônio, complementando o que disse o Agnelo, não são todas as instalações sensíveis que importam efetivamente e tampouco são todas que ficam ao alcance dos adversários. Todas as críticas tem planos de defesa, interna e externa. Cada OM do Brasil tem seus pontos de defesa designados em caso de mobilização interna. Existe trabalho permanente de inteligência monitorando a situação desde o nivel OM pra cima.
    Em caso mesmo remoto de mobilização já há dados disponiveis e cumprindo planos previamente designados, os efetivos mobiliam as posições.
    Todos os TO possiveis tem planos de ação feitos pelo EMFA e pelo EME, contemplando emprego do efeito e das polícias, com cenários de guera interna e externa. Neles constam efetivos, pontos de alocação de tropa, itinerários de deslocamento, logistica das várias classes de suprimentos, pontos de apoio etc… enfim, tudo é preparado bem antes.
    A utilização de operações irregulares com emprego de FE é explorada tanto por nós como pelos nossos adversários e disso se ocupará a Brigada de Forças Especiais, especialmente o batalhão de operações especiais, que é especializado em realizar este tipo de infiltração e em combatê-la. Não existe amadorismo neste planejamento. Itaipú é área de defesa interna da 15 Brigada.

  29. Antônio, isso aí q o Colombelli disse.
    As unidades do EB são espalhadas pelo Brasil, com altíssima capilaridade territorial.
    Cada uma possui um Setor de Proteção Integrado.
    Esse setor são os municípios juntos as cidades com unidades.
    Dali varias obrigações existem para as unidades:
    É o setor de GLO.
    Integração com os OSP
    Apoio a Defesa Civil
    Ações Subsidiárias (apoio ao IBAMA, RF, TJ, Secretarias de Saúde etc)
    Monitoramento de recursos materiais e humanos mobilizáveis.
    Estruturas logisticas (como capacidade das pontes e estradas)
    Estruturas Críticas e estratégicas (onde é feito um reconhecimento e levantamento das necessidades de ocupação)
    Espero ter esclarecido um pouco.
    Sds

    Desculpem erros eventuais, q a letrinha no smart tá cruel

  30. José Esposito, boa tarde
    Forças Armadas não existem pra agora, mas pra sempre. Aliados podem ser inimigos depois.
    Locais tranquilos podem ter crise mais tarde.
    Há doutrina e previsão pra tudo.
    Não há amadores como se vê tristemente no mundo político e infelizmente no acadêmico.
    Também não existem soluções simples para problemas complexos.
    Se há simplicidade em análises, há amadorismo, no mínimo.
    Sds
    Sds

  31. Minha humilde opinião.
    O Brasil precisa de muitos Iglas S pois um helicoptero de ataque em voo razante pode ser avistado, comunicado e interceptado mais a diante.
    Se nosso pais contar com uns 5000 lançadores de Iglas duvido que algem queira realizar voos razantes em nossas terras.
    E em deslocamento de um comboio, já garante algum poder anti aereo.

    Bosco o Igla tem capacidade de travar e derrubar um missel tipo os tomahawk? E similares?

    Abraços.

  32. Um amigo 1 SG artilheiro do Exercito me falou q esses misseis são uma tremenda mangaba, de 5 disparados, 1 acerta o alvo, mais uma goiaba comprada pelos trouxas.

  33. Renan,
    Em tese sim. O sistema Avenger americano, dotado do Stinger (equivalente ao Igla S e ao Verba), é tido como capaz de interceptar mísseis cruise. Claro, desde que fazendo parte de um sistema complexo de C3 em combinação com radares de terra como o Sentinel.
    O Igla S, assim como qualquer “manpads” tem seu desempenho incrementado se combinado com uma plataforma de lançamento estabilizada e com um sistema de designação de alvos EO e um aviso de ameaça por radar.
    Só esse pacote básico de míssil lançado de ombro sem nenhum outro “acessório” não tem capacidade contra mísseis cruise não.
    Essa variante do Igla num M-113 combina o máximo para tirar dele tudo que pode oferecer: https://www.armyrecognition.com/images/stories/asia/singapore/missile/m113_igla/M113_with_Igla_SA-18_man-portable_air_defense_missile_system_MANPADS_Singapore_army_640_001.jpg

  34. A combinação de manpads com veículos táticos (blindados ou utilitários), plataforma estabilizada, mira EO (TV, Laser, IR) e radar (orgânico do veículo ou remoto) e não raro uma metralhadora ponto 50 é tida como tão letal que praticamente condenou à obsolência mísseis de defesa de ponto montados em veículos, como o Roland e o Crotale. O desempenho é praticamente o mesmo com um custo muito menor.
    Daí, pularam do “manpads” direto para um sistema de médio alcance.
    Antes, haviam nitidamente 4 níveis de mísseis sup-ar: os portáteis, os de defesa de ponto, os de médio alcance e os de grande alcance. Esse conceito pode ser exemplificado pela configuração da defesa AA do USA das décadas de 70 e 80, composta pelo Redeye, o Chaparral/Vulcan, o Hawk e o Nike Hércules. Hoje o USA utiliza somente o Stinger e o sistema Patriot (PAC-2 e PAC-3). Além do THAAD exclusivamente antimíssil.
    Teoricamente há um “gap” nessa configuração americana já que não há um míssil intermediário entre o Stinger e o Patriot. Seria o SLAMRAAM, que foi cancelado, sendo utilizado só na defesa de Washington e de grandes eventos no território continental dos EUA.
    Esse “gap” agora parece que está sendo considerado já que há uma série de propostas de incluir o AIM-9X e o Hellfire Longbow na defesa AA do exército americano, além da implantação de armas lasers de alta energia, estendendo a defesa AA para 15 km de distância, dentro de um novo conceito de “batalha multidomínio”, semelhante à “letalidade distribuída” adota pela USN.
    Hoje já não há certeza que a USAF consiga estabelecer a superioridade aérea (e muito menos a dominância aérea) sobre um campo de batalha complexo de alta intensidade e a defesa de baixa altitude é vista como prioritária e claramente só o Stinger é insuficiente. Sem falar da generalização dos mísseis de cruzeiro (que são considerados osso mais duro de roer que os mísseis balísticos) e UAVs.

  35. Bosco, esse M113 com misseis e aquele radar cabeçudo, ficou parecendo coisa de “O Exterminador do Futuro”.
    Falando sério agora, seria uma combinação muito interessante para nosso exército. Um produto que não custaria tão caro e daria uma tremenda mobilidade a defesa anti-aérea.

  36. Quem fala que as FFAAs brincam sinceramente não tem a menor capacidade de abstração da realidade. Parabéns Bosco, Nery e Colombeli. Sensacional, como sempre!

  37. Colombei a ONG ACWA não é de Esquerda , o GRENPEACE , WWF , INMAZON ( esta então so Têm americanos ) agora conseguiram uma Relações Públicas brasileira , tem centenas e centenas delas todas patrocinadas pelo Tiozinho e RU , procures a Verdade , porém mesmo que fosse de Esquerda o que não são o que faz o STF, FFAA, GOVERNO BRASILEIRO , a LEI seria para qualquer um e a todos , te informes , estamos sendo atacados a muito tempo , recentemente com o Caso REMCA , os Capachos europeus do Tiozinho entraram em Campo e puseram a Rede Globo para trabalhar contra os Interesses Nacionais , ou não acreditas que querem Congelar as Riquezas da Amazônia e a própria Amazônia , para o BRASIL , então mais adiante eles encontrarão tudo pronto para uma Ocupação , mas estamos brincando de Defesa SIM ,sabemos que hj com Bombas Inteligentes e lançadas de longe coitado do Brasil e suas Tropas , morreriam sem escutar o Som das Bombas , enquanto nos fazem crer que os nossos vizinhos , que são amigos e irmãos e com a mesma formação Latina e Latina Ibérica , seriam os perigosos , para gastarmos dinheiro para isso , melhor parar !

  38. Gonçalo Junior , és um sonhador , então não brincamos de Defesa , por favor cites um provável inimigo do Brasil , descartes do México a Argentina qualquer um , agora cite um verdadeiro Inimigo !

  39. Uma Informação : O PERU esta conversando com a Rússia para a compra de SS400 Triumph , e agora? Aqueles que colocaram que o Pantsir não era compatível com o Nosso Exercito , queriam Buscapés Ocidentais , esta aí colonizado sempre quebra a cara !!

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