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Rússia e Brasil em negociação para MANPADS Igla-S adicionais

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Igla-S no EB

A Rússia está mantendo negociações com o Brasil sobre a possibilidade de entregar um lote adicional de sistemas de defesa aérea portáteis Igla-S (MANPADS – Man-portable air-defense systems), disse o Diretor Adjunto do Serviço Federal de Cooperação Militar e Técnica da Rússia, Anatoly Punchuk, à agência TASS.

Ele está liderando a delegação russa na exposição de armas Expodefensa na capital colombiana de Bogotá. “Atualmente, o lado brasileiro já possui MANPADS Igla-S. É óbvio que o cliente estrangeiro adquiriu o volume de armamentos que considerou suficiente para garantir sua segurança nacional. Ao mesmo tempo, estamos discutindo com os parceiros brasileiros a possibilidade de entregar um lote adicional dos mísseis “, disse ele.

Punchuk disse anteriormente à TASS que o contrato de 2015 sobre a entrega do Igla-S MANPADS para o Brasil tinha sido implementado na íntegra.

O sistema de mísseis de defesa aérea Igla-S destina-se a destruir alvos aéreos de baixa altitude em alcances curtos e de recuperação, em meio a interferências térmicas de despistamento.

O Exército Russo está atualmente sendo rearmado com o MANPADS de nova geração Verba.

9K338 Igla-S, código da OTAN SA-24_Grinch

COLABOROU: Rustam Bogaudinov

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Rafael Damasceno
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Rafael Damasceno

Alguém pra fazer uma comparação entre o igla S é o VERBA???

Fabio Aguiar
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Fabio Aguiar

Se tiver “Verba” compra o Igla.

Jhenison Fernandez
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Jhenison Fernandez

Quanto mais Ingla’s melhor, já que o EB comprou se não me engano apenas 150 unidades na ultima vez.

Gabriel
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Gabriel

Existe um equivalente sueco ou americano?

paulotd
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paulotd

Sueco tem o RBS-70NG que o EB já, usa, não é portátil igual ao igual, mas tem melhor alcance.

Antonio Carlos Alocer
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Antonio Carlos Alocer

Pelo que li a respeito, em comparação com o Igla-S a capacidade de engajamento foi melhorado em um fator de 2.5, assim como a proteção contra Flares em um fator de 10.

https://www.strategic-culture.org/news/2016/06/10/verba-manpads-incredible-weapon-only-russia-has.html

Antonio Carlos Alocer
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Antonio Carlos Alocer

** Comparando com o VERBA

Antonio Carlos Alocer
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Antonio Carlos Alocer
Bosco
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Bosco

Rafael,
O Verba tem mais recursos anti IRCM. Ou seja, é mais resistente à sedução por flares e ao cegamento laser.

Fabio Aguiar
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Fabio Aguiar

Neste caso, se tiver Verba compra o “Verba”.

Bosco
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Bosco

Gabriel,
Os EUA tem o Stinger.

Claudio Moreno
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Claudio Moreno

Mais dois lotes e negociação de produção local, seria o ideal…

CM

Agnelo
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Agnelo

Jhenison Fernandez 8 de dezembro de 2017 at 12:51
Eu lembro da compra antiga, a primeira, q foram 54 (se me lembro bem) lançadores com 108 misseis.
150 lançadores dão entre 25 e 37 Seções (esqueci se a seção são 4 ou 6, mas creio q 6). Isso dá 8 a 12 Bia AAe.
Sabes se tem o link da informação?
Obrigado

colombelli
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colombelli

Pessoal tem alguns dados no SIPRI.

Plamber
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Plamber

Será que isso não está sendo feito para liberar a exportação de carne brasileira? De qualquer forma é um bom negócio.

Matheus
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Matheus

Ainda bem que esses não dependem de peças vindas da Russia hahahaha.

Ótimo negócio, espero que realize.

Cláudio silva
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Cláudio silva

Portátil, versátil. Da até para colocar navio como defesa antiaérea.

Carlos Crispim
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Carlos Crispim

É muito bom pelo que custa, mas convenhamos, em matéria de defesa AAe o Brasil é MISERÁVEL!!!!!!! Quase indigente, não temos defesa de área, não temos grandes lançadores e radares 3D, precisamos de um escudo eficaz além dos 40 km, é uma vergonha o Brasil ficar brincando com manpads de pouquíssimos km de alcance, o mercado está cheio de ofertas, pelo menos poderíamos adquirir alguns sistemas para defesa das nossas principais bases aéreas, é o mínimo da sensatez.

Jr
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Jr

Acho que se teve uma coisa russa que deu certa por aqui foi esse sistema, e ele funciona mesmo, a versão anterior dele acertou esse cobra turco em cheio

https://www.youtube.com/watch?v=hCs6oUuIlBM

Rafael Damasceno
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Rafael Damasceno

TKS Bosco , Já acompanho a trilogia a uns 5 anos e Sempre vejo seus comentários repleto de conhecimento! TKS!

sub-urbano
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sub-urbano

A compra está sendo feita em troca do fim do Embargo a carne de porco brasileira.

1. Semana retrasada a Russia anunciou o embargo.

2. Semana passada russos vieram a convite do MD brasuca para discutir medidas “antiterrorismo” hehe

3. Essa semana é ventilada a compra de um lote de Iglas.

Se tem equipamento novo para o EB pode saber que o motivo não é a segurança nacional. Infelizmente esse é o Brasil.

mf
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mf

A primeira compra foi de 56 IGLA 9K 38, a segunda em 2015 foi da versão IGLA-S mais moderna, quantidade não divulgada.

O numero de misseis varia com o passar dos anos pois são utilizados em treinamentos e possuem validade, mas não passa de 150 segundo as fontes disponíveis, sendo renovado com o tempo.

Sobre a substituição dos velhos canhões Bofors e Oerlikon, nenhuma novidade.

DaGuerra
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DaGuerra

Verba?? Com Justo Veríssimo e João Plenário atuando o inimigo nem precisará levar em conta esses sistemas em seu cálculo.

EDCARLOS PRUDENTE
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EDCARLOS PRUDENTE

“mf 8 de dezembro de 2017 at 23:52

Sobre a substituição dos velhos canhões Bofors e Oerlikon, nenhuma novidade.”

Ainda possuem utilidade, e estarão em serviço por muito tempo.

https://www.youtube.com/watch?v=DByK0cBcxlM

Saudações!

Agnelo
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Agnelo

Carlos Crispim, boa tarde Não creio Q vai demorar a chegada de ArtAAe de média altura, pois o EB está imbuído disso. Somado ao F-39, o voo baixo do inimigo vai acontecer (em caso de guerra obviamente) Para a função de Def de baixa altura pontual, creio Q funciona. O IGLA não é utilizado sozinho. Acabei de lembrar q são 6 peças por seção. É feito um círculo entorno do ponto (ou pequena área) a ser defendida com os seis IGLAs. Imagino q seja um sanhaço dar de cara com 3 ou mais mísseis vindo em sua direção! Voando alto,… Read more »

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

A primeira compra de IGLA ( agulha) foi na Década de 90 , estávamos para adquirir os Direitos de produção , mas os Colonizados brasileiros , aqueles que aqui mesmo se penduram no tiozinho , fizeram campanha , estava tudo no pacote Pantsir , também a ajuda de desenvolvimento de um míssil de defesa aérea nacional ainda mais poderoso , então deu no que deu , ainda para iludir aos incautos o Ministro da Defesa , este que esta aí , informou estar mirando no SS300 , para os que não sabem a liderança em Defesa AAe é da Rússia… Read more »

colombelli
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colombelli

José a quantidade que podemos comprar e que é necessária dentro da nossa doutrina não justifica a produção nacional de nenhum missil. Não há produção de escala que sustente aqui. Neste passo não comungo do entusiasmo do irmão de armas Agnelo quanto à vinde de um sistema de média altitude. Mesmo o equipamento russo que é o mais barato e que teria minha predileção ainda é caro para a nossa disponibilidade. Tão logo, não iremos adquirir meios deste jaez. Dir-se-á que fica um grande gap na defesa mas na verdade não é tão grande assim. Temos de levar em conta… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Colombelli, os alunos da ECEME fizeram um trabalho sobre nossos pontos sensíveis, dentre eles as linhas de distribuição de energia elétrica. Nesse sistema, temos alguns nós próximos às fronteiras, que seriam alvos plenamente tangíveis. Não seria interessante, nesse caso, um sistema de AAAe de média altura? No modo CCIP, o A-1 lança sua bomba a 15.000 ft, com topo de balsing a 20.000 ft. Acerta uma torre de transmissão com relativa facilidade.

colombelli
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colombelli

Prezado Rinaldo, torres não são problema. Podem ser repostas facilmente e de forma relativamente rápida e na verdade a sabotagem delas pode ser facilmente feita por forças de comandos com maior eficiência que bombardeios. Um quilo de C4 poe a baixo uma torre. Basta cisalhar as pernas. Temos três gargalos críticos no Paraná, estes sim alvos para bombardeios aéreos e que causariam enorme prejuízo sem possibilidade de reposição em dias ou semanas. São eles as porções expostas dos condutos forçados de Itaipú. A estação de energia localizada a 8 km da Usina, e a subestação de Ivaiporã em Manuel Ribas-PR.… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Pois então. Acredito, salvo melhor juízo, que independente de onde partam os ataques, os meios farão seus lançamentos acima do alcance dum Igla ou canhão. Daí entendo ser necessária a AAAe de média altura. Não sei se concorda. Uma subestação do naipe de Ivaiporã deve ser defendida com todos os meios possíveis.

Bardini
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Bardini

Eu sinto uma baita inveja dos Indianos, que desenvolveram com os Israelenses o Barak-8. Esse míssil quebraria um galho legal por aqui. Poderia equipar os navios da MB e a AAAe da FAB e EB.
.
Espero que aproveitem a oportunidade com o CAMM e também CAMM-ER, via Avibras & MBDA.

Bosco
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Bosco

Para nosso cenário ainda podemos nos dar ao luxo de protelar um pouco a aquisição de um sistema de médio alcance tendo em vista nossas possíveis ameaças ainda não contarem com armas guiadas de precisão em larga escala, principalmente capaz de atingir alvos táticos (lê-se: móveis) Em cenários mais quentes a coisa tá complicando. Logo após a SGM os alvos táticos só podiam ser engajados de dia, detectados visualmente (curta distância) e atingidos por bombas burras, foguetes e canhões e armas de precisão primitivas (ex: míssil Bullpup, guiado por LOS). Nessa época os defensores desenvolveram sistemas SHORAD móveis sofisticados, como… Read more »

Bosco
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Bosco

seus = céus

colombelli
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colombelli

Necessidade há, mas não premente. Creio que FAB daria conta de defender estes pontos contra quem em tese pode alcança-los (hoje e ainda por um bom tempo). A questão toda é o custo. Embora eu tenha visto preço de 18 milhões de dólares um Pantsyr, a proposta russa era de,se não me engano 18 por em torno de um bi. Mas qualquer um sistema destes não irá sair por menos de umas centenas de milhões de dolares. Isso não temos hoje. Acho correta a decisão do EB de por mínimos meios de baixa altitude primeiro. Antes de uma década dificilmente… Read more »

Ozzy
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Ozzy

Suponho que a escolha óbvia para a defesa antiaérea de media altitude do Exercito, quando a economia melhorar, é o sistema que está sendo feito pela Avibras a partir da nacionalização do Sea Ceptor (na sua versão terrestre), em parceria com a MBDA. Primeiramente porque foi o missil escolhido pela Marinha, o que garante em conjunto entre as forças uma escala de produção minima. Alem do mais o sistema usa, na parte veicular, a mesma plataforma do sistema Astros 2020, facilitando portanto a manutenção. E tecnicamente é um missil perfeito para a nossa realidade, fazendo uma ótima defesa de ponto… Read more »

Bardini
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Bardini

“Alem do mais o sistema usa, na parte veicular, a mesma plataforma do sistema Astros 2020, facilitando portanto a manutenção.”
.
Não sei se não é rasgar dinheiro colocar um sistema desses em uma plataforma robusta como a do Astros… Realmente precisa?

Antônio
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Antônio

Bosco e demais colegas. Se há tantos pontos importantes a serem protegidos, sendo o primeiro de todos Brasília, a despeito da moda que virou falar mal do congresso, observo que não é possível defender tudo. Um território imenso… Quanto a Itaipu. Se um “comando” ou até mesmo alguns inimigos disfarçados como esses grupos da bagunça que já existem no país e são aliados dos inimigos da pátria, podem chegar na surdina e colocar bombas, por acaso as forças armadas tem proteção contra isso? O exército defendendo em estado de prontidão? Sem falar que são no mínimo uns 100 pontos… Não… Read more »

Antônio
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Antônio

Os sistemas israelenses têm se mostrado muito confiáveis.
Esse iron Dome é uma maravilha.
Muito embora esteja agindo contra foguetes de fundo de quintal…
Mas da primeira vez que usaram enfrentaram uns 2 mil foguetes.

Bosco
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Bosco

Antônio, Em geral os mampads têm o apoio de um radar de vigilância (busca) que indica o eixo da ameaça. Os operadores do Igla (cheda da peça e atirador) se voltam para a direção da ameaça e procuram o alvo visualmente (com auxílio de binóculo) e o atirador aponta o míssil que indica quando trancou no alvo com um sinal sonoro. Se não tem radar a vigilância é visual com auxílio de binóculos. Sendo de noite é preciso uma mira noturna acoplada no lançador para acharo o alvo indicados pelo radar. A ameaça, como você citou, é detectada bem além… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Antonio, bom dia. Sua observação realmente desperta dúvidas, dado às dimensões do Brasil e quantidade de estruturas críticas e estratégicas. Primeiramente, o conflito não ocorre do nada, há uma intensificação da crise. Se caminhar para um conflito, há a mobilização de meios e pessoal, sob um regime diferenciado de trabalho. Depois, vem o Estado de Sítio ou Defesa direto. Neste sentido, as Polícias e Bombeiros são reserva do exército, e tem mais quem serviu e ainda serve. No caso de quem ainda serve, quem estiver fora de onde será o TO. Sao todos empregados em segurança. As Polícias, com diminuição… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Ha ideias interessantes q podem ser postas mais tarde.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Antonio, não possuímos AWACS voando 24h. Nenhum país tem, nem os EUA. Eles voam onde e quando se faz necessário.

jose luiz esposito
Visitante
jose luiz esposito

Colombei , para que queremos Forças Armadas ? Para brincarmos de Defesa como brincamos , que Doutrina temos e contra quem pretendemos nos Defender , seria na tua opinião contra o Peru , Venezuela , Colômbia, ou outro vizinho , amigo e irmão , preferia que citasse um provável inimigo então , porque estes não são nossos inimigos e nunca serão . Talvez aqueles Indios que flecham aviões talvez ficariam mais baratos , qualquer pessoa sensata sabe muito bem que estamos sob ataque , com várias ONGs de nossos Mui Amigos fazendo o que querem e bem entendem conosco ,… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Mesmo no auge da Guerra Fria os EUA tinha AWACS 24 h por dia. O que ficava monitorando os bombardeiros russos 24 h por dia eram os radares OTH.

Lucas Schmitt
Visitante

Lembro que tinha um forista que cantou a pedra e disse que o Brasil estava negociando a aquisição de um sistema antiaéreo de médio alcance, e até o final desse ano saíram as notícias. Me pergunto onde está esse sistema, por que até agora não vi nada a seu respeito.

Bosco
Visitante
Bosco

Correção: “Mesmo no auge da Guerra Fria os EUA NÃO tinha AWACS 24 h por dia

colombelli
Visitante
colombelli

Jose, estes que fecham as estradas com ONGs e om uso de índios os são aparelhados da esquerda ( PT, Psol, PSTU, CMI, pastoral da terra e outros desta laia ou ONGs ambientalistas do mesmo naipe) e o EB sabe muito bem quem são e os monitora com as segundas seções de comandos de área, brigadas e unidades. Não se preocupe que tem gente com muita capacidade e formação e que sabe o que tem que fazer se precisar, pois as lições foram aprendidas. Não existe “amigo e irmão” em relações internacionais. Qualquer vizinho é um potencial inimigo ( exemplos… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

Antônio, complementando o que disse o Agnelo, não são todas as instalações sensíveis que importam efetivamente e tampouco são todas que ficam ao alcance dos adversários. Todas as críticas tem planos de defesa, interna e externa. Cada OM do Brasil tem seus pontos de defesa designados em caso de mobilização interna. Existe trabalho permanente de inteligência monitorando a situação desde o nivel OM pra cima. Em caso mesmo remoto de mobilização já há dados disponiveis e cumprindo planos previamente designados, os efetivos mobiliam as posições. Todos os TO possiveis tem planos de ação feitos pelo EMFA e pelo EME, contemplando… Read more »

Agnelo Moreira
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Agnelo Moreira

Antônio, isso aí q o Colombelli disse.
As unidades do EB são espalhadas pelo Brasil, com altíssima capilaridade territorial.
Cada uma possui um Setor de Proteção Integrado.
Esse setor são os municípios juntos as cidades com unidades.
Dali varias obrigações existem para as unidades:
É o setor de GLO.
Integração com os OSP
Apoio a Defesa Civil
Ações Subsidiárias (apoio ao IBAMA, RF, TJ, Secretarias de Saúde etc)
Monitoramento de recursos materiais e humanos mobilizáveis.
Estruturas logisticas (como capacidade das pontes e estradas)
Estruturas Críticas e estratégicas (onde é feito um reconhecimento e levantamento das necessidades de ocupação)
Espero ter esclarecido um pouco.
Sds

Desculpem erros eventuais, q a letrinha no smart tá cruel

Agnelo Moreira
Visitante
Agnelo Moreira

José Esposito, boa tarde
Forças Armadas não existem pra agora, mas pra sempre. Aliados podem ser inimigos depois.
Locais tranquilos podem ter crise mais tarde.
Há doutrina e previsão pra tudo.
Não há amadores como se vê tristemente no mundo político e infelizmente no acadêmico.
Também não existem soluções simples para problemas complexos.
Se há simplicidade em análises, há amadorismo, no mínimo.
Sds
Sds