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Jane’s: Exército Brasileiro examina helicópteros AH-1 SuperCobra dos EUA

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O jornalista Victor Barreira do Jane’s noticiou que o Exército Brasileiro entrou em contato com o governo dos Estados Unidos para investigar a possibilidade de comprar helicópteros de ataque AH-1 SuperCobra do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC), segundo fontes do EB.

Nenhuma conversa de governo para governo teria sido agendada ainda.

Os Estados Unidos anunciaram recentemente planos para vender SuperCobras excedentes através do programa de venda militar estrangeira (FMS). O tipo continua a ser uma plataforma de combate valiosa e a aeronave poderia estar pronta para entrega rápida, além de integrar aviônica moderna.

O Exército Brasileiro está considerando várias opções para atender aos requisitos do projeto de aquisição de capacidade de ataque, parte do Programa Estratégico Aviação do Exército (Prg EE AvEx).

197 COMMENTS

  1. Eita já!
    Tomara que der tudo certo, eu só acho que oito aparelhos é muito pouco, uns doze seria o mínimo necessário para formar um esquadrão ou esquadrilha…

  2. deveriam aproveitar que o preço é “amigável”, e comprar em vez de 8, 16 e dividir entre as bases do Manaus e Taubaté. E SE, realmente for viável, arriscaria 24 unidades e mandavam as 8 adicionais para a base de campo grande.

    • Tbm penso que ao menos se deve comprar de 12 a 24 aeronaves. Em se pensar em criar doutrina pra depois comprar vetores novos já vai estar de bom tamanho e já servem tbm pra operar no CFN( se a MB tbm pegar alguns) ou com o CFN mas pela AvEx pois são ex USMC já com proteção ante corrosão, será bacana ve los no Bahia ou no Mingão 2.rs

      • Nisso, Tomcat, concordamos. Até porque ele tem muita comunalidade de peças com o UH-1, projeto no qual foi baseado. Pelo menos espero que ainda tenha alguma coisa em comum, o que pode facilitar o treinamento do pessoal de manutenção e logística de peças, etc., mesmo que os UH-1 sejam da FAB. Seria útil tanto para uso com o CFN quanto com o EB.

  3. Sei la, ter helis de ataque é um passo muito e grande e importante, eu como conservador em se tratando de Brasil, nao compraria, parece bem arriscado. Agora, seria bom vê o estudo de viabilidade que o EB fez pra querer e achar que pode ter e operar uma arma dessa.

    • Saiu em blogs hispânicos essa quantidade de 8 helicópteros.

      Eu acho que o Brasil deveria comprar 24 ou 36 helicópteros Super Cobra e montar 2 ou 3 esquadrões na região norte. Já que não podemos ter tanques pesados lá, teremos helicópteros que farão muito bem o papel de um tanque hehe

      @OFF

      Saiu uma notícia de que Maduro foi às compras na China. (Infodefensa)

      • Na China, na Índia, na Turquia e na Bielorrússia, ou seja, o Maduro vai voltar de viagem com uma mala cheia de presentinhos novos para as forças armadas bolivarianas, enquanto isso os venezuelanos morrem de fome e tentam sobreviver catando restos de comida no meio do lixo na rua

  4. Melhor opção.
    Pós-venda de primeira.
    Peças sobressalentes em estoque.
    Mortal e sem firulas.
    Helicóptero de ataque com H maiúsculo.
    Seria mais audacioso no número de unidades adquiridas. Colocaria uns 48 aparelhos em 4 lotes de 12.
    O primeiro entre 2019-20, e a cada dois anos os lotes subsequentes.

    • Emanuel tem que tomar cuidado, muitas dessas células tem 30 anos, outras menos, mas foram usadas até o osso pelos marines, resumindo nem todas elas estarão em excelente estado, vão ficar com as melhores e menos desgastadas quem chegar primeiro, e parece que já tem país guardando lugar na fila. Romênia, Jordânia, Rep Tcheca, Países Bálticos, Filipinas e Malásia já demonstraram interesse

  5. É preciso saber que armas eles terão habilitadas (TOW, Hellfire, Sidewinder?), além dos foguetes não-guiados e canhão rotativo. Pois, se não vierem com capacidade antitanque e com muitos mísseis para praticar, de nada servirão.
    Talvez para dar umas bandas sobre as favelas do Rio e olha lá…!

  6. http://www.forte.jor.br/2015/01/03/exercito-brasileiro-avalia-quatro-helicopteros-de-ataque-dois-deles-russos/

    Já era? O plano previa que entre 2016 e 2019 o Exército Brasileiro fosse dotado de uma unidade de helicópteros de ataque. Não deveria ter uma licitação?

    MI-28
    Ka-52 Alligator
    Eurocopter Tiger
    AW129 Mangusta

    “Helicópteros de ataque: Exército Brasileiro concorda em também testar o Airbus Tiger”

    http://www.forte.jor.br/2015/02/06/helicopteros-de-ataque-exercito-brasileiro-concorda-em-tambem-testar-o-airbus-tiger/

  7. Me parece que o EB solicitou 17 motores (01 de giro) e peças sobressalentes. A oferta inclui como “set de armas” de cada exemplar um canhão de 20 mm M197, foguetes de dois calibres e mísseis guiados ATGM AGM-114 Hellfire (high config) ou Tow II Improved (low conf), acessórios e material de manutenção e mantenimento dessas armas.

    Esse poder de fogo não se encontra nada parecido no Brasil, exceto os AH-2 Sabre(Mi-35M) da FAB.
    Na categoria de “nações amigas” autorizadas a negociar, caso tenham interesse, figuram os Estados Bálticos (que já compraram o OH-58D Kiowa Warrior), Jordânia, Filipinas, Nigéria (depende da remoção de restrições da Casa Branca), Tunísia, Thailândia, Brasil, Iraque e Afeganistão. Outro cliente que não está na lista, mas demonstrou interesse, é a PMC BlackWater dos EUA.

  8. As nossas FFAA gostam de sucata , aquilo que querem vender esta sucateado , atrasado , vem pelado, do deserto Americano. E a Eurocopter fechando a Helibras por falta de encomenda.Vai um Tiger ai.

    • Todo castigo para a Airbus/Helibras é pouco, depois de terem vendido 50 helicópteros cheios de problemas por um preço abusivo.
      E eu prefiro Super Cobra usado a Tiger novo, pois é outro helicóptero cheio de problemas e com reclamações dos usuários.

      • Pode ter problemas ,mas o Tiger seria fabricado aqui na subsidiaria da Airbus , emprego e manutenção com coisa nova .Problemas também tem os AH-1 Super Cobra , com agravante de ser sucata , F35 Americanos dão problemas. Muitos reclamavam dos Sabres Russos que aqui operam, não estão os 12 funcionando?

        • Então é mais importante ser fabricado aqui do que operarem sem problemas?
          A Austrália está doidinha para se livrar de seus Tiger novos.
          Desconheço qualquer problema operacional com o AH-1W.
          Segundo o coronel Rinaldo Nery, que tem forte relação com o pessoal da ativa da FAB, a operacionalidade dos Sabres não é das melhores.

        • Vai montar uma linha de produção para produzir 8 aeronaves? 24? 50?
          Qual o custo disso, levando-se em conta que o Tiger já é caríssimo feito na Europa?
          Separa uns milhões e dá em “bolsa-emprego” para o pessoal cavar um buraco e depois tapar, já que é para jogar dinheiro do povo no lixo.
          Ainda nem recebemos todos os H225M, tampouco os pagamos, não vamos vender uma mísera unidade para outro país ou para um operador privado, a aeronave até agora não teve seus problemas resolvidos e você já quer arrumar outro ralo para jogar nosso dinheiro nele?
          Por isso que nossas FAs não tem dinheiro. Quando tem, iluminados acham por bem torrar em equipamento ruim e mais caro, só porque é “fabricado” no Brasil e gera empregos.

          • Rafael Oliveira . Esta é tua forma de ver ,(COMPEXO DE VIRA-LATAS)quanto ao VH-34 Super Puma , EC 725 , H225M armado da MB, entre outros que estão em nossas FFAA , são da Airbus/Helibras.Tem um projeto de um modelo Brasileiro , eu sou pelo desenvolvimento ,não ao atraso.

          • Atraso é a sua forma de pensar…

            Não faz sentido fabricar sendo economicamente inviável, com os parcos recursos que as FFAA recebem.

            Se os recursos fossem altos e o nro de aquisição altos eu seria 100% a favor de fazer aqui.

    • Primeiro, não são sucatas, ainda são vetores válidos no teatro de operação do Brasil.
      Segundo, as Forças Armadas não gostam de sucata, mas é o que dá para adquirir.
      Terceiro, concordo, os helis são atrasados (ou melhor, ultrapassados tecnologicamente) mas..
      Quarto, não dá para dizer que virão pelados, a compra pelo EB de missies TOW ou Helfire (este acho mais dificil) vai depender da necessidade e ou disponibilidade de fundos para isto.
      Quinto, se é para comprar um Tiger, se bobear o custo do lote de 18 Bell deve ser menor que a de 2 Tiger.

      Fred, os Heli serão utilizadas pelo EB, difícil acreditar que ira existir tantas operaçõesconjuntas entre o EB e MB. Então, não aporte muito no uso do Ocean (ou Pernambuco e quem sabe Atlantico)

      Bezerra, os Sea Hawk e o Super Cobra são helicópteros (e fabricantes) diferentes, acho que de comum o motor, mas o resto, tem mais a ver com os UH.

      A quantidade não depende só da vontade do Brasil em comprar e muito mais da vontade do Governo Americano vender, não é só o Brasil que deseja.

        • Que venham os dois, assim o EB tem mais escolhas operacionais. No teatro afegao faltou aos Apaches justamente esse tipo de armamento: menor custo, menor capacidade. Os Hellfires, como foram usados na maior parte do tempo, foram “overkill”, tanto que a partir daquele momento se deu enfaze no desevolvimento de foguetes guiados a laser, tipo os APKWS.

      • Amigo Humberto, seu que o Sea Hawk e o Super Cobra são aviões de rosca diferentes, no entanto, os UH-1 só tem em comum com o AH-1W o fabricante. A antiga versão AH-1J Cobra realmente possuía bastante sistemas em comum com o então UH-1. Com a entrada de serviço do SH-60 na metade final da década de oitenta, os AH-1W que também entrariam nas fileiras do USMC naquela metade final da década tiveram como requisito básico terem motores e sistemas comuns a aeronave de emprego geral que estava entrando em serviço na USN e no USMC, no caso o então SH-60 da Sikorsky. É bastante comum aeronaves de fabricantes distinto possuírem sistemas comuns para fins de manutenção e logística.

  9. E o custo operacional disso? E o preço da modernização? Com o dinheiro aplicado em material antigo dava para comprar helicópteros novos.

    • Não, não daria…
      O custo para atualização para um padrão próximo do Viper não é tão oneroso quanto o custo de aquisição de células novas, alias, muitos Vipers do USMC são células AH-1W que foram reconvertidas.

      • Na verdade eu falava de outros modelos, não de vipers. Um mi 24 tem preço por volta dos 12 milhões de dólares (2015). Por quanto sairia uma modernização?

      • Bezerra, a USMC no começo pensou em modernizar a maioria desses AH-1W para o padrão Z para poupar dinheiro, mas a mesma percebeu com o tempo que não valia a pena, pois o preço de uma unidade nova estava muito próxima de uma aeronave modernizada, com a vantagem da nova estar com a célula zerada

  10. Comprar um carro novo é caro , manter também , mas carro velho , usado , tendo que revirar ferro velho toda hora é triste e muito caro . É só uma analogia.

    • O AH-1W é um helicóptero extremamente rústico e robusto, projetado para operar nas desafiadoras condições impostas pelo emprego embarcado nos navios da USN. A manutenção dos mesmos é barata e garantida pela ampla disponibilidade de peças via FMS.

      Por seu turno a associação Helibrás/Airbus mostrou e mostra-se ruinosa para o país. Não apenas criou um virtual monopólio no setor público e policial que impediu a vinda de plantas fabris de outros fabricantes como a Bell, Leonardo ou Rosvertol além de ter impingido às forças armadas muitas vezes equipamentos ruins como a notória Kombosa.

  11. Ninguem sabe o real estado deles e afirmar que estão sucateados ( ou não) é pura especulação. Igualmente sem se saber o preço não se tem como avaliar custo benefício e afirmar que daria pra comprar um novo ( os mais baratos saem 22 milhões de dolares). O certo é que o Tiger está fora da nossa realidade, tanto que nem foi cogitado pelo EB nos estudos do helicóptero de ataque.

    Podem ter certeza que o EB não vai torrar dinheiro com bobagem. Se estiverem em condições serão adquiridos. 16 unidades se monta uma fração nivel pelotão em cada um dos batalhões.
    Uma aquisição conjunta com a MB de mais 06 unidades para termos 04 no Ocean ia bem e é viável. Ou seja, 22 a 24 unidades financiado a médio prazo.

    Mariner os Sabres não tem toda a disponibilidade que alguns anunciam. Ela é a mesma dos demais vetores da FAB, inclusive porque as manutenções seguem a planos padronizados. A fonte: O Cel, que checou os dados oficiais. Isso foi objeto de longa discussão no aéreo.

      • Doug385 sei como foi com os M 41 , quando servi o EB em 76 ,no RS , POA , cada vez que faltava peças era uma novela para o congresso americano liberar a venda. Eles dizem até para quem o Brasil pode vender.Ex.Recente foi A 29 de DNA Brasileiro , restrição para venda a Nigéria , agora esta liberada.

        • “quando servi o EB em 76” – o Brasil vivia sob governo militar que não era bem visto por boa parte do congresso americano e pela opinião pública. A situação atual é totalmente diferente.

  12. Excelente notícia. Tomara que finalmente tenhamos míssil Hellfire em nosso inventário. Um vetor deste nível somente lançando foguetes “burros” é um enorme desperdício de vetor.

  13. Nessas horas eu me pergunto: pra que serve o Ministério da Defesa? O mínimo que se espera de um país sério (e que não está nadando em dinheiro) é que haja um plano estratégico estabelecendo critérios para uma padronização de meios entre as 3 forças.

    • Em termos de capacidade operacional, n existe real necessidade de se padronizar diferentes forças, justamente porque os requerimentos operacionais e os financiamentos sao diferentes. Padronizacao eh uma limitacao.

      Li a pouco tempo atras um livro chamado Apaches in Libya. Conta a historia da operacao de Apaches do exercito britanico no hms ocean. Pensando padronizacao, de um ponto de vista politico, ou seja, simplorio que nao considera os detalhes operacionais, faria muito sentido padronizar tudo e operar apaches pelos royal marines, royal navy e army, porem a realidade eh que, apesar da maestria e sucesso que eles tiveram na campanha da Libia, o Apache n foi feito para operar sobre o mar e os riscos foram enormes. Em caso de queda sobre o mar, os apaches afundariam como tijolos forçando os pilotos a abrirem o canopy antes do contato com mar; alem das limitacoes de altitude minima de voo sobre o mar e logisticas associadas a operacao do armamento embarcado, sem contar os pequenos detalhes como a limitada envergadura do trem de pouso do apache, que garantem pouca estabilidade sobre um deck de navio. Esse eh apenas um exemplo. Outro seria aqueles das forcas armadas americanas, que sempre quando podem, preferem escolher seus proprios meios, diferentes das outras forcas.

  14. Não vejo vantagem em mais que 08 unidades.
    .
    Investir em muito mais do que 08 unidades é um tiro no pé. O dinheiro que gastaria pra armar, operar e manter mais do que 08 unidade seria um absurdo em se tratando de um helicóptero usadão.
    Poucas unidades serviriam sim, muito bem para o EB começar a operar esse tipo de aeronave. Desenvolver os conhecimentos logísticos, operativos e etc… Lá na frente, compra um lote de AH-1Z e é sucesso!

  15. 16 a 24 unidades seriam muito benvindas, e também seria bom, para dar uma “gelada” na Helibras, comprar mais H-60s por oportunidade.

  16. Senhores
    O EB está nas Operações Furacão.
    O EB está no socorro aos refugiados venezuelanos em um local de logística difícil.
    O EB está lutando pra garantir Guarani, ASTROS 2020, SISFRON, GCiber, IA2.
    O EB está quase sendo entubado na RCA, q será caríssima…
    O Super Cobra é ótimo, muito bom mesmo, mas, tendo em vista o supracitado, tá difícil…
    Ah… e não falem de Leo2 A4, pq é 4x mais caro q o Léo 1 e o A6 é 20x mais.
    Sds

    • Concordo com você Agnelo. O EB esta com as contas no vermelho. Acrescento aos programas que você citou os 60 M109 A5 e os 32 M109 A5+. Cabe ressaltar que dos 60 M109 A5 que adquirimos, 04 já chegaram. E ao que parece, quando a situação financeira melhorar, todos serão modernizados aqui no Brasil, ate o padrão A5+

    • Com a intervenção no Rio, acredito que a missão na RCA deve perder força e não sair, pelo menos nesse ano.
      Só o EB conversar com o Meirelles que ele cuida dos entubadores rsrs.
      Eu acho que vem. A MB não tinha dinheiro pro Bahia e pro Ocean e eles foram adquiridos. A FAB vive dizendo que está sem dinheiro, mas comprou o SC-105.
      E o EB ultimamente anda comprando bastante coisa dos americanos a preços módicos.

      • Estou torcendo q venha.
        Mas o $ tá apertadão mesmo… muito!
        A RCA está por conta do GF.
        Particularmente, acredito q RCA, Operações Furacão na intervenção e a ajuda humanitária em RR, é muita perna pro EB, com esse problema de recursos.
        Lembrando q um Btl na RCA envolve 4 unidades mandando efetivo profissional lá e mais umas 4 preparando aqui, no mínimo, pro BRABATT. Ainda tem a Cia Eng e a Cia PE.
        Mas, voltando ao Heli, é uma aeronave formidável.
        Há muitos anos, quando eu estava na ESAO, era uma aeronave já preferida, por N motivos.
        Hj, ela está mais velha, mas continua bem.
        Uma coisa muito importante, é q o EB não está bobo pra compras, e vai exigir um contrato q dê certeza de capacidade de operação. E, por outro lado, os americanos, como os suecos, honram seus contratos e não inflacionam em um renovo de contrato, diferente dos franceses q honram, mas metem a faca no renovo ou os russos q não honram…
        Sds

        • Agnelo, sempre li isso em vários lugares, que com os americanos é extremamente difícil negociar, fazem jogo duro, mas cumprem à risca absolutamente tudo o que é contratado, já os franceses parecem ser extremamente dóceis nas negociações, mas depois de tudo contratado criam enormes dificuldades no curso do cumprimento do que foi acertado. Já os russos…
          Aliás, parece que no caso dos Mirage III a FAB passou por dificuldades com os franceses.

        • Agnelo, fiquei curioso quanto a experiência do EB com os suecos, o caso por você citado seria dos rbs-70????? Bom, quanto a franceses passarem a faca, essa fama já e conhecida não só aqui, a dos russos não cumprirem também já é conhecida em boa parte do mundo

          • Os suecos honraram, conosco, com AT-4, CSR 84 mm e agora com o AAe, e o q se conhece com outros países com meios mais complexos.
            Por curiosidade, é pra descobrir essas coisas q também servem os adidos.
            Sds

  17. Essa compra de oportunidade seria boa para a Marinha, ainda que seja um bom ativo se encaixa mais lá que no Exército. Talvez se tiver uma quantidade realmente grande, acima de uns trinta, poderiam dividir entre as duas forças deixando os excedentes no Exército, mas fora isso contando os meios existentes nas duas forças e suas compatibilidades essa compra é meio nonsense, só justificaria por exemplo se o Exército estivesse passando necessidade de meios para cumprir tanta missão quanto estão assumindo porque essa é a única venda do tipo em curto prazo.

    Enfim, mesmo se o Exército comprar e usar, que repassem para a Marinha depois, ao menos parte das células.

  18. No dia 24 de janeiro último, o Southern Maryland Higher Education Center recebeu o evento AH-1W Helicopter Industry Day, e na ocasião, esse equipamento militar considerado como “surplus” (excedente) foi oferecido a nações estrangeiras “amigas” dentro das especificações EDA (Excess Defense Articles).

    Essa oportunidade de negócios foi publicada no Federal Bussiness Oportunities (Fedbizops.gov) e abrangia desde a necessidade de treinamento de voo e manutenção, mantenimento e reposição de “Whiskey Cobras“, até novas atualizações de aviônica e upgrades de sensores.

    Essas opções tornaram-se comercialmente disponíveis em preparação para transferências a forças estrangeiras a partir de 2018.

    A ideia é que uma “nação amiga” autorizada possa comprar as células e retorná-las a condição de voo, e também receber suporte contratado disponível para fazer da venda uma operação “ganha-ganha” devido aos custos envolvidos serem consideravelmente menores que a aquisição de material novo.

    Qualquer empresa norte-americana capacitada que esteja buscando apoiar a iniciativa com seus serviços e produtos, e que esteja cadastrada no Fedbizops.gov pode participar.

    Assim que a oferta se torna pública (nos EUA), clientes FMS manifestam seu interesse via Adido Militar, Embaixada, Emissário Especial ou Comitiva de Militares. Isso ocorreu com o Brasil (Exército), que manifestou interesse em oito células, peças, partes e componentes e mais 17 motores (um de giro).

    A oferta inclui como “set de armas” de cada exemplar um canhão de 20 mm M197, foguetes de dois calibres e mísseis guiados ATGM AGM-114 Hellfire (high config) ou TOW II Improved (Low config), acessórios e material de manutenção e mantenimento dessas armas.

    Significativo dizer que, para um helicóptero dos anos de 1990, esse poder de fogo não encontra correlato no Brasil, exceto por alguns poucos AH-2 Sabre da Força Aérea Brasileira baseados em Porto Velho, Rondônia.

    O cockpit do AH-1W é antiquado pelos padrões de hoje, incorporando indicadores de “reloginhos”, escopos de segmentação óptica e até mesmo um monitor heads-up (HUD) para o piloto que parece ter sido arrancado de um PC desktop da década de 1980.

    Um novo cockpit “digitalizado” aumentaria substancialmente sua letalidade. A oferta afirma que qualquer nova configuração do cockpit terá que funcionar com as armas existentes da aeronave. Mas mesmo que seu sistema não seja de ponta, o Super Cobra continua brutalmente eficaz em seu trabalho.

    O Exército dos EUA anteriormente desativou sua frota de modelos AH-1 de motor único, menos capazes, e que foram retirados do serviço no início dos anos 2000, um processo que terminou em 2010.
    Originalmente, o programa AH-1Z pretendia remanufaturar células existentes AH-1W, mas isso mudou rapidamente à medida que o programa ganhou impulso. A diferença de preço entre helicópteros novos e remanufaturados encolheu drasticamente, então realmente não fazia sentido passar por todo o esforço e logística de reutilização de células dos antigos AH-1W.

    No final, apenas 37 AH-1Ws foram reconstruídos como “novos” AH-1Zs, e esse esforço terminou em 2014.

    Como resultado indireto dessa situação, ocorreu a disponibilidade de uma grande frota de Whisky Cobras que poderia ser vendida como excedente para um comprador estrangeiro ou doada via Foreign Military Sales. Claro que qualquer venda teria que ser aprovada pelo Departamento de Estado dos EUA.

    Na categoria de “nações amigas” autorizadas a negociar, caso tenham interesse, figuram os Estados Bálticos (que já compraram o OH-58D Kiowa Warrior), Jordânia, Filipinas, Nigéria (depende da remoção de restrições impostas pela Casa Branca), Tunísia, Thailândia, Brasil, Iraque e Afeganistão.

    Um “cliente” que não consta de nenhuma lista oficial, mas demonstra interesse, é a PMC “Blackwater International’s”, que ambiciona criar uma frota aérea “de aluguel” para operações em regime de “contrato”, especialmente no Afeganistão.

    • Caro Adriano, posso estar errado, mas acho que o esforço de revitalização do AH-1 é exclusivo do Corpo de Fuzileiros dos EUA. O US. Army retirou o modelo de serviço e o repassou a aliados e instituições internas ainda no começo do milênio.

  19. Seria interessante a aquisição de 16 unidades (8/8) pro EB e ao menos 6 unidade pro MB/CFN… seria o ideal pra se criar doutrina … nas 2 forças

  20. Sei não… ,helicópteros comprado novos, as vezes já não dão uma boa disponibilidade ….Imagine estes usado até o osso ,devem ter uns 25 a 30 anos…..
    Se for doados ,pagando a modernização lá apenas ,tudo bem… Mas se for pra comprar e ainda gastar com modernização ,acho melhor comprar novos ….
    Sei lá ,troca em carne , soja , linguinça, galinhas etc ..com os Russos ,e trás um novo…

  21. Adoram uma sucata. Nada novo.

    Uns tempos atrás o Rooivalk estava na “pista pra negócio” junto com o míssil Mokopa, o Brasil poderia até ser co-desenvolvedor do projeto pq a industria de defesa da SA estava em liquidação…

  22. Agnelo, muito bem lembrado, e, aliás, é um motivo a mais pra não nos metermos na RCA. Quando ao Leo 2 tu reafirmas o que eu tenho renitentemente dito aqui embora tenha gente leiga querendo por CC em ambiente urbano ou apregoando a inutilidade de unidades blindadas no Brasil pois não haveria mais combate blindado convencional. O EB em mais este aspecto está demonstrando bom senso no gerenciamento das dificuldades e das disponibilidades e irá fazer de novo agora se for o caso em vista desta oportunidade de aquisição de aeronaves. Felizmente se percebe que a MB e a FAB vão no mesmo rumo do pé no chão.

    Sub- urbano, concordo contigo quanto ao Rooivalk, era uma boa oportunidade. Não sei porque não cogitaram ele nos estudos. Porém, uma sucata que cumpra missão e a bom preço é melhor que nada.

    Bardini, tua ponderação faz sentido. Cogitei 16 tendo em vista a intenção de equipar todos os 04 batalhões com ao menos um pelotão. Como não há sentido pelotões com menos de 3, esta dotação carece no mínimo de 12 unidades. Ficaria um numero intermediário.

    No mais, amigos, vamos aguardar o preço. É ele que dita o custo/benefício.

  23. Se superadas as discussões das condições de sua boa aeronavegabilidade, sua atualização tecnológica mínima à atuação em um cenário padrão, e logicamente o interesse efetivo do EB, vislumbro, sim, um utilíssimo uso desse vetor como mais uma ferramenta de contenção nas guerras irregulares, leia-se narco-guerrilhas, que ameaçam potencialmente nossa extensa fronteira seca, em especial a contígua às Repúblicas Bolivariacínicas.

    Qto à MB, não penso que haja interesse ou, principalmente, capacidade para arcar com um ônus logístico e financeiro que não lhe beneficia diretamente ou atenda suas prioridades atuais, que estão na superfície do mar ou abaixo dela.

    Agora é esperar para saber se o Cobra vai fumar no EB …

  24. Até que seria boa a compra desses helicópteros, provados em ação.

    Mas a “guerra comercial” do Trump, que acabou nos prejudicando, e muito, não pode jogar água nessa negociação? Ou o fator militar, estratégico não foi afetado nesse caso?

    • Com o Atual governo e muito provavelmente com o próximo não haverá problemas em relação a isso…se fosse o Ciro podia esquecer

    • Na verdade em relacao a aquisicao de equipamento militar dos eua, via FMS, soh tem a melhorar na era Tramp, ja que ele esta se movimentando para flexibilizar, descentralizar e desburocratizar o FMS, facilitando assim suas exportacoes.

  25. Lendo certos comentários parece que tem gente que não sabe diferenciar entre desejo e realidade. Tem situações em que mesmo uma condição de venda generosa ainda está fora da nossa realidade. Por exemplo: se alguém me disser sabe aquela Ferrari que eu comprei por US$ 3 milhões, como vc é meu amigo lhe vendo 300 mil, eu agradeceria mas recusaria a oferta, ou seja nem c/ um desconto de absurdos 90% eu teria condições de comprar. Essa é a triste realidade do Brasil, podem nos oferecer excelentes produtos por ótimos preços, mas não há verba nas FA p/ isso, não adianta sonhar c/ Barcelona, nossa camisa é o Pindaíba Futebol Clube.

      • Eu me refiro aqueles que reclamam que é sucata, que temos que comprar novos, outros que tem que comprar dezenas, etc. A nossa realidade é: se der, comprar poucos, pois não temos $$ p/ mais e também p/ mantê-los voando – coisa que também muitos não lembram – fazer filhos é bom, mas criá-los custa muito …

        • LucianoSR71, alguns parecem crianças de sete anos dialogando:

          “- Meu pai tá querendo trocar de carro, foi na loja ver um.

          – Pois o meu falou que vai comprar 5 BMW’s novas, uma pra cada um lá de casa, e uma com motorista pra ficar pra mim!!!!!!!!!!!!!”

          • Boa, rs, mas acho que esses são piores pois as crianças crescem e passam a entender o que é a realidade, já uns aí envelheceram e não aprenderam nada.
            Abs.

  26. O Brasil deve comprar sim, é digo mais que o Brasil no futuro compres os novos supercobra.não fiquem sonhando é o supercobra ou nada,o governo não vai liberar verba para aquisições novas,mas para compras de oportunidade sempre arrumam,e srs os fuzileiros ainda usarão o supercobra,não é material obsoleto.O governo americano sabe que o único pais que pode fazer frente a maduro é o Brasil,é por isto estamos recebendo materiais de segunda mão não obsoleto,no caso m-109a5,blindados municiadores.Sei que vão me criticar mas os hummer para as policias militares, é combate aõ narcotráfico,eles são muitos bons em estrada de terra.

  27. Poxa….podia ser o quadripá né! “Urtimo tipo”.
    Daí pra frente me levo a crer que os Mi35 vão ficar só no esquadrão atual, embora sejam da FAB, mas manter uma linha de manutenção das 3 forças é o que se espera.

    • Tudo que existe do lado de lá é alvo e pode ser atingido. O que se tem a fazer é tentar utilizar direito o equipamento para minimizar as perdas e otimizar os efeitos no inimigo.
      Um helicóptero de ataque deve atacar seus alvos se mantendo oculto pairado em voo baixo utilizando o relevo para se esconder e não como um caça da SGM passando por sobre o alvo em alta velocidade.

      • Perguntei porque, se não vale a pena comprar um CC moderno e caro devido às armas anticarro baratas, esse raciocínio deve valer até mais para caríssimos helicópteros, não?

        • Fila,
          Mas tudo vira alvo se não for empregado direito. Os carros de combate foram desenvolvidos para guerra campal, avançando com a infantaria e com apoio de artilharia e fogo de aeronaves.
          Em guerra urbana a infantaria desmontada é que é arma indicada. Só que a realidade teima em ser diferente da doutrina. rssss
          Helicóptero de ataque é do mesmo jeito. Se for pra empregar ele como um avião da SGM atacando com foguetes e canhões a baixa altitude, ele corre sério risco de ser abatido por manpads e artilharia e até mesmo por tiros de fuzil. Se for empregado do jeito certo, com um protegendo o outro com seus canhões, pairados quase tocando o solo, utilizando o relevo para permanecerem ocultos, lançando seus mísseis com mínima exposição, eles não serão alvos fáceis.
          Melhor ainda se lançarem seus mísseis de posição protegida, com os alvos iluminados por equipes de solo ou por outros meios aéreos (UAVs, helicópteros de reconhecimento com sensores no mastro, etc).
          Esses helicópteros podem ficar ocultos a vários quilômetros dos alvos e subir rapidamente varrendo a área à frente com a câmera térmica. Ela grava o que vê e os tripulantes analisam a imagem depois que o helicóptero volta à segurança atrás do relevo e se encontrarem algum alvo eles lançam os mísseis sem que o helicóptero esteja na linha de visada e só iluminam o alvo com o laser nos instantes finais, reduzindo a janela de vulnerabilidade.

      • “Vamos avisar para os 50 países que utilizam helicópteros de ataque que todos estão equivocados”

        Não acho que esses 50 países estejam equivocados

        “só você está certo que não tem jeito de helicópteros sobreviverem no campo de batalha.”
        ?????????????? Em que parte do meu comentário eu disse que não tem jeito de helis de ataque não sobreviverem em campo de batalha??????? Eu não disse isso, aliás eu nem seria louco de dizer um absurdo desses

        Creio que você interpretou mal o meu comentário

  28. Buenas…

    A galera torce pra caramba… Mas se quisermos ser realistas, as coisas andam bem diferente.

    Na conjuntura atual o EB tem necessidade de vetores utilitários mais robustos. Se tivesse essa grana, é muito, mas muito melhor em qualquer ponto de vista investir em 16 H60. Até por que a capacidade de mobilidade deles é o que o EB precisa no dia a dia. Se fosse pra comprar uma máquina de ataque, HOJE (nas atuais condições financeiras do país somado ao tipo de missão que cumprimos e estamos cumprindo) é muito mais compensador comprar os kits pro AH60. Mesma plataforma, armas de ponta.

    O que passa disso é utopia. Não acredito que HOJE comprar 12/24 cobra ajudariam o EB em alguma coisa. É mais um abacaxi pra gerenciar. E logística não é pra amadores.

    Se eu tivesse responsável por isso, comprava 6 Chinooks ou 6 MI-26 pra Amazônia (o C295 e o C130 não resolvem tudo, nem o KC390 resolverá- tem coisa pesada pra ser transportada pra um determinado ponto que demanda uma aeronave com essa capacidade) e + 16 black.

    Isso é pensar com o pé no chão. O resto é torrar dinheiro.

    • Mais H60, mas, uma pergunta, quem escolta os H60?

      Da uma busca no google por “Operation Red Wings”, e veja o que acontece quando voce insere forças helitransportadas em territorio inimigo sem escolta apropriada.

    • Bille, mas o EB não irá resolver (ou minimizar bastante) esse problema com as aeronaves Sherpa?
      Sai muito mais barato o transporte por asa fixa do que por asa rotativa, então usar helicóptero para transporte deve ser a última opção (ainda mais as pesadas), do ponto de vista econômico. Mais barato construir uma pista de pouso.
      PS: eu gostaria que o EB tivesse heli pesado, mas, por hora, acho melhor focar em outras necessidades.

  29. Bom seriam se adquirissem novos, mas conhecendo o nosso país não vai rolar. Temos que equipar nossas Forças Armadas dentro do que permite nossa triste realidade.

    • O Piloto de Combate já disse em outra postagem, voar a 3m de altura, a 180 km/h com rampa de até 60º o MI-35 não faz, portanto não serve ao Exercito.

  30. Melhor compra de oportunidade impossível, o exército a muito tempo quer helicópteros de ataque ao solo, pena que a quantidade é pequena, mas o exército deve ter suas razões para isso, talvez as outras células não estejam em estado aceitável, ou custos envolvidos seriam proibitivos, ou queiram poucas unidades para se formar a doutrina primeiro. Espero que futuramento isso leve a compra de mais, para preencher a quantidade ideal vislumbrada pela força.

  31. Tira essa de equipamento russo, pelo os relatos que se tem dos sabres a manutenção deles é difícil porque os pós-venda russo é uma merda.
    Essa ideia de que usado é ruim é uma das mentalidades mais burras que se tem, prefiro um focus glx 2.0 2013 do que pegar um moby 0km, já que eu não tenho grana para pegar um focus 0km que custa pelo menos o dobro, só uma anologia.

  32. Ahh, porque os outros têm manpads;
    Ahh, porque é velharia;
    Ahh, porque é pesadelo logístico;
    Ahh, porque é pouca quantidade;
    Ahh, porque tem mais de 30 anos de uso;
    Ahh, porque é caro de operar e manter;
    Ahh, porque vai virar rainha de hangar…
    Ahh, porque não vai adiantar…
    PQP !!!
    Brasileiro é o povinho mais chorão do planeta Terra! Talvez por isso estamos na lama em que estamos e não devemos sair tão cedo…

  33. que venha super cobra eu acho helicópteros mais bonito gostaria marinha comprasse 10 faz lembra comando em ação tenho ate hoje quadado.

  34. Está anv tem em comum com os BHs, o motor, a transmissão e redutor do for de cauda, de UH do o nome do fabricante, Bell.
    Eles vem de graça, o valor é apenas para não ser doado.
    O que pega então:
    Todas as células foram sendo estocadas, a medida que atingiram o IRAN, é isto sim é caro e deve ser feito nos EU com fornecedor americano. Quanto custa? Não sei, mas não é barato. Ainda há a questão da modernizacao, pois o aviônicos estão defasados e descontinuado. Quanto custa?
    Não sei, nas é obrigatório que seja feito nos EU.
    Outra questão e o armamento:
    Munição para o Vulcan, foguetes guiados e mísseis Hellfire.
    Quanto custa??? Não sei
    Outra questão:
    Criar o esquadria, o staff e a linha logística.
    Quanto custa? Não sei.
    A única coisa que eu sei é posso afirmar tacitamente:
    O EB não tem recursos para isto.

  35. Uma maquina dessa com apoio do A29 interdita o campo de batalha, não da pra se mover com essas coisas voando… Imagina VC avançando por uma estrada com seu grupo de combate e aparece uma coisa dessa… Imagina VC dentro de um M113 levando uma saraivada de 20 mm nas costas… Acho uma boa compra… E dinheiro não falta no Brasil… Esqueçam esse mantra… E agora que os políticos arregaram para os militares e tendo a perspectiva de um governo de direita no país, tudo vai melhorar… Inclusive a economia…

  36. Nunca entendi a compra dos helicópteros russos de ataque, ainda por cima terem ido para a FAB, acho que foi coisa do governo petista, pois parece não se integrarem a nossa doutrina, não usamos equipamentos russos.

    • os Hind são robustos, aguentam facilmente disparos de diversos calibres, eles operam em uma região onde o narcotráfico é pulverizado, sem falar que o Hind pode levar 8 soldados completamente armados e fazer uma gama de missão de ataque e escolta com esses soldados, leva uma carga considerável de 1,5 toneladas e armas diversas. A FAB fez uma boa escolha pois por um preço justo teve um helicóptero que cobre mais que apenas a função de ataque. Sem dizer que o POTI tem uma alta disponibilidade desses meios em que por diversas vezes, chegaram a ter 100% da frota operacional. Mas a média dessa disponibilidade é superior a 70 – 80%.

  37. Foi barganha comercial, parece meio deslocado, mas usamos o igla também, ao vivo é fenomenal, lemos muita coisa a respeito dos sabre, acho que muita fantasia, sobre equipamentos usados, boa parte dos F5 tiveram es

  38. Vamos adquirir vetores de segunda mão, que de antemão sabemos que foram usados “até o osso”?
    Por acaso isto é uma piada redigida para show de Stand Up Comedy?

  39. Enfim, depois de 50 anos do Vietnam, o EB adotou o calibre 5,56 e agora o Cobra, no caso o SuperCobra. Quando as Malvinas fizerem 50 anos teremos caças com mísseis antinavio.
    .
    Se colocar as exigências de armamento e manutenção no contrato, pode contar que Tio Sam vai honrá-lo. Honrou a manutenção dos F-16 venezuelanos.

    • Não honrou a venda dos mísseis para os F-16 do Chile.
      Quer dizer, honrar eles honraram, mas os mísseis ficariam guardados lá nos EUA.

  40. Boa notícia, eu adoro esses helicópteros, serão algo impar no Brasil, muito superior aos Sabra, aliás, nem estão na mesma categoria. Atualmente 8 supercobras no AtLãntico Sul seria fantástico!

  41. Como eu sempre serei contra comprar velharia com a desculpa da formação de doutrina..

    Vou dar uma opção que vai ter melhor uso e se vão levar para a RCA, tem que ser algo novo e não recauchutado.

    Pega mais 4-6 Blackhawks e coloca o kit do Arpia III ou até do do IV.

    O poder de fogo é o mesmo do Cobra e do Apache e os Kits ainda podem ser removidos para executar missões utilitárias.

    Certamente vai sair mais caro, mas se é pra ir pro pau não da pra ir com velharia pintada e polida.

  42. Os caras preferem que o E.B. continue com o Fennec como Helicóptero de “ataque” mas não aceitam as “velharias” que metade do mundo quer.

    Tá “Serto”.

      • Alguém citou os Estados Bálticos, Jordânia, Filipinas, Nigéria , Tunísia, Thailândia, Brasil, Iraque e Afeganistão. Esses são os que estão autorizados a negociar via FMS

        Agora sai oferecendo aí pelo mundo pra ver o que acontece.
        Vende tudo rapidinho.

        Os Yankees estão vendendo os KIOWA que estavam estacionados no deserto a mais de 10 anos. Imagine esses que estavam voando até ontem…

          • Rodrigo, você vem de peito aberto, cheio da atitude, criticar a opinião do colega acima. Use todo esse vigor para tentar entender o que está sendo dito.
            Em relação ao tema, o “grande mundo” que você cita se divide em:
            1. Países que operam outro modelo desse tipo de aeronave (superior) (Um grupo bem restrito);
            2. Países que operam outro modelo desse tipo de aeronave (similar ou inferior);
            3. Países que operam o Super Cobra.
            4. Países que não se enquadram em nenhum dos grupos acima, possuem interesse e permissão para adquiri-lo.
            5. Países que não se enquadram em nenhum dos grupos acima, possuem interesse mas não permissão para adquiri-lo.
            6. Países que não possuem condições de operar uma aeronave desse tipo (a maior quantidade de países no mundo).

            Os grupos 1 e 2, por razões óbvias, não são mercado para essa aeronave. Os grupos 5 e 6 também não. Note, portanto, que, excluídos os grupos acima, resta “pouco” do mundo como potencial comprador da aeronave. E isso não tem nada a ver com a sua qualidade e/ou outras questões.

            É de se notar, também, que isso vale para as maioria dessas aeronaves ocidentais. O potencial mercado é o mesmo, sendo até mais restrito considerando a questão preço.

  43. Como sempre há opiniões diversas e jamais se agrada a gregos e troianos. Que o EB consiga fechar este negócio sendo 8 ou 80 helis pois já ajudará a manter de modo um pouco mais elevado, a nossa condição de maior força militar da AL.

  44. Senhores
    Doutrina nós temos. Não temos é o Heli…
    Um Heli Atq é necessário para aumento do poder de combate e de capacidades.
    Achar o Super Cobra uma velharia é como achar o F-15, ou 16 ou 18 também.
    Achar q um BH com Kit de armamento cumpre a missão de um “puro sangue” é achar q o Safety Car da F1 2017 pode correr contra as Maclaren do Senna.
    Senhores
    Opiniões inteligentes são bem vindas.
    Essas soluções simplórias e implicâncias podem ficar pro blog do mussão…

    • O ideal é comprar o Guardian

      Mas não tem grana..

      Compram velharias que irão voar pouco e depois render milhões em modernizações nos mesmos “esquemões” de sempre.

      • Isso foi amplamente divulgado.
        O EB preferiu ficar com seus Fennec com foguetes do que com Kiwo com Hellfire, pois se for para comprar um heli de ataque, tem que ser puro-sangue, na visão do EB.

        • Cara…
          Qual o problema dos Fennec?
          .
          Com o investimento que teira de ser feito para introduzir uma aeronave redundante, poderia se equipar com Flir e míssil todos os Fennec, que durariam muito mais no EB e ainda sobraria dinheiro…
          .
          No final, não se teve dinheiro nem pra um, nem para o outro.

          • O problema não está no Fennec está na falta de mísseis integrados ao Fennec do EB.
            Quanto ao preço, um Kiwoa armada e com munição saiu cerca de US$ 4 milhões. Para mim, foi um ótimo negócio.

          • U$ 4 milhões por “unidade” não é pouca coisa!
            .
            Os Fennec, com o Retrofit, tem mais de 20 anos pela frente no EB. Se for para investir em uma aeronave leve, que seja neles.
            Já conhecemos, sabemos operar e manter e etc.

  45. Tem q ver pra que o brasil quer um heli, pra dar apoio as tropas em guerras assimétricas fazendo par com o supertucano ou para ser um heli anti tanque ? Se for pra 1 opção um puro sangue se for pra 2 um esquilo armado com misseis ta bom tamanho

    • Augusto,
      Vc não trocou as bolas?
      No mais, a pergunta sobre o cenário mais provável de utilização é muito pertinente.
      Minha opinião é que, se formos considerar cenários mais prováveis de utilização, estamos muito bem servidos do MI-35, compondo uma força tarefa.
      Única desvantagem que vejo é maior vulnerabilidade aos Manpads, em função da menor manobrabilidade

      • Carvalho, para barrar tanques, so basta misseis e uma boa camera IR, isso voce pode botar em qualquer heli, agora para caçar terroristas, usar um missil é muito caro, voce usa um canhão e foguetes e pra isso precisa de um bom sistema de mira, blindagem e agilidade. Sobre o uso dos esquilos, vale lembrar que na guerra do Libano em 82 os Sirios empregaram gazelles armados com Milans com maestria.

        • Luciano,
          Agora entendi seu ponto de vista.
          Mas tanques não andam sozinhos. Fazem parte de uma força convencional….portanto, com cobertura.
          O tempo dos gazelles já passou. Fazia parte de uma doutrina de emprego de enxames de helis leves para deter os CCs do pacto de Varsóvia.

          Me agradaria ver os MI 35 fazendo proteção para os elementos de manobra do BAvex

  46. A oportunidade e ímpar de ser ter um heli de ataque puro sangue, mas como sempre, o problema será manter e operar, porque:
    Porque hoje o EB já tem no inventário CINCO LOGISTICAS DE MANUTENCAO DIFERENTES,e pelo três ou quatro doutrinas de.operacao.
    O EB teve nos últimos anos a experiência negativa de não ter recursos suficiente para efetuar os IRAN nas células de Panther, e a medida que chegavam a este nível de inspeção eram “envelopadas”. Só sairiam da situação face a modernização goela abaixo imposta pelo desgoverno Brasil anterior.
    Voltando ao AH-1z, e um baita heli de combate, vem de graça, como doação, mas dirão alguns:
    “Porr…………a, compra logo, que venham” e por aí afora.
    A ” situação do problema” e a seguinte:
    Estas anvs foram sendo encostadas a medida que atingiram o nível de grande inspeção(lembre o que eu falei acima do Panther), então para voltarem a operar necessitam efetuar uma grande e cara inspeção, a ser feita no EU.
    Fora isto, os aviônicos de voo principalmente estão defasados, e com a baixa deles, a linha de suprimento destes ficara mais restrita e mais complicada, então o ideal seria trazer a aviônica para um padrão semelhante ao AH1w, para facilitar e podermos utilizar o extoque do USMC via FMS, aonde se paga o mesmo preço que os Marines.
    Outra questão, para não virar um “Esquilo com Toddynho” sera necessário adquirir os Hellfire, os foguetes ar solo, a munição dos canhões, bancos de prova, gabaritos, literatura e treinar o.pessoal na operação e manutenção deste armamento.
    Temos ainda toda a parte física de criação do esquadrão, equipamento de apoio de solo, estrutura física e recursos para operar.
    Tem dinheiro para tudo isto???????
    Todos sabem a resposta.

    • Juarez, se alguém pegar o orçamento do EB e ter culhões para refazê-lo do zero (orçamento base zero), certeza que acha um monte de inutilidades para cortar e sobra dinheiro para comprar, manter e operar até o AH-1Z Vipe em três esquadrões com 12 unidades cada. E ainda daria para trazer uns Chinooks e uns Blackhawks.
      .
      O problema é que ninguém está disposto a cortar inutilidades, fechar OMs, remanejar pessoal “de verdade”, extinguir funções inúteis e etc, pois muitos militares vivem delas e alguns só ingressaram no EB para exercê-las. Eles devem achar inutilidade investir em heli de ataque e armas. O que importa é ter cavalo pro desfile, canapés para cerimônias, equipe de reportagem para registrar homenagens e entregas de medalhas.
      .
      Agora se ninguém quiser por a mão no vespeiro, você estará certo. Mas eu ainda acho que o EB vai trazer os helis, ainda que para operar mal e porcamente.

  47. Saiu uma matéria no Kavock Brasil de 2016, a empresa DENEL da África do sul quer voltar a fabricar o seu helicóptero de ataque Hooikval, um projeto interessante por causa do seu baixo custo, usa motores do super puma, o Brasil foi procurado, seria melhor fabricar aqui em grande quantidade, para América do sul teria mercado em outros países.

    Sobre o cobra, não é sempre que aparece uma chance dessas, garantia até 2032 para manter os helicópteros voando, treinamento e munição incluídos, o preço deve ser baixo. O Afeganistão comprou a versão nova e ainda reforçou com alguns modelos de segunda mão.

  48. Rafael, se vierem, tenho certeza que não serão operados “mal e porcamente”
    Desculpe, mas desta vez vc está equivocado.
    Acho o MI35 tremendamente sub utilizado em manobras compondo forças tarefa junto com o EB

    • Carvalho, aguardemos para ver se o negócio é fechado. Se sair, vamos ver se vem Hellfire e a quantidade. Foguetes e munição, idem. Depois a gente vê quantas horas de voo por ano ele fará e os exercícios e missões que desempenhará.
      Espero estar errado, mas o histórico das nossas Forças Armadas não é animador quanto à aquisição de mísseis e sua utilização.

  49. Carvalho, se você tivesse que ter engolido um heli de combate que você não precisava, não queria, e ainda por cima de três distintos lotes de construção, e com uma logística pavorosa, faria o que??????????

    • Juarez,
      Engoliu…toma Sonrisal !
      Todos os problemas que vc falou São conhecidos, inclusive de uma possível baixa disponibilidade.
      A questão é que eles estão aí….e quer queiram ou não…voando e atirando.
      Então….me pergunto porque nunca foram usados como aquilo que são: Hélis de Ataque.
      Varias vezes comentei aqui que em qualquer cenário na AL teremos tremenda superioridade aérea.
      O pode de fogo do MI35 poderia ser usado para diversas funções….em uma força tarefa blindada ou mecanizada

  50. Augusto L 13 de Março de 2018 at 10:20
    “Carvalho, mas colunas blindadas sempre tiveram cobertura de AAe organicas, não é uma novidade hoje em dia.”

    Sim, mas a novidade é a efetividade dos meios AAe atuais.
    A AAe orgãnicas das colunas blindadas se dava primordialmente por meios de tubo.
    Os manpads só se tornaram efetivos depois. Os Gazzelles entravam na equação na base da saturação. Dificilmente sobreviveriam.
    O mesmo ocorre com os Esquilos/Fenec. São vulneráveis a tiro de fuzil
    Devem ser empregados apenas como elemento de manobra. E seu armamento atual (mtr e foguetes) é usado apenas como proteção da zona de desembarque.
    Ou seja….em pontos “quentes’…só o Mi-35.

    Voltando ao assunto…que tal o Mi-35 operando junto aos Batalhões de Selva?
    O Bavex manobra.
    O Poti protege e apoia

  51. Feedback aos editores
    Este novo sistema de “reply” me deixa tonto. É difícil acompanhar a dinâmica das dicussões.
    Saudações

  52. Seria ótimo para o EB ter esses helicópteros no seu arsenal e para as Forças Armadas como um todo pois desenvolveria novas táticas com esse vetor a mais.
    Espero ver ele integrado ao link das demais Forças Armadas.

  53. “Carvalho 13 de Março de 2018 at 11:01”
    Os Esquilos não usariam foguetes, mas sim atgms e cameras IR no topo das hélices e flares, ou seja, daria pra voar baixo atirar e se esconder. Isso sem contar que aqui na AL não teriamos um adversário com AAes moveis boas. Ainda acho que um Heli de ataque puro, uma coisa superfula para o Brasil, ate que me provem o contrario.

  54. Srs
    Considerando que não é todo dia que o Tio Sam disponibiliza equipamentos a custos quase nulos (na verdade doações), ao contrário de se restringir a poucas unidades, o EB deveria obter umas 30 células, para formar dois esquadrões. Poderia contratar os serviços de manutenção numa escala de tempo de uns 3 anos, o que resultaria numa despesa anual mais administrável e uma modernização para apenas um esquadrão, deixando o restantes das aeronaves para formar uma reserva.
    Isto daria um fluxo de caixa palatável, permitiria a formação da primeira unidade em um ou dois anos, a criação da doutrina e teria uma reserva mínima disponível de mais um esquadrão.
    E o EB não estaria perdendo uma oportunidade rara para se equipar e atualizar.
    Aliás, considerando que a disponibilidade de equipamentos quase novos a preços de pai para filho são extremamente raras e devem ser cada vez mais improváveis (conforme as coisas se complicarem na nova guerra fria em curso), o EB deveria aproveitar ao máximo a oportunidade, não apenas para se reequipar com equipamentos quase novos, mas também constituir uma reserva.
    Por exemplo, poderia obter mais M109 e M113 e até, um bom lote de M60, para formar uma reserva blindada. Mesmo que tais equipamentos não sejam atuais e o EB não os atualize imediatamente, por falta de verba, ter uma reserva a mão para qualquer necessidade é uma boa política.
    O mundo está entrando numa nova guerra fria e uma corrida armamentista já se delineia. Tal situação pode levar a conflitos e, principalmente, tornar escassas as possibilidades de se obter novos equipamentos pelo aumento da demanda. Por exemplo, hoje é improvável que o EB consiga dos alemães novos Guepards.
    A oportunidade que o EB tem com o Tio Sam não se repetirá facilmente. Portanto, o EB que aproveite.
    Sds

    • Control,
      O problema é que essas vendas “quase doações” são condicionadas à modernização em solo americano. Então não sei dizer se é possível comprar hoje e modernizar só no futuro (ainda mais levando-se em conta a fama de caloteiro do Brasil).
      E o EB tem que distribuir seu investimento, Hoje o EB mal está conseguindo encomendar o Guarani. Só está comprando o mínimo e “pelado”. Torre UT30BR só comprou 10 e Torc30, até onde sei, não comprou nenhuma. Nada de morteiro.
      No mais, também gostaria de mais SuperCobras, M109 e até mesmo M60.

      • Srs
        Jovens Rafael e Agnelo
        Pelos informes, os M113 e M109 vieram sem compromisso de modernização. Se isto confere, não há uma condicionante de tal ordem para todos os casos.
        E, mesmo havendo um compromisso, como tais serviços são demorados nada impede que sejam distribuídos por alguns anos. Negociar é preciso, viver sem condições de honrar sua função, não é preciso.
        Sds

        • Tem certeza que o M109 veio sem compromisso de modernização? Eu li que iriam modernizar 32 deles (do último lote) com a BAe Systems USA.
          O M113 ok.
          No caso dos SuperCobras, pelo que eu li, há, como requisito para a compra, a necessidade de modernização.
          Mas, talvez você tenha razão e dê para negociar. Isso a gente não tem como saber.

          • Srs
            As notícias são de dois lotes de M109, um de 40 em 2016, dos quais 32 deverão ser modernizados pela BAE para o padrão A5+ e outro de 60, em 2017, dos quais nada se fala sobre modernização.
            Sdsi

    • Concordo com Rafael
      Esse é o problema.
      Se fosse só comprar e armazenar, aí vc teria razão. Seria uma boa oportunidade pro futuro.
      Mas infelizmente não seria assim.
      No caso específico dos Guepard, não compramos mais na época, pq só tínhamos 2 Bda Bld.
      Não haverá mais oportunidade… a Alemanha não tem mais pra vender, vendeu e se desfez de tudo e agora tá oferecendo 3 x o q cobrou, pra ter de volta, dado a nova ameaça russa.
      Sds

  55. Sem entrar em detalhes sobre este caso, o material doado pelos EUA normalmente tem 3 opções que devem ser feitas por empresas nos EUA ou indicadas por eles, cada caso tem que ser analisado em separado.
    1- Simples revitalização, é a mais barata porém nem sempre é possível pela falta de partes fora de produção e sem manutenção disponível.
    2- Revitalização com atualização de sistemas obsoletos, uma opção menos cara que permite a utilização por vários anos com manutenção disponível.
    3- Modernização, uma opção cara, porém permite a utilização por muitos anos com manutenção mais fácil e barata, pode incluir remotorização.

  56. Em outras fontes falam em 8 vetores…
    Então vamos adquirir apenas oito vetores, usados até o osso, que certamente virão com um preço para lá de camarada…
    É assiim que o EB quer formar a sua Cavalaria Aérea?
    Formação de doutrina já é uma atribuição dos Esquilos, aliás, é a unica atribuição decente para este vetor que é totalmente inadequado para missões militares…

    Lamentável.

  57. Muito foi dito sobre a essa possível compra via FMS e que os Helicópteros viriam dos Estoques dos USMC e com poucas horas de Uso, também já foi divulgado que 8 unidades seriam compradas num primeiro momento mas que poderia chegar ate a 40 unidades no total … Na minha opinião essa aeronave é excelente tanto para o EB tanto para o CFN pelas suas qualidades, pelo preço e pela necessidade das nossas FFAA de ter uma aeronave Nata usada na função de Ataque … mas 08 unidades é muito pouco e com certeza apenas um pequeno começo

  58. Excelente notícia. Ninguém no nosso cenário sul-americano tem qualquer coisa que se compare a estes helicópteros.
    .
    Mais uma vez o EB faz muito com pouco e começa a montar sua aviação de ataque (até hoje inexistente) com a ajuda e auxílio de nosso principal parceiro militar, a América.

  59. Na revista asas número 100 saiu uma matéria do teste do ah-1z feito pelo pessoal de testes da aviação do exército.Pelo comentário os helicópteros tem 20 anos ainda para operar.Esse modelo cabe no orçamento do EB?

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