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Sul-africanos oferecem ao Exército Peruano o Mbombe 8×8

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Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres

O conglomerado sul-africano Paramount Group ofereceu ao Exército Peruano o seu veículo de combate da Infantaria (IFV na sigla em inglês) Mbombe, carro de tração 8×8 cujo projeto, recentemente, gerou o Barys 8×8 – um veículo mais simples que vem sendo desenvolvido pela Paramount em parceria com a estatal Kazakhstan Engineering Distribution, de Astana, capital do Cazaquistão.

A Força Terrestre do Peru lida, há pelo menos quatro anos, com pesquisas de desempenho, inovação e preço de blindados de exploração e transporte de tropas, que lhe permitam adquirir 178 viaturas para as suas tropas mecanizadas.

O modelo favorito para ser escolhido pelos generais locais é o do Stryker, de 18 toneladas (vazio), fabricado pela General Dynamics canadense – uma viatura cara, mas que não seria importada nova da fábrica, e sim comprada aos estoques de excedentes dos Marines (ou do Exército) dos Estados Unidos.

VBTP-MR Guarani

Guarani – Ainda antes disso, o grupo italiano Iveco S. p. A. ofereceu às tropas mecanizadas peruanas os carros da família Guarani, produzidos em Sete Lagoas, Minas Gerais. Mas os generais do Peru responderam que preferiam uma viatura 8×8 a uma 6×6 – detalhe que também afastou da linha de produção da Iveco outros clientes em potencial, como o Exército argentino.

A opção brasileira por um IFV 6×6 é, até hoje, motivo de divergências e debates no âmbito do Ministério da Defesa, em Brasília.

A Força Terrestre, que, na década de 1990, especificou o veículo, defende sua opção pelo fato de a fabricação do 6×6 ser (a) menos complexa, (b) mais barata, (c) suficiente para a demanda do processo de conversão das tropas brasileiras de Infantaria Motorizada em Infantaria Mecanizada, e (d) o estágio inicial (e natural) de uma família de blindados que, em algum momento, irá se concentrar em carros 8×8.

Nos anos de 2000, um executivo da Iveco italiana que se encontrava em São Paulo, contou a este jornalista que a preocupação dos generais brasileiros com a produção de um Guarani de modelo básico, pouco oneroso, era tanta, que esses chefes militares sequer haviam especificado um blindado com assoalho em “V”, próprio para resistir à detonação de IEDs (sigla de Improvised Explosive Devices, ou Artefatos Explosivos Improvisados), como os usados pelos guerrilheiros do Afeganistão, do Iraque e da Síria para entorpecer o deslocamento de tropas inimigas a bordo de veículos blindados.

Azerbaijão – O Mbombe (denominação genérica de “Guerreiro Africano”), de 16 toneladas (vazio) é definido como um Armoured Fighting Vehicle (Veículo de Combate Blindado) de alta resistência a minas terrestres e alta mobilidade.

Seu preço unitário gira em torno dos 2 milhões de dólares, enquanto o de um Stryker de 2ª mão, modernizado, pode alcançar os 2,6 milhões – comparável ao valor de um tanque principal de batalha M-1A2 (série inicial), usado e pesadíssimo e, por isso, considerado “um trambolho” para ser levado ao campo de batalha.

A 22 de fevereiro passado, o Ministério da Indústria do Cazaquistão divulgou que o Barys 8×8, “filhote do Mbombe”, se encontrava em testes de tiro (que incluíam disparos diurnos e noturnos).

Esses veículos serão equipados com um canhão automático Shipunov 2A42, de 30 mm, e uma metralhadora 7,62 mm, fabricada pela empresa casaque ASELS, em conjunto com a empresa turca Aselsan.

A Paramount também negocia a fabricação conjunta da linha Mbombe na Jordânia – cujo Exército já aceitou o veículo – e no Azerbaijão.

Comunalidade – A família Mbombe de veículos 4×4, 6×6 e 8×8 compartilha mais de 80% dos seus componentes, o que permite não só reduzir custos de fabricação, mas também facilitar o treinamento e a logística.

Este compartilhamento está concentrado nos setores da transmissão automotiva “convencional” ou “on-line”, posicionando o powerpack na frente do veículo e ao longo da linha central.

A plena carga o Mbombe é um carro de 28 toneladas, e carga útil – sistema de armas, munições, tripulações e suprimentos – de nove toneladas. É propulsado por um motor a diesel de 6 cilindros turbo charger, que responde a uma transmissão automática de seis velocidades. O ritmo máximo de deslocamento, em estrada, alcança os 110 km/h.

O raio de ação do blindado é de 800 km. Os sistemas de resfriamento e transmissão foram testados e comprovados em condições de inverno de -55 Celsius e condições do deserto de +55 Celsius.

Internamente há espaço para oito tripulantes. A proteção balística é para STANAG 4569 Nível 3+, e a proteção contra explosão é para STANAG 4569 Níveis 4a e 4b.

151 COMMENTS

  1. Sei não, o guarani vai ficar só por aqui mesmo. Não vai vender pra ninguém aí fora. O povo quer é 8×8 e não 6×6. Mas se aqui jugaram que o 6×6 do guarani e melhor então beleza!

    • Pessoal , repetindo aqui as palavras do falecido (e meu mentor) Reginaldo Bacchi: “se 8×8 é melhor que 6×6, então vamos construir logo um 10×10!”

      O número de eixos/pneumáticos é função da força (peso) exercida pelo veículo no terreno, dentre outros parâmetros. Se escolheram 6×6 é porque essa configuração é condizente com o veículo e com o que se espera dele.

      Além disso, mais eixo, mais problemas, mais custo, maior o tamanho do veículo, etc. Há vantagens e desvantagens em aumentar ou não o número de eixos.

  2. Ai está o motivo de eu ser contra a produção de muitos dos armamentos no Brasil, a sorte é que no caso do Guarani parece existir realmente demanda interna, agora imagine se fosse um daqueles casos que estamos costumados a ver aqui no Brasil onde se compra 6 dúzia, não justifica nem o gasto com o projeto

  3. É, parece que o Guarani vai ser só para o Brasil, mesmo. Até Argentina não o levou a sério? Como disse o amigo acima, só nos resta torcer que passem da meia dúzia. Mas a incógnita continua; o padrão mundial, dos exércitos mais profissionais e testados em batalha é o 8X8. Então é claro, o Brasil decide ir de 6X6

    • Eu ficaria surpreso se a Argentina tivesse comprado! Eles não compram nada. Para eles 6×6 novo, com motor argentino já é um baita negócio.

    • Joao Moita Jr .Acho o Guarani 6 x6 e 8×8 próprio para charco , transposição de rios , alguns pontos de cidades ,no asfalto ,desertos Emprego geral em qualquer área, o motor é fabricado na Argentina .O EB encomendou 1.538 até 2030 e não a dados de quantas unidas foram entregues do 6×6 até agora pela Iveco de MG..Com Torre UT-30BR ,Israelense Elbyt Systems Ltd.que tem subsidiaria em Porto Alegre RS. O 8×8 esta projetato , não sei sem vem no pacote dos 1.538.

  4. Alguém ganhou muito $$ por escolher 6×6…
    pagamos mais caro por um produto inferior aos similares internacionais… o mesmo ocorreu nos Helis, ocorreu com os subs, vai ocorrer com as Tamandares, …
    enfim, td o que as FFAA querem produzir aqui no Brasil eh inferior tecnologicamente mas superior no valor.

  5. Claro, fomos de 6×6, mas, para ser DIFERENTE.
    Vocês não notaram???
    O Brasil deveria tentar vender para o Uruguai e o Paraguai.
    Pelo menos para estes dois!

    • Amigo, se vier gràtis, beleza. Mas se for pra pagar, o Uruguay ta CHEIO de veículos de transporte de infantaria e com muitos de segunda mão para comprar. Não vai dar negocio…

      • De fato, Paraguai e Uruguai não possuem orçamento para adquirir veículos blindados fabricados nesse século. O que dá para oferecer para eles é Cascavel e Urutu e, ainda assim, vão querer de graça, então é melhor nem oferecer.

  6. Putz, em pensar que se ENGESA não tivesse falido, teriamos blindados muito melhores do que estão ai no mercado hoje.
    Mas,………………………………………………………………………….. SALVE O BRASIL!

  7. Na verdade, o Guarani tem uma venda externa de 10 unidades para o Líbano.
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    6×6 é uma opção econômica que deu certo na década de 80 e, talvez, funcione agora com países que querem economizar, desde que a diferença para o 8×8 seja significativa.
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    Argentina não comprar é tão natural quanto um cachorro não voar.
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    A Iveco e o EB poderiam ser mais agressivos com a venda para os peruanos, levando o veículo até lá ou trazendo-os até aqui para fazer testes mais rigorosos. Mas, no fundo, o que vai interessar mesmo é o preço e, disputar com o FMS é difícil.

    • Não adianta ser agressivo quando o guarani não atende um requisito básico dos peruanos, ou seja, ser um 8X8. No mais, nada de novo, da para contar nos dedos das mãos os países que escolheram um 6×6 ao invés de 8×8

      • Mas tem que ver se esse requisito é algo estritamente técnico ou se é mero preconceito. Por isso disse de mostrar os prós da opção 6×6.
        De qualquer forma, enquanto o Guarani não for realmente uma família, em especial, enquanto não contar com uma opção de canhão 90mm ou 105mm (se possível no 6×6), ficará difícil vendê-lo.
        O EB deveria comprar um canhão 90mm e outro 105mm para testes. E, aproveitar e comprar também um morteiro 120mm para testar e ver se dá certo no 6×6. Se der, ótimo e encomenda mais. Se não der, guarda para quando o 8×8 ficar pronto na década de 20.

  8. O Exército não tinha uma previsão de um blindado guarani 8X8 com canhão 105 mm?
    O que aconteceu?
    Já sei, essa maldita falta de verba, ou melhor, falta de amor a pátria, de vergonha na cara!

        • Me explique aonde ele está errado, por favor. Um país com PIB de 264 bilhões de dólares suportaria uma guerra prolongada, mas o Brasil, com 2,141 trilhões de dólares de PIB, muito mais recursos, população e território não? Vá contar essa em outro lugar. Você sim deveria se informar melhor.

          • Exatamente Daglian. Se o Brasil não aguenta, ninguém da américa latina aguentaria, o Brasil é a referencia de engenharia e economia de toda essa região.

          • Com crise e tudo o PIB do interior , só do interior, de são Paulo já é 12℅ maior que o Chile.
            No entanto, nossas forças armadas… Brasil é aquele primo grandão e bobão, só tem tamanho.

    • Loucura? Poderia nos dar melhores detalhes Gabriel? Qual a diferença em estar a bordo do Guarani 6×6 e do Mbombe 8×8 armados ambos com o mesmo reparo de armas remotamente controladas e com o mesmo tipo de proteção balística?

      • O Guarani é projeto barato feito para ser fabricado em massa a baixo custo….muitas características importantes dos veículos de transporte de tropas modernos foram retiradas da lista para ele caber no orçamento do EB…assoalho em V é apenas o mais evidente e o que temos acesso.
        Pobre Exército Libanês!

  9. “Claro, fomos de 6×6, mas, para ser DIFERENTE.
    Vocês não notaram???
    O Brasil deveria tentar vender para o Uruguai e o Paraguai.
    Pelo menos para estes dois!”

    Amigo, se vier gràtis, beleza. Mas se for pra pagar, o Uruguay ta CHEIO de veículos de transporte de infantaria e com muitos de segunda mão para comprar. Não vai dar negocio…

    • Em um Continente sem ameaças bélicas consideráveis, difícil que um governo queira gastar milhoes de dolares em blindados quando existem milhares de usados a ótimos preços.

      O de América Latrina vc fala pelo Brasil?

      • Não , da Latina que o dinheiro vai para o bolço de quem é eleito .que nunca cuidou da segurança interna .Tem pais que deve fechar as portas e repensar sua posição.Ficar em cima do muro é comodo. Este é o reino de avelã , não é o Brasils.

  10. Bem, pelo menos comprando e revendendo para o Uruguai e Paraguai, estaríamos movimentando a linha de produção que me parece meio parada no momento. Se ambos os países fizerem um pedido camarada de $$$ 150 blindados. Mesmo que a gente pague$$$ pela compra, ajuda a manter a linha de produção e a divulgar pela região o blindado.
    Além é claro de manter estes países dentro de nossa orbita geopolítica. Eu sei, é uma relação de suserania e vassalagem, mas, eu digo, e a relação entre Brasil (EB) e USA (army)???
    Senão, ficará apenas aqui e ninguém irá comprar. Talvez países inexpressivos e poucas unidades. As vezes para manter uma indústria estratégica temos que meter a mão literalmente no bolso. Se tivessem feito isso com a ENGESA, não estaríamos nesta sinuca de bico.

  11. Vai continuar , para Paraguai , troca por muamba , Uruguai o Brasil doa .E não adianta falar em ENGESA após o leite derramado.Carros pesados o Brasil comprou 250 Leopard 1a 5 estoque da Alemanha ,fabricado pela KMW , que se instalou em S.Maria RS .Esta fazendo manutenção dos 1 A1 e 1A5 até surgir uma encomenda mais moderna.

  12. “Nos anos de 2000, um executivo da Iveco italiana que se encontrava em São Paulo, contou a este jornalista que a preocupação dos generais brasileiros com a produção de um Guarani de modelo básico, pouco oneroso, era tanta, que esses chefes militares sequer haviam especificado um blindado com assoalho em “V”, próprio para resistir à detonação de IEDs (sigla de Improvised Explosive Devices, ou Artefatos Explosivos Improvisados), como os usados pelos guerrilheiros do Afeganistão, do Iraque e da Síria para entorpecer o deslocamento de tropas inimigas a bordo de veículos blindados.”

    Precisa falar mais alguma coisa?
    É o mesmo tipo de liderança que fala que a FAB não precisa de um LIFT. Eles não vão sentar a bunda no combate…. Só querem desfile militar com pompa.

    • Ninguém vai querer comprar um blindado assim, mas o que importa são as vendas internas nesse rumo que o Brasil tomou de fechar o mercado e extorquir o brasileiro o máximo possível com produtos/serviços inferiores e mais caros com impostos absurdos. Depois querem reclamar do Trump que quer taxar o aço em 25% sendo que o Brasil faz muito pior e é o segundo país mais fechado do mundo só perdendo para o Sudão, parece piada.

  13. O fato é que comprar , ou ficar admirado como outros países fazem o novo em matéria de armamentos modernos . Como resolver , não compra mais nada e investe em pesquisa , tudo em tecnologia própria . O Brasil é um pais jovem e mal administrado , mas tem sida . Em mais II séculos ,se tudo correr bem será um potencia.

  14. Existem vários blindados 6×6 mundo afora. Piranha (Suíça) , Pandur (Áustria), Patria (Finlândia), Jaguar (França), Arma (Turquia), Pindad Panser Anoa (Indonésia) e etc.
    Enfim, não o Guarani 6×6 não é nenhuma jabuticaba. O problema é não ter também uma versão com canhão de 105mm e/ou 8×8.

    • Excelente observação quanto aos 6×6.
      Inclusive lembrando o Piranha!!
      O 8×8 com 105 ficou pra depois por falta de $.
      Próxima versão será a Morteiro.

      Os ROP exigiam a sobrevivência da tripulação aos IED e minas AC.
      Não sei da onde o jornalista e o cara da IVECO tiraram esta observação…
      Se vc quer uma mulher, precisa pedir peitos?

      Outrossim, as vendas externas do Guarani foram perdidas pelo Lulopetismo e a excelente condução da política externa por aquele bando…Tomara q reapareçam…

      • Obrigado, Agnelo.
        Ano passado falaram do morteiro, dando a entender que iria começar uma “concorrência”. Esfriou o assunto.
        A Ruag mostrou o Cobra.
        Eu prefiro aqueles que ficam no teto, como o Nemo.
        Torço para que surjam novas encomendas, principalmente de quem pode pagar.
        Pelo menos nosso atual governo, se não ajuda, pelo menos não atrapalha.

      • Caro Agnelo, a engenharia militar não teria outras soluções além do chassi em V para proteção contra minas e dispositivos improvisados? Caso haja outros artifícios e uma empresa apresentasse um veículo com estes mas não o chassi na dita forma, a mesma não poderia ser desclassificada do certame sob esta justificativa. Pode ter certeza que haveria uma ‘batalha judicial’ que atrapalharia todo andamento do certame…

  15. Daqui a pouco faz uma década que o primeiro Guarani saiu e ainda vão estar discutindo essa baboseira de “6×6 foi um erro”.
    .
    O Guarani é uma APC. Não é e NUNCA será um IFV.
    É blindado que TEM que ser barato, tanto de comprar, como manter e operar. E isso, ele é.
    Pq tem que ser barato?
    Para mecanizar toda nossa infantaria. Esse é o objetivo do programa.
    .
    “Aihm, mas todo mundo usa 8×8”
    .
    Olhe para o que os franceses estão introduzindo: https://www.youtube.com/watch?v=_wdQD4v-anw
    Isso aí é o Guarani dos caras!
    .
    “Aim, mas eles tem o VBCI”
    .
    Exato!
    Eles tem um VBCI, nós não temos. Esse é o problema dessas comparações descabidas.
    Não temos dinheiro para ter um VBCI Sobre Lagarta, que é muito mais importante, de onde vamos tirar o dinheiro para ter um VBCI Sobre Roda?
    .
    Nós usamos a P. do M113 como VBCI!!!
    Parem de ficar reclamando de Guarani 6×6.
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    O Guarani é excelente no que propões. O que nos falta?
    Muito, mais muito blindados 4×4. Não essas P. de Marruá.
    Ainda falta muito Guarani 6×6 e as suas variantes, que sabe-se lá quando vão sair. Não tem dinheiro pra isso e reclamam que o blindado é 6×6!
    Falta o 8×8 com canhão 105/120 mm para reconhecimento e apoio de fogo.
    .
    Pq ninguém compra um Guarani 6×6?
    É pela qualidade do produto ou pq o programa é brasileiro, e quem tem amor ao dinheiro não rasgaria em um projeto de alto risco, que é tocado nas coxas?
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    Ps: Pq meus comentários ficam sempre retidos no Forte?

    • Bardini, ótimo comentário.
      Só complementando. Para a função de reconhecimento, a França vai ter um 6×6 mais parecido com o Guarani, o EBRC Jaguar (com canhão 40mm e míssil anti-carro) que substituirá o AMX10RC (canhão 105mm), ERC-90 Sagaie (canhão 90mm) e o VAB Hot (míssil anticarro).
      Ou seja, a França terá dois modelos para fazer as funções do Guarani, sendo que optou por não ter um com canhão 90/105mm, considerando melhor ter um canhão menor e míssil anti-carro.
      https://www.youtube.com/watch?v=TjOxF52MiQ0

      • Esse canhão 40 mm é uma maravilha da engenharia… Não sei se vamos ver algo com essas capacidades tão cedo no EB. Talvez nunca teremos…
        .
        Eu sou amplo defensor do VBR-MR 8×8, armado com canhão 105/120mm.
        É o futuro.
        É um veículo de apoio fenomenal.
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        Uma das grandes preocupações das Forças, que tenho lido, é que será cada vez mais difícil deslocar um MBT para o TO, a ponto de ele chegar a tempo para ser relevante.
        .
        Imagine isso a nível de Brasil, onde temos poucos MBTs e o terreno é de dimensões continentais. Um 8×8, capaz de rodar por conta própria a 100km, pode fazer total diferença no futuro.

  16. Veículo de categoria diferente do Guarani. Está acima das especificações que geraram o nosso 6 x 6.
    Da África do Sul, acho que nos cairia como uma luva, o Rooikat, substituindo os Cascavéis e o Guarani 8 x 8 105mm…

  17. “Nos anos de 2000, um executivo da Iveco italiana que se encontrava em São Paulo, contou a este jornalista que a preocupação dos generais brasileiros com a produção de um Guarani de modelo básico, pouco oneroso, era tanta, que esses chefes militares sequer haviam especificado um blindado com assoalho em “V”, próprio para resistir à detonação de IEDs”
    .
    Engraço… Parece que o Guarani resiste a 6KG de TNT SOB a roda.
    http://www.forte.jor.br/2011/07/27/vbtp-guarani-realizou-testes-antiminas/

    • O que o executivo disse foi que nas especificações do Guarani não havia o requisito do assoalho em V. Quem resolveu colocá-lo no projeto foi a Iveco, ao detalhá-lo e industrializá-lo.
      Se o executivo estava mentindo ou não, são outros quinhentos.
      Não duvido que seja verdade. A Tamandaré do CPN é bem diferente da Tamandaré pós-detalhamento pela Fincantieri.

  18. Marcelo Andrade, nenhum dos “meninos” ai de cima que postaram afirmou que o Guarani é ruim, disseram que ele é diferente de uma certa tendência de mercado em se adotar veículos de combate sobre rodas 8×8, que são, notadamente mais estáveis, tem maior poder de tração na barra, mais área de contato sobre o solo e mais espaço para receber up grades e equipamentos de missão e de combate. O EB optou pelo 6×6 porque questões já amplamente debatidas, sendo que os principais argumentos são o custo de aquisição e o custo de operação.
    Eu, que não sou do EB, não fui infante e nem cavalariano, olhando sob o aspecto mobilidade, capacidade de tração e desempenho preferiria que se construissem menos viaturas, porém na versão 8×8, mas isto sou eu.

  19. Rafael,o simples fato de el vir a ter uma versão reconhecimento armado com canhão seja de 90mm, ou 105mm, a meu ver não melhoraria muito a questão de mercado externo, pois o problema não está aí e sim no equilíbrio, na distribuição de peso e na capacidade de tração, algo mais saudável no 8×8.
    Eu, como já citei antes, não sou expert no assunto, mas ao invés e canhões médio, preferia a vtr 6×6 de RECON com o canhão de 30mm e uma lançador de Spike ER, mais letalidade, menos peso, menos efeito pêndulo em movimento, mais uma vez, isto é eu, achando.

    • Juarez, no Oriente Médio, África (tirando a África do Sul), em boa parte da América Latina e da Ásia, os governantes e os militares entendem tanto de blindado quanto alguns adolescentes que comentam aqui. Eles não estão muito preocupados com a mobilidade ou a durabilidade. Eles querem é um canhão que destrói tudo e não um 30mm (que destrói quase tudo). Tamanho é documento para essa turma.
      O Cascavel, por exemplo, vendeu muito mais que o Urutu.
      Por isso eu acho necessário a Iveco/EB terem logo uma versão com uma arma de 90 e/ou 105mm, seja 6×6, seja 8×8 (melhor).
      De qualquer forma, exportações serão poucas. Acho que, com sorte, venderá uma centena ou duas.
      Acredito na versão de que só não saiu uma exportação maior para o Oriente Médio por causa da mentecapta que nos governava até pouco tempo atrás.

  20. Eu gosto do Guarani, é até bom que não vendam para outros países aqui da região…
    Aos poucos estão sendo construídos, outras versões ainda vão aparecer…

  21. As variaveis sobre as diferencas belicas e operaconais de um 6×6 e 8×8 sao inumeras e ja foram aqui mesmo dsicutidas em muitas oportunidades. Sejamos francos e honestos, nesse momento e dados o orccamento irrisorio para aquisicoes no EB, com certeza o EB se decidiu por uma aquisicao mais premente e necessaria. muitos aqui estao se esquecendo que o objetivo inicxial foi o de comecar a substituicao gradual do M 113 pra comecar e assim seguir tambem com o do cascavel e do urutu. O 6×6 Guarani para quem conhece um pouco do assunto, esta plenamente testado e capacitado para aquilo que se pretende operacionalmente. Qualquer outro tipo de utilizacao acima dessa, devera ser implementada em futuro proximo (sem prazo rsrsrs). Portanto, ficar aqui criando bobagens e comparacoes erroneas sobre estes veiculos, nao levam a possiveis exclarecimentos . Pior ainda, aqui criam um debate inocuo , pura perda de tempo. Creiam, la no EB ninguem esta dormindo de touca, sabem que tudo tem seu tempo e nao vao fazer loucuras a despeito de tantos comentarios risiveis. Cada qual com sua funcao, nem mais , nem menos, ou sera que voces tambem querem colocar um canhao 120 tbm no 6×6 e acreditarem que sera o todo foderoso…….ufaaaaaaaa. Sds

  22. Agora fiquei com uma grande dúvida. Este motor do Guarani (Iveco FPT Cursor 9 383 hp -286 000 W) é fabricado onde mesmo?
    Se alguém souber por favor esclareça.

      • Rafael,
        muito obrigado pela resposta confirmando este meu temor.
        É inacreditável que o EB chame este projeto de “estratégico”. Aliás, acho este termo muito mal empregado pelo próprio.
        Ou seja, deixam de comprar veículos já prontos e testados optando por um “nacional” para que não dependam de ninguém para fornecimento de componentes e o fabricante de um dos principais componentes é/seria o nosso maior antagonista e que tem se revelado ao longo dos anos como um péssimo parceiro comercial.
        Simplesmente inacreditável!
        Larguei…!

        • Gelson,
          A encomenda inicial de 2044 Guaranis não justifica a fabricação dos motores aqui. O que poderia eram adotar um motor, de outro fabricante, produzido no Brasil, mas a Iveco não iria gostar da ideia de usar um insumo de um concorrente.
          Apesar de não confiar na Argentina, eu não sou tão receoso assim em relação à Argentina nesse caso. Motor é algo relativamente durável e substituível em caso de boicote.

          • Rafael,
            entendo a tua posição mas, eu larguei de mão este país. Não é sério, mesmo!
            Veja o exemplo da Africa do Sul. Tudo bem que foi motivado por embargo mas eles acabaram desenvolvendo grande parte dos equipamentos que utilizam usando fornecedores alternativos. Eles tem no seu inventário um helicóptero de ataque que seria muito interessante para o EB. Assim como artilharia AP e munições. Mísseis próprios tb.
            Aqui o EB insiste em comer na mão dos EUA para depois ficar dependendo eternamente da boa vontade do seu feitor.
            A MB vive de migalhas da Royal Navy e a FAB tem aviões insuficientes para as suas tarefas (menos o GTE – este está sempre atual!).
            Enfim, tô fora!

  23. Pequeno leve e rapido mas, sua finalidade e para que? essa pergunta parece nebulosa, por que se for para patrulha interna ok, agora partir pra cenarios mais intensos, como no oriente, acho que o tempo do 6×6 ficou nos anos 80.

    • Caio, acredite se quiser, mas um 8×8 tbm se torna um alvo tao bom qto um 6×6. Nao e o tamanho ou porte que torna um veiculo mais poderoso que outrem, mas sim seus meios e capacidades de locomocao, blindagem e armas adequadas. Um 6×6 pode cumprir quase todas a s mesmas tarefas de um 8×8. OK….esse asunto ja foi tantas vezes debatido aqui mesmo no Fort a anos atras e ainda hoje parece que muitos nao entenderam o real objetivo do mesmo 6×6 em operacoes de campo e apoio a infantaria. Tem ate comentario sobre o motor ter a origem de seu fabrico na Argentina, desconhecendo o mercado local e a Iveco que primeiro por la se instalou a dezenas de anos atras e tem o know how suficiente para suprir a linha aqui no Brasil e vice versa. O guarani 6×6 armado com uma torre Tork 30 mm ja bota muita gente gde pra correr, acredite.

  24. Boa noite foristas.

    Me lembro de uma observação do Colombelli na qual ele citava que em 90% das situações o desempenho de veículos 6×6 é quase idêntica ao desempenho de veículos 8×8.
    Em estradas planas asfaltadas o 6×6 vai muito bem. Em um mundo onde a maioria da população mora em cidades o combate urbano será a regra. O 6×6 dá conta da missão nesse cenário.
    Não podemos arcar com os custos de ter o melhor blindado, o melhor caça, o melhor navio escolta…mas podemos ter Forças Armadas equilibradas que sejam um verdadeiro poder de dissuasão. O Guarani faz parte dessa equação.

    • Exatamente isso Eduardo, mas parece que a maioria aqui vive no mundo do faz de conta….rsrsrsrsrsrsr um problema de cada vez e o EB sabe muito bem o que esta fazendo e no tempo certo com os recursos que tem. Sds

  25. O Brasil devia diminuir um pouco a quantidade de 6×6 e comprar algumas dezenas de 8×8 para intalar um canhão através do fms talvez até tenha alguns que venha com ele.Que o Brasil precisa e de quantidades para a infantaria não ir a pé e por isto precisa de um veiculo mais barato,pois o grosso dos veículos e m-113 que apesar da modernização ficará obsoleto em pouco tempo, é ele já não e adequado para acompanhar tanques pois a blindagem dele é fraca. É falando em blindagem aquela blindagem reativa alemã é formidável( O Brasil deveria comprar, dos alemães.

    • Prezado Ronaldo
      O Guarani e o M-113 não tem relação.
      O Guarani veio para modernizar a Cavalaria Mecanizada e implementar a Infantaria Mecanizada no lugar de parte da Infantaria Motorizada.
      O M-113 faz parte das Forças Blindadas (sobre lagartas) Q possuem mais poder de choque. Ele está sendo modernizado para acompanhar a vida útil do Leo A5. Futuramente pretende-se troca-lo junto com o Leo por uma VBCI.
      Sds

      • Agnelo, em principio seu comentario esta correto, mas o plano final pelo que acompanho a muitos anos, nao e bem esse. Tdos que conhecem o M 113 ou ja foram seus passageiros e ou condutores, sabem muito bem que sua pseudo blindagem eh fraquissima e mal aguenta municao 7,62. Nao se esquecendo q essas mesmas municoes evoluiram e muito. A pretensa atualizacao dos mesmo M 113 nao visou aumento de sua protecao, mas sim o aumento de sua longeva vida no EB por inumeras razoes. So poderia acompanhar muito atras a evolucao dos blindados de lagarta e apostarem que os mesmos fariam a limpesa para o desembarque da tropa, caso contrario sera uma carnificina.

  26. Caminho sem volta! A grande massa de meios desta natureza será composta por 6×6 Guarani, em algumas versões.
    Por isso minha preocupação!
    Ele deve ser adquirido em grandes quantidades, o que seria muito bom para o EB, pois ele atende ao que se prestou a fazer desde o início.
    Do contrário, vai ser difícil manter daqui 10/15/20 anos, com uma manutenção cara, programas de modernizações proibitivas e coisas assim.
    A versão artilharia talvez até ajudasse a promover no mercado internacional….mas até segunda ordem, tá parado.

  27. Celso, vou repetir para voce o que já disse a outro forista que ao invés de debater preferiu fazer afirmações de coisas que não foram ditas e ainda querer desclassificar que se habilita a debater o assunto que não vé em direção a decisão tomada pelo EB, que repito está debatida e não desclassificada.
    Não vi ninguém aqui apregoar “foderosos canhões de 120mm”, até porque a maioria dos que aqui labutam, sabem qua naquele chassi seria no mínimo uma loucura colocar uma peça deste calibre, e ainda aumentando ainda mais os problemas do efeito pêndulo. O que abre para o debate é que se não teria sido melhor tanto sob o aspecto doutrinário, quanto de comercialização do produto adotar um 8×8, um veículo mais equilibrado, com maior capacidade de tração e de receber sistemas de combate. Sugiro que voc~e tome cuidado com a expressão”amplamente testado”, o amplamente, n caso específico do guarani não é totalmente verdadeiro. Quando e se entrar em combate, veremos, até lá…..
    Recentemente Israel homologou um veículo 8×8, o Eitan que deverá substituir os m 113 nas IDF, Russos também apresentaram um nov veículo, os Alemães, os Franceses, os Japoneses, em fim, mas sabemos que estes tem pouca ou quase nenhuma experiência operacional em combate recente, quem te mesmo é o EB, cujo o último embate com veículos sobre rodas foi na Itália, com M 8 a a 75 anos atrás.

    • Boa noite Juarez.
      Desculpe a intromissão, sem querer ofendê-lo ou provocá-lo, mas há alguma ação de uma das três forças que você já tenha pensado “poxa, pra essa eu tirei o chapéu”?

      Melhorando a pergunta, há algum projeto nacional e/ou internacional, que não tenha sido executado junto aos EUA, que lhe agrade?

      Sei lá, Astros, aquele ALAC, IA2, compra dos LEO e Guepard, kc390, R99, E99, Macaé etc. Há algo?

      Já te vi criticando a “kombi”, a “baleia azul ou branca” sei lá (sub), o “gripen manco”…

      “ter não é operar”, “se isso der certo, mudo meu nome pra…”, “isso até meu cachorro Billy sabe” (é o nome do meu cachorro tb).

      kkkkkkkkkk
      novamente, sem provocar…até acho bom, pois você fundamenta boa parte de suas críticas. Mas gostaria de saber, daquela tacada certa que umas das forças tenha dado em sua opinião.

      • Não sou o Juarez, mas me atrevo a colocar os meus achos de um entusiasmático pelo setor de defesa.
        Astos OK
        ALAC, nunca entendi bem ele. Porque já não foram para o AT-4? ou seja, não
        IA2 não
        LEO. o 1A5 ótima aquisição já o 1A1.. Mas no geral SIM.
        Guepard, apesar de achar ele animal, imponente, não.
        KC 390 como programa sim, agora o avião tem que se provar, particularmente gostaria que o transporte estratégico (no caso o 767 convertido) voltasse a ser prioritário.
        R99, E99 Perfeito
        Macaé..não tenho opinião formada, mas gosto do projeto
        Kombi não, mas vamos ser justos, não é um programa das forças armadas e sim de Estado
        Grippen, apesar de gostar da filosofia da transferência de tecnologia, tenho la as minhas dúvidas sobre o custo de aquisição e manutenção, espero que a SAAB consiga vender para outros paises, senão.. Creio que a FAB não vá sofrer como na implantação do AMX (que foi sim uma escolha da FAB), mas tem que dar tempo a tempo. Particularmente (vendo a questão de custos), gosto da solução Chilena, um mix de novos e usados, só acho que os novos poderiam ser em um número bem maior.
        Prefiro os 8×8 mas não acho que a família do Guarani seja ruim, muito pelo contrário (sempre vendo o cenário brasileiro).
        Tacada certa. EB LEO, MB os navios ingleses no geral, FAB a classe 99.
        Abraços

        • Humberto, só um palpite aqui que você não pediu, mas vou me atrever, rsrsrs.
          A kombi não é projeto de Estado, mas daquele (des)governo daquele partido…

          • GIOVANI BENTO 13 de Março de 2018 at 16:46
            hahahaha.. Você tem razão, coloquei Estado pois em tese a compra foi encabeçada pelo Min Defesa e o (des)governo.

    • Juares, respeito suas opinioes e de certa forma acompanho seus comentarios aqui e acola a muitos anos. Vejamos o seguinte, em primeiro lugar nao comentei ou respondi a suas opinioes, alias, acho que vc nem leu com criterio o que opinei. Segundo, nao sou marinheiro de primeira viagem e sei muito bem sobre o que escrevo sem nunca tentar em aspectos tecnicos. Qto a trestar o produto, obviamente que em combate ainda nao o foi, ou sera q voce quer que assim seja….mas presumo q foi testado o suficiente sob circunstancias especiais e controladas para obtencao de dados confiaveis. Enfim, voce insiste em comparar outrens veiculos e paises como se voce fosse um expertise no assunto, mas isso em teoria como eu e a maioria. O EB vai seguir esse caminho do veiculo 6×6 quer muitos gostem ou nao e isso sera a ponta de lanca de outras inumeras aquisicoes, aprendisado, etc….o tempo mesmo que muito longo a frente, ja esta desenhado e tracado e eh de dominio publico. Muito pe no chao e com parcos recursos existentes o EB chegara onde precisa, mesmo que seja para obtencao doutrinaria. Espero ter contribuido um pouco em relacao a sua opinioes. Sds

  28. Enfim, qual o preço do guarani ? Ele ja tem um bom pedido interno o que vai manter a iveco ocupada durante um tempo ! Agora se ela quer vender para consumidores externos, que invista com seu proprio dinheiro e corra atras do produto que atenda as necessidaded internas… Mas uma coisa que me entriga é que eu nunca encontrei nenhum video desses veiculos a mais de 50km por hora ! Porque enfatizam que ele alcança 100km ? Kkkk

    • Prezado Kalac
      Se não me engano:
      Guarani: R$ 3.000.000,00
      Torreta: R$ 800.000,00
      REMAX: R$ 2.700.000,00
      UT30: R$ 3.500.000,00

      Uma Cia Fuz Mec tem 16 Guaranis.

      Sds

  29. Os Alemães jáa tinham priorizado seus blindados sobre rodas no modelo 8×8 ( PKW Acht Raade). Melhor tração, mais resitente a avarias de suspensão, maior peso embarcado o que significa proteção e armamentos. Ter um 6×6 é melhor do que não ter nada. Porém não tem termo de comparação com o resto do mundo.Será que somos o Joãzinho do passo certo, com os demais totalmente errados??? Ou melhor, não vimos os outros segmentos das FAA, uma vez que os nossos Fuzileiros vão de Mowag Piranha 8X8 (aliás vão muito bem!). E a altura do Guaraní? Poderiaa ser chamado de Girafa. Muito facilita a pontaria dos inimigos. Ainda bem que tem blindagem angular ….ooops, nem isso”!. Esperemos que ninguem lance uma granadinha nele. Ou alveje com .50.

  30. Ironia a parte, os Buffel, Casspir, Ratel de 35, 40 anos atrás eram bem mais protegidos que nossa lata de sardinha com sotaque italiano.
    Os americanos botaram o bendito do chassis em V, no Stryker, não foi a toa.
    Mas reflexo da experiência vivida, no Iraque e no Afeganistão, IED eram a norma, no Haiti; não.
    Idem os italianos no Centauro II.

  31. O Guarani 6×6 transporta perfeitamente um grupo de combate, que é uma fração padrão da infantaria. Imagino serem 4 veículos por pelotão, um para cada GC, um para o comando e apoio. Se fosse um 8×8, daria tão certo?? Precisariam de 4 8×8 (não haveria economia), ou para serem 3 8×8 (economizando um carro) por pelotão teria que dividir um GC??

  32. Toda vez que aparece algum blindado começa(denovo) a crucificação do Guarani 6×6, que bom que isso não terá a visão(errada? Creio a não o Cascavel manda lembranças) do seu idealizador o EB. Pra mim só falta artilhar o bicho em várias versões(como diz um forista”colocar dentes”).rs

  33. Eu e meu amigo Ronaldo Leão Correia sempre fomos contra este 6X6 , ele nunca deveria nem ser pensado ,mas parece que no EB gosta de contrariar Opiniões , se todos pensam de um forma , então o EB ., fará completamente de forma Diversa , os argentinos foram os primeiros a torcerem o nariz , depois de Ronaldo e eu .Infelizmente ele não pode mais comentar claramente sobre Defesa !

  34. Nesta semana, a IVECO vai entregar o Guarani número 300. E a celeuma deste artigo devido ao Peru querendo comprar 178 8×8 há 4 anos. Ou seja, bem ou mal, o 6×6 está em cadência (lenta, é verdade) e garantindo uma importante superioridade numérica de infantaria mecanizada na região.

  35. Melhor do que gastar para projetar um Guarani 8×8 (sem expectativa de exportação, visto que o mercado de 8×8 está saturado), não seria melhor comprar um 8X8 pronto?

    Continuaríamos com o Guarani 6X6 e teríamos mais outra opção 8×8

    • A ideia de ter um Guarani 8X8 é que ele seja bem similar ao 6×6, o que resultaria em economia com manutenção.
      Mas pode ser viável colocar um canhão 90mm no 6×6 que seria ainda mais econômico do ponto de vista de desenvolvimento e manutenção.
      Ou optar por um 8×8 estrangeiro, principalmente os da Iveco.
      Só o futuro para responder isso.

      • Eu optaria por um canhão de 90mm atual que como citei acima não deixa a desejar em nada pra um 105mm , cai como uma luva em blindado 6×6 (que o diga o Cascavel e aquele blindado francês). Uma versão com canhão 30mm combinado com lançasores de míssil ATGM tbm seria ótimo.

        • Pois é. Eu preferia 8×8 com 105mm, mas o Colombelli me convenceu que 6×6 com 90mm é eficiente.
          Acho que um canhão 30mm com mísseis sai mais caro, mas precisaria pesquisar para ter certeza.
          De qualquer forma, muitos países estão optando por terem apenas canhões 25, 30, 35 ou 40mm em seus blindados. Então ruim não é.

          • Parece ser o padrão por ae e deve ser bem eficiente. Se levarmos em conta que o bicho não vai bater de frente com o MBT inimigo então 30 a 40 mm já tá bacana e o 90mm já dá pra apoio de fogo e tal. A empresa que fabrica a Torre com canhão de 105mm q até chegou a dar uma volta por aqui pertinho em Contagem MG se não me engano fabrica tbm o canhão de 90mm e já tá engatilhada a fabricação por aqui quando o EB ser seguimento no projeto ao que parece.

  36. Desculpa, Eu năo falha portugesa.

    My view is that the 6×6 is an excellent choice to replace Unimog and similar vehicles. It is a battle taxi, not a fighting vehicle. An 8×8 is not better for this purpose in any way, shape or form.
    An 8×8 does make sense for other purposes, like working with the Leopards, carry a 105mm howitzer, a 120mm cannon for recon and anti-tank, twin 35mm air defence etc

    You should be proud of this excellent vehicle, the Guarani is one of the better vehicles actually. This is why it competes for the US Marine Corps contract.

    And what is better? 1500 6×6 vehicles, or 800 8×8 plus 800 unarmoured Unimogs? There is strength in numbers 🙂

  37. O Brasil sempre quer ser diferente do resto do mundo, não duvido nem um instante que o 6X6 é suficiente para nós, mas se o mercado internacional quer 8X8 e só o Brasil quer 6X6, quem estará na contra-mão? Nessas coisas sempre tem alguém levando $$$$$$$$$, não engulo até hoje esse padrão de tomadas brasileiro que só existe aqui. É uma boa tomada? É, mas por que não escolhemos um que todos os países amigos usam para facilitar o intercâmbio de equipamentos, importação e exportação sem adaptadores? Quanto o Brasil e todos os brasileiros gastaram($$$$) por ter que trocar todo o parque para aceitar uma tomada canhestra que não existe no resto do mundo? Foi assim com o PAL-M, é assim com o celular, às vezes acho que a Coréia do Norte é aqui mesmo.

    • A França encomendou 1930 blindados 6×6 ano passado. Não, o Brasil não está sozinho nessa. Acima relacionei outros países que fabricam e usam 6×6.

      • Rafael não adianta tentar explicar. Tem gente que fechou no 8×8 e acabou. Pode se lançar um 6×6 de adamantium com vibranium invencível que será apenas um miserável 6×6.rs

  38. Seria bom os editores fazerem uma matéria, beeeeem didática, explicando as diferenças entre um APC (VBTP) e um IFV (VBCI). Quem sabe assim…

  39. Felipe Morais 12 de Março de 2018 at 23:57

    Boa noite Juarez.

    boa noite Felipe Moraes.

    Desculpe a intromissão, sem querer ofendê-lo ou provocá-lo, mas há alguma ação de uma das três forças que você já tenha pensado “poxa, pra essa eu tirei o chapéu”?

    Existem várias Felipe, muitas delas inclusive me manifestei neste espaço de forma bem tácita.

    Melhorando a pergunta, há algum projeto nacional e/ou internacional, que não tenha sido executado junto aos EUA, que lhe agrade?

    Sim, existem alguns.

    Sei lá, Astros, aquele ALAC, IA2, compra dos LEO e Guepard, kc390, R99, E99, Macaé etc. Há algo?

    Modernização dos Lynx da MB
    Aquisição do HMS Ocean
    Aquisição dos dos três Napaoc classe Amazonas
    Aquisição dos Manpads Suecos pelo EB
    Aquisição dos Guepards
    Aquisição dos Leopard 1A5
    Projeto NG (com ressalvas)
    Projeto KC 390
    O contrato de leasing do 67

    Já te vi criticando a “kombi”, a “baleia azul ou branca” sei lá (sub), o “gripen manco”…

    Sim,e verdade, especificamente no caso das Kombis de rosca eu diria que foi um desastre completo, total e arrasador, a conta virá em breve, e você ajudar a pagar.
    “baleia azul ou branca”, aqui cabe um reparo: Nunca usei esta expressão para me referir a nenhum meio da MB, tenho sim, grande discordância de como foi conduzido o processo de aquisição e principalmente o parceiro de construção do estaleiro, jamais critiquei o sub em si, até porque pouco entendo ou conheço submarinos.
    “gripen manco”, aqui tu confundes as coisas, a expressão “gripen manco”, não é minha na verdade, é de um Charlie Alfa da FAB, no que ele tem total razão em se tratando do Gripen C, a que nos referíamos, do NG não posso fala r porque não está testado e nem homologado.
    as minhas ressalvas ao projeto são o uso do painel da Elbit, que se fosse adotado pelos Suecos e retiro e a adoção solteira do NG bi place que será uma dor de cabeça no futuro.

    “ter não é operar”, “se isso der certo, mudo meu nome pra…”, “isso até meu cachorro Billy sabe” (é o nome do meu cachorro tb).
    Ter, comprar, e muitas vezes até mesmo modernizar não significa poder manter e operar, caso tu tenhas dificuldade de entender a expressão, vou citar fatos recentes que ilustrarão perfeitamente a expressão:
    Nae SP na MB
    P 3 na FAB e 295 e MI 35 na FAB
    Panther no EB

    kkkkkkkkkk
    novamente, sem provocar…até acho bom, pois você fundamenta boa parte de suas críticas. Mas gostaria de saber, daquela tacada certa que umas das forças tenha dado em sua opinião.
    Reply

    Mais recentemente eu poderia citar as compras de oportunidade do EB de artilharia AP, de modernização dos M 113, os manpads Suecos, modernização dos Esquilos.
    Na MB, a voltas dos escoltas que estavam fora de operação,a baixa do Nae SP, a baixa dos navios que eram financeiramente inviáveis de recuperar em um atitude muito corajosa do Com Leal Ferreira, modernização dos Lynx.
    Na FAB, a reestruturação com o fechamento do OMs redundantes, o KC 390, o NG.

  40. ” Pior ainda, aqui criam um debate inocuo , pura perda de tempo. Creiam, la no EB ninguem esta dormindo de touca, sabem que tudo tem seu tempo e nao vao fazer loucuras a despeito de tantos comentarios risiveis. Cada qual com sua funcao, nem mais , nem menos, ou sera que voces tambem querem colocar um canhao 120 tbm no 6×6 e acreditarem que sera o todo foderoso…….ufaaaaaaaa. Sds”

    Celso, eu tomei a liberdade de colar uma parte do teu comentário para poder ser mais claro.
    Vindo de oficial superior do EB, penso eu que não seja o melhor argumento o que tu usaste acima para classificar qualquer debatedor aqui, pois não esqueça:
    São estes, os dos “comentários risiveis” que vão defender junto a opinião pública as forças armadas, principalmente aqueles que gastam 76% de seu orçamento com custeio de folha e “agregados”.
    Outra coisa importante, Celso, nenhum debate é “inócuo”, por mais presumível ou até ingênuo que te pareça o debatedor, todo ele trará para os que “não operaram ou manteram” a nossa experiência de caserna, sendo passada, multiplicada, e, se mostrando a realidade operacional do dia a dia, com seus acertos, mas também com seus erros.
    Acreditar que todas as decisões tomadas por OM, seja ela qual for são imputáveis de erros,ou ainda, o pior, não os reconhecer e aprender com estes é um caminho certo para a morte no campo de batalha

  41. Rafael Oliveira 13 de Março de 2018 at 16:47

    A França encomendou 1930 blindados 6×6 ano passado. Não, o Brasil não está sozinho nessa. Acima relacionei outros países que fabricam e usam 6×6.
    É verdade também Rafael, mas percere que terão uma função doutrinária um pouco diferente da adotada pelo EB, mas não esqueçamos também que a França também tem 8×8.
    Também é verdade que outros exércitos adotam veículos 6×6, mas também é verdade que 8×8 tem a maior parcela de participação neste mercado, principalmente m exércitos com grande experiência em combates recentes.

    • Sim, a França tem 8×8, mas ela usa eles como VBCI, acompanhando o MBT Leclerc (uma esquisitice francesa de usar MBT sobre lagartas acompanhado por VBCI sobre rodas).
      .
      O Jaguar 6×6 será um veículo de reconhecimento, função que o Guarani terá no EB.
      O Griffon 6×6 será o multimissão – APC e etc, tal como o Guarani.
      .
      Enfim, também acho que seria importante ter um 8×8, mas o 6×6 cumpre a maior parte das missões a contento e é o que (mal) cabe no orçamento existente, dadas as prioridades do EB. Eu vejo acerto do EB ao fabricar o Guarani 6×6 em preferência ou mesmo em detrimento do 8×8.

  42. Tomcat3.7 13 de Março de 2018 at 9:47

    Toda vez que aparece algum blindado começa(denovo) a crucificação do Guarani 6×6, que bom que isso não terá a visão(errada? Creio a não o Cascavel manda lembranças) do seu idealizador o EB. Pra mim só falta artilhar o bicho em várias versões(como diz um forista”colocar dentes”).rs

    Tomcat3.7, vou repetir a ti,o que disse ao Celso:
    Todo o debate sobre uma decisão de uma OM de adotar um determinado equipamento não é um ato divino de entidade de um “Deus”, é sim, e deve ser um atitude que possa de forma técnica e e embasada ser debatida e até mesmo criticada de forma racional.

    • Mas a questão não é sobre debater todo equipamento adquirido e sim malhar pau em um equipamento nacional feito sob encomenda por uma OM dentro de suas diretrizes e necessidades de ter algo útil, moderno, capaz, adaptável a vários sistemas e de facil manutenção local o qual já debatemos inúmeras vezes. Debater é necessário e nisto saem boas idéias e sabemos que há militares de alta patente debatendo entre nós que podem levar estas boas idéias. A propósito uma coisa é debater e outra é simplesmente criticar a OM por sua escolha e o produto em si sem base técnica alguma.

  43. Mas é justamente isto que estamos propondo, um debate aberto, aonde criticas racionais e embasadas tecnicamente ao projeto seja admitidas e assimiladas, e não como alguns estão procedendo aqui, partindo para uma tentativa de desclassificação do debatedor que ousa discordar da decisão, neste caso do EB.

    • Juarez, lembro, e até já repliquei, seus argumentos em desfavor do LMV. Quais seriam as deficiências do Guarani na sua opinião?

  44. OFF…
    Boxer foi selecionado no LAND 400 da Austrália.
    .
    O contrato foi fechado por módicos U$ 5,2 BILHÕES, e isso por menos de 300 veículos!
    .
    https://pbs.twimg.com/media/DYM9b_RVMAA7-0K.jpg
    .
    Pra quem acha que o “Guarani é alto”… O Guarani tem dimensões muito próximas das ASLAV dessa foto ali. E sim, o ASLAV é aquela latinha da direita.
    .
    Guarani é um APC, bom e barato. NUNCA será um IFV/VBCI, como o Boxer ou o Patria AMV35, que perdeu.

  45. Saiu agora uma notícia que mostra como o Guarani é barato comparado com blindados 8×8 “top das galáxias”.
    A Austrália acabou de contratar a Rheinmetall para fornecer 211 blindados CRV Boxer com torre com canhão 30mm e toda a modularidade do projeto por cerca de US$ 14 milhões a unidade!!!!
    Um Guarani 6×6 com torre UT30BR não sai por mais de US$ 3 milhões.
    Mesmo não sabendo detalhes do que está incluso é muita diferença!
    Eu prefiro o EB com 1600 Guaranis do que com 400 Boxer.
    https://www.defensenews.com/land/2018/03/14/rheinmetall-wins-3-billion-australian-armoured-vehicle-competition/

    • Essa própria matéria que estamos comentando demonstra a diferença de preços:
      Mbombe: “seu preço unitário gira em torno dos 2 milhões de dólares” (no mínimo R$ 6,5 mi)
      Stryker: “de 2ª mão, modernizado, pode alcançar os 2,6 milhões” de dólares (no mínimo R$ 8,45 mi)
      Guarani: comentários dizendo que o preço básico é de 3 milhões (de reais), com UT-30 6,5 milhões, dos quais uma grande parte retorna para o país, na forma de salários, insumos, impostos, etc. Além do conhecimento que pessoas brasileiras adquirem e mais facilidade de manutenção devido à existência de fábrica no país.
      Com base nesses números e, conforme dito acima, fazendo uns 90% das missões do 8×8 importado, não tem como achar que o 6×6 nacional é ruim ou caro.
      Concordo com os colegas, se não conseguir criar o 8×8 nacional, importa alguns apenas para a missão específica (de preferência Iveco, por comunalidade), o grosso da tropa está muito bem servida com o Guarani.

      • Tem muitos Centauros italianos estocados no mesmo local onde o EB foi ver Leo1A5, pegamos uma boa quantidade e modernizamos e pronto temos blindado 8×8 com canhão de 105mm e todo mundo feliz.

        • Se esses centauros estiverem nas mesmas condições que estavam os Leo 1A5 é melhor ficarmos só com os 6×6 e quando o $$$$$$$ aparecer fazemos os nossos 8×8 no futuro

          Quanto ao Boxer da Austrália, ele é mais caro por diversas razões, para vocês terem uma ideia, até o aço deles, obrigatoriamente, terá que ser Australiano. Ele é praticamente um Boxer feito sob medida para o exército Australiano. Também não podemos esquecer que o Boxer é apontado por muitos especialistas com o melhor 8×8 do mundo e sempre teve a fama de ser um dos mais caros também, enfim a Austrália esta muito bem servida com ele

          • Jr,
            O aço do Guarani é brasileiro e ele foi feito sob medida para o EB, sendo fabricado aqui numa fábrica criada para tal.
            Ok, concordo que o Boxer é mais sofisticado e mais robusto, mas, na minha opinião, não justifica essa diferença de preço. Prefiro o Guarani.

      • Nilson, acredito que os valores elencados pelo Agnelo diziam respeito ao tempo que foram feitas as respectivas encomendas. Hoje, o Guarani e a torre UT30BR devem custar mais caro, dado que a fábrica da Iveco está funcionando com uma cadência menor, o EB reduziu as encomendas, os salários aumentaram ao longo do tempo, insumos importados acompanharam a alta do dólar e etc.

  46. Saiu agora uma notícia que mostra como o Guarani é barato comparado com blindados 8×8 “top das galáxias”.
    A Austrália acabou de contratar a Rheinmetall para fornecer 211 blindados CRV Boxer com torre com canhão 30mm e toda a modularidade do projeto por cerca de US$ 14 milhões a unidade!!!!
    Um Guarani 6×6 com torre UT30BR não sai por mais de US$ 3 milhões.
    Mesmo não sabendo detalhes do que está incluso é muita diferença!
    Eu prefiro o EB com 1600 Guaranis do que com 400 Boxer.
    https://www.defensenews.com/land/2018/03/14/rheinmetall-wins-3-billion-australian-armoured-vehicle-competition/

    Rafael, aqui tu cometesse um engano, estas comparando bananas com maçãs, o Boxer e literalmente um igv sobre toda, pesa Full 33 tons.
    A comparação no meu entender entre o Guarani e seus concorrentes deveria ser veículos semelhantes ao LAV.
    Outra coisa importante:
    VRR cara é aquela q não cumpre a missão.

    G abraco

    • Sim, Juarez, sei que o Boxer está em outro patamar, mas ele tem várias missões em comum com o Guarani.
      Eu acho que o Guarani irá cumprir as missões designadas. Vai depender de quem dá as ordens e da tripulação.
      Não existe viatura blindada perfeita e que cumpra tudo, destrua os inimigos e devolva sua tripulação são e salva em todas as missões.

  47. “Mariner 12 de Março de 2018 at 16:12
    Joao Moita Jr .Acho o Guarani 6 x6 e 8×8 próprio para charco , transposição de rios , alguns pontos de cidades ,no asfalto ,desertos Emprego geral em qualquer área, o motor é fabricado na Argentina .O EB encomendou 1.538 até 2030 e não a dados de quantas unidas foram entregues do 6×6 até agora pela Iveco de MG..Com Torre UT-30BR ,Israelense Elbyt Systems Ltd.que tem subsidiaria em Porto Alegre RS. O 8×8 esta projetato , não sei sem vem no pacote dos 1.538.”

    Quanto ao número de Guaranis já entregues ao EB, na próxima sexta-feira, 16 de março, haverá uma solenidade na fábrica da Iveco para a entrega do 300° Guarani ao EB.

  48. Ops, agora que vi que tu tinhas ressalvado isso e é 16 e não 28 o dia. Com torres tem poucos em operação. As REMAX tem previsão de 90 exemplares e está em testes ainda de recebimernto e a UTR tem seis exemplares entregues na tropa

  49. Esse comentário lá de riba é o melhor fechamento possível pra discussão 6×6 ou 8×8;

    Guilherme Poggio 13 de Março de 2018 at 9:42

    Pessoal , repetindo aqui as palavras do falecido (e meu mentor) Reginaldo Bacchi: “se 8×8 é melhor que 6×6, então vamos construir logo um 10×10!”

    O número de eixos/pneumáticos é função da força (peso) exercida pelo veículo no terreno, dentre outros parâmetros. Se escolheram 6×6 é porque essa configuração é condizente com o veículo e com o que se espera dele.

    Além disso, mais eixo, mais problemas, mais custo, maior o tamanho do veículo, etc. Há vantagens e desvantagens em aumentar ou não o número de eixos.

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