Home Airsoft ForTe faz a cobertura do 3º ‘Teamday’ de Airsoft no Rio de Janeiro

ForTe faz a cobertura do 3º ‘Teamday’ de Airsoft no Rio de Janeiro

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Há tensão na Amazônia.  Os Grumecs e Comandos Anfíbios do Brasil estão lutando para impedir que guerrilheiros colombianos do ELN (Exército de Libertação Nacional) tenham acesso a ogivas nucleares oferecidas por mercenários russos. É nesse cenário que aconteceu o 3º ‘Teamday’ de Airsoft no Rio de Janeiro, no município de Areal, no interior do Rio, no último domingo.

Membros de Equipes de Airsoft do Rio e de São Paulo participaram do evento, que serviu também para estreitar a amizade entre os praticantes do esporte. Os jogos ocorreram na área do Condomínio Fazendo Santa Mônica, em Areal.

Preparativos e chegada

Cada uma das equipes de Airsoft no RJ organiza um TDay. Este último foi organizado pela equipe 021 e participaram do evento as equipes WKG, BravoSix, SPEC OPS 4 Airsoft do Rio de Janeiro, que fazem parte do Grupo Carioca de Airsoft e como convidada, estava a Brigada Verde Oliva de SP.

3 Teamday chegada das equipes

Após a chegada das equipes ao Condomínio Fazenda Santa Mônica pela manhã, o pessoal começou a se equipar para as missões, algo que levou um tempo considerável, já que toda a parafernália é idêntica a dos soldados dos exércitos modernos: capacete, joelheiras, colete, botas e o principal, os óculos de proteção.

Existe toda uma série de normas que os participantes têm que obedecer quando estão portando armas de Airsoft, como, por exemplo, não transportar as armas com seus carregadores até receberem autorização no local de emprego. As armas só podem estar prontas para atirar, quando todos os participantes estiverem equipados com os óculos de proteção.

Embora as armas de Airsoft não tenham potência para matar, elas podem cegar, por isso todo o cuidado é pouco.

Para quem gosta de armas de Airsoft, é um festival de réplicas dos modelos mais famosos, para todos os gostos: AKs, M4s, M16s, Galil, FAL, MP5, SCAR, M249, L96 etc.

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A subida para o combate

O local reservado para os combates de Airsoft fica atrás do Condomínio, num monte. Para chegar até lá, foi preciso subir de carro e depois fazer uma caminhada pela mata.

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O editor do ForTe, Alexandre Galante, acompanhou os combates como correspondente de guerra. Para não ser confundido com soldado de alguma equipe e virar alvo no tiroteio, Galante recebeu um “sheemag” vermelho e branco, que lhe deu a aparência de um correspondente da Aljazeera (foto abaixo).

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‘Rendezvous’ e início das operações

No ponto de encontro no topo, deu-se o briefing das missões, a divisão do pessoal por três times e a definição das regras de engajamento. Na primeira missão, um grupo assumiu o papel de Grumecs do Brasil, outro como ELN (Exército de Libertação Nacional) e outro como um grupo de mercenários russos.

O papel dos Grumec era impedir que os russos conseguissem entregar ogivas nucleares aos membros do ELN.

Foi definido que cada time tinha uma área de “respawn” para seus soldados que fossem atingidos. Depois de 3 minutos, os soldados podiam ressuscitar e voltar ao combate.

No Airsoft, diferentemente do Paintball, quando um elemento é atingido, a munição não deixa marca, então o soldado tem que admitir e reconhecer que foi atingido. A honestidade é uma das marcas do esporte.

Os soldados atingidos tinham que gritar “morto”, cobrir a cabeça com um pano vermelho e dirigir-se à área de “respawn”.

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Após o briefing, os times partiram para suas áreas e o combate se iniciou com o disparo de um rojão por time. Foi dado um tempo de 40 minutos para que o pessoal do ELN conseguisse furar o bloqueio dos Grumec e fazer contato com os russos.

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Os Grumec acabaram derrotados na primeira missão, com o pessoal do ELN conseguindo romper o cerco e receber as ogivas.

Na segunda missão, os Grumecs tiveram que impedir que o artefato nuclear explodisse, lutando para conseguir encontrar um laptop do ELN e alterar a senha do sistema. Nessa missão, os Grumec também se deram mal, pois seu especialista em sistemas foi morto em combate.

Veja no final da matéria o vídeo com uma pequena parte dos combates que aconteceram no 3º ‘Teamday’ de Airsoft no Rio de Janeiro.

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AGRADECIMENTO: A ideia desta matéria foi do nosso co-editor e professor de História Cinquini, que é membro da Brigada Verde Oliva de Airsoft de SP e também participou deste Teamday.

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NOTA DO EDITOR:Quartel General Airsoft, cujo banner está no alto dos Blogs da Trilogia de Defesa, tem como missão fornecer ao mercado brasileiro todos os produtos e serviços necessários para o bom desenvolvimento deste esporte no Brasil.
A empresa, que surgiu da paixão de seus fundadores pelo Airsoft, foi fundada no final de 2008, sendo registrada junto à 2ª Região Militar sob o número 51468, devidamente regulamentada. Todos os produtos controlados importados pela Q.G. Airsoft possuem autorização do Exército Brasileiro. Quando chegam no Brasil, são devidamente inspecionados e após os demais tramites legais, são liberados para comercialização.

NOTA DO EDITOR 2: O desenvolvimento do airsoft no Brasil só foi possível graças ao empenho e dedicação do portal Airsoft Brasil, local aonde o Grupo Carioca de Airsoft e a maioria das equipes do Brasil nasceram.

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