sábado, outubro 23, 2021

Saab RBS 70NG

M1A2 modernizados pela Arábia Saudita

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

M1A2

A DSCA – Defense Security Cooperation Agency, do Departamento de Defesa dos EUA, comunicou ao Congresso que a Arábia Saudita pretende adquirir 58 tanques M1A1 Abrams, e em seguida, atualizar estes M1A1s juntamente com seus 315 M1A2, para o padrão M1A2S (Arábia Saudita). A venda incluirá kits de peças sobressalentes, equipamento de comunicações e de apoio, manuais técnicos, formação, treinamento e equipamento para o treinamento de pessoal, apoio técnico e logístico.


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Wolfpack
Wolfpack
12 anos atrás

A Arábia Saudita poderia estar atualizando seus MBT Osório, se não fosse o lobby do Governo Americano na concorrência da década de 80.

Lecen
Lecen
12 anos atrás

Não há como ressuscitar o projeto Osório e modernizá-lo para o século XXI? O Brasil detém a 10ª colocação entre as maiores economias do mundo e uma das mais pesadas cargas tributárias que existem. Ora, para onde vai todo esse dinheiro? Pois o Estado não proprociona nem segurança, nem educação e nem saúde. Diabos! É humilhante ver paisecos atrasados como Venezuela (uma república ditatorial) e Arábia Saudita (uma monarquia teocrática fundamentalista) com equipamentos bélicos de última geração!! Pior que isso é ver muitas pessoas desses blogs louvando uma frota antiquada de F-5, tanques Leopard 1 e outras porcarias. Bons tempos… Read more »

XR
XR
12 anos atrás

Seria sim uma boa a reativação do Osório, mas muitas de suas soluções de engenharia já não se encontram tão disponíveis hoje. Quem sabe em uma participação conjunta com Índia (não sei se demonstrariam interesse), África do Sul e talvez a Argentina( que tem alguma experiência com os TAM, países que possuem já projetos próprios, não sei se no mesmo patamar do Osório, não pudéssemos aperfeiçoar o projeto.Para ser sincero nem sei se teríamos ferramental e gente gabaritada para isto, visto que muitos engenheiros encontram mais facilmente, e em melhores condições, empregos em outros países. Existe hoje uma grande carência,… Read more »

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Quero dizer algumas coisas: De onde vocês acham que vem o salário de vocês?Pode ainda estar faltando coisa aqui,mas muitas coisas já melhoraram.Se lembram dos anos 90?Minha mãe naquela época trabalhava em uma creche e ganhava míseros R$540 por mês e naquela época um professor com dobra naquela época ganhava entre R$1700 a R$1900.Hoje minha mãe é professora e ganha R$2600!Coisa que na época nem sonhamos! Amigos,e claro que ainda nesse ponto falta coisas em nosso país,me desculpem dizer mais os senhores querem tudo pra hoje! Veja o exemplo da desigualdade social,ainda e grande,mas nos últimos anos já diminuiu bastante,é… Read more »

Antonio
Antonio
12 anos atrás

Nessas horas dá uma saudade enorme de ter vivido a primeira metade dos anos 80 … Na minha coleção de Tecnologia & Defesa e de Defesa Latina daquela época dá para ver o quanto o Brasil era adiantado: a) o CTA estava desenvolvendo uma microturbina experimental (poderia ser usada em mísseis de cruzeiro ou em UAV’s); b) uma empresa (acho que era Mekanica o nome dela) estava desenvolvendo um torpedo para a MB; c) havia uma série de ilustrações mostrando helicópteros Esquilo Biturbina armados com torpedos – pena que tal pretensão não foi para frente; d) o Brasil havia comprado… Read more »

Vassily Zaitsev
Vassily Zaitsev
12 anos atrás

Aí um dos culpados pela falência da Engesa. Os outros foram o Sadam Hussein e o “des”governo brasileiro.

Mauricio R.
12 anos atrás

Atualizando a lista do sr. Antonio: a-) O CTA continua a desenvolver essa tal turbina. b-) Desconheço, me desculpe. c-) Ainda bem que não foi prá frente, já pensou Esquilo Bi porcaria “fazendo” o serviço de Lynx???? d-) Este ficou pelo caminho. e-) Não creio, nossos designs careciam de eletrônica embarcada que estava se tornando cada vez mais comum no mercado internacional. Não fabricavamos nem o armamento, dependiamos de designs esterangeiros como o canhão Cockrail Mk-3, aqui nacionalizado como Engesa EC-90. f-) Alguem sabe de algum missíl guiado por fibra ótica que tenha vingado no mercado??? Pq os que estão… Read more »

Henrique
Henrique
12 anos atrás

Aos que citaram o Osório, este venceu praticamente todas as provas feitas justamente na Arábia Saudita em cima dos M1 americanos, Lepards alemães além de equipamentos ingleses e franceses. Ou seja, se tivesse ativo certmaente seria passivel de repotenciamento ou até de versões mais modernas.
Se não me engano quem detém hoje o espólio da Engesa é a IMBEL e, se houvesse vontade política/militar certamente teríamos (TEMOS) tecnologia e parque industrial para reativar o projeto Engesa com as devidas atualizações para nossa atualidade.
Abraço.

XR
XR
12 anos atrás

Caro Ulisses, Respeito sua opinião ( acho-as muito válidas e este é um espaço democrático) e concordo parcialmente com suas explanações; mas em termos de ciência e tecnologia poderíamos muito mais, posso dizer isto porque atuo nesta área, especificamente no setor nuclear, e posso afirmar que muita coisa poderia ser feita aqui, bastando para isso vontade política (é claro que isto é na verdade uma somatória de outros fatores, mas essencialmente dependente de vontade política), mas muitas coisas das quais somos dependentes lá fora poderíamos ser auto-suficientes hoje.Posso citar um exemplo na área de materiais, onde importamos um determinado tipo… Read more »

XR
XR
12 anos atrás

“digo”- dissolução.

XR
XR
12 anos atrás

Ao amigo Henrique,
o Osório venceu também o Ariete italiano, chegando a rebocá-lo após uma quebra deste; imagina o quanto nossos engenheiros não devem ter ficado orgulhosos!!!

Lecen
Lecen
12 anos atrás

Sempre achei um erro culpar a Arábia Saudita e os EUA pelo fracasso do projeto Osório. Típico dos brasileiros que culpam países estrangeiros quando deveria ter a coragem de reconhecer seus próprios erros. Com ou sem parceria com a Arábia Saudita, o Osório poderia ter sobrevivido caso o governo brasileiro tivesse ao menos tentado. Mas não o fez. Final da década de 80, o nosso muy amado presidente José Sarney (também conhecido como “El Caudillo Supremo del Amapá e del Maranhão”) estava empenhando todo o seu prestígio político para ganhar mais um ano no poder e para cimentar a bases… Read more »

Lecen
Lecen
12 anos atrás

Ah, hoje é 15 de novembro!

Não vejo ninguém comemorando!

Mas comemorar o que?

João-Curitiba
João-Curitiba
12 anos atrás

Prezado XR O TAM (tanque argentino médio) foi desenvolvido baseado num projeto alemão. O Brasil chegou a desenvolver algo similar, inteiramente nacional, pela Bernardini (aquela dos cofres), o Tamoyo, a pedido do Exército. Foram feitas 3 versões, cada uma incorporando mais melhorias, a pedido do EB. Depois, inexplicavelmente, o projeto foi abandonado pelo EB. E a Bernardini faliu. Quanto ao Osório, ele venceu o Abrams (EUA), Leopard (Alemanha) e o Challenger (Inglaterra) na concorrência para a Arábia. Seriam 800 tanques no valor de 7 bilhões de dólares. Mas por pressão do governo dos EUA, a Engesa ganhou mas não levou.… Read more »

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Obrigado pela atenção,XR.

O que os senhores acham sobre a cooperação entre Brasil-Itália?

paulo costa
paulo costa
12 anos atrás

Ok,Antonio,os canhões sem recuo da hydroar de 57mmm,
com a sigla M18,foram usados pelo EB,e substituidos
pelos AT-4,que estamos fabricando por aqui.

König
König
12 anos atrás

João Curitiba.
O Projeto do TAM chegou a ser oferecido a nos pelos alemães ainda bem que não aceitamos.

Lecen nesse caso estamos certos em culpar ambos os paises mas claro que nosso governo tambem é culpado poderia ter comprado umas 100/150 Unidades do Osorio para demonstrar no minimo boa vontade e não deixar futuros compradores com o pé atras…
Saudações

XR
XR
12 anos atrás

Ulisses, quem sabe nessa cooperação com a Itália não venham uns AW-129 mangusta, uma vez que nada sobre o acordo dos Mi-35 está claro ainda!

Walderson
Walderson
12 anos atrás

Caro amigo Lecen, sinto informá-lo mais não procede o que vc está falando. Não é nada pessoal, apenas discordo de vc em seus argumentos. Os países que vc sitou são desenvolvidos não porque têm um rei ou rainha, pois estes não são mais que peças decorativas. Não cuidam de nenhum desses assuntos que vc falou. Logo, se não cuidam desses assuntos, não consigo ver como um rei no Brasil ajudaria em alguma coisa. O problema de alguns brasileiros é a necessidade de serem súditos de algum rei de qualquer coisa. Queremos ter reis à força. Daí, temos o rei do… Read more »

Walderson
Walderson
12 anos atrás

XR,

acho que o Mi-35 não saiu do páreo ainda. Saiu uma reportagem na Revista Asas sobre o assunto. Lá diz que a FAB está analisando o pacote a ser comprado, incluindo armas, sobressalentes etc.
Um abraço.

Marine
Marine
12 anos atrás

Walderson,

Concordo plenamente com vc!! Falta cidadania e educacao…

Sds.

Mauricio R.
12 anos atrás

Engraçado, nos EUA qndo a Boeing tentou empurrar o aluguel de avíões-tanque p/ a USAF, o negócio não somente foi denunciado, como 2 vice-presidentes da empresa foram p/ a cadeia. Aqui é um tal de TEM QUE COMPRAR, pq é produto nacional, produto da Engesa, enqnto esta ainda existia, ou da Avibrás e se for da Embraer então… A “empurroterapia de farmácia” p/ Mirage 2000BR, P-99 e C-390, foi e ainda o são absurdas!!! Mas e aí ninguem p/ proteger o interesse do EB ,da FAB e da MB??? Mas não esse “interesse” tal qual da FAB que “deu” o… Read more »

Mauricio R.
12 anos atrás

“Mas não esse “interesse” tal qual da FAB que “deu” o upgrade de 3 aeronaves p/ o grupelho da Embraer”

Uma correção:

Ao invés de 3 aeronaves, são 2 da FAB, F-5 e A-1 e a outra é o AF-1 da MB.

Hornet
Hornet
12 anos atrás

Ué, mas já não temos um rei, aliás, um só não, dois: o Pelé e o Roberto Carlos (tínhamos 3, mas o Roberto Marinho morreu); e uma rainha (dos baixinhos): a Xuxa…já não está bom?…hehehe

abraços a todos

LeoPaiva
LeoPaiva
12 anos atrás

Senhores, voltando um pouco ao tópico, também sou uma viúva do Osório, não só do equipamento em si, mas também do que ele representava para mim na época, era um orgulho nacional, assim como o STucano e o ASTROS II o são hoje. Entretanto, a idéia de ressuscitá-lo não me parece das mais viáveis, não só pelas dificuldades técnicas já citadas pelos colegas, como a falta de engenheiros e técnicos habilitados no projeto, ou a falta de ferramental adequado, até mesmo a engenharia reversa, utilizando aquele protótipo esquecido em um galpão qualquer, seria custosa e demorada, mas também pelo motivo… Read more »

paulo costa
paulo costa
12 anos atrás

Senhores,no dia da Republica,podemos comemorar
de varias formas,falar que o pais é uma excessão,
ao inves da regra?,acredito ser um exagero misturar
lazer com assunto mais serio,afinal problemas existem,
mas quem,não os tem?

Lecen
Lecen
12 anos atrás

O Canadá é uma monarquia parlamentarista e se situa no continente americano. Não seríamos uma “exceção”. O correto para o Brasil é “Imperador” e não “Rei”. Não chamamos um Presidente de Governador. Quanto a Petrópolis, aquele pessoal não faz parte da Casa Imperial do Brasil (e esta não recebe e nunca recebeu o infame laudêmio). Tratar todo e qualquer descendente de dom Pedro I como príncipe ou como membro da Família Imperial é um erro. Quanto as prerrogativas dos monarcas europeus, você está enganado. Os monarcas europeus nomeiam o Primeiro Ministro e os demais ministros, dissolvem a Câmara de Deputados… Read more »

Olienick
Olienick
12 anos atrás

Que eu saiba os reis não tem peso político nenhum, a não ser um símbolo da pátria vivo. Exemplo e a Rainha da Inglaterra que só vai ao parlamento uma vez por ano para fazer um discurso que sempre aprova o 1ºministro sem contar que esse documento passa pela mão dele antes dela ler, pelo menos e que eu lembro. Ela faz a posse do 1ºministro, e como a passagem da faixa presidencial aqui no Brasil, que e feita com portas fechadas. Agora falando do tema, pessoal o país tem para ressuscitar o Osório, mas isso seria bom para o… Read more »

Corsario-DF
Corsario-DF
12 anos atrás

LeoPaiva muito sensato seu comentário, também sou uma viúva do Osório, mas ele já morreu, acho seu comentário descreve a realidade no setor, tanto no Brasil quanto lá fora. Mas na minha opnião poderia se construir parcerias para tal empreitada, ao invés de começar do 0 de novo. Lecen concordo com você, também sou monarquista, mas não vou entrar em mais uma discussão acalorada sobre o tema, pois é complicado derrubar a idéia plantada pela mídia o tempo todo. Alguém se lembrou do dia da Proclamação da República? Sinceramente não vi nem em nota de rodapé de jornal… Mas deixa… Read more »

Bosco
Bosco
12 anos atrás

Eu nunca acreditei nesta estória do Osório ter ganho o páreo na Arábia Saudita às custas da comparação a nível operacional. E se ganhou quais foram os parâmetros? O que é melhor para a Arábia Saudita não quer dizer que é o melhor que existe. Nunca soube da Arábia Saudita ser o juiz do que tem de melhor ou pior no mundo. Se um determinado equipamento ganhou um disputa lá, no máximo quer dizer que foi o melhor para o TO específico do OM. Mas voltando, quais foram os parâmetros da concorrência? Seria de custo de aquisição? Seria em relação… Read more »

Corsario-DF
Corsario-DF
12 anos atrás

Estive conversando com meu amigo russo ontem, ele me disse que os únicos tanques que chegam perto do desempenho dos novos tanques russos são apenas os M1-Abrhams (muito provado em combate) e o Leopard 2. Ele relatou que os tanques ingleses (Chalenger), franceses (Leclerc), italianos não são pários para nova geração de tanques russos, (T-80, T-82 e T-90), pois os mesmo dão muitos problemas mecânicos no campo de batalha, prejudicando e muito seus desempenhos. Agora sobre os helicópteros ele relatou que os Hind (Mi-24/35) são na verdade “caminhões” alados bem armados e muito rústicos, ele particulamente os comparou a um… Read more »

DaGuerra
DaGuerra
12 anos atrás

O Brasil poderia estar modernizando seus OSÓRIOS,se não fosse o lobby dos da Pátria Traidores que fizeram e fazem de tudo para sabotar a industria bélica nacional e as Forças Armadas.

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