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Iveco e Exército apresentam mock-up do VBTP-MR na LAAD

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A Iveco e o Exército Brasileiro apresentam, em première mundial, a maquete em escala real (“Mock-Up”) da nova Viatura Blindada Transporte de Pessoal Média de Rodas (VBTP-MR) na Latin America Aero & Defence (LAAD), a maior feira de equipamentos militares da América Latina, que acontece no Rio Centro, no Rio de Janeiro, nos dias 14, 15, 16 e 17 de abril.

O projeto VBTP-MR é fruto do processo de seleção de empresas promovido pelo Exército em 2007, vencido pela Iveco. Um dos fatores decisivos nesta escolha foi a experiência da divisão Iveco Defence Vehicles, que projeta, produz e comercializa diversos veículos militares, incluindo modelos similares ao VBTP-MR brasileiro.

O veículo desenvolvido em conjunto entre a Iveco e o Exército (por meio do projeto Mobilidade Estratégia e pelo DCT – Departamento de Ciência e Tecnologia) será uma viatura de transporte de 18 toneladas, equipada com motor diesel eletrônico, tração 6×6 e capacidade anfíbia, capaz de transportar 11 militares.

As especificações básicas indicam 6,91 metros de comprimento, 2,7 metros de largura e 2,34 metros de altura. O modelo poderá ser equipado com uma torre de canhão automático ou de metralhadora operada por controle remoto para diversas aplicações diferentes, e pode ser aerotransportado por um avião tipo Hercules C-130.

A missão inicial do projeto VBTP-MR é substituir a frota atual de blindados de transporte de tropas do Exército, basicamente formada por modelos tipo EE-11 Urutu. O novo veículo também será a plataforma base de uma família de blindados médios de rodas que poderá ter até mais dez versões diferentes, incluindo veículos de reconhecimento (ou carro de combate), socorro, combate de fuzileiros, posto de comando, comunicações, morteiro leve, morteiro pesado, central diretora de tiro, oficina e ambulância.

“O projeto também tem como meta criar uma base altamente especializada para o desenvolvimento de veículos militares no Brasil”, explica Pietro Borgo, diretor geral da Iveco Defence. “Neste processo, pretendemos estabelecer a presença da Iveco Defence no Brasil e nos tornarmos um parceiro do Exército Brasileiro”.

Testes começam em 2010

Os veículos serão produzidos na fábrica da Iveco em Sete Lagoas (MG). A primeira unidade (protótipo) deve estar pronta em 2010, para o início da fase de testes, cerca de dois anos após a assinatura do contrato com o Exército. Outras 16 unidades serão construídas e testadas até 2011. Os testes serão conduzidos no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Guaratiba (RJ), incluem confiabilidade (durabilidade), ensaios balísticos (blindagem estrutural), anti-minas e ergonomia, entre outros.
Após esta fase, o Exército Brasileiro poderá realizar a primeira encomenda de VBTP-MR.
Boa parte dos componentes dos primeiros 16 veículos será importada, mas o projeto tem como diretiva elevar o conteúdo nacional acima dos 60%, com o objetivo de reduzir custos de produção e de manutenção. Segundo a Iveco, essa meta pode ser alcançada porque o parque nacional de fornecedores é de alta qualidade em termos de componentes automotivos e motores.

O modelo será equipado, por exemplo, com o novo motor diesel eletrônico Iveco Cursor 9, que será produzido no Brasil. Esse motor é reconhecido mundialmente por sua elevada economia de combustível, potência e baixo índice de emissão de poluentes.

Transferência de Tecnologia

O VBTP-MR é um veículo inteiramente novo, com características próprias e inéditas, como o fato de usar chassi em longarinas de aço. Modelos deste tipo normalmente possuem carroçaria monobloco. A adoção do chassi visa baixar custos. “A manufatura em monobloco é mais cara e complexa. E com a adoção do chassi, o veículo fica mais alto com relação ao solo, o que oferece algumas vantagens operacionais”, explica Alberto Mayer, diretor de assuntos institucionais da Iveco.

O projeto de engenharia está avançado. O trabalho começou em dezembro de 2007, após a assinatura do contrato. O conhecimento básico para o desenvolvimento do VBTP-MR vem da Iveco Defence, divisão militar baseada em Bolzano, Itália, onde a Iveco produz uma variedade de veículos militares blindados de múltipla aplicação e táticos para forças armadas de vários países do mundo.

Além dos especialistas da Iveco Defence, o projeto envolve engenheiros do Exercito Brasileiro e da Iveco no Brasil, além de especialistas da Comau, empresa de engenharia automotiva do Grupo Fiat. São cerca de 30 pessoas diretamente envolvidas. “Essa integração de equipes acelera o trabalho e resultará em grande transferência de know how tecnológico para o Brasil”, diz Mayer. Até o momento, o trabalho já consumiu 25 mil horas de engenharia.

O responsável pelo projeto da nova viatura é o engenheiro Renato Properzi, da Iveco Defence, com larga experiência em desenvolvimento de veículos militares blindados de rodas. Properzi foi responsável pelos projetos dos veículos blindados da Iveco Defence Centauro AIFV 8×8 e Puma VBL (Veículo Blindado Leggero) nas versões 4×4 e 6×6.

Possibilidade de exportação

Comparado ao modelo em uso hoje pelo Exército brasileiro, o novo projeto traz vantagens como: proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, maior vão livre, suspensão independente hidropneumática, elevada capacidade de proteção anti-minas, melhor ergonomia, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de detecção e extinção de incêndio, capacidade de operação noturna de série, sistema de detecção de laser.

Segundo General Waldemir Cristino Rômulo, Gerente Militar do Projeto, existe a possibilidade de exportação do VBTP-MR, pois o Brasil já vendeu blindados semelhantes para países da América Latina e África. “A nova família de blindados que está sendo desenvolvida será certamente muito interessante pra as forças armadas desses mercados”.

FONTE: Iveco

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Raphael Barros
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Raphael Barros

Tem que substituir urgentemente os Urutus e com armamentos produzido no Brasil tá doido fica melhor ainda.

Caras eu lembro do tanque Osório que a Engesa construiu um excelente MBT na época era melhor tanque do continente superior ao Abrams americano. A Engesa tinha contrato até com a Arabia Saudita mais infelizmente a pressão Americana e as Diretas Já acabaram com a Industria Bélica do nosso País e fora tambem as Civis.

Brujhar
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Brujhar

Amigos, me tirem algumas duvidas?

Por que usar uma Versão 6×6 em vez da 8×8 utilizado no Centauro.
O nosso VBTP-MR não seria um concorrente direto do PUMA 6×6? Tendo a Iveco duas versões de veiculo 6×6.

Grato e abs.

lucas lasota
Visitante
lucas lasota

Sera uma viatura moderna e adequada para o nosso exercito. – (creio) Sendo feito aqui o potencial de exportacao para a america latina e grande. O futuro da nossa industria de defesa sera um conglomerado de medias empresas chefiadas por duas ou tres grandes. O nosso mercado sera o inovador. O mercado tradicional de defesa ja esta saturado. Creio que nao havera mais ambiente no mercado mundial para o crescimento de uma empresa grande do vulto da embraer ou da extinta engesa. Sendo assim, esses projetos – especificos – mas com uma elevada porcentagem dos materiais envolvidos beneficiando as medias… Read more »

lucas lasota
Visitante
lucas lasota

Sera uma viatura moderna e adequada para o nosso exercito. – (creio). O futuro da nossa industria de defesa sera um conglomerado de medias empresas chefiadas por duas ou tres grandes. O nosso mercado sera o inovador. O mercado tradicional de defesa ja esta saturado. Creio que nao havera mais ambiente no mercado mundial para o crescimento de uma empresa grande do vulto da embraer ou da extinta engesa. Sendo assim, esses projetos – especificos – mas com uma elevada porcentagem dos materiais envolvidos beneficiando as medias e pequenas empresas especializadas em pequenos equipamentos, que no conjunto formam o projeto,… Read more »

Luciano Baqueiro
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Luciano Baqueiro

Galante meu friendi, vc poderia checar no stand da IVECO se aquela história de que haverá uma versão 8×8 que saiu em alguns sites de defesa é mesmo verdade – lembro que eu cheguei a indicar uma link do TECNOLOGIA & DEFESA em que continha : “O EB, … definiu a sua viatura blindada de transporte de pessoal média sobre rodas (VBTP-MR 6X6), especificou também uma série de versões derivadas: comunicações, Comando e Controle … e, em versão 8X8, as viaturas de combate de fuzileiros (VBCI) e de reconhecimento.” Se é vero, p/ quando seria ? Haverá uma versão armada… Read more »

Brujhar
Visitante
Brujhar

Respondendo a minha primeira pergunta

“Por que usar uma Versão 6×6 em vez da 8×8 utilizado no Centauro?”

Isso iria aumentar o peso do veiculo além de ocupar maior espaço dentro Hércules C-130.

Vou pesquisar sobre o Puma.

Marcelo Tadeu
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Marcelo Tadeu

Espero que seja o começo de uma grande família de blindados fabricados no Brasil. Poderíamos daí pra frente renascer o Osório, não como ele era, pois já está ultrapassado, mas utilizar o seu projeto e desenvolver um MBT nacional do tipo Leopard 2A5. Talvez o custo de se projetar e construir uns 200 CC não viabilizaria, pois, o mercado já está saturado com M-1 Abrams, Chalenger, Lecrerc (aliás, poderíamos aproveitar o namoro com a França e projetar um CC baseado nele, o que vcs acham?) Achei este blindado um pouco alto, mas , lendo o texto, vi que a proteção… Read more »

Higgins
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Higgins

Testes começam em 2010? Deveriam começar amanhã!

Rodrigo Cesarini
Visitante
Rodrigo Cesarini

Galante, é possível para o blog checar a informação sobre o custo unitário da viatura? Tem circulado a informação de 1 milhão e meio de reais; mas estou achando que é o preço de custo, desarmada, sem proteção QBN e eletrônica embarcada(GPS, etc).

[]s

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

O corpo do veículo perece montado alto sobre a suspensão.

Cantarelli
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Cantarelli

So falto a noticia que reativarao o Osorio esse novo radar com 100 de tecnologia nascional estamos avançando vamos com calma povo ta indo tudo de vento em popa .
desculpem os erros d portugues rsrsrs
Abraços!

Galante
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Galante

Pessoal, vamos tirar as dúvidas que vocês têm amanhã, ok? Abraços!

Luciano Baqueiro
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Luciano Baqueiro

Valeu, Galante.

leonardo oliveira
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leonardo oliveira

Cantarelli em 15 abr, 2009 às 18:44

“So falto a noticia que reativarao o Osorio”

Isso foi uma opinião sua ou isso foi dito, na LAAD ou em algum outro lugar?

Wilson Johann
Visitante
Wilson Johann

Parece um veículo bastante robusto. O corpo deste blindado me lembra o projeto do “Charrua”, da extinta Engesa. Bastaria trocar as rodas pela lagarta e ficaria igualzinho. Apenas o charrua era mais anguloso.
sei lá, talvez não tenha nada a ver, mas me veio a lembrança àquele veículo.

Abraçços!!

Bronco
Visitante
Bronco

Só não gosto dessa grande lateral sem ângulos. Isso aí pra um RPG, TOW, ou qualquer míssel anti-carro de infantaria é um grande alvo.

Pras 7.62 e .50 também.

Desde pequeno eu ouço falar em superfícies em ângulos para desviar a trajetória de um prejetil. Aí me vem essa parede de aço na lateral do VBTP… sei não.

Claudio
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Claudio

Alvo é aquela saída de ar do motor na lateral, um tremendo ponto fraco e não adianta falerem que as versões que serão compradas vão ter uma blindagem acima da mínima, protegendo aquela grade.
Na minha opinião de leigo, deveria haver uma outra solução para a ventilação do motor, afinal vários modelos concorrentes não têm esse problema.

henrique
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henrique

achei-o bonitão, mas deveria vir pelo menos com os suportes para instalação de blindagem composta adicional. quato ao preço, acredito que não deve ser inferior a 1 milhão de dolares, tomando como referência os novos blicados da marinha.

halisson
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halisson

Alguem pode me explicar, se essa viatura, tem aquela tecnologia pra atirar de dentro do blindado? e outra coisa, o grau de inclinação que ela pode subir é maior que do urutu?

valew

FERNANDO
Visitante
FERNANDO

Achei muito bom, realmente, vai se tornar um produto de exportação, apenas não sei se os companheiros do Lula, Chavez, Morales e o Lugo vão querer comprar? Realmente o produto é muito bom, agora tem que ver se é pau pra toda obra como o URUTU da Engesa. O exterior dele é bem diferente do URUTU da Engesa, ficou muito legal, valeu a pena esperar, acredito que umas 1000 unidades seria muito bom para o EB. Pelo amor de Deus o 20º BIB aqui em Curitiba tem que receber alguns, chega de receber artigos de 2ª mão. Só falta o… Read more »

Marcos T.
Visitante
Marcos T.

Bonito é. mas isso não basta.
Achei a blindagem insuficiente, perfil muito alto e aquela lateral reta é um convite a receber um balaço, que possivelmente mataria todos que estivessem dentro.

Alfredo_Araujo
Visitante
Alfredo_Araujo

Vou engrossar o couro…

Tmb achei o perfil lateral mto reto!!

Nao seria legal transformar os Leopard 1A1 em Marders ???
So uma ideia… ate pq nao sei os custos e a viabilidade técnica de tal modificação..

Axo mto boa a ideia de transformar velhos CCs em veiculos de transporte de tropas… pq esses veiculos herdam o perfil baixo ,a boa blindagem e as lagartas…

Don D
Visitante
Don D

Mais que não concorda com as linhas dele, parace um M113 de tão reto!
Achei o projeto muito simples e vulnerável, concordo com o bronco e outros.

“#
Bronco em 15 abr, 2009 às 22:54

Só não gosto dessa grande lateral sem ângulos. Isso aí pra um RPG, TOW, ou qualquer míssel anti-carro de infantaria é um grande alvo.

Pras 7.62 e .50 também.

Desde pequeno eu ouço falar em superfícies em ângulos para desviar a trajetória de um prejetil. Aí me vem essa parede de aço na lateral do VBTP… sei não.”

Marcelo Tadeu
Visitante
Marcelo Tadeu

Pessoal, acho que como ainda é um projeto, pois, nem protótipo ainda existe, todas estas obs estão sendo avaliadas. O pessoal do Estado-Maior deve estar fazendo as mesmas perguntas, o veículo tem muito a evoluir, ok? Mas já é um começo

Zero Uno
Visitante
Zero Uno

Marcelo Tadeu,

Concordo contigo. E ainda vão ser produzidos 06 pré-séries e no texto diz que o projeto vai ser mais aperfeiçoado.

Só nos resta aguardar.

Zero Uno
Visitante
Zero Uno

Pessoal, Fuçando o Site Defes@anet, vi algumas fotos da LAAD e gostaria de comenta-las. * O veículo GAÚCHO é bastante robusto mesmo! Será que vai ser adotado pelo Brasil e pela Argentina? * Tem também uma sequencia de fotos no final da página em que o Min.Nelson Jobim visita os estandes da FN, TAURUS E IMBEL. Se realmente estiver na ordem das fotos, no estande da TAURES tem duas armas/fuzis que achei extremamente interessante. Uma de cor negra e outra totalmente camuflada. Será que o pessoal do Blog poderia esclarecer para nós que armamentos são aqueles. Me parecem bastante modernos… Read more »

Paulao CWB
Visitante
Paulao CWB

Desculpe-me as perguntas idiotas mas: >>> Tenho visto em aites o peso do VBTP-MR como sendo 18 ou 19t. Essa estimativa de peso inclui o peso dos 11 tripulantes equipados + peso das diversas munições do carro de combate + peso do combustível? >>> Se a resposta for sim, embora meio que no limite, então ele pode sim ser carregado por um C-390. >>> Se a resposta for não, então o peso total carregado do VBTP-MR poderá alcançar 21 ou 22t e ele não mais poderá ser carregado pelo C-390 tal como o avião está sendo projetado (19t de capacidade).… Read more »

Van Reusink
Visitante

Para o Halisson. Tirando a sua duvida, sim eles virão com o sistema REMAX (sistema de tiro automático, feito pelo combatente de armas. Terá neste sistema, visão noturna e a laser, é claro que isto será opcional pelo comprador. Tá pensando que o pessoal da IVECO e CTEX tavam brincando!

Van Reusink
Visitante

Uma coisa um pouco estranha na minha opinião, se eu fosse um dos projetistas desse modelo, eu não colocaria as hélices para fora, enquanto ele estivesse em combate. Eu faria ela retratiu, quando precisasse para missão anfíbia ela seria posta para fora. Assim do jeito que está, um snipe com uma .50 ou mina terrestre etc, tiraria de sua missão anfíbia. Fora isto parabenizo o pessoal do CTEX e a IVECO, espero que o adquira varios modelos, e vendam bastante.

Van Reusink
Visitante

Ratificando o meu raciocíno, espero que o Exército adquira vários modelos e vendam bastante para o exterior.

Marcos T.
Visitante
Marcos T.

Outra caracteristica que eu alteraria seria colocar o eixo dianteiro mais a frente, no caso de passar por cima de uma mina não mandaria o motorista pro espaço.

Henrique
Visitante
Henrique

Com aquela lateral “emparedada” dá até para colocar uns cartazes ou fazer um outdoor. Este projeto tem que evoluir senão já irá nascer ultrapassado.

Wilson Johann
Visitante
Wilson Johann

Pessoal, em relação a lateral do Urutu III, do qual muitos estão reclamando, gostaria de fazer algumas considerações: para que se possa produzir o veículo com um elevado “ângulo balístico”, digamos assim, teríamos que inclinar bastante a lateral para dentro do mesmo, diminuido a parte superior e também reduzindo sensivelmente o espaço interno, ou aumentar a largura total do veículo para conseguirmos o mesmo efeito sem perda de espaço interno. No meu modo de ver, tanto uma como outra opção são inviáveis, por que o espaço interno não pode ser subdimensionado e tão pouco a largura pode ser aumentada, já… Read more »

Wilson Johann
Visitante
Wilson Johann

Outro moderno veículo de transporte que também serve de modelo para comparação, possuindo um “leve” ângulo de inclinação na blindagem lateral, é o Piranha IIIC, empregado aqui no Brasil pelos Fuzileiros da Marinha.

Abraços!!

Marcos T.
Visitante
Marcos T.

Wilson Johann
Mesmo considerando o que você disse acredito que é posivel fazer uma parede lateral em angulo sem alterar muito o espaço interno, é uma questão de design não de engenharia.

Esdras
Visitante
Esdras

Gostei de ver, mock-up e não maquete….

J Roberto
Visitante
J Roberto

A Elbit fornecerá as torres não tripulados para o UrutuIII. A Torre não Tripulada da Elbit Systems é um sistema de armamento completo, que incorpora um canhão automático de 30mm, uma metralhadora coaxial de 7.62mm, um Alerta de Incidência de Laser (LWS), miras panorâmicas para o comandante, lançadores de granadas fumígenas, além de outros equipamentos. A Torre não tripulada possui ainda a combinação de sistemas de estabilização em dois eixos e um rastreador automático de alvo. Por não ser tripulada, a torre funciona remota e eletricamente, sendo operada inteiramente de dentro do VBTP-MR, desta forma a tripulação não fica exposta… Read more »

Marcos T.
Visitante
Marcos T.

O projeto é bonito más não tem nenhuma inovação ou aperfeiçoamento de conceito, vai competir no mercado contra Pandur V, Piranha e outros só no preço mesmo porque no resto…
O Brasil pode fazer muito melhor do que isso, e sem grandes mudanças no custo… basta acreditar.