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Entrevista de um brasileiro que se tornou Marine e combateu no Iraque

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O brasileiro Fernando Rodrigues desejava servir em alguma missão de paz da ONU ou em um “combate contra inimigos da democracia”. Para tanto, tentou servir as Forças Armadas brasileiras ou entrar na Academia Militar das Agulhas Negras. Não conseguiu. Por uma série de circunstâncias, foi aos EUA, tornou-se marine e acabou no meio do conflito no Iraque. Nesta entrevista ao UOL Notícias, o brasileiro conta como se tornou um soldado dos EUA, o duro treinamento para ser um marine e a decisão de entrar na “briga” contra o terror.

UOL Notícias – Você sempre quis ser militar?
Fernando Rodrigues –
Não, essa vontade começou pequena, e passou a crescer exponencialmente com o passar do tempo e depois de certas portas que foram se fechando. Idealista, queria dar minha contribuição servindo as Forças Armadas em missões de paz a serviço da ONU ou, na face mais escura da moeda, em combate contra inimigos da democracia, liberdade e da própria evolução da civilização e dos direitos humanos. A princípio acomodei essa vontade quando prestei vestibular de Administração de Empresas (procurando seguir os passos de meu pai, que é empresário) no período noturno, para que pudesse servir no Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR), de Curitiba (PR). Quando algumas portas foram se fechando, outras foram se abrindo e segui um caminho tão bizarro que me levou aos Estados Unidos e depois ao Oriente Médio. Até hoje me surpreende para onde essa estrada me levou e o quanto me ensinou.
UOL Notícias – Você foi impedido de servir as Forças Armadas brasileiras e também não conseguiu entrar na Academia Militar das Agulhas Negras. O que aconteceu?
Fernando Rodrigues –
Na época de alistamento, imaginava que voluntários teriam preferência na época de seleção para o serviço militar no Brasil. Embora eu estivesse em plena forma, era atleta, (como hobby era competidor de jiu-jitsu), fui dispensado por excesso de contingente enquanto outros foram aleatoriamente selecionados para as poucas vagas. Achei extremamente mal organizado e não pude servir o NPOR de Curitiba.
A vontade de servir passou a crescer e pensei em prestar concurso para a Academia Militar das Agulhas Negras (em Resende, RJ). O site de internet da AMAN estava desatualizado (a data do concurso seguinte incluía nascidos até 1980, mas na verdade esta data era a do ano passado, portanto, o próximo concurso era apenas para os nascidos até 1981). Não me dei conta do erro e procurei cursinhos para me preparar para a prova da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx, que era a porta e pré-requisito para admissão na AMAN). No dia da inscrição, fui alertado por um funcionário do correio que estava acima da idade por um mês e quatro dias (nasci no dia 26 de novembro de 1980). Foi uma grande decepção, mas Deus com certeza escreve certo com linhas tortas… Gosto de acreditar que Ele apenas tinha um melhor plano para meu desenvolvimento nessa vida.
UOL Notícias – Quando você foi para os Estados Unidos? Qual o motivo?
Fernando Rodrigues –
Em meados de 2001, enquanto planejava minhas próximas alternativas, tranquei a faculdade noturna na UNICENP. Depois de pesquisas na internet, descobri uma academia militar nos Estados Unidos chamada “The Citadel” (A Fortaleza) que era uma universidade militar que permitia alunos estrangeiros de países amigos aos EUA com visto de estudante. Pensei que seria uma boa experiência que iria ao menos me expor à disciplina e ao mundo militar com que sonhava participar. Isso tudo somado ao fato de receber diploma universitário era unir o útil ao agradável na minha perspectiva.

“As mortes de dois amigos, aliadas ao fanatismo da Al Qaeda e ‘jihadistas’, me mostrou a ameaça desses grupos à civilização, à liberdade e aos direitos humanos”

UOL Notícias – Quando decidiu entrar para o corpo dos fuzileiros navais dos EUA?
Fernando Rodrigues –
O plano original era para que eu concluísse o currículo acadêmico da Citadel (bacharelado em Ciências Políticas) e voltasse ao Brasil formado, com a experiência da academia militar estando de bom tamanho. No entanto, depois dos atentados de 11 de setembro, 2001, alguns de meus colegas que eram reservistas foram chamados pelas suas respectivas unidades e alguns foram ao Afeganistão. Depois disso, em 2003, alguns outros colegas foram ao Iraque participando da invasão e da Operation Iraqi Freedom (OIF). Foi lá que perdi dois colegas de classe, um morto em ação por um terrorista sniper e outro que foi morto quando seu veículo blindado LAV (Light Armored Vehicle) sofreu uma emboscada por terroristas recebendo 11 foguetes de RPG-7 (arma soviética antitanque).

As mortes desses dois amigos, aliadas ao fanatismo da Al Qaeda e “jihadistas”, me mostrou a ameaça desses grupos à civilização, à liberdade e aos direitos humanos (principalmente das mulheres, que são subjugadas e tratadas como animais dentro da interpretação radical islâmica destes grupos). Decidi então que a briga era minha também, de imediato saí da academia militar e comecei o processo de alistamento nos marines.

UOL Notícias – Quais são os pré-requisitos para se candidatar ao corpo dos fuzileiros navais?
Fernando Rodrigues –
Na época, tinha recebido o visto de residência permanente (conhecido como “green card”) devido ao meu casamento com minha mulher, a americana Laurie. Esse documento é o pré-requisito para alistamento nas forças armadas americanas, somado a uma “high-school degree a” (diploma equivalente ao ensino médio brasileiro). Para que eu fosse oficial, eu tinha que ter a cidania americana (nas forças armadas são precisos dois anos para se obter o “green card”; é mais rápido que na vida civil, que leva de 4 a 5 anos) e diploma universitário (Ciências Políticas).

Hoje em dia entrar nas forças armadas americanas não é difícil, é só ter a documentação necessária e ser atleta e “casca grossa”. O difícil são as etapas a ser conquistadas e ser um bom marine, aí que está o desafio. Um misto de paciência de monge tibetano, humildade de lixeiro, honra de um cavaleiro da távola redonda e, quando necessário, a força e agressividade de um leão mal humorado. Aí sim você será bem lembrado pelos que serviram ao seu lado no Marine Infantry (Infantaria dos Marines, a força de combate)…

‘O difícil é ser um bom marine, aí que está o desafio. É preciso um misto de paciência de monge tibetano, humildade de lixeiro, honra de um cavaleiro da távola redonda e, quando necessário, a força e agressividade de um leão mal humorado’

UOL Notícias – Como foi a seleção para o corpo dos fuzileiros navais?
Fernando Rodrigues –
A seleção é algo trivial e sem grandes frescuras. São testes físicos, intelectuais e psicológicos. Após toda a burocracia e testes, assinei o contrato de serviço que é irrevogável, o serviço militar dali em diante não é opcional e você não pode simplesmente se demitir ou não mais querer pertencer. As forças armadas são voluntárias, mas a partir do momento que o contrato está assinado você está servindo o governo americano até seu desligamento. Assinei meu contrato com cláusula exclusiva garantindo que eu serviria como “infantry option” (a infantaria, a “ponta de lança” do corpo de fuzileiros navais).

UOL Notícias – Como é o treinamento para se tornar um marine? Quais foram as etapas mais difícieis e exaustivas para se tornar um marine?
Fernando Rodrigues –
Os marines são 3 em 1 (terra, mar e ar) numa força menor e expedicionária para pronto emprego. Existe uma amistosa competição entre os ramos das forças armadas para ganhar mais prestígio e verbas do Departamento da Defesa dos Estados Unidos. As unidades mais relevantes, obviamente, recebem mais respaldo e emprego em missões especiais. Se tornar um marine não é tão difícil. Há dois centros de treinamento de recrutas nos Estados Unidos, um em San Diego na Califórnia e outro em Parris Island, Carolina do Norte. Este é o mais notório pântano que há muito tempo treina marines. Em 13 semanas na umidade infestada de insetos dessa base, endurece até os mais teimosos frouxos da sociedade americana.

É uma gritaria sem fim, 24 horas por dia você é submetido a um mundo onde você não é um indivíduo e sua vontade pessoal é irrelevante. Mais importante, você não sobreviverá se continuar a se portar como um indivíduo. Portanto, a dificuldade está em se aliar a um grupo de estranhos no seu pelotão dos mais variados cantos e prevalecer nesse ambiente. Meu pelotão se formou em Parris Island como o pelotão de honra. Foi um verão quente, confuso e sinistro.

“Durante o treinamento para ser um marine, é uma gritaria sem fim, 24 horas por dia você é submetido a um mundo onde você não é um indivíduo e sua vontade pessoal é irrelevante.Mais importante, você não sobreviverá se continuar a se portar como um indivíduo”

UOL Notícias – Após se tornar um marine, quais atividades fez antes de ir para o Iraque?
Fernando Rodrigues –
Fomos ao Iraque duas vezes, sete meses cada (fevereiro de 2007 ao final de setembro 2007 e a segunda campanha foi de julho 2008 à fevereiro 2009). Entre esses períodos era um misto de treinamento intenso e frenético, e de tédio e espera ao dia de embarque ao teatro de operações. O pacote de treinamento para uma campanha de combate no Iraque inclui treinamentos de combate urbano e contra-insurgência em Forte Bragg (base militar), cinco meses de treinamentos diversos e desenvolvimento de táticas operacionais padrão em Camp Lejeune, Carolina do Norte, e o mais desgastante: 40 dias de treinamento no deserto do Mojave em 29 Palms, Califórnia. É um ritmo alucinante e desgastante, especialmente para marines casados e com filhos.

Eu aceitaria melhor se a queda de Saddam Hussein fosse a justificativa dos EUA para a Guerra.

As tropas dos EUA começam a retirada das cidades iraquianas a partir desta terça-feira (30). Para o brasileiro Fernando Rodrigues, que participou de operações militares no Iraque como um marine a serviço dos EUA, a situação está sob controle. Mas “dependerá do povo iraquiano se manter unido e fortalecer seu governo e forças de segurança para que o país tenha as condições básicas e estabilidade para prosperar”, diz. Nesta entrevista ao UOL Notícias, o brasileiro fala sobre a atual situação do país, George W. Bush, Barack Obama, democracia e “radical” Irã.

UOL Notícias – Você foi a favor da guerra do Iraque? O que a sua experiência no Iraque mudou em relação à sua visão do governo George W. Bush?
Fernando Rodrigues –
Antes de responder, devo dizer que embora tenha estudado Ciências Políticas, Política Internacional e Assuntos Militares, e servido como um marine, acredito ser extremamente ousado e leviano opinar sobre assuntos tão complexos como este no meu nível de conhecimento. O cidadão comum, mesmo quando mal informado e ignorante opina e se diz contra ou a favor sem qualquer estudo sobre o assunto, apenas levando em consideração o que se ouviu aqui ou ali… Tendo dito isto, na minha ignorante opinião, que no momento não pode ser comparado à decisões de presidentes, secretários de Estado e Defesa, experts em defesa, contra-insurgência e conflitos armados, digo ter tido minhas reservas sobre os conflitos no Iraque. Durante a operação Tempestade no Deserto, de 1991, o Iraque foi expulso do Kuait, e o apoio do mundo aos EUA estava consolidado. Saddam Hussein pilhou, roubou e derramou milhares de toneladas de petróleo do Golfo Pérsico por maldade e por ser um mau perdedor.

Por motivos de logística, financeiros e estratégicos, o então presidente George Bush decidiu não ir atrás de Saddam Hussein. Ele sabia que também ganharia o presente de grego de reconstruir toda a bagunça que Saddam e seus filhos causaram durante décadas de ditadura brutal. Isso, porém, apenas adiou o inevitável. Se a entrada dos Estados Unidos na guerra para derrubar Saddam Hussein fosse descrita como tal, e não atrelada ao perigo de armar terroristas e simpatizantes com armas de destruição em massa, eu teria aceitado melhor.

Esses ditadores são uma relíquia macabra de um mundo que já se extinguiu, e é incrível que pessoas como Kim Jong Il, ou outros indivíduos controversos como o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad estejam em cargos de poder, comandando a vida de tantos seres humanos… Por que continuam no poder, mesmo sendo tão negativos para seus povos, para a paz mundial e a evolução e união da raça humana no globo? Agora os povos têm culpa de serem coniventes com as classes que mantêm esses indivíduos no poder, e se se unissem seriam muito mais fácil as mudanças de regime.

A prova de quão longa foi essa guerra do Iraque mostra que alguns povos não estão prontos para a liberdade, a democracia, e apenas após longo período de violência, reconfiguração de prioridades, valores e união, apenas após isso tudo que um país se ergue dos escombros e prospera. São decisões difíceis e com impactos obviamente globais. Os Estados Unidos gastaram muitos bilhões de dólares em ajuda ao Iraque e minha segunda e última campanha lá, quando fiquei sete meses sem dar um tiro ou achar sequer uma bomba, isto prova que a guerra está no fim.

‘Se a entrada dos Estados Unidos na guerra para derrubar Saddam Hussein fosse descrita como tal, e não atrelada ao perigo de armar terroristas e simpatizantes com armas de destruição em massa, eu teria aceitado melhor’

Se o Iraque vai prosperar e manter os níveis de segurança e desenvolvimento alcançado a tanto custo, com vidas perdidas de ambos os lados, isto vai depender deles e a história vai julgar se foi certo ou errado em seu saldo final ao estudar o governo do presidente George W. Bush. Tenho a consciência limpa de que contribuí positivamente com muito trabalho e suor para ajudar esse povo nas responsabilidades que me foram confiadas.

UOL Notícias – Você votou para presidente dos EUA? O que acha das posições do presidente Barack Obama em relação ao Iraque?
Fernando Rodrigues –
Quando recebi a cidadania americana no dia 3 de julho de 2008, estava prestes a embarcar para a segunda campanha no Iraque, não tive tempo de me registrar no Estado da Flórida para votar no Iraque com um “Absentee Ballot” (envelope lacrado do governo americano para voto de tropas em campanha), portanto, não pude participar da última votação presidencial. Mas se pudesse votar, embora gostasse do senador John McCain, teria votado no atual presidente Barack Obama, pois acredito que ele é a melhor opção para os desafios e situações do momento.

As posições do presidente Obama no Iraque são baseadas nas pesquisas e entrevistas pessoais com generais, gabinetes especializados na situação em solo e cuidadosamente estudadas, depois implementadas quando decidido ser o mais razoável plano de ação. Não é o esforço de um homem só, embora muitos indivíduos (como o general David Petraeus, que comandou o teatro de operações e foi autor do “Surge”, o aumento de tropas no Iraque, que aniquilou a insurgência terrorista) tenham contribuído mais que outros. A situação daqui por diante dependerá de quanto os iraquianos querem vencer, e ver seu país prosperar. Não se pode forçar um país a evoluir.

‘A prova de quão longa foi essa guerra do Iraque mostra que alguns povos não estão prontos para a liberdade, a democracia, e apenas após longo período de violência, reconfiguração de prioridades, valores e união, apenas após isso tudo que um país se ergue dos escombros e prospera’

UOL Notícias – Os EUA começam a retirar suas tropas das cidades iraquianas a partir do próximo dia 30 de junho. Qual a situação do Iraque hoje? O país é capaz de ter a situação sob controle sem a ajuda estrangeira?
Fernando Rodrigues –
Na minha última campanha vi uma polícia iraquiana mais competente, um exército mais profissional, envolvido e tenaz no objetivo de erguer seu país. Desde 2008 até nosso retorno em fevereiro de 2009 desmontamos todas as bases avançadas da nossa área de operações e mudávamos para outra visando a data limite (em acordo com o governo iraquiano) para que todas as tropas americanas estivessem fora das cidades até junho de 2009. A partir dali, se dará a retirada de todo o restante de equipamento, pessoal e tudo que foi instalado desde 2003 que o governo iraquiano não queria utilizar (bases e infraestrutura). É um esforço homérico e uma logística monstruosa.

Motivar os subordinados nessas obras também foi um desafio, pois todos os marines novatos e jovens queriam fazer seu trabalho, participar de ações de combate ou humanitárias, não ficar desconstruindo paredes, esvaziando sacos de areia e recolhendo arame farpado e barricadas por meses no verão iraquiano e depois no inverno. Mas isso tudo mostra que a guerra estava sem dúvida no fim, e que a ausência de ação inimiga era a vitória silenciosa do povo iraquiano, com auxílio dos Estados Unidos. Repito: dependerá do povo iraquiano se manter unido e fortalecer seu governo e forças de segurança para que o país tenha as condições básicas e estabilidade para prosperar.

UOL Notícias – Gostaria de servir os EUA em outra região em conflito? Qual?
Fernando Rodrigues –
Fiquei ao todo 14 meses no Iraque. Com a guerra do Iraque e a do Afeganistão chegando ao fim, sinto que fiz minha parte. Se tivesse optado por seguir carreira como um “marine officer” teria estendido meu serviço por mais 4 anos. Decidi, entretanto, que seria mais útil à minha família e à sociedade como empresário. Tenho a segurança que os marines sobre meu comando foram bem treinados e passamos tudo que sabíamos para a nova geração, que irá para o Afeganistão em 2010. Essa guerra está também chegando ao fim e não vejo grandes perigos para meus “irmãos-de-armas”. Mantemos contato e com certeza enviarei pacotes motivantes quando lá estiverem (guloseimas, revistas, livros, filmes, etc) para os momentos entediantes. Se os Estados Unidos entrassem em algum grande conflito, em que inocentes estivessem morrendo aos milhares, com algum país radical como o Irã, talvez então cogitasse participar, mas tenho a certeza de que os marines não estarão desfalcados sem mim, afinal estão indo bem desde 1775. Missão cumprida e viramos a página do livro da vida…

FONTE / FOTOS: UOL Notícias (Edilson Saçashima-SP)

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Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Quando você se apresenta para o serviço militar obrigatório, você presta juramento a bandeira (pelo menos foi assim comigo, que pedi dispensa da marinha).

Como fica, então, a situação desse cidadão, que jurou defender a bandeira de outro país? Perante as leis das Forças Armadas do Brasil, ele é considerado criminoso, ou traidor? Eu pergunto porque, na minha concepção, não é correto você abandonar o juramento que fez no alistamento militar de defender a sua pátria.

Marcus Piffer
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Só porque ele praticava jiu-jitsu achava que seria um bom militar? Só porque não foi selecionado, o processo é aleatório?

Não passou na AMAN apenas por um erro no site? Para a turma que nasceu em 1981 já não existia prova para a AMAN, apenas para a ESPCEx. O concurso não é apenas para um ano específico e sim para nascidos em quatro anos diferentes.

Vai contar historinha pra boi dormir em outro lugar…

fuzileiro
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fuzileiro

É isso aí Piffer…

Rafael Cristian
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Rafael Cristian

O processo de seleção para o alistamento militar de aleatório não tem nada, tem é muito quem indique, o famoso “peixe” no caso da AMAN realmente ele se perdeu na idade já que o limite pra este fim é bem curto. Já o fato de o mesmo jurar a bandeira do Brasil e lutar em uma outra força armada de outro pais, não vejo nada de mais (posso está errado), já que ele não combateu o exercito do seu pais de origem, simplesmente ele tinha um sonho, e foi busca-lo em um outro pais, já que no Brasil realmente é… Read more »

Dell72
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Dell72

Foi uma boa estoria, de alguem que foi em busca do seu objetivos
provavelmente não foi bem como ele contou por que acho que realmente ele queria ser cidadão americano em primeiro lugar.
mas isto é outra coisa e pesoal não vamos condena-lo ou escrácha-lo
quantos de nós não gostariamos ter tido esta opurtunidade.

Bosco
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Bosco

Clésio, se um brasileiro se torna cidadão americano e não abandona a cidadania brasileira isso não é crime. A menos que um dia ele cometa alguma atitude contra um desses dois países aí sim ele poderia ser considerado traidor e teria que responder por isso no país que se sentisse “traido”, seja aqui ou lá. Caso isso não ocorra ele poderá se beneficiar da dupla cidadania. Tal fato ocorre desde que o mundo é mundo. Um exemplo são as “legiões estrangeiras” mundo à fora. O jeito é ele torcer para que seus dois países não entrem em guerra e mesmo… Read more »

claudio alfonso
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claudio alfonso

Apesar de todo sofrimento que ele enfrentou e que também CAUSOU ao Povo Iraquiano, esse rapaz não aprendeu nada! Mas tambéwm o que esperar de um cara que vai lutar a guerra suja em nome de outro país.

DV
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DV

Personagem totalmente acrítico e superficial. Diz que a motivação por trás da guerra é complicada demais para ser entendida por ele ou pelo cidadão comum. Então calma lá, você se dispõe a atravessar o mundo e combater por um país que não é o seu sem sequer entender as razões por trás do conflito?! Espero que após ter realizado o seu sonho de “Rambo Tio Sam” pare para pensar nas consequências de tal conflito e nas contradições da política do seu “novo” país.

Felipe Cps
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Felipe Cps

“Existem aqueles que querem mas não podem; existem aqueles que podem mas não querem”. Sempre foi assim e sempre será. O cara foi persistente e foi atrás do sonho dele. Se deu bem. Bom pra ele. Tivesse sido um pouquinho menos bisonho (não sabe ler edital de concurso) e mais persistente, talvez tivesse conseguido nas FFAA brasileiras também. Ou não. Sobre alistamento militar posso dizer que persisti, sempre fui voluntário, e consegui servir na unidade que queria, e me formar Aspirante à Oficial de Infa/R2. Por puro azar não consegui seguir carreira como temporário, (abriram 3 vagas naquele ano e… Read more »

Marcelo Tadeu
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Marcelo Tadeu

Eu ia comentar , mas já disseram tudo que eu queria falar. Pra mim este cidadão poderia ficaR nos EUA pra sempre!!! Já temos ótimos soldados aqui.

Coralsea
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Coralsea

Só um detalhe; mais como curiosidade:
Parris Island fica na Carolina do Sul e não na Carolina do Norte.

Fabio
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Fabio

Olha só…o processo de seleção não é ALEATÓRIO como esse cidadão ai descreveu. Existem regras!! e se foi dispensado do serviço militar obrigatório sendo voluntário e tendo um bom preparo físico, é porque algum fato de sua história de vida era negativo. Se o alistamento foi no CPOR, um dos critérios é estar cursando faculdade. Quanto a prestar concurso para a AMAN…bom ai o “bicho pega né”…tem que estudar muito…se dedicar muito…não é só chegar e fazer uma “provinha”…ai o “carinha” perdeu a chance de fazer a prova né?? VAI CONTAR HISTÓRIA PARA BOI DORMIR!!! VALEU!! QUANTO AO BOSCO… Meu… Read more »

pedro
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pedro

Fabio, você foi um pouco “infeliz” em seu comentário. Dizer que o Bosco “não contou toda a estória” e que “colocou a culpa em outros”….tsc,tsc, Ce tá falando do Brasil ou da Suiça? Aqui até Promotor e Juiz são aprovados por “estirpe”! Quem já viu uma prova oral sabe o que estou falando. Prova de delegado então em SP era feita “em salinha fechada” até pouco tempo atrás! Que o diga oficial das FAs! Aqui é a terra dos assessores/sobrinhos/afilhados nomeados por “atos secretos” e do “concurso público pra agente secreto”! Então, nos faça um favor e vá tomar o… Read more »

Coralsea
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Coralsea

Comigo aconteceu o contrário do que esse sujeito:
Mesmo tendo o “Green Card” brasileiro; a chamada “Permanente” ou “Modelo 19”, não pude de jeito algum entrar para a MB…risos!
Acabei voltando para o meu país de origem e serví no exército por 8 anos…:-)

pedro
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pedro

Quanto ao processo seletivo “brasilino” devemos pensar: Se um cara tem capacidade de lutar, e aparentemente bem, no Iraque ou Afeganistão, na mais poderosa FA do Universo, num exército que ganha de todo o mundo junto (brasil, bolivia, venezuela, R.U, França, Russia, etc) na hora que quiser, mas não é aprovado ou considerado apto aqui na “bananolândia”, então temos um problema. Ou só estamos formando pelotões de John Rambos e Chuck Norris (o que não condiz com a realidade de praças subnutridos e os oficiais semi alfabetizados que vemos nos quartéis) ou o processo seletivo não seleciona nada! Fico com… Read more »

MarcosT
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MarcosT

Fabio
Por causa de comentários de ataque gratuito tipo o seu, que os administradores do blog querem mediar todos os comentários.
Liberdade e democracia se faz com responsabilidade.
Por favor vamos manter a linha e o respeito.

Bosco e Francisco AMX
A melhor coisa é ignorar esse tipo de comentário(e comentarista) e não replicar, sei que é dificil engolir sapo, más respira fundo e vai em frente.

Um abraço bem “Chinxadito” a todos (quem é gaúcho entendeu)

MarcosT
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MarcosT

Sobre o Tópico: Felizmente vivemos num país livre, com muuuuuitos problemas, más é livre e acredito que estamos no caminho certo. Quanto a dificuldade de entrar nas escolas preparatórias,( Agulhas Negras principalmente) é dificil mesmo. Todo mundo sabe de certos “apadrinhamentos”, coisa instituida no Brasil, más não é impossível entrar. Meu primo é que o diga (cara maís inteligente que eu conheço)o cara ficou fazendo alongamento um ano inteiro para alcançar a altura mínima exigida.(se vocês virem por aí, um toquinho de amarra bode, fardado, é ele) Vou repetir oque eu disse por telefone a ele quando soube que ele… Read more »

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

Caro PEDRO: “Aqui até Promotor e Juiz são aprovados por “estirpe”! Quem já viu uma prova oral sabe o que estou falando. Prova de delegado então em SP era feita “em salinha fechada” até pouco tempo atrás! Que o diga oficial das FAs!” Meu amigo, não posso concordar com sua assertiva quanto a concurso de Promotor, Juiz, Delegado, muito menos da EsPCEx. O sujeito para passar num concurso de altíssimo nível como esses tem que estudar E MUITO. Falo porque minha família não tem nada de especial, e tenho parente próximo e vários amigos juízes em SP. Tenho um irmão… Read more »

Sopa
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Sopa

Papo de lutador de jiu-jitsu, o cara tem o mesmo discurso de americano parece que tá pisando em ovos !! tb não fui chamado, mas se tiver Guerra contra o Brasil vou lá no quartel e peço um FAL e tô pronto !!! 🙂

Sds.

Bosco
Visitante
Bosco

Fábio, onde eu disse que não fiz um concurso público? Se tivesse lido com mais atenção o que escrevi teria entendido que eu fiz um concurso público, fui aprovado e fui fazer uma prova oral no Rio de Janeiro. A prova escrita é igual para todos, mas a prova oral não tem como ser. Teria como fazer as mesmas perguntas técnicas para centenas de candidatos? Também se não estivesse tão preocupado em defender as nobres instituições nacionais teria entendido que eu me “senti” preterido. Em momento algum afirmei. Pode ter sido apenas uma impressão equivocada minha após saber o teor… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Felipe,
pega leve com nosso amigo Pedro que só fez comentários gerais. Critique o comentário e não o comentarista, como fez o Fábio em relação à minha pessoa.
Relax meu amigo.

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

Bosco: o Sr. Pedro não fez só comentários gerais não. Disse em bom português que nossos oficiais são “semi-alfabetizados” e nossos praças “subnutridos”. Ele deveria ir assistir uma aula na Escola Superior de Guerra, por exemplo, pra parar de falar sandices como essa. E deveria ir visitar uma OM qualquer pra ver o que esses praças “subnutridos” aos quais ele faz referência são capazes de fazer, fisicamente falando.

Marcelo Tadeu
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Marcelo Tadeu

Se prova de Juiz e Promotor tivesse peixada não sobraria vaga para preencher. Todo anos a quantidade de aprovados é menor que o número de vagas disponível. Querem até diminuir a dificuldade das provas!! Sou bacharel em Direito e passei na OAB sem fazer cursinho, apenas frequentei com regularidade os 5 anos de faculdade.

MarcosT
Visitante
MarcosT

Calma ae pessoal, vamos lembrar que a gente mora no Brasil e sabe que tem maracutaia pra todo lado, e que em nossos quarteis é possivel encontrar algum sargento meio pancada da cabeça que parece que saiu de alguma experiencia mal sucedida e por isso pesam que ele não sabe ler, e que tem algum tenente magricela na intendência que parece que veio da Somalia, mas que na realidade é campeão de maratona do quartel.
Então melhor é não generalizar.

The_mal_voltou
Visitante
The_mal_voltou

Rapaz, quando eu for me alistar, e falta pouco, eu vou sem esperança nenhuma de ficar,mas se ficar agarrarei com unhas e dentes 😉
eu tenho umas peixadas prontas ai, não nego.
o cara foi em busca do sonho dele, e conseguiu…

Francisco AMX
Visitante
Francisco AMX

Bosco, velho amigo! parabéns pela polidez! aprende Felipe! rsrsrs

Marcelo Bahia
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Marcelo Bahia

Alguns aqui vivem na disneylândia??

O que esse cara gosta é de guerra e violência, o restante é tentativa de dar corpo e fundamento a esse prazer!

Deem uma olhada na “bela” democracia americana:

http://www.cinegratis.net/index.php?module=player&id=2257&title=Iraq_for_sale_(V.O.S.E.)

Pensam que só o Brasil que tem corrupção, não é?? Pois então vejam isso!

E parabéns a Clésio Luiz e Marcus Piffer!!

Bosco
Visitante
Bosco

Francisco, obrigado pelo “eu acho que o Bosco fez a prova mesmo”. rsrsr. Mui amigo. rsr…. Uma coisa que eu me lembro é que todo mundo aqui de Brasília que passou foi de carona num C-130 da FAB e ficaram alojados no quartel. Eu fui o único que foi de “cata corno” (ónibus) e fiquei num hotel barato.rrsrs.. Bons tempos.heeheehhheee… Fábio, é direito seu duvidar do que relatei e inclusive das minhas “suspeitas”, mas eu particularmente não sou ingênuo a ponto de acreditar que nossas instituições públicas não possuem mecanismos (legais, porem imorais) de pinçar entre aqueles que passam na… Read more »

Jaique Sparro
Visitante
Jaique Sparro

Esse cara é o MARINE daqui do blog??

Quanto aos EUA ganharem de todos os países citados ,sei não meu caro.

Meia-dúzia
Visitante
Meia-dúzia

Essa do cara ser enganado por um erro no site… Vai ser bisonho assim lá no Iraque… “Na época de alistamento, imaginava que voluntários teriam preferência na época de seleção para o serviço militar no Brasil.” E quem disse que não é levado em conta? Mas não basta. Por algum outro motivo, seu perfil não foi selecionado; o processo seletivo pra se cursar um NPOR é bem maior do que uma pesquisa no google. “Embora eu estivesse em plena forma, […], fui dispensado por excesso de contingente enquanto outros foram aleatoriamente selecionados para as poucas vagas.” Aleatoriamente? Discordo. (óbvio que… Read more »

Meia-dúzia
Visitante
Meia-dúzia

pedro,
Mas essa foi difícil de engolir:
“[…] praças subnutridos e os oficiais semi alfabetizados que VEMOS nos quartéis[…]”

Vemos? VEMOS? NÓS vemos? Eu não vejo. E acredito que a grande maioria esclarecida da população brasileira também não tem essa sua “visão-além-do-alcance”. Se tem uma opinião bizarra e ridícula como essa, faça o favor de restringi-la à sua pessoa.

Semper fi!

fullcrum
Visitante
fullcrum

Peraí, subnutrido não, eu fui dispensado porque o collorido acabou com a verba, amo o meu país e somente pegaria em armas para defendê-lo. Estudar política internacional e dizer que a questão iraquiana é mto complicada é uma resposta pra quem pisa em ovos,foi uma invsão por necessidade energética e de desvio de atenção,pois BIN Laden pelo que sei tava no Afeganistão.Nossas tropas merecem mais respeito pega leve aí galera!!!!

brazilwolfpack
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brazilwolfpack

Com todas as justificativas que deu,e reclamando tanto que foi “rejeitado” no Brasil,a verdade e que nao passa de um mercenario mais,atras dos dolares e montanhas de bonus para ir matar no terceiro mundo usando o uniforme de outro pais. Eu pergunto: Quantos herois e personagems de renome teria o Brasil,se ao seguir o exemplo deste sujeito,ao primeiro sinal de barreiras e privacoes,tivessem fugido a alistar-se em exercitos estrangeiros? Aonde esta o patriotismo? O orgulho de ser Brasileiro? A garra para enfrentar os obstaculos,e prevalescer? A realidade e que os dolares americanos muitas vezes exercem mais influencia do que qualquer… Read more »

Giovani
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Giovani

Não Há nada de anormal com este Marine.

Eles sempre quis ser militar, como muitos de nós; a vida militar é muito atraente este Marine não conseguiu faze-lo aqui e resolveu servi por outro paìs, como há muitos Brasileiros na Legião Estrangeira e em outras Forças Armadas pelo mundo afora.

Ele não pode ser discriminado por isso, só elogiado porque teve peito de ir lá no front por uma causa que ele acha justa.

Quem vai a uma Guerra e volta vivo é “Cobra Criada”.

Ago77
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Ago77

Ainda bem que decidiu ser Marine. Pelo perfil demonstrado na entrevista não merecia ser oficial das forças armadas brasileiras.

Pedro
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Pedro

Pois é, quando o cara não tem o que falar, ataca o comentarista. Gramsci ensinava isso e parece que o pessoal aqui adora esse pensador. Primeiro o Senhor Felipe afirma categoricamente que: ” Menos vá, não é porque VOCÊ não conseguiu que ninguém consegue, que é tudo “arregado”. Penso que você deveria se perquirir, aí sim, do porque VOCÊ não conseguiu/consegue nada… O resto é choro de perdedor…” Mas, quem disse que eu não consegui? Quem disse que não sou nada? Aliás, nem fui obrigado a afirmar a profissão/cargo no site, então modere a sua linguagem e raciocine antes de… Read more »

Marine
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Marine

Jaique Sparro,

Nao. Nao sou eu o entrevistado.

Boa noite a todos…

Noel
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Noel

Muita gente criticando esse rapaz por nada, nossas Forças Armadas já tiveram inclusive comandantes estrangeiros, pesquisem sobre a História da MB, por exemplo. Nas últimas décadas, mais de 1.000.000 de brasileiros pegaram suas malas e foram morar no exterior, principalmente na América, ele é apenas mais um, com o diferencial que escolheu ser militar, só isso; se condenarem ele por isso, como ficam os varios cérebros, centenas, que foram embora e hoje trabalham nas diversas Universidades americanas ou em suas grandes empresas, até na NASA, e em outros paises também, vide o caso da Bombardier no Canada, poderiam estar aqui,… Read more »

Noel
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Noel

Nossos praças subnutridos e os oficiais semi alfabetizados, encerraram as buscas do Air France; nossos praças subnutridos e os oficiais semi alfabetizados comandam as forças da UN no Haiti, e já estiveram presentes em Suaez, Congo, Rep.Dominicana, Moçambique, Angola e Timor nos últimos 50 anos; nossos praças subnutridos e os oficiais semi alfabetizados constroem estradas, pontes, pistas de pouso; nossos praças subnutridos e os oficiais semi alfabetizados continuarão cumprindo suas obrigações para com essa nação e atendendo a sua população enquanto o Brasil existir.
Sds

Felipe Cps
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Felipe Cps

Caro PEDRO: Confesso que não entendo. V. Sa. por horas dá a entender que nossos militares tem que ser “John Rambos e Chuck Norris”. Depois leva a crer que, no seu bestunto, nosso oficialato tem que ser de PHDs ou “Golbery´s”. O que, efetivamente, V. Sa. gostaria que as FFAA formassem? Uma mistura de Chuck Norris com Stephen Hawkins? Não, V. Sa. não queria isso. É que V. Sa. mete-se a falar do que não sabe, e aí fala esse tipo de borracha… E muito ao contrário do que V. Sa. quer, não lhe desanquei o argumento por V. Sa.… Read more »

guina
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guina

Eu , servi em uma unidade de selva, e concordo com o que diz o
Felipe, à respeitos dos nossos oficiais e sargentos.

SELVA

Ago77
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Ago77

Prezado Sr Pedro,

Antes de tecer comentários infundados acerca dos oficiais e sargentos da forças armadas brasileiras, sugiro que o Sr se informe melhor sobre os concursos públicos para ingresso, o sistema de meritocracia para as promoções e a equivalência dos cursos de especialização com os cursos do meio acadêmico.

Francisco AMX
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Francisco AMX

Marine, escreva alguma coisa! 🙂

Felipe CPS é verdade que nas FA só tinha Gays? rsrsrsrs

Brincaderinha pessoal! não me pauleiem!

Francisco AMX
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Francisco AMX

Alguém aqui lembra de um Brasileiro que era piloto de Apache e foi para 1 guerra do golfo?? to enganado??

Felipe Cps
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Felipe Cps

Francisco: não é “paulear”, é “empalar”, rsrs

Abs.

Brasileiro
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Brasileiro

Esse cara não é brasileiro é norte-americano… Já tá convencido da sua pátria. Os EUA parecem a antga Roma que aceitam extrangeiros para lutar em seus exércitos, países menores e títeres dos seus interesses….

Que fique nos EUA e se quiser aparecer por aqui com esse discurso ianque prá cima da Amazônia vai levar cacete na moleira.. Ele e seus apaniguados pró-ianques que vira e mexe aparecem por aqui !!!

Tenho dito !

JSilva
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JSilva

Mais de um era piloto de Apache no I Guerra do Golfo, sendo que um daqui de Santos.

Tambem da mesma época tinha um outro santista piloto de CH-46.

Lembro tambem de dois jovens daqui que na ´´epoca do serviço militar foram para a Italia (dupla cidadania), um serviu com os Bersaglire e outro com os Folgore.

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

Brasileiro:

Interessante você mencionar Roma, pois é sabido que uma das causas da queda do Império Romano foi o excesso de estrangeiros em suas Legiões.

Parece que eles não tinham o mesmo comprometimento com a defesa de Roma dos bárbaros, como tinham em defender suas próprias pátrias de origem.

Quando os bárbaros começaram a forçar as fronteiras por toda a parte os legionários “se mandaram” pra defender suas próprias “terrinhas”… E Roma ficou entregue aos ricos porém pouco numerosos e destreinados romanos…

Marine
Visitante
Marine

Francisco AMX,

Me desculpe amigo, mas apos ver certos comentarios aqui perdi toda e qualquer motivacao de participar do tema…

Thomas D. Weiss
Visitante

Alguns dos comentarios me dao nojo e vergonha de ser Brasileiro.

Este Brasileiro emigrou, e honrou sua nova Patria servindo nos Marines, seu testemunho me da a certeza de que, Americanos sentirao admiracao pelo Brasil ao saber de sua origem.